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I REIS 20 – Percepções limitadas sobre Deus precisam ser ampliadas. O Deus da Bíblia não é limitado à geografia. Ele atua em todos os lugares, sem limite geográfico ou de tempo.
Deus age nos altos e vales, agiu no passado e age atualmente. Embora os sírios reconhecessem a vitória divinamente concedida a Israel nos montes, ainda criam poder tirar vantagens caso alterassem o local da batalha; achavam que o Deus da Bíblia não agia nos vales (I Reis 20:1-23).
Embora o rei Acabe de Israel fosse avesso ao Deus verdadeiro, isso também não impediria Deus de agir em prol de Seu povo. “Ao dar a vitória a Israel sobre o grande exército siro, Yahweh mostraria às nações vizinhas que Ele é Deus não apenas dos montes, mas também dos vales e de toda a Terra” (CBASD).
O exército de Ben-Hadade contrastava grandemente com o pequeno exército israelita. Mas isso também não limitava a Deus. Contudo, apesar da vitória concedida por Deus, Acabe negligenciou a inteira vontade divina, preservando ao perigoso Ben-Hadade (I Reis 20:24-43). O profeta usou de estratégia para abordá-lo; o rei deu a própria sentença diante da parábola.
“Acabe recusou-se a reconhecer a justiça de sua sentença. Irado e triste, não demonstrou sinal de arrependimento e pesar genuínos que vêm de Deus […]. Acabe, com toda sua ira, sem dúvida teria preferido capturar o profeta por sua franca reprovação, mas não podia fazer isso, visto que ele próprio havia proferido a sentença. Ele voltou para casa triste, desgostoso com o profeta em vez de consigo mesmo, apontando falhas nos caminhos de Deus em vez de nos seus próprios. O coração humano degenerado parece querer justificar erros; em geral, o caminho do ser humano é certo aos seus próprios olhos” (CBASD).
Animais estão mais dispostos a obedecer a Deus do que as pessoas. Em I Reis 13, um leão matou um profeta verdadeiro que desviou-se do caminho da obediência para o caminho da independência, pela influência de um falso profeta. Em I Reis 20, outro leão matou um discípulo dos profetas por descumprir uma ordem divina através de um profeta.
A Terra Prometida seria mantida caso os pagãos fossem definitivamente destruídos (Deuteronômio 7:16-23). Desobediência acarreta terríveis consequências. Acabe deveria aprender isso… nós também! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: I REIS 19 – Primeiro leia a Bíblia
I REIS 19 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1Rs/19
Que dissonância! Depois de ler os dois capítulos anteriores, este capítulo não parece fazer sentido. Onde está Elias? O que ele está fazendo? Nós nos lembramos dele como o profeta que se levantou poderosamente por Deus. De muitas maneiras, ele se tornou nosso modelo. E agora nós o encontramos no deserto! Correndo e se escondendo de uma mulher. Sentindo-se deprimido, cansado, exausto e sozinho. Chegando à conclusão: “Chega! Agora, Senhor, tire minha vida!” Mas Deus não desiste dele. Em vez disso, Deus cuida de Elias como um pai faz por seu filho. Ele entende. Deus apresenta a ele tempo para se curar, comida, uma conversa pessoal, uma nova tarefa e um amigo. É o tempo de silêncio pessoal com Deus que cura Elias fisica, emocional, mental, social e espiritualmente.
Você se sente espiritualmente exausto? Vivenciando um esgotamento espiritual? É este o motivo pelo qual você não está mais envolvido ativamente em sua igreja? Então você precisa de uma experiência no deserto, uma redefinição espiritual. Mas acima de tudo você precisa de um tempo quieto com Jesus (DTN 362). E depois de ter experimentado o reavivamento e a reforma, Deus usará você mais uma vez para avançar em Sua obra. Mas por enquanto, “Tudo Entregarei” [HASD 302] para Jesus!
