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Comentário devocional:
As dívidas eram a principal causa de escravidão no Antigo Oriente Médio. A fim de obter um empréstimo, tudo que a pessoa pobre poderia dar em garantia era a si mesma ou membros de sua família. Nos casos em que os devedores não pudessem pagar o empréstimo, o credor poderia reter pessoas de suas famílias e torná-las escravas. Imagine que bênção era a lei de cancelamento da dívida a cada sete anos, quando as pessoas poderiam obter novamente a liberdade e uma oportunidade de recuperação econômica!
Idealmente, não deveria haver pessoas pobres entre os israelitas. Mas neste capítulo a realidade é apresentada: “Pois nunca deixará de haver pobres na terra” (v.11). Isto porque alguns israelitas não obedeciam totalmente à vontade de Deus em relação às leis de cancelamento da dívida.
Nos tempos difíceis de antigamente, Deus estava tentando ensinar ao Seu povo a prática da generosidade. “Tenham mão aberta e emprestem-lhe o que ele precisar” (V.8 NVI). Isto estava limitado a atender as suas “necessidades”, não aos seus “desejos.” Essa orientação de Deus se referia à provisão das necessidades básicas de sobrevivência, não de luxos.
“Querido Pai, abre os meus olhos para as necessidades dos pobres com quem eu me relaciono cotidianamente. Sei que és O doador mais generoso do universo. Ajuda-me a ser semelhante a Ti.”
John Ash
União Missão Chinesa
Hong Kong
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Tradução/adaptação: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Deuteronômio 15
Comentário em áudio
Leituras da semana programa Crede em Seus Profetas: Parábolas de Jesus, cap. 28
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DEUTERONÔMIO 15 – Nossa sociedade precisa de leis, mas a legislação deveria ser traçada pelo Céu. Contudo, isso não é possível pelo tipo de política, ou melhor, de governo, que temos.
As leis deste capítulo regulavam a vida dos israelitas, quando a nação era teocrática. Entretanto, estas leis civis de antigamente possuem princípios importantíssimos para nós, crentes do século XXI.
1. Em nossa vida, nenhuma coisa deveria ser mais importante do que gente. Se emprestar uma coisa a alguém e este alguém não puder devolver, deixe nas mãos de Deus e serás abençoado por não humilhar, desprezar e arruinar a vida do pobre. Até dívidas deveriam ser perdoadas dos pobres (vs. 1-6).
2. A caridade em prol do pobre não é uma opção, é uma ordem do Autor da vida. Deus dá sustento a uns, para ser repartido com os necessitados. Aqueles que se preocupam com os pobres, auxiliando-os nas necessidades, ajudando-os a crescerem e se desenvolverem, certamente terão aprovação e bênçãos de Deus (vs. 7-11).
3. A escravidão em Israel deveria ser temporária; o escravo deveria receber salário e, ao ser liberto no sétimo ano, não deveria sair sem recompensa pelo seu trabalho. O objetivo do proprietário deveria ser tratar com amor e dignidade aos escravos, como pessoas criadas por Deus. Tal atitude redundaria em bênçãos em todas as áreas da vida (vs. 12-18).
4. Na legislação que Deus entregou aos judeus, animais têm valor; o primeiro de cada cria deveria ser dedicado ao Senhor – seja limpo ou imundo; dos limpos, deveriam ser comidos (sacrificados) perante o Senhor no lugar determinado por Deus. Caso tivesse algum defeito, deveriam comê-lo sem sangue com o estrangeiro, na própria cidade (vs. 19-23).
A vida é importante para Deus e, como servos dEle, devemos respeitá-la. Funcionários não devem ser máquinas de trabalho. Ninguém deve agir com objetivo de explorar e oprimir quem quer que seja. Salários devem ser justos.
A vida deve ser usada para propagar vida. Recursos devem ser investidos em vida, mais do que em coisas. Nosso tempo deve ser usado para promover o bem do próximo. Tais atitudes sempre resultaram em bênçãos de Deus.
