Reavivados por Sua Palavra


JÓ 39 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
4 de agosto de 2026, 1:30
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Texto bíblico: JÓ 39 – Primeiro leia a Bíblia

COMENTÁRIO BLOG ASSOCIAÇÃO GERAL

COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS

COM. PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse aqui os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)



JÓ 39 – COMENTÁRIO BLOG ASSOCIAÇÃO GERAL by Jeferson Quimelli
4 de agosto de 2026, 1:00
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: JÓ 39

Como pessoa que aprecia pássaros, eu tinha uma particular apreciação pelos avestruzes selvagens da África do Sul. Mas o que aprendi sobre as maiores espécies de aves no livro de Jó me surpreendeu.

Deus fez avestruzes para serem fortes e tolas. Sim, é isto mesmo: Ele “a privou da sabedoria, e não lhe deu entendimento.” Jó 39:17. ACF

Agora você pode se perguntar por que um Criador amoroso faria um grande pássaro tolo. Uma das possibilidades é a seguinte: temos aí um alerta para fazermos um trabalho melhor criando nossos próprios filhos.

O avestruz põe seus ovos fortes na terra. O papai e a mamãe avestruz em sua força podem afastar hienas, guepardos e outros predadores nefastos. Mas os pais, quando não estão prestando atenção em seus pés, pisam em seus próprios ovos. E às vezes eles dão um passeio e deixam o ovo para os predadores já mencionados.

E antes que você pense “que pássaro estúpido”, lembre-se de que você, leitor, também pisa nos seus próprios ovos. Quando você diz ao seu filho: “você é burro!” Ou “eu gostaria que você não tivesse nascido!”, você pisa esses ovos no chão. Quando você deixa a mídia moldar a mente dos seus filhos, você permite hienas devorarem seus filhotes. E quando você está ocupado demais para ensinar amorosamente os seus filhos, é parecido com o frio da noite que pode matar um embrião de avestruz.

Neste mundo de pecado Deus permitiu o avestruz cometer algumas tolices. Isto serve de alerta para que nós sejamos mais espertos ao criarmos nossos filhos!

Eugene Prewitt
Diretor do Instituto de Treinamento da Ásia Oriental, Malásia

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/job/39
Tradução: Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



JÓ 39 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
4 de agosto de 2026, 0:50
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784 palavras

As perguntas de Deus mostram o Seu cuidado com as criaturas selvagens. Andrews Study Bible.

Deus lembra Jó da sua obra criadora, sábia e mantenedora – mesmo nas colinas estéreis, onde o homem mal pode viver – e da ignorância de Jó, como contraste. Bíblia de Genebra.

Deus fez a Jó várias perguntas sobre o reino animal, a fim de demonstrar como o conhecimento de Jó era muito limitado. Deus não estava à procura de respostas de Jó. Em vez disso, ele estava levando Jó a reconhecer e se submeter ao poder e soberania de Deus. Só então ele poderia ouvir o que Deus estava realmente dizendo a ele. Life Study Application Bible Kingsway.

Cabras monteses. Um tipo de camurça ou cabrão, muito desconfiado, cuja criação não pode ser mantida pelo homem. Bíblia Shedd.

Quem despediu o jumento selvagem. Essa criatura selvagem era muito admirada pela sua liberdade e capacidade de viver na “terra salgada”. Bíblia de Genebra.

Totalmente diferente do jumento doméstico: é ligeiro e gracioso, vivendo em manadas que povoam vastos territórios. Vive em perfeita liberdade e não é domesticável. Bíblia Shedd.

Terra salgada. Aprecia o sal que torna a terra árida para a agricultura; aprendeu a escolher os terrenos que os homens evitam. Bíblia Shedd.

arrieiro (ARA; NVI: “tropeiro”).

Acaso, quer o boi selvagem servir-te? No AT, o boi selvagem (o auroque, praticamente extinto nos dias de hoje) às vezes simbolizava a força (ver e.g, Nm 23:22; 24:8; Dt 33:17; Sl 29:6). Depois do elefante e do rinoceronte, o boi selvagem era o maior e mais poderoso animal terrestre do mundo do AT. Bíblia de Estudo Arqueológica NVI Vida.

… foi caçado [quase] à extinção pelos egípcios e assírios. Bíblia de Genebra.

Boi selvagem. Antigas traduções escreviam “unicórnio”, que é apenas uma figura mitológica, confundindo a interpretação da Bíblia. Bíblia Shedd.

13-18 Deus se responsabiliza (v 17) por elementos estranhos da natureza, tais como o avestruz, que é tão forte, mas é descuidado. Andrews Study Bible.

