Reavivados por Sua Palavra


II PEDRO 3 –  ACESSE AQUI O POST DESEJADO  by Jeferson Quimelli
17 de março de 2025, 1:30
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Texto bíblico: II PEDRO 3 – Primeiro leia a Bíblia

II PEDRO 3 – BLOG MUNDIAL

II PEDRO 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)



II PEDRO 3 by Luís Uehara
17 de março de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/2pe/3

Muitos anos atrás, havia uma querida e doce mulher negra que amava Jesus de todo o seu coração e vivia cada dia na alegria de Seu retorno prometido. Um dia, quando ela tinha ido comprar mantimentos, ela foi abordada por três meninos brancos que estavam tramando coisas ruins. Eles a seguiram do estacionamento para a loja gritando: “Ei, Bessie, ouvimos dizer que você está esperando a volta de Jesus. É melhor você correr para casa e se preparar.” Com isso, a mulher se virou para os meninos e disse: “Agora vocês vão ter que me escutar – eu não tenho que me preparar, porque eu me mantenho sempre preparada!”

Pelo fato de vivermos na expectativa do breve retorno de Jesus, o apóstolo Pedro apresenta para nós uma estratégia de quatro passos que nos manterá prontos para aquele dia feliz. Em primeiro lugar, o desenvolvimento contínuo de um caráter semelhante ao de Cristo (versículos 11, 14). Em segundo lugar, o cultivo de um coração cheio de esperança (versículos 12-14). Em terceiro, conversas profundas e diárias com Jesus por meio das Escrituras (versículos 15-17). E o quarto aspecto é o crescimento consistente na graça (versículo 18).

A vinda de Jesus não é apenas um evento no horizonte, é uma realidade em nosso dia a dia a qual “nos mantém sempre preparados”.

Dan Martella
Pastor e administrador aposentado, Hanford, Califórnia, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2pe/3
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



II Pedro 3 – Comentários Selecionados by Jeferson Quimelli
17 de março de 2025, 0:50
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1275 palavras

3 Segundo as próprias paixões. Esses escarnecedores eram semelhantes aos falsos mestres, regidos pelas próprias paixões (cf. 2Pe 2:2, 10). As paixões decidiam a teologia deles. Pessoas de mente sensual não podem desejar o retorno do Santo. CBASDComentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 674.

4 Onde está. Este era um escárnio comum que os justos sofriam no AT (Sl 42:3, 10; 79:10, 115:2). Bíblia de Estudo Andrews.

Vinda. Do gr parousia, palavra comum do NT para o retorno de Cristo (ver com. de Mt 24:3). CBASD, vol. 7, p. 674.

5-10 Pedro responde à quarta objeção (v. 4): de que Jesus não é fiel à promessa e não voltará.O apóstolo o faz se referindo a três ações de Deus por meio de sua palavra: a criação dos céus e da terra (v. 5), o dilúvio (v. 6) e a preservação do mundo até o dia do juízo (v. 7). Isso mostra que “as coisas” não permanecem iguais desde a criação (v. 4) e que a palavra do Senhor tem pode suficiente para cumprir o que promete. Bíblia de Estudo Andrews.

isto escapa à sua atenção por sua própria vontade (ARC). Os escarnecedores sabiam do dilúvio, mas deliberadamente escolhiam ignorar a catástrofe e sua mensagem para a humanidade. Assim fazendo, eles fechavam a mente à possibilidade de uma nova intervenção divina, quando Cristo voltar. CBASD, vol. 7, p. 675.

Surgiu da água e através da água. A expressão pode ser traduzida como: “composta de água e por meio de água”. Um dos passos na preparação da Terra como a morada da humanidade foi o ajuntamento das águas em um só lugar (Gn 1:9). Pedro não está tentando descrever a criação em termos científicos modernos, mas explicando o trabalho criativo de Deus para as pessoas de sua época. CBASD, vol. 7, p. 675.

7 Entesourados. Do gr. thesaurizo, “entesourar”, de onde vem thesaurus. O tempo verbal implica que os céus foram e estão sendo preservados. CBASD, vol. 7, p. 675.

Para fogo. […] para que o fogo faça sua destruição, assim como a água fez seu trabalho destrutivo na época do dilúvio (cf. com. de Ml 4:1; 2Ts 1:8). CBASD, vol. 7, p. 675

8, 9 Pedro explica dois motivos para a demora: (1) Deus e os seres humanos têm percepções diferentes acerca do tempo (v. 8), e (2) Deus é paciente conosco, esperando que cheguemos ao arrependimento (v. 9). Bíblia de Estudo Andrews.

