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“Se alguém Me serve, siga-Me, e, onde Eu estou, ali estará também o Meu servo. E, se alguém Me servir, o Pai o honrará” (v.26).
Faltando uma semana para a festa da Páscoa, os últimos dias de Jesus na Terra foram intensos e cheios de expectativa. Cada palavra, cada gesto Seu, eram minuciosamente observados pelos principais sacerdotes e fariseus. A ressurreição de Lázaro realmente foi o estopim de uma grande divisão entre os judeus, pois que não somente muitos que estavam presentes no dia da ressurreição creram, mas o testemunho de Lázaro continuava falando, de modo que “os principais sacerdotes resolveram matar também Lázaro; porque muitos dos judeus, por causa dele, voltavam crendo em Jesus” (v.10-11).
Após ser ungido em Betânia, Jesus entrou em Jerusalém de forma inusitada. Geralmente, quando Se dirigia às festas anuais em Jerusalém, a última coisa que queria era chamar a atenção para Si. Mas parece que nos Seus últimos dias Ele não Se importou muito com isso, de forma que permitiu que o povo O aclamasse como “Rei de Israel” (v.13). Jesus sabia que havia chegado o momento de ser “levantado da terra” (v.32) e de selar para sempre o destino de Satanás (v.31). Sua morte seria uma grande decepção para Seus seguidores e a dura prova que iria separar a multidão entre crentes e incrédulos, entre adoradores e blasfemadores.
As declarações de Cristo não eram nada convencionais para um povo que acreditava que a glória dos homens era resultado da aprovação divina. “Quem ama a sua vida perde-a” (v.25), “E, se alguém Me servir, o Pai o honrará” (v.26), eram declarações muito radicais para pessoas que mediam a santidade pelas conquistas terrenas. Por isso que a profecia de Isaías se encaixava perfeitamente com a situação espiritual daquela geração. Estavam cegos e seus corações endurecidos demais para compreender que diante deles estava a redenção de Israel.
Corremos o sério risco de agir da mesma forma. Muitos dizem estar seguindo a Jesus, contudo, não estão dispostos a servi-Lo. De acordo com Jesus, o serviço antecede a caminhada: “Se alguém Me serve, siga-Me” (v.26). Títulos, posições e as glórias deste mundo tornaram-se mais importantes do que a vida eterna. Entendam: não que possuir estas coisas seja pecado, mas quando colocadas acima do chamado de Deus tornam-se pedras de tropeço. Assim como em Israel, Deus tem chamado pessoas que hoje se encontram em privilegiadas posições sociais e religiosas, mas pelo medo de “serem expulsos” (v.42) ou rejeitados pelo meio em que vivem, não confessam a sua fé e prosseguem com sua crença secreta.
Jesus poderia ter morrido de forma mais silenciosa e discreta, mas escolheu ser levantado na mais humilhante morte e na mais escandalosa sentença. Não são sinais, milagres ou prodígios que sustentarão a fé dos servos de Cristo nestes últimos dias, mas a firme confiança no Caminho que os está conduzindo para Casa. Iluminados pelo Espírito Santo, os “filhos da luz” (v.36) seguem a passos firmes na direção de Deus e estão prontos para renunciar o que preciso for por amor a Jesus. Assim como a semente que cai ao solo, Cristo nos chama a morrer para o mundo e ressurgir para a vida eterna. Que a oração de George Müller seja a nossa firme decisão, hoje e todos os dias, até aquele grande Dia:
“Houve um dia em que morri. Morri para [coloque aqui seu nome], suas opiniões, preferências, gostos e vontade; morri para o mundo, para a sua aprovação ou censura; morri inclusive para a aprovação ou censura dos meus irmãos e amigos; e desde então tenho estudado tão-somente como apresentar-me aprovado diante de Deus”.
Olhar para a cruz, amados, é sinônimo de vida! Jesus não veio para nos condenar, mas para nos salvar. Apegue-se e creia em Sua Palavra, pois ela é luz e é vida eterna. Seja este o clamor do nosso coração: “Senhor, queremos ver Jesus” (v.21)!
