Reavivados por Sua Palavra


HEBREUS 7 by Jobson Santos
25 de novembro de 2021, 0:55
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/hb/7

O ministério Sumo Sacerdotal de Jesus é extremamente diferente do ministério de qualquer sumo sacerdote terreno! Melquisedeque, o antigo rei de Salém, nos fornece uma ilustração impressionante a respeito dessa realidade. Em Cristo encontramos um paradoxo, Ele une um ministério distintivo de Sumo Sacerdote único e eterno com o ministério de sumos sacerdotes terrestres (levíticos) que são regularmente substituídos por causa da morte .

Na verdade, todo o capítulo 7 é uma exposição magistral da singularidade de nosso Sumo Sacerdote celestial, Jesus Cristo. Ele provê todos os benefícios fornecidos por um Sumo Sacerdote terreno – e muito mais!

Veja, tudo o que sabemos sobre o rei Melquisedeque, a quem Abraão pagou o dízimo, é que ele apareceu brevemente na narrativa bíblica … e depois desapareceu. Em outras palavras, sua história é apenas uma vaga ilustração humana da eternidade de nosso Sumo Sacerdote Jesus – Aquele que não tem começo nem fim.

Quais são algumas das implicações práticas desta Boa Nova? Em primeiro lugar, embora “santo e irrepreensível”, Jesus é tão “tocado” por nossa natureza humana que Seu sacrifício, feito uma vez por todas no Calvário, pode nos resgatar de todo pecado por mais escravizante que seja! E em segundo lugar, devolver o dízimo hoje é um ato de homenagem e reverência a Jesus como Aquele Sumo Sacerdote que é verdadeiramente superior!

David Grams
Capelão, Hartland College, Rapidan, Virginia, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1386
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



HEBREUS 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
25 de novembro de 2021, 0:50
Filed under: Sem categoria

806 palavras

1 Melquisedeque. Sobre os fatos históricos mencionados neste versículo, ver Gn 14:18-20. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 473.

2 Abraão separou o dízimo. Ver Gn 14:20. Abraão não teria dado a Melquisedeque o dízimo de tudo se não o tivesse reconhecido como sacerdote e, portanto, com o direito de receber o dízimo. Tem havido muita discussão a respeito de quem foi Melquisedeque. As informações sobre ele são escassas (Gn 14:18-20; SI 110:4). Alguns acreditam que era o próprio Cristo, o Espírito Santo ou Sem, outros ainda pensam tratar-se de um ser sobrenatural de outro mundo. Na ausência de evidências para qualquer dessas posições, este Comentário aceita que Melquisedeque devia ser contemporâneo de Abraão, rei de um dos pequenos principados da época (Gn 14:18). Ele é apresentado em Hebreus como um tipo de Cristo, com base na previsão messiânica do Salmo 110:4. CBASD, vol. 7, p. 473.

3 Sem pai, sem mãe. Estas palavras deram origem à especulação de que Melquisedeque era um ser sobrenatural, uma vez que era sem pais, sem princípio e sem fim. Essa afirmação só poderia ser literalmente verdadeira a respeito das pessoas da Divindade. No entanto, o autor pode simplesmente querer dizer que não havia registro acerca do pai e da mãe de Melquisedeque. CBASD, vol. 7, p. 474.

Sem genealogia. Do gr. agenealogetos. Os judeus eram muito cuidadosos em registrar e preservar a genealogia, especialmente no caso dos sacerdotes (Ed 2:61-63). Ninguém podia servir como sacerdote a menos que pertencesse à família de Arão, da tribo de Levi; e isso devia ser comprovado sem qualquer dúvida. Se houvesse uma ruptura na linhagem em algum lugar, o indivíduo seria rejeitado e, assim, perderia os privilégios concedidos aos sacerdotes. Por essa razão, os judeus e, especialmente, os sacerdotes, preservavam cuidadosamente seus registros genealógicos. Por sua vez, não existe uma genealogia de Melquisedeque. CBASD, vol. 7, p. 474.

