Reavivados por Sua Palavra


MARCOS 16 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
11 de junho de 2021, 0:50
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635 palavras

1 Passado o sábado. Após o pôr do sol do sábado. Bíblia de Estudo Andrews.

para irem embalsamá-Lo. Na verdade, os judeus não praticavam o embalsamamento. A unção era semelhante à prática de levar flores a uma sepultura no mundo ocidental moderno, ou seja, um sinal de amor e respeito. Bíblia de Estudo Andrews.

7 Pedro. Apenas Marcos se refere a Pedro aqui [na ressurreição]. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 721.

Jesus restaura aquele discípulo que caiu em estado de desânimo, após tê-Lo negado. Bíblia Shedd.

9-20. Este trecho não consta em alguns dos melhores manuscritos da antiguidade. Há, também, indicações de que não foi escrito por Marcos. … Apesar disso, ainda não é decisiva a hipótese da não inspiração [divina] do trecho. O motivo, por outro lado, é claro: dar uma conclusão adequada ao evangelho que talvez tivesse sido mutilada e perdida, com o passar do tempo. Bíblia Shedd.

Existe um debate considerável entre os eruditos para saber se estes versículos faziam parte do original do evangelho de Marcos. Há evidências plausíveis para ambos os lados da questão. Portanto, deve-se ter cautela ao elaborar qualquer ensino específico [p. ex: batismo, exorcismo, línguas, invulnerabilidade, curas] com base somente nesta passagem. Porém, podemos usar este valioso resumo, uma vez que ele é confirmado por outras passagens das Escrituras. Bíblia de Estudo Andrews.

11 Não acreditaram. Este registro da incredulidade dos discípulos, mesmo em face dos testemunhos que afirmavam a ressurreição de Cristo, constitui uma forte evidência em favor da precisão e confiabilidade do relato histórico da ressurreição, inclusive nos seus mínimos detalhes. CBASD, vol. 5, p. 722.

14 Quando estavam à mesa. Parece que os discípulos transformaram em sua habitação temporária o aposento superior em que tinham participado juntos da Última Ceia. CBASD, vol. 5, p. 722.

15 Ide. … estes versículos [15 a 18] são, provavelmente, um breve relato de parte das amplas instruções que Jesus deu a cerca de 500 pessoas reunidas em uma montanha da Galileia. CBASD, vol. 5, p. 722.

16 Será salvo. Aqui se apresentam dois requisitos para os que aceitam os ensinos do evangelho: fé em Jesus e batismo. O primeiro é a aceitação íntima da salvação proporcionada pela morte vicária do Redentor do mundo; o segundo é a demonstração externa de uma mudança interior da vida (ver com. de Rm 6:3-6). CBASD, vol. 5, p. 722.

17 Estes sinais. Isto é. as demonstrações sobrenaturais e miraculosas do poder divino (ver p. 204, 205). No entanto, mesmo que os milagres sejam valiosos, não é impossível falsificá-los ou fazer circular notícias de supostos milagres. Estas notícias tendem a confundir o incauto e atrair o incrédulo. Em realidade, os milagres não constituem a evidência mais poderosa de que seja genuína a manifestação do evangelho (CTN, 406, 799). Deve-se lembrar que Jesus Se recusou a realizar milagres como sinais. CBASD, vol. 5, p. 723.

Novas línguas. Este dom … foi concedido quando se tornou necessário (ver com. de 1Co 14). CBASD, vol. 5, p. 723.

18 Pegarão em serpentesalguma coisa mortífera beberem. Cf At 28.3-6. Falta exemplo de alguém beber veneno e sobreviver no NT. Bíblia Shedd.

19 Depois de lhes ter falado. Esta frase de transição sugere que a ascensão ocorreu imediatamente após a comissão dos v. 15 a 18. Contudo, não parece ter sido o caso. É mais provável que aqui se faça referência a um intervalo mais prolongado. CBASD, vol. 5, p. 723.

À destra. A posição de honra e autoridade. CBASD, vol. 5, p. 723.

Trata-se, não da posição de Seu corpo, mas da majestade do Seu império (Calvino, cf. Sl 110.1; Mc 14.62). Bíblia Shedd.