Como servos de Deus, respeitemos a dignidade humana. Não devemos pactuar com ideologias que pervertem o direito das pessoas.
“Restaura-nos, Senhor!” – Heber Toth Armí
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Comentário devocional:
Porque os israelitas foram separados para o Senhor, Moisés os lembra de novo, como fez em Levítico 11, quais animais cuja carne se poderia comer e quais eram impuros. A condição de separação e consagração dos israelitas deveria ser completamente incorporada ao seu estilo de vida e suas escolhas. Embora a “bebida forte” referida neste capítulo (v. 26) seja a fermentada, isto não era o ideal de Deus para Seu povo, assim como a escravidão e a poligamia. A instrução de Paulo para glorificar a Deus em tudo, até mesmo no que nós bebemos (1Co 10:31; 1Co 6:19-20), nos aconselha a abandonar tudo o que é prejudicial para o organismo.
O conceito de um “segundo dízimo” – distinto do primeiro dízimo, de uso exclusivo para o sustento dos sacerdotes e levitas – mostra-nos a importância de repartir de nossa abundância com aqueles que têm menos. Isto incluía os “sem terra” (hoje também incluímos os “sem teto”), o migrante, os marginalizados, os pobres e os refugiados. Ellen White nos lembra de nossa obrigação para com o pobre desamparado, com estas palavras: “Quando se tem feito o que é possível para ajudar o pobre a se ajudar a si mesmo, restam ainda a viúva e o órfão, o velho, o
inválido e o enfermo, os quais requerem simpatia e cuidado.” A Ciência do Bom Viver, p 137/202.
Cindy Tutsch
Diretora Associada aposentada do Patrimônio Ellen G. White
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Tradução/adaptação: Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Deuteronômio 14
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Leituras da semana programa Crede em Seus Profetas: Parábolas de Jesus, cap. 28
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DEUTERONÔMIO 14 – No estudo do capítulo anterior vimos como Deus preza pela verdade. A doutrina pode ser adulterada, mas não tem aprovação de Deus. Há falsos profetas, apóstolos, mestres, e, até falsos cristãos.
Ignorantes em relação à Bíblia torcem Sua mensagem para sua própria destruição e a de seus adeptos (II Pedro 2:1-3; 3:16). No texto em apreço, escrito por Moisés sob a inspiração do Espírito Santo, muitos têm-se desviado do seu verdadeiro significado.
Deus quer um povo santificado, separado do pecado, descomprometido com o erro, e avesso à corrupção (vs. 1-2). Diante disso, dois pontos são destacados:
1. Alimentação dos servos de Deus difere dos que servem ao seu bel prazer (vs. 3-21);
2. Os recursos dos que servem a Deus são usados diferentemente daqueles que servem ao orgulho/egoísmo, aos seus próprios interesses corruptos (vs. 22-29).
Em relação ao primeiro ponto, quase todas as instituições religiosas o descartam; já o segundo ponto, muitos o distorcem/deturpam.
Sobre o primeiro ponto, muitos consideram errado beber, fumar, usar drogas; mas, aprovam comer carnes que Deus declarou serem imundas, impróprias ao cristão, como porco e derivados: bacon, salame, banha, mortadela, calabresa, linguiça, etc.
Sobre o segundo ponto há várias controvérsias. Os que interpretam as Escrituras conforme suas próprias intenções (II Pedro 1:19-21) declaram que o dízimo pode ser usado conforme cada um propor no coração, não apenas entregar na igreja para evangelismo.
Em Tese de Conclusão de Curso (TCC), de Teologia, no UNASP-EC, Alex Adriano Machado destacou, sobre o dízimo em Deuteronômio 14 que, “a interpretação de um único dízimo, não exclusivo aos levitas, não é razoável, pois conduziria a tribo de Levi ao empobrecimento. A insistência nesta ideia macula todo o ensino bíblico sobre os dízimos e torna questionável a própria Bíblia, tendo em vista a irreconciliável contradição entre Dt 14 e Nm 18. Além disso, compromete seriamente a pregação do evangelho, uma vez que o próprio indivíduo define onde aplicar o dízimo. Uma investigação minuciosa das Escrituras não admite tal interpretação”.