5 Mandamento de recolher […] os dízimos. Os levitas tinham o direito de receber os dízimos em virtude de uma ordem divina (Nm 18:21). No entanto, eles não foram os primeiros a fazê-lo. Melquisedeque fez isso antes deles. Se eles foram divinamente ordenados, assim também foi com Melquisedeque. O fato de que “até o patriarca Abraão” entregou o dízimo a Melquisedeque mostra, portanto, que este era superior. Se os levitas estavam autorizados por Deus a receber os dízimos, Melquisedeque, ainda mais. CBASD, vol. 7, p. 474.

8 Vive. Naturalmente, esta não é uma verdade literal a respeito de Melquisedeque, e a ausência de registro bíblico sobre sua morte não implica que ainda estivesse vivo. Estas palavras parecem ultrapassar Melquisedeque, alcançando Alguém maior do que ele mesmo. O autor afirma que Cristo “vive sempre” (v. 25). O sacerdócio de Melquisedeque permanece no sacerdócio de Cristo. CBASD, vol. 7, p. 475.

11 Perfeição. O sacerdócio levítico e a lei cerimonial eram provisórios e representativos, apontando para a futura obra que Cristo executaria. A perfeição não veio por meio da lei, mas por meio de Cristo a quem esta apontava (Hb 9, 10). CBASD, vol. 7, p. 475.

Que necessidade haveria. O sistema levítico não se destinava a ser um fim em si mesmo. Existia para revelar Cristo à humanidade, o único em quem há salvação. Se o sistema pudesse prover salvação independentemente da obra de Cristo, Seu ministério não seria necessário. CBASD, vol. 7, p. 475.

17 Sacerdote para sempre. O autor volta a esta declaração do Salmo 110:4 vez após outra (Hb 5:6, 10; 6:20; 7:21), pois nesta afirmação repousa seu argumento. Ninguém poderia ser sacerdote para sempre. Os sacerdotes levíticos serviam por apenas alguns anos. Se, portanto, estava por vir alguém que serviria para sempre, ele deveria ser mais do que um ser humano, mais do que um levita. Por isso, é “muito mais evidente” (v. 15) que deveria haver uma mudança na lei sacerdotal para que esse sacerdote pudesse oficiar. CBASD, vol. 7, p. 475.

18 Fraqueza e inutilidade. Não era assim intrinsecamente, pois o próprio Deus a instituiu, mas assim estava por causa da atitude das pessoas para com ela. Os judeus fizeram da lei um fim em si mesma e acreditavam que a obediência lhes traria a salvação. Eles tinham o evangelho, mas isso não lhes era efetivo porque não mantiveram uma atitude de fé (Hb 4:2). CBASD, vol. 7, p. 476.

19 A lei nunca aperfeiçoou. Ou seja, a lei por si mesma. Não quer dizer que a salvação fosse impossível nos tempos do AT. A perfeição era possível, mas pelo mesmo meio empregado no NT: a fé em Jesus Cristo. “A lei nos serviu de aio para nos conduzir a Cristo. […] Mas, tendo vindo a fé, já não permanecemos subordinados ao aio” (Gl 3:24, 25). CBASD, vol. 7, p. 476.

24 Imutável. Do gr. aparabatos, “permanente”. Os sacerdotes levíticos não poderiam continuar pelo motivo da morte. Cristo, porém, “vive sempre para interceder” (Hb 7:25; Ap 1:18). CBASD, vol. 7, p. 476.

28 Posterior à lei. O sistema cerimonial expirou na cruz (Rm 6:14; Ef 2:15; Cl 2:14). Cristo assumiu Seu ofício sacerdotal após ter expirado a lei que regulamentava o sacerdócio levítico. CBASD, vol. 7, p. 477.

Para sempre. Em contraste com o sacerdócio temporário dos levitas. CBASD, vol. 7, p. 478.

 

by tatianawernenburg



Hebreus 7 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
25 de novembro de 2021, 0:45
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“Com efeito, nos convinha um sumo sacerdote como Este, santo, inculpável, sem mácula, separado dos pecadores e feito mais alto do que os céus” (v.26).

O encontro de Abraão com Melquisedeque sugere duas hipóteses: (1) Este sacerdote e rei representa uma cristofania (uma aparição corpórea de Cristo), ou (2) foi realmente alguém cuja genealogia era desconhecida, mas que representa um tipo de Cristo. Além de sacerdote, Melquisedeque também era rei e Abraão o considerou superior a ele mesmo. Portanto, apesar de sua origem ser desconhecida, e que o sacerdócio levítico só surgiria muito tempo depois pela descendência de Abraão, Melquisedeque prefigurou o sacerdócio de Cristo, que não foi “segundo a ordem de Arão” (v.11), e sim “segundo a ordem de Melquisedeque” (v.17). Ou seja, um sacerdócio superior e, portanto, originador de uma nova aliança.