Denis Lachmann
Paramédico
Lago Constança, Alemanha
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1ki/19
Tradução: Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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1078 palavras
3 para salvar sua vida. Pode-se supor que Elias, que teve uma evidência tão marcante da presença e da bênção divinas, jamais permitiria que sua fé vacilasse. Contudo, ele estava sofrendo a reação que com tanta frequência acompanha um êxito notável. […] Ele não estava preparado para o ódio frio, calculado e determinado da rainha ímpia. […] Sem pensar nas consequências, fugiu para salvar a vida. Elias não fez bem em abandonar seu posto. Ele ainda não tinha terminado sua obra. A batalha estava só começando. Se tivesse resistido valentemente e respondido com uma mensagem para a rainha relembrando-a de que Deus, que tinha lhe dado a vitória sobre os profetas de Baal, não o abandonaria naquele momento, ele teria encontrado anjos prontos para proteger sua vida. Os juízos de Deus teriam caído sobre Jezabel, e isso teria produzido tremenda impressão e uma poderosa reforma se difundiria por todo o país (ver PR, 160). Ao fugir para salvar a vida, Elias se colocou nas mãos do inimigo. A fuga para Berseba tenha muita influência em anular a vitória no Carmelo. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 905.
4 pediu para si a morte. A depressão do profeta tinha alcançado grau máximo. […] Seu sofrimento foi resultado de uma grande tensão; é o tipo de sentimento que, às vezes, sobrevêm depois que a mente é exaltada até às alturas da glória e da vitória; o que acontece depois de um grande reavivamento religioso, quando se abre caminho para o desencorajamento e a depressão resultantes das provas do dia a dia. É importante lembrar que ninguém neste mundo pode se manter para sempre no topo. Às vezes, o caminho da vida descende a um vale, onde o sofrimento e a desilusão são inevitáveis. […] É então que o ser humano mais necessita se apegar a Deus, para não ceder à dúvida e ao desespero. Quando se está em baixo, deve-se olhar para cima e escalar a montanha novamente. CBASD, vol. 2, p. 905, 906.
7 o anjo do SENHOR. Ou, “o Mensageiro do SENHOR.” Este misterioso ser aparece algumas vezes no AT e é identificado algumas vezes como o próprio Deus (Gn 16; 22; Ex 3). Ele é provavelmente o Cristo pré-encarnado. Andrews Study Bible.
8 Elias jejuou por 40 dias e 40 noites (Dt 9:9; Mt 4:1, 2). Séculos mais tarde, Moisés, Elias e Jesus se encontrariam no topo de um monte (Lc 9:28-36). Life Application Study Bible Kingsway.
Moisés passou quarenta dias e noites no topo do Monte Sinai (Ex 24:18). Antes de iniciar Seu ministério, Jesus passou o mesmo número de dias no deserto (Mt 4:2).
Horebe é provavelmente outro nome do monte Sinai, localizado no deserto cerca de 400 quilômetros ao sul de Berseba. Bíblia de Estudo Arqueológica NVI.
Outro nome do Monte Sinai e região circundante (Ex 3:1). Significa “lugar seco”. Andrews Study Bible.
9 Que fazes aqui, Elias? A pergunta subentende que Elias viajara até Sinai pelos próprios motivos mal-orientados, e não porque o Senhor o enviara. Bíblia de Estudo NVI Vida.
10 Senhor dos Exércitos. Quando Deus age, Ele é acompanhado pelos exércitos do Céu. Apesar deste título divino ser geralmente utilizado em um contexto de guerra, é às vezes usado como uma fonte de encorajamento aos servos de Deus (Is 6:3). Andrews Study Bible.
Quando você estiver tentado a pensar que você é o último fiel a se manter em uma tarefa, não pare para sentir-se triste por si mesmo. A auto-piedade diluirá o bem que você está fazendo. Esteja certo que mesmo que você não conheça quem eles são, existem outros fiéis a Deus, cumprindo seu chamado. Life Application Study Bible Kingsway.
11-13 Contrariando as noções de Elias, o silêncio divino não indicava inatividade divina. Bíblia de Genebra.