Pai de bondade, o sacrifício do Teu amado Filho e Sua vitória sobre a morte nos outorgou a salvação. Louvado seja o Teu nome, porque o Teu amor não desistiu de nós! Não queremos uma fé baseada em sinais, mas uma fé firme na rocha inabalável da Tua Palavra. Queremos andar Contigo em tão íntima comunhão que nossa vida seja uma constante declaração: “Hosana! Bendito O que vem em nome do Senhor e que é Rei de Israel!”. Vem, Santo Deus, pois queremos Te ver e contemplar a Tua face para sempre! Não somos dignos de tamanho privilégio, mas aceitamos e cremos nos méritos do nosso Salvador que nos oferece o Seu manto de justiça. Salva-nos, Pai! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia da preparação, filhos da luz!
Rosana Garcia Barros
#João12 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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JOÃO 12 – Neste capítulo, as atitudes humanas diante da verdade continuam em evidência, desde a devoção genuína de Maria até a hipocrisia de Judas, culminando com a rejeição de muitos diante da glória revelada de Jesus.
Apesar de uma incredulidade generalizada de judeus de influência, a opção por aceitar e crer em Cristo estava disponível a todos; e houve quem decidiu crer: O gesto de Maria, ao ungir os pés de Jesus com perfume caro (João 12:1-8), demonstra uma adoração genuína e sacrifical. Isso evidencia que o amor por Cristo não retém nada, na verdade Lhe oferece o melhor. Enquanto muitos discutiam ou criticavam, Maria silenciosamente demonstrou sua devoção e reverência.
• Nem todos entenderão nossa devoção ou a profundidade de nossa entrega, mas isso não importa.
• A verdadeira adoração vai além das aparências e se concentra em oferecer a Deus o que temos de melhor, mesmo que tenha um custo alto.
Judas Iscariotes criticou o gesto de Maria, alegando preocupação com os pobres, mas sua verdadeira motivação era a ganância (João 12:4-6). Evidenciando que aqueles que estão presos na hipocrisia frequentemente disfarçam seus pecados com críticas com motivos aparentes de justiça, mas, no fundo, estão resistindo à luz (João 12:44-50).
Muitos que seguiam e aclamaram Jesus em Sua entrada triunfal como Rei humilde – contrariando as expectativas humanas para com o Messias – precisavam redefinir sua fé e crença (João 12:12-36). Além disso, apesar de grande incredulidade, muitos líderes religiosos acreditaram em Jesus, porém não confessaram sua fé nELe por medo de serem expulsos da sinagoga. Eles preferiram a aprovação humana à glória de Deus. Isso reflete o perigo de amar mais a opinião dos homens do que a verdade divina (João 12:37-43).
A incredulidade leva indivíduos a profundidades da iniquidade nunca imaginadas. João 12:10 traz um detalhe revelador sobre a profundidade da incredulidade e hostilidade: “Os chefes dos sacerdotes fizeram planos para matar também a Lázaro”.
• A ressurreição de Lázaro se tornara um poderoso testemunho da divindade de Cristo, e em vez de se renderem à verdade, eles tramaram eliminar as provas do milagre.
• Precisamos examinar nosso coração para garantir que não estamos rejeitando o que Deus está fazendo, apenas porque isso desafia nossos interesses egoístas e materialistas, nosso orgulho ou posição social.
Reflitamos… reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: JOÃO 11 – Primeiro leia a Bíblia
JOÃO 11 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jo/11
O único escritor do evangelho a compartilhar a história da ressurreição de Lázaro é João, o que é surpreendente considerando a magnitude do evento.
“Ora, Jesus amava … Lázaro. No entanto, quando ouviu falar que Lázaro estava doente, ficou mais dois dias onde estava.” (vs 5, 6). Estranho. Evidentemente, essa ressurreição foi diferente das ressurreições anteriores de Jesus. Por um lado, as ressurreições anteriores ocorreram dentro de 24 horas após a morte, enquanto Lázaro foi ressuscitado quatro dias após sua morte.
Era a crença da época que o espírito do falecido pairaria sobre o corpo com o potencial de retornar. Isso dava esperança aos enlutados. Consequentemente, Jesus esperou quatro dias, quando não havia esperança. “Muitos judeus … vendo o que ele fizera, creram nele” (v. 45).
Há cristãos que acreditam que vão para o céu na morte. Eu os encaminharia para João 20:17 e faria três perguntas: “Se você for para o céu na morte e fosse Lázaro, você gostaria que Jesus o ressuscitasse?… Qual é o propósito da ressurreição?… Você seria capaz de desfrutar do céu enquanto vê seus entes queridos sofrerem na Terra?”