Jesus cumpriu com fidelidade cada etapa do plano da redenção. O nosso Sumo Sacerdote e Rei humilhou-Se à estatura de um cordeiro e ofereceu o sacrifício perfeito que sacerdócio humano algum poderia oferecer. O Seu sacrifício superior e superior aliança revogou “a anterior ordenança, por causa de sua fraqueza e inutilidade” (v.18). Em Cristo, toda a lei cerimonial foi cumprida e finalizada, não havendo mais necessidade de holocaustos ou de mediador humano. Foi esta a lei cancelada na cruz, jamais a lei dos Dez Mandamentos. Sobre isto, declara M. L. Andreasen:

“Que Satanás tem estado muito ativo contra a lei, é evidente. Se a lei de Deus é o reflexo de Seu caráter, e se esse caráter é oposto do de Satanás, este é por ela condenado. Cristo e a lei são um. Ele é a lei vivida, a lei feita carne. Por esse motivo Sua vida constitui uma condenação. Quando Satanás fez guerra a Cristo, combateu também a lei. Ao odiar a lei, aborreceu a Cristo. Cristo e a lei são inseparáveis” (O Ritual do Santuário, p. 248).

Aquele que possui “sacerdócio imutável” (v.24) também possui Sua lei imutável e deixou bem claro que o Seu ministério terrestre em nada a revogaria: “Não penseis que vim revogar a Lei ou os Profetas; não vim para revogar, vim para cumprir. Porque em verdade vos digo: até que o céu e a terra passem, nem um i ou um til jamais passará da Lei, até que tudo se cumpra” (Mt.5:17-18). Assim como o céu e a terra não passaram, a lei de Deus continua vigente e deve estar escrita em nosso coração com a tinta permanente do amor. O amor a Deus e ao próximo resume a “cláusula pétrea” da Palavra de Deus. Jesus não veio ao mundo apenas para ser pendurado no madeiro, mas para nos ensinar a amar. O santuário terrestre deveria ser o melhor lugar para se entender o amor, mas o tornaram um lugar de assassínio e de roubo. Tudo ali prefigurava o amor de Deus pela humanidade, mas o Seu próprio povo e aqueles que o dirigiam transformaram a “Casa de Oração para todos os povos” (Is.56:7) “em covil de salteadores” (Mt.21:13).

Jesus Se tem tornado fiador de superior aliança” (v.22). Ele vive e está sempre intercedendo por nós. “Com efeito, nos convinha um sumo sacerdote como Este, santo, inculpável, sem mácula, separado dos pecadores e feito mais alto do que os céus” (v.26). Um Sumo Sacerdote que não precisa, como o era na antiga aliança, ficar oferecendo sacrifícios diários, “porque fez isto uma vez por todas, quando a Si mesmo Se ofereceu” (v.27). M. L. Andreasen também faz o seguinte comparativo:

“A lei diz: ‘O salário do pecado é a morte. Não tenho outra escolha senão exigir a vida’.
O sumo sacerdote replica: ‘Eu trouxe o sangue da vítima. Aceita-o’…
A morte do pecador satisfaz a lei. A morte do Imaculado provê resgate e liberta o pecador da morte” (O Ritual do Santuário, p. 156 e 157).

Cristo “aboliu, na Sua carne, a lei dos mandamentos na forma de ordenanças” (Ef.2:15), cumprindo “a palavra do juramento” (v.28). Através de Seu sacrifício expiatório somos purificados dos nossos pecados e recebemos a promessa da vitória final. “Filhinhos, agora, pois, permanecei nEle, para que, quando Ele Se manifestar, tenhamos confiança e dEle não nos afastemos envergonhados na Sua vinda” (1Jo.2:28). Vigiemos e oremos!

Bom dia, salvos por Cristo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Hebreus7 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



HEBREUS 7 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
25 de novembro de 2021, 0:40
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HEBREUS 7 – A curiosidade de muitos, neste momento, provavelmente, esteja em Melquisedeque. Quem era ele?

