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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jz/8
Logo após Gideão ter derrotado os midianitas e matado seus reis, Zeba e Zalmuna, Israel em espírito de reconhecimento e gratidão, pediu que Gideão fosse seu rei. Sábia e humildemente, Gideão desviou o louvor a Quem de direito, respondendo: “Não reinarei sobre vocês … nem meu filho reinará sobre vocês. O Senhor reinará sobre vós” (Jz 8:23 NVI).
Seria tão bom se Gideão tivesse parado aí! No crepúsculo de sua vitória militar uma tentação o aguardava. Uma tentação que se tornou uma armadilha para Gideão e sua família.
Quantas vezes as tentações mais eficazes de Satanás nos vem imediatamente após uma vitória espiritual! Esta história serve de advertência, pois quando Deus trabalha poderosamente, Satanás se esconde muito perto para tentar minimizar a sua derrota, transformando a vitória do crente em desastre.
Depois de uma vitória espiritual, que possamos responder, não como família de Gideão e seu desejo de ouro, ou como Elias a fugir de Jezabel após sua poderosa vitória no Monte Carmelo, mas, sim, como Jesus que logo após Seu batismo público enfrentou as ferozes tentações no deserto com um “está escrito!” (Mat. 4:4, 7 e 10).
Brennon Kirstein
Pastor at Hawaii Conference of Seventh-Day Adventists
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jdg/8
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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759 palavras
1 Efraim. Aqui se manifesta o espírito independente da tribo de Efraim que, dentro de uns dois séculos, causaria a divisão definitiva dos reinos de Israel e Judá (cf. 12.1; 1Rs 12.16-17). Entende-se a hesitação da parte de Gideão em convocar os efraimitas por ser ele um membro da tribo de Manassés, o qual foi posto em segundo lugar por Jacó (Gn 48.14-22). Gideão queria evitar a aparência de quem aspirava à preeminência no poder. Bíblia Shedd.
2 Não são, porventura, os rabiscos de Efraim melhores que a vindima de Abiezer? (ARA; NVI: “O resto das uvas de Efraim não são melhores do que toda a colheita de Abiezer?”). O que sobra depois da colheita principal, assim como no caso dos grãos que Rute catava nos campos (v. nota em Rt 1.22). Bíblia de Estudo NVI Vida.
Abiezer O clã de Gideão. O nome significa “meu Pai (divino) é ajudador” ou “meu Pai (divino) é forte”. Bíblia de Estudo NVI Vida.
4-21 Gideão tem problemas com os homens de Sucote e de Penuel e acaba castigando os dois grupos por não lhe terem ajudado na perseguição dos líderes midianitas. Bíblia de Genebra.
5 Sucote. Uma cidade no caminho da invasão dos midianitas. Ela desejava manter a neutralidade, com receio da vingança dos midianitas, pois não confiava na impressionante vitória de Gideão. O mesmo acontece com os crente que, por falta de fé e por temerem o mundo, acomodam-se ao pecado. Bíblia Shedd.
cansados. Porque percorreram cerca de 80 km na perseguição. Prepararam-se, a princípio, apenas para um possível e repentino ataque nos dias da perseguição. Bíblia Shedd.
6 tens já sob teu poder o punho de Zeba e de Salmuna…? (ARA; NVI: “Ainda não estão em seu poder Zeba e Salmuna?”). Os oficiais de Sucote duvidavam da capacidade de Giseão para derrotar a coligação midianita e temiam represálias caso alimentassem as tropas dele. Bíblia de Estudo NVI Vida.
8 Peniel. O lugar onde Jacó lutara com Deus (Gn 32.30, 31). Bíblia de Estudo NVI Vida.
10 Carcor. O resto das forças midianitas, sem dúvida, se julgaria seguro naquele lugar, com boa distância, ao leste do mar Morto, sem contar com a persistência de Gideão. Bíblia Shedd.
14 por escrito. Indicação dos resultados largamente propalados da descoberta do alfabeto, possibilitando a um jovem de Sucote e a Gideão a capacidade de escrever e ler. Bíblia Shedd.