8 Um dia. Pedro tem em mente o Salmo 90:4: Deus é eterno, para Ele não há passado nem futuro; todas as coisas são eternamente presentes. Ele não está restrito ao nosso conceito de tempo. Não podemos limitá-Lo à nossa escala de dias e anos. Ao sublinhar esta verdade, Pedro repreende a impaciência e o ceticismo dos escarnecedores, que, ao julgar Deus por seus próprios padrões débeis, duvidam de que Ele cumpra as promessas relacionadas ao fim do mundo. CBASD, vol. 7, p. 677.

10 Virá. No texto grego, o verbo é enfático. O fato de que o dia do Senhor virá é incontestável. CBASD, vol. 7, p. 677.

Ladrão. Do gr. kleptes (vem com. de Jo 10:1). A mesma figura é empregada por Jesus (Mt 24:43), Paulo (1Ts 5:2) e João (Ap 3:3; 16:15) para salientar a imprevisibilidade do retorno do Senhor. Aquele que deseja ser salvo deve estar em paz com Deus antes que chegue o dia do Senhor, pois, naquele grande dia, não haverá oportunidade para arrependimento. CBASD, vol. 7, p. 677.

Elementos. É provável, embora não seja certo, que Pedro fale dos elementos físicos de que o mundo é composto, matéria que vai se “desfazer”, sob os fogos purificadores do último dia. CBASD, vol. 7, p. 677.

11 Visto queTendo em vista que todas as coisas ligadas ao pecado devem ser destruídas, cabe àqueles que conhecem a iminência do dia, em que o mundo atual será dissolvido em um holocausto de fogo, ser diligentes em afastar de sua vida todos os vestígios do pecado. CBASD, vol. 7, p. 677.

Tais. Aqui, Pedro revela que sua grande preocupação não é com os eventos, mas com as pessoas, isto é, com a vida de seus leitores. Ele entrou em detalhes sobre os acontecimentos dos últimos dias a fim de lhes mostrar a necessidade imperativa de santidade; então, dedica o restante da epístola para impressioná-los com essa necessidade. CBASD, vol. 7, p. 677.

13 Novos. Do gr. kainos, “novos”, no sentido de diferente, novos em espécie, em vez de neos, que geralmente significa “recente” ou novo no sentido de idade. Pedro antecipa que os céus e a Terra renovados serão purificados de toda imundícia (cf. com. de Ap 21:1). CBASD, vol. 7, p. 678

14 Paz. Ver com. de Rm 5:1. Sem mácula e irrepreensíveis. Comparar com com. de Ef 1:4; Fp 2:15; Ap 14:5. Aquele a quem Cristo encontrar assim certamente estará “em paz”, isto é, imbuído da calma interior que provém da ausência de culpa. Essa pessoa vive em paz com Deus e com os semelhantes. Os falsos mestres vivem numa situação oposta a isso (ver 2Pe 2:13; comparar com o remorso dos ímpios, no com. de Jr 8:20). CBASD, vol. 7, p. 678.

15 tende por salvação a longanimidade. Não que a longanimidade de Cristo seja a salvação, mas que possibilita a salvação. CBASD, vol. 7, p. 678.

Nosso amado irmão Paulo. […] suas palavras demonstram o carinho dele por Paulo a despeito de qualquer diferença de opinião passada (ver com. de Gl 2:11-14). CBASD, vol. 7, p. 678.

A sabedoria que lhe foi dada. Pedro sugere que a sabedoria espiritual de Paulo não lhe era inerente, mas dependia do dom divino, como em todos os crentes. CBASD, vol. 7, p. 679.

16 Certas coisas. Não fica claro a que temas Pedro se refere. No entanto, se a referência for ao tema geral da segunda vinda, esse assunto encontra lugar em todas as principais cartas de Paulo e não há necessidade de uma identificação mais específica. CBASD, vol. 7, p. 679.

Difíceis de entender. Embora estas questões difíceis não sejam identificadas, a maioria dos comentaristas concorda que dizem respeito à frouxidão moral decorrente de má interpretação dos ensinos de Paulo sobre a segunda vinda e sobre a relação do cristão para com a lei, assuntos de destaque em 1 Tessalonicenses e Gálatas. CBASD, vol. 7, p. 679.

Ignorantes. Eles seriam ignorantes em relação aos escritos de Paulo, ou talvez, simplesmente sem instrução e ignorantes nos assuntos espirituais em geral. A religião de Jesus Cristo, quando levada ao coração, refina e cultiva a mente, mas aqueles que rejeitam seus preceitos caem presa de tentações, como aquelas defendidas pelos escarnecedores e falsos mestres. CBASD, vol. 7, p. 679.

as demais Escrituras. Pedro classificou os escritos de Paulo como parte da Bíblia (sobre a inspiração e o escopo da Bíblia, ver 2Pe 1:20, 21; 2Tm 3:15-17). Bíblia de Estudo Andrews.

17 Firmeza. O verdadeiro cristão tem seu próprio fundamento seguro (cf. 1Co 3:10-14) e não deve abandoná-lo por qualquer tipo de liberdade que os mestres licenciosos procurem lhe oferecer. CBASD, vol. 7, p. 680.