A primeira informação é: temos pouca informação sobre Melquisedeque. Contudo, temos o suficiente para entender a revelação de Deus para nós.

Há duas referências no Antigo Testamento (Gênesis 14:17-20; Salmo 110:4). Ele existiu de fato; e, então destacamos estes pontos:
• Melquisedeque foi identificado como rei de “Salém” (Hebreus 7:1; Gênesis 14:18), cidade que, posteriormente, tornou-se Jerusalém (Salmo 76:2).
• Mequisedeque serviu alimentos a Abraão quando este voltava vitorioso de uma batalha; após isso, o pai da fé foi abençoado por ele, que era o sacerdote do Altíssimo.
• Melquisedeque foi identificado em Hebreus como alguém sem pais, não no sentido literal, mas para evidenciar ausência de genealogia. A profecia do Salmo 110:4 apontava que o Messias seria sacerdote segundo a ordem de Melquisedeque: Não seria sucessor nem teria sucessor.
• Melquisedeque possuía um ministério sacerdotal anterior ao levítico, superior e especial. O ministério de Cristo é especial, não da comum linhagem de Levi; além disso, Jesus supera o ministério de Melquisedeque (Hebreus 7:10).
• Melquisedeque recebe simbolicamente a referência de que era “sem princípio de dias nem fim de vida, feito semelhante ao Filho de Deus” (Hebreus 7:3) indicando que Jesus lhe superava. Por conseguinte, Jesus sempre foi o “Suprassumo” Sacerdote dos sumos sacerdotes ordenados por Ele.
• Melquisedeque é o esboço do ministério exercido por Cristo em todos os tempos; noutras palavras, Melquisedeque era a profecia, sendo Jesus o cumprimento. Jesus é sacerdote não pela sentido comum da linhagem humana (Hebreus 7:16); por isso, Ele é sacerdote para sempre (Hebreus 7:17), contrastando com efêmeros sacerdotes levíticos (Hebreus 7:23-24).
• Melquisedeque nasceu rei e sacerdote, o que nunca aconteceu com descendentes de Arão. Não procedendo da tribo de Levi, Jesus também é rei e sacerdote. Ele reina e intercede por nós!
• Melquisedeque recebia dízimo de Abraão, revelando submissão deste para com aquele. Sendo Cristo maior que Melquisedeque, temos o mais poderoso Sumo Sacerdote do Universo, que é perfeito, santo e ministra no Santuário Celestial em nosso favor.

Jesus ofereceu-Se como sacrifício, Ele realmente pode salvar qualquer pecador. “Não temos necessidade de buscar algo além de Cristo – Ele é tudo o que precisamos” (Warren Wiersbe).

Agora leia todo o capítulo 7 de Hebreus para, juntos, buscarmos reavivamento! – Heber Toth Armí.



HEBREUS 6 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
24 de novembro de 2021, 1:00
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TEXTO BÍBLICO HEBREUS 6 – Primeiro leia a Bíblia

HEBREUS 6 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

HEBREUS 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal do Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



HEBREUS 6 by Jobson Santos
24 de novembro de 2021, 0:55
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Texto bíblico: Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/hb/6

À medida que o capítulo seis se desenvolve, Paulo continua sua triste declaração de que os cristãos para os quais ele escreveu simplesmente falharam em crescer em seu relacionamento com Cristo.

E agora, com mais uma advertência, Paulo descreve a possibilidade assustadora de alguém perder a fé por falta de arrependimento.

Além disso, se o cristão professo não está produzindo frutos dignos de um cristão, Paulo diz que ele está “crucificando de novo o Filho de Deus” (ver NVI, versículos 6,7).

Ah! – Mas, neste ponto, Paulo interrompe abruptamente com este grande pensamento, que citarei diretamente da Nova Versão Transformadora, v. 9:
“Amados, embora estejamos falando dessa forma, na realidade não cremos que se aplique a vocês”.

Incrível, não é? E fica ainda melhor quando terminamos de citar o mesmo versículo:
“Temos certeza de que estão destinados às coisas melhores que pertencem à salvação”.

Como Paulo é gentil! Ele adverte, mas apenas para estimular o comprometimento. Ele desafia, mas apenas para assegurar-lhes que eles podem receber as maravilhosas promessas de Deus!

