Reavivados por Sua Palavra


JÓ 42 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
7 de agosto de 2026, 1:30
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Texto bíblico: JÓ 42 – Primeiro leia a Bíblia

COMENTÁRIO BLOG ASSOCIAÇÃO GERAL

COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS

COM. PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse aqui os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)



JÓ 42 – COMENTÁRIO BLOG ASSOCIAÇÃO GERAL by Jeferson Quimelli
7 de agosto de 2026, 1:00
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: JÓ 42

Este grande resumo de todo o livro está repleto de conselhos espirituais práticos! Este capítulo, estudado com oração, nos dará uma imagem verdadeira de nós mesmos, bem como um sentido convincente do contraste entre Deus e nós, mortais.

No versículo três, Jó cita Deus dizendo: “Quem é esse que, com tanta ignorância, questiona minha sabedoria?”. Então Jó confessa: “Sou eu; falei de coisas de que eu não entendia, coisas maravilhosas demais que eu não conhecia.” (NVT)

Oh! — que lição! Quantas vezes as pessoas pregam sobre tópicos espirituais como se sua compreensão pessoal de Deus fosse o árbitro final da “verdade”. Muitas vezes confundimos confiança com arrogância e transplantamos a opinião pessoal como a voz do próprio Deus. Mas Jó repreende sabiamente nosso orgulho espiritual entoando: “Antes, eu só te conhecia de ouvir falar; agora, eu te vi com meus próprios olhos. Retiro tudo que disse e me sento arrependido no pó e nas cinzas” (vs. 5, 6 NVT).

Extraordinário! Aqui está possivelmente o principal “adventista” daqueles dias, confessando que realmente só conhecia Jesus de longe, mas agora, em profundo arrependimento, ele vê o Cristo vivo! Queira Deus que todos nós que lemos este comentário tenhamos uma “Conversão de Jó” para que possamos anunciar as Três Mensagens Angélicas em sua plenitude!

David Grams
Capelão, Hartland College, Rapidan, Virgínia EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/job/42
Tradução: Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



JÓ 42 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
7 de agosto de 2026, 0:50
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1561 palavras

Ao longo do livro, os amigos de Jó pediram que ele admitisse seu pecado e pedisse perdão e Jó acabou, de fato, se arrependendo. Mas o arrependimento de Jó não foi do tipo pedido pelos seus amigos. Ele não  pediu perdão por cometer pecados secretos mas por questionar a soberania e a justiça de Deus. Jó se arrependeu de sua atitude e reconheceu o grande poder e a perfeita justiça de Deus. Nós pecamos quando perguntamos raivosamente: “Se Deus está no controle, como isto pôde acontecer?” Por que estamos presos no tempo, incapazes de ver além de amanhã, não sabemos as razões de tudo que acontece. Assim, muitas vezes temos que escolher entre a dúvida e a confiança. Você confiará em Deus, mesmo não tendo resposta às suas dúvidas? Life Application Study Bible Kingsway.

1-6 Jó aparece na presença de Deus com adoração, humildade, e a experiência do perdão divino. A revelação da natureza divina dá para Jó uma clara consciência da sua pecaminosidade e uma dependência total da providência de Deus. Já reconhece ele que as palavras e razão humanas não são suficientes para alcançar a Deus, o Qual não tem termo de comparação, e abre, então, mão do debate desejado. Regozija-se com uma experiência pessoal de Deus. Bíblia Shedd.

Respondeu Jó. Ele subiu gradualmente a longa escada do desespero para a fé. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 690.

2-4 Você está usando aquilo que você não consegue entender como desculpa para a sua perda de confiança? Admita a Deus que você não tem suficiente fé para confiar nEle. A verdadeira fé começa com tal humildade. Life Application Study Bible Kingsway.