Wayne Wasiczko
Educador aposentado e auditor da Conferência da Alta Columbia, Washington, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jhn/11
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli
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562 palavras
1-54 O milagre da ressurreição de Lázaro dentre os mortos é o clímax de todos os sinais precedentes que revelaram a glória de Deus através de Jesus Cristo. Aqui, a própria morte, o inimigo final, é confrontada com sucesso por alguém que é, ele mesmo, a ressurreição e a vida. Contudo, mesmo este glorioso sinal divide aqueles que o testemunham. Os que rejeitam a glória revelada, eles mesmo se encarregam de procurar a morte de Jesus (vs 46-50). Bíblia de Genebra.
1 Lázaro. Não o Lázaro de Lc 16.20. Este Lázaro é referido no Evangelho de João. Bíblia de Genebra.
4 glorificado. Embora a ressurreição de Lázaro tenha glorificado a Deus (12.12-18), a maior glória veio do fato de que precipitou a prisão, o sofrimento e a morte de Jesus. Andrews Study Bible.
16 Tomé era leal ainda que duvidoso (20,24ss). Bíblia Shedd.
Dídimo. Gêmeo. Bíblia Shedd.
Significado de Tomé em hebraico. Andrews Study Bible.
17 quatro dias. Muitos judeus acreditavam que a alma permanecia junto ao corpo três dias após a morte, na esperança de voltar. Se essa ideia existisse na mente dessas pessoas, obviamente acreditavam que toda a esperança já se esvaíra – Lázaro estava irrevogavelmente morto. Bíblia de Estudo NVI Vida.
21 se estiveras aqui. A primeira afirmação de cada irmã (cf v. 32). Bíblia de Genebra.
22 Em contraste com Lc 10:38-42, Marta exibe mais fé do que Maria (ver tb Jo 11:24, 27). Andrews Study Bible.
25 Eu Sou. Jesus não estava dizendo apenas que dava ressurreição e vida. Elas estão intimamente associadas com Ele, e é tal a natureza dEle que a morte definitiva não existe para Ele. Ele é vida (cf 14.6; At 3.15; Hb 7.16). … Jesus … também transmite vida ao crente de modo que a morte nunca triunfará sobre ele. Bíblia de Estudo NVI Vida.
27 Tu és o Cristo. A conversação provoca, por parte de Maria, uma confissão de fé que é paralela à de Pedro (Mt 16.16). Bíblia de Genebra.
28 Mestre. É significativo que uma mulher lhe atribuísse tal designação. Os rabinos não ensinavam mulheres (cf 4.27), mas Jesus muitas vezes as ensinou. Bíblia de Estudo NVI Vida.
35 chorou. A palavra grega assim traduzida não expressa a tristeza bradada do v. 33, mas se refere ao derramamento silencioso de lágrimas.Bíblia de Estudo NVI Vida.
44 Uma parábola real sobre 5:28-19. Andrews Study Bible.
47 os chefes dos sacerdotes e os fariseus. Aqui, os dois grupos estão associados entre si numa reunião do Sinédrio. … Não negaram a realidade dos sinais milagrosos … mas não compreendiam o significado deles, porque não tinham fé. Bíblia de Estudo NVI Vida.
48 O Sinédrio, que tinha suprema autoridade religiosa no país, temeu que o ministério de Jesus provocasse um levante popular, que os romanos esmagariam pela força das armas. Bíblia de Genebra.
Nosso lugar. O templo, que era o “lugar santo” dos judeus. Bíblia Shedd.
48 A morte de Jesus provocou exatamente as duas coisas que os líderes religiosos temiam: a crença em Jesus se espalhou pelo mundo e a destruição do seu “lugar e nação” pelos romanos em 70. D.C. Andrews Study Bible.
49 Naquele ano. Quer dizer o ano em que Cristo foi crucificado. Bíblia Shedd.
51 profetizou. Nos propósitos de Deus, Caifás, sem o saber, fez uma profecia. Bíblia de Genebra.
morrer pela nação. A morte substitutiva de Jesus foi anunciada pelo sumo sacerdote que uma vez por ano fazia expiação pela nação no Santo dos Santos (Hb 9.7ss), Mas ele mesmo não sentia nenhuma necessidade do sangue de Cristo para purificar seus pecados. Bíblia Shedd.
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“Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em Mim, ainda que morra, viverá” (v.25).