E então, para encorajar ainda mais seus amigos cristãos, ele exclama que Jesus tem acesso total a todo o santuário celestial, e tudo isso para benefício eterno dos que o amam!

David Grams
Capelão, Hartland College, Rapidan, Virginia, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1385
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



HEBREUS 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
24 de novembro de 2021, 0:50
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611 palavras

1 Base. É bom estabelecer uma boa base, … quem não constrói sobre ela nunca terá uma estrutura acabada. O autor propõe deixar os primeiros princípios, tendo como certo que os leitores estão bem fundamentados neles. Ele não os ignora, mas os deixa no mesmo sentido em que um construtor deixa o fundamento quando prossegue com a estrutura em si. O autor enumera seis princípios fundamentais sobre os quais o cristianismo é edificado. Ele apenas os menciona e não os discute, pois sente que isso já foi bem feito. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 465.

3 Isso faremos. O autor encoraja seus leitores a ir além, (v. 1) dos presentes princípios elementares do evangelho, esperando e crendo que eles estivessem bem compreendidos. Ele quer deixar esses fundamentos assim como a criança deixa a primeira cartilha quando avança para o primeiro livro de leitura. Mas, na realidade, nenhuma criança, nem o cientista mais entendido, abandonaria o alfabeto. Todas as suas letras serão sempre necessárias. O mesmo se dá com esses princípios fundamentais, eles não são descartados, mas são a base da construção. O autor deseja avançar das verdades primárias para as mais elevadas. CBASD, vol. 7, p. 467.

4 É impossível. Os v. 4 a 6 tratam do destino dos que se afastam de Deus. A questão é acerca da possibilidade de restaurar aqueles que tiveram uma experiência cristã verdadeira, mas que se afastaram. Eles podem ser restaurados à comunhão cristã e novamente receber misericórdia? Essa passagem tem sido fonte de grande perplexidade e desânimo para muitos. Ela parece ensinar que os que se desviam da fé estão irremediavelmente perdidos. Entre os vários pontos de vista que têm sido mantidos, dois são dignos de consideração. (1) A apostasia mencionada aqui é a prática de um pecado imperdoável (Mt 12:31, 32), uma vez que essa é a única forma de apostasia para a qual não há esperança. (2) A passagem não prega a falta de esperança para quem se apostatou, mas adverte acerca de uma desesperança adicional (Hb 6:6). A maioria dos comentaristas aceita a primeira visão, embora a última possa ser defendida com base no texto grego. CBASD, vol. 7, p. 467.

8 Espinhos e abrolhos. Deus havia abençoado os cristãos judeus, e esperava que dessem fruto. Se, com todas as bênçãos que tiveram e com toda a luz que iluminava o caminho, eles ainda se recusassem a dar frutos e se afastassem, haveria apenas um fim para eles: a separação de Deus e o esquecimento. CBASD, vol. 7, p. 469.

10 Para ficar esquecido. Deus não Se esquece de qualquer ato de bondade, ainda que pequeno. Tudo é registrado e será levado em consideração no juízo. Um copo de água fria não é esquecido (Mt 10:42), a lágrima de tristeza ou simpatia é lembrada e gravada (SI 56:8). CBASD, vol. 7, p. 469.

11 Plena certeza da esperança. Os crentes a quem a carta foi dirigida tinham sido zelosos em abrigar os santos. Eles precisavam continuar seu ministério, mas deviam ser igualmente diligentes em outros assuntos relacionados com a salvação. CBASD, vol. 7, p. 470.

17 Quando quis mostrar. Não era necessário que Deus jurasse. Sua palavra é tão eficaz quanto um juramento. Por isso, foi impressionante que Ele tenha Se colocado no nível do ser humano, consentindo em jurar pela veracidade da promessa. CBASD, vol. 7, p. 470.

18 Duas coisas imutáveis. Ou seja, a promessa de Deus e Seu juramento. A palavra de Deus, em si mesma é imutável. Nenhum juramento pode acrescentar nada ao que Deus disse, nem torná-la mais segura. Contudo, Deus confirmou a promessa com juramento por nossa causa. CBASD, vol. 7, p. 470.