18 crescei. Neste texto, Pedro nos lembra da exortação inicial em 1:5-7. O crescimento espiritual é a melhor defesa contra a apostasia. No entanto, para ser eficaz, ele precisa ter duas dimensões: o conhecimento e a experiência da graça. Bíblia de Estudo Andrews.

O crescimento é uma característica do verdadeiro filho de Deus, que deve ocorrer naturalmente, visto que encontrou uma nova vida em Cristo Jesus (cf. 1Co 4:15). Seu objetivo é a semelhança com o caráter perfeito do Senhor e uma mente capaz de reproduzir a mente de Cristo. CBASD, vol. 7, p. 680.

Conhecimento. Pedro se refere a um conhecimento particular, aquele que nos familiariza totalmente com a pessoa, o ofício, o trabalho e o poder de Jesus Cristo. Esse é um conhecimento que pode e deve crescer. A cada dia, o cristão deve crescer na compreensão da missão do Mestre para o mundo e para si mesmo. CBASD, vol. 7, p. 680.

A Ele seja a glória […] eterno. Isto é a Cristo. Ao longo desta epístola, Pedro reafirma de diversas maneiras a divindade de Cristo (cf. 2Pe 1:11, 17; 2:20) e, aqui, no mesmo espírito, faz sua doxologia (cf. com. de Jd 24, 25). CBASD, vol. 7, p. 680.



2PEDRO 3 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
17 de março de 2025, 0:45
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Temos visto, pelo exame das Escrituras, que toda ela aponta para o reencontro do Criador com Sua criatura. A entrada do pecado no mundo causou uma ruptura que só a cruz pôde desfazer. Pedro encerrou sua última epístola destacando que em ambas as epístolas que escreveu, ele não apresentou um evangelho novo, mas procurou “despertar com lembranças” (v.1) a mente dos cristãos, a fim de que recordassem do que já estava escrito “pelos santos profetas, bem como do mandamento do Senhor e Salvador, ensinado pelos […] apóstolos” (v.2). Ou seja, o Antigo e o Novo Testamento. Eis a nossa regra de fé e prática: “Toda a Escritura” (2Tm.3:16).

Por outro lado, outro ponto deveria ser levado “em conta”: “nos últimos dias”, surgiriam escarnecedores da genuína fé, que pela defesa de uma vida “segundo as próprias paixões” (v.3), pondo em dúvida a volta de Jesus, usariam a natureza como prova de que a sublime promessa não tem razão de ser. O apóstolo usou, então, o relato do dilúvio para contestar tal argumento. Assim como Deus enviou o dilúvio “sobre o mundo de ímpios” (2Pe.2:5), certamente cumprirá o seu derradeiro juízo, com fogo, na “destruição dos homens ímpios” (v.7). Contanto que muitos julguem demorado o retorno do nosso Senhor e Salvador, para Ele, “um dia é como mil anos, e mil anos, como um dia” (v.8). Deus, portanto, não retarda “a Sua promessa, como alguns julgam demorada; pelo contrário, Ele é longânimo” (v.9).

A longanimidade de Deus aguarda a nossa decisão. A demora, então, não é um atraso, mas um tempo de misericórdia. O desejo do Pai é de “que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento” (v.9). Nada é tão precioso para o Criador do que a obra-prima de Sua criação! “Virá, entretanto, como ladrão, o Dia do Senhor” (v.10). Não no sentido de que será um evento silencioso, mas em que não sabemos nem o dia nem a hora em que ele ocorrerá. Pois Pedro continua dizendo: “[…] no qual os céus passarão com estrepitoso estrondo, e os elementos se desfarão abrasados; também a Terra e as obras que nela existem serão atingidas […] os céus, incendiados, serão desfeitos, e os elementos abrasados se derreterão” (v.10 e 12). Será o evento mais ruidoso e espetacular que este mundo jamais testemunhou!

Vivemos no tempo de não somente esperar, mas também de apressar “a vinda do Dia de Deus” (v.12). A nossa espera, na verdade, deve refletir o nosso anseio pelo Lar de justiça que o Senhor nos preparou. E o nosso empenho deve ser na direção de sermos “achados por Ele em paz, sem mácula e irrepreensíveis” (v.14), tendo sempre em mente de que a paciência de Deus é sinônimo de salvação, e não de demora. O reforço dado às cartas de Paulo aponta para outra grande lição: a firmeza nas verdades eternas. O cuidadoso estudo das Escrituras deve ser acompanhado de humildade e profundo desejo por ouvir a voz de Deus. A atuação do Espírito Santo apresenta, através da Palavra, o “conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo” (v.18).

É através da construção de um relacionamento íntimo com o Senhor da Palavra através da comunhão pessoal diária, que crescemos “na graça e no conhecimento” de Jesus (v.18). Que esta seja a nossa realidade hoje e sempre, até aquele grande Dia!

