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732 palavras
1 Sobre isto. Não há uma divisão natural entre os cap. 36 e 37. Eliú continua usando a figura de uma tempestade para descrever o poder de Deus. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 673.
2 Dai ouvidos ao … que sai da Sua boca. Muitas vezes nos atrevemos a falar em nome de Deus (como o fizeram os amigos de Deus), colocar palavras em Sua boca, ter certeza de Sua vontade ou interpretar seu silêncio significando que Ele está ausente ou não interessado. Mas Deus Se importa. Ele está no controle e falará. Esteja pronto para ouvir Sua mensagem – na Bíblia, na Sua vida através do Espírito Santo e através de circunstâncias e relacionamentos. Life Application Study Bible.
trovão de Deus. Literalmente, “o estrondo da Sua voz” (ver NVI). CBASD, vol. 3, p. 673.
7 torna Ele inativas. […] cessação do trabalho ao ar livre durante o inverno, devido à neve, ao gelo e às chuvas pesadas. Esta pausa na atividade do homem dá tempo para reflexão e, assim, promove um conhecimento mais claro de Deus. CBASD, vol. 3, p. 673.
8 entram nos seus esconderijos. É no inverno que os animais hibernam. Isto […] é para Eliú uma prova da sabedoria de Deus. Ele fez provisão para que os animais fossem protegidos do frio e subsistissem com pequenas quantidades de alimento durante a estação da escassez. CBASD, vol. 3, p. 673.
9 dos ventos do norte, o frio. […] fortes ventos que dispersam as nuvens e deixam o tempo claro e frio. CBASD, vol. 3, p. 673.
10 sopro de Deus. Aqui, metáfora do vento gelado. Bíblia de Estudo NVI Vida.
14-24 Eliú confrontou Jó com uma lista de perguntas retóricas sobre o tema das obras da criação divina para demonstrar, como nas passagens anteriores, que Deus é justo em tudo que faz (v. 14-22). Ele sentia que, pelo fato de a natureza “falar” tão fortemente sobre a bondade e a sabedoria de Deus, o Criador não poderia ser questionado em relação ao castigo que Jó estava sofrendo. Assim, o verdadeiro tema não era o mundo natural, mas o fato de que Deus é abundante em justiça e não oprime os inocentes (v. 23). Isso implica que Jó não era tão inocente como dizia. Deus dá aos seres humanos o que cada um merece porque é absolutamente imparcial. A única coisa que se esperava de Jó era reverenciar a Deus (v. 24). Comentário Bíblico Andrews – Jó a Malaquias, p. 130.
16 equilíbrio das nuvens. O balanço das várias forças naturais, que permitem a presença da água na atmosfera; cf o que Jó fala, 26.7. Bíblia Shedd.
O fenômeno das nuvens suspensas no céu, carregadas de chuva sem que nada as sustente, provocou a admiração de Eliú (ver Jó 26:8). CBASD, vol. 3, p. 673.
17 vento sul. O siroco, que, na área do Mediterrâneo, provoca um calor paralisante, um mormaço opressor, diante do qual até os pássaros se escondem, e toda a vida animal e vegetal dão a impressão de estar murchas. Bíblia Shedd.
18 duros como … bronze. Em Dt 28.23 os céus de bronze simbolizam calor sem alívio. Bíblia de Estudo NVI Vida.
21 para o sol, que brilha. Os seres humanos não conseguem olhar para o sol ofuscante; quanto menos seriam capazes de ficar frente a frente com Deus! CBASD, vol. 3, p. 674.
24 não dá Ele atenção a todos os sábios de coração. Ou “pois Ele não tem consideração por ninguém que se ache sábio”. Nota Bíblia NVI.
os que se acham sábios. Isto é, os convencidos. Certamente é verdadeiro o que Eliú declara como um princípio. É tolice um homem pensar em comparar sua insignificante sabedoria com a de Deus. O erro de Eliú está em tentar aplicar o princípio a Jó. O problema com Eliú e com os outros protagonistas foi que eles ousaram julgar a Jó. CBASD, vol. 3, p. 674.
É evidente que o último discurso de Eliú trata do começo ao fim sobre sua compreensão pessoal da retribuição divina. É interessante que sua discussão a respeito do poder de Deus sobre a natureza é exclusivamente sobre meteorologia. Deus é descrito como um deus da tempestade que controla o trovão, a chuva, o vento e os relâmpagos. Os servos de Jó foram mortos por um raio, e seus filhos e filhas por um vento forte (1:16, 18-19). A implicação é que, como Deus controla as tempestades, Ele as usou para punir Jó. De acordo com Eliú, Jó foi condenado perante o Senhor. Porém, mais uma voz estava prestes a ser ouvida no diálogo. Comentário Bíblico Andrews – Jó a Malaquias, p. 130.
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