20 Sumo sacerdote para sempre. O autor volta, habilmente, ao tema do sumo sacerdócio, pois fez uma digressão em Hebreus 5:11 a 6:19, e discute isso em detalhes no cap. 7. CBASD, vol. 7, p. 472.

 

pesquisa by tatianawernenburg



Hebreus 6 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
24 de novembro de 2021, 0:45
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“E assim, depois de esperar com paciência, obteve Abraão a promessa” (v.15).

Após avaliar a fé dos hebreus cristãos como infantil no sentido de não haver progresso espiritual, o autor os exortou a se aprofundarem no conhecimento de Deus de modo que se deixassem “levar para o que é perfeito” (v.1). Ao elencar seis “princípios elementares da doutrina de Cristo” (v.1), pondo-os à parte como não sendo essencial naquele momento que neles se prendessem, ele não os desconsiderou. Pelo contrário, chamando-os de “base” (v.1), confirmou o sólido fundamento da doutrina de Cristo sobre a qual devemos construir e desenvolver a nossa fé. Os hebreus precisavam compreender a necessidade da edificação da fé; de seu crescimento e amadurecimento.

Notem que os princípios fundamentais apresentados neste capítulo contêm uma sequência lógica:

1. “Arrependimento de obras mortas”: O verdadeiro arrependimento envolve o abandono das obras da carne. O arrependimento nada mais é que a resposta humana à bondade divina (Rm.2:4);

2. “Fé em Deus”: Quando aceito a Jesus como Senhor e Salvador de minha vida, e me arrependo de meus pecados, é a fé em Seus méritos de justiça que me fortalece para prosseguir andando com Ele. Pois “esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé” (1Jo.5:4);

3. “Batismos”: O batismo é a demonstração pública de que desejo seguir os passos do meu Salvador a começar pelo cumprimento da justiça que Ele mesmo Se submeteu ao iniciar o Seu ministério terrestre, nos deixando o exemplo. “E agora, por que te demoras? Levanta-te, recebe o batismo e lava os teus pecados, invocando o nome dEle” (At.22:16);

4. “Imposição de mãos”: O ato de imposição de mãos a que o autor se referiu aqui pode estar associado ao ato iniciado pelos apóstolos ao impor as mãos sobre os que eram batizados, a fim de receberem o poder do Espírito Santo. Pois não há nada de mágico no batismo. O batismo deve ser uma resposta de obediência e de entrega; a permissão humana para a atuação divina. Então, “[o] Espírito Santo tomará as coisas de Deus e as revelará a você, transmitindo-as como força viva ao coração obediente” (Ellen G. White, CPB, Parábolas de Jesus, p.149);

5. “Ressurreição dos mortos”: O autor também julgou ser este um assunto bem definido entre os judeus cristãos. A verdade de que Cristo ressuscitou dos mortos e que, haverá de ressuscitar os que dormem no pó da terra, deve compor a base da fé cristã. “Não vos maravilheis disto, porque vem a hora em que todos os que se acham nos túmulos, ouvirão a Sua voz e sairão: os que tiverem feito o bem, para a ressurreição da vida; e os que tiverem praticado o mal, para a ressurreição do juízo” (Jo.5:28-29);

6. “Juízo eterno”: Eis um dos assuntos mais polêmicos na Bíblia, e, ao mesmo tempo, mais simples de se entender quando estudado e compreendido à luz do seguro e imutável “Assim diz o Senhor”. Não temos o que temer do juízo divino se confiamos a nossa vida nas mãos de Jesus Cristo, nosso Advogado celestial, O qual pagou a nossa exacerbante fiança. Como bem pontuou o discípulo amado: “Filhinhos meus, estas coisas vos escrevo para que não pequeis. Se, todavia, alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo” (1Jo.2:1).

Pois bem, amados, com base nessa segura doutrina, precisamos erguer as paredes de nossa fé e permitir que o Espírito Santo nos transforme em Sua casa habitável, Sua santa morada. Quando há uma ruptura desta fé e, deliberadamente, um retorno à velha vida, pode acontecer a impossibilidade de que o autor se referiu, o pecado imperdoável contra o Espírito Santo. Disse Jesus: “se alguém falar contra o Espírito Santo, não lhe será isso perdoado, nem neste mundo nem no porvir” (Mt.12:32). Trata-se, por exemplo, da obstinação de Faraó, que mais e mais endurecia o seu coração diante das manifestações do poder de Deus no derramamento das pragas sobre o Egito. Condição esta que será novamente testemunhada nos ímpios quando caírem as últimas pragas sobre a Terra (Ap.16:9, 11, 21).

