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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jz/6
Se Deus está conosco, por que tudo isso aconteceu conosco?
Apesar da indulgência dos israelitas com o mal, eles eram cegos em reconhecer que o sofrimento é muitas vezes nascido de escolhas pecaminosas. Em aflição, eles clamaram a Deus por ajuda. E um Deus longânimo enviou um defensor para resgatar Seus filhos desobedientes de consequências bem-merecidas.
A pergunta de Gideão é anterior à questão que os oprimidos e sofredores clamaram ao longo dos milênios: “Deus, se estás comigo, por que isso está acontecendo comigo?”
Às vezes, o sofrimento é causado por escolhas pecaminosas. Às vezes é causado por um mundo pecaminoso e quebrado. E às vezes não há razão identificável para corações e vidas devastados.
Querer saber o “porquê” do sofrimento é o clamor natural dos corações feridos que anseiam por controle e respostas. Nós queremos uma explicação. No entanto, é uma busca fútil. Somente na eternidade conheceremos todas as causas do nosso sofrimento. Concentrar-se no “porquê” só nos deixa frustrados e muitas vezes cheios de culpa.
Outra pergunta nos é mais útil: “Como posso crescer através desse sofrimento?” Este questionamento transforma o sofrimento em um mapa do tesouro para a transformação.
Um dia, conheceremos todos os porquês. Concentre-se nos “comos” até então!
Lori Engel
Eugene, Oregon, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jdg/6
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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487 palavras
6.1-8.32 Gideão foi o maior dos juízes. Os seguintes fatos confirmam esse conceito. (a) Sua história é a mais longa no livro. (b) O Senhor está mais visivelmente ativo nessa história do que em qualquer das demais. (c) O Anjo do Senhor apareceu a ele, mas a nenhum outro juiz (vs. 11-24). (d) Séculos mais tarde, Isaías relembra a derrota de Midiã por Gideão como uma grandiosa vitória (Is 9.4; 10.26). (e) Figura em primeiro lugar na lista de libertadores em Samuel (“Jerubaal”, 1Sm 12.11). (f) É colocado em paralelo com Moisés (6.11-24, nota). (g) O povo procurou fazê-lo rei (8.22-23). (h) Vivia como rei (8.26-27, 30, 32). Apesar de tudo isso, porém, Gideão fracassou em um aspecto. Gideão fez uma estola sacerdotal de ouro e esta o induziu, bem como a outros, ao pecado (8.27). Bíblia de Genebra.
1 Os israelitas haviam derrotado os midianitas para puni-los por terem conspirado com Moabe para destrui-los (Nm 25; 31). Então, novamente, um velho inimigo estava buscando de vingar de Israel. Andrews Study Bible.
3 amalequitas. Normalmente era um povo do Neguebe, mas aqui estão em coligação com os midianitas e com outros povos do leste, nômades da área desértica de Moabe e Amom. Bíblia de Estudo NVI Vida.
5 camelos. A referência mais antiga do AT ao uso na guerra de camelos como montarias. Bíblia de Estudo NVI Vida.
11 malhando o trigo no lagar (ARA; NVI: “malhando o trigo num tanque de prensar uvas”). Em vez de empregar a área usual, ao ar livre (v. nota em Rt 1.22). Gideão se sentia mais seguro malhando o trigo nesse espaço mais protegido, porém muito confinado. Bíblia de Estudo NVI Vida.
o Anjo do SENHOR. Cristo em forma humana (ver nota em 2:1). Isto está claro em 6:14, quando a mesma pessoa é “o SENHOR” e pela reação de Gideão quando percebeu a Quem havia visto (vs. 22-23; comparar com Êx 33:20 – referindo-se à forma não velada de Deus). Andrews Study Bible.
15 como posso…? (NVI). O Senhor em geral convoca os humildes, e não os poderosos, para agir em nome dEle. Bíblia de Estudo NVI Vida.