Em seguida, Machado atesta que a Bíblia apresenta claramente três espécies de dízimos: O destinado totalmente aos levitas, o anual e o trienal.
Estude mais para não ser enganado! Não permita que o dinheiro, ou teu ventre, seja teu deus!
“Senhor, torna-nos santos… Amém!”– Heber Toth Armí.
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Comentário devocional:
Este capítulo inteiro tem a ver com apostasia, a qual Moisés descreve como servir a outros deuses e não ao Deus do céu.
Há três diferentes cenários de apostasia e todos eles se resumem a: “Vamos e sirvamos a outros deuses.” (v.6).
Certamente não seríamos tentados hoje a procurar um ídolo ou imagem para adorá-lo em nossas casas. Hoje estamos muito mais sofisticados. Os outros deuses que “adoramos” são as coisas materiais, pessoas famosas, esportes, tecnologia, relacionamentos, atividades de lazer ou qualquer outra coisa que nos desvia da lealdade absoluta a Deus.
Existem outras coisas que podem se tornar um “deus” para as pessoas. O que dizer de sinais, prodígios, milagres? Sempre tem havido “falsos profetas”. Jesus mesmo falou sobre eles (cf. Mateus 24, Marcos 13, Lucas 21). Mas em nossa época eles estão por toda parte: pregadores de rua, trapaceiros tagarelas, homens que se dizem santos, profetas, sonhadores e adivinhos. E não poucos deles realizam prodígios e fazem milagres.
Um dia, em breve, o maior trapaceiro de todos os tempos, Lúcifer, o anjo caído, vai enganar o mundo por meio de sinais e maravilhas (2 Tess. 2:9-10; Apoc. 13:13-14). Seremos fortes o suficiente para resistir?
“Querido Deus, eu escolho passar mais tempo com a Bíblia, porque quero estar forte e firme enquanto muitos que me rodeiam estiverem sendo enganados pelos sinais e maravilhas de origem maligna.”
John Ash
União Missão Chinesa
Hong Kong
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Tradução/adaptação: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Deuteronômio 13
Comentário em áudio
Leituras da semana programa Crede em Seus Profetas: Parábolas de Jesus, cap. 28
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DEUTERONÔMIO 13 – Amar a Deus é mais do que crer e gostar dEle; é render-se a Ele e apartar-se de tudo o que pode afastar-te dEle. Deus deve estar acima de tudo e todos. Ele não deve ocupar a melhor parte de nosso tempo, mas todo nosso tempo.
1. Cuidado com pregadores que falsificam o evangelho, com prognosticadores que adulteram a profecia, e aqueles que se autodenominam um título que Deus nunca lhes deu; tais pessoas falam em nome de Deus para enganar, para desviar crentes do caminho do céu ao desfiladeiro do inferno, para induzir pessoas a crerem na mentira como se fosse verdade (vs. 1-5).
2. Cuidado com amigos, familiares e pais que sutilmente intentam te afastar do caminho certo, visando te conduzir pelo caminho duvidoso. Teu amor por Deus deve estar bem acima de teu amor por quem quer que seja. Teu compromisso com Deus não deve ser maculado com ninguém que quer te afogar nas águas turvas do pecado (vs. 6-11).
3. Cuidado com líderes carismáticos que usam toda sua influência e habilidade para perverter a verdade. Por mais amigável, simpático e amoroso que seja, pode ser uma isca do diabo para te forçar um rompimento em teu compromisso com Deus (vs. 12-18).
O engano é real. Ele está em toda parte; inclusive entre o povo de Deus (v. 1). A espiritualidade é o alvo do maligno, pois sabe da necessidade que cada um tem de Deus; ele oferece uma espiritualidade paralela visando perverter os sinceros candidatos ao céu. Portanto, sem dó e sem piedade, fique longe dos enganadores.