Como a última igreja de Deus na Terra, não podemos nos conformar com uma fé rasa e líquida, que se apega a questões que em nada nos edificam. Mas, firmes e constantes na oração e no diligente e sério estudo das Escrituras e do Espírito de Profecia, devemos, “cada um de [nós]”, mostrar, “até ao fim, a mesma diligência para a plena certeza da esperança” (v.11), para que não nos tornemos indolentes, insensíveis à obra do Espírito do Senhor, “mas imitadores daqueles que, pela fé e pela longanimidade, herdam as promessas” (v.12). Como Abraão esperou com paciência pelo cumprimento da promessa, somos chamados a suportar o que julgamos demorado: “Aquele, porém, que perseverar até o fim, esse será salvo” (Mt.24:13). “Aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Ap.14:12). Que o Espírito Santo faça de nós verdadeiros gigantes na fé. Vigiemos e oremos!

Bom dia, aperfeiçoados em Cristo!

* Oremos para que o Espírito Santo aumente a nossa fé. Oremos uns pelos outros.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Hebreus6 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



HEBREUS 6 – COMENTÁRIO DO PASTOR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
24 de novembro de 2021, 0:40
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HEBREUS 6 – Estude a Palavra de Deus, e fique alerta:
1. Perder-se em emaranhados de teologias especulativas é sério perigo;
2. Deslizar e cair da graça implica chafurdar-se na lama da desgraça;
3. Crer na premissa “uma vez salvo, salvo para sempre” como sendo verdadeira, significa colocar em risco a salvação;
4. Maturidade espiritual é imprescindível, a qual tem a ver com crescer em Cristo diariamente;
5. Apostasia implica no abandono da verdadeira fé, conduz pelo caminho da rebeldia, e tem como destino o inferno;
6. Há líderes religiosos que estão apostatados influenciando crentes à perdição;
7. A melhor forma de permanecer firme na fé é continuar estudando a Bíblia, aplicando as divinas promessas a tua vida.

Embora na comunidade de crentes haja diversos conversos infantis espiritualmente falando, Deus deseja conduzir cada um deles à maturidade. Infantilidade espiritual é aceitável no início da jornada cristã, mas intolerável depois de certo tempo decorrido da conversão.

Assim como um filho que não amadurece precisa procurar ajuda médica, os filhos na fé que não avançam na maturidade espiritual devem procurar Jesus, o Médico da Alma.

O capítulo em pauta aborda esse assunto, nele temos muito a aprender:
· Em algum momento, é imprescindível passar dos assuntos elementares da fé aos temas teológicos mais profundos, avançados e sólidos (vs. 1-3);
· É incompreensível… como pode alguém que experimentou a bênção da graça (ao aceitar a Cristo) voltar atrás preferindo joios e espinhos do caminho da maldição? (vs. 4-8);
· Crentes precisam ser reconhecidos quando praticam a piedade, tal prática precisa ser valorizada e incentivada, para impedir que a indolência não resulte em doenças espirituais e desfaleça a fé (vs. 9-12);
· Sabendo juramento de Deus, os crentes recebem alento para continuar correndo ao refúgio espiritual, lançando mão da esperança divinamente proposta; a qual é como âncora da alma e penetra além do véu do Santuário no Céu, onde Jesus está como “Sumo Sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque” (vs. 13-20).

Alunos que não largam as matérias do ensino fundamental não entrarão no Ensino Médio e jamais chegarão a fazer faculdade. E, quanto aos que não avançam nos temas da fé, chegarão ao Céu?

É inadmissível regredir espiritualmente; portanto, sejamos diligentes e dedicados no desenvolvimento da nossa espiritualidade! Reavivemo-nos: Amadureçamos! Fortaleçamos! – Heber Toth Armí.



HEBREUS 5 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
23 de novembro de 2021, 1:00
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TEXTO BÍBLICO HEBREUS 5 – Primeiro leia a Bíblia

HEBREUS 5 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

HEBREUS 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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