Reavivados por Sua Palavra


I JOÃO 2 –  ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
19 de março de 2025, 1:30
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Texto bíblico: I JOÃO 2 – Primeiro leia a Bíblia

I JOÃO 2 – BLOG MUNDIAL

I JOÃO 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)



I JOÃO 2 by Luís Uehara
19 de março de 2025, 1:00
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1jo/2

“Meus filhinhos”, João pastoralmente observa: “escrevo-lhes estas coisas para que vocês não pequem. Se, porém, alguém pecar, temos um intercessor junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo; Ele é a propiciação [“o sacrifício para o perdão de nossos pecados”, NVT] pelos nossos pecados, e não somente pelos nossos, mas também pelos pecados de todo o mundo” (v. 1, 2 NVI). É praticamente impossível uma declaração mais clara do que esta a respeito do evangelho.

Mas João precisa voltar a falar a respeito dos mentirosos que afirmam viver “sem pecado”. No versículo 9, João chega ao coração do problema: “Quem afirma estar na luz, mas odeia seu irmão, continua nas trevas” (NVI). Um dos fatos tristes da história da igreja é que há muitos que pensam que podem amar a Deus sem amar aos semelhantes.

A segunda metade de João 2 lida com uma mentira ligada à Trindade. Eles negavam que Jesus era o divino Cristo e, portanto, estavam também negando o Pai (vs. 22, 23).

Aquele que permanecer no divino Cristo não só encontrará perdão (1Jo 1:9), mas também andará na luz dos mandamentos de Deus (v. 3-6), especialmente o mandamento de amar aos irmãos e irmãs (v. 9). De fato, permanecer nEle transformará nossa vida em todos os sentidos.

George Knight
Oregon, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1jn/2
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



I JOÃO 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
19 de março de 2025, 0:50
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1006 palavras

1 Para que não pequeis. Livrar-se totalmente do pecado é a meta estabelecida perante os filhos de Deus, e cada provisão foi feita para que todos possam alcançá-la. CBASD – Comentário bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 699.

Se, todavia, alguém pecar. Embora o objetivo de João seja a impecabilidade, João reconhece a possibilidade de um cristão sincero cometer um pecado (cf. com. de 1Jo 1:7-9). Ele faz isso não para tolerar o pecado, mas para apresentar Aquele que pode salvar o cristão que tenha caído. CBASD, vol. 7, p. 699, 700.

Advogado (gr. paraclētos, “chamado para o lado”). Bíblia Shedd.

Alguém que intercede em favor de outra pessoa. Bíblia de Estudo Andrews.

3 o temos conhecido. Não apenas conhecer a respeito dele, mas conhecê-lo pessoalmente. Bíblia de Estudo Andrews.

5 Tem sido aperfeiçoado. Tem cumprido seu propósito (4:16-19; 5:3). Bíblia de Estudo Andrews.

O amor para com Deus é aperfeiçoado na plena obediência à Palavra. Bíblia Shedd.

Como Ele andou. O padrão de obediência é o exemplo de Cristo (1 Pe 2.21; cf Cl 2.6). Bíblia Shedd.

6 permanece nele. Continua em constante relacionamento com ele (Jo 15:4-5). Bíblia de Estudo Andrews.

7 palavra. Mensagem.

9 Odeia. O menor traço de ódio é suficiente para mostrar que o Deus de amor não tem pleno domínio no coração (Mt 5:21, 22; MDC, 55-58). CBASD, vol. 7, p. 703.

12-17 O que os cristãos têm em Deus, em contraste com o que o mundo tem a oferecer. Bíblia de Estudo Andrews.

13, 14 Conheceis. […] denota uma relação pessoal com Cristo (13) e com Deus (14) que determina a nova vida. Bíblia Shedd.

15 o mundo. Neste texto, o termo representa tudo que se coloca em oposição a Deus e a seus caminhos (5:19; Jo 1:10). Bíblia de Estudo Andrews.

16 A concupiscência da carne. A concupiscência da carne é o desejo que impele à indulgência ao mal. […] Os escritores do NT consideram que o corpo humano tem disposição para o bem e também para o mal, portanto, está sujeito à redenção adquirida por Cristo (Rm 12:1; 1Co 6:15; Fp 1:20; 3:21). A expressão “concupiscência da carne” inclui tudo aquilo que tende irresistivelmente a uma complacência que contradiz a vontade de Deus. O apóstolo não acusa seus leitores de pecados vis, mas os adverte contra a inimizade entre Deus e todas as manifestações do pecado, a fim de salvá-los. CBASD, vol. 7, p. 707.

