Reavivados por Sua Palavra


ATOS 08 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
4 de novembro de 2024, 0:45
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Dispersos pelas perseguições e ameaças, os primeiros cristãos seguiam operando grandes sinais e “iam por toda parte pregando a palavra” (v.4). Após Estêvão, o segundo a ser citado na lista dos primeiros diáconos foi Filipe. Este, entrou na cidade dos samaritanos e “anunciava-lhes a Cristo” (v.5), realizando muitas curas, de modo que “houve grande alegria naquela cidade” (v.8). Entre o povo de Samaria havia um homem, “chamado Simão, que ali praticava a mágica” (v.9). Era conhecido de todos como “o Grande Poder” (v.10), iludindo as pessoas com suas mágicas. Mas ao observar “extasiado os sinais e grandes milagres praticados” (v.13) por Filipe, abraçou a fé e foi batizado.

O que nos motiva a fazer algo geralmente é revelado em nossa dedicação, mas pode esconder uma intenção que ninguém imagina. Por exemplo: Simão passou a acompanhar de perto o ministério de Filipe e dos apóstolos esperando o momento mais oportuno para atingir a sua meta: receber o mesmo poder a fim de lucrar com isso. Seu batismo, portanto, foi apenas um degrau para tentar galgar o seu real objetivo. Não tinha um coração “reto diante de Deus” (v.21). Sua motivação era o ganho próprio e a fama, nada mais. Outros ainda julgam que seus recursos são suficientes para alcançar algum tipo de prestígio religioso; que podem comprar cargos e posições. Oh, amados, isso é um completo indicativo de um coração não convertido!

Observem a diferença dos recém-conversos Simão e o eunuco etíope. Divinamente instruído, Filipe foi ao encontro do eunuco com a missão de ser um instrumento do Espírito Santo. Aquele homem sincero tinha ido “adorar em Jerusalém” (v.27). Ou seja, de alguma forma ele ouviu falar sobre o Deus de Israel e havia conseguido o pergaminho do livro do “profeta Isaías” (v.28), o qual vinha lendo no caminho de volta para casa. Enquanto seus olhos percorriam as Páginas Sagradas com profundo interesse, Filipe avistou aquela cena que, imediatamente, o despertou a ouvir o Espírito Santo a lhe dizer: “Aproxima-te desse carro e acompanha-o” (v.29).

Ao ouvir a pergunta: “Compreendes o que vens lendo?” (v.30). Com humildade e singeleza de coração, respondeu o etíope: “Como poderei entender se alguém não me explicar?” (v.31). Ali naquela estrada, aconteceu um estudo bíblico num tempo recorde de quem sabe algumas horas. “Filipe explicou” começando pela “passagem da Escritura” do livro de Isaías e “anunciou-lhe a Jesus” (v.35). Aquele homem estava tão disposto a aceitar a verdade bíblica e colocá-la em prática na sua vida, que não pensou duas vezes ao avistar um lugar com água: “Eis aqui água; que impede que seja eu batizado?” (v.36). Ao compreender a mensagem central das Escrituras, declarou o seu voto batismal: “Creio que Jesus Cristo é o Filho de Deus” (v.37), então, foi batizado por Filipe.

Aquele estrangeiro voltou ao seu país de origem como um novo homem. Permitiu que a Palavra de Deus transformasse a sua vida e, certamente, a sua conversão teve um papel fundamental na evangelização de seu povo. Percebam que antes do Espírito Santo falar com Filipe, um anjo falou com ele (v.26). Há um ministério de anjos “a favor dos que hão de herdar a salvação” (Hb.1:14). Anjos que falam, protegem, e indicam o caminho pelo qual devemos seguir. Quando agimos como Filipe, que “se levantou e foi” (v.26), obedecendo o anjo do Senhor, estamos declarando a Deus que confiamos em Sua orientação e damos total liberdade ao Espírito Santo para falar conosco.

Simão abraçou a fé” (v.13) e foi batizado, mas o que o motivou foram suas más intenções. Já Filipe atendeu ao chamado de Deus e o eunuco prontamente decidiu pelo batismo motivado pelo evangelho de Cristo. Que seja a nossa motivação o sincero desejo de experimentar “qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Rm.12:2). Só ela pode promover “grande alegria” (v.8). Que o estudo da Bíblia lhe motive a tomar as decisões corretas, ainda que, como Filipe e o eunuco, você tenha que percorrer estradas desertas e descer às águas sozinho. Tenha certeza de uma coisa: Jesus estará com você “todos os dias até à consumação do século” (Mt.28:20). Acredite! Pois Ele prometeu! E Ele é fiel!