21 qual o homem, tal a sua valentia (ARA; NVI:”Isso exige coragem de homem”).
23 Não reinarei… O SENHOR reinará. Gideão, da mesma forma que Samuel (1 Sm 8.4-20), rejeitava o estabelecimento de uma monarquia porque a considerava uma substituição da soberania do Senhor. O governo de Deus sobre Israel (a teocracia) é uma questão central em Juízes. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Esse versículo, assim como 1Sm 8.7-9, demonstra que o reinado em Israel foi um erro. Mesmo assim, Juízes demonstra que se tornara necessário [um mal menor]. Sem rei, a sociedade desintegrava-se. Bíblia de Genebra.
Dt 17:14-20 reconhecia que no futuro os israelitas quereriam um rei para exercer forte liderança humana como as das outras nações, mas sua legislação limitava os poderes de um rei israelita. Gideão entendia que um reinado humano tomaria o lugar que somente Deus deveria ter (compara com 1 Sm 8:7). Andrews Study Bible.
24 Daqui em diante, a vida de Gideão apresenta uma discrepância em face dos fatos anteriores. Aquele que atravessara o duro teste da adversidade foi mal sucedido no dia da prosperidade. Verifica-se, muitas vezes, que é mais fácil glorificar a Deus em tempo de emergência do que honrá-lO na vida cotidiana. Bíblia Shedd.
27 estola sacerdotal. A estola sacerdotal genuína do sumo sacerdote era usada para buscar a vontade do Senhor (1Sm 23.9-11; 30.7-8). Bíblia de Genebra.
um laço a Gideão e à sua casa. O pai de Gideão tinha sido idólatra (6.25) e, agora, Gideão caiu no mesmo pecado. Bíblia de Genebra.
28 quarenta anos. Número convencional de anos para representar uma geração. Bíblia de Estudo NVI Vida.
30 Teve Gideão setenta filhos. Sinal de prosperidade. Bíblia de Estudo NVI Vida.
tinha muitas mulheres. Como no caso de Salomão, em que a prosperidade trouxe desgraça pela prática desenfreada da poligamia(comum naqueles tempos). Bíblia Shedd.
O costume de então era que tais filhos (vindos de concubinas) ficassem na casa de suas mães. Bíblia Shedd.
31 Abimeleque. Significa “meu Pai (divino) é Rei”. Gideão, ao dar esse nome ao seu filho, reconhece que o Senhor (aqui chamado “Pai”) é Rei. Bíblia de Estudo NVI Vida.
33 Baal-Berite. Lit “Baal (deus) [ou senhor] da aliança”. Note-se até onde os israelitas se tinham afastado do Deus da Aliança. Bíblia Shedd.
Esse deus era uma imitação falsa do Deus que realmente era o Senhor da aliança. ver 9.4, nota. Bíblia de Genebra.
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“Porém Gideão lhes disse: Não dominarei sobre vós, nem tampouco meu filho dominará sobre vós; o Senhor vos dominará” (v.23).
Após a vitória sobre os midianitas, Gideão ainda teve que aplacar a insatisfação dos efraimitas, que se sentiram excluídos da batalha. Mas ao colocar a sua linhagem como sendo menor do que “os rabiscos de Efraim” (v.2) e engrandecer a vitória de Efraim contra os príncipes midianitas, Gideão conseguiu aplacar-lhes a ira. Começava ali a surgir um tímido espírito de divisão entre as tribos de Israel que despontaria na futura divisão da nação.
“Cansados mas ainda perseguindo” (v.4), Gideão e seu exército de trezentos homens precisavam de provisão de alimento, o que lhes foi negado duas vezes. Gideão “deu severa lição aos homens de Sucote” (v.16) e de Penuel e, ao descobrir que os reis dos midianitas, “Zeba e Salmuna” (v.18), que estavam em seu poder haviam matado seus irmãos, “dispôs-se, pois, Gideão, e matou a Zeba e a Salmuna” (v.21).