Buscar a Deus somente em algo grande (grandes encontros, igrejas, conferências e líderes) pode significar perdê-Lo porque geralmente Ele é encontrado no sussurro suave na tranquilidade de um coração humilde. Você está escutando a voz de Deus? Afaste-se do barulho e da atividade da sua vida agitada e escute humilde e silenciosamente por Sua orientação. Ela pode vir quando você menos a espera. Life Application Study Bible Kingsway.
Não seria fazendo fogo descer do céu ou matando os profetas de Baal, que Elias veria seus maiores resultados no serviço a Deus, mas por meio de uma obra silenciosa e tranquila na qual o Espírito de Deus suavizaria e subjugaria o coração endurecido dos pecadores. CBASD, vol. 2, p. 907.
15 Disse o Senhor. Elias havia feito três reclamações a Deus, então Deus está respondendo a todas elas. O ponto principal que Deus estabelece é que um remanescente será preservado em Israel. Andrews Study Bible.
15-21 Elias nunca foi reintegrado totalmente à posição que ocupara antes de sua fuga fatal. […] A obra de Deus deve continuar, se não for por nosso intermédio, será por outros, chamados a preencherem nosso lugar. Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento. F. B. Meyer.
Jeú. Um comandante militar de Acabe. Em resposta à oração do profeta, o novo rei em Israel punirá os responsáveis pela morte dos profetas de Deus. Andrews Study Bible.
Eliseu. O nome significa “Deus salva”. Deus responde à terceira reclamação de Elias e aponta Eliseu para tomar seu lugar. Josué, cujo nome significa “o SENHOR salva”, sucedeu Moisés. Jesus, cujo nome significa “o SENHOR salva”, veio após João Batista para completar a obra de salvação de Deus. Andrews Study Bible.
18 Beijar Baal significava beijar a algum objeto que o representasse para mostrar lealdade a ele. Life Application Study Bible Kingsway.
19 lavrando. Eliseu pertencia a uma família que tinha recursos, como indicam as 12 juntas de bois. Não se deve supor que as 12 juntas de bois estivessem unidas a um [só] arado. Eliseu tinha servos com ele no campo, cada um com seu arado, e é provável que os bois estivessem distribuídos em pares para cada arado (ver PR, 218). Eliseu foi chamado do arado para o ministério profético. CBASD, vol. 2, p. 908. [das 12 juntas para as 12 tribos de Israel.]
19-21 Queimar os equipamentos usados no campo simbolizava total rompimento com o passado. Bíblia de Estudo Arqueológica NVI.
20 já sabes o que fiz contigo (ARA; NVI: “lembre-se do que lhe fiz”; BJ: “pois que te fiz eu?”). Neste modo incomum, Elias está dizendo a Eliseu que ele havia entendido corretamente o ato simbólico de seu chamado a ser profeta. Ele está dando uma chance para que Eliseu tome uma decisão pessoal. Se ele voltasse atrás em seguir Elias, o ato simbólico perderia seu significado. Andrews Study Bible.
21 deu ao povo. Após beijar seus parentes, Eliseu é abençoado por eles e, após patrocinar uma refeição, é abençoado pelo povo. Andrews Study Bible.
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“Também conservei em Israel sete mil, todos os joelhos que não se dobraram a Baal, e toda boca que o não beijou” (v.18).
A solidão é um dos piores males que existem: promove medo, angústia e pode resultar em depressão ou em outras doenças emocionais. Foi o que aconteceu com Elias. Após o milagre no monte Carmelo, Jezabel ameaçou sua vida. Talvez o profeta quisesse apenas voltar para casa e finalmente descansar. Então, ele se retirou para longe; só que, desta vez, não foi por ordem divina, mas por conta própria. Elias “se foi ao deserto” (v.4) e, debaixo de um zimbro, entregou-se ao sono e chegou a pedir a morte. Isso mesmo: o fiel servo de Deus pediu para morrer! O Senhor, porém, enviou Seu anjo para reanimá-lo, pois “o anjo do Senhor acampa-se ao redor dos que O temem e os livra” (Sl.34:7). Deus tinha um plano para Elias que ele jamais poderia imaginar.