2 Jó finalmente percebe que Deus e seus propósitos são supremos. Bíblia de Estudo NVI Vida.

coisas que eu não conhecia. Quão inadequado parece ser o conhecimento parcial quando brilha a luz de uma verdade maior! Quando Jó fez suas queixas, seu raciocínio lhe parecia irrefutável. Ele achava que sua atitude era justificada. Mas, quando entendeu a Deus mais claramente, seu raciocínio anterior não mais pareceu convincente. A lógica humana muitas vezes se demonstra falha. Ideias que hoje parecem sábias podem se tornar absurdas amanhã. CBASD, vol. 3, p. 690.

mas agora os meus olhos Te veem. A lição mais importante no livro de Jó se encontra nesta passagem. Nesta declaração, ele revela a transição de uma experiência religiosa baseada na tradição para outra baseada na comunhão pessoal com Deus. CBASD, vol. 3, p. 690.

7-17 Os diálogos poéticos terminaram, e a narrativa com a qual o livro começou continua agora, a fim de apresentar uma resolução do enredo. Deus estava descontente com os amigos de Jó (42:7-8), e Jó intercedeu por eles (v. 9). Tudo o que restava era a restauração do patriarca (v. 10-17). Comentário Bíblico Andrews – Jó a Malaquias, p. 139.

7-9 O epílogo confirma […] que Deus ainda estava satisfeito com Jó. A ira de Deus contra os amigos de Jó vem em seguida. Comentário Bíblico Andrews – Jó a Malaquias, p. 139.

A despeito dos erros cometidos por Jó, em palavras e atitudes enquanto sofria, agora é elogiado, e os conselheiros, repreendidos. Por quê? Porque, mesmo quando furioso, mesmo quando desafiava a Deus, estava decidido a falar com sinceridade diante dEle. Os conselheiros, por outro lado, proferiam, da boca para fora, muitas declarações corretas e não raro belas, na forma de credos citados, mas sem conhecimento vivo do Deus que alegavam honrar. Jó falava com Deus; eles só falavam a respeito de Deus. Pior que isso: a arrogância espiritual deles levava-os a reivindicar conhecimentos que nem sequer possuíam. Presumiam saber por que Jó sofria. Bíblia de Estudo NVI Vida.

7-8 Quatro vezes no espaço de dois versículos, Deus chamou Jó de Seu servo. Essa linguagem expõe, na mente de Deus, uma grande lacuna de separação entre Jó e seus companheiros. Somente a intercessão de Jó os salvaria dessa vez (v. 8). Comentário Bíblico Andrews – Jó a Malaquias, p. 139.

7 O fato de Deus ter Se dirigido a Elifaz mostra que ele era considerado o líder do grupo (v. 7). A primeira palavra de Deus para Elifaz foi que Ele estava furioso com ele e seus amigos. Deus declarou duas vezes a natureza da ofensa: Seu caráter havia sido deturpado e distorcido, sendo apresentado como insensível e arbitrário. […] Quando os seres humanos, em nome de Deus, justificam a crueldade satânica como integridade e justiça, então o Eterno fica muito irado. Comentário Bíblico Andrews – Jó a Malaquias, p. 139. Comentário Bíblico Andrews – Jó a Malaquias, p. 139.

loucura. Deus assim caracteriza os discursos dos amigos. […] Os seres humanos precisam aprender que defendem melhor a Deus quando O representam como Ele é: um Deus de amor e misericórdiaCBASD, vol. 3, p. 691.

9 Deus podia confiar em Jó com a mesma certeza no fim desse longo e contorcido drama como no início. Yahweh confiava nele para orar por aqueles que o haviam difamado, e honrou essa intercessão em favor deles. foi necessária uma ordem divina para que eles se humilhassem diante de um homem que haviam insultado tanto e contra quem tinham inventado mentiras a fim de vencer sua discussão teológica. Comentário Bíblico Andrews – Jó a Malaquias, p. 139.

o Senhor aceitou a oração de Jó. A expressão hebraica para a aceitação da oração de Jó por Deus no final do versículo 9 é literalmente “Yahweh levantou o rosto de Jó”, o que significa que Ele o tratou com respeito. Nesse caso, tratar Jó com respeito significava atender à sua súplica para perdoar seus amigos. A oração de Jó em favor de seus amigos foi uma expressão de seu espírito cheio de graça. Ele não teria sido capaz de suplicar a misericórdia de Deus se ele próprio não estivesse preparado para ser misericordioso. Jesus prometeu que aqueles que são misericordiosos receberão misericórdia (Mt 5:7). As orações de Jó por seus amigos e a libertação deles são metáforas que lembram outra intercessão: a do único perfeitamente justo, por meio de cuja intervenção nós também somos preservados da penalidade da ira divina que merecemos (Rm 5:9; 1 Ts 1:10).  Comentário Bíblico Andrews – Jó a Malaquias, p. 139-140.