A concupiscência dos olhos. … pode ser entendida como uma referência ao prazer mental, estimulado através da visão. Grande parte do prazer pecaminoso do mundo se experimenta através dos olhos (ver com. de Mt 5:27, 28). Muitos dos que se apressam em negar qualquer intenção de ceder ao pecado aberto, sentem um vivo desejo de ler sobre o pecado, contemplá-lo em uma imagem, ou vê-lo retratado numa tela. Aqui se aplicam as palavras de 1Coríntios 10:12: “Aquele, pois, que pensa estar em pé, veja que não caia” (cf. com. de Gn 3:6). João pode ter pensado nos espetáculos de esportes brutais da arena romana, onde os homens lutavam entre si ou com animais selvagens até a morte. Esses esportes despertavam a mesma curiosidade mórbida que os espetáculos sádicos hoje. CBASD, vol. 7, p. 707.

soberba. Do gr. alazoneia, “vanglória”, “ostentação”, “exibição” (cf. com. de Tg 4:16). CBASD, vol. 7, p. 707.

Vida. A expressão “orgulho da vida” implica uma satisfação materialista com bens terrenos, um estado de espírito que substitui o espiritual pelo material. Todos, em diferentes graus, são propensos a tal orgulho e devem se precaver contra ele. Alguns se orgulham indevidamente de seu trabalho, outros, de suas posses, de sua própria beleza, ou de seus filhos. CBASD, vol. 7, p. 707.

18-28. Instrução sobre como reconhecer e lidar com aqueles a quem a epístola chama de “anticristos”. Bíblia de Estudo Andrews.

18 Última hora. A principal preocupação dos escritores da Bíblia que buscavam preparar os seus leitores com o encontro com Jesus era espiritual e não cronológica. Eles não pretendiam fornecer dados cronológicos sobre os últimos dias (cf. com. de At 1:6, 7). A mensagem de João teve o valor imediato de estimular seus irmãos na fé a viver na expectativa do breve retorno de Cristo. Estimulou-os a viver, como todos os cristãos deveriam, como se cada dia fosse o último. O solene anúncio: “É a última hora”, também moveria os crentes a testemunhar mais fervorosamente, apressando o advento de Cristo. CBASD, vol. 7, p. 708.

O anticristo. Alguém que atua contra Cristo e que, em última instância, tenta tomar seu lugar. Jesus e outros escritores bíblicos profetizaram a respeito deste agente, sobretudo sobre aquele que aparecerá logo antes do retorno de Cristo (Dn 7:25, 26; 8:23-25; Mt 24:4, 5; 2Ts 2:1-10; 2Tm 3:1-8; Ap 13:1-6). Bíblia de Estudo Andrews.

A palavra pode significar … “aquele que se opõe a Cristo”, ou “alguém que reivindica o lugar de Cristo”, ou quem combina essas duas funções. O título de vice-Cristo, ou vice-regente de Cristo, transmitiria uma ideia semelhante quando usado por alguém que falsamente alegava ser investido da autoridade de Jesus. O apóstolo João é o único que usa o vocábulo “anticristo” no NT (aqui, e em 1Jo 2:22; 4:3; 2Jo 7), porém não dá nenhuma pista definitiva para a identificação de uma pessoa específica, pessoas ou instituição. Ele supõe que seus leitores já conheciam o tema, que esperavam a vinda do “anticristo” e que acreditavam que sua presença indicava a proximidade dos últimos dias. Sem dúvida, João pensava em heresias de sua época como o docetismo e o cerintianismo, ramificações do gnosticismo (ver p. 625, 626; vol. 6, p. 40-45; ver também com. de 1Jo 2:22; 2Jo 7). É oportuno recordar que o “anticristo” original é Satanás, que se opõe a Cristo com a ajuda de diversos instrumentos humanos. Antes de o homem ter sido criado, Satanás tentou destituir a Cristo (ver com. de Is 14:12-14; Ez 28:12, 13) e, desde então, tem inspirado sem cessar toda oposição contra Deus e Seu Filho Jesus Cristo (cf. com. de 2Ts 2:8, 9). CBASD, vol. 7, p. 708, 709.