O texto em apreço é forte; no Antigo Testamento, pregadores fraudulentos deveriam ser exterminados. No Novo Testamento, falsos cristãos devem ser evitados, ignorados e resistidos veementemente (II João 9-10; Gálatas 1:6-9).
Diante da possibilidade de cair no engano, procure…
• Conhecer bem a Palavra de Deus;
• Estudar diligentemente a Bíblia com oração;
• Conhecer bem os planos de Deus para tua vida;
• Interpretar corretamente os ensinamentos divinos;
• Consagrar-se o suficiente para obter discernimento contra doutrinas espúrias;
• Dedicar-se a conhecer corretamente a verdade para perceber a sutileza do erro;
• Entregar-se completamente ao Senhorio de Cristo;
• Render-se inteiramente à ação do Espírito Santo.
Quem não tem tempo para Deus, perde tempo, vida e salvação. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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DEUTERONÔMIO 12 – Devemos desprezar viver na lama do pecado ou nas trevas da imoralidade. Devemos decidir, no presente, avançar na caminhada cristã refletindo sobre as diversas lições aprendidas no caminho. Assim, o futuro será melhor que o passado.
A Bíblia é o livro guia para tudo o que pretendemos fazer na vida. Nela encontramos todos os nutrientes espirituais para alimentar e fortalecer nossa alma. Veja os maravilhosos princípios deste capítulo:
1. Deus prescreve um código para adoração (vs. 1-12): A adoração que oferecemos a Deus deve seguir o padrão por Ele estabelecido; do contrário, será espúria, adulterada, danificada, imprestável para cultuá-Lo. Adoração deve ser importante e central na vida de cada crente, assim como o Santuário estava no centro do acampamento israelita.
2. Deus revela que o sacrifício é fundamental na adoração genuína. Cada sacrifício apontava para Cristo, que deu Sua vida inocente em lugar do culpado e condenado à morte. O culto sem Cristo é intragável a Deus; o adorador independente de Cristo permanece vazio após cultuar (vs. 13-28).
3. Deus adverte contra a perversão do culto e da adoração. Nenhum traço pagão deve caracterizar o culto cristão. Qualquer tipo de idolatria é uma forma de adulterar a verdadeira religião, tornando-a abominável, odiável e intolerável a Deus (vs. 29-32).
Os ensinamentos prescritos neste capítulo eram mais específicos para o momento em que foi escrito. Após o cumprimento profético apontado pelos sacrifícios, visto na morte vicária de Cristo, “agora, cada pessoa que aceita a Cristo torna-se um templo de Deus e tem o Espírito habitando dentro do si (1 Co 6:19,20). Mas cada congregação de cristãos também é um templo de Deus (1 Co 6:10-17), e Cristo está edificando Sua Igreja universal como uma habitação para o Espírito (Mt 16:18; Ef 2:19-22)” – explica Warren Wiersbe.
Dito isso, Wiersbe aplica focando o futuro: “Algum dia, todo o povo de Deus habitará na cidade celestial, que será iluminada pela glória do Senhor (Ap 21:23)”.
Agora, o local não importa. O que importa é estarmos em Cristo em todo lugar (João 4:23-24). Agora, “aquele que busca orar com seriedade na ‘igreja’ ou em seu quarto vive a maior parte da semana ou do dia em completa desarmonia com aquilo que orou” – salienta Andrew Murray
Precisamos reavivar-nos! – Heber Toth Armí.
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Israel só deveria adorar no lugar escolhido por Deus. Moisés exigiu a destruição de todo santuário idólatra (1-3), restringiu a adoração ao santuário central (4-14), deixou regulamentos acerca dos sacrifícios e da matança dos animais para alimentação (15-28) e advertiu contra a imitação às práticas idólatras (29-32). Bíblia Shedd.
