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1-30 À primeira leitura, este capítulo parece fora de lugar. Contudo, existem nele importantes ligações para a circundante história de José. Vocabulário similar, a importância de símbolos de status (roupa, selo, equipe) e a importância crescente (e transformação) de Judá conecta este capítulo aos circundantes (Andrews Study Bible).
Este capítulo dá a origem das três principais famílias de Judá, a futura tribo real de Israel. Mostra também que os filhos de Jacó, esquecendo-se da sagrada vocação de sua raça, estavam em perigo de perecer nos pecados de Canaã. Se Deus, em Sua misericórdia, não Se tivesse interposto para promover a remoção de toda a casa de Jacó para o Egito, a nação escolhida poderia ter sucumbido à influência corruptora dos costumes cananeus. Assim, Gênesis 38 é parte da fase inicial da história de Israel. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1. p. 453.
No Egito, os israelitas eram segregados porque os egípcios os desprezavam (43:32; 46.34). Bíblia de Estudo NVI Vida.
1-5 Judá sai da casa de Jacó e se casa com uma cananita e se torna amigo de um líder cananita. Todos estes elementos sugerem que Judá está perdendo sua visão da linhagem como povo especial de Deus (Andrews Study Bible).
Sendo o quarto filho de Lia, Judá certamente não era mais do que uns três anos mais velho que José, o que o colocaria com cerca de 20 anos de idade na época em que José foi vendido (ver Gn 37:2; e com. de Gn 30:24). Entre a venda de José como escravo e a migração de Jacó para o Egito se passaram 22 anos (cf. Gn 41:16; 45:6), de forma que Judá estava com cerca de 42 anos de idade quando a família se mudou para o Egito. Nessa ocasião, ele não só tinha três filhos (Gn 38), mas aparentemente já era avô, como Gênesis 46:12 deixa implícito. Se assim for, seus filhos Er, Onã e Selá devem ter nascido antes de José ter sido vendido, uma vez que eles próprios já haviam alcançado a idade de casar quando ocorreram os eventos relacionados a Tamar, e Perez (filho de Tamar) já tinha dois filhos quando a família se mudou para o Egito. Essas observações levam a concluir que alguns filhos de Jacó se casaram bem jovens. Judá não devia ter mais de 14 anos de idade por ocasião de seu filho mais velho, Er. Por sua vez, Er não tinha mais do que 13 anos de idade quando se casou com Tamar. … Casamentos precoces não são incomuns em certas partes do Oriente ainda hoje. CBASD, vol. 1, p. 454.
6-10 A apresentação de Tamar, a esposa cananita de Er, é significativa. Apesar de que o fato de ser canaanita a coloca de fora das promessas especiais da família de Abraão, ela se torna a real heroína da história (Andrews Study Bible).
8 O casamento do levirato é conhecido das leis dos hititas e medo-assírias. A diferença principal é que na lei bíblica o cunhado é responsável em prover um herdeiro (Deut. 25:5-10). Onan tem relações sexuais com Tamar mas rejeita sua responsabilidade com ela e com seu falecido irmão (Andrews Study Bible).
Segundo o costume, Onã, sendo cunhado de Tamar, devia se casar com a viúva sem filhos de seu falecido irmão e suscitar descendência para ele. Onã, contudo, relutava em aceitar as responsabilidades que isso envolvia, uma vez que o filho primogênito não seria seu, mas perpetuaria a família do falecido e receberia sua herança. A conduta de Onã demonstrou falta de afeto natural pelo irmão e cobiça pelas posses e herança daquele. CBASD, vol. 1, p. 454.
9 Para não dar descendência a seu irmão. Porque o irmão morto, Er, era o primogênito, seu primogênito iria herdar a sua posição de liderança na família e a proção dupla (37.11, nota). Desejando o lugar do primogênito para si, o segundo filho, Onã (v. 4) tinha relações sexuais com Tamar, porém evitava que ela concebesse. Fazendo assim, ele era injusto tanto para com seu irmão morto quanto para com Tamar. Bíblia de Estudo NVI Vida.
11 Judá envia Tamar para a casa de seu pai para viver como viúva (Lev 22:13; Rute 1:8). Ele não parece estar comprometido a ter Tamar como membro de sua casa (Andrews Study Bible).
O fato de Judá nunca pretender cumprir a promessa fica evidente na desculpa de que Selá poderia morrer “também … como seus irmãos”. CBASD, vol. 1, p. 455.
12-13 Note a diferença entre Tamar e Judá. Tamar está vestindo suas roupas de viúva enquanto Judá, por sua vez, está a caminho de atividades festivas (Andrews Study Bible).