19 fosse manifesto. Mostrados como realmente são. Bíblia de Estudo Andrews.

23 não tem o Pai. Ao rejeitar Jesus, a quem o Pai enviou, rejeita-se o Pai também. Bíblia de Estudo Andrews.

24 o que ouvistes. A verdade sobre Jesus e a vida eterna (v. 23, 25). Bíblia de Estudo Andrews.

27 Ensina (cf Jo 14.26, 1 Co 2.9-16). O Espírito e a Palavra (24-26) cooperam suprindo toda a necessidade dos fiéis. Bíblia Shedd.

29 A prática da justiça é resultado do novo nascimento (Ef 2.10). Bíblia Shedd.



1João 2 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
19 de março de 2025, 0:45
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O surgimento do pecado no coração de Lúcifer deu início ao grande conflito dos séculos. E a entrada do pecado no mundo, através de nossos primeiros pais, resultou em consequências terríveis e, na vida de muitos, irreversíveis. Faz parte da razão humana o poder de decisão. O Senhor nos criou e nos dotou da liberdade de escolha, contudo, como Deus de amor, estabeleceu um prazo de validade para o mal. O Criador, em Sua onisciência, já sabia que o homem pecaria, mas o Seu amor foi maior do que a nossa rebeldia. Mesmo antes da fundação do mundo, já havia a solução através do perfeito plano da salvação. A vitória de Cristo nos garantiu uma defesa incontestável e insuperável: “Se, todavia, alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo” (v.1).

Todos os pecados do mundo, desde Adão até o último ser humano antes do segundo advento de Jesus, foram pagos na cruz (v.2). Esta é uma garantia irrevogável. Mas será que basta apenas acreditar nesta verdade? Israel esperava pelo Messias, e verdadeiramente acreditava na promessa. Porém, a falta de conhecimento do Pai os fez rejeitar o Filho, pois Ele “veio para o que era Seu, e os Seus não O receberam” (Jo.1:11). Jesus lidava com as pessoas ao Seu redor com um amor tão grande e, ao mesmo tempo, ensinava com uma autoridade e paciência, sem fazer acepção alguma, que foi visto como um rebelde e, não poucas vezes, como um blasfemo. Rejeitado, humilhado e desprezado, prosseguia em fazer a vontade do Pai independentemente das reações negativas de muitos. Pela falta de conhecimento do amor do Pai, o povo não reconheceu o amor do Filho e perdeu o sublime privilégio de conhecer a vida eterna. Pois “a vida eterna é esta: que Te conheçam a Ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a Quem enviaste” (Jo.17:3).

Conhecer a Jesus está intimamente ligado à observância dos Seus mandamentos, e ambos não podem ser separados. Aquele que diz que conhece a Deus e vive em desobediência “é mentiroso, e nele não está a verdade” (v.4). “Aquele, entretanto, que guarda a Sua Palavra, nele, verdadeiramente, tem sido aperfeiçoado o amor de Deus” (v.5). Permanecer em Cristo deve nos levar a “andar assim como Ele andou” (v.6). As obras de Jesus manifestadas na vida através de um espírito manso e humilde (Mt.11:29), são as maiores evidências da atuação do Espírito Santo. Não se trata de algo forçado, mas naturalmente realizado por Deus através da nossa entrega diária a Ele. Transformação e aperfeiçoamento de caráter só acontecem quando permitimos que o Espírito de Deus derrame em nosso coração a inscrição do perfeito amor (Rm.5:5). Um amor que inunda o nosso coração e nos faz amar até mesmo quem não merece, é a prova contundente de que o maior dos dons é sobrenatural e é divino.

Filhos, pais e jovens são chamados a viver o ministério de Jesus, o ministério do amor. Andar como Ele andou é prosseguir no caminho sobremodo luminoso. Ele não nos deu “mandamento novo” (v.7), e sim “novo mandamento” (v.8), ou seja, um mandamento que sempre existiu, mas que em Cristo foi engrandecido, aperfeiçoado (Is.42:21). João chamou de cego espiritual aquele “que odeia a seu irmão” (v.11). E não adianta pagar “penitência” ocupando-se em atividades religiosas e filantrópicas enquanto o coração range de ódio e de inveja. Não há como amar a Deus e odiar aqueles que foram resgatados por alto preço. Como também não há como amar a Deus e amar o mundo e o que ele oferece (v.15-16). Paulo, por exemplo, só percebeu sua cegueira espiritual quando sua visão física foi interrompida. Sinceramente errado, ele não percebia a sua incoerência até que a luz de Jesus lhe iluminou o coração.