Querido Pai Celestial, rogamos pelo Teu agir em nossa vida através do ministério dos Teus anjos e do batismo do Espírito Santo! Ó, Pai, imagino como Filipe se sentiu ao ouvir o Teu anjo e o Teu Espírito. E que alegria ao ver o resultado através da decisão daquele eunuco. Acredito que a maior alegria no Céu após ver Jesus, vai ser a alegria em ver aqueles que estarão lá porque o Senhor nos usou como Seus instrumentos aqui. Graças Te damos por tamanho privilégio! Queremos ter nossas vestes lavadas no sangue do Cordeiro e por meio das Escrituras anunciar Jesus ao mundo. Ajuda-nos, Senhor! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, batizados pelo Espírito Santo!

Rosana Garcia Barros

#Atos8 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



ATOS 8 – PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
4 de novembro de 2024, 0:40
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ATOS 8 – Com a perseguição à igreja (Atos 8:1-3), o cristianismo espalhou-se rapidamente. Um exemplo é o relato do batismo do Eunuco por Felipe (Atos 8:26-40).

Com o avanço da Igreja no mundo gentio (Atos 8:4-8), os cristãos lidaram com formas de religião contrárias à revelação de Deus. Um exemplo foi a magia de Simão (Atos 8:9-25).

O mágico Simão intentava impressionar o povo de Samaria com práticas sobrenaturais, e vemos como a chegada do evangelho através de Filipe, e posteriormente Pedro e João, revelou a superioridade do poder de Deus sobre a magia e a bruxaria.

A cultura da época misturava-se frequentemente com crenças e práticas pagãs que viam o sobrenatural como fonte de poder. Em contraste, o cristianismo apresentava-se como uma fé baseada na revelação de Deus através das Escrituras e da manifestação visível do poder de Deus na vida de Jesus e de Seus apóstolos.

Diferente da magia, que manipula forças para benefício próprio ou para impressionar, o poder que acompanha a pregação de um cristão vem diretamente de Deus e é voltado para a libertação e salvação das pessoas. Contudo, quando observou os milagres realizados pelo poder do Espírito Santo, Simão impressionou-se e, aparentemente, converte-se ao cristianismo, sendo batizado.

Mesmo depois de batizado, quanto Pedro e João chegam a Samaria e os samaritanos recebem o Espírito Santo, Simão oferece dinheiro para comprar essa capacidade. O fato é que o Espírito Santo não pode ser comprado ou manipulado, pois o cristianismo trata de um relacionamento autêntico com Deus, no qual o Espírito é dado gratuitamente como presente divino. A tentativa de Simão de adquirir o poder de distribuir o Espírito Santo demonstra seu entendimento equivocado do cristianismo e sua visão ainda enraizada nas práticas de manipulação espiritual que ele conhecia.

Em Atos 8:20 Pedro expõe que o verdadeiro poder espiritual não é algo negociável; é concedido por Deus Àqueles que O seguem com sinceridade. Tal confronto serve para ressaltar que o evangelho não é um meio de obter poder para si, mas um chamado à submissão a Deus e serviço aos outros!

Os apóstolos rejeitam qualquer tentativa de misturar o evangelho com práticas espirituais pagãs ou mágicas. A resposta de Pedro a Simão é, em essência, uma repreensão contra o sincretismo… – Heber Toth Armí.



ATOS 7 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
3 de novembro de 2024, 1:00
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Texto bíblico: ATOS 7 – Primeiro leia a Bíblia

ATOS 7 – BLOG MUNDIAL

ATOS 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



ATOS 7 by Luís Uehara
3 de novembro de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/at/7

É da natureza humana pensar que as regras só se aplicam aos outros. Você já tentou fazer com que um trabalho atrasado fosse aceito, uma taxa dispensada ou algum outro delito fosse desculpado? Você confia na misericórdia dos outros para encobrir seu mau comportamento? Você acha que é diferente, que é excepcional e merece mais graça do que os outros?