22 ai de mim. Um pressuposto do pensamento dos hebreus era que ver a Deus significaria a morte (cf Gn 16.13; 32.30; Êx 20.19; 33.20; Is 6.5). Em Cristo, podemos ver a Deus e viver eternamente (Jo 1.18; 14.6-9). Bíblia Shedd.
29 perguntando o inquirindo. Segredo guardado por dez homens (27) deixa de ser segredo. Bíblia Shedd.
30 Os israelitas achavam-se numa apostasia tão grande que estavam dispostos a matar alguém do próprio povo a favor da causa de Baal. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Deparamos até onde os israelitas tinham se desviado da verdadeira adoração ao único Deus. Bíblia Shedd.
31 se é deus, que por si mesmo contenda. O pai de Gideão salvou a vida de seu filho ao argumentar inteligentemente que Baal deveria ser capaz de defender seus próprios direitos. Andrews Study Bible.
39 só a lã esteja seca. A segunda prova seria indubitavelmente sobrenatural, posto que a lã absorveria o orvalho muito mais facilmente que a terra e as pedras ao redor. Bíblia Shedd.
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“Então, Se virou o Senhor para ele e disse: Vai nessa tua força e livra Israel da mão dos midianitas; porventura, não te enviei Eu?” (v.14).
Como um bumerangue que alça voo mas acaba voltando para o mesmo lugar, Israel era inconstante e sempre voltava às práticas que o tinha levado à escravidão. Após quarenta anos em paz, os filhos de Israel voltaram a fazer “o que era mau perante o Senhor” (v.1), tendo que submeter-se ao jugo dos midianitas. Dessa vez, “Israel ficou muito debilitado”, e “os filhos de Israel clamavam ao Senhor” (v.7). Porém, antes de levantar um novo libertador, o Senhor lhes enviou um profeta a fim de que compreendessem a razão exata de seu sofrimento: “não destes ouvidos à Minha voz”, disse Deus (v.10).
Após ter escolhido uma mulher para liderar o Seu povo, o Senhor escolheu um simples homem do campo que, segundo ele mesmo, pertencia à família “mais pobre em Manassés”, além de ser o menor na casa de seu pai (v.15). Gideão estava malhando o trigo para escondê-lo dos midianitas; estava garantindo a subsistência de sua casa e não tinha intenção alguma de chamar a atenção de quem quer que fosse. Seus pensamentos, contudo, vagueavam na esperança de livramento, e em muitos questionamentos acerca do que estava acontecendo com Israel, foi abordado pelo “Anjo do Senhor” (v.11).
A expressão “Anjo do Senhor” é um dos nomes dados a Jesus. Mas a princípio, Gideão não percebeu que estava falando com o próprio Jesus e simplesmente começou a verbalizar tudo o que estava lhe afligindo o coração: “Se o Senhor é conosco, por que nos sobreveio tudo isto?” (v.13). Ele havia ouvido falar sobre as maravilhas realizadas por Deus a favor de Israel, e diante da realidade de ter de esconder até o próprio alimento, desabafou: “Porém, agora, o Senhor nos desamparou” (v.13). Contudo, ao ver consumida a sua oferta, percebeu que aquele diálogo tinha sido entre Criador e criatura.
Na inocência de quem desejava fazer o que era correto e na prudência de estar seguro quanto ao seu dever, Gideão provou a Deus. Sua força e coragem, entretanto, não lhe foram características próprias, mas doadas por Aquele que sonda os corações. Orientado pelo Senhor, Gideão destruiu o altar de Baal e o poste-ídolo e ergueu ali um altar de adoração ao único Deus verdadeiro. Ele não fez isso à luz do dia, “mas de noite” (v.27). Parece que tudo o que Gideão fazia, o fazia às escondidas. Mas em sua insegurança, Deus enxergou um líder obediente e capaz de arriscar a própria vida em favor de sua família e de seu povo.