E nós, possuindo “unção que vem do Santo” (v.20) e conhecendo que “já é a última hora” (v.18), só não seremos enganados por nosso coração corrupto e pelos anticristos e mentirosos que saem “de nosso meio” (v.19), se, como o apóstolo dos gentios e como o discípulo do amor, permanecermos nas verdades que ouvimos “desde o princípio” (v.24). Permanecendo em Cristo até que Ele venha, não nos afastaremos “envergonhados na Sua vinda” (v.28), mas, nascidos dEle (v.29), receberemos a fiel “promessa que Ele mesmo nos fez, a vida eterna” (v.25).

Deus eterno, bendito e glorioso, Tu tens um propósito na vida do Teu remanescente, que é aperfeiçoá-lo em amor, pelo poder do Espírito Santo! Como essa obra foi realizada de forma tão linda e impactante na vida daquele que um dia foi chamado de filho do trovão, opera em nós o milagre do amor, Senhor; amor a Ti e ao nosso próximo! Ajuda-nos a andar como Jesus andou! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, filhinhos de Deus!

* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.

Rosana Garcia Barros

#1João2 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



I JOÃO 2 – Comentário Pr Heber Toth Armí by Jeferson Quimelli
19 de março de 2025, 0:40
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I JOÃO 2 – É fundamental entender a verdadeira natureza de Cristo e a natureza humana para compreendermos nossa necessidade de um Salvador. Foi isso que João deixou claro no capítulo anterior, além de destacar o aspecto da comunhão.

Quanto ao problema do pecado que afeta a comunhão, João declara que temos um advogado, O qual sacrificou-Se por nossos pecados visando purificar-nos (I João 2:1-2). Desta forma, a graça divina não é “licença” para pecar, mas um chamado a viver em santidade, sabendo que temos Jesus como intercessor.

A mera opinião torna-se convicção sem a revelação. Para alertar-nos, João diz que quem afirma conhecer a Deus, mas não Lhe obedece, está mentindo. A obediência é a evidência de conhecê-lO (I João 2:3-6). “Quando a fé sadia, a obediência e o amor operam juntos, eles resultam em felicidade, santidade e certeza. Constituem a evidência, a prova decisiva, de um verdadeiro cristão” (John MacArthur).

João lembra que o amor ao próximo é um mandamento antigo – desde o Antigo Testamento – porém, também é novo, porque Jesus o viveu de maneira perfeita (I João 2:7-11); portanto,

• Quem ama seu irmão na fé permanece na luz.
• Quem, porém, o odeia, está em trevas sem saber aonde vai.

João faz uma pausa e dirige-se a três grupos na fé (I João 2:12-14):

• Filhinhos, os novos convertidos – que conhecem o Pai.
• Jovens, os espiritualmente mais maduros – que venceram o maligno.
• Pais, os mais experientes na fé – que conhecem Deus a mais tempo.

Depois, João alerta que o amor ao mundo é incompatível com o amor a Deus. E apresenta três tipos de tentações que intentam afetar-nos espiritualmente (I João 2:15-17):

• A cobiça da carne – desejos pecaminosos.
• A cobiça dos olhos – materialismo, consumismo.
• A ostentação dos bens – orgulho, vaidade.

Na sequência, João alerta contra os anticristos e falsos profetas. É fundamental que os crentes estejam cientes dos falsos cristãos, saibam discernirem falsos ensinos e permaneçam na verdade – na doutrina de Cristo (I João 2:18-23).

Por fim, o apóstolo lembra que os crentes receberam a unção do Espírito Santo, que os ensina e mantém-nos na verdade (I João 2:24-27):

• Permanecer na Palavra divina garante a vida eterna.
• Praticar a justiça evidencia a vida regenerada em Cristo.

Portanto, rejeitemos influências que nos afastam de Cristo! – Heber Toth Armí.



