Reavivados por Sua Palavra


Salmo 36 by Jobson Santos
12 de setembro de 2013, 0:01
Filed under: Salmos | Tags: ,

Comentário devocional:

Neste salmo, Davi contrasta a maldade humana com a bondade de Deus. Os versos 1-4 são uma descrição geral da maldade humana. O homem perverso rejeita a Deus e “não há temor de Deus diante de seus olhos.” A palavra hebraica para “temor”, utilizada aqui é pachad, que significa medo. O homem ímpio é tão depravado que ele não tem medo do Deus que pode punir suas más obras. Ele engana a si mesmo com a idéia de que não será descoberto. Sua fala é má e cheia de mentiras e não faz o que é bom e sábio. Ele faz planos malignos quando está na cama. Nada do que ímpio faz é bom, pois ele nunca rejeita o que é mau.

Os versos 5-9, num forte contraste com a maldade do homem, descrevem o caráter de Deus. Sua misericórdia chega aos céus e Sua fidelidade alcança as nuvens. Enquanto a Sua justiça é tão alta como as montanhas, seus atos de justiça são tão insondáveis como as profundezas do mar. Por causa de sua excelente benignidade, os filhos dos homens encontram refúgio “à sombra das Suas asas”. Esta frase é comum nos Salmos e sugere uma mamãe pássaro protegendo seus filhotes. Os seres humanos se banqueteiam no abundante alimento provido por Deus e bebem do rio da Sua bondade. Deus é a fonte da vida e é pela luz que vem de Deus que o ser humano enxerga a luz. Em outras palavras, fora de Deus, todo o nosso entendimento é apenas trevas.

Finalmente, o salmista ora que o favor de Deus se perpetue para aqueles que O conhecem e que eles não sejam pisados pelo pecador orgulhoso, nem expulsos do lugar em que foram plantados por Deus. O último verso mostra o fim de um malfeitor impenitente: ele está caído, derrubado e não consegue se levantar.

Pai, por favor, reaviva-nos e reforma-nos para que possamos refletir o Seu lindo caráter. Em nome de Jesus. Amém!

Onaolapo Ajibade

Secretário Executivo da IASD

Divisão Centro-Ocidental da África

Traduzido por JDS/JAQ

Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/36/

Texto bíblico: Salmo 36



Salmo 35 by Jeferson Quimelli
11 de setembro de 2013, 0:00
Filed under: amor, confiança em Deus

Comentário devocional:

Este é mais um salmo de Davi. É o seu grito de angústia quando estava sendo perseguido por pessoas que tinham sido seus amigos mas agora retribuíam o amor com ódio.

O salmo tem três seções principais. Na primeira, nos versos 1 a 10, Davi pede a Deus que lute contra os que lutam contra ele. Davi deseja que eles sejam derrotados e envergonhados. Ele quer que a destruição venha inesperadamente sobre seus inimigos ao caírem eles em suas próprias armadilhas preparadas para ele.

A segunda seção está nos versos 11-18, onde Davi descreve seus inimigos. Eles são testemunhas falsas, acusando-o do que ele não fez . Eles o recompensam com mal o bem que Davi tem feito a eles. Quando estavam doentes, ele jejuou e orou por eles, pensando que eles eram verdadeiros amigos. Davi se sente traído quando, na sua adversidade, esses “amigos” se alegraram e se uniram contra ele, sem o seu conhecimento.

A última divisão é versos 19-28. Davi apela a Deus para intervir em seu nome. Ele ora para que Deus não permita que seus inimigos se alegrem sobre ele. Ele pede que Deus o defenda de modo que aqueles que verdadeiramente o amam alegrem-se e louvem a Deus .

Pai, não é natural a amar os nossos inimigos. Mas Você prometeu que nós podemos fazer todas as coisas em Cristo, que nos fortalece. Dá-nos a graça de sempre escolher amar e fazer o bem aos nossos inimigos. Sabemos que podes suprir o poder para fazê-lo. Em nome de Jesus. Amém !

