Reavivados por Sua Palavra


GÊNESIS 40 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
26 de maio de 2025, 0:50
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545 palavras

1-4 Dois dos mais altos oficiais da corte são jogados na prisão e são servidos por José. após estas coisas. Não há indicação clara de tempo. Sabemos apenas que o período da escravidão e da prisão de José durou aproximadamente 13 anos (37:2; 41:46) (Andrews Study Bible).

3 detê-los. Eles estavam esperando a sentença de Faraó (Bíblia de Genebra).

8 Sonhos são um importante e valioso meios de revelação. A pergunta retórica de José é em si um argumento contra a religião egípcia, onde a interpretação de sonhos era uma ciência e arte altamente paga. Um escravo estrangeiro desafia o pensamento egípcio corrente: é Deus quem não somente dá os sonhos, mas também provê a interpretação (41:16, 25, 28; Dan. 2:22, 28, 47) (Andrews Study Bible).

contai-me. José reconhecia a si mesmo como um profeta (37.5-11) (Bíblia de Genebra).

11 Os copos egípcios não tinham nem hastes nem alças; pelo que, eram colocados na mão. Eis um pormenor comprovador da veracidade da narrativa (Bíblia Shedd).

12 Como intérprete, José era excepcional. Seu coração puro estava aberto para Deus, e por isso ele podia decifrar os mistérios da vida humana (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento).

13 reabilitará. Lit. “levantará tua cabeça”. Uma expressão hebraica que geralmente significa “restaurar a honra” ou “livrar” (2Rs 25.27; Sl 24.7). Aqui, a expressão pode referir-se particularmente a uma audiência ritual com o Faraó, na qual o servo é destacado para uma atenção especial (v. 20). Note o trocadilho no v. 19, na qual uma pequena variação no hebraico  dá o significado “tirará fora a cabeça” (talvez uma referência à execução por decapitação) (Bíblia de Genebra).

19 te tirará fora a tua cabeça. A mesma expressão hebraica utilizada no v. 13, mas com sentido completamente distinto. A previsão da morte do padeiro e os pássaros em seguida comendo o seu corpo era a pior previsão para um egípcio que acreditava numa existência contínua da alma em uma pós vida (Andrews Study Bible).

20-22 Descreve o cumprimento do sonho. Sobre a importância do “terceiro dia”, veja 22.3-6 (Andrews Study Bible).

20 Os aniversários de nascimento dos Faraós eram celebrados com grandes festas e com a libertação de prisioneiros. O copeiro chefe e o padeiro chefe eram pessoas de grande responsabilidade. Cumprir-lhes-ia exercer vigilância para que ficassem frustrados os constantes atentados contra a vida do Faraó. As evidências acumuladas contra o padeiro teriam comprovado que ele, e não o copeiro chefe, estaria seriamente comprometido (Bíblia Shedd).

22 ao padeiro chefe enforcou. Não é uma referência ao enforcamento como método de execução, mas a exibição pública do corpo depois da morte (v. 13, Dt 21.22) 20-22 Descreve o cumprimento do sonho. Sobre a importância do “terceiro dia”, veja 22.3-6 (Andrews Study Bible).

23 A ingratidão do copeiro chefe está demonstrada no fato do esquecimento a que José ficara relegado. Aquele profundo desapontamento de José, pois que teve de continuar naquela prisão por mais de dois anos, Deus o tornou útil (pois ele não o haveria de esquecer) fazendo-o ainda mais capacitado para a oportuna exaltação a primeiro ministro. Digno de comparação é o caso dos quarenta anos que Moisés passara no deserto de Midiã, aguardando o tempo que Deus havia estabelecido para constituí-lo líder do povo de Israel na libertação do Egito (Bíblia Shedd).

O esquecimento do mordomo chefe lembra-nos de nosso vergonhoso esquecimento do Redentor, que nos tirou do fundo do poço e nos remiu com Seu precioso sangue (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento).



Gênesis 40 – Rosana Barros by Ivan Barros
26 de maio de 2025, 0:45
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“O copeiro-chefe, todavia, não se lembrou de José, porém dele se esqueceu” (v.23).

O cárcere de José ficava na própria casa de Potifar, talvez uma extensão da ‘casa do comandante da guarda’ (v.3) para que ele tivesse maior controle sobre os detentos. Embora a acusação contra José fosse passível de morte, sua prisão parece ter sido uma forma de preservar a reputação da mulher de Potifar. O próprio Potifar encarregou José de servir o copeiro-chefe e o padeiro-chefe de Faraó, pois ambos ‘ofenderam o seu senhor, o rei do Egito’ (v.1) e ‘por algum tempo estiveram na prisão’ (v.4).

A pergunta de José aos prisioneiros, ‘Por que tendes, hoje, triste o semblante?’ (v.7), pode parecer estranha, afinal, estavam numa prisão! No entanto, demonstra a solicitude de José em servi-los e seu empenho em tornar o ambiente mais agradável. Seus esforços eram recompensados ao ver os outros detentos alegres e satisfeitos, o que fazia com que a tristeza no rosto daqueles homens fosse prontamente notada por ele. Naquela cultura, os sonhos eram vistos como revelações dos “deuses”. José, contudo, lhes apresentou o verdadeiro Deus ao perguntar: ‘Porventura, não pertencem a Deus as interpretações?’ (v.8), e pediu que contassem o sonho.

As interpretações de José para os sonhos do copeiro e do padeiro se cumpriram ‘como José havia interpretado’ (v.22). Antes disso, porém, José, percebendo uma oportunidade de liberdade e de retornar à casa de seu pai, pediu ao copeiro-chefe que se lembrasse dele e intercedesse em seu favor perante Faraó. Mas aquele a quem José serviu e tratou com bondade o esqueceu, ‘porém dele se esqueceu’ (v.23). Reflita: preso injustamente, servindo outros, tendo sua bondade retribuída com indiferença. Não seriam motivos suficientes para José se rebelar contra Deus? Com muito menos, muitos se afastam do Senhor e atribuem a Ele seus infortúnios.

A experiência de José na prisão foi uma verdadeira prova de paciência e confiança em Deus. Mesmo ali, ele encontrava motivos para sorrir e ser útil aos outros, para a glória de Deus. Seu pedido ao copeiro-chefe, porém, também revelava sua ânsia por justiça e liberdade. Um desejo que se realizaria no tempo certo, de uma forma que José jamais poderia imaginar. Embora sua reputação tivesse sido maculada e ele estivesse injustamente em uma ‘masmorra’ (v.15), José mantinha uma boa consciência diante de Deus, e isso lhe bastava. Em sua vida, vemos o cumprimento do que o Senhor espera de cada filho Seu: ‘que pratiques a justiça, e ames a misericórdia, e andes humildemente com o teu Deus’ (Mq.6:8).

Seja qual for a provação pela qual esteja passando, que, em Cristo, você encontre motivos para sorrir e