18 O teu selo, o teu cordão e o cajado. O “selo” de Judá era provavelmente um selo cilíndrico, carregado ao pescoço por um cordão. Como a literatura da época deixa claro, o selo era um objeto de considerável valor, uma vez que nenhuma transação comercial poderia ser feita sem ele. Talvez o cajado fosse ornamentado, como era própria do filho de um rico criador de gado. CBASD, vol. 1, p. 455.
21 A prostituta cultual. A palavra heb. aqui é diferente da do v. 15, zanah, uma mulher imoral. “Prostitua cultual” vem de qedeshah, “a consagrada” ou “a devotada”. O culto religioso cananeu, como o da Grécia, fazia provisão para grande número de prostitutos e prostitutas cultuais. Essa profissão era respeitável entre os cananeus e, portanto, ao perguntar pela prostituta a quem devia entregar o cabrito, Hira usou o termo mais respeitável. CBASD, vol. 1, p. 455.
As prostitutas sagradas eram causadoras da pior forma de prostituição cabível, uma vez que lhe era conferida a sanção religiosa. Tratava-se de uma feição relevante de sistema de culto prevalecente entre os cananeus e que consistia na prostituição tanto masculina … quanto feminina, estando associada às práticas que se realizavam nos vários santuários espalhados pelo território. No AT, era frequente ver os profetas fazerem estreita ligação entre a prostituição e a apostasia nacional (cf Is 1.21; Jr 13.27; Ez 16.16 e Os 1.2, etc). Bíblia Shedd.
23 Judá está preocupado com respeito à vergonha de não haver redimido sua promessa, mas ignora os direitos de Tamar (Andrews Study Bible).
24-25 Adultério exigia a morte do ofensor (Lev 20:10; Deut 22:22) (Andrews Study Bible).
24 Para que seja queimada. Judá deu essa ordem em virtude de sua autoridade como cabeça da família. Além disso, essa lhe pareceu uma boa oportunidade de se livrar da obrigação de arranjar para ela um marido. Tamar era considerada a noiva de Selá, e como tal devia ser punida por quebra de castidade. … A seção 11o do código [de Hamurábi] declara que uma pessoa “devotada” (ver com de 38:21) que abrisse uma taberna ou entrasse numa para beber deveria ser queimada vida, … . CBASD, vol. 1, p. 456.
26 Mais justa é ela do que eu. Havia pouca coisa que Judá pudesse fazer, exceto admitir a culpa. Novamente, como na conspiração contra José, ele revelou um espírito de decência e sinceridade por baixo da conduta às vezes vergonhosa. Sua franca confissão, a maneira como posteriormente tratou Tamar, seu êxito em criar os filhos nascidos dela, e o fato de um deles ser honrado com um lugar na linhagem ancestral de Cristo – tudo aponta claramente para uma reforma de sua parte. Um caráter mais excelente que o de seus irmãos mais velhos o qualificou para a liderança da família, e qualificou sua posteridade para a liderança em Israel (ver Gn 49:3, 4, 8-10). CBASD, vol. 1, p. 456.
A justiça de Tamar é contrastada com a semi justiça de Judá. A história se foca mais nos motivos do que nos atos e os motivos de Tamar estão alinhados com a lei do do levirato, que visava preservar famílias. … Tamar é parte da linhagem messiânica (Rute 4:12, 18-22; Mat 1:3-6) (Andrews Study Bible).
E nunca mais a possuiu. Fazê-lo o tornaria culpado de incesto. Bíblia de Estudo NVI Vida.
29 Perez. O nome dos filhos de Tamar refletiu o interessante episódio do nascimento deles. Quando os gêmeos nasceram na ordem inversa da que apareceram pela primeira vez, a parteira censurou o segundo, como se estivesse dizendo: “Então você conseguiu uma brecha para sair!” (NVI), talvez com o sentido de: “Realmente você soube passar à frente.”A partir dessas palavras da parteira, o menino recebeu o nome de Perez, “rompimento”. Embora a parteira não o considerasse o primogênito, ele é daí por diante sempre colocado à frente de Zera nas listagens genealógicas (Gn 46:12; Nm 26:20; etc.). Tornou-se o ancestral do rei Davi (Rt 4:18-22) e, através dele, do Messias (Mt 1:3-16). CBASD, vol. 1, p. 456.
30 Zera. O gêmeo com o fio vermelho no pulso recebeu o nome de Zera, “ascensão”. CBASD, vol. 1, p. 456.
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“Levantou-se ela e se foi; tirou de sobre si o véu e tornou às vestes da sua viuvez” (v.19).