Querido Pai do Céu, nós Te agradecemos por Tua longanimidade, que nos aguarda para a salvação! Mas nós sabemos que o tempo de misericórdia logo findará e precisamos estar prontos, cheios do Espírito Santo, vestidos com a justiça de Cristo. Pai, desperta-nos! Desperta a Tua igreja enquanto há tempo! Que nossos ouvidos ouçam o que o Teu Espírito diz! Diante de um mundo tão caótico e da triste realidade de uma igreja morna, a Tua Palavra diz que os perversos não entenderão o cumprimento profético, mas os sábios entenderão. Ó, Deus Eterno, dá-nos a Tua sabedoria para vivermos esses últimos dias com os pés a Terra, mas com os olhos no Céu! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, “os que vivem em santo procedimento e piedade” (v.11)!

Rosana Garcia Barros

#2Pedro3 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



II Pedro 3 – Comentário Pr Heber Toth Armí by Jeferson Quimelli
17 de março de 2025, 0:40
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II PEDRO 3 – Todo cristão deve basear sua conduta na Escritura, na piedade e na firmeza contra os enganos que corrompem a verdadeira fé no genuíno evangelho. O apóstolo Pedro nos equipa com critérios claros para identificar os falsificadores da fé e refutá-los com firmeza.

Cada um de nós precisa…

• Fundamentar-se na Palavra de Deus.
• Ser vigilante contra as heresias.
• Denunciar o erro com coragem e sabedoria.
• Confiar na justiça e livramento de Deus.

Após aprendermos como identificar, resistir e refutar falsos mestres, Pedro encerra sua carta chamando os cristãos a permanecer firmes na esperança do advento de Cristo e a viver de maneira santa e irrepreensível, resistindo à influência dos zombadores e permanecendo na verdade.

Diante da existência de falsos cristãos com ensinamentos deturpados, nossa mente precisa ser despertada e devemos recordar as palavras dos profetas e apóstolos (II Pedro 3:1-2).

Nossa fé precisa estar fundamentada na Palavra de Deus, jamais em sentimentos ou ideias pautadas meramente na lógica humana.

Diante dos perigos espirituais dos últimos dias, devemos estar cientes que se levantarão zombadores ignorando a revelação e atuação de Deus no mundo (II Pedro 3:3-7).

Ainda que devamos esperar oposição à verdade, não precisamos ficar obcecados com estudos pervertidos dos falsos pregadores, mas confiar que Deus cumprirá Suas promessas no tempo certo.

Diante dos alarmistas e pessimistas espirituais, devemos formular nossos conceitos exclusivamente na Bíblia, conhecer o caráter de Deus e Seus propósitos para a humanidade (II Pedro 3:8-13).

Em vez de duvidar, cada cristão que vive os dilemas dos últimos dias deve reconhecer a graça e a paciência divina, usando bem o tempo que tem para se preparar e preparar outros para a segunda vinda de Cristo.

Apesar de existirem muitas pessoas que deturpam os ensinos apostólicos/bíblicos, cada cristão deve esforçar-se para ser achado irrepreensível, sendo vigilante e crescendo na graça e no conhecimento de Cristo (II Pedro 3:14-18).

Devemos ser firmes na doutrina, crescendo constantemente na graça e no conhecimento de nosso Salvador Jesus Cristo.

Nossa vida neste mundo deve refletir a esperança da eternidade com Deus. Por isso, a mensagem de Pedro encerra-se com um convite para que vivamos à luz da eternidade, guardando a fé, resistindo aos enganos e aguardando com esperança o glorioso advento de Cristo. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



II PEDRO 2 –  ACESSE AQUI O POST DESEJADO  by Jeferson Quimelli
16 de março de 2025, 1:30
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Texto bíblico: II PEDRO 2 – Primeiro leia a Bíblia

II PEDRO 2 – BLOG MUNDIAL

II PEDRO 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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II PEDRO 2 by Luís Uehara
16 de março de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/2pe/2

Alguns anos atrás, eu estava reunido com um grupo de pastores cristãos. Depois da nossa reunião, um pastor idoso veio até mim e disse: “Eu gostaria que nossa denominação ainda acreditasse na Bíblia como vocês acreditam.” Durante seu ministério, esse pastor havia visto sua igreja se afastar dos ensinamentos claros da Palavra de Deus.

Jesus tinha avisado que lobos devoradores se introduziriam no rebanho e falsos profetas viriam em pele de cordeiro (Mt 7:15). Pedro repete esse aviso e dá detalhes mais específicos sobre os falsos mestres que trariam heresias destruidoras. Eles não procurariam fazer discípulos para Jesus, mas para si próprios (At 20:30). Pedro dá este aviso: “Em sua cobiça, tais mestres os explorarão com histórias que inventaram” (v. 3 NVI).