Havia uma família a qual Jesus tinha um especial apreço: a família de Lázaro. Lázaro, Maria e Marta eram irmãos e sua hospitalidade para com Jesus e Seus discípulos fez com que a casa deles fosse um dos lugares preferidos do Mestre. A diferente disposição de cada irmão fazia daquele lar um lugar aprazível. A prontidão de Marta, a bondade de Lázaro e a delicadeza de Maria compunham um cenário harmônico da mais pura atmosfera. Mas nem sempre foi assim. Aquele lar tornou-se o perfeito exemplo do que Jesus pode realizar quando as portas do coração se abrem para que Ele entre.
Marta era uma workaholic (trabalhadora compulsiva); seus afazeres eram sua vida (Lc.10:40). Maria não tinha boa reputação (Lc.7:39). E, apesar de não haver nenhum outro relato sobre Lázaro ou como tornou-se amigo pessoal de Jesus, certamente sua vida era tão preciosa aos olhos de Cristo, que Ele não suportou a ideia de passar Seus últimos dias na Terra com a lembrança de um amigo morto. Três irmãos, três personalidades, mas unidos num só coração, numa só fé em Cristo.
A ressurreição de Lázaro é, sem dúvida alguma, uma das mais comoventes e mais poderosas experiências do ministério terrestre de Cristo. Podemos quase ouvir os soluços de Maria e contemplar pela fé as lágrimas do Salvador. É um relato sobremodo comovente, além de esclarecedor quanto à doutrina bíblica do estado do homem na morte. Jesus comparou a morte com o sono, ao dizer: “Lázaro adormeceu, mas vou para despertá-lo” (v.11). Mas a ignorância de Seus discípulos, não entendendo que Ele se referia à morte, O fez dizer com clareza: “Lázaro morreu” (v.14). Em Eclesiastes 9:5, Salomão escreveu: “Porque os vivos sabem que hão de morrer, mas os mortos não sabem de coisa nenhuma, nem tampouco terão eles recompensa, porque a sua memória jaz no esquecimento”. O apóstolo Paulo também nos advertiu quanto a isto: “Não queremos, porém, irmãos, que sejais ignorantes com respeito aos que dormem, para não vos entristecerdes como os demais, que não têm esperança” (1Ts.4:13).
Jesus tem o poder de transformar qualquer vida que esteja disposta a ser forjada no fogo a fim de ressurgir como uma nova vida purificada e santificada para propósitos eternos. Se cada membro de uma família aceitasse este necessário reavivamento e reforma, cada casa do povo de Deus se tornaria morada especial de Cristo. E ainda que a doença ou a morte os alcançasse, até as situações mais adversas seriam “para a glória de Deus” (v.4) e avanço de Sua obra. Jesus não chorou pela morte de Seu amigo. “Jesus chorou” (v.35) pela morte espiritual de Seu povo. Maior do que a pedra que lacrava o túmulo de Lázaro, era a dureza de coração da maioria dos judeus.
Jesus ordena, hoje: “Tirai a pedra” (v.39). E não importa o quanto os seus pecados cheirem mal! Aquele que devolveu a plenitude da vida a um corpo em estado de putrefação, pode lhe reavivar pelo poder que há em Sua Palavra. Jesus morreu para que pudesse “reunir em um só corpo os filhos de Deus, que andam dispersos” (v.52). Chegada é a hora de testemunharmos como um só povo, uma só família cujo caráter revela o amor do Salvador. Pois perto está o dia em que Ele não chamará apenas um homem, mas todos “os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor” (1Ts.4:16-17).
Erguei os olhos para o alto, povo de Deus! Eis que a nossa redenção se aproxima!
Pai querido e misericordioso, em que situação nos encontramos diante de Ti? Será que alguns estão como Lázaro, à beira da morte? Será que alguns estão como Marta e Maria, Te buscando em favor da vida de um ente querido? Será que podemos estar como os discípulos, tardios para entender as Tuas palavras? Ou como os judeus incrédulos, duvidando do Senhor? Ó, Deus eterno, uma coisa é certa: todos nós estamos na condição de pecadores, e, como tais, necessitamos da Tua graça e do Teu perdão. Reaviva-nos para Ti, de modo que as ataduras da morte sejam trocadas por Tuas vestes de justiça e vida. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, reavivados pela Palavra de Cristo!
Rosana Garcia Barros
#João11 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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JOÃO 11 – Quando alguém não quer a verdade, não adianta provas; em realidade, evidenciar a verdade para quem prefere a mentira suscita ódio e ira.