Onaolapo Ajibade
Secretário Executivo da IASD
Divisão Centro-Ocidental da África
Traduzido por JAQ/Revisado por JDS
 
http://www.reavivadosporsuapalavra.org 
 
Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/35/ 
Texto bíblico: Salmo 35



Leitura do dia 11/09/2013



Salmo 34 by Jeferson Quimelli
10 de setembro de 2013, 0:00
Filed under: gratidão, libertação, louvor | Tags:

Comentário devocional:

Os dez primeiros versículos deste salmo, escrito por Davi, combinam gratidão pessoal com ações de graças. Pode ser visto aqui o paralelismo hebraico sinônimo, um estilo literário em que o pensamento é repetido duas vezes em uma determinada estrofe. Por exemplo, a primeira parte do versículo 1 diz : “Bendirei o Senhor o tempo todo” (NVI). a segunda parte repete o mesmo pensamento, mas com palavras diferentes: “Os meus lábios sempre o louvarão”. E se você quer saber como engrandecer ao Senhor, a segunda metade do versículo 3 mostra como fazer isso: “exaltemos o seu nome”.

As razões para Davi estar louvando ao Senhor são declaradas: ele procurou a Deus e Ele o ouviu, ele confiou nEle e não foi desapontado, Deus o salvou de todos os seus problemas, pois Ele comissionou Seus anjos para cuidar de todos os que o temem. 

A despeito de sua força, um leão torna-se faminto por falta de alimento , mas para aqueles que estão do lado de Deus nada essencialmente bom lhes falta (v. 10). 

Estes são grandes motivos para louvar, servir e adorar ao Senhor. Mas enquanto eles não são experimentados pessoalmente, eles são mera teoria. Assim Davi convida-nos a vivermos esta experiência juntamente com ele : “Provem e vejam como o Senhor é bom” (v. 8, NVI).

Os versos onze a quatorze contêm instruções muito úteis sobre como ter uma vida longa e feliz: refreie a sua língua do mal , afaste-se do mal e faça o bem. Em outras palavras, deseje a paz e trabalhe em prol dela. Para o cristão, a paz não significa necessariamente ausência de problemas, mas a presença de Deus conosco em nossos problemas. Na verdade, o justo pode ter muitas aflições, mas “o SENHOR o livra de todas elas” (v. 17). 

O que dizer então acerca de bons cristãos que morrem prematuramente por causa de doenças quando Deus tem o poder de curá-los? Podemos não ter todas as respostas para as perplexidades dessa vida, mas esta citação de Ellen G. White é bastante esclarecedora: “Tudo quanto nos tem confundido acerca das providências de Deus será esclarecido no mundo vindouro. As coisas difíceis de serem compreendidas terão então explicação. Os mistérios da graça nos serão desvendados. Naquilo em que a nossa mente finita só via confusão e promessas desfeitas, veremos a mais perfeita e bela harmonia. Saberemos que o amor infinito dispôs as experiências que nos pareciam as mais difíceis. Ao reconhecermos o terno cuidado dAquele que faz todas as coisas contribuírem para o nosso bem, regozijar-nos-emos com júbilo inexprimível e repleto de glória” Testemunhos, vol . 9, página 249.

Pai celeste, ajude-nos a fazer uma entrega total de nossas vidas a você, para que possamos ser testemunhas da Sua bondade. Em nome de Jesus. Amém!

Onaolapo Ajibade
Secretário Executivo da IASD
Divisão Centro-Ocidental da África
Traduzido por JDS

http://www.reavivadosporsuapalavra.org 

Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/34/ 
Texto bíblico: Salmo 34



Salmo 33 – comentários – Razões para louvar by Jeferson Quimelli
9 de setembro de 2013, 7:10
Filed under: Sem categoria

O Salmo 33 é um hino de celebração, que louva Yahweh como criador, supremo soberano e provedor fiel daqueles que O temem.

1 fica bem. Do heb. na’wah, ‘apropriado", "conveniente". O dom da gratidão é próprio dos justos.

2 harpa. Do heb. kinnor, literal "lira" [raiz da palavra Kinnereth, outro nome do mar ou lago da Galiléia, que tem a forma aproximada de uma lira].

3 novo cântico. Novas bênçãos requerem novo agradecimento e novos hinos de louvor (vel Sal 40:3; 96:1). Não se deve limitar a usar sempre o que tem sido usado. Circunstâncias diferentes requerem uma expressão adequada e oportuna em palavras de adoração e louvor.