18 ri-se do cavaleiro e do cavalo. O avestruz é uma ave que não pode voar, mas que corre mais rápido do que um cavalo. Jó queixara-se de paradoxos na sua vida. Deus lhe mostra paradoxos naturais que só são resolvidos nos propósitos secretos (ou revelados) do Deus auto existente. Bíblia de Genebra.

Avestruz. Deus, segundo Sua providência, a equipou com mais força física do que instintos maternais. Assim Deus distribui Seus dons segundo Lhe apraz, e o homem não tem o direito de questionar Sua soberania. Bíblia Shedd.

19-25 O cavalo. Quem criou o cavalo? Quem o enfrenta na batalha? Se o cavalo impõe respeito, muito mais seu criador. Bíblia Shedd.

23 aljava … a lança e o dardo. Três armas do cavaleiro. Andrews Study Bible.

27 A águia. Heb nesher, o fusco [de cor escura ou sem brilho] abutre, a única ave que faz seu ninho nas mais altas elevações rochosas das montanhas da Arábia do norte e da Palestina (v. 28). De lá, percebe a carniça nos vales, onde vai buscar para alimentar seus jovens filhotes (vv 29 e 30). A palavra traduzida por “águia” também se refere a águias e abutres em geral.

O primeiro monólogo do Senhor discorreu amplamente sobre os mistérios da fundação da Terra e os limites do mar, a luz e a chuva, o jovem leão, o boi selvagem e o jumento, a avestruz e o filhote de águia sugador de sangue. Sem dúvida, há inúmeros outros exemplos que Deus poderia ter mencionado. É provável que Ele tenha escolhido esses porque eram significativos para Jó e um aspecto familiar da vida naquela parte do mundo. Que não dá o devido crédito à integridade da história e à inteligência de seu personagem principal pode concluir que ela não faz sentido, seja como resolução ao dilema de Jó ou mesmo como confirmação da teologia de seus amigos ou de Eliú. Para entender melhor o discurso, é necessário voltar ao prólogo, onde Satanás questionou a integridade de Deus quanto à maneira pela qual Ele governa o mundo. Assim, nesse contexto, os discursos de Deus dão testemunho de como Ele governa o Universo que criou, revelando que, em meio a conflitos e lutas, Ele continua a cuidar de toda a Sua criação e a prover para ela. Não há motivos ocultos para Deus cuidar de Sua criação, como Satanás argumentou, exceto o fato de que Ele, por natureza, cuidado que é Seu. Sem dúvida, os discursos reafirmam a convicção de que Deus é maior do que Jó, mas sua intenção final era mostrar que Deus cuida livremente de Sua criação porque é assim que Ele é. A experiência de Jó, que nunca abandonou o Senhor, mostra que o relacionamento entre os seres humanos e Deus é fundamentado no amor desinteressado. Comentário Bíblico Andrews – Jó a Malaquias, p. 132-133.



JÓ 39 — Rosana Barros by Ivan Barros
4 de agosto de 2026, 0:45
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“O avestruz bate alegre as suas asas; acaso, porém, tem asas e penas de bondade?” (v.13).

Existem muitos canais, documentários e filmes acerca do mundo animal. Todas as principais descobertas e as melhores imagens compõem estas produções. Muitas delas requerem investimentos milionários e uma equipe multidisciplinar, a fim de desvendar os fascinantes mistérios da natureza. E quanto mais a ciência faz novas descobertas, mais percebemos a infinidade de conhecimento que há para ser desvendado. O capítulo de hoje, porém, apresenta um relatório que nenhuma tentativa humana pode superar: o “documentário” escrito revelado pelo próprio Criador dos animais.

O tempo de gestação, o habitat de cada um, os alimentos, os instintos, a força de uns, a velocidade de outros, as diversas habilidades: tudo coopera para o equilíbrio das espécies. A região em que Jó morava devia ser favorável nesse aspecto, de forma que o Senhor destacou a fauna que lhe era familiar. Cada animal e suas peculiaridades representam a grandeza de Deus e a limitação humana. O Senhor queria que Jó compreendesse que, se Ele cuidava e olhava para cada uma daquelas simples criaturas, muito mais cuidava dele, que havia sido criado à Sua imagem e semelhança (Gn.1:26).