1 São estes os estatutos. Deuteronômio 12:1 – 26:19 é chamado de o Livro da Aliança. A facilidade com que o povo se esquecia das exigências de Deus fazia necessária a reiteração de Sua vontade (ver Dt 6:1). CBASD – Comentário Bíblico Adventista dos Sétimo Dia, vol. 1, p. 1091.
2, 3 Ao tomarem possem do território de uma nação, os israelitas deveriam destruir todo altar pagão e ídolos na terra. Deus sabia que seria fácil para eles mudar suas crenças se começassem usar esses altares, portanto nada deveria permanecer que os tentasse a adorar ídolos. Nós também deveríamos procurar implacavelmente e remover qualquer centro de falsa adoração de nossas vidas. Podem ser atividades, atitudes, posses, relacionamentos, lugares ou hábitos – qualquer coisa que possa nos tentar a desviar nossos corações de Deus ou fazer o mal. Não devíamos considerar que somos fortes demais para sermos tentados. Israel aprendeu esta lição. Life Application Study Bible Kingsway.
2 Destruireis por completo. Também na vida cristã não pode haver qualquer transigência para com o mal (2 Co 6.14-17). Bíblia Shedd.
3 altares… colunas. Os altares eram construídos de uma ou mais pedras; a “coluna” [ou “estela”] era apenas uma pedra e, em gral, um objeto de adoração. CBASD, vol. 1, p. 1091.
4-14 Tinha de haver um lugar particular para adorar a Deus. … Jerusalém não é mencionada no Pentateuco, e tampouco foi escolhida como local do santuário central, senão muito depois de Moisés. O fato de que Deus não indicou, nessa ocasião, o lugar do Santuário, nos ensina que a orientação dada pelo Senhor, geralmente, é passo a passo, e que precisamos olhar continuamente para Ele. Nota-se também o contraste entre a ênfase do Antigo testamento sobre um lugar, e a ênfase do Novo Testamento sobre uma pessoa (Jo 4.20-26). Bíblia Shedd.
4 Não fareis assim. Altares e colunas sagradas [aos povos pagãos] não deviam ser usados no culto a Deus. CBASD, vol. 1, p. 1091.
6 oferta das vossas mãos. Esta é uma referência às primícias dos cereais, do vinho e de outros produtos da terra que deviam ser apresentadas pelo adorador pessoalmente (Nm 18:11, 12; Dt 18:4; 26:4, 10). O adorador usava suas próprias mãos no cultivo e no preparo da dádiva. CBASD, vol. 1, p. 1092.
7 comereis… vos alegrareis. Alguns sacrifícios eram compartilhados pelos sacerdotes e pelos adoradores. A Adoração, em Israel, era santa, reverente e alegre. A adoração a um deus santo envolvia o arrependimento e a purificação, mas o coração redimido ficava cheio de alegria e louvor. O livro de Salmos muitas vezes exprime essa jubilosa devoção.4-14 Tinha de haver um lugar particular para adorar a Deus. … Jerusalém não é mencionada no Pentateuco, e tampouco foi escolhida como local do santuário central, senão muito depois de Moisés. O fato de que Deus não indicou, nessa ocasião, o lugar do Santuário, nos ensina que a orientação dada pelo Senhor, geralmente, é passo a passo, e que precisamos olhar continuamente para Ele. Nota-se também o contraste entre a ênfase do Antigo testamento sobre um lugar, e a ênfase do Novo Testamento sobre uma pessoa (Jo 4.20-26). Bíblia de Genebra.
“Alegrar-se” perante o senhor é um tema inesgotável nas Escrituras (Lv 23:40; Dt 16:11, 14; 27:7; Sl 32:11; 97:12). Por sua vez, Deus Se regozija com Seu povo (Sf 3:14-17). CBASD, vol. 1, p. 1092.
perante o SENHOR. Os sacerdotes comiam dentro do recinto do santuário (Nm 18:10), mas o povo comia somente próximo ao tabernáculo, “perante o SENHOR” (Êx 18:12; 24:11; Dt 27:6, 7). CBASD, vol. 1, p. 1092.
10 descanso. Somente quando Israel descansou, nos dias de Salomão e Davi (2 Sm 7.1; 1 Rs 5.4), é que Deus escolheu a Jerusalém como o local de Sua casa (1 Rs 3.1; 8.44). Antes disso, Silo servira temporariamente como lugar de adoração (Jr 7.12). Bíblia Shedd.
12-18 Os hebreus colocavam grande ênfase na adoração familiar. Seja oferecendo um sacrifício ou participando de uma grande festa, a família estava sempre reunida. Isto dava à criança uma atitude saudável a respeito da adoração e trazia a isso novo significado aos adultos. Testemunhar um membro da família confessar seu pecado era tão importante quanto celebrar juntos uma grande festa. Life Application Study Bible Kingsway.
12 nem herança. As oferendas dos adoradores destinavam-se, em parte, a sustentar os sacerdotes e levitas, aos quais não tinham sido atribuídas terras agrícolas para lhes pertencer (Dt 10.6-9). Bíblia de Genebra.
regozijem-se ali perante o SENHOR. A alegria, baseada nas bênçãos do Senhor, devia ser um aspecto importante da vida e adoração dos hebreus na terra prometida (v. 7, 18). Bíblia de Estudo NVI Vida.
13 não ofereças os teus holocaustos em todo lugar que vires. Posteriormente eles negligenciariam esta prescrição e ofereceriam sacrifício nos lugares altos aonde divindades pagãs eram adoradas. (Veja, por exemplo, 2 Rs 23, onde Josias destruiu os outros altares). Deveríamos tomar medidas para resguardar a pureza da adoração em nossa congregações. Se individualizarmos e adaptarmos o louvor para atender às nossas próprias preferências, perderíamos o benefícios de adorarmos como um corpo de crentes. Life Application Study Bible Kingsway.
15-28 É feita a distinção entre os animais oferecidos em sacrifício e os abatidos como alimento. Quando Israel entrasse em Canaã, muitos morariam a uma grande distância do santuário central. Tiveram, portanto, permissão para matar animais que precisassem para si mesmos, sem trazerem uma das partes para o santuário. No caso de sacrifício, o sangue teria que ser apresentado no santuário, Lv 17.1-9. Bíblia Shedd.
15 matar… nas tuas cidades. Regra idêntica foi dada nos vs. 20-21. Eles podiam abater animais e comer de sua carne em qualquer lugar, mas animais e outros alimentos consagrados a Deus só poderiam ser comidos no lugar central de adoração. Ver a nota em Lv 17.3. Bíblia de Genebra.
segundo a bênção do SENHOR… se come a carne do corço e do veado. Neste caso, refere-se a uma refeição comum. Aparentemente a caça de um veado não era mais incomum [era mais comum] naquele tempo do que o é hoje. Devido a essa refeição não ser cerimonial, não se exigia a limpeza cerimonial como no caso de uma refeição relacionada a um sacrifício (Dt 12:22; Lv 7:20). CBASD, vol. 1, p. 1093.
16 Comer sangue era proibido por várias razões: 1) era uma parte integral das práticas pagãs na terra que os israelitas estavam para entrar; 2) representava vida, que é sagrada para Deus; 3) era um símbolo do sacrifício que deveria ser feito pelo pecado. (Ver tb Lv 17:14) [além disso, hoje sabemos que o sangue não é um alimento apropriado pela toxidade e por ser vetor de doenças].
19 não desampares o levita. Esta advertência divina contra o descuido daqueles que exerciam um cargo sagrado se repete em Dt 14:27. … Os levitas podiam ser reduzidos à pobreza se o povo se descuidasse e deixasse de entregar fielmente o dízimo. O apóstolo Paulo aplica esse princípio do dízimo fiel ao ministério cristão (1Co 9:13, 14). CBASD, vol. 1, p. 1093.
21 então, matarás das tuas vacas e das tuas ovelhas. De acordo com Lv 17, aos israelitas que viviam no acampamento a caminho de Canaã era permitido apenas comer vacas e ovelhas deos seus rebanhos (espécies das quais podiam ser oferecidas sacrifício; Lev 1-5) se fossem sacrificadas no santuário como ofertas de bem estar (ou”pacíficas”). O objetivo disso era prevenir que sacrificassem a outras divindades. De acordo com Dt 12, quando os israelitas se espalhassem na terra de Canaã, aqueles que vivessem longe do santuário poderiam matar animais de seu rebanho do mesmo modo que tratavam animais de caça, sem sacrificá-los [sem as formalidades do sacrifício]. Bíblia de Estudo NVI Vida.
22 destas comerá tanto o homem imundo quanto o limpo. A proximidade do altar tornava o local santo, e somente os que estivessem limpos, segundo o código levítico, podiam se aproximar dali. Quando o povo comia em suas próprias casas, a pessoa que não estivesse cerimonialmente limpa podia participar também. CBASD, vol. 1, p. 1093, 1094.
23 empenha-te em não comeres o sangue. A ordem para não comer sangue está expressa de forma enfática e literalmente diz: “Seja firme em não comer sangue.” CBASD, vol. 1, p. 1094.
30, 31 Deus não queria que os israelitas sequer perguntassem a respeito das religiões à sua volta. A idolatria permeava completamente a terra de Canaã. Seria muito fácil se envolver com as sutis tentações aparentemente inofensivas. Às vezes a curiosidade pode nos fazer tropeçar. O conhecimento do mal é perigoso se o mal se trona tentador demais para ser resistido.Resistir à curiosidade a respeito de práticas perniciosas revela discrição e obediência. Life Application Study Bible Kingsway.
31 até seus filhos e suas filhas queimaram. O sacrifício de crianças era comum nos tempos antigos, especialmente na colônia fenícia de Cartago, no Norte da África. nas antigas culturas pagãs, crianças eram, algumas vezes, sacrificadas em ocasiões de grande necessidade, como expressão de devoção aos deuses (2 Rs 3.27). Até mesmo alguns israelitas, em certas oportunidades, ocuparam-se dessa prática detestável (Jz 11.30-40; Sl 106.34-39; Jr 7.31), Bíblia de Genebra.
Ver Lv 18:21; 20:2; 2Rs 17:31; Jr 7:31; 19:5; 32:35. A prática dos povos pagãos antigos de sacrificar crianças está bem documentada. Há registros de casos isolados mesmo nos tempos modernos. CBASD, vol. 1, p. 1094.
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Comentário devocional:
Há um elemento de proteção em obedecer a Deus. Basta olhar ao longo deste capítulo e vemos recompensas como: força, “vida longa”, boas condições climáticas, sucesso, a bênção de Deus, e assim por diante.
Mas uma ênfase exagerada sobre as “recompensas da obediência”, muitas vezes gera obediência por razões erradas. Na verdade, esse era o problema de Israel quando Jesus viveu entre eles. Desde o tempo do cativeiro babilônico, os judeus começaram a obedecer a Deus com o claro propósito de obter as recompensas prometidas por Ele. A obediência tornou-se mecânica e motivada pelo ganho. A obediência não era uma resposta espiritual, íntima, ao Deus misericordioso que eles adoravam.
No cerne do capítulo temos a promessa: “darei as chuvas da vossa terra a seu tempo, as primeiras e as últimas…” (v.14) É claro que isso está se referindo às chuvas reais. Na Palestina, as primeiras chuvas eram necessárias para amolecer o solo para arar e semear. As últimas chuvas permitiam a maturação final das culturas.
Hoje, o Espírito Santo deseja nos dar chuva espiritual e operar em nós o querer e o efetuar da boa vontade de Deus (Filipenses 2:13). Será que deixaremos isso acontecer?
John Ash
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