Em II Reis 2:23-24 há o episódio em que um grande grupo de jovens se unem para desprezar, zombar e ridicularizar ao profeta Eliseu. Elias acabaria de subir ao Céu, e Eliseu continuava seu trabalho profético. E, mesmo após ter demonstrado o poder profético concedido por Deus (II Reis 2:19-22), eles gritaram: “Sobe, Calvo”.
A zombaria contra Eliseu não é isolada; é parte de um tema maior que abrange desde a rebelião de Israel no deserto (Êxodo 16:2-3), até a rejeição de Cristo no Novo Testamento (Lucas 23:35).
A história de Eliseu e os zombadores de Betel – cidade apóstata – ecoa o tema contínuo da rejeição dos profetas, que culmina na rejeição do próprio Cristo. Em João 11, Jesus fizera um grande milagre ao ressuscitar Lázaro – morto havia quatro dias (vs. 1-44) – revelando Seu poder e Sua divindade (vs. 4, 11, 23-26); contudo, pior que os jovens caçoadores no contexto de Eliseu, os fariseus e principais sacerdotes se reuniram para tramar a morte dAquele que é a ressurreição e a vida (vs. 45-57).
A narrativa de João 11 e a rejeição contínua dos profetas do Antigo Testamento, (II Crônicas 36:15-16; Lucas 13:34), oferece uma visão poderosa sobre a resistência à verdade divina e à revelação de Deus, mesmo diante de provas incontestáveis. Diante disso, reflita com atenção:
• Quando alguém está preso à mentira ou ao orgulho, mesmo a maior das provas de Deus será rejeitada. Os fariseus, ao saberem da ressurreição de Lázaro, não se alegraram; em vez disso, conspiraram para matar Jesus. Da mesma forma, Eliseu, cheio do Espírito Santo, foi ridicularizado e desprezado.
• No mundo moderno, muitos rejeitam a mensagem de Cristo e Seus mensageiros não por falta de evidências, mas porque essa mensagem os desafia a crer no que não querem.
• Líderes espirituais (pastores e anciãos) são colocados por Deus para proclamar Sua mensagem; zombar e desprezá-los equivale a uma afronta direta à autoridade de Deus através de Seus representantes. Jesus liga a rejeição de Seus discípulos com a rejeição dEle próprio e, por extensão, à rejeição descarada de Deus Pai (Lucas 10:16).
Portanto, reflitamos e reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: JOÃO 10 – Primeiro leia a Bíblia
JOÃO 10 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jo/10
Existem duas definições de “igreja” usadas pelos profetas. O corpo organizado de crentes é uma igreja. (É por isso que pessoas fiéis podem ser afastadas da membresia conforme vemos em 3 João 10). Esta é a igreja composta pelos doze discípulos. Esta é a igreja que tinha brigas internas em Atos.
As pessoas fiéis na terra, aqueles que vivem pela fé, também são uma igreja. (Esta é a “igreja escrita no céu” descrita em Hebreus 12:23).
E Jesus ilustrou ambas as idéias de igreja em João 10. O corpo que ele chamou de “aprisco” e os crentes que ele chamou de “ovelhas”.
Parece-me que em João 10 as ovelhas não estão inicialmente todas reunidas. Jesus diz assim: “Tenho outras ovelhas que não são deste aprisco”, v. 16.
Eu encontrei ovelhas em rebanhos distantes não-cristãos. Talvez você tenha encontrado algumas ovelhas fora do rebanho perto de você. Observe que Jesus não se contenta em ter as ovelhas dispersas. “É necessário que Eu as conduza também.”
No início do capítulo, Jesus disse que sem Ele nada podemos fazer. Isso é verdade. E com ele, podemos ajudar a trazer as outras ovelhas para o precioso redil. Sem Ele, podemos nem ser ovelhas. Com Ele, podemos trazer outras.
Eugene Prewitt
Diretor, Instituto de Treinamento da Ásia Oriental, Malásia
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jhn/10
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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679 palavras
1-18 Esta passagem é uma continuação da cura do homem cego. Os fariseus, que eram reconhecidamente os pastores de Israel, tinham sido infiéis a seu legado, expulsando do aprisco alguém que havia expressado fé no Messias (Jo 9:34).CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 1114.
1 Ladrão. Do gr. kleptes, alguém que furta ou rouba, como Judas roubava da bolsa comum (Jo 12:6). CBASD, vol. 5, p. 1114.