Estevão falou e pregou a verdade para esse tipo de pessoas. Eles acreditavam que serem banhados com bênçãos de Deus de alguma forma os tornava excepcionais. Estevão recitou a eles sua verdadeira história de desobediência e infidelidade, dizendo: “Povo rebelde, obstinado de coração e de ouvidos! Vocês são iguais aos seus antepassados: sempre resistem ao Espírito Santo! Qual dos profetas os seus antepassados não perseguiram? Eles mataram aqueles que prediziam a vinda do Justo, de quem agora vocês se tornaram traidores e assassinos — vocês, que receberam a Lei por intermédio de anjos, mas não lhe obedeceram.” Atos 7:51-53 NIV.

Embora estivessem condenados e com o coração enfurecido (versículo 54), eles não se arrependeram. Não mate o mensageiro quando Deus lhe enviar um “Estêvão” para revelar seus pecados.

Karen D. Lifshay
Igreja Adventista do Sétimo Dia de Hermiston, Oregon, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/act/7
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli



ATOS 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
3 de novembro de 2024, 0:50
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708 palavras

1 Porventura, é isto assim? A pergunta do sumo sacerdote serviu para interromper a perplexidade dos observadores ao contemplarem a face de Estevão, mas era a forma padrão de dar inicio a um julgamento formal. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 192.

2 Estevão respondeu. A resposta de Estevão foi uma declaração de fé. Era também uma denúncia aos acusadores. CBASD, vol. 6, p. 192.

3 Sai. Estevão cita Gênesis 12:1. CBASD, vol. 6, p. 192.

9 Invejosos. O registro diz que seus irmãos “odiaram-no” (Gn 37:4, 5) e “lhe tinham ciúmes”. Este é o primeiro passo no argumento de Estevão de que os mensageiros de Deus sempre sofreram oposição daqueles que eram representantes da nação hebraica em cada época. CBASD, vol. 6, p. 193.

25 Cuidava. Ou, “estava supondo”. Ele tinha certeza de que os hebreus entenderiam seu ato e seus motivos. Logo se desiludiu. O vislumbre do que se passou na mente de Moisés não é extraído do AT, mas pode ter sido revelado a Estevão pelo Espírito Santo. O orador também podia estar sugerindo uma comparação entre Moisés e Jesus, uma vez que ambos foram rejeitados pelo povo que queriam ajudar. CBASD, vol. 6, p. 196.

Não compreenderam. Expressão sucinta, mas eficaz, em destacar a estupidez do povo. Com frequência, o povo de Deus não entende, nem está preparado para os atos divinos de livramento (a atitude dos judeus em relação a Cristo, Jo 1:11). CBASD, vol. 6, p. 196.

37 Um profeta. Estevão, como Pedro (At 3:22), se refere à profecia de Deuteronômio 18:15 a 18. Assim como Pedro, ele entende que ela se cumpriu em Jesus. Ele pretendia confrontar o Sinédrio com este Profeta na pessoa de Jesus, a quem eles crucificaram. CBASD, vol. 6, p. 197.

49 O céu é o Meu trono. Isaías afirma que o Altíssimo não pode se confinar a limitações humanas, mas habita com aquele que é “aflito e abatido de espírito”. Estas palavras eram uma repreensão aos judeus que as ouviram. O apelo velado de Estevão era para que aceitassem o Ser Divino que andara entre eles com tanta humildade e lhes demonstrara o caráter amoroso do Pai celestial. CBASD, vol. 6, p. 200.

51 Homens de dura cerviz. Sem dúvida, a mudança súbita no discurso de Estevão se deveu à agitação crescente do Sinédrio e ao ressentimento que suas palavras despertaram. Ao que tudo indica, ele percebeu que seu fim estava próximo e que nada mais que ele dissesse mudaria a questão. CBASD, vol. 6, p. 200.

52 Traidores e assassinos.  Ao ler no rosto de seus acusadores o destino que logo lhe sobreviria, Estevão os lembrou de suas ações passadas contra Cristo. CBASD, vol. 6, p. 201.

53 Não a guardastes. Estas palavras são proferidas em contraste com a expressão “recebestes a lei”, e devem ter sido um golpe a quem as ouviu. Eles não guardavam a letra da lei nem sua intenção. A lei, entregue por intermédio de anjos, poderia ter sido a glória deles, mas a perversão dela gerou vergonha e destruição. CBASD, vol. 6, p. 201.