A probabilidade de Judá ter se separado “de seus irmãos” (v.1), por causa da consequência trágica de seu plano é muito grande. Foi dele a sugestão de vender José “aos ismaelitas” (Gn.37:27); e a tristeza que consumia Jacó era tão grande que temia vê-lo morrer. Para onde foi, Judá se casou com uma cananeia e teve três filhos: Er, Onã e Selá. Apesar da separação de sua família, parece que Judá tentou de alguma forma imitar seus antepassados ao escolher uma esposa para seu primogênito. A Bíblia não fala sobre a origem de Tamar, mas é bem provável que fosse uma cananeia e alguém que Judá julgou que seria uma boa esposa para seu filho.
Pelo desenrolar da história, parece que Judá ficou um bom tempo longe da casa de seu pai. Pois casou o seu primogênito, “que era perverso perante o Senhor, pelo que o Senhor o fez morrer” (v.7). Logo depois, seguindo o costume do levirato, Judá casou Tamar com Onã, mas o que ele fazia para não dar descendência a seu irmão mais velho, “era mau perante o Senhor, pelo que também a este fez morrer” (v.10). Então, Judá pensou: “Já perdi dois filhos. Eu é que não vou permitir que o filho que me restou case com essa mulher”. Era como se Tamar agora tivesse a fama de “viúva negra”. Judá não considerou a maldade de seus filhos, colocando a culpa na mulher que muito provavelmente era vítima da maldade deles.
Vendo, porém, Tamar “que Selá já era homem, e ela não lhe fora dada por mulher” (v.14), teve uma ideia. Nesse tempo, Judá também havia ficado viúvo e subiu “a Timna, para tosquiar as ovelhas” (v.13). Tamar “se disfarçou”, “cobrindo-se com um véu” (v.14) e esperou que Judá passasse pelo caminho onde estava. Sendo confundida com uma prostituta, Judá deitou-se com ela, mas não sem antes deixar nas mãos daquela desconhecida o penhor do qual ela precisava: o seu selo, o seu cordão e o seu cajado. Era como se Tamar tivesse garantias da identidade e da promessa de Judá. Quando sua gravidez foi anunciada como um crime passível de morte, aquele penhor lhe garantiu não somente a vida, mas o respeito de Judá, que reconheceu: “Mais justa é ela do que eu, porquanto não a dei a Selá, meu filho. E nunca mais a possuiu” (v.26).
Às vezes eu penso que Deus poderia ter ocultado de Sua Palavra alguns detalhes sórdidos que aconteceram no meio do Seu povo. Mas que esperança haveria para nós, ou para todo aquele que acha que foi longe demais para que Deus possa alcançá-lo e perdoá-lo? Porque foi desse encontro estranho e escuso que foi dada continuidade à genealogia do próprio Messias! Pois “Judá gerou de Tamar a Perez e a Zera” (Mt.1:3), e, a partir de Perez, aos demais na árvore genealógica de Jesus. Vocês percebem, amados? Tamar foi a primeira mulher estrangeira a participar da linhagem de Jesus Cristo. Isso não significa que o que ela fez ou o que Judá fez, foi certo aos olhos de Deus, mas que Deus tem o poder de transformar um aparente fracasso em vitória.
Essa pausa na história de José é o relato de como o pecado não confessado pode causar muitos estragos. A consciência culpada de Judá o afastou de sua família, onde de alguma forma ainda havia o temor de Deus. A Palavra do Senhor nos diz: “Não vos ponhais em jugo desigual com os incrédulos; porquanto que sociedade pode haver entre a justiça e a iniquidade?” (2Co.6:14). Judá experimentou as consequências de sua transgressão, mas, apesar disso, o Senhor ainda tinha planos especiais para ele e sua descendência. Se você não consegue ver a misericórdia de Deus nessa história, eu aconselho que a releia com a visão do futuro que Judá não teve o privilégio de conhecer. Mas você e eu conhecemos a continuidade e a consumação dessa história que, em Cristo, ganhou uma nova perspectiva.
Uma família disfuncional, um pecado escondido, lembranças de um passado tenebroso, angústias que nos consomem a alma, tudo isso pode ser lançado aos pés de Jesus Cristo, hoje, agora. O que começou errado pode, de fato, ter um final feliz, se você permitir que Cristo conduza a história da sua vida. Ele nos prometeu isso e a cruz e a sepultura vazia são o penhor da nossa vitória, a garantia de que não morreremos, mas nEle viveremos, pois “tendo-Se oferecido uma vez para sempre para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que O aguardam para a salvação” (Hb.9:28). Você crê? Então, ore comigo:
Nosso amado Pai Celestial, porque o Senhor permitiu tantas situações complicadas e aturou tantos erros no percurso do Teu povo, não o sabemos. Mas isso por um lado nos consola, pois também somos pecadores e muitas vezes até exageramos nisso. E aí podemos ver o quão misericordioso e quão paciente Tu és! Ó, Senhor, nos perdoa e transforma os nossos fracassos em uma vida vitoriosa em Cristo! Livra-nos das lembranças amargas de um passado que gostaríamos de esquecer! E nos faz confiar que todos eles foram lançados por Ti nas profundezas do mar! Em nome de Cristo Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, renovados em Cristo!