4 Fazer sair. Jesus cumpre a figura de Josué (Nm 27.17). Bíblia Shedd.
7 A porta das ovelhas. Isto é, a porta pela qual as ovelhas entram. … Ele [Cristo] agora Se declara a única verdadeira entrada do aprisco espiritual (cf. v.9). O acesso ao reino espiritual é possível somente por meio dEle. Aqueles que apresentam qualquer outro meio de acesso a Deus são falsos pastores, falsos mestres. Nesta categoria se enquadram os fariseus, a quem estas palavras foram dirigidas. Eles se apegavam ao ensino de que a salvação é alcançada por aqueles que observam a Torah (ver com. de Mt 19:16). Rejeitaram a Jesus, “o caminho, a verdade e a vida”(Jo 14:6) e tentaram impedir que outros, como o cego de João 9, O aceitassem. CBASD, vol. 5, p. 1118.
12 Pastores mercenários nem amam a Deus nem as ovelhas (Ez 34; cf Jo 21.15-17; 1 Pe 5.2-4). Lobo representa os falsos mestres. Bíblia Shedd.
22-30 O diálogo na festa da dedicação ou luzes. Bíblia Shedd.
22 Festa da Dedicação. Esta festa foi instituída por Judas Macabeu para comemorar a purificação do templo e a restauração de seus serviços após a profanação por Antíoco Epifânio [rei da Síria, cf Andrews Study Bible]. … Na literatura rabínica a festa é chamada Hanukkah, que significa “dedicação”. CBASD, vol. 5, p. 1118.
Esta festa é agora chamada Hannukah, é celebrada em dezembro. Comemora a restauração do templo nos tempos de Judas Macabeu e a revolta judaica contra Antíoco Epifânio (164 a.C.). Bíblia de Genebra.
Esse foi o último grande livramento que os judeus haviam experimentado. Bíblia de Estudo NVI Vida.
28 jamais perecerão. A negativa é forte no grego. Em seu significado mais pleno, “perecerão” aqui faz referência à morte final e irrevogável, isto é, à segunda morte (Ap. 20:14; cf Mt 20:28; Jo 3:16). CBASD, vol. 5, p. 1119.
30 somos um. A palavra traduzida por “um” é neutra, mostrando que a unidade de pessoas não é o ponto em discussão. Jesus afirmou Sua unidade com o Pai em vontade, propósito e objetivos. O Pai estava diretamente envolvido nas palavras e nos atos de Jesus. CBASD, vol. 5, p. 1120.
Não são Pessoas idênticas, mas uma em essência… O Pai, o Filho e o Espírito Santo possuem igualmente a plenitude da natureza divina. Esta unidade essencial subjaz à sua unidade no propósito redentor. Bíblia de Genebra.
32 boas obras. Embora a referência aqui inclua os milagres de Jesus, os termos no grego subentendem as obras em geral que têm acima de tudo um caráter bom e nobre. Bíblia de Estudo NVI Vida.
34 sois deuses. A citação é de Salmo 82:6, que acusa os juízes injustos, chamados de “deuses”. CBASD, vol. 5, p. 1120.
No Antigo Testamento, os juízes humanos … podiam ser chamados “deuses”, porque eram considerados como agindo em lugar de Deus, ao fazerem justiça. A palavra hebraica ‘elohim é usada não só para referir ao único Deus verdadeiro, mas também para denotar deuses falsos, anjos e, muito raramente, homens exercendo junções divinas. O argumento de Jesus pode ser entendido como segue: “Ao invés de ofender-se porque esta palavra é aplicada a Mim, devíeis examinar as minhas credenciais que provam que meu Pai me enviou a este mundo”. Bíblia de Genebra.
Se Deus, o Autor da Bíblia, chama homens de “deuses” … quanto mais teria o Filho direito a este título. Bíblia Shedd.
Ver Êx 22.28 e nota textual NVI [“Não insultem os juízes”]; Dt 1.17; 16.18; 2Cr 19.6. Bíblia de Estudo NVI Vida.
38 Fé, no evangelho de João, antecede o “saber e compreender”. Bíblia Shedd.
39 Ele se livrou. João não nos dá detalhes, mas torna claro que nada poderia acontecer a Jesus até que Deus determinasse a hora (7.44; 8.59). Bíblia de Genebra.
A pergunta acerca de como se poderia obter pedras no templo talvez encontre resposta no fato de que o templo de Herodes ainda estava em processo de construção. CBASD, vol. 5, p. 1103.