55 No céu. Estêvão viu “os céus abertos”. Nenhum dos observadores viu aquela glória do Céu, e a declaração de Estêvão parecia agravar sua culpa. Mas somente os profetas seriam capazes de dizer se o que viram foi com a percepção espiritual ou por meio da visão física. CBASD, vol. 6, p. 201.

58 E […] o apedrejaram. Literalmente, “o estavam apedrejando”, como se a execução continuasse à medida que o mártir orava. O apedrejamento era a pena para a blasfêmia segundo a lei mosaica. Todavia, por mais que o Sinédrio estivesse seguindo de perto essa lei, eles não tinham direito de tirar a vida de alguém sob o domínio romano. CBASD, vol. 6, p. 202.

59 Invocava. A oração mostra Estevão invocando ao Senhor Jesus, a quem ele acabara de ver em pé, à direita de Deus. CBASD, vol. 6, p. 202.

60 Não lhes imputes este pecado! Estevão não podia fazer muito pelos pecados anteriores daqueles que o perseguiram, mas podia pedir perdão pela transgressão presente. Ao rogar por eles, revelou que adquirira por completo o espírito de perdão que havia caracterizado seu Mestre. CBASD, vol. 6, p. 203.  

Adormeceu. Ao encerrar o relato do ministério do mártir, Lucas preserva a atmosfera santa em sua palavra final: “adormeceu”.  A batalha terminou e a vitória foi conquistada. O fiel guerreiro de Deus deixa o tumulto e adormece tranquilamente até o dia da ressurreição. Os capítulos seguintes revelam que sua morte não foi em vão. CBASD, vol. 6, p. 203.  

Compilação: Tatiana W



ATOS 07 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
3 de novembro de 2024, 0:45
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De Abraão a Jesus, Estêvão discorreu acerca de toda a história de Israel. Sua defesa não consistiu em apelar por sua vida ou provar sua inocência. Sua voz advogava por algo bem maior. Não apenas sua face resplandecia a luz de Cristo, como suas palavras, ainda que soassem como um conhecimento familiar, revelaram um poder e uma propriedade que não podiam ser negados. A singeleza aliada à intrepidez fazia de Estêvão um cativante orador. Seu nome, que significa “coroa”, ilustra a recompensa divina aos que Lhe permanecem fiéis mesmo em face da morte: “Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida” (Ap.2:10).

A defesa de Estêvão confirmou o cumprimento exato do cenário profético para o povo de Israel. A morte do primeiro mártir da igreja primitiva assinalou o fim de Israel como nação eleita. Conforme as profecias de Daniel, foi determinado um tempo para que aquela nação se arrependesse e se convertesse (Dn.9:24). No entanto, este tempo foi desperdiçado e as oportunidades, perdidas. E assim como mataram Aquele que viera pagar o preço de seu resgate, mataram a Estêvão, confirmando a sua rebelião.

Deliberadamente, rejeitaram aos apelos do Espírito Santo. Decididamente, deram as costas à misericórdia divina e ao desejo de Deus de salvá-los. Vez após outra declararam ser sua religião formal mais importante do que o amor do Senhor. Seus olhos estavam vendados, e com as próprias mãos “taparam os ouvidos” (v.57) à inevitável sentença. Desde a saída do decreto de Ciro para reconstruir Jerusalém, em 457 a.C., até a morte de Estêvão, cumpriu-se com precisão as “setenta semanas” (ou 490 anos) de Daniel capítulo nove. A visão de Estêvão, portanto, não foi apenas um privilégio dado a um fiel servo do Altíssimo, mas o cumprimento da palavra profética de um Deus que não mente e não falha.

Quando Estêvão declarou: “Eis que vejo os céus abertos e o Filho do Homem, à destra de Deus” (v.56), ele viu uma cena de juízo. O justo Juiz levantou-Se de Seu trono para declarar a sentença final. Israel deixou de ser a representante de Deus na Terra, e aquele que segurou as vestes dos algozes de Estêvão (v.58), seria separado para uma obra mundial que faria da igreja cristã o que Deus sempre idealizou: “Minha casa será chamada Casa de Oração para todos os povos” (Is.56:7). O fato de Estêvão ter resumido toda a história de Israel foi a mais contundente e irrefutável prova das grandes misericórdias de Deus e de como Ele conduziu o Seu povo apesar dos erros de percurso daqueles que elegeu como Seus representantes.