4 a palavra do SENHOR é reta. Os v. 4 a 21 expõem as razões para louvar a Yahweh. Dentre elas está o fato de que Yahweh é justo e misericordioso (v. 4, 5, 18; ver Sl 25:10; 26:3; 36:5,6).

6 por Sua palavra. A segunda razão para louvar é que Yahweh é o criador de tudo o que existe. Jesus é o "Verbo" (Jo 1:1) que fez "todas as coisas" (Jo 1:3).

o exército deles. Os corpos celestes, conforme indica a estrutura paralela do versículo.

9 Ele falou, e tudo se fez. Ou, simplesmente "Ele falou, e era", suprimindo a palavra "fez"; ou ainda "Ele falou, e passou a ser". […] Deus é apresentado como criador, em contraste com qualquer deus que [se] pretenda ser capaz de criar. A excelência da linguagem usada para descrever os atos criativos de Deus não tem paralelo na literatura (ver Gn 1:3, 6, 9, 11, 14, 20, 24, 26).

10 o Senhor frustra. A soberania de Yahweh (v. 10, 11) é a terceira razão para o louvor.

12 feliz. Este trecho antecipa os v. 18 a 20, introduzindo a ideia da relação especial entre Deus e Israel.

13 olha dos céus. A quarta razão para louvar é a onipresença e a onisciência de Yahweh.

16 não há rei que se salve. A quinta razão para louvar é a onipotência de Yahweh. Ao se referir à relativa importência de governantes, homens fortes e cavalaria, o salmista deixa subentendido que somente Yahweh é onipotente. Esse é um recurso poético extraordinário, cujo significado subjacente é percebido apelas pelo leitor mais atento.

18 os olhos do Senhor. A sexta razão para louvar é que se pode confiar em Yahweh para proteger o povo escolhdo.

Fonte: CBASD – Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 3, p. 798, 799.



Salmo 33 by Jeferson Quimelli
9 de setembro de 2013, 0:00
Filed under: companheirismo, louvor | Tags:

Comentário devocional:

Este Salmo se inicia lembrando como é adequado louvar ao Senhor com cânticos e música, porque tudo que Ele faz é bom e certo. Pela palavra do Senhor os céus e a terra foram feitos porque Ele falou e tudo foi feito. Ele ordenou e logo tudo apareceu.

O primeiro capítulo de Gênesis é a narrativa majestosa do Criador e da criação de seus novos filhos. Cada dia termina com a modelo verbal hebraico: “Passaram-se a tarde e a manhã” (NVI), perfazendo um período de 24 horas de tempo. A sequência dos seis dias da criação começou com a criação de luz, então a atmosfera, solos e vegetação, o sol e o sistema solar, os peixes para as águas e os pássaros para o ar e, em seguida, os animais terrestres. Culminando a semana, cria uma nova ordem de seres, homem e mulher, cuja combinação é a própria imagem do próprio Criador. Na verdade, tudo era “muito bom”.

Deus poderia ter terminado ali, uma semana de seis dias. Por que não? Em um jardim perfeito e com corpos perfeitos ninguém fica cansado. Mas o Criador escolheu encerrar a semana de seis dias acrescentando mais um dia, um dia de descanso chamado o Sábado, como um dia de presente divino. Por quê? Pense nisso: qual é o presente mais perfeito que qualquer pai amoroso pode dar a seu filho ou filha? É um tempo ininterrupto, sem pressa, para estarem juntos.

Meu pai era um pastor e enquanto vivíamos como missionários no Japão, ele estava implantando uma igreja em uma cidade grande, que tinha pouquíssimos cristãos. Isso significava que ele estava ocupado dia e noite. Uma noite, ele chegou em casa e compartilhou conosco o que estava pensando. Ele decidiu folgar toda terça-feira para poder passar tempo com a família. Uma vez que estávamos sendo educados em casa, não havia nenhum problema em tirar um dia de folga. Poderíamos fazer piqueniques, passar um tempo na praia ou escalar montanhas. Que dia glorioso!