Quantos se encontram na mesma situação de Gideão, envoltos em seu labor, tendo de enfrentar situações difíceis, enquanto questionam: “Se o Senhor é conosco, por que nos sobreveio tudo isto?” (v.13). E não conseguem perceber que Jesus está com a mão estendida pronto para conceder livramento. Quantos têm pedido por sinais e provas do cuidado de Deus, e enquanto se ocupam em fazer tantas coisas, pacientemente o Senhor diz: “Esperarei até que voltes” (v.18).
Dê ouvidos à voz de Deus! Faça de sua casa um lugar de adoração a Ele, e, certamente, “o Espírito do Senhor” (v.34) lhe revestirá com poder para que sejas uma testemunha de Jesus no final deste grande conflito. E mesmo em meio à perseguição e à tribulação, você conseguirá ouvir a voz de Cristo a te dizer: “Paz seja contigo! Não temas! Não morrerás!” (v.23). Vigiemos e oremos!
Bom dia, valentes do Senhor!
Rosana Garcia Barros
#Juízes6 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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JUÍZES 6 – No tempo dos juízes, o povo de Deus envolveu-se num emaranhado de pecado e num redemoinho de julgamento que desafiava o futuro da jovem nação. É nítido um ciclo previsível de situações sintetizadas da seguinte forma:
• Pecado/apostasia.
• Sofrimento.
• Súplica.
• Salvação.
Samuel e Esdras referiram-se à história dos juízes a fim de lembrar ao povo de Deus suas tendências pecaminosas e a graciosa misericórdia divina (1 Samuel 12:9-11; Neemias 9:26-28).
Lamentavelmente a lição da história não permanece por muito tempo na memória do povo de Deus. Aprendizados logo se desvanecem. Assim, toda vez que falecia um líder usado por Deus para livrar Israel da opressão, a fé e o reavivamento se esvaíam. Tristemente “o povo voltava a caminhos ainda piores do que os caminhos dos seus antepassados seguindo outros deuses, prestando-lhes culto e adorando-o. Recusavam-se a abandonar suas práticas e seu caminho obstinado” (Juízes 2:19).
O ciclo de pecado reiniciou após a libertação operada por Débora e Baraque; na sequência, Israel sofreu opressão nas mãos dos midianitas e amalequitas; por isso, houve um clamor ao Senhor (Juízes 6:1-6).
Deus respondeu chamando Gideão, o qual tinha seus defeitos. Ele não era perfeito. Ele tinha suas fraquezas e medos (Juízes 6:7-40), como qualquer um de nós. Todavia, “o Senhor pode usar mais eficazmente os que têm consciência de sua própria indignidade e incapacidade. Ele lhes ensinará o exercício da coragem e da fé e os fará fortes, unindo a fraqueza deles com Sua força, e sábios, associando Sua sabedoria à ignorância deles”, observa Ellen White (CBASD, v.2, p. 1107).
Juízes 6 apresenta o pecado e o sofrimento sempre de mãos dadas. Eles não se divorciam nunca. Quando se pratica persistentemente o pecado, na sequência vem o sofrimento como inevitável consequência – pena que aprender isso parece difícil a todos nós!
Felizmente, há outra dupla inseparável: Súplica e salvação. Deus Se compadece com a súplica sincera de um coração que clama por libertação – pena que aprender isso também é difícil!
Juízes 6 mostra que Deus atende a súplica de Seu povo que caiu em pecado; e, pode atuar através de alguém fragilizado pela situação ameaçadora. Deus pode trabalhar com a dúvida sincera, o medo e a insegurança apresentados a Ele.
As lições estão diante de nós, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO JUÍZES 5 – Primeiro leia a Bíblia
JUÍZES 5 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL
JUÍZES 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jz/5
Em Juízes 5, Débora e Baraque cantam um dueto, um “cântico novo ao Senhor” como diz Salmo 96:1. Um bonito exemplo de louvor a Deus: novo, atual e específico.