De todos os animais, creio que Jó se sentia como um filhote de avestruz, abandonado à sua própria sorte. Como que pisado por “animais do campo” (v.15), não via mais esperança nesta Terra, a não ser pela esperança na vida porvir (Jó 19:25-27). O que Jó ainda não sabia era que, como um avestruz adulto, ele se levantaria “de um salto” (v.18) para ainda correr uma grande distância. Mas sua ignorância quanto ao conhecimento de Deus se tornaria em sabedoria e entendimento, e sua falta de esperança, em longevidade.

Há muito o que aprendermos no segundo livro de Deus: a natureza. Assim como o Senhor apareceu a Jó em um redemoinho para lhe revelar a Sua sabedoria, Ele deseja falar conosco através de Sua Palavra e da natureza para o nosso benefício. Por isso, o apóstolo Paulo declarou que “a impiedade e a perversão dos homens que detêm a verdade pela injustiça” (Rm.1:18) são indesculpáveis. “Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o Seu eterno poder, como também a Sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas” (Rm.1:20).

Se, a cada manhã, levantarmos os nossos olhos ao Céu para contemplar a Jesus em primeiro lugar, o Espírito Santo não permitirá que olhemos com indiferença para a natureza ao nosso redor. Ainda que em uma pequena flor, ou num pássaro a nos despertar, ou no quadro singular do multiforme céu azul, encontraremos razão suficiente para louvar ao nosso Criador e confiar-Lhe o controle de nossa vida. Porque se Ele cuida das aves do Céu, muito mais terá cuidado de mim, e de você também (Mt.6:26).

Oração: Nosso Deus e Criador, a Tua bondade, o Teu amor, bem como o Teu eterno poder se revelam por meio da Tua criação. E nós Te agradecemos porque, apesar da nódoa do pecado, ainda podemos contemplar as maravilhas da natureza! Assim como Jesus nos ensinou muitas lições a partir da natureza, dá-nos a percepção dada pelo Espírito Santo para que nela possamos ler da Tua sabedoria e do Teu amor, e possamos crescer no Teu conhecimento. Em nome de Cristo Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, obras do Criador!

Rosana Garcia Barros

#JÓ39 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



JÓ 39 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
4 de agosto de 2026, 0:30
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JÓ 39 – Você já se decepcionou com Deus? Esperou uma coisa e recebeu outra dEle? Então, o livro de Jó é para você…

Quando Jó esperava um mar calmo de respostas de Deus, Deus surgiu na fúria de um redemoinho trazendo-lhe uma avalanche de questionamentos, que em vez de afagar seu ego, provocou a destruição dele. Não gostamos de ter o ego ferido, mas enaltecido. Por isso, devido ao nosso orgulho nos decepcionamos com Deus. Contudo, com certeza Ele sabe o que é melhor para nós! Confiemos!

A sabedoria e o conhecimento divino excedem em muito em relação à capacidade e habilidade humana em compreender as coisas. Ao considerar Jó 39 devemos aprender a depender da sabedoria e providência de Deus em todas as coisas.

Se Jó não pode entender astronomia… Deus traz o debate ao nível da zoologia. Já o havia feito no final do capítulo 38, agora, salienta ainda mais. Refletindo atentamente, juntamente com Jó somos questionados sobre nossa capacidade de entender a natureza (Jó 39:1-4).

Diante do moribundo Jó, Deus descreve sobre a natureza animal; nesta descrição, considerou-se:

• A liberdade do jumento selvagem (Jó 39:5-8).
• A força e habilidade do boi selvagem para trabalhar arando a terra (Jó 39:9-12).
• A habilidade do avestruz de correr e sua irresponsabilidade ao pôr ovos (Jó 39:13-18).
• A força, a beleza e a coragem do cavalo (Jó 39:19-25).
• A habilidade do falcão em construir seu ninho e caçar (Jó 39:26-30).

Em Jó 39 percebe-se o uso da ironia por parte de Deus, que interroga a Jó baseando-se nestes itens acima. A ironia consiste em expressar o oposto do que se quer dizer, de forma a criar um efeito de humor e sarcasmo (Jó 39:19-20, 26-27). Com tal recurso literário, Deus intentava mostrar a Jó (e também a nós) a tamanha limitação e ignorância humana diante da grandiosidade da criação divina. Ou seja, corretamente utilizada, a ironia…

• Deve ter propósito teológico claro: os seres humanos não conseguem compreender plenamente a natureza diante de seus olhos.
• Deve ter efeitos pedagógicos: somente Deus tem visão completa das coisas; como seres limitados, devemos confiar em Sua sabedoria.

Através da ironia divina, devemos reconhecer a importância da humildade e da confiança em Deus diante das adversidades da existência! Assim, reavivaremo-nos! – Heber Toth Armí.