20 Eles, tendo partido. Somente em Marcos se descreve, ousadamente, os triunfos do evangelho realizados pelo Espírito Santo mediante os apóstolos, durante os primeiros anos após a ascensão de Cristo. CBASD, vol. 5, p. 723.

Pregaram em toda a parte. Esta foi e continua sendo a missão dos seguidores  de Cristo (ver Mc 16:15). CBASD, vol. 5, p. 723.

Cooperando com eles. Na providência de Deus,  o poder divino sempre se unirá ao esforço humano. CBASD, vol. 5, p. 723.



MARCOS 16 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
11 de junho de 2021, 0:45
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“Quem crer e for batizado será salvo; quem, porém, não crer será condenado” (v.16).

Essa semana li o testemunho de uma criança que muito me tocou. Aos três anos de idade, após ele ter sonhos frequentes com o juízo final e o lago de fogo, sua mãe, uma ex-adventista do sétimo dia, ficou impressionada com a descrição dos sonhos do menino serem exatamente como diz a Bíblia, sendo que ela nunca o havia ensinado sobre isso. Após a insistência de seu filho, ela se viu obrigada a levá-lo à igreja. Com apenas quatro anos, o menino então insistia para ser batizado. É claro que houve resistência quanto a isto, visto ser de tão pouca idade. Mas ele não desistiu e continuou pedindo à sua mãe que falasse com o pastor para batizá-lo. Diante da promessa de que a mãe o instruiria no caminho em que deve andar, o menino foi batizado, tornando-se um frequentador assíduo de todos os cultos da igreja, um pequeno pregador e levando toda a sua família ao batismo.

Vejo esse testemunho recente como uma amostra do alto clamor do Espírito Santo ao povo de Deus. Deus está convocando o Seu derradeiro exército. Aos que saíram de Suas fileiras, Ele está chamando de volta. Aos que estão dormindo no pior momento do conflito, Ele está despertando. Aos que nunca O conheceram, Ele está Se apresentando. Como a pedra que foi removida do túmulo, a grande verdade de que Aquele que vive voltará, tem enchido alguns “de temor e de assombro”, de modo que, “de medo”, não dizem nada “a ninguém” (v.8). Outros, libertados das correntes do Maligno, têm levado aos que “se achavam tristes e choravam” (v.10) o grande consolo desta mensagem de esperança. Outros ainda, não reconhecem a Jesus de pronto, mas, ao se darem conta de quem Ele é por meio das Escrituras, logo saem a anunciar “aos demais” (v.13) o que não podem guardar apenas para si.

A que grupo você e eu pertencemos hoje? É importante lembrar que foi aos onze que andaram lado a lado com Jesus por três anos e meio – que dEle mesmo ouviram a revelação de Sua ressurreição – que Jesus teve que censurar pela “incredulidade e dureza de coração, porque não deram crédito aos que O tinham visto já ressuscitado” (v.14). Daí eu volto para aquele testemunho da criança. Como a mãe percebeu que seu filho, mesmo tão pequenino, estava falando a verdade sobre os seus sonhos? Porque ela lembrou do que estava escrito. Meus amados irmãos, estamos encerrando o estudo de mais um dos evangelhos. E por mais que você e eu possamos nos julgar bons cristãos, ninguém estará preparado para o que virá se não estiver bem alicerçado na Palavra de Deus “orando em todo tempo no Espírito” (Ef.6:18).

Satanás está a revelar seus mais ardis e sutis enganos. Não se apresentará ao mundo como o inimigo das almas, mas como um amigo piedoso e sensível às necessidades humanas. Aquele que tentou desanimar os hebreus no Egito imitando os primeiros prodígios de Deus, tentará enganar nesses últimos dias, “se possível, os próprios eleitos” (Mt.24:24). Através de sinais e milagres, Satanás introduzirá entre os imprudentes seu último engano. Mas assim como Moisés segurou firme seu bordão apontando para o Céu como a fonte de cada prodígio, chegará o momento em que até os ímpios terão de reconhecer diante dos flagelos finais: “Isto é o dedo de Deus” (Êx.8:19).