I JOÃO 1 –  ACESSE AQUI O POST DESEJADO  by Jeferson Quimelli
18 de março de 2025, 1:30
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Texto bíblico: I JOÃO 1 – Primeiro leia a Bíblia

I JOÃO 1 – BLOG MUNDIAL

I JOÃO 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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I JOÃO 1 by Jeferson Quimelli
18 de março de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1jo/1

Cada membro da igreja tem suas características. Alguns são simplesmente problemáticos. Isso era tão verdadeiro nos dias do apóstolo João como nos nossos dias. Em sua congregação alguns indivíduos afirmavam que estavam em situação regular como membros da igreja, embora estivessem andando “em trevas”. Reivindicando estarem sem pecado e sem a possibilidade de cometerem atos pecaminosos, o apóstolo afirma que eles estavam vivendo uma mentira.

João viu claramente o problema dessas pessoas. No verso 8 ele os chama de mentirosos e no verso 10 ele diz que tais reivindicações fazem de Deus um mentiroso. Afinal, Deus é enfático em dizer que “todos pecaram” (Rom. 3:23), como Paulo deixa claro na primeira metade de Romanos 3, utilizando para isso uma grande quantidade de citações do Antigo Testamento.

A boa notícia em relação à reivindicação de uma “vida sem pecado”, por parte de alguns, é que ela deu a João a oportunidade para exaltar o evangelho do perdão. “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para perdoar os nossos pecados e nos purificar de toda injustiça” (verso 9 NVI).

Uma coisa que gosto em João é que ele é capaz de encontrar algo útil mesmo em situações ruins. Temos algo a aprender com essa atitude de João.

George Knight
Oregon, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1jn/1
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



I João 1 – Comentários Selecionados by Jeferson Quimelli
18 de março de 2025, 0:50
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692 palavras

1 O que era. Estas palavras iniciais da epístola podem receber duas interpretações, pois o pronome ho, que se traduz como “o que”, é neutro, e poderia se referir a: (1) ao testemunho a respeito da revelação do Verbo da vida, ou (2) ao Verbo da vida (Cristo). O estilo de João torna a segunda interpretação mais provável (Jo 4:22; 6:37, em que os pronomes neutros se referem a pessoas) Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 689.

Com respeito ao Verbo. Ou, “sobre a Palavra”. O apóstolo não tem a pretensão de lidar com todos os aspectos concernentes ao Verbo, mas declara em sua epístola verdades baseadas em experiência pessoal com o Verbo. O uso da “palavra” (logos) referindo-se a Jesus Cristo é peculiar ao quarto evangelho (Jo 1:1, 14) a esta epístola (l Jo 1:1; 5:7) e ao Apocalipse (19:13) e apoia a ideia de que eles têm uma autoria comum. CBASD, vol. 7, p. 690.

2 A vida eterna. A associação de “vida” com “eterna” se apresenta 22 vezes nos escritos de João. O apóstolo pensa em termos de eternidade e sublinha a natureza eterna do seu amado Senhor e da vida que almeja compartilhar com Ele (Jo 3:16). CBASD, vol. 7, p. 691.

E nos foi manifestada. O autor está pleno de respeito reverente ao compreender o privilégio que lhe foi concedido de ver Aquele que estava com o Pai desde a eternidade. O esplendor da revelação nunca diminui na mente de João. Pelo contrário, permanece no centro de sua visão espiritual (Jo 1:14). CBASD, vol. 7, p. 691.

Completa. Ou, “plena”. Jesus tinha expressado a mesma razão para falar “estas coisas” aos Seus discípulos (Jo 15:11), e as palavras do discípulo amado podem ter sido um eco às palavras de seu Mestre. A plenitude da alegria é um tema frequente nos escritos de João (Jo 3:29; 16:24; 17:13; 2Jo 12). A religião cristã é feliz (Jo 15:11). CBASD, vol. 7, p. 692.

Deus é luz. Na Bíblia, a luz está associada com a divindade. Quando o Senhor iniciou a Criação, a luz foi o primeiro elemento a ser trazido à existência (Gn 1:3). As manifestações divinas são geralmente acompanhadas de glória inefável (Ex 19:16-18; Dt 33:2) . Deus é descrito como “luz eterna” (Is 60:19, 20) e “que habita em luz inacessível, a quem homem algum jamais viu, nem é capaz de ver” (ITm 6:16). Essas manifestações físicas simbolizam a pureza moral e a santidade perfeita que distinguem o caráter de Deus. CBASD, vol. 7, p. 692.