Por mais que um servo de Deus encontre dificuldades na jornada da vida, Deus jamais o desampara. Ele está sempre disposto a suprir nossas necessidades de acordo com cada situação. Elias estava tão exausto que comeu o pão, bebeu a água e voltou a dormir. Pela segunda vez, “o anjo do Senhor tocou-o” (v.7). Alimentado novamente, recobrou as forças a ponto de caminhar quarenta dias e quarenta noites até chegar a “Horebe, o monte de Deus” (v.8). Existe uma diferença vital entre ir ao deserto por conta própria e ser levado a ele pelo Espírito de Deus. O próprio Cristo foi “levado pelo Espírito ao deserto” (Mt.4:1) para vencer. Percebem a diferença, amados?
Elias enfrentou a jornada, e, no fim, encontrou o monte de Deus; Jesus venceu o deserto da tentação, e, no fim, participou de um banquete servido por anjos de Deus. Talvez você esteja passando pelo deserto, ou talvez seu deserto tenha acabado e você nem percebeu, entrando na “caverna” do medo. Muitas vezes focamos no problema, enquanto a Solução está ao nosso lado perguntando: “Que fazes aqui?”. Elias chegou ao monte de Deus, mas sentiu-se só. Por duas vezes dormiu, e por duas vezes externou sua queixa ao Senhor.
Sentimentos que nos fazem desmoronar, ventos de dúvida (ventania), temores que abalam (terremoto) ou o calor da emoção (fogo), nada disso nos ajuda a perceber o cuidado de Deus. Mas, num “cicio tranquilo e suave” (v.12), o Senhor Se manifesta a todo aquele que nEle crê. Ele não nos chamou para nos escondermos na caverna da solidão, do desânimo, do medo, da frustração. Por duas vezes Elias dormiu, então duas vezes o anjo o tocou e o alimentou. Por duas vezes Elias lamentou a sua solidão, e por duas vezes Deus lhe perguntou: “Que fazes aqui, Elias?” Quantas vezes for necessário, Deus enviará o Seu anjo em nosso favor, nos consolará com o Seu toque e nos fortalecerá com o Seu alimento. Quantas vezes for preciso, Deus nos convidará a sairmos da caverna para vivermos os Seus propósitos.
Elias já estava no monte santo, mas seus sentimentos negativos o impediam de ver isso. Será que não vivemos o mesmo? Hoje, o Senhor nos diz: “Filho(a), saia da caverna! Tenho propósitos lindos em sua vida! Você só precisa confiar em Mim. Eu prometo cuidar de você”. Se você se sente sozinho e deprimido? Deus oferece o mesmo tratamento de Elias: Ele deseja tocar você (v.5), dar o alimento que vivifica (v.6), indicar o caminho (v.8), falar ao seu coração (v.13), te ouvir (v.10, 14), te usar como Seu instrumento (v.15-17) e se ainda estiver achando pouco, Ele te apresenta pessoas que o ajudarão a seguir em frente (v.18).
Onde estão os joelhos que não se dobraram ao príncipe deste mundo? Os “sete mil” hoje são os fiéis que buscam viver a verdade. Elias passou por perseguição, e “todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos” (2Tm.3:12). Mas Deus promete suprir nossas necessidades e, em nossa fraqueza, nos tornar fortes. O convite é para mudarmos o foco: tirar os olhos das dificuldades e olhar para o Autor da Vida.
Portanto, amados, não há o que temer diante de terremotos, ventanias e fogo. No final, o Senhor nos envolverá com a brisa suave de Sua paz e nos dará segurança eterna. Saia da caverna e venha para a luz! “Não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma” (Mt.10:28). Mas seguros na salvação que já nos foi garantida, façamos parte da geração, ungida pelo Espírito Santo, que abalará a Terra com a proclamação do evangelho eterno. “E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim” (Mt.24:14).
Santo Deus, neste dia da preparação também queremos Te pedir preparo para o tempo do fim. Queremos Te pedir perseverança, fé e amor em um mundo em grave crise espiritual. Queremos Te pedir o Espírito Santo nos concedendo o poder diário para vencermos as tentações e andarmos segundo a Tua vontade. Queremos Te pedir sabedoria a cada passo de nossa jornada Contigo. E Te louvamos, ó Deus, pois tens cuidado de nós! Oramos, em nome de Jesus, Amém!