Vendo os filhos de Israel que Gideão liderava com valentia e acumulava conquistas, desejaram, através dele, dar início a uma sucessão de reis em Israel. Tal pedido demonstrava o total descaso e distanciamento do povo para com Deus, atribuindo a um homem a vitória do Senhor. Israel ainda não havia compreendido que o homem é apenas instrumento e que o efetuar vem de Deus. Almejaram uma monarquia terrena assim como viam nos povos cananeus. Mas a resposta de Gideão frustrou-lhes os propósitos na direção de levantar quem quer que fosse para liderá-los: “Não dominarei sobre vós, nem tampouco meu filho dominará sobre vós; o Senhor vos dominará” (v.23).
Gideão não aceitou tal pedido, contudo, sua atitude posterior revelou um coração ainda dividido. Mesmo que não houvesse a intenção de tornar aquela estola de ouro um objeto de adoração, ele não consultou ao Senhor. Agindo por conta própria, lançou sobre si mesmo, sua família e todo o povo uma armadilha que novamente faria de Israel uma nação prostituída. Obscurecidos os olhos da fé, e seu desejo pelo visível e palpável tornou-se tão grande quanto o de seus inimigos. Ellen White escreveu:
“O perigo de inatividade que se segue a uma grande luta acha-se muitas vezes repleto de maiores perigos do que o tempo de conflito. A este perigo estava Gideão agora exposto. Um espírito de inquietação o possuiu. Até ali se contentara com realizar o que Deus lhe determinava; mas agora, em vez de esperar guia divina, começou a fazer planos por si mesmo. Havendo os exércitos do Senhor ganho assinalada vitória, Satanás redobrara seus esforços para transtornar a obra de Deus. Destarte, ideias e planos foram sugeridos à mente de Gideão, pelos quais o povo de Israel se transviou” (Patriarcas e Profetas, CPB, p.555).
Hoje, líderes religiosos têm sido aclamados como senhores, e Deus, tratado como um curandeiro ou um banqueiro que é obrigado a abrir as portas do cofre sem reservas. As pessoas têm seguido líderes que prometem curas milagrosas e uma vida financeira abundante. E em meio a uma geração doente e financeiramente necessitada, quem não deseja saúde e prosperidade? E é errado desejar tais coisas? De modo algum. Mas é errado ir em busca de Deus apenas movidos por estas coisas. Estamos buscando ao Senhor ou as bênçãos que Ele pode nos oferecer? Israel pensou: ‘Vamos seguir este homem (Gideão) pois ele é bem-sucedido em tudo o que faz!’ E multidões igualmente têm trocado o “assim diz o Senhor” pelo assim diz o líder religioso.
Temos a Palavra de Deus como a nossa regra de fé e prática, amados! Enquanto Gideão era guiado pelas palavras do Senhor, prosperou. Mas quando tomou decisões sem consultá-Lo, teve de sofrer os prejuízos. Como diz a letra da canção: “No trono do viver só existe lugar pra um, lugar de quem governa todo o ser. No trono do viver só pode haver um senhor, se forem dois, um será amado e outro rejeitado” (Arautos do Rei). Que o Senhor Deus reine soberano em nosso coração! Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, servos do Rei dos reis e Senhor dos senhores!
Rosana Garcia Barros
#Juízes8 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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JUÍZES 8 – Nossos maiores fracassos podem vir no encalço de nossos maiores sucessos. Com sensação de estarmos livres da tensão, deixamos de vigiar e caímos em tentação.
Nem todo aquele que atravessa com maestria e bravura o mar das adversidades, será bem sucedido na bonança da prosperidade; nem vitórias coletivas não garantem vitória pessoal. Sem devida vigilância, tornar-se herói numa guerra contra muitos soldados não garantirá ser herói na vida pessoal. Todavia, não é sábio ser campeão em contextos de adversidade, sem resistir à tentação em contexto de prosperidade.