Rosana Garcia Barros
#Gênesis38 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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GÊNESIS 38 – Duras críticas aos pecados alheios podem estar escondendo nossos próprios pecados. Este capítulo está repleto de imoralidade, perversidade, engano.
E, cinicamente, de busca por justiça por gente injusta.
Geralmente desejamos que executem justiça aos que erram, mas exigimos ser tratados com misericórdia. Somos duros e inflexíveis contra os outros, mas queremos flexibilidade e misericórdia quando falhamos.
Infelizmente, aqueles que erram não admitem ou reconhecem seus erros até serem confrontados ou encurralados… Essas, e outras verdades, encontramos no relato de Judá e Tamar.
Distanciamento familiar, jugo desigual (comunhão) de quem serve a Deus com quem não O serve, jugo desigual no relacionamento conjugal, infidelidade nos compromissos (2 Coríntios 6:14), e, decisões imorais… resultam em tragédias que deveriam alertar-nos para a desgraça do maldito pecado. O pior é que o pecado torna os indivíduos insensíveis a Deus, desprovidos de senso moral próprio, mas com aguçado senso de justiça contra o próximo (Romanos 2:1-3).
Maldade, imoralidade e subterfúgio ligados à depravação sexual recheiam este capítulo do povo de Deus. Judá é o líder da tribo da qual descenderia o Messias. Tamar, mulher pagã, foi incluída na genealogia do Salvador (Mateus 1:3). Perez, “o primeiro dos gêmeos nascido de Tamar, fruto de prostituição e incesto, entrou, porém, na linhagem messiânica, que perpassou por Boaz e Rute e chegou ao rei Davi (Rt 4:18-22; Mt 1:3)”, destaca John MacArthur.
A verdade bíblica nua e crua deve servir de Raio-X de nossa vida, visando que busquemos reavivamento e reforma espirituais!
Ellen White expõe que a Bíblia “registra as faltas de homens bons, daqueles que se distinguiram pelo favor de Deus; efetivamente, suas faltas são apresentadas de modo mais completo do que as virtudes. Isto tem sido objeto para admiração de muitos e tem dado aos incrédulos ocasião para escarnecerem da Bíblia. É, porém, uma das mais fortes provas da verdade das Escrituras, não serem os fato explicados de maneira que os favoreça, nem suprimidos os pecados de seus principais personagens… Houvesse a Bíblia sido escrita por pessoas não inspiradas, e teria sem dúvida apresentado o caráter de seus homens honrados sob uma luz mais lisonjeira. Mas, assim como é, temos um registro exato de suas experiências” (PP, 238).
Reavivemo-nos na Palavra de Deus (Hebreus 4:12), alicerçados no Messias! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: GÊNESIS 37 – Primeiro leia a Bíblia
GÊNESIS 37 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/gn/37
O que aprendi com esta parte da história de José sobre a traição de seus irmãos é que Deus tem planos para cada um de nós. Tudo o que nos acontece, seja bom ou ruim, Deus pode transformar em bênçãos para a nossa vida. À medida que avançamos na história de José, a partir de Gênesis 38, vemos como Deus planejou tudo para tornar-se benéfico lá na frente.
Você e eu também enfrentamos provações, tentações e dificuldades, mas não nos esqueçamos de que, se entregarmos nossas vidas a Deus, Ele dirigirá nosso caminho e cuidará de nós. Ele certamente fez isso por mim. Portanto, sejamos fiéis até obtermos a recompensa. Deus nunca nos colocará em uma situação que não possamos enfrentar com a Sua força. Somos abençoados por termos Deus ao nosso lado, o qual pode inverter o jogo e transformar o que é ruim em algo bom! Amém!
Alex Vanlalthlanga
Refugiado da luta étnica de Mianmar que descobriu que o adventismo é verdadeiro enquanto estudava no Instituto de Treinamento da Ásia Oriental, Malásia.
