Reavivados por Sua Palavra


João 17 by Jobson Santos
25 de janeiro de 2015, 1:10
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Comentário devocional:
 
Não é reconfortante saber que Jesus orou por você? Se você segue a Jesus, Ele orou demoradamente por você! Seu coração se derramou por você. Nesta que foi a mais longa oração registrada de Jesus, Ele intercedeu para que você tenha a mesma unidade íntima que Ele e Seu Pai haviam compartilhado com os primeiros discípulos. Estou tão feliz que Jesus tenha orado por mim para que eu possa experimentar uma comunhão de qualidade com os demais cristãos. Deste modo mostramos ao mundo que Deus enviou Jesus e que nos ama incrivelmente! (João 17:22, 23).
 
A oração é facilmente separada em três partes: Jesus orando por si mesmo, em seguida, em prol dos discípulos, e, em seguida, em prol de todos os crentes futuros. Os temas que aparecem ao longo da oração são: a glória de Deus, Sua unidade, o conhecimento experiencial da salvação, a soberania de Deus, a missão que ele nos confiou, e o amor de Deus. Temos orado sobre estes temas, como Jesus orou? O que aconteceria se nossas orações fossem mais centradas sobre estes preciosos temas vistos na oração de nosso Salvador?
 
Muitas vezes tenho pensado e falado: “Eu quero ser a resposta à oração de Jesus!” Você também não gostaria de ser a resposta à essa oração de Jesus? Oh, quão maravilhoso será satisfazer os desejos do coração de Jesus! Que incrível será desfrutar entre os irmãos esse tipo de unidade pela qual Ele orou e não possuirmos nenhum espírito de dissensão entre nós!
 
Ellen White diz: “Cristo orou para que Seus seguidores fossem um, como Ele era um com o Pai. Os que desejam ver atendida esta oração, devem tratar de desviar a mais leve tendência de desunião, e buscar manter entre os irmãos o espírito de união e amor” (Evangelismo, 212).
 
Não percamos tempo em coisas de menor importância. Demos ao evangelho a primazia entre nós (1 Cor. 15:1-4). Falemos e vivamos os ensinos de Jesus acerca da unidade. Isso ajudará as pessoas a saberem que Deus enviou Jesus para salvar pecadores.
 
Christopher Bullock
Pastor em Atlanta, Georgia
Estados Unidos da América
 
Texto original:  http://revivedbyhisword.org/en/bible/jhn/17/
 
Traduzido por JDS/JAQ
 
Texto bíblico: João 16 http://biblia.com.br/novaversaointernacional/joao/joao-capitulo-17/
Comentário em áudio http://vod.novotempo.org.br/mp3/Reavivados/Reavivados25-01-2015.mp3


João 17 – Comentários selecionados adicionais by jquimelli
25 de janeiro de 2015, 0:30
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1 Pai. Usado a respeito de Deus 122 vezes em João. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Pai, é chegada a hora. Jesus estava plenamente consciente do que estava para acontecer. Bíblia de Genebra.

Glorifica … glorifique. Há estreito relacionamento entre a glória do Pai e a do Filho, e a morte com a qual Jesus glorificaria a Deus proporcionaria vida eterna para os crentes (v. 2). Bíblia de Estudo NVI Vida.

para que o Filho glorifique a Ti. Na cruz Jesus revelou o caráter de Deus. Andrews Study Bible.

3 E a vida eterna é esta: que Te conheçam a Ti, o único Deus verdadeiro e a Jesus Cristo, a quem enviaste. A vida consiste na comunhão com Deus “que nos criou para Ele mesmo, de modo que nossas almas não descansam até que descansem nEle”, como disse Agostinho. Conhecimento, aqui, como frequentemente nas Escrituras, significa mais do que uma percepção intelectual; envolve afeição e compromisso também. Bíblia de Genebra.

4 glorifiquei na terra. Nota-se que Jesus roga do ponto de vista de quem já subiu ao céu (11) porque vencera no Espírito (16.33). Neste sentido a obra estava consumada antes do brado de 19.30. Bíblia Shedd.

5 glorifica-Me … com a glória que Eu tive junto de Ti, antes que houvesse mundo. Jesus afirma, como parte de Sua petição, que Sua glória existiu antes de o mundo existir, significando que Ele é preexistente e não criado. Em segundo lugar, ele se refere a uma espécie de glória de que Ele participou na eternidade. Por toda a Bíblia, esta é a glória que está sempre associada com o único Deus Vivo e Verdadeiro. Bíblia de Genebra.