Débora e Baraque poderiam ter cantado o hino de Miriam, da libertação de Deus de Israel no Mar Vermelho. Em vez disso, compuseram uma nova canção, detalhando o que Deus havia acabado de realizar por eles. Ao relatar na canção o que Deus havia feito a Israel, ao libertá-los de Sísera, eles honraram ao Deus do presente, o Grande EU SOU [YHWH].
Devemos cantar a respeito do que Deus fez por nós no passado, mas também devemos cantar canções novas, a respeito do que Deus tem feito por nós agora. Muitas vezes eu falho em não escrever, não registrar, os poderosos atos de Deus na minha vida no presente. E quando eu falho em lembrar como Deus tem conduzido a minha vida, começo a temer pelo futuro.
Que possamos cantar novas músicas para o Senhor, canções pessoais que detalhem como Deus está trabalhando especificamente em nossas vidas hoje.
Brennon Kirstein
Pastor da Igreja Adventista de Kailua
Havaí, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jdg/5
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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1345 palavras
1 cantaram Débora e Baraque. O cântico de Débora é reconhecido como um dos melhores exemplos de uma ode de triunfo, preservada na literatura hebraica. Bíblia Shedd.
…famoso por sua antiguidade e pela sua notável qualidade literária. Bíblia de Genebra.
A letra desses cânticos chega a nós em forma de poesia do hebraico arcaico, difícil de traduzir. Bíblia de Estudo Andrews.
4 de Seir, marchando desde o campo de Edom. Ponto de partida de Israel para as batalhas de conquista (Dt 33.2) [O monte Seir era a cordilheira principal que passava por Edom]. Deus é retratado como o grande guerreiro indo à frente do Seu povo. Bíblia de Genebra.
os céus gotejaram. Talvez uma referência ao aguaceiro que contribuiu para a derrota dos cananeus. Bíblia Shedd.
5 o Sinai. Uma lembrança da manifestação de poder divino nesse monte (Êx 19:16-19). Bíblia de Estudo Andrews.
Ver Sl 68.8. Um terremoto e uma tempestade surgiram quando Deus apareceu no monte Sinai (Êx 19.16-18). Bíblia de Estudo NVI Vida.
6-8 Descreve a condição desolada da região norte de Israel, sujeita à extorsão dos cananeus.
6 cessaram as caravanas (ARA; NVI: “as estradas estavam desertas”). Por causa das guarnições inimigas e dos bandos de assaltantes… as estradas eram inseguras. Bíblia de Estudo NVI Vida.
7 ficaram desertas as aldeias em Israel (ARA; NVI: “já tinham desistido os camponeses”). Já tinham fugido para as cidades muradas, buscando proteção. Bíblia de Estudo NVI Vida.
levantei-me por mãe em Israel. Os príncipes não assumiriam a liderança (subentendido no v. 2), mas uma mulher foi suscitada para conduzir Israel. Contrastar esse “mãe em Israel” com a desesperançosa mãe de Sísera (v. 28). Bíblia de Genebra.
8 Escolheram-se deuses novos. Essa é uma representação poética do cilco do pecado e do castigo (2.11-19). A idolatria sempre traz sofrimento à cidade. Bíblia de Genebra.
O motivo da miséria é sempre a substituição do único Deus por deuses falsos. Bíblia Shedd.
não se via escudo nem lança entre quarenta mil em Israel. Os cananeus, como os filisteus posteriormente, proibiram todo o comércio dos ferreiros e o armamento entre os hebreus. Dificilmente se encontrava um escudo ou lança em bom estado entre os 40 mil homens do exército. Essa política eliminava todo perigo de reação por parte dos hebreus. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 342.
10 Vocês, que cavalgam em brancos jumentos. Alusão aos nobres e aos ricos (v. 10.4; 12.14). Bíblia de Estudo NVI Vida.
Jumentas eram cavalgadas pela nobreza; o cântico é dirigido aos chefes mencionados nos vs. 2, 9. Bíblia de Genebra.
13-18 Os guerreiros do Senhor que se reuniram para a batalha. Bíblia de Estudo NVI Vida.