Mentimos. João destaca a hipocrisia daqueles que professam seguir o caminho da luz, porém voluntariamente andam nas trevas. Se Deus é luz (v. 5), todos os que tem comunhão com Ele também devem andar na luz. Por isso, qualquer um que afirmar ter comunhão com o Pai e andar nas trevas estará mentindo. CBASD, vol. 7, p. 693.

A nós mesmos nos enganamos. Se enganamos a nós mesmos, não podemos culpar ninguém. A pretensão de estar sem pecado é uma exaltação própria, uma ressurreição do velho homem, um ato de orgulho, de pecado, portanto, uma contradição característica de uma pessoa que se engana. Recusando-se a admitir sua própria pecaminosidade, o coração humano enganoso inventa inúmeras maneiras de alegar sua inocência. Só o poder penetrante da Palavra de Deus pode revelar o verdadeiro estado do coração e predispor a mente a receber a revelação. CBASD, vol. 7, p. 695.

Purificar. Ou “limpar. Ao confessar seu grande pecado, Davi orou: “Cria em mim, ó Deus, um coração puro” (SI 51:10). O propósito do Senhor é purificar o pecador arrependido de toda injustiça. Ele pede perfeição moral de seus filhos (Mt 5:48). E fez provisão para que todos os pecados possam ser resistidos e vencidos com sucesso (Rrn 3:1-4). Enquanto houver vida, haverá novas vitórias a ganhar e novas excelências a alcançar. Este processo diário de purificação do pecado e crescimento na graça é denominado santificação. CBASD, vol. 7, p. 696.

10 Sua palavra. A referência não é a Cristo, a Palavra viva, mas à palavra escrita ou falada de Deus como o veículo mediante o qual Sua verdade (v. 8) é transmitida. Essa Palavra é a verdade (Jo 17:17) e não pode habitar em quem contradiz suas declarações evidentes. Se os seres humanos não aceitam o testemunho de Deus, negam-se a validar a descrição de sua condição. Assim agindo, rejeitam Sua Palavra e não podem mais tê-la no coração. CBASD, vol. 7, p. 697.



1João 1 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
18 de março de 2025, 0:45
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De filho do trovão a discípulo do amor, João continua sendo um poderoso testemunho do poder transformador de Deus. Mais do que no evangelho segundo João e em Apocalipse, através de suas epístolas conseguimos enxergar a mudança realizada em sua vida, mesmo que ele não fale de si mesmo. Assim como no início de seu evangelho, o apóstolo amado descreveu a pessoa de Jesus como o “Verbo da vida” (v.1). Pelo que viu, ouviu, contemplou e tocou, sua vida revelava a autoridade de quem compreendeu o que significa ser uma testemunha de Cristo. Não foi só o privilégio de ter andado lado a lado com o Mestre que o transformou, mas cada palavra que saía de Sua boca era para o inexperiente discípulo um renovado fôlego de vida.

O Verbo que Se fez carne e veio habitar entre pecadores (Jo.1:14) foi a mais comovente e constrangedora prova do grande amor de Deus pela humanidade. Quando João entendeu isso, e o plano salvífico que teve origem “desde o princípio” (v.1), com que profundo amor e reverência proferia: “Jesus, o Verbo da vida!”. A noção que antes possuía do temor a Deus como sendo uma forma de aplicar o próprio senso de justiça aos semelhantes, como o foi quando, junto com seu irmão, sugeriu que Jesus fizesse descer fogo do Céu para destruir os samaritanos (Lc.9:54), foi completamente mudada quando, ao pé da cruz, ele viu o Seu Senhor em agonia, proferir as palavras mais carregadas de amor e de misericórdia que ele já ouviu: “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem” (Lc.23:34).

Estas coisas que João escreveu, portanto, são como um manual de comunhão plena com Deus “para que a nossa alegria seja completa” (v.4), assim como o foi com ele. “Deus é luz, e não há nEle treva nenhuma” (v.5). E a luz que emana da vida e da entrega de Jesus por seres humanos imerecedores, deve refletir em nossa vida e em nossa entrega pessoal como uma renovação diária e crescente, ou não passaremos de “admiráveis” mentirosos, cujo brilho tem prazo de validade. “Se, porém, andarmos na luz, como Ele está na luz, mantemos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, Seu Filho, nos purifica de todo pecado” (v.7). Aquele cujo espírito rude e vingativo havia desejado a morte dos samaritanos, revelou um trato amável e misericordioso quando as suas faculdades foram entregues ao transformador e restaurador poder do amor.