Estamos situados no tempo profético denominado “tempo do fim”. O apóstolo Paulo, em sua segunda carta a Timóteo, declarou que “nos últimos dias, sobrevirão tempos difíceis” (2Tm.3:1). Tempos em que o desejo humano estaria acima da vontade divina; em que o egoísmo, a avareza e a desobediência comandariam o coração do homem; em que a ingratidão, a irreverência e a calúnia propagariam os veios da corrupção. Tempos em que o bem não apenas seria rejeitado, mas odiado; em que não é constrangedor encher a mente e o corpo de tudo o que não presta, enquanto se aparenta “forma de piedade” (2Tm.3:2-5). Verdadeiramente, são tempos sobremodo difíceis!

Jesus anunciou: “Eis que venho sem demora” (Ap.22:7). E independentemente de você acreditar ou não, de estar pronto ou não, Ele voltará. Ele prometeu! O segundo advento de Cristo é mencionado mais de 300 vezes no Novo Testamento. Enquanto isso, como estamos aguardando esta preciosa promessa? Como Israel no deserto, que mesmo após tantas provas do amor e do cuidado de Deus, “no seu coração, voltaram para o Egito” (v.39)? Israel não deixou de ser a nação eleita de Deus porque matou a Estêvão, senão, o assassinato de Jesus seria infinitamente mais ofensivo aos olhos de Deus. Israel deixou de ser a nação eleita porque cometeu o pecado imperdoável: “Mas aquele que blasfemar contra o Espírito Santo não tem perdão para sempre, visto que é réu de pecado eterno” (Mc.3:29).

As últimas palavras de Estêvão foram dirigidas diretamente ao povo: “Homens de dura cerviz e incircuncisos de coração e de ouvidos, vós sempre resistis ao Espírito Santo” (v.51). Deus está prestes a soltar de vez “os quatro ventos da terra” (Ap.7:1), e quando isso acontecer, amados, findo estará o “tempo da oportunidade” (2Co.6:2). Eu não sei você, mas eu estou cansada daqui, cansada de mim mesma, dos meus altos e baixos e de minha natureza pecaminosa. Cansada de ver tanta miséria, violência e injustiça e, ao mesmo tempo, tanta riqueza, luxúria e descaso. Já chega! E logo Jesus mesmo irá declarar: “Basta!” (Ap.16:17). Eu quero, como Estêvão, olhar para o céu e contemplar a glória de Deus e a face do meu bom Jesus. Se este também é o seu desejo, ore comigo neste momento:

“Toma-me, Senhor, para ser Teu inteiramente. Aos Teus pés deponho todos os meus projetos. Usa-me hoje em Teu serviço. Permanece comigo, e permite que toda a minha obra se faça em Ti” (EGW, Caminho a Cristo, CPB, p. 69).

Vigiemos e oremos!

Feliz semana, cheios do Espírito Santo!

Rosana Garcia Barros

#Atos7 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



ATOS 7 – Comentário Pr. Heber Toth Armí by Jeferson Quimelli
3 de novembro de 2024, 0:40
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ATOS 7 – A morte de Estêvão é um evento de grande relevância na história do cristianismo e na interpretação das profecias de Daniel, especialmente as 70 semanas mencionadas em Daniel 9:24-27.

Estêvão foi um dos primeiros líderes nomeados pelos apóstolos na igreja primitiva, o qual se destacou por sua eloquência. Seu poderoso discurso diante do Sinédrio é uma recapitulação da história do povo de Deus, destacando a resistência desse povo e culminando numa advertência contundente contra os líderes religiosos da época. Ele os confronta, dizendo que eles sempre resistiram ao Espírito Santo e mataram os profetas.

• A resposta violenta dos ouvintes, que apedrejaram Estêvão até a morte, marca a primeira vez que um cristão é martirizado, simbolizando a rejeição do evangelho por parte dos líderes judeus.

As 70 semanas de Daniel 9:24-27 são frequentemente interpretadas como um período profético que abrange desde o decreto da restauração de Jerusalém até a vinda do Messias. De acordo com essa profecia, o “Ungido” (ou Messias) seria cortado (morto) após 69 semanas – isto é, a crucificação de Cristo. Daniel 9:27 menciona que o Messias fará uma aliança com muitos por uma semana, e que em meio à semana Ele será cortado.