14 Maquir. O primogênito de Manassés (Js 17.1). …a referência aqui diz respeito àqueles a oeste do Jordão. Bíblia de Estudo NVI Vida.
15 grande discussão. A falta da participação de Rúben, Gileade, Dã e Aser (v. 17) demonstra que Israel não estava unido. Bíblia de Genebra.
15c-17 Denúncia merecida vem sobre as tribos que colocaram sua segurança individual acima do desafio dos seus irmãos. Bíblia Shedd.
17 Gileade. O país do outro lado do Jordão, ao sul e ao leste do mar da Galileia. É tratado aqui como se fosse uma das tribos. O escritor aparentemente utilizou a palavra “Gileade” em lugar de Gade, a tribo que habitava nesse território.CBASD, vol. 2, p. 344.
16 Por que ficaste entre os currais… ? Os israelitas que viviam a certa distância do conflito não se envolveram quando sua ajuda foi necessária. Bíblia de Estudo Andrews.
19 Vieram reis. Uma aliança de reis de cidades, com suas forças armadas, juntaram-se a Jabim, rei de Hazor, principal cidade da região norte. Bíblia Shedd.
Megido. Por causa de sua localização estratégica, a “planície de Megido” (2Cr 35.22) tem sido um campo de batalha frequente desde os primórdios. Ali, o faraó Tutmés III derrotou uma coligação cananéia em 1468 a.C., e ali, em 1917 c.C., os britânicos comandados pelo general Allenby pôs fim ao domínio dos turcos na Palestina ao vencê-los no vale de Jezreel defronte a Megido. Na história bíblica, as forças de Israel comandadas por Débora e Baraque esmagaram os cananeus “junto às águas de Megido” (v. 19), e ali morreu Josias, o bom rei de Judá, numa batalha contra o faraó neco II, em 609 a.C. (2Rs 23.29). Bíblia de Estudo NVI Vida.
[Nota: Alguns comentaristas evangélicos consideram que a referência em Ap 16.16 ao “lugar que, em hebraico, é chamado Armagedom”, como o local da “batalha do grande dia do Deus todo-poderoso”, Ap. 16:14, se refira ao monte Megido. Teólogos adventistas, no entanto, consideram que a batalha do Armagedom faça referência ao evento que começou no monte ao lado, o monte Carmelo, ou seja, a grande batalha entre o bem e o mal nas pessoas de Elias e Acabe e seus profetas, que terminou com a morte dos profetas de Baal no riacho do Quisom, aos pés de Megido, 1Rs 18. Ou seja, o Armagedom será uma questão de adoração ou não ao Deus verdadeiro, envolvendo a observância de Sua vontade como expressa em Seus mandamentos e não uma guerra literal de uma confederação de países contra Israel, como muitos interpretam. Mais informações em CBASD, vol. 7, p. 937 e 938 e nas Lições da Escola Sabatina de 1989 e 1996 e Seminário Revelações do Apocalipse, ambos compilados em formato zip/pdf aqui (pesquise as várias ocorrências do termo Armagedom).]
20 Desde os céus pelejaram as estrelas. Ou seja, os poderes do céu ajudaram o povo de Deus a vencer a batalha. Bíblia de Estudo Andrews.
23 amaldiçoaram a Meroz. Os israelitas que habitavam em Meroz não fizeram nada para ajudar o exército de Baraque e Débora, embora morassem perto de onde ocorreu a batalha. A negligência voluntária era pecado. Por não terem agido como israelitas, sofreriam a mesma maldição lançada sobre os cananeus. Bíblia de Estudo Andrews.
Essa cidade israelita em Naftali foi amaldiçoada por causa de sua recusa de ajudar o exército do Senhor. Outras cidades também foram severamente castigadas por se recusarem a participar das guerras do Senhor (ver 8.15-17; 21.5-10). Bíblia de Estudo NVI Vida.