Agora que meu pai está morto, eu olho para trás ao longo dos anos e percebo que ele nos deu o melhor presente de todos. Não dinheiro, pois não tinha muito, mas o presente do tempo ininterrupto, sem pressa, com ele. O mesmo presente nosso Pai Criador deu a você e a mim a cada sete dias.

Por que alguém iria querer se livrar do sábado do sétimo dia ?

Nota: Extraído de “O Escolhido”, de Dwight Nelson, pp 104, 105.

Dwight Nelson
Pastor Sênior, Pioneer Memorial Church
Universidade Andrews
Traduzido por JAQ


http://www.reavivadosporsuapalavra.org 

Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/33/ 
Texto bíblico: Salmo 33



Salmo 32 – comentários selecionados by Jeferson Quimelli
8 de setembro de 2013, 10:23
Filed under: Sem categoria

O Salmo 32 é de arrependimento. Ele une arrependimento pessoal com instrução. O poema tem o profundo propósito de mostrar as bênçãos do perdão. Foi escrito depois de Davi ter cometido o grave pecado com Bate-Seba e é um registro de sua confissão e do perdão obtido (ver 2Sm 11;12). Os v. 1 a 5 tratam da experiência pessoal de Davi; e os v. 6 a 11 dão conselhos. Afirma-se que este salmo foi um dos favoritos de Agostinho até sua morte. O teólogo tinha o salmo escrito na parede, para que o pudesse ver desde seu leito onde se encontrava enfermo.

O salmo conta a história de um homem que pecou, recusou-se por um tempo a confessar o pecado, foi torturado pela culpa, mas que finalmente reconheceu seu erro e o confessou, obtendo o perdão. Este salmo pode ser chamado de o “Salmo da justificação pela fé”.

1 iniquidade…pecado. O salmista usa três palavras para descrever o pecado nos v. 1 e 2: iniquidade, pecado, dolo (ver Êx 34:7). Além disso ele toca no tema da justificação pela fé.

iniquidade. Ho heb. pesha’, que indica “rebelião”, afastamento de Deus, e, portanto, implica pecado voluntário.

pecado. Do heb chata’ah. Pecado do ponto de vista de errar o alvo, falhar no cumprimento do dever.

coberto. A partir de então, oculto. O pecado não será mais posto diante do pecador (ver Sl 85:2). A transgressão não é coberta no sentido de ser ignorada. Há apenas uma base para o perdão do pecado: arrependimento. A confissão tem valor somente quando é acompanhada do arrependimento (1Jo 1:9). Alguns cristãos confundem os dois processos [confissão
e arrependimento] e reivindicam o perdão com base apenas no reconhecimento da culpa. No entanto, Deus está interessado nos aspectos práticos do caso. Além da tristeza por ter pecado, o arrependimento inclui expulsar o pecado. Essa expulsão é ato da própria pessoa fortalecida pelo poder divino (DTN, 466). O perdão acontece de forma automática após essa experiência. Deus perdoa todos os pecados que são eliminados da vida.

Muitos cristãos parecem estar mais preocupados em obter perdão do que em libertar-se de todo pecado. Eles se esforçam para confessar os pecados, um objetivo nobre, mas que tem mérito apenas se a confissão for acompanhada da eliminação do pecado.

“A justiça de Cristo não encobrirá pecado algum acariciado” (PJ, 316). Antes que esse precioso dom seja concedido, as velhas inclinações para o mal herdado e cultivado devem ser rejeitadas. Essa foi a experiência de Davi. Foi assim que ele obteve perdão para seu grave pecado. Seu arrependimento foi genuíno. Ele chegou a abominar o pecado do qual foi culpado.

2 a quem o Senhor não atribui iniquidade. Isto é, o Senhor não mantém o pecado na conta do pecador. Ele não só perdoa o pecado, mas também aceita o pecador arrependido como se nunca tivesse pecado (CC, 67). O pecado foi posto sobre Jesus, nosso substituto, e, portanto, “não devemos estar ansiosos acerca do que Cristo e Deus pensam sobre nós, mas do que Deus pensa de Cristo, nosso substituto” (GCB, 420; ME2 32-33).

inquidade. Do heb ‘awon, “distorção moral”, “perversidade”, “culpa”.

dolo. Do heb. remiyyah, “engano”, ou seja, nenhuma falsidade em si mesmo da qual tenha conhecimento e nenhuma culpa aos olhos de Deus ou dos outros. Sua confissão é sincera (cp Ap 14:5).