O capítulo em pauta nos apresenta, primeiramente, a glória e o fracasso de Gideão, mostrando que falta de vigilância leva à ignorância pessoal (Juízes 8:1-32); e, posteriormente, a apostasia rumo à idolatria e ingratidão do povo de Deus, mostrando que a ingratidão gera perversão coletiva (Juízes 8:33-35).
• Ricas lições e profundas advertências existem nestas tristes experiências. A principal é que: Quando Deus é atendido em Suas orientações, não existem dificuldades que não sejam superadas; porém, quando assumimos o controle, até na prosperidade fracassaremos.
Após a vitória sobre os midianitas, depois de lidar sabiamente com a inveja dos efraimitas e com a pressão do povo para torná-lo rei, Gideão titubeou quando orgulhosamente buscou glórias para si através de adornos de ouro para fazer um éfode e, ao naufragar na imoralidade da poligamia.
• Ninguém é perfeito, nem blindado contra o erro, Gideão foi vingativo no caso dos homens de Sucote e Panuel. Ellen White declara que até “os mais sábios erram; os mais fortes se cansam” (CBASD, v.2, p. 1109).
• Agir com boas intenções para adorar a Deus sem fundamentar nossas ações em Sua revelação descritas em Sua Palavra, resulta em idolatria e perversão da verdadeira religião.
• Não há vantagem alguma em pedir ofertas para si, quando as ofertas de gratidão deveriam ser entregues a Deus.
• Cuidemos para que nossa firmeza na adversidade não sucumbe diante da prosperidade!
Juízes 8 ensina que é imprescindível ter coragem para enfrentar os desafios, equilíbrio para celebrar as conquistas e submissão a Deus para permanecer fiel a Ele e à Sua missão. Incentiva-nos à prudência para acalmar ofendidos, a dizer palavras que curam feridos e promovam união. Estimula o trabalho duro com consciência de que a vitória vem de Deus. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO JUÍZES 7 – Primeiro leia a Bíblia
JUÍZES 7 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL
JUÍZES 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jz/7
Você está disposto a permitir Deus remover 31.700 coisas da sua vida para que você seja totalmente dependente de Deus?
De um modo contrário à razão, Deus disse a Gideão: “Você tem muitos recursos e isso atrapalha de eu te libertar. Quero que você se gabe de mim, não de sua própria força”.
Gideão pensou que precisava de mais de 32.000 homens para vencer; Deus pensou que Gideão precisava de muito menos. Muitas vezes, quando acreditamos que precisamos de muito mais – mais talento, mais força, mais promoções, mais amigos – Deus sabe que na verdade precisamos de menos. Menos do externo e mais do Eterno. Enfrentando provações tão densas quanto um enxame de gafanhotos, precisamos de menos de nossos próprios recursos e mais de Deus, nossa maior arma.
Nossa força de vontade, sabedoria ou riqueza é impotente para nos salvar de desafios tão incontáveis quanto grãos de areia. Pensando erroneamente que podemos vencer problemas com recursos humanos insignificantes, nossa história se torna uma lista de esforços humanos, em vez de um testemunho do poder miraculoso de Deus. Somente quando somos reduzidos a nada, a não ser Deus, podemos realmente possuir tudo o que precisamos. Deus é mais valente em nosso favor quando somos mais dependentes.
Quando você entrega os aspectos externos e confia no Eterno, os milagres acontecem.
Lori Engel
Eugene, Oregon, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jdg/7
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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1457 palavras
1-8 Como comandante supremo de Israel, o Senhor reduziu o exército de tal maneira que Israel soubesse que a vitória era mediante o poder dEle, e não dos israelitas. Bíblia de Estudo NVI Vida.
1 fonte de Harode. Esta nascente abundante, com outro nome, ainda brota de uma caverna no sopé de uma colina, ao longo do monte Gilboa. … Harode significa “trêmulo”, e a fonte pode ter recebido este nome em virtude do pânico e tremor que se apoderaram dos midianitas quando Gideão os atacou. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 356.