25 coalhada. Leite artificialmente azedado sacudindo-se leite num odre de couro e depois deixando-o fermentar (devido às bactérias que permaneciam no odre depois do uso anterior). Bíblia de Estudo NVI Vida.
26 martelo (NVI). O quadro seguinte surge da combinação desse relato poético da ação de Jael com a descrição literal de Juízes 4:2. Enquanto Sísera dormia, Jael se aproximou silenciosamente e o golpeou com um martelo, quebrando sua cabeça. Apesar de ferido mortalmente, lutou a seus pés. De acordo com Juízes 5:27, ele se encurvou (no hebraico, kara’, “curvar-se sobre os joelhos”), e ali morreu (literalmente, “tratado com violência”). Depois disso Jael perfurou-lhe as têmporas com a estaca, prendendo-o ao chão. Não é possível saber quanto da linguagem desse poema é literal. CBASD, vol. 2, p. 345.
28-30 A ansiedade no coração provocada pela demora do comandante cananeu é dramatizada pela conversa imaginada da mãe de Sísera, consigo e com as damas. Uma vez que era o costume do capitão supervisionar a distribuição dos despojos, é sugerido que a demora seria devido à vastidão dos despojos. Bíblia Shedd.
30 uma ou duas moças, a cada homem. A palavra hebraica traduzida por “moças” nesta passagem se refere a mulheres capturadas para servir de objetos sexuais nas mãos de Sísera e de suas tropas. Bíblia de Estudo Andrews.
estofos de várias cores. Os artigos mais finos e valiosos eram reservados para o comandante. Bíblia Shedd.
31 O cântico termina com uma oração para que a presente vitória seja o modelo em todas as batalhas futuras contra os inimigos do Senhor (ver Nm 10.35; Sl 68.1, 2).
os que Te amam. A conclusão do cântico se torna clara: os que se rebelam contra o Senhor perecem; porém os que O amam e servem-nO serão exaltados como o Sol (cf Dn 12.3). Bíblia Shedd.
quarenta anos. Número convencional de anos para representar uma geração. Bíblia de Estudo NVI Vida.
a terra ficou em paz. Como teria sido conveniente se o povo, nesse período de sossego, tivesse andado no caminho do Senhor. A lição para hoje é de que, neste tempo de relativa paz, a igreja de Deus é desafiada a viver de acordo com a luz da verdade presente e, assim, acelerar o término da obra de Deus e a consumação do destino glorioso do povo remanescente. CBASD, vol. 2, p. 346.
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“Assim, ó Senhor, pereçam todos os Teus inimigos! Porém os que Te amam brilham como o sol quando se levanta no seu esplendor” (v.31).
Como o foi com Moisés, após o livramento do Mar Vermelho, Débora, juntamente com Baraque, entoou um cântico de gratidão ao Senhor pela vitória contra Jabim. Creio que seja o primeiro dueto musical registrado na Bíblia. Este poema, ou salmo hebraico, é atribuído à autoria de Débora e perfaz com louvor a conquista dada a Israel. “Naquele dia” (v.1), em que Deus humilhou seus inimigos, Débora fez de seu cântico o som de uma trombeta em vitória. Todo o Israel deveria ouvir aquele salmo e bendizer ao Senhor.
Como “mãe em Israel” (v.7), Débora buscou orientar, encorajar seu povo como a um filho e a falar “dos atos de justiça do Senhor”, que os conduziu “ao seu lar” (v.11). Ao mesmo tempo, reconheceu que este despertamento deveria começar por ela mesma: “Desperta, Débora, desperta, desperta, acorda, entoa um cântico” (v.12). Houvesse ela olhado para a condição miserável do povo ao invés de confiar em Deus e de tomar uma atitude pessoal, “até que eu, Débora, me levantei” (v.7), quão diferente teria sido o desfecho dessa história.