Semelhante à promessa do anjo: “lá O vereis, como Ele vos disse” (v.7), Jesus nos prometeu: “voltarei e vos receberei para Mim mesmo, para que, onde Eu estou, estejais vós também” (Jo.14:3). Essa promessa, contudo, só faz sentido para o que crê. Você crê? Se uma criança de apenas quatro anos conseguiu entender esta verdade, você e eu também podemos entendê-la e vivê-la. “Quem crer [em Jesus] e for batizado será salvo”. “E, agora, por que te demoras? Levanta-te, recebe o batismo e lava os teus pecados, invocando o nome dEle” (At.22:16). Então, receberás poder ao descer sobre você o Espírito Santo e serás uma testemunha de Jesus pregando “o evangelho a toda criatura” (v.15; At.1:8). Pois Aquele que “foi recebido no Céu e assentou-Se à destra de Deus” (v.19) já está às portas. Sigamos, pois, a ordem do Mestre, pelo poder do Espírito, pregando “em toda parte” (v.20), conforme os dons que Ele dá, “a cada um, individualmente” (1Co.12:11). Vigiemos e oremos!

Bom dia, discípulos de Cristo Jesus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Marcos16 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



MARCOS 16 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
11 de junho de 2021, 0:40
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MARCOS 16 – Este capítulo conclui a ousada mensagem de Marcos, e deixa os romanos e nós diante de uma importante decisão.

O capítulo contém os seguintes pontos, conforme destaca o Comentário Bíblico Adventista:
1. Um anjo anuncia a ressurreição de Cristo a três mulheres (vs. 1-8);
2. O próprio Cristo Se apresenta:
• a Maria Madalena (vs. 9-11);
• a dois outros no caminho para o campo (vs. 12-13);
• aos apóstolos (v. 14).
3. Os apóstolos são enviados a pregar o evangelho (v. 15-18).
4. Cristo ascende ao Céu (vs. 19-20).

Nesta passagem, é evidente “o poder de um forte amor a Cristo. Encontramos uma poderosa ilustração disso na conduta de Maria Madalena, da outra Maria e de Salomé, conforme este registro feito por Marcos. Ele nos revela que elas ‘compraram aromas’ e que ‘muito cedo, no primeiro dia da semana, ao despontar do sol, foram ao túmulo’

“Com toda a razão, podemos crer que era preciso muita coragem para alguém fazer aquilo. Visitar um sepulcro, na penumbra do alvorecer, nos países do Oriente submeteria à provação a maioria das mulheres, sob quaisquer circunstâncias. Porém, visitar o sepulcro de alguém que fora executado como um malfeitor qualquer e levantar-se bem cedo, a fim de honrar a alguém que a nação delas havia desprezado – isso de fato, era uma notável ousadia…

“Por qual motivo vemos tão pouco desse fortíssimo amor por Jesus, entre os crentes de hoje? Por que tão raramente nos deparamos com santos que enfrentarão qualquer perigo, que passarão pelo fogo e pela água, por amor a Cristo? Só há uma resposta. É por causa da debilidade da fé e do baixo senso de obrigação para com Cristo, que prevalece tão largamente entre nós” (J. C. Ryle).

Importante considerar estas verdades:
• A ressurreição de Cristo nos dá certeza que a morte já não tem a última palavra. Só Jesus a tem.
• O Filho de Deus veio a este mundo, onde foi crucificado, morto e ressuscitado. Agora Ele está vivo intercedendo pelos pecadores no Céu. Se nossa vida não for impactada por isso, o que a impactará?
• O temor dos desafios por seguir e servir a Cristo deve ser menor que nosso amor e fervor por Ele.

Decida-se por Cristo que Se entregou por Ti! Reaviva-te! – Heber Toth Armí.

Compartilhe conosco como a forte mensagem de Marcos alcançou teu coração nestes 16 dias:



MARCOS 15 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
10 de junho de 2021, 1:00
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TEXTO BÍBLICO MARCOS 15Primeiro leia a Bíblia

MARCOS 15 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

MARCOS 15 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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(pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



MARCOS 15 by Jobson Santos
10 de junho de 2021, 0:55
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/mc/15

Tendo apresentado a Jesus como o ser surpreendente que faz todas as coisas bem, a narrativa de Marcos chega agora ao clímax com seu Herói compassivo recebendo a punição de um assassino. Entre o que Ele merecia e o que recebeu havia um abismo infinito. A mensagem que captamos é a seguinte: “Eis um mundo de injustiça!”