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/gen/37
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Luís Uehara
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1-28 A história de José, que livrou sua família e todo o Egito da fome e da morte, prefigura a vinda do Messias, que tem o poder de nos salvar da condenação eterna quer sejamos judeus, quer gentios. José era muitíssimo favorecido pelo seu pai (v. 3). Israel mandou José aos campos para encontrar seus irmãos e os encontrou (vs. 13,14). Mas quando os irmãos de José o viram chegar, conspiraram para matá-lo (vs. 18-20). Eles tiraram sua túnica (v. 23) e, por fim, o venderam como escravo por 20 moedas de prata (v. 28). Jesus foi também favorecido por Seu Pai celestial (Mat 3.17 e Mc 1.11), que enviou Jesus ao mundo para buscar a nós, seus irmãos e irmãs ( ver Rm 8.17; Gl 4.7; Mt 12.50; 25.40). No entanto, quando Jesus “veio para o que era Seu,[…] os Seus não O receberam” (Jo 1.11). Aqueles que pertenciam à mesma linhagem de Jesus (Mt 1.1-17) exigiram que Ele fosse crucificado (Jo 19.6,15). Jesus foi despido e surrado (Mt 27.26,28). E em troca de moedas de prata, ele foi traído por seu próprio discípulo (Mt 26.15; 27.9) (Bíblia NVI Evangelismo em Ação).
O restante de Gênesis é dedicado à história de José e liderança de Deus (Andrews Study Bible).
1 Habitou. Enquanto Abraão e Isaque somente jornadearam em Canaã (12:10; 20:1; 26:3), Jacó se estabeleceu (Andrews Study Bible).
2 história. Heb. toledoth. Esta palavra hebraica, às vezes traduzida como “as gerações de” ou “a genealogia de”, introduz os principais acontecimentos da narrativa de Gênesis (5.1; 6.9; 10.1; 11.10,27; 25.12,19; 36.1,9; 37.2) (Bíblia de Genebra).
más notícias. José era o mais novo e, pelo costume, era o que tinha menos direitos na família. Ele age como um fofoqueiro. O termo é usado em outras passagens para indicar falsos relatórios (Num. 13:32; 14:36-37), apesar de que, conhecendo o passado dos filhos de Jacó, estas notícias podem ter sido verdadeiras (Andrews Study Bible).
Transparece aqui que Dã e Naftali, Gade e Aser se fizeram mui notórios pelo péssimo comportamento que tiveram por causa do quase inerradicável paganismo das duas mães, Bila e Zilpa. A influência materna ficou bem evidente no caráter dos filhos (Bíblia Shedd).
3 Jacó ama a José mais do que a qualquer outro filho, portanto, plantando a semente da inveja e rancor. Jacó dá a José uma roupa especial. O hebraico não é claramente entendido. As versões grega e latina traduzem a frase como “túnica de muitas cores”. Roupas desempenham importante papel na história de José (vs. 3, 23; 39:12; 41:14) (Andrews Study Bible).
Tudo indica que Jacó estivesse planejando deixar José como sucessor. Como prova dessa sua intenção, distinguira-o dando-lhe a túnica principesca, ou de cores variadas (Bíblia Shedd).
Um sinal da posição de José como filho preferido (cf. 2Sm 13.18) e um sinal irritante aos irmãos de José do seu favoritismo (Bíblia de Genebra).
É um erro dos pais mostrarem predileção por certos filhos; mas não nos surpreende essa parcialidade de Jacó para com o rapaz que lhe recordava tão vividamente a amada Raquel. […] O casaco de muitas cores era uma túnica longa de delicada tessitura, com mangas, e própria para jovens príncipes ou nobres, que não eram designados para o trabalho subalterno do campo ou da casa (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento).
4 e já não lhe podiam falar pacificamente. Ou “não podiam saudá-lo com a paz”. A saudação era um elemento crucial nas boas maneiras de comportamento antigo (cf 1Sm 25.6). Tal falha em não estender a saudação ao irmão indicava um alto grau de animosidade (Bíblia de Genebra).
5 Os sonhos do rapaz são notórios e proféticos. No caso de José teria sido mais sábio que o rapaz tivesse conservado seus segredos trancados em seu próprio coração, embora a revelação deles fosse um tributo à sua simplicidade e inocência confiantes. A sugestão da grandeza futura suscitou uma inveja terrível por parte de seus irmãos, mas as mãos do Todo-Poderoso o sustentaram (49.23,24) (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento).
7-11 Primeira introdução ao sonhador. Ele não somente é favorecido pelo seu pai, mas também por Deus. Note a clara implicação do sonho para a hierarquia da família, que foi entendida pelos irmãos de José. Jacó guarda o assunto em sua mente (Lucas 2:19, 51) (Andrews Study Bible).