Em tempos de crise espiritual em que se repete a atitude dos rubenitas: “Entre as facções de Rúben houve grande discussão” (v.16), há um predominante espírito de divisão e dissensões entre aqueles que deveriam ser os nobres da Terra: “Então, desceu o restante dos nobres, o povo do Senhor em meu auxílio contra os poderosos” (v.13). E isto inclui os líderes, pois, depois de Débora, “desceram guerreiros”, “desceram comandantes […] os que levam a vara de comando” (v.14).
Qual tem sido a nossa atitude frente às investidas do inimigo e a realidade de uma igreja morna? Precisamos despertar, amados! Precisamos acordar do sono de uma vida cristã acomodada e crítica para a fulgurante vida que irradia a luz da glória de Deus. Nunca foi tão contemporânea a advertência do apóstolo: “já é hora de vos despertardes do sono; porque a nossa salvação está, agora, mais perto do que quando no princípio cremos” (Rm.13:11).
“Avante, ó minha alma, firme!” (v.21). Ore e peça ao Senhor que a mudança comece em você e farás parte do “restante dos nobres” (v.13) que entoarão o cântico dos salvos (Ap.15:2-4) e que serão conduzidos para a terra de eterna paz. Vigiemos e oremos!
Bom dia, nobres de Deus!
* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.
Rosana Garcia Barros
#Juízes5 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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JUÍZES 5 – Em desesperadores cenários caóticos, Deus pode usar a coragem de mulheres para conduzir Seus planos no mundo.
No período teocrático de Israel, a mulher teve papel destacado. Além de Débora e Jael, e também Ana – mãe de Samuel que foi o último dos juízes –, destaca-se Noemi e Rute. Interessante também que, inclusive mulheres não israelitas merecem destaque. Jael e Rute não eram israelitas. Contudo, Rute recebeu um livro com seu nome na Bíblia, e Jael um reconhecimento da juíza e profetiza Débora, que imortalizou seu ato de bravura numa composição inspirada onde diz:
Que Jael seja
a mais bendita das mulheres,
Jael, a mulher de Héber, o queneu!
A vitória concedida por Deus a Israel por meio de Jael é a parte apoteótica da canção de Débora (Juízes 5:24-31). Para chegar a esse clímax, a canção inspirada passou pelos seguintes pontos, os quais merecem nossa consideração:
• Na hora da lutar, a tribo de Rúben não participou. Ficaram pensando demais, e assim não partiram para a ação (Juízes 5:15-16).
• Gileade, Dã e Aser foram resolutos, porém optaram por não ajudar na guerra (Juízes 5:17).
• Débora, Baraque, os homens da tribo de Naftali, Zebulom, Efraim, Benjamim e Issacar e Jael, mulher de Héber, do clã dos Queneus, uniram-se para fazer a vontade do Senhor (Juízes 5:7, 12, 14-15, 18, 24).
Com qual desses três grupos você se encaixa? Em qual destes três perfis você se encontra? Note que quando Deus tem uma obra a fazer, Sua atuação é soberana. Com uma tempestade, Ele imobilizou 900 carros de ferro e cavalos do inimigo de Seu povo (Juízes 4:1-3, 12, 16; 5:20-22).
Assim, como Débora, quem participa dos projetos divinos, celebra vitória divina:
• Louva-se pelos que se voluntariam, unindo-se para cumprir a nobre vontade de Deus (Juízes 5:2, 9).
• Louva-se pelo fato de Deus intervir miraculosamente no clima, para conceder vitórias a Seu povo (Juízes 5:4-5, 19-23).
• Louva-se por participar dos projetos de reavivamento do povo de Deus (Juízes 5:6-9).
• Louva-se pela paz provida pelo Deus que merece adoração pela provisão concedida diante de situações angustiosas (Juízes 5:11).
Quem não se envolve, não tem nada que celebrar com o povo de Deus. Quer celebrar? Então, una-se aos planos dEle para Sua igreja!
Reavivemo-nos na missão! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO JUÍZES 4 – Primeiro leia a Bíblia
JUÍZES 4 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL
JUÍZES 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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