Perseveremos, vigiemos e oremos!
Bom dia da preparação, fiéis da Terra!
Rosana Garcia Barros
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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I REIS 19 – Desânimo e depressão podem atingir grandes servos de Deus. A vida neste mundo pode ser pautada por decepções, frustrações e aborrecimentos.
Nossa sociedade e nosso sistema político geralmente não estão alinhados à vontade de Deus; por isso, pendem muitas vezes para pressionar a verdade bíblica e àqueles que se apegam a ela.
Sempre deu problema quando houve uma união entre a política e a religião. Principalmente quando a religião dominou a política. Isso é bem claro no casamento de Acabe – representando a política –, com Jezabel – representando a religião. Jezabel sobressaia na liderança de Acabe, tanto em casa como no palácio, ilustrando a força da religião (I Reis 19:1-2).
A Idade Média enfrentou esse problema também quando a Igreja que alegou ser cristã assumiu o poder máximo, tomando conta inclusive das questões políticas. Assim, em nome de Deus muitas atrocidades foram praticadas (João 16:2), e houveram muitas perseguições e martírios (Daniel 7:7-8, 19-21, 23-25).
Como Elias, a igreja verdadeira foi ameaçada e ficou atemorizada diante destas opressões. Não é fácil viver numa tensão tão grande de ameaças e mortes. Elias acreditou que após mostrar a verdade, as coisas iriam se resolver; porém, em vez de ver reconhecimento, arrependimento e conversão, percebeu uma orquestração diabólica mortal contra ele. Ele não foi arrogante. Ele teve medo e fugiu. Ele foi reclamar com Deus. Chegando ao seu limite, ele desejou a morte e pediu que Deus lhe tirasse a vida (I Reis 19:3-4).
Na Ilha de Patmos, numa prisão de segurança máxima, estava o último sobrevivente dos apóstolos de Cristo. As igrejas cristãs estavam estraçalhadas diante da terrível perseguição dos judeus e dos romanos (Apocalipse 1:9-10). Nesse momento crítico e desanimador, o Cristo ressurreto foi ter com João e o consolou, tocando em seu ombro e mostrando as coisas que deviam acontecer. Assim também Elias foi confortado e consolado nas horas mais críticas de sua vida (I Reis 19:1-14).
Remanescentes na Idade Média foram divinamente preservados, os quais são identificados por Anabatistas, Valdenses e Albigenses. No tempo do fim, a igreja apostólica se ergueu no movimento adventista; que, após a decepção em 1844 e a depressão, Deus lhe deu uma nova missão (Apocalipse 10:8-11), assim como fez a Elias (I Reis 19:15-21).
Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: I REIS 18 – Primeiro leia a Bíblia
I REIS 18 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1Rs/18
A história do Monte Carmelo termina com uma pergunta, um milagre e uma resposta. Depois de obter toda a sua atenção, Deus faz através de seu profeta uma pergunta que altera a vida: “Até quando vocês vão oscilar para um lado e para o outro?” (v. 21), ou, “Quanto tempo você vai vacilar entre duas opiniões?” Esse chamado a despertar tem a ver com uma decisão. Uma decisão de escolher fielmente a Deus como seu único Salvador. Uma relação de lealdade é sempre uma questão do coração. É por isso que Elias ora: “Responde-me, ó Senhor, responde-me, para que este povo saiba que tu, ó Senhor, és Deus, e que fazes o coração deles voltar para ti.” (v. 37).
Deus concorda e responde com um milagre impecável. Evidência de que Ele quer ser o Deus de todo o Israel com todo o Seu coração. E assim, a reação deles é a resposta grata: “O Senhor é Deus! O Senhor é Deus!” O relacionamento deles com Deus Todo-Poderoso foi mais uma vez restaurado. Seus corações se voltaram para o Salvador!