3 enquanto calei. Davi se recusou a confessar seu pecado até para si mesmo. Ele viveu em aparente segurança (PP, 723) por um ano inteiro após ter se envolvido com Bate-Seba e ordenado a morte de Urias. Ele, contudo, não ficou livre de severos conflitos mentais e do sofrimento físico originado disso (ver Sl 6:2, 3; 31:9).

4 Tua mão pesava. Davi está se referindo ao peso de sua consciência.

5 Confessei-Te o meu pecado. O perdão veio depois do reconhecimento e da confissão.

6 Em tempo de poder encontrar-Te. Esta declaração implica que haverá um tempo quando o ser humano buscará perdão e não o encontrará. Como isso pode ser verdade se Deus é “compassivo, clemente e longânimo” (Êx 34:6) e “rico em perdoar” (Is 55:7)? […] Muitos sentem que podem continuar pecado, ao menos por um tempo, sem sérias consequências para si mesmos, e depois, quando for conveniente, podem se arrepender e obter o perdão. A tragédia do pecado, porém, é que ele se apodera de tal modo da pessoa e se torna uma parte tão essencial da vida, sobretudo quando se sabe que é pecado, que com frequência não há o desejo de, mais tarde, se livrar dele. Sem esse desejo, não pode haver perdão. Em muitos casos, pode surgir um desejo exterior pela salvação e um pedido aparentemente sincero para libertação do pecado. Mas, se não houver o desejo de abandonar os pecados acariciados, a busca pela salvação é vã. […] o pecado voluntário e persistente pode levar a uma condição em que não haja mais o desejo de ser purificado dele. É esse tipo de condição que descreve Hebreus 10:26, onde o tempo verbal grego permite a seguinte tradução: “Se vivermos deliberadamente em pecado […] já não resta sacrifício pelos pecados.”

muitas águas. A pessoa que recebe o perdão fica segura, no alto da rocha da salvação que é Deus. Esta metáfora impressionava os judeus, que sabiam bem como inundavam de súbito os vales e canais depois de uma forte chuva, e o decorrente pânico dos habitantes.

8 instruir-te-ei. os v. 8 e 9 são […] a resposta de Deus à experiência descrita nos v. 1 a 8. Davi tinha se desviado porque havia abandonado o caminho de Deus e Sua direção. A fim de impedir que, no futuro, se repetisse sua trágica experiência ou que houvesse uma queda moral de qualquer natureza, o que ele mais precisava era de uma reconsagração da vontade para que Deus pudesse guiá-lo desse momento em diante. A promessa divina deu a certeza necessária da vitória futura e lhe inspirou esperança.

A segurança contra as quedas morais se encontra no procedimento aqui esboçado. O cristão deve ser constantemente instruído nos caminhos divinos, a fim de poder discernir com clareza o bem do mal. Ele deve conhecer a vontade divina a respeito de tudo, caso contrário não será capaz de reconhecer o tentador em seus diversos disfarces. Devido às complexidades da vida e às inúmeras maneiras como o adversário pode introduzir seus argumentos enganosos, é necessário receber instrução dia após dia. Isso pode ser feito por meio do estudo dirigido da Bíblia acompanhado de oração. Um cristão instruído dessa forma e que se propões a nada fazer que desagrade a Deus saberá qual o caminho certo a seguir.

Fonte: CBASD – Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 3, p. 794 a 797.



Salmo 32 by Jeferson Quimelli
8 de setembro de 2013, 0:00
Filed under: alegria, oração | Tags: , , ,

Comentário devocional:

O perdão sempre tem um custo! O custo é o arrependimento e a confissão, mas poucos de nós estamos dispostos a pagar esse preço. A maioria de nós, prefere pagar as suas dívidas espirituais por outros meios. O problema é que a dívida que temos é simplesmente grande demais para ser paga.

Muitos se sentem oprimidos pela culpa devido a seus pecados. Alguns dos pensamentos que os atormentam são: Se uma pessoa souber das coisas que eu fiz, conseguirá me amar? Existe alguma chance de alguém me perdoar? Já fui longe demais para receber misericórdia? É simplesmente muito tarde para mim.