Peça ao Espírito Santo para conduzi-lo a um conhecimento mais profundo da Palavra de Deus. Através de uma ligação pessoal com Jesus, a Palavra viva, e do conhecimento e prática de Sua Palavra escrita, estaremos protegidos contra os enganos dos falsos mestres.

Derek J. Morris
Diretor do Hope Channel
Associação Geral da IASD, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2pe/2
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



2PEDRO 2 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
16 de março de 2025, 0:45
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Após o Pentecostes, a pregação do evangelho se espalhou por todas as nações, e a igreja apostólica crescia cada vez mais em número. Como na parábola proferida por Jesus, o inimigo também semearia o joio entre o trigo na tentativa de destruir a igreja de Cristo. Falsas doutrinas e teorias humanas foram acrescentadas, e a pura verdade rejeitada pelo desejo e ambição de muitos que se autoproclamavam representantes de Deus. A pureza do evangelho do reino e o conhecimento de Cristo foram trocados pela ostentação e ignorância destes falsos mestres que iludiam o povo com discursos aparentemente piedosos. Antes de sua morte, Pedro e Judas (um dos irmãos de Jesus) foram inspirados a advertir os cristãos sinceros quanto a este terrível engano, apontando para relatos do Antigo Testamento e os terríveis resultados de se apartar “do santo mandamento” (v.21).

Diante dos enganos espalhados pela igreja romana, o reformador inglês Tyndale ergueu a Palavra da verdade com coragem e ousadia, esforçando-se por traduzir a Bíblia em sua língua materna e a espalhar as boas-novas da salvação em Cristo entre os seus compatriotas. Tyndale, como os demais reformadores, encontrou severa oposição. Certa vez, um ilustre doutor católico lhe disse: “’Seríamos melhores estando sem as leis de Deus, do que sem as do papa’. Tyndale replicou: ‘Desafio o papa e todas as suas leis; e, se Deus poupar minha vida, dentro em pouco farei com que um rapaz que conduz o arado saiba mais das Escrituras do que vós‘“ (O Grande Conflito, CPB, p.244). Como Pedro, muitos homens e mulheres têm sido comissionados pelo Espírito Santo — e não sem sofrimentos — a resgatar a verdade da Palavra de Deus e dela falar com os lábios e com a vida; a erguê-la perante o mundo e mostrar que o conhecimento que dela podemos obter é mais luminoso do que o sol do meio-dia.

Estamos inseridos num grande conflito que começou no coração de um anjo criado perfeito. O mistério da iniquidade, contudo, não ficou limitado ao coração de Lúcifer. Seu comércio alcançou o coração de terça parte dos anjos, muitos dos quais foram encerrados por Deus, “reservando-os para juízo” (v.4). Com a multiplicação deste comércio espúrio na Terra, Deus “fez vir o dilúvio sobre o mundo de ímpios” (v.5) e reduziu “a cinzas as cidades de Sodoma e Gomorra” (v.6).

As reformas realizadas no meio do povo de Deus sempre tiveram o objetivo de aproximá-lo novamente do Senhor e de Sua vontade. O ministério terrestre de Cristo e Sua vida em perfeita harmonia com as Escrituras revolucionaram a religião formal da época. E, até hoje, é o nosso modelo de reforma, aquele cuja Palavra é a ferramenta principal, como bem sustentou Ellen G. White: “A mesma inseparável adesão à Palavra de Deus que se manifestou na crise da Reforma, é a única esperança de reforma hoje” (O Grande Conflito, CPB, p.203). Ou nos voltamos para o “assim diz o Senhor”, ou nossa religião não passará de um conjunto de regras e valores não mais significativos do que o dos escribas e fariseus.

Portanto, amados, como bem nos advertiu Jesus: “Vede que ninguém vos engane” (Mt.24:4). Daqui para frente enfrentaremos tempos ainda mais difíceis. Digo isso não com sensacionalismo, mas com o entendimento dado pela autoridade inconfundível das Escrituras que tão claramente nos apontam os sinais do fim e as credenciais dAquele que prometeu: “Eis que venho sem demora” (Ap.22:7). É a intimidade com Deus através da Bíblia que nos protegerá dos últimos enganos dentro e fora da igreja. Apegue-se à Palavra de Deus. Leia e estude como o aluno aplicado que não fica satisfeito até obter do professor todo o conhecimento possível. Uma coisa eu lhe garanto: você não vai se decepcionar.

Nosso amado Pai Celestial, louvado seja o Teu nome pelas advertências da Tua Palavra! Elas iluminam o nosso caminho e nos dão clareza suficiente para não cairmos nas ciladas do inimigo. Senhor, tantas coisas estão acontecendo, inclusive no meio do Teu povo, que não Te agradam! Tem misericórdia de nós, ó Deus! Desperta-nos a prestar atenção na palavra profética para os nossos dias e a não sermos enganados por discursos humanos e filosóficos. Queremos estar bem firmados e alicerçados no infalível “assim diz o Senhor”. E para isso, clamamos pelo batismo do Espírito Santo! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz semana, reformados pela Palavra!