Você está vacilando entre duas opiniões? Você está apaixonado por sua esposa e também por pornografia? Você está indo para a igreja e também para o mundo? Você é salvo pela graça e pelas obras? Hoje, Jesus está pedindo para você tomar uma decisão. Dê-lhe todo o seu coração! “Fixa teus olhos no Mestre” [Turn your eyes upon Jesus] (HASD, 206).
Denis Lachmann
Paramédico
Lago Constança, Alemanha
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1ki/18
Tradução: Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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“Então, Elias se chegou a todo o povo e disse: Até quando coxeareis entre dois pensamentos? Se o Senhor é Deus, segui-O; se é Baal, segui-o. Porém o povo nada lhe respondeu” (v.21).
Após três longos anos de seca, quando “a fome era extrema em Samaria” (v.2), “veio a palavra do Senhor a Elias” (v.1), ordenando ao profeta que retornasse a Israel. Entre os que serviam a Acabe, havia um homem chamado Obadias, descrito como alguém que “temia muito ao Senhor” (v.3). Enquanto Jezabel perseguia os profetas de Deus para os matar, Obadias providenciou esconderijo para cem deles, sustentando-os com pão e água (v.4).
Enviado para terras distantes com a missão de encontrar pasto para os animais, Obadias teve um encontro inesperado. Diante daquele que imediatamente reconheceu ser Elias, ele “prostrou-se com o rosto em terra” (v.7) em sinal de profundo respeito, e certificou-se: “És tu, meu senhor Elias?” (v.7). Uma reação totalmente contrastante com a do perverso rei Acabe que, movido por indignação, lançou sobre o profeta a acusação que logo recairia sobre si mesmo: “És tu, ó perturbador de Israel?” (v.17).
Ao abandonar os mandamentos do Senhor para seguir outros deuses, Acabe fez de Israel uma nação pagã. Apesar disso, o povo ainda mantinha o status de nação eleita do Senhor, embora suas obras revelassem o quão longe estavam de Deus. Foi nesse contexto de incoerência e de falsa adoração, que Elias subiu ao monte Carmelo para provar, de uma vez por todas, o poder da norma elevada de Deus na vida do crente fiel.
À pergunta que exigia uma posição inflexível e firme convicção, Elias só encontrou o silêncio daqueles cuja fé rasa precisava do sobrenatural para crer. Assim como o povo nada respondeu, também “não havia uma voz que respondesse” (v.26) aos rogos estridentes e derramamento de sangue dos profetas de Baal. Já sem forças e manquejando, tudo o que os idólatras conseguiram ouvir foi a potente voz de Elias a zombar de sua inútil e ridícula apresentação.
“Chegai-vos a mim” (v.30), foi o chamado do homem de Deus ao povo tremente. Provada a impotência de Baal, era hora de restaurar o altar do Senhor. Ali estava o altar da verdadeira adoração, constituído sobre o inabalável fundamento do “assim diz o Senhor”. No devido tempo (v.36), Elias orou e o fogo do Senhor consumiu o holocausto, a lenha, as pedras e a terra, e ainda “lambeu a água que estava no rego” (v.38). A voz do povo, antes emudecida, já não pôde ser contida: “O Senhor é Deus! O Senhor é Deus!” (v.39). Os falsos profetas receberam o devido juízo e, em resposta à oração perseverante do profeta, “caiu grande chuva” (v.45).
A poderosa experiência de Elias provoca duas reações: a de Obadias ou a de Acabe. A ordem divina: “Crede em Meus profetas” (2Cr.20:20) encaixa-se perfeitamente na atitude de Obadias. A ironia de Acabe, por outro lado, representa com precisão a classe daqueles que se sentem incomodados pela presença dos fiéis servos de Deus. Em sua fidelidade e peculiar temperança, Elias tornou-se uma inconfundível norma que revelava os pecados do rei perverso e da nação errante. Em outras palavras, a presença de Elias causava desconforto aos ímpios obstinados.