Amados, todos pecamos e não podemos dizer “que não temos pecado nenhum” (v.8). Por mais lindas e notórias que sejam as mudanças realizadas em nós através da atuação do Espírito Santo, ainda somos reféns da natureza humana, que é pecadora. Contudo, esse entendimento não pode e não deve ser uma desculpa para se viver pecando. Ser pecador é uma coisa, ser conivente com o pecado é outra completamente diferente. O Espírito trabalha em nosso coração e intercede por nós “com gemidos inexprimíveis” (Rm.8:26), para que confessemos “os nossos pecados” diante de Deus, e a graça que advoga a nosso favor nos garante que “Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça” (v.9).

Continuemos sendo reavivados e transformados pela Palavra que nos leva ao conhecimento de Deus e de Cristo. Será esse conhecimento que nos levará à “vida eterna” (v.2).

Pai de amor e misericórdia, como agradecer o que fizestes por nós, através da entrega de Jesus na cruz do Calvário? Como diz a Tua mensageira Ellen White, a nossa redenção será a ciência da eternidade. Passaremos os incontáveis anos da eternidade estudando a cruz, o sublime sacrifício de Cristo. Mas só estaremos lá se começarmos aqui a olhar para Jesus como o nosso Salvador pessoal e dEle aprender a cada dia, permitindo que o Espírito Santo opere a transformação necessária em nossa vida. Portanto, Senhor, nos ajuda e nos ensina a mantermos comunhão Contigo todos os dias, de forma que a mensagem de “Cristo, Justiça Nossa”, seja a nossa credencial perante o mundo de que pertencemos a Ele e para Ele voltaremos. Perdoa os nossos pecados e nos purifica de toda injustiça, Senhor! Em nome de Cristo Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, purificados pelo sangue de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#1João1 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



I JOÃO 1 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
18 de março de 2025, 0:40
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I JOÃO 1 – Este capítulo tem propósito fundamental dentro da estrutura da primeira carta de João: estabelecer a base doutrinária da comunhão com Deus e refutar ensinos errôneos no cristianismo.

João inicia sua epístola reafirmando a realidade da encarnação de Cristo, enfatizando que Ele foi visto, ouvido e tocado pelos apóstolos (I João 1:1-3).

• Esta introdução não é apenas uma saudação, é um forte argumento contra as heresias relacionadas à natureza de Cristo.
• Por isso, João testemunha que Jesus é real, tangível e foi plenamente revelado.

Depois definiu a comunhão com Deus: Aqueles que andam na luz, seguindo a verdade de Deus, estão em comunhão com Ele e com seus irmãos. Deus é absolutamente puro e santo, e não pode haver comunhão com Ele se vivermos na prática do pecado (I João 1:3-7). Por conseguinte, a confissão sincera dos pecados assegura-nos o perdão e a purificação pelo sangue de Cristo (vs. 8-10).

• Somos limitados, nossos conceitos serão equivocados caso não nos pautarmos pelas Escrituras.

O ser humano, por natureza, tenta justificar suas falhas. Podemos nos comparar com outros e pensar: “Eu sou uma pessoa boa, não faço nada de errado”. Porém, João alerta que essa mentalidade é ilusória/autoengano.

• O pecado não é apenas cometer atos errados, mas também o estado do coração separado de Deus.

Os fariseus, no tempo de Jesus, exemplificam claramente isso. Eles seguiam rigorosamente regras externas, mas não percebiam orgulho, hipocrisia, cobiça e falta de amor em seus corações. Quanto mais distantes estavam de Cristo, mais santos pensavam ser.

“Quanto maior a distância entre a pessoa e Cristo, tanto mais justa ela parecerá a seus próprios olhos”, reafirma Ellen White.

• Diante disso, I João 1:9 contém uma linda promessa: Deus não exige perfeição imediata, mas sinceridade. Ele quer que reconheçamos nossas falhas e nos voltemos para Ele.

• I João 9:10 revela a gravidade de negar o pecado: Recusar-se a admitir o pecado é chamar Deus de mentiroso! Ele nos deu Sua Palavra para mostrar-nos nossa real condição, e ignorá-la nos afasta dEle.

Quanto mais próximos de Cristo, mais nítido se torna o contraste entre a pureza dEle e nossas falhas. É como entrar num cômodo escuro e não perceber a poeira; mas, ao acender a luz, cada partícula fica evidente!

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.