Rosana Garcia Barros

#2Pedro2 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



II PEDRO 2 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
16 de março de 2025, 0:40
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II PEDRO 2 – O capítulo anterior funciona como introdução essencial ao tema dos falsos mestres que Pedro aborda neste capítulo:

II Pedro 1:3-11 – Pedro enfatiza que Deus já deu tudo o que é necessário para a vida piedosa, contrastando com os falsos mestres que promovem a impiedade. Ele exorta os crentes a crescerem nas virtudes cristãs prevenindo-os contra falsidades.

II Pedro 1:12-21 – Pedro reforça a veracidade do evangelho, destacando que os apóstolos foram testemunhas oculares da majestade de Cristo na transfiguração e que a Palavra profética é segura e divinamente inspirada. Isso contrasta diretamente com os falsos mestres de II Pedro 2, que distorcem as Escrituras e inventam suas próprias doutrinas.

II Pedro 1:20-21 – Pedro alerta que a profecia não é fruto de interpretação particular, preparando o leitor para rejeitar falsos ensinamento abordados no segundo capítulo.

Assim, II Pedro 1 estabelece o fundamento sólido na verdade divina e na piedade genuína antes de advertir aqueles que distorcem a mensagem e conduzem outros ao erro em II Pedro 2.

Diante disso, note estas premissas elaboradas a partir de II Pedro 2:

O líder espiritual pode e deve expor a sutileza das falsas doutrinas e alertar sobre os perigos da corrupção na igreja (vs. 1-3).

• Existem heresias, elas são destruidoras.
• Existem “irmãos” que exercem influência perigosa.
• Motivados pelo egoísmo e ganância, fingem para enganar.

O líder eclesiástico deve proclamar que Deus julga o pecado e livra os justos, fortalecendo a confiança dos crentes na justiça divina (II Pedro 2:4-10):

• Há exemplos bíblicos sobre o juízo divino.
• Há exemplos que confirmam que Deus preserva os fiéis.
• O destino dos corruptos precisa ficar claro aos frequentadores da igreja.

O líder da igreja deve expor a depravação moral e a ganância como marca dos falsos mestres, contrastando com a humildade e a integridade cristã (II Pedro 2:10-16):

• O caráter pervertido é pautado pela arrogância e rebeldia.
• O prazer carnal é o guia dos falsos cristãos.
• O cristão falso é motivado por ganância e engano.

Os servos de Deus devem demonstrar que os falsos mestres não trazem vida (salvação), mas destruição, reforçando a necessidade de permanecer firmes na verdade (II Pedro 2:17-22): Os falsos mestres…

• Oferecem promessas vazias.
• Falam de liberdade, mas escravizam espiritualmente.
• Promovem apostasia e destruição.

Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



II PEDRO 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
16 de março de 2025, 0:40
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1565 palavras

1-3a Pedro alerta sobre a vinda de falsos mestres. Ele os caracteriza como pessoas dissimuladas, de comportamento vergonhoso, invejosas e que se aproveitam dos cristãos por meio de seus ensinos. Além disso, também seriam populares (conferir 2:10-22). Bíblia de Estudo Andrews.

1 Haverá. Um dos principais propósitos do apóstolo, ao escrever, era advertir contra os enganos desses falsos mestres, a fim de que o rebanho fosse salvo de suas armadilhas. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 661.

falsos profetas […] falsos mestres. A advertência de Pedro contra os falsos mestres retoma as admoestações contra os falsos profetas feitas por Moisés (Dt 13:1-4), Jeremias (Jr 6:13-15; 14:14; 23:14), Ezequiel (Ez 22:28) e Jesus (Mt 7:15-23). Uma tarefa crucial do cristão é discernir entre verdadeiros e falsos mestres. Bíblia de Estudo Andrews.

Heresias. Ao longo deste capítulo, o apóstolo se refere a algumas das heresias propagadas pelos falsos mestres: negação do Senhor  (v. 1), ensinos licenciosos (v. 10, 18) e abandono do santo mandamento (v. 21). A descrição que Pedro faz do trabalho deles justifica a linguagem forte com que os condena. CBASD, vol. 7, p. 661.

renegarem o Soberano Senhor. Não necessariamente com palavras, mas por ações (ver 2Pe 2:3-10). Bíblia de Estudo Andrews.

Senhor.  Do gr. despotēs, “mestre” (ver com. [CBASD] de Lc 2:29; At 4:24). A palavra era usada pelos escravos para se dirigir aos seus senhores. Sugere senhorio absoluto e propriedade, geralmente mediante compra. Despotēs torna-se um título apropriado a Cristo por causa do preço que Ele pagou pela redenção da humanidade. […] O fato de os falsos mestres negarem o Senhor sugere que, no passado, eles tinham sido cristãos, apesar de terem se apostatado desde então. CBASD, vol. 7, p. 661.