10-17 A restauração física e material de Jó não foi forçada, assim como não era artificial sua lealdade a Deus. Ele não permaneceu fiel ou orou por seus amigos em troca de alguma promessa. A alegação inicial do adversário de que Jó servia a Deus em troca de riquezas era tão infundada quanto era infundada sua crueldade com Jó, seus filhos, seus servos e seus animais. E, quando ele foi banido da cena de ação e tormento, Deus estava livre para lidar com Seu filho, Seu servo, como a própria natureza de Deus desejava. É de Sua natureza cuidar e doar. Ele abre Sua mão e satisfaz os desejos de Suas criaturas (Sl 105:28; 145:16). E é Sua vontade honrar a fidelidade (Ap 2:10). Jó havia sido fiel ao seu Deus. Comentário Bíblico Andrews – Jó a Malaquias, p. 140.

10-11 A mensagem do livro de Jó mudaria se Deus não houvesse restaurado Jó às suas bênçãos anteriores? Não. Deus é ainda soberano. … Nossa restauração pode ou não ser como a de Jó, que foi, ao mesmo tempo, espiritual e material. Nossa restauração completa pode não ocorrer nesta vida – mas ela certamente acontecerá. Deus nos ama, e Ele é justo. … Agarre-se à sua fé em meio às suas dificuldades, e você também será recompensado por Deus – se não agora, na vida por vir. Life Application Study Bible Kingsway.

10 A oração de Jó a favor dos que o tinham maltratado é um exemplo tocante no AT da grande virtude cristã que nosso Senhor ensinou em Mt 5.44. Bíblia de Estudo NVI Vida.

O que esta experiência mostra é a aprovação de Deus à pessoa que ora por aqueles que o trataram mal. CBASD, vol. 3, p. 691.

11 Comer juntos, ação indicada pela expressão idiomática (comeram pão com ele”, é um dos sinais mais fortes da plena aceitação, confiança e reciprocidade. Comentário Bíblico Andrews – Jó a Malaquias, p. 140.

12-16 Deus não permite que soframos sem motivo, e, embora esse motivo possa estar oculto no mistério do Seu propósito divino (v. Is 55.8, 9) – o qual nunca nos pertence saber nesta vida – devemos confiar nele como o Deus que faz somente aquilo que é certo. Bíblia de Estudo NVI Vida.

12 O número dos animais domésticos é, em cada caso, o dobro (cf. v. 10) do número que Jó possuíra antes (v. 1.3). Bíblia de Estudo NVI Vida.

13-15 A inclusão incomum dos nomes das três filhas de Jó (diferentemente dos filhos anônimos) e a referência específica à inclusão delas em seu testamento (v. 13-15) destacam o reconhecimento de Jó da igualdade humana perante Deus. Homem ou mulher, servo ou senhor, devemos reconhecer que, diante Dele, não temos nada a nos recomendar, exceto por Sua graça (cf. v. 2-6). Comentário Bíblico Andrews – Jó a Malaquias, p. 140.

15 herança entre seus irmãos. Uma prática não usual até o pedido das filhas de Zelofeade (Nm 27:1-11). Andrews Study Bible.

16 Depois disto, viveu Jó cento e quarenta anos. O homem que estava certo de que a sepultura estava a um passo continuou a viver por quase mais um século e meio! CBASD, vol. 3, p. 692.