Esse grito, pronunciado pela primeira vez pelo sangue de Abel, permaneceu como uma música-tema na trilha sonora do filme da história da Terra. Cada um de nós conhece a dor de receber menos do que merece, em maior ou menor grau. Alguns de nós pertencem a grupos cujos membros recebem menos do que merecem. Os sofrimentos injustos, muitas vezes silenciosos, de todos os tempos encontram sua expressão mais alta no versículo 34, “Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?” Por que meu amoroso Deus permite que eu sofra injustiças?

Ao usar as palavras de Davi, Jesus associou Seu sofrimento diretamente ao sofrimento injusto recebido por Davi e ao sofrimento injusto de qualquer pessoa que passou pela experiência descrita no Salmo 22. Essa lamentação, tomada emprestada, certifica o Rei do céu como o Protagonista Principal e Advogado Supremo de todas as vítimas de injustiças. Quando formos vítimas, recebamos a Sua compaixão. Quando formos observadores, sigamos o Seu exemplo de interceder a favor dos injustiçados.

Ean Nugent
Engenheiro de software, Bowie, Maryland, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1218
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



MARCOS 15 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
10 de junho de 2021, 0:50
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596 palavras

1. Conselho. O Sinédrio. Bíblia de Estudo Andrews.

7. Um, chamado Barrabás. O grego indica que ele tinha outro nome. Alguns manuscritos de Mt 27.16ss revelam que esse nome era “Jesus”. A omissão do nome “Jesus” explica-se pela reverência à Cristo. Bíblia Shedd.

tumulto mencionado em Marcos não é documentado em outras fontes, mas, ao que parece, foi bem conhecido na Palestina. Bíblia de Estudo Andrews.

15. Querendo contentar a multidão. Era mais do que um simples desejo de Pilatos; ele estava ansioso de agradar o povo, se possível, para que as descontroladas paixões da turba não desencadeassem uma revolta. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 719.

21. Simão. Possivelmente Simão é o Níger (“negro”), o mesmo de Cirene (norte da África) de At 13:1. Bíblia Shedd.

23. mirra. Especiaria do deserto da Arábia, que, misturada ao vinho, era usada para aliviar a dor. Bíblia de Estudo Andrews.

24. crucificaram. O mais extremo método de execução dos romanos, reservado para os piores criminosos, como os revolucionários. A vítima era açoitada com um chicote feito de tiras de couro, em cujas extremidades prendiam pedaços de ossos e de chumbo. O condenado tinha de carregar uma viga da própria cruz, que pesava de 14 a 18 quilos. A vergonha (que incluía ser pendurado nu na cruz) era enorme, e a dor física, excruciante. Pesados pregos de ferro perfuravam o punho e os ossos do tornozelo. Era difícil respirar, o coração tinha problemas para bombear o sangue e, muitas vezes, a vítima tinha febre. A morte vinha lentamente, demorando, às vezes, de dois a três dias. Bíblia de Estudo Andrews.

25. hora terceira. Nove da manhã. Bíblia de Estudo Andrews.

26 Acusação. O motivo oficial da morte de Jesus foi Ele se ter feito Messias, i.e., segundo os judeus era pretendente o trono da Judeia. Bíblia Shedd.

31. Salvou os outros. Naquele momento, não pôde salvar-se porque não queria desistir de Sua missão expiatória que abriria uma fonte de salvação para os pecadores (Zc 13:1; Mc 10:45; Rm 5:8). Bíblia Shedd.

33. hora sexta …. hora nona. Meio-dia e três da tarde. Bíblia de Estudo Andrews.

34. Eloí… Citado de Sl 22.1 no aramaico. Ainda que seja paradoxal, reconhecemos que Jesus se identificou com nossos pecados (cf 2Co 5.21; Gl 3.13), de modo que Cristo sofreu, por nós, a inevitável separação entre Deus e o pecado. Bíblia Shedd.

35. Elias. Tradicionalmente, o judeu pedia socorro a Elias porque ele foi levado à presença de Deus. Bíblia Shedd.

37. Grande brado. De Jo 19.30, sabemos que Jesus bradou uma palavra (assim é, no grego) “consumado”. Foi o grito de triunfo. Bíblia Shedd.