2 É demais o povo que está contigo. Comparar com 1Sm 14:6: -“para o SENHOR nenhum impedimento há de livrar com muitos ou com poucos”. Bíblia de Estudo Andrews.
Israel poderia se gloriar contra Mim. A redução das forças de Gideão (3, 4) tinha como propósito evitar a presunção. Bíblia Shedd.
A auto suficiência é um inimigo quando nos leva a acreditar que podemos realizar o que precisa ser feito pelas nossas próprias forças. Para prevenir essa atitude entre os soldados de Gideão, Deus reduziu seu número de 32.000 para 300. … Como Gideão, devemos reconhecer o perigo de lutar com nossas próprias forças. Podemos confiar na vitória somente se colocarmos nossa confiança em Deus e não em nós mesmos. Life Application Study Bible.
3 Apregoa… Quem for tímido e medroso (ARA; NVI: “todo aquele que estiver tremendo de medo”). A proclamação era uma parte do aviso que Moisés ordenou que fosse feito (Dt 20:5-9), convidando os medrosos a deixar as fileiras para que sua deserção no meio da batalha não levasse outros a fugir também. “Pelo fato de seu exército ser tão pequeno em comparação com o do inimigo, Gideão se abstivera de fazer a proclamação usual” (PP, 549). Muitos dos homens se alistaram por causa dos apelos de Gideão, mas eram temerosos e descrentes. Para que não fugissem quando a batalha começasse ou tomassem a glória para si mesmos, o Senhor pediu que fossem mandados de volta. Os dois terços que saíram constituem um triste comentário sobre a amplidão da idolatria que destruiu a fé de Israel em Deus. CBASD, vol. 1, p. 356.
Gileade. Uma sugestão para este nome pode ser encontrada no nome de um ribeiro conhecido como Nahr el-Jalud.
6 lamberam. Os 300 permaneceram de pé, prontos para qualquer emergência. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Uma pequena minoria se mostrou ávida por continuar em movimento e vigilante, pronta para lutar a qualquer momento. Bíblia de Estudo Andrews.
A triagem serviu para remover os infectados pela idolatria e destacar os homens de coragem e fé; homens cuja confiança em Deus não foi afetada pela prática da adoração idólatra. A fé os levava a confiar que, com Deus ao seu lado, o sucesso seria certo, apesar de estarem em menor número. Como Jônatas mais tarde lembrou ao seu escudeiro, o número deles era de pouca importância aos olhos de Deus (ver 1Sm 14:6). CBASD, vol. 1, p. 356, 357.
10 Se ainda temes atacar. Gideão já havia provado ao Senhor com um sacrifício e com o teste duplo da lã (cap. 6). Ele ainda estava com medo, em especial, porque seu exército havia sido reduzido a 300 soldados, contra uma hoste inimiga de cerca de 135 mil (8:10). Por isso, o Senhor graciosamente lhe ofereceu uma garantia adicional de uma fonte improvável: as palavras de dois soldados adversários, que predisseram o sucesso do pequeno exército de Gideão (7:13-15). Bíblia de Estudo Andrews.
Está você enfrentando uma batalha? Deus pode te dar a força que você precisa em qualquer situação.E não fique assustado pelo modo como Ele te ajuda. Como Gideão, você deve escutar a Deus e estar pronto a dar o primeiro passo. Somente após você começar a obedecer a Deus você encontrará coragem para se movimentar para frente. Life Application Study Bible.
8-14 O Senhor forneceu a Gideão informações animadoras de inteligência militar antes da batalha. Bíblia de Estudo NVI Vida.
11 até a vanguarda. Isto é, nos postos avançados ou nas sentinelas. Possivelmente o acampamento midianita incluía mulheres e crianças. Os soldados estariam postados ao redor do acampamento. CBASD, vol. 1, p. 357.
12 Os midianitas eram saqueadores montados em camelos, compostos por cinco famílias ligadas a Abraão através de Midiã, o filho de Abraão com Quetura, sua segunda esposa. Eles habitavam as regiões do deserto entre o mar Morto e o mar Vermelho. Life Application Study Bible.