8 Reinarás. A questão retórica foi posteriormente respondida quando José veio a governar “sobre toda a terra do Egito” (41.43) e, então, sobre a família da aliança vivendo no Egito. A posição de José como cabeça da família da aliança foi confirmada quando ele recebeu o “direito de primogenitura” de seu pai Jacó (1Cr 5.2; cf Dt 33.16) (Bíblia de Genebra).
10 mãe. Provavelmente uma referência à madrasta de José, Lia, porque sua mãe, Raquel, já havia morrido no parto de Benjamim (35.16-20) (Bíblia de Genebra).
11 considerava o caso consigo mesmo. Esta declaração talvez antecipe a decisão posterior de Jacó de dar a José o direito de primogenitura e porção dobrada (v. 8; 48.5-6) (Bíblia de Genebra).
12-22 A idílica cena pastoral é manchada por um plano maldoso para se livrarem de José. Como primogênito, Ruben procura salvar o irmão. Contudo, após seu incesto com Bila (35:22), ele perdeu autoridade (Andrews Study Bible).
14 De Hebrom a Siquém a distância seria pouco mais que 100 km. A solicitude de Jacó por saber como estariam os filhos certamente se relacionava com o que havia acontecido em Siquém (cf 34.25-30). A mesma razão teria determinado a retirada dos jovens pastores para Dotã (Bíblia Shedd).
15 andava errante pelo campo. Por causa deste atraso ordenado por Deus, os ismaelitas chegaram bem a tempo (vs. 21-28) (Bíblia de Genebra).
Não foi o acaso, mas a providência, que encaminhou esses midianitas ao poço naquela hora. Naturalmente, eles tinham fixado a hora da partida de sua terra natal […] sem levar em conta quaisquer outras considerações, que não seu próprio interesse e conveniência. Todavia, sem que o soubessem, estavam viajando segundo uma programação divina. […] Podemos estar num poço de negra infelicidade, mas Deus sabe que estamos ali e cronometra os momentos. Continuemos a confiar e não tenhamos medo! Bem-aventurados os que creem; para eles haverá precisa providência. Uma caravana já partiu há meses e chegará aqui na hora exata em que a presença dela será mais proveitosa e necessária (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento).
20 A mentira teria, forçosamente, de seguir-se ao assassínio planejado. É extremamente raro conseguir-se que um pecado ocorra isolado, relativamente a outros pecados (Bíblia Shedd).
23-28 José é despido de sua roupa e jogado em um poço seco, provavelmente uma cisterna vazia (Andrews Study Bible).
25-27 sentando-se para comer pão … viram que uma caravana de ismaelitas vinha de Gileade … Vinde, vendamo-lo aos ismaelitas. Os irmãos, mais tarde, reconhecem o seu comportamento impiedoso (veja 42.21) (Bíblia de Genebra).
27 Ismaelitas. Nesta seção, o autor usa dois termos para os mercadores. Ismaelitas e midianitas são ou tribos aparentadas ou diferentes clãs da mesma tribo (Jz. 8:24). Dotã se situa próximo às principais rotas que atravessam Canaã a caminho do Egito (Andrews Study Bible).
Os Ismaelitas e os midianitas (36) eram descendentes de Abraão. A aparência de ambas as tribos e suas características eram tão comuns que uma dada caravana poderia receber tanto um nome como outro (Bíblia Shedd).
28 vinte siclos. Aproximadamente 0,2 kg (8 onças). O Código Babilônico de Hamurabi também atesta este preço para um escravo (veja também Lev. 27:5) (Andrews Study Bible).
Os vinte ciclos de prata corresponderiam próximo ao salário que então se pagava por dois anos e meio de trabalho. (Bíblia Shedd).
31-33 Observe a ironia desses versos. Tendo enganado a seu pai Isaque com pele de cabritos (27.9) e com a roupa de Esaú, (27.27), Jacó é agora enganado com o sangue de cabritos sobre a roupa de seu filho (Bíblia de Genebra).
35 sepultura. Hebraico: Sheol. Essa palavra também pode ser traduzida por profundezas, pó ou morte (Bíblia NVI).
36 O favorito de seu pai se torna um escravo. Potifar. Um alto oficial da corte de Faraó. O nome significa “aquele a quem Ra [o deus sol] deu”. Esta forma de nome é confirmada em fontes extrabíblicas da época de Moisés (Andrews Study Bible).
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“Teve José um sonho e o relatou a seus irmãos; por isso, o odiaram ainda mais” (v.5).