38. Véu do santuário. Era o véu que separava o Lugar Santo do Santo dos Santos (cf b 6:19; 9:3; 20.20). Bíblia Shedd.

39. Verdadeiramente, este homem era o Filho de Deus. Este é o ápice da narrativa de Marcos. Pela primeira vez no evangelho, alguém – além de Jesus – e ainda mais um gentio – o identificou corretamente como o Filho de Deus, conforme anunciado aos leitores desde o início (1:1). Bíblia de Estudo Andrews.

40. Salomé. Uma comparação com Mateus 27:56 indica que Salomé era, possivelmente, a mãe de Tiago e João, filhos de Zebedeu. CBASD, vol. 5, p. 720.

42. dia da preparação. Sexta-feira era o dia ordenado por Deus para o povo se preparar para o sábado (ver Êx. 16:22-26). Bíblia de Estudo Andrews.

43. É possível que as informações sobre o processo que abriram contra Jesus, no Sinédrio, chegaram até Marcos por intermédio de José.

44. Admirou-se. Normalmente, demorava muito mais para morrer. Bíblia Shedd.

47. Observaram. No texto grego, isto significa que as mulheres observavam atentamente o sepultamento de Jesus, fazendo planos para embalsamar Seu corpo depois que as horas sagradas do sábado tivessem passado (ver Lc 23:55-24:1). CBASD, vol. 5, p. 720.o.



MARCOS 15 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
10 de junho de 2021, 0:45
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“Chegada a hora sexta, houve trevas sobre toda a terra até a hora nona” (v.33).

As últimas cenas da vida de Cristo deveriam fazer parte de nossa meditação todos os dias. Este foi um conselho deixado pela escritora norte-americana Ellen G. White – que eu creio ter sido uma mulher inspirada por Deus com uma mensagem profética para os últimos dias. – Estas cenas, no entanto, precisam causar um impacto real em nossa vida. Ao ser levado perante Pilatos, Jesus foi acusado “de muitas coisas” (v.3). Mas nenhuma delas justificava a sua prisão e, muito menos, uma provável condenação. Ainda que amarrado como um malfeitor, estava claro para Pilatos quem era a inocente Vítima naquele caso. Diante das muitas acusações, “como ovelha muda” Jesus “não abriu a boca” (Is.53:7), e o governador logo percebeu “que por inveja os principais sacerdotes Lho haviam entregado” (v.10).

Certamente, Pilatos já tinha ouvido falar de Jesus, pois Sua fama havia alcançado toda a circunscrição romana. Contudo, estar diante dEle foi uma experiência que ele jamais esqueceria. Assim como as demais autoridades romanas, mais do que o desprezo pelo povo judeu era o desprezo de Pilatos pelos seus líderes religiosos. Ele não estava preocupado em agradar aqueles homens que ele considerava a pior estirpe do povo, mas em “contentar a multidão” (v.15). Pilatos percebeu que se a condenação não viesse por suas mãos, o próprio povo estava disposto a fazer isso.

Apesar de todas as evidências apontarem para um julgamento injusto e de perceber que Jesus não se tratava de alguém comum, Pilatos lançou sobre o povo a responsabilidade que se negava a assumir. Supondo que sua estratégia seria bem sucedida, escolheu dentre os presos o pior e o mais temido e o colocou como única opção de soltura caso Jesus fosse condenado. Qual não foi sua surpresa, e a do próprio Barrabás, os gritos da escolha insana foram acompanhados da sentença mais cruel e desumana: “Crucifica-O!” (v.13). Covardemente açoitado e humilhado, o nosso Salvador permaneceu em silêncio, não ousando proferir palavra alguma de reprovação. A cada açoite ou palavra depreciativa, Seu coração e Seu olhar só podiam revelar o mais puro amor e graça que O acompanharam até a cruz.

Sabendo o que lhe custaria o sacrifício de Cristo, Satanás incitou cada acusador e cada agressor da pior maneira possível. Entregue aos soldados, o Filho de Deus passou por momentos de tortura e humilhação. Aquele que desfrutava da adoração dos anjos no palácio do Céu, Se entregou à agressão humana no palácio romano. Praticamente sem forças, foi obrigado a carregar o Seu instrumento de morte. Perante a turba enfurecida que acompanhava o desfile da dor, a Sua resposta era a sabedoria do silêncio. E caindo pelo desgaste físico e emocional, um homem foi obrigado a carregar a Sua cruz.