13, 14 Embora revelações por meio de sonhos sejam muitas vezes mencionadas no AT, no presente caso quem sonhou e quem interpretou não eram israelitas [Cp. José e Daniel]. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Deus capacitou Gideão a compreender o sonho e o seu significado. Assim, ele foi inspirado a cumprir confiante a comissão que lhe fora dada. CBASD, vol. 1, p. 357.
13 pão de cevada. Representa os israelitas destituídos das terras mais produtivas que foram assim obrigados a comer pão de cevada, o alimento dos pobres. Bíblia Shedd.
Como a cevada era considerada um cereal inferior, com apenas metade do valor do trigo (v. 2Rs 7.1), é um símbolo apropriado de Israel, que era numericamente inferior. Bíblia de Estudo NVI Vida.
O pão de cevada era o alimento das pessoas pobres. Pode ser uma referência velada aos israelitas, que estavam empobrecidos pelos sete anos consecutivos de opressão midianita. CBASD, vol. 1, p. 357.
15 adorou. Ao reconhecer no sinal uma evidência da presença divina em seu empreendimento, Gideão deu a resposta mais apropriada para a ocasião: ele adorou. Sua prece expressou gratidão. Muitas vezes, aqueles especialmente abençoados por Deus se esquecem de agradecer. Gideão poderia ter raciocinado que, com a urgência da tarefa e a necessidade de aão imediata, ele poderia adiar o culto de louvor para depois da vitória. Porém, deixar para mais tarde, em geral conduz ao esquecimento e á total negligência do louvor a Deus. CBASD, vol. 1, p. 357.
16 três companhias. Esta divisão dava a ilusão de grande força de ataque. Quando os midianitas vissem as tochas e ouvissem as trombetas posicionadas em diferentes locais ao redor do acampamento, suporiam que estavam cercados. O plano de ataque foi sugerido pela direção divina (PP, 550). CBASD, vol. 1, p. 357.
Comparar com Gn 14:14, 15. Em uma batalha comum, seria impossível Gideão vencer 135 mil midianitas, mesmo com 32 mil israelitas. Portanto, ele usou seus trezentos para subir furtivamente e chocar o inimigo com um barulho e clarão súbitos, com o som das trombetas, a quebra dos cântaros, as tochas e os gritos. Isso enganou os midianitas, fazendo-os pensar que seu arraial estava sendo atacado por um exército poderoso. O Senhor acrescentou pânico, os midianitas atacaram uns aos outros e fugiram. Então outros israelitas se uniram a Gideão e seu grupo, indo ao encalço dos adversários. Foi um caso clássico de cooperação entre Deus e os seres humanos. Bíblia de Estudo Andrews.
trombetas. Do heb. shofar. O chifre curvo de um carneiro. CBASD, vol. 1, p. 357.
cântaros. Potes simples feitos de barro utilizados pelo povo daquele tempo para cozinhar e também como recipientes. CBASD, vol. 1, p. 357.
19 ao princípio da vigília média (ARA; NVI: “pouco depois da meia-noite”). Depois de o inimigo ter ido dormir. Bíblia de Estudo NVI Vida.
21 permaneceu cada um no seu lugar. Ao invés de atacá-los, os 300 israelitas se detiveram nos arredores do acampamento, tocando as cornetas, agitando as tochas e gritando. O plano era incutir pânico no acampamento midianita. CBASD, vol. 1, p. 358.
22 o Senhor tomou a espada. Mesmo com a astúcia do plano ousado de Gideão, se Deus não tivesse agido precisamente para confundir o inimigo, nenhum dos 300 valentes teria sobrevivido. Bíblia Shedd.
um contra o outro. A multidão se precipitou pelo vale de Jezreel a fim de escapar pelo Jordão, na noite escura. Confundiram os que estavam à sua frente com os inimigos e apontaram as armas para estes. CBASD, vol. 1, p. 358.
rumo de Zererá. A fuga dos midianitas teria sido na mesma direção que o Jordão, para o deserto. Bíblia Shedd.