Repentina destruição. O fim de toda mentira é a destruição, tanto para os mestres como para seus seguidores. CBASD, vol. 7, p. 662.

2 Será infamado. Literalmente, “será blasfemado”. Os pagãos não faziam distinção entre os cristãos genuínos e os que seguiam os falsos mestres e se engajavam em suas práticas imorais. A doutrina cristã era responsabilizada pelos excessos dos apóstatas. A conduta não cristã de alguns lança descrédito sobre toda a igreja. CBASD, vol. 7, p. 662.

3 Farão comércio. Os mestres estavam negociando a salvação de suas vítimas, vendendo-lhes falsas doutrina em troca de seus presentes. Os crentes que davam de seus meios para enriquecer aqueles mestres certamente recebiam pouco em troca. CBASD, vol. 7, p. 662.

Palavras fictícias. Literalmente, “palavras inventadas”. Bíblia de Estudo Andrews.

Os falsos mestres fingiam ter conhecimento secreto e persuadiam os crentes a lhes dar dinheiro, revelando assim seus reais motivos. CBASD, vol. 7, p. 662.

3b-10 Pedro responde a uma terceira objeção: a de que não haverá juízo. Bíblia de Estudo Andrews.

Juízo. A referência aqui é à destruição dos falsos mestres. CBASD, vol. 7, p. 662.

a sua destruição não dorme. Os falsos mestres afirmavam que, se fosse acontecer um juízo, ele já teria ocorrido até aquela época. Pedro confirma a certeza do juízo dando três exemplos: a expulsão dos anjos maus do Céu, o dilúvio e a destruição de Sodoma e Gomorra (ver também 3:5-10). Bíblia de Estudo Andrews.

4 Anjos. O autor não especifica o pecado que provocou a queda desses anjos (cf. com. [CBASD] de Jd 6; Ap 12:4, 7-9). O raciocínio de Pedro é de que se Deus não poupou os anjos, seres espirituais que viveram em Sua presença, não deixará de punir os ímpios que levam outros a se desviar. CBASD, vol. 7, p. 662.

inferno. Pedro o caracteriza como um lugar de “trevas”. Para os anjos maus, esta Terra é seu “inferno”. Ap 12:9-12 afirma que Deus lançou os anjos maus na Terra e Ap 20 diz que eles permanecerão acorrentados aqui até o dia do juízo (sobre o inferno, ver notas [desta referência] sobre Mt 10:28; 25:41). Bíblia de Estudo Andrews.

Precipitando-os no inferno. Tradução do verbo grego tártoroō, “manter cativo no tártaro”. Os antigos gregos consideravam que o “tártaro” era a morada dos ímpios mortos e o lugar em que o castigo lhes era dado. Portanto, correspondia ao geena dos judeus (cf. com [CBASD] de Mt 5:22). Escrevendo às pessoas que viviam em um ambiente helenístico, Pedro emprega um termo grego para transmitir seu pensamento. No entanto, ao fazer isso, não endossa nem a ideia grega do tártaro [conceito grego] nem o conceito popular judaico de geena. Aqui, o tártaro se refere simplesmente à condição a que os anjos maus estão restritos até o dia do juízo. CBASD, vol. 7, p. 662, 663.

Abismos de trevas. A linguagem de Pedro é figurativa e não serve para identificar algum lugar em particular como a morada dos anjos caídos. Esta frase é diferente daquela usada por Judas em sua passagem paralela. CBASD, vol. 7, p. 663.

5 Pregador. Do gr. kērux, “arauto” […]. Desde os tempos antigos, o ofício do kērux era sagrado, e sua pessoa, inviolável, uma vez que o arauto era considerado como estando sob a proteção imediata dos deuses. Noé foi “arauto da justiça” do Senhor, isto é, proclamou uma mensagem sobre a justiça. CBASD, vol. 7, p. 663.

7 Livrou. Embora Pedro esteja preocupado principalmente com a certeza dos juízos divinos, ele tem o cuidado também de enfatizar os atos misericordiosos do Senhor. CBASD, vol. 7, p. 663.

Afligido. Do gr. kataponeō, “cansar-se com a labuta”, dando a ideia de Ló estar desgastado e revoltado com a imoralidade do povo de Sodoma. CBASD, vol. 7, p. 664.

8 Pelo que via e ouvia. Os atos pecaminosos assaltavam Ló por todos os lados, atingindo sua integridade pelos olhos e pelos ouvidos até parecer não haver fuga de sua influência. CBASD, vol. 7, p. 664.

10-22 Pedro denuncia os falsos mestres. Bíblia de Estudo Andrews.