O fim das setenta semanas coincide com a morte de Estêvão. Noutras palavras, sua morte é um marco que representa o fim do tempo destinado ao povo de Israel, conforme a profecia de Daniel. Ao rejeitar Estêvão, os líderes israelitas rejeitaram a mensagem do Evangelho e também selaram seu destino como povo escolhido de Deus. Este evento aponta para a conclusão do apelo de Deus aos judeus, que culmina com a morte de Cristo e agora, extrapola com a morte do primeiro mártir.

• Tudo isso sinaliza uma nova fase no plano de Deus, onde a salvação é oferecida a todos, incluindo os gentios.

Algumas implicações do sermão e morte de Estêvão: Esse episódio representa…

• a transição da liderança espiritual de Israel para a Igreja Cristã, incluindo os gentios como povo de Deus.
• a rejeição final da mensagem cristã pelos líderes israelitas. A partir desse momento, a Igreja se expande rapidamente, conforme o livro de Atos.
• que o tempo de graça para Israel étnico se esgotou, e Deus agora Se volta para um novo povo.

Portanto, devemos reavivarmo-nos! – Heber Toth Armí.



ATOS 6 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
2 de novembro de 2024, 17:38
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Texto bíblico: ATOS 6 – Primeiro leia a Bíblia

ATOS 6 – BLOG MUNDIAL

ATOS 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



ATOS 6 by Luís Uehara
2 de novembro de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/at/6

Que homem extraordinário era Estêvão, uma vida cheia da glória de Deus! Seu rosto contava a história de confiança, fé e crença em um Salvador ressuscitado. Ele sabia, sem sombra de dúvida, que seu Pai celestial estava com ele, evidenciado por um rosto resplandecente.

Em meio a falsas e maliciosas acusações dos líderes da sinagoga, a fé de Estêvão foi posta à prova. Versículo 8 – “[Estêvão,] homem cheio da graça e do poder de Deus, realizava grandes maravilhas e sinais entre o povo.” Oh, esses líderes não suportavam a ideia de alguém curando, pregando, ajudando.

Inspirados pelo príncipe das trevas, quatro “raposinhas” – inveja, ciúme, malícia e orgulho continuaram através dos tempos. Apesar de tudo o que os apóstolos fizeram para buscar homens cheios do Espírito Santo, orando com e por eles, e garantindo que seriam líderes fortes da igreja, as quatro raposinhas conseguiram segui-los em sua jornada, tentando aniquilar a igreja primitiva.

Vamos vestir toda a armadura de Deus para que também tenhamos rostos resplandecentes e gloriosos ao suportar adversidades, falsas acusações, perseguições e provações.

Karen Lewis
Estrategista Missionária. Celebration Seventh-day Adventist Church, Flórida, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/act/6
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli



ATOS 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
2 de novembro de 2024, 0:50
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763 palavras

1 naqueles dias. Marca nova divisão no livro (cf 1.15). Bíblia Shedd.

O zelo missionário partiu dos crentes helenistas, menos tradicionais e desembaraçados do problema da língua, visto que o grego era língua franca do Império Romano. Bíblia Shedd.

Helenistas. Isto é Judeus de língua grega. Os helenistas eram judeus da diáspora que além de falar o grego, haviam absorvido em parte a cultura grega. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 182.

Hebreus. Estes eram os judeus que haviam nascido na Palestina, moravam ali e falavam a língua aramaica. CBASD, vol. 6, p. 182.

viúvas. A igreja tinha assumido a responsabilidade de seu cuidado (4:32-34; 1 Tm 5:3-16). Andrews Study Bible.

Aqui o velho problema da discriminação tinha emergido: as viúvas dos judeus gregos (ou de fala grega) eram consideradas forasteiras pelos judeus nativos e assim não estavam recebendo sua porção na distribuição de alimentos, provavelmente derivada em parte da generosa doação de 4.34-37. Bíblia de Genebra.

2 a palavra de Deus. Nesta organização inicial da igreja do Novo Testamento, dois ministérios estão listados: o ministério da palavra e oração (v. 4) e o ministério de satisfazer as necessidades físicas do povo, tal como servir à mesa. Bíblia de Genebra.