24 Gideão enviou mensageiros a todas as montanhas (NVI: “montes”) de Efraim (NVI). Gideão precisava da ajuda dos efraimitas para impedir a fuga dos midianitas para dentro do vale do Jordão. Bíblia de Estudo NVI Vida.
A tribo de Manassés e a populosa tribo de Efraim habitavam ao sul do cenário da batalha. A última não foi convocada por Gideão quando ele reuniu os hebreus. Quando as tropas midianitas começaram a fuga, Gideão enviou mensageiros velozes ao território de Efraim, pedindo que o povo de lá fosse rapidamente ao rio Jordão e assumisse a posição dos vaus para onde os efraimitas se dirigiam. Os efraimitas responderam imediatamente, bloqueando a fuga sobre os vaus do sul. Na época, o rio possivelmente estava alto, forçando o inimigo a utilizar determinados vaus. CBASD, vol. 1, p. 358.
25 Orebe, “corvo” e Zerebe, “lobo”, foram detidos pelas forças de Efraim que seguiram a sugestão de Gideão de cortarem o caminho do escape, pelo rio Jordão. Bíblia Shedd.
Nomes pitorescos para chefes do deserto. CBASD, vol. 1, p. 358.
dalém do Jordão (ARA; NVI: “do outro lado do Jordão”).
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“Disse o Senhor a Gideão: É demais o povo que está contigo, para Eu entregar os midianitas nas suas mãos; Israel poderia se gloriar contra Mim, dizendo: A minha própria mão me livrou” (v.2).
Confiante de que Deus o chamou na missão de livrar Israel dos midianitas, Gideão reuniu “todo o povo que com ele estava” (v.1) para marchar contra os inimigos. Gideão certificou-se de que todos os homens de guerra o acompanhassem naquela investida, quando foi surpreendido com a ordem divina de fazer uma espécie de processo seletivo. Inicialmente, o Senhor ordenou que todos os tímidos e medrosos voltassem para casa. E pasmem! Voltaram do povo vinte e dois mil! Isto já nos diz algo muito importante, amados: o que enxergamos como sendo um exército grande e forte, pode não passar de um bando de tímidos e medrosos. A quantidade não revela a qualidade.
Na sequência, restaram dez mil homens. E disse Deus: “Ainda há povo demais” (v.4). Deus não necessita de multidões para ver cumpridos os Seus propósitos, porque o pouco com Deus se torna a maioria. Ele sabia exatamente a quem usar. E daqueles dez mil, 300 foram destacados. Divididos “em três companhias” (v.16), aqueles homens estavam dispostos a compartilhar com Gideão as recompensas da confiança em Deus. Confiaram no Deus de seus pais e confiaram em seu líder, obedecendo-lhe a ordem: “Olhai para mim e fazei como eu fizer” (v.17). Com espírito humilde e manso, à semelhança do Anjo do Senhor que o elevou de agricultor à comandante da nação, Gideão tornou-se um líder digno de ser imitado.
Conhecendo-lhe o coração e de como começou a ser ameaçado pelo medo, o Senhor propôs a Gideão outra prova. Na companhia de seu servo, ele ouviu da boca de seus inimigos a confirmação de sua vitória, e “adorou” (v.15). Foi quando Deus mesmo propôs o sinal de Seu cuidado e o confirmou, que Gideão finalmente compreendeu o cerne da questão: a verdadeira adoração. Ao experimentar a benignidade do Senhor, tornou-se um eficiente instrumento para transmiti-la a seus liderados. A espada de Gideão não era outra, senão a Palavra de Deus. Tudo quanto o Senhor havia ordenado, assim fez Gideão. Quanto mais devemos lhe imitar o exemplo! “Tomai também o capacete da salvação e a espada do Espírito, que é a Palavra de Deus” (Ef.6:17).