1o Imundas. Do gr. miasmos, “poluição”, “corrupção”; de onde vem a palavra em português: “miasma”. O contexto (v. 2, 12-22) indica que os que perturbavam a igreja espalhavam não só falsas doutrinas, como também imoralidade. É  um fato que, ao longo da história da igreja cristã, a fraqueza doutrinária muitas vezes foi acompanhada pela fraqueza moral. Os que se afastam da verdade divina também abandonam seu padrão de conduta pessoal. CBASD, vol. 7, p. 665.

Menosprezam qualquer governo. Ou, “desprezam o senhorio”. […] a maioria dos comentaristas concorda que aqui se refere ao senhorio de Cristo. […] Uma forma de testar a validade uma nova doutrina é analisar sua consideração para com a Divindade: ela é verdadeiramente reverente ou trata a Divindade de forma desrespeitosa? CBASD, vol. 7, p. 665.

Não temem. As opiniões se dividem quanto a quem se refere a expressão “autoridades” ou “glórias” (doxai). [hipóteses citadas na referência: a. anjos maus; b. anjos bons; c. toda a família celestial, incluindo Deus, Cristo; d. os anjos, autoridades terrenas locais]. CBASD, vol. 7, p. 665.

13 Tais homens (ARC). A frase diz, literalmente: “considerando a vida luxuriosa [truphē] um prazer [hedonē]“. […] Pedro descreve os sedutores como se estivessem se entregando aos desejos sensuais que pertencem às trevas da noite, no entanto, considerando-os como experiências felizes e legítimas, acima de qualquer suspeita, mesmo à luz do dia. CBASD, vol. 7, p. 666.

14 Olhos cheios de adultério. Ou, “de uma adúltera”. Isto dá uma imagem vívida de homens cujos pensamentos refletem continuamente a imagem de uma adúltera. Seus principais desejos são sexuais, e cada mulher que encontram é imediatamente avaliada sob esse ponto de vista (cf. com. [CBASD] de Mt 5:28). Não é surpreendente que se achem incapazes de controlar suas paixões e evitar o pecado. CBASD, vol. 7, p. 666, 669.

15 Caminho de Balaão. Ao longo deste capítulo, parece que Pedro tinha Balaão em mente como o protótipo dos enganadores de sua época. Esses amavam o ganho financeiro e incentivavam a sensualidade, assim como o antigo profeta. CBASD, vol. 7, p. 669.

17 fonte sem água […] névoas impelidas por temporal. Ambas as metáforas se referem à incapacidade dos falsos mestres de prover a “liberdade” que prometem (v. 19). Bíblia de Estudo Andrews.

20 Senhor e Salvador Jesus Cristo. Aquele que obteve o pleno conhecimento de Jesus terá uma compreensão pessoal dos poderes do Salvador, tendo-os experimentado na própria vida. Seu conhecimento experimental de Cristo os levará a fugir do mundo e de suas corrupções, e o poder de Cristo o terá capacitado totalmente a escapar deles. Assim, Pedro vê seu próprio rebanho como tendo escapado e está ansioso para que não seja seduzido a voltar ao mundo pela sedução dos falsos mestres. CBASD, vol. 7, p. 671.

Enredar. Assim como os gladiadores se enredavam nas redes um do outro durante o combate, o crente que cede às seduções mundanas ficará irremediavelmente enredado e será destruído. […] é pelas impurezas que o cristão é vencido. CBASD, vol. 7, p. 671.

Seu último. Aquele que, tendo sido cristão, volta para o mundo, torna-se espiritualmente endurecido e menos sensível aos apelos espirituais. Sua salvação se torna mais difícil (cf. Mt 12:45; Lc 11:26; Hb 6:4-8; 10:26). CBASD, vol. 7, p. 671.

21 Melhor lhes fora. A posição dos apóstatas teria sido melhor se nunca tivessem se tornado cristãos, pois poderiam ainda ser alcançados como pagãos. A beleza da verdade cristã causaria forte impressão em seu coração e eles seriam mais suscetíveis às influências do evangelho. CBASD, vol. 7, p. 671.

Conhecido. Aquele que obteve o pleno conhecimento do Salvador não pode mais ser o mesmo de quando não tinha o conhecimento. O conhecimento traz responsabilidade. A pessoa é responsável  por aquilo que conhece. Embora o cristão apóstata retorne às maneiras mundanas, não pode escapar à responsabilidade pelo conhecimento salvífico de Cristo que uma vez aceitou e depois rejeitou. CBASD, vol. 7, p. 671.

22 Porca. Este não é um provérbio bíblico, mas pode ter sido corrente nos círculos judaicos da época de Pedro. A figura é usada para descrever o cristão que foi lavado das corrupções do mundo, mas que, pela apostasia, volta a se poluir novamente com as impurezas morais de que havia sido resgatado pelo evangelho. CBASD, vol. 7, p. 672.