6 Manifestei o Teu nome. Aqui, “nome” denota Deus na beleza de Sua perfeição, como revelada à humanidade. Bíblia de Genebra.

7 eles sabem que tudo o que Me deste vem de Ti. Somente à medida que as pessoas veem o Pai operando em Jesus é que têm um conceito correto de Deus. Os discípulos tinham finalmente chegado a essa compreensão. Bíblia de Estudo NVI Vida.

8 as palavras. São os ensinamentos de Jesus proferidos aqui na terra e preservados nos evangelhos. Bíblia Shedd.

São mencionadas três coisas no tocante aos discípulos: 1. Aceitavam os ensinamentos (ao contrário dos fariseus e de outras pessoas, que os ouviram, mas os rejeitaram). 2. Sabiam com certeza a origem divina de Jesus. A aceitação da revelação os fez entrar mais profundamente na verdade. 3. Creram. Bíblia de Estudo NVI Vida.

9 É por eles que Eu rogo. O centro da oração de Jesus tem como alvo os Seus discípulos, tendo em vista que eles permanecerão no mundo quando ele retornar ao Pai. Andrews Study Bible.

Não estou rogando pelo mundo. A única oração que Jesus poderia proferir pelo mundo seria que cessasse de ser mundano (i.e., oposto a Deus), e assim Ele orou mesmo (v. 21, 23). Bíblia de Estudo NVI Vida.

10 e, neles, Eu sou glorificado. É surpreendente que a glória de Deus possa estar associada com as ações de seres humanos, que são tão insignificantes quando comparados com a majestade de Deus. Contudo, pessoas como Eliú, no livro de Jó, mostram que os seres humanos podem dar glória a Deus, e Paulo afirma isto das atividades mais comuns dos seres humanos, tais como o comer e o beber (1Co 10.31). Bíblia de Genebra.

11 O crente se santifica pelo batismo-morte (Rm 6.2-11) que o separa do mundo e o une a Cristo. Bíblia Shedd.

mundo. Refere-se aqui à humanidade em oposição a Deus. Andrews Study Bible.
Pai Santo. O nome transmite a ideia de distanciamento e proximidade ao mesmo tempo; Deus é inspirador de reverente temor, sendo ao mesmo tempo amoroso. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Que eles sejam um, assim como nós. A unidade das pessoas na Trindade é o exemplo de unidade dos crentes uns com os outros, através de sua união com Cristo (14.10, nota). Há uma unidade de propósito e de essência na igreja invisível, o Corpo de Cristo. Bíblia de Genebra.

12 Filho da perdição. Lit., “o filho da destruição” (v. 2Ts 2.3), i.e., quem pertence à esfera da perdição e é destinado à destruição. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Era Judas, e também será assim chamado o anticristo (2 Ts 2.3). Bíblia Shedd.
Isto cumpre o Sl 41.9. Bíblia de Genebra.

14 o mundo os odiou, porque eles não são do mundo. O novo nascimento implica numa divisão radical da humanidade. Os crentes continuam a vive no mundo, mas não pertencem realmente a ele. Bíblia de Genebra.

15 Não rogo que os tire do mundo. O mundo é o lugar em que os discípulos de Cristo devem fazer a sua obra; Jesus não deseja que sejam tirados do mundo antes de completarem as suas tarefas (cf v. 18).

Mas que os proteja do Maligno (NVI). Especialmente ativo no mundo (1Jo 5.19), sendo por isso indispensável a proteção divina. Bíblia de Estudo NVI Vida.
que os guarde do mal. Não é das aflições físicas ou sociais do mundo que Jesus deseja que Seus discípulos sejam guardados, mas de sua corrupção moral. Bíblia de Genebra.

17 Santifica-os na verdade. Jesus não pede pelo bem estar temporal de seus discípulos, mas por sua santificação. Ele deseja, acima de tudo, que eles sejam santos. A verdade é meio pelo qual a santidade é alcançada. O erro e o engano são próprios do mal, e a verdade é básica para a piedade. Bíblia de Genebra.