Amados, eis que a última sentença dada pelo Senhor ao profeta Malaquias está ganhando cumprimento e se apressa para o fim: “Eis que vos enviarei o profeta Elias, antes que venha o grande e terrível Dia do Senhor; ele converterá o coração dos pais aos filhos e o coração dos filhos a seus pais, para que Eu não venha e fira a terra com maldição” (Ml.4:5-6). Em meio a um mundo corrompido pelo pecado e seduzido pelo engano, somos chamados a testemunhar de um Deus único e verdadeiro; a restaurar o altar do Senhor em nosso coração e em nossa casa. A andar com o Senhor em fidelidade ainda que isso nos custe a própria reputação.
Que a nossa vida, encharcada da chuva serôdia, dê ao mundo um testemunho claro e inconfundível de que só o Senhor é Deus!
Pai amado e querido, Deus misericordioso e justo, como o Senhor foi com Elias e o fortaleceu para aquele confronto, nós também necessitamos de Ti, do Teu Espírito, para o confronto espiritual que enfrentamos a cada dia. Derrama sobre nós a Tua chuva serôdia para que, mesmo perseguidos e injustiçados, perseveremos em andar Contigo em fidelidade. Necessitamos de um genuíno reavivamento e de uma mente sã para compreender a Tua verdade presente. Ajuda-nos, Pai! Reaviva-nos, Senhor! Faz-nos Teus verdadeiros adoradores, dando ao mundo o Teu último chamado! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia da preparação, verdadeiros adoradores!
Rosana Garcia Barros
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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I REIS 18 – Histórias dos reis na Bíblia estão interligadas com histórias dos profetas verdadeiros. E a história dos servos de Deus muitas vezes é marcada por perseguição e morte.
Há polarização entre a verdadeira e a falsa religião em toda história humana. Por conseguinte, enfrentar dificuldades quase sempre caracteriza aos fieis servos de Deus neste mundo tenebroso.
O contexto deste texto mostra o tremendo avanço da religião de Jezabel no reino de Israel. “Trazendo de sua pátria centenas de oficiantes de Baal e Astarote, introduzindo os ritos do sistema do culto cananita e perseguindo e matando os adoradores de Yahweh, Jezabel provocou uma crise religiosa de primeira magnitude (I Reis 18:4, 19)”, conforme atesta Siegfried Horn.
Nesses dias, ídolos foram tratados como se fossem verdadeiros deuses; e o verdadeiro Deus foi ignorado. Contudo, o povo vivia um sincretismo religioso, adorava o verdadeiro Deus juntamente com os falsos.
Em situações tão extremadas como estas, é possível perceber três grupos de pessoas:
• Os fiéis, tementes a Deus e perseverantes como Elias, os 100 profetas escondidos e Obadias: Tais pessoas são usadas por Deus em diferentes posições sociais para cumprir Seus propósitos. Deus sempre preserva remanescentes em meio a uma sociedade perversa; alguns até em posição elevada, frente a ameaças e riscos. Deus sempre teve servos em lugares específicos para auxiliar ao Seu povo em momentos difíceis (I Reis 18:1-16).
• Os rebeldes, opositores dos servos de Deus e perversos como Acabe, Jezabel e os líderes espirituais da religião falsa: Estes propagam o erro, atacam a verdade e perseguem friamente aos representantes da verdade de Deus. Matam profetas e forçam um ecumenismo religioso em torno da falsa espiritualidade (I Reis 16:29-34; 18:10, 13-14, 17-18).
• Os frouxos, mornos e indecisos representados pelo povo comum: Tal grupo não toma decisão radical, adere ao que é conveniente; adapta-se facilmente a movimentos religiosos, independente se é falso ou verdadeiro. Estes precisam ser confrontados em sua letargia (I Reis 18:19-46).
Estes três perfis de pessoas estavam presentes no nascimento de Jesus, representado pelos diligentes magos, pelo perverso Herodes e pelo povo indeciso (Mateus 2:1-18); também estão presentes em nossos dias, conforme Apocalipse 3:15-16:
• Os quentes.
• Os frios.
• Os mornos.
Avalie-se: Como você está? Como Deus quer que você esteja? Reflita e reaviva-te! – Heber Toth Armí.