Do lugar celeste ao “Lugar da Caveira” (v.22). De Rei dos reis a “Rei dos Judeus” (v.26). Da companhia dos santos anjos à companhia de “malfeitores” (v.28). O mais assombroso contraste podia ser visto na cruz. Mas “os que iam passando” (v.29), bem como “os principais sacerdotes com os escribas” (v.31), escarnecendo de Jesus, foram as testemunhas oculares mais estúpidas de toda a história. Testemunhas que jamais poderiam relatar os acontecimentos daquele fatídico dia com a precisão, a veracidade e a riqueza de detalhes contidos nos evangelhos. Em nossas mãos temos o privilégio de, pelo poder do Espírito Santo, sermos atraídos a Cristo através de Sua Palavra e de entender o Calvário melhor do que os que lá estavam.

Pela primeira e única vez em toda a eternidade, Jesus sentiu a separação do Pai. Aquele que é Um com Deus, clamava não por causa da dor física, mas da dor da separação. Ele carregou sobre Si os pecados de toda a humanidade e o Seu brado final “Está consumado” (Jo.19:30) fez estremecer Satanás e todo o seu exército. A sombra deu lugar à realidade quando à hora do sacrifício da manhã o Cordeiro de Deus foi crucificado, e à hora do sacrifício da tarde, Ele expirou. A maior missão de todos os tempos foi cumprida para que o maior dos eventos que este mundo já testemunhou pudesse acontecer: “Então, aparecerá no céu o sinal do Filho do Homem; todos os povos da terra se lamentarão e verão o Filho do Homem vindo sobre as nuvens do céu, com poder e muita glória” (Mt.24:30).

Hoje, somos testemunhas oculares dos últimos momentos deste planeta caído. Mas a decisão de ser uma testemunha fiel de Cristo é individual . Atravessando séculos de indiferença e tempos de descaso, e até de tentativas frustradas de destruí-la, a Bíblia chegou até a nossa geração com o fim de não apenas relatar acontecimentos passados, mas de abrir os nossos olhos para um futuro bem próximo. Pois assim como o brado da cruz, Cristo está prestes a novamente declarar: “Feito está!” (Ap.16:17). Você está pronto(a) para este momento? O Grande Dia de Jesus se aproxima, quando “todo olho O verá” (Ap.1:7) e haverá apenas dois grupos de testemunhas: o de Apocalipse 6:15-16 e o de Apocalipse 12:17. De que grupo de testemunhas você deseja fazer parte? Agora é o momento de olhar para cruz e reconhecer: “Verdadeiramente, este homem era o Filho de Deus” (v.39). Vigiemos e oremos!

Bom dia, “os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus” (Ap.12:7)!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Marcos15 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



MARCOS 15 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
10 de junho de 2021, 0:40
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MARCOS 15 – Diferentemente de Mateus que foi escrito aos judeus, o evangelho escrito por Marcos visa dar oportunidade aos romanos de saberem com Quem eles lidaram e oferecer-lhes a possibilidade de salvação.

Marcos, o evangelista dos romanos, dá “um retrato de Jesus como o poderoso Filho de Deus, cuja Palavra é Lei nos reinos natural e sobrenatural. O paradoxo é que esse forte Filho de Deus é servo do homem, Salvador e resgatador (Mc 10.45)” (Merril F. Unger).

Observe estes pontos:

1. Marcos revela o erro cometido pelos judeus que acabou envolvendo os romanos, os quais agiam baseando-se apenas em informações dos líderes judeus para crucificar Jesus (vs. 1-15).
Para evangelizar os romanos, Marcos oferece um contraste entre eles e os líderes judeus: “É incrível que um pagão [Pilatos] estivesse tentando salvar Jesus, enquanto os líderes religiosos, supostamente guardiões da fé, quisessem a Sua morte. É incrível que Jesus fosse chamado Rei dos judeus por um pagão e pelos seus soldados, enquanto Seu próprio povo, que há muito professava esperar por Ele, gritasse: Crucifica-O! É incrível que Pilatos tenha oferecido libertar Jesus, o doador da Vida, e a multidão quisesse Barrabás, um assassino” (William Johnsson).