Enquanto a história da família de Esaú se resumiu ao capítulo de ontem, a partir do capítulo de hoje até o final do livro de Gênesis estudaremos a história da família de Jacó, a começar pelo drama vivido por José e seus irmãos. “Israel amava mais a José que a todos os seus filhos” (v.3) e o presente especial que lhe deu, unido aos sonhos de José, fizeram com que este fosse odiado ainda mais por seus irmãos. Com apenas dezessete anos, ou José era muito ingênuo ou havia desenvolvido um certo orgulho devido à preferência de seu pai e aos sonhos que ele percebia serem da parte de Deus. Além do mais, ele observava seus irmãos e levava “más notícias deles a seu pai” (v.2). Ou seja, numa linguagem atual, José seria considerado como um “dedo-duro”.
Com isso, o coração de seus irmãos se encheu de um ódio homicida que aguardava apenas uma oportunidade para agir. Ao avistarem José de longe, “conspiraram contra ele para o matar” (v.18). “Mas Rúben […] livrou-o das mãos deles” (v.21) e propôs lançá-lo em uma cisterna seca, “para o livrar deles, a fim de o restituir ao pai” (v.22). Seu plano, porém, foi frustrado. É certo que eles não mataram a José, mas o fato é que, tendo-o vendido como escravo, teriam de levar ao pai a falsa notícia da morte de seu filho amado e talvez ter que conviver o resto da vida com essa mentira. Acredito que a reação de Jacó e seu luto sem consolo foi um golpe para aqueles homens, que experimentariam por muitos anos o terrível peso da culpa.
Os sonhos de José foram predições divinas do que aconteceria um dia. Certamente, ele foi agraciado por Deus e Deus tinha planos especiais para ele. Não que José fosse melhor do que seus irmãos, amados, mas porque o Senhor sabia que ele iria corresponder ao chamado divino. É fácil julgarmos José como um adolescente mimado pelo pai e que parecia apreciar a reação dos irmãos ao lhes contar seus sonhos. A Bíblia diz que os irmãos “já não lhe podiam falar pacificamente” (v.4). Então, porque José insistia em lhes contar os sonhos que tinha? Não sabemos. Talvez tivesse que acontecer o que aconteceu ou, infelizmente, ele teve que experimentar o cumprimento de seus sonhos da maneira mais difícil por falta de sabedoria e maturidade.
Percebam que a disputa entre irmãos é uma questão antiga. Caim e Abel. Esaú e Jacó. José e seus irmãos. E assim o será até ao final dos tempos. Todos nós somos irmãos em Cristo, unidos pelos laços da cruz. E necessitamos da sabedoria do alto a fim de lidarmos uns com os outros. Nem todas as nossas experiências com Deus são para testemunho público. Precisamos pedir ao Senhor que nos ajude a discernir o que é para ser compartilhado e o que não o é, ou com quem devemos compartilhar e quando compartilhar. Nessa era da Internet, a tendência de seguir a “manada” tem atingido inclusive o povo de Deus, e muitos transformaram a vida em um livro aberto da vida real ou da vida fantasiosa que, uma hora, acaba revelando sua verdadeira face.
Sinto muito, meus irmãos, mas isso não é ser uma testemunha de Jesus. Como José, podemos até errar no percurso de nossa trajetória cristã, mas, se insistirmos em ser apenas espectadores da vida alheia, acabaremos como os irmãos dele, invejosos, com tendências homicidas e mentirosos. É uma mensagem dura, porém necessária para nós que vivemos em um tempo tão solene, às vésperas da volta de Jesus. O que temos contemplado? O que temos ouvido? Se você tem sido consumido por maus sentimentos, a Palavra do Senhor tem um conselho infalível para você: “Pensai nas coisas lá do alto, não nas que são aqui da Terra” (Cl.3:2). E para que isso aconteça, precisamos “instagramear” menos e folhear mais. Se a rede social é mais aberta do que a Bíblia, você pode estar lançando algum “irmão” no poço da despeita enquanto finge que a culpa não é sua.
Não seja assim conosco, meus irmãos! O que vou propor agora é desafiador, mas não é impossível. Que tal experimentar dez dias sem redes sociais? Se você depende delas em seu trabalho, tudo bem. Mas experimente não acessá-las como passatempo. Ande com uma Bíblia de bolso, e todas as vezes que se sentir tentado, ore e peça ao Espírito Santo para falar com você através das Escrituras. Troque a tela da televisão, do celular, do computador, pela simplicidade das Páginas Sagradas. Eu garanto que você não vai se arrepender. E essa garantia não é assinada por mim, mas pela fidelidade de Deus, que prometeu: “Buscar-Me-eis e Me achareis quando Me buscardes de todo o vosso coração” (Jr.29:13).