Dos trezentos é dito isto: “E permaneceu cada um no seu lugar” (v.21). O Senhor tem uma obra específica para cada um de nós. Ninguém é chamado ao ócio na seara do Senhor. Há um sagrado ofício e uma santa convocação a todos os que, como Gideão, manifestam depender de Deus. Antes de ouvir qualquer voz humana, Gideão buscava ouvir a voz de Deus. Sua insegurança foi mudada em dependência; seu medo, em confiança; sua fraqueza, em força. E no Senhor e na força do Seu poder, liderou o pequeno grupo de valentes apenas com trombetas e cântaros iluminados. Porque onde há genuíno louvor e adoração, há o fogo do Espírito; e onde há o fogo do Espírito, a vitória é garantida.
Veremos no capítulo de amanhã que, infelizmente, Gideão não perseverou em sua fidelidade, o que causou um terrível prejuízo para a sua família e para a nação de Israel. O que deixa bem claro que precisamos ser santificados pelo Espírito Santo todas as horas ou corremos o mesmo risco de abandonar o primeiro amor. Como Paulo, que nossa vida revele um crescente, sólido e maduro relacionamento com Cristo: “Pelo que sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias, por amor de Cristo. Porque, quando sou fraco, então, é que sou forte” (2Co.12:10). Vigiemos e oremos!
Bom dia, fortes e vitoriosos no Senhor!
Rosana Garcia Barros
#Juízes7 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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JUÍZES 7 – Mesmo possuindo medo, insegurança e dúvidas, um indivíduo pode ser chamado por Deus para uma ação especial.
Gideão questionou a presença de Deus, sendo o único juiz que recebeu Sua presença literal (Juízes 6:13). Ele também questionou o caráter de Deus, em vez de questionar o caráter do povo que se afastara de Deus (Juízes 6:13). Além disso, Gideão resistiu ao chamado divino alegando insignificância e indignidade frente à tamanha responsabilidade (Juízes 6:15).
Deus lidou graciosa e pacientemente com cada questão levantada; contudo, ainda não foi suficiente para Gideão: Ele ainda exigiu dois sinais relacionados à lã, e Deus submeteu-Se, atendendo seus singelos pedidos (Juízes 6:36-40).
• O Deus da Bíblia é paciente, diferente do conceito do Deus criado por muita gente.
• Deus desce ao nível do indivíduo inseguro a fim de elevá-lo para um estágio de fé ainda não alcançado.
Assim que Gideão abraçou a missão e reuniu o exército para lidar com 32.000 soldados inimigos, Deus reduziu seu exército que já era extremamente menor que o exército inimigo. 31.700 soldados foram dispensados; restando apenas 300 para lutar contra 135.000 homens (Juízes 7:12; 8:10). Se antes Deus foi testado por Gideão, agora Gideão estava sendo testado por Deus (Juízes 7:1-7).
Todavia, Deus deu evidência de Sua Onipotência até mesmo em um sonho aos pagãos – o que animou Gideão a empenhar-se na batalha obviamente desproporcional (Juízes 7:8-16). E, claro, com Deus o improvável tornou-se possível; com 300 homens, Gideão obteve a vitória pela graça e poder divinos (Juízes 7:17-25).
“Quando as trezentas trombetas soaram, o Senhor fez que em todo o acampamento os homens se voltassem uns contra os outros com as suas espadas” (Juízes 7:22). Gideão convocou israelitas de Naftali, Aser, Manassés e dos montes de Efraim para capturar os fugitivos; porém, ficou claro que a vitória viera de Deus.
Deus não tem problema de resolver grandes desafios com pouco recurso humano. Ele pretende ensinar-nos que não é nossa capacidade, habilidade e forças que nos garantem o sucesso; Ele é que dá a capacidade de conquistar o impossível contra a lógica humana (Deuteronômio 8:17-18).
A redução do exército mais o sonho do soldado inimigo visam promover certeza de que Deus sempre é o protagonista da história, e nos concede vitórias! Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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