2. Marcos revela quem era aquele que os romanos conduziram à morte; a base escriturística (v. 28) para entender o Servo sofredor apresentado por Marcos está em Isaías 53 (vs. 26-37).
Aquele que fez tantas coisas, mas agora, neste capítulo, “jaz impotente, crucificado entre criminosos, exposto ao sol e ao vento, às moscas e formigas” (Johnsson) é o Filho de Deus (v. 34); Sua morte teve impacto no Céu e na Terra (vs. 37-41).

3. Jesus morreu na sexta-feira antes da Páscoa Judaica. No sábado, permaneceu morto concedendo tempo à reflexão (vs. 42-47).
“Cristo na cruz desperta duas perguntas: ‘O quê?’ e ‘Quem?’ Consequentemente perguntaremos: ‘Qual o significado da cruz?’ A resposta da teologia de Marcos é: “A cruz não foi um erro judicial. Não foi um incidente infeliz na vida de um homem bom. Foi a revelação final do amor de Deus aos pecadores… Escolhendo a morte na cruz para derrotar o pecado, Cristo desafiou a morte e derrotou Satanás. Por meio dEle, a vida eterna se tornou possível” (Johnsson).

Portanto, reflita nisso! Não podemos ficar indiferentes! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



MARCOS 14 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
9 de junho de 2021, 1:00
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TEXTO BÍBLICO MARCOS 14Primeiro leia a Bíblia

MARCOS 14 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

MARCOS 14 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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(pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



MARCOS 14 by Jobson Santos
9 de junho de 2021, 0:55
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/mc/14

Até que você as conheça pessoalmente, certas pessoas podem parecer ter vidas perfeitas, sem problemas. Mas à medida que a amizade cresce e as pessoas se abrem umas com às outras, começamos a perceber que todos lutam contra emoções profundas.

Jesus às vezes é mencionado de forma que parece quase negar a realidade de Sua humanidade. É fácil fazer isso porque muito do contexto histórico em que Jesus viveu é estranho para nós. Além disso, gostamos de pensar em Jesus como tendo tudo sob controle porque, afinal, Ele é Deus. Mas não podemos negar que Jesus experimentou uma emoção profunda e avassaladora enquanto estava nesta terra.

No Jardim do Getsêmani, Jesus ficou “muito angustiado e perturbado” e disse aos seus três discípulos mais próximos: “Minha alma está profundamente triste, numa tristeza mortal a ponto de morrer” (Marcos 14:33-34). E é por isso que Ele trouxe Pedro, Tiago e João com Ele para o Getsêmani. Mesmo sendo o Rei do Universo, Ele precisava do apoio deles neste momento crucial de Seu ministério.

Todos precisam de amigos para apoiá-los em suas angústias. Imagine a diferença que você pode fazer na vida de alguém se for capaz de simplesmente dizer: “Estou aqui para ajudá-lo”.

Tye Davis
Pastor, Igreja Adventista de Regensburg, Alemanha

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1217
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara

 

Texto rodada anterior:

No Getsêmani, o quase insuportável peso do pecado tornou-se tão pesado que Jesus não conseguia enxergar vida além da morte no Calvário. Que pensamentos terríveis devem ter passado por Sua mente! Como: “O pecado é tão ofensivo a meu Pai a ponto de Nos separar para sempre?” Sua alma estremece diante de tal pensamento. Nunca, desde os tempos eternos, a Divindade havia experimentado um momento de separação entre Eles, até este instante.

Pai, “Afasta de mim este cálice” (v. 36); Pai, “Afasta de mim este cálice” (v. 39). Qual cálice? O cálice da separação do Pai. Você consegue, em sua imaginação, ouvir as palavras que saem de Sua trêmula boca? “Pai, por favor, eu estou com muito medo. Não posso suportar o pensamento de estar separado de Ti para sempre. Mas eu amo a humanidade, minha família terrena, de tal maneira que estou disposto a desistir de ser Deus, se necessário, a fim de salvá-los. Eu escolhi correr o risco da morte eterna a perder um só ser humano. Pai, “Que a Tua vontade seja feita!”

Você já descobriu o quão incrivelmente especial você é para Deus, a ponto de fazer tão profundo sacrifício em teu benefício?

Jim Ayer
Vice-presidente da Rádio Mundial Adventista

 

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1217