O fim do livro é uma mistura do bom e do ruim. Bom no sentido de que Jó teve uma vida longa, mas ruim porque ele morreu (42:17). O verdadeiro final é encontrado na esperança de Jó que ia além da sepultura, olhando para uma ressurreição que tornaria possível ver o Redentor (19:25-27). É nesse ponto que a esperança de Jó e a esperança cristã se fundem. Comentário Bíblico Andrews – Jó a Malaquias, p. 141.



JÓ 42 — Rosana Barros by Ivan Barros
7 de agosto de 2026, 0:45
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“Eu Te conhecia só de ouvir, mas agora os meus olhos Te veem” (v.5).

A resposta de Jó ao Senhor revela uma profundidade espiritual que deveria nos comover e despertar a cavar mais fundo nas Escrituras. Na verdade, não foi simplesmente uma resposta, foi uma confissão. Ciente de que havia falado “do que não entendia”, de “coisas maravilhosas” que “não conhecia” (v.3), seus olhos foram abertos para ver a beleza do caráter divino. Sentindo, então, a forte impressão de sua indignidade, concluiu: “Por isso, me abomino e me arrependo no pó e na cinza” (v.6).

Ao compreender que a sua defesa pertencia ao Senhor, Jó foi contemplado com o fim de sua ignomínia. Primeiro, Elifaz, Bildade e Zofar foram reprovados por Deus e por quatro vezes O ouviram falar, referindo-se a Jó: “o Meu servo Jó” (v.7,8). Depois, “quando este orava pelos seus amigos”, Deus mudou a sua sorte, dando-lhe “o dobro de tudo o que antes possuíra” (v.10). Jó teve “outros sete filhos e três filhas” (v.13) e “abençoou o Senhor o último estado de Jó mais do que o primeiro” (v.12).

A reprovação de Deus e a intercessão de Jó não foram apenas instrumentos de humilhação, mas também instrumentos de misericórdia para Elifaz e seus companheiros. Mesmo que tenham agido e falado contrariamente à vontade de Deus, o Senhor revelou o Seu desejo em perdoá-los e redimi-los. Naquele momento, Jó foi eleito por Deus como uma espécie de sacerdote, a fim de receber as ofertas deles e por eles interceder. Um tipo que aponta para o ministério do Antítipo: “Porque Cristo não entrou em santuário feito por mãos, figura do verdadeiro, porém no mesmo céu, para comparecer, agora, por nós, diante de Deus” (Hb.9:24).

A menção à beleza incomparável das filhas de Jó é uma espécie de prelúdio de que o que o Senhor tem preparado para os que O amam excede tudo o que possamos pensar ou imaginar (1Co.2:9). Quando formos revestidos da glória de Deus em corpos perfeitos e sem pecado (1Co.15:53); quando Cristo declarar perante o Universo: “Também de nenhum modo Me lembrarei dos seus pecados e das suas iniquidades, para sempre” (Hb.10:17); quando Ele estender a Sua mão para enxugar as nossas últimas lágrimas e contemplarmos a Sua terna face, então, iremos considerar como insignificante qualquer sofrimento que tenhamos passado aqui nesta terra de pecado.

Amados, por mais que a nossa luta neste mundo muitas vezes pareça ultrapassar o limite de nossas forças, há um Deus no Céu que é vitorioso nas batalhas e que nos oferece o Seu galardão. A intercessão de Jó por seus amigos representa a intercessão de Cristo por nós. Ao nos aproximarmos de Jesus e experimentarmos a Sua graça, recebemos o poder do Espírito Santo para sermos Suas testemunhas e, como Jó foi para seus amigos, também seremos instrumentos de salvação na vida de muitos.

“Tendo, pois, a Jesus, o Filho de Deus, como grande sumo sacerdote que penetrou os céus, conservemos firmes a nossa confissão” (Hb.4:14). Jó foi contemplado com a bênção do Senhor nesta terra, mas morreu “velho e farto de dias” (v.17) “sem ter obtido as promessas” (Hb.11:13). Jó aspirava “uma pátria superior, isto é, celestial” (Hb.11:16). Seu coração desfalecia de saudades de seu Redentor (Jó 19:27)!