Pai de amor e de bondade, nós Te damos graças porque os ensinamentos da Tua Palavra são sempre atuais e nos ajudam a discernir os perigos deste século! E desde já Te pedimos que nos ajude e nos conceda o Espírito Santo para que esses dez dias sejam apenas o começo de uma abençoada caminhada Contigo. Sabemos que esse tipo de decisão provoca a ira do inimigo. Portanto, Te pedimos força, fé e resiliência para perseverarmos confiando em Ti, não importa o que aconteça. Nós Te amamos, Senhor e queremos amá-Lo cada dia mais! Ajuda-nos a Te encontrar e Te conhecer por meio da Tua Palavra! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia da preparação, fortes no Senhor!
Rosana Garcia Barros
#Gênesis37 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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GÊNESIS 37 – Parece que Moisés esteve nos preparando para a maior história do Gênesis. Antes de avançar, observe esta nota de Ellen White ajudando-nos a lembrar do contexto de José:
“Jacó tinha pecado, e havia sofrido profundamente. Muitos anos de labuta, cuidados e tristeza ele os havia tido desde o dia em que seu grande pecado fê-lo fugir das tendas de seu pai. Como fugitivo sem lar, separado de sua mãe, a quem nunca mais viu, trabalhando sete anos por aquela que amava, apenas para ser vilmente enganado; labutando vinte anos ao serviço de um parente ávido e ganancioso, vendo sua riqueza aumentar, e seus filhos crescerem em redor de si, mas encontrando pouca alegria na casa contenciosa e dividida; angustiado pela desonra de sua filha, pela vingança dos irmãos da mesma, pela morte de Raquel, pelo crime desnatural de Rúben, pelo pecado de Judá, pelo engano e malícia cruéis praticados para com José – quão longo e tenebroso é o catálogo de males que se estende à vista! Reiteradas vezes colheu ele o fruto daquela primeira ação errada. Em frequentes ocasiões viu repetir-se entre seus filhos os pecados de que ele próprio fora culpado. Mas, amarga como fora a disciplina, cumprira ela a sua obra. O castigo, se bem que atroz, produzira ‘um fruto pacífico de justiça’” (PP, 237-238).
O lar de José era disfuncional. Seus irmãos eram caracterizados pelo ódio, raiva, inveja, falsidade e assassinato. Além de José ser o filho da esposa preferida de Jacó, José era o preferido também por ser diferente de seus irmãos. Isso… e, mais dois sonhos que projetavam José a líder da família, faziam seus irmãos ferverem de raiva mortífera.
Jacó, encanecido, agiu despreocupadamente, enviando seu filho preferido a buscar informações do trabalho dos outros filhos – promovendo mais ódio nos irmãos que não ganharam nenhuma túnica colorida igual a de José.
Vendido aos ismaelitas, e tido como morto pelo pai… Tudo parecia indicar o fim de José!
Indubitavelmente, pequenos erros acarretam grandes problemas; contudo, por mais problemática que seja sua família, não é motivo para acomodar-se numa vida fracassada. Ainda que tudo conspirasse contra José, o fato dele estar do lado de Deus, o fracasso não era seu destino. Esse mesmo Deus está à nossa disposição! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: GÊNESIS 36 – Primeiro leia a Bíblia
GÊNESIS 36 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/gn/36
Aqui no Quênia, há uma obsessão por apostas entre jovens e adultos. Muitos participam de apostas esportivas e loterias na esperança ilusória de obter um grande prêmio.
Em Gênesis 36, encontramos uma narração da genealogia de Esaú. Apesar de Deus ter prometido multiplicar Jacó e enriquecê-lo, Esaú é quem aumenta e se torna rico primeiro. O cumprimento da promessa de Deus a Jacó começou a acontecer mais tarde, mas o efeito da bênção permaneceu por mais tempo, e tem seu cumprimento completo no Israel espiritual. Deus prometeu a Jacó que reis deveriam sair de seus lombos (Gn 35:11), mas o sangue de Esaú se torna real muito antes de qualquer um dos descendentes de Jacó. No entanto, pouco é mencionado sobre a linhagem de Esaú após a terceira e quarta geração.
Com a história de Jacó aprendemos que não importa quanto tempo leve, a palavra de Deus se cumprirá. O desafio para nós é não nos tornarmos distraídos pelo que é passageiro e temporário, nem desencorajados pelo aparente atraso com as promessas.
Precisamos permanecer fiéis a todas as instruções recebidas. Podemos confiar que Deus completará a obra que começou em nós, pois Ele é fiel no cumprimento de suas promessas (Filipenses 1:6, 2 Pedro 3:9).
Eliud Choge
Auditor de Sistemas de Informação
Nairobi, Quênia
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/gen/36
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Luís Uehara