O salmista estava muito consciente do seu pecado e da culpa resultante. Ele não era nenhum santo. Era culpado de homicídio e adultério, mas Deus foi misericordioso para com ele e não o abandonou. 

Davi reconheceu seus pecados, confessou-os a Deus e arrependeu-se do que havia feito. Ele descobriu a calma alegria que vem após as tempestades furiosas da culpa passarem. Ele experimentou a sequidão que vem de tentar esconder os pecados com mentiras e enganos, e a refrescante paz que vem de saber que você está perdoado.

Não há maior alegria do que saber que Deus já lhe perdoou a dívida daquele pecado que você nunca poderia pagar. Não há nada mais doce do que saber que, enquanto outros podem julgá-lo como culpado, você foi posto em liberdade pelo próprio juiz.

Nossa oração de hoje é para que o Senhor nos conceda a coragem para confessarmos os nossos pecados e a força para nos afastarmos deles. Ajuda-nos, Senhor, a experimentarmos a alegria do perdão, para que possamos ser felizes em Seu amor e cantemos alegremente a respeito de quão gracioso e amável você tem sido para nós.

 

Richard McNeil

Graduado em Teologia pela Universidade Adventista do Sul

Estudante na Universidade de Andrews

Traduzido por JDS




http://www.reavivadosporsuapalavra.org 

Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/32/ 

Texto bíblico: Salmo 32



Salmo 31 by Jeferson Quimelli
7 de setembro de 2013, 1:00
Filed under: descanso, libertação | Tags:

Comentário devocional:

Vivemos em um mundo de incertezas. Nada parece ser tão confiável quanto se diz. Às vezes as pessoas em quem confiamos e mantemos em alta estima nos decepcionam e das formas mais alarmantes. Presidentes, governadores, professores e até mesmo pastores às vezes parecem carecer de fibra moral e poder para resistir contra a tentação. Eles podem alegar ter soluções, mas suas vidas pessoais estão construídas na areia.

Davi diz que encontrou a “verdadeira certeza” naquEle que pode cumprir todas as Suas promessas. Ele é capaz de proteger, de dar o sustento e a libertação quando tudo mais falhar na vida.

Davi diz-nos onde a sua confiança pode ser encontrada. Ele compartilha conosco a única certeza em que podemos confiar, que é estar em Deus. Ele é o nosso refúgio e fortaleza.

No versículo 5, temos as palavras repetidas por Cristo enquanto pendia na cruz: “Nas Tuas mãos entrego o Meu espírito”. Cristo também sabia que podia confiar em Deus como libertador e, em Seu último momento, o mais doloroso e solitário, nessa hora mais escura, essas palavras fizeram parte de Sua última oração ao clamar a seu Pai, em “alta” voz (Lucas 23:46).

Para Davi estas palavras significaram tudo. Ele entregou o seu espírito, a sua própria existência, nas mãos de seu Criador. Ele fez isso não porque Deus o havia protegido de seus inimigos que queriam matá-lo, não porque Deus lhe dera comida quando estava com fome ou porque Deus o estabelecera como rei sobre Israel, mas porque o Senhor lhe havia redimido, perdoado e salvo de seus pecados.

Que sua oração por hoje seja de gratidão por Deus ser tão amoroso para conosco, por nos perdoar os pecados e nos reclamar como Seus. Também oremos pedindo ao Senhor para fortalecer a nossa fé nEle como nosso refúgio quando os problemas da vida surgirem em nosso caminho.

Richard McNeil
Southern Adventist University/ Andrews University
Traduzido por JAQ/ Revisado por JDS



Texto original em http://revivedbyhisword.org/en/bible/psa/31/
Texto biblico: Salmo 31 



Salmo 30 by Jeferson Quimelli
6 de setembro de 2013, 0:00
Filed under: oração | Tags: ,

Comentário devocional:

Há momentos na vida em que o Senhor parece distante e nossas orações parecem infrutíferas. Nesses momentos sombrios, facilmente sentimo-nos solitários e depressivos. Davi conhecia essa realidade muito bem. Mesmo sendo o ungido de Deus, ele sentiu a ferroada de orações aparentemente não respondidas.