3 Sete homens. Era razoável que os apóstolos pensassem no número sete. Havia uma reverência pelo numero entre os judeus. CBASD, vol. 6, p. 183.

5 escolheram. Pelos nomes gregos se supõe que todos eram helenistas, inclusive um prosélito (gentio convertido ao judaísmo) cristão. Bíblia Shedd.

6 Apresentaram-nos. Provavelmente para exame, instrução, e é claro ordenação. CBASD, vol. 6, p. 185.

impuseram as mãos. Ação que simboliza uma doação, quer de bênção (Mc 10.16), cura (Mc 6.5), o Espírito Santo (At 8.17; 19.6) ou responsabilidade e autoridade para serviço (At 13.3; 1Tm 4.4). Bíblia Shedd.

8 Cheio de graça e poder. Graça e beleza de espírito deveriam acompanhar a proclamação da mensagem evangélica. O “poder” era a realização de milagres. Estevão devia ter a mesma plenitude de dons do Espírito que os doze. CBASD, vol. 6, p. 186.

9 Libertos. Descendentes dos judeus levados a Roma por Pompeu (63 a.C.) e logo libertos, junto com outros das regiões mencionadas. Bíblia Shedd.

10 Não podiam resistir. Literalmente, “não eram fortes para permanecer contra”. Esta experiência cumpriu a promessa de Cristo a Seus seguidores (Lc 21:15). CBASD, vol. 6, p. 187.

Sabedoria. Estevão foi o primeiro mestre da nova comunidade a ser destacado por sua sabedoria. […] Possuía uma clara visão da verdade e a habilidade para revelar verdades não percebidas até então. CBASD, vol. 6, p. 188.

11 Subornaram. Às vezes, esta palavra era usada para o ato de empregar, instigar ou instruir um agente secreto. CBASD, vol. 6, p. 188.

Incapazes de contradizer os argumentos de Estêvão a respeito de Jesus, os membros da Sinagoga [dos Libertos] espalharam falsas acusações sobre ele. No furor resultante, Estêvão foi arrastado ao Conselho [Sinédrio]. Andrews Study Bible.

blasfêmias contra Moisés e contra Deus. Estêvão só dizia, como está evidente no cap. 7, que Moisés, como Jesus – e como o próprio Estêvão – foi rejeitado pelo povo (7.35, 39). Isto não poderia ser tomado como blasfêmia contra Moisés e contra Deus. Bíblia de Genebra.

12 Sublevaram. Por meio das acusações falsas, agitaram o povo que testemunhara os milagres de Estevão. CBASD, vol. 6, p. 188.

13 lugar santo. O templo, para os judeus, era o lugar mais sagrado do mundo, o centro do universo, por ser a habitação de Deus. Bíblia Shedd.

Estêvão não falou contra o templo, mas somente declarou que Deus não estava confinado a um templo terreno, uma vez que o céu era Seu lar e Seu trono (7.48-50). Estêvão, na verdade, sustentava a lei mosaica e o seu ensino, especialmente naquilo que apontava para o Cristo vindouro (7.37-38). Bíblia de Genebra.

14 Esse Jesus. Mais uma vez, uma menção com desprezo, embora este nome soasse belo ao sair de lábios cristãos. CBASD, vol. 6, p. 189.

temos ouvido dizer que esse Jesus … mudará os costumes que Moisés nos deu. Estêvão percebendo que a fé cristã não se manteria dentro do judaísmo (cf Mc 7.18, 19; Mt 23.25, 26; Lc 11.39-41), antecipa a teologia universal de Paulo. Sua visão é de um cristianismo mundial, sem as restrições do judaísmo e da Lei. Bíblia Shedd.

Para Estêvão, Jesus, aquEle que está à direita do Pai no Céu (7:55-56), é o “Profeta como eu” que Moisés mesmo predisse que viria, a Pessoa definidora da História cujo significado extrapolaria o judaísmo. Similarmente, nem o tabernáculo nem o templo poderiam conter Deus (7:44-50). Estêvão está plenamente convicto de que a culminação de todo o Antigo Testamento é alcançado em Jesus. Andrews Study Bible.

15 Rosto de anjo. Seu rosto devia estar iluminado com um brilho divino. […] O rosto de Estevão se iluminou por sua proximidade de Cristo e pela luz da visão que estava prestes a ter de Jesus à destra de Deus. CBASD, vol. 6, p. 188.