Oh, meus irmãos, que a nossa vida seja uma constante declaração de que somos “estrangeiros e peregrinos sobre a terra” (Hb.11:13)! Quando Jesus encerrar o Seu ministério de intercessão, seja dito a nosso respeito: “Deus não Se envergonha deles, de ser chamado o seu Deus, porquanto lhes preparou uma cidade” (Hb.11:16). Perto está o dia em que a nossa sorte será mudada para sempre. Pois, “naquele tempo”, diz o Senhor, “Eu vos farei voltar e vos recolherei; certamente, farei de vós um nome e um louvor entre todos os povos da Terra, quando Eu vos mudar a sorte diante dos vossos olhos, diz o Senhor” (Sf.3:20). Fim do livro de Jó.

Oração: Ó Senhor, nosso Deus, que livro intenso e quantas lições espirituais profundas e poderosas aprendemos com Jó! Como ele, também podemos dizer: “Bendito seja o nome do Senhor”! Cremos que o Senhor breve virá, não em um redemoinho, mas virá com as nuvens com poder e grande glória. E nós queremos ser encontrados por Ti como o Teu servo Jó: íntegros, retos, tementes a Ti e nos desviando do mal. Que a nossa comunhão Contigo cresça até que possamos dizer: “Eu Te conhecia só de ouvir, mas agora os meus olhos Te veem”! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia da preparação, fiéis servos de Deus!

Rosana Garcia Barros

#JÓ42 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



JÓ 42 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
7 de agosto de 2026, 0:30
Filed under: Sem categoria

JÓ 42 – É possível desviar-se do mal, e ser justo, íntegro e temente a Deus, mas não estar isento de falhas ou erros.

Merrill Unger declarou que “Jó era inocente, mas não sem pecado, nem perfeito”. Sem esta perspectiva, é fácil desequilibrar-se nas conclusões em relação à mensagem de Jó.

Além disso, Jó é exemplo do remanescente que Deus almeja ver no tempo do fim, enquanto a última geração da humanidade promove uma sociedade mergulhada nas desgraças da imoralidade, perversidade e iniquidade. Se não entendermos corretamente a teologia de Jó, estaremos fadados a cair nas deturpadas filosofias dos amigos de Jó, ou apegar-se a ideias esdrúxulas piores que as deles.

O caminho da santidade passa obrigatoriamente pela humildade e reconhecimento da própria iniquidade quando compara-se à grandiosidade de Deus. As perguntas de Deus a Jó não o levaram a esclarecimentos de seus questionamentos, mas ao arrependimento.

• Jó já havia reconhecido sua indignidade logo que Deus começou Seu discurso (Jó 40:4-5).
• Depois, após Deus encerrar Seu discurso, Jó afirmou: “Certo é que falei de coisas que eu não entendia, coisas tão maravilhosas que eu não poderia saber” (Jó 42:3).
• Além disso, o auge de sua experiência com Deus deu-se quando declarou com sinceridade: “Por isso menosprezo a mim mesmo e me arrependo no pó e na cinza” (Jó 42:6).

Toda jactância e petulância desaparecem diante da santidade, grandiosidade e majestade divinas. Ao ter tal atitude, Jó foi aprovado por Deus em detrimento de seus amigos acusadores, defensores de Deus, que achavam-se donos da verdade.

A compreensão incorreta da religião fez com que Deus repreendesse os amigos de Jó. E Jó, que foi duramente acusado por eles, deveria fazer o que eles deveriam ter feito por Jó: interceder (Jó 42:7-9). Após interceder, Jó foi abençoado duas vezes mais do que era antes e viveu mais 140 anos (Jó 42:10-17). O fim que Deus deu a Jó após sua terrível experiência com o sofrimento não foi motivada por sua inocência, mas porque “o Senhor é cheio de compaixão e misericórdia” (Tiago 5:11). Sobre esse Deus, os amigos de Jó deviam conhecer, e nós também!

O livro de Jó revela a verdade sobre o grande conflito, mas acima de tudo, revela o verdadeiro caráter do Deus que restaura! – Heber Toth Armí.