Neste Salmo, Davi dedica tempo para assegurar-nos de que Deus realmente responde as orações. Nossos momentos escuros são apenas temporários, nosso choro dura apenas uma noite e nossa alegria vem pela manhã. A alegria que o Senhor traz não pode ser contida, provoca ação e celebração. Eu não sei acerca das suas lutas internas, mas Deus sabe. Apresente a Ele tudo em oração!

O Senhor abençoou recentemente a mim e a minha esposa com uma filha e escolhemos dar a ela o nome de Yanai, que significa “Deus responderá.” Escolhemos esse nome para ser um lembrete constante de que Deus irá responder às nossas orações e que não devemos perder a esperança ao passarmos por tempos sombrios na vida.

Não há nada mais doce do que uma oração respondida!

Neste Salmo Davi dedica tempo para agradecer ao Senhor por ser fiel. O Senhor tem sido e sempre será fiel. Davi não quer jamais se calar a respeito da bondade de Deus, e por que ele deveria? Por que você e eu deveríamos nos calar?

Nossa oração hoje é: 
Com o coração agradecido comparecemos diante de Ti, Senhor, agradecendo por ser tão fiel, agradecendo por estar disposto a ouvir nossas orações. Obrigado Senhor! Ajude-nos a não perder a esperança, mas a declarar aos outros que o nosso Deus é fiel e sempre ouve nossas orações.

Richard McNeil

Graduado em Teologia pela Universidade Adventista do Sul

Estudante na Universidade de Andrews



http://www.reavivadosporsuapalavra.org 

Traduzido por JDS/Revisado por JAQ

Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/30/ 

Texto bíblico: Salmo 30



Salmo 29 by Jeferson Quimelli
5 de setembro de 2013, 0:00
Filed under: adoração | Tags:
Comentário devocional:
Muitas vezes somos chamados a dar ao Senhor o nosso tempo, os nossos esforços, nossa devoção e até mesmo nossas vidas. Neste salmo, porém, Davi nos incentiva a adorar a Deus e dar-Lhe glória! Somos chamados a adorar o Senhor na beleza da Sua santidade.“A beleza da santidade” (v. 2, Almeida). O que é santidade? Adorar na santidade significa mais do que solenidade e reverência. A palavra santidade carrega vários significados, mas para Davi carrega o atributo de Alguém puro por natureza ou de alguém que tenha sido purificado da terrível mancha do pecado. Seu apelo (v. 1,2,4) à adoração é dirigida aos corajosos, àqueles que venceram, que foram redimidos pelo sangue do Cordeiro, que tiveram suas vestes lavadas no purificador sangue do Cordeiro e agora estão andando em espírito de santidade, separados para o Senhor.Quando experimentamos a beleza de nossas vidas limpas, podemos – e devemos – expressar nossa gratidão e agradecimento ao Senhor, particularmente através do uso de nossa voz. Davi está ciente das poderosas maravilhas criadas e alteradas pela voz do Senhor, e as descreve para nós, para que as mantenhamos em mente enquanto usamos da nossa voz para louvar a Deus e dar-Lhe glória .

A voz do Senhor não se retirou da Terra após a criação. Não deixou de agir na Terra após dar-lhe forma, modelá-la e influenciar os fenômenos que vemos todos os dias. 

A voz criativa e ativa do Senhor não deixa de atender você em seu momento de desespero, quando Deus lhe dá paz, alegria e esperança. Não impeça a tua voz de agradecer e louvá-Lo.

Louve ao Senhor! Louve alegremente porque você é dEle! Ele te redimiu, Ele cuida de você!

É hora de compartilharmos essas boas novas do que Deus tem feito por nós e façamos isto em alta voz, de modo que aqueles que estão na escuridão possam ter esperança.

Adoremos o Senhor reconhecendo que Ele nos salvou e somente Ele poderia ter feito isto.

Que nossa oração hoje seja reconhecer que estamos salvos, e que possamos dar glória a Deus ao compartilhar estas boas novas com outras pessoas. Amém.

Richard McNeil
Andrews University
Traduzido por JAQ/Revisado por GASQ
Texto biblico: Salmo 29