A Tua Palavra é a verdade. Este testemunho se refere imediatamente ao Antigo Testamento, que os discípulos possuíam. Estende-se também ao ensino de Jesus, chamado “palavra” de Deus (v. 14), e vem incluir o cânon do Novo Testamento (v. 20; Lv 8.11-15, 21; 11:28; At 4.31; 6.7; 8.14, 25; 1Ts 2.13). Esta é uma poderosa afirmação da autoridade e origem divina das Escrituras. Bíblia de Genebra.

18 Assim como Tu Me enviaste … também Eu os enviei. Compare 20.21. Jesus é o exemplo supremo para as missões cristãs. Todo verdadeiro cristão é um “missionário” enviado ao mundo para dar testemunho de Cristo, para alcançar os perdidos onde possam ser encontrados e conduzi-los ao Salvador. Bíblia de Genebra.

Ao mundo. Podemos ansiar pelo céu, mas é na terra que o nosso trabalho é realizado. Bíblia de Estudo NVI Vida.

19 E a favor deles Eu Me santifico. Jesus é ao mesmo tempo Sacerdote e Sacrifício. Bíblia Shedd.

20 por aqueles que vierem a crer. Jesus ora em favor dos futuros crentes. Cf 10.16; 15.16. Bíblia Shedd.

Numa sublime mudança de pensamento, o Senhor agora abrange, em Sua oração, todo o corpo de crentes, mesmo aqueles que chegariam à fé nas gerações futuras. Todo verdadeiro cristão pode estar certo de ser incluído nesta oração. Bíblia de Genebra.

21 que todos sejam um. Uma igreja dividida não leva crentes à Jesus. Andrews Study Bible.

Para que o mundo creia. A união dos crentes deve exercer influência nos de fora, convencendo-os da missão de Cristo. A oração de Jesus repreende as divisões sem sentido e muitas vezes amargas entre os crentes. Bíblia de Estudo NVI Vida.

22 Eu lhes tenho transmitido a glória que me tens dado. A glória (gr doxa) de Cristo tem sua origem na união com o Pai (5). Jesus manifestou essa glória divina (notavelmente o amor) no mundo, operando milagres, transmitindo palavras do Pai e finalmente dando sua vida par expiar pecados (1.14, 17; 13.21s). Bíblia Shedd.

23 e os amaste, como também amaste a Mim. Esta afirmação traz à luz o amor de Deus, o Pai, pelos redimidos (3.16), às vezes passado por alto por causa da ênfase do amor de Cristo por eles. Bíblia de Genebra.

24 para que vejam a Minha glória. Jesus não pede prosperidade temporal, nem para os discípulos nem para a igreja; ao invés disso, Ele ora por santidade e unidade sobre a terra e pela reunião de Seus santos no céu. Estar com Cristo é o supremo anseio do cristão (Fp 1.23; 1Ts 4.17). Bíblia de Genebra.
Cristo roga ao Pai que os crentes possam compartilhar a alegria do céu. Ali perceberão o grande privilégio de terem sido amigos de Cristo. Bíblia Shedd.

25, 26 Pai justo, o mundo não Te conheceu. Os atributos divinos de justiça e santidade separam o mundo de Deus (Hb 7.26). Conhecer a Deus pela experiência da fé real em Cristo (25b) traz junto o privilégio de clamar o nome divino “Pai” (Rm 8.15s; Gl 4.6) e sentir o amor divino. Bíblia Shedd.

26 nome. No contexto hebraico, um nome significa caráter. Andrews Study Bible.

A oração termina fazendo ressoar, de novo, algumas das notas ouvidas por toda essa ocasião: unidade, conhecimento, missão e amor. Este é o clímax adequado ao ensino de Jesus em todo o Evangelho. Bíblia de Genebra.



João 17 Comentários Selecionados by jquimelli
25 de janeiro de 2015, 0:00
Filed under: Sem categoria

1 Tendo Jesus falado estas coisas. Esta oração conclui os conselhos de despedida que Jesus iniciou no cenáculo e continuou a caminho do Getsêmani. Esta oração de Cristo é a mais longa de Suas preces. Bengel diz que, de todos os capítulos da Bíblia, este é o mais simples com relação às palavras e o mais profundo em idéias. CBASD, vol. 5, p. 1170.

3 Conheçam a Ti. O conhecimento vivo e experimental de Deus conduz à vida eterna e é essencial para o desenvolvimento do caráter cristão (ver Jo 17:17). CBASD, vol. 5, p. 1170.

6 Teu nome. Isto é, o caráter. Jesus é a revelação pessoal do caráter do Pai. (ver Jo 1:14, 18). CBASD, vol. 5, p. 1170.

7 Eles reconhecem. Isto é, de acordo com o grego, “eles vieram a conhecer e estão atentos”. Os judeus O acusaram de ser blasfemo e impostor, por afirmar que Deus era Seu Pai, mas os discípulos foram convencidos de Sua verdadeira origem e identidade. CBASD, vol. 5, p. 1171.

9 Não rogo pelo mundo. Ou seja, naquele momento Jesus estava concentrado em Seus discípulos. Ele não quis dizer que o mundo estava além dos limites de Sua solicitude ou da vista do Pai. Deus ama o mundo e oferece livremente a salvação á todos (Jo 3:16). CBASD, vol. 5, p. 1171.

10 Glorificado. O Pai foi glorificado pela obediência de Cristo. Da mesma forma, o Filho foi glorificado pela obediência dos discípulos, especialmente pela realização de sua missão no mundo. CBASD, vol. 5, p. 1171.

11 Eu vou para junto de Ti. Ou, “Eu vou para Ti”, um presente futurista, referindo-se ao retorno de Jesus para o Pai, não à Sua aproximação de Deus em oração. CBASD, vol. 5, p. 1171.

Guarda-os. Jesus estava prestes a deixá-los, por isso Ele entregou os discípulos aos cuidados do Pai. Eles seriam deixados em um mundo mau e necessitariam da graça especial na batalha contra o pecado. CBASD, vol. 5, p. 1171.

12 Filho da perdição.Ou seja, Judas Iscariotes. A palavra para a perdição (apoleia) descreve a destruição final dos ímpios (Ap 17:8). Por sua própria escolha, Judas se destinou à destruição. CBASD, vol. 5, p. 1171.

Para que se cumprisse. Esta frase deve sem dúvida ser reconhecida como a expressão de um resultado e não de um propósito. Judas não estava destinado a trair Jesus. Seu ato abominável foi por escolha própria. O trecho deve fazer alusão ao Salmo 41:9. CBASD, vol. 5, p. 1172.

14 Não são do mundo. Eles estavam no mundo, mas não compartilhavam do espírito do mundo. Eles foram enviados ao mundo a fim de influenciar outros a renunciar ao mundo (Mc 16:15). CBASD, vol. 5, p. 1172.

17 Santifica-os. Do gr. hagiazõ, literalmente, “tratar como santo”, “consagrar”, “tornar santo”. Os discípulos estavam prestes a ser consagrados para sua tarefa. A santidade é um dos atributos de Deus (lPe 1:16). Esta obra faz parte do plano de salvação e deve ser cumprida. CBASD, vol. 5, p. 1172.

20 Por aqueles que vierem a crer. Aqui tem início a petição por todos os crentes até o fim dos tempos. CBASD, vol. 5, p. 1172.

Por intermédio da sua palavra. Isto é, por meio da pregação, dos ensinos e dos escritos dos discípulos. CBASD, vol. 5, p. 1172.

21 Todos sejam um. Haveria diversidade de dons (lCo 12), mas unidade de espírito, de objetivos e de crenças. Não deveria haver contendas por supremacia como as que vinham ocorrendo entre os doze (Lc 22:24-30). A unidade destacada na harmonia entre os primeiros cristãos impressionaria o mundo quanto à origem divina da igreja cristã. CBASD, vol. 5, p. 1172.

24 Estejam também comigo. Ou seja, estejam no Céu. Jesus roga pelo clímax do plano da redenção na glorificação da igreja de Deus, no momento da segunda vinda de Cristo. A família humana tem estado por longo tempo em uma terra estrangeira (Hb 11:13, 14), longe da casa do Pai. A redenção virá quando o Senhor descer do Céu, no fim dos tempos, e reunirá Seus filhos desde os quatro cantos da terra (Mt 24:31). Então, os fiéis estarão “para sempre com o Senhor” (lTs 4:17). Jesus orou pela chegada desse evento extraordinário. Todo cristão deve orar pelo rápido cumprimento dessa promessa (Ap 22:20). CBASD, vol. 5, p. 1173.

26 Farei conhecer. Por intermédio das revelações posteriores do Espírito. CBASD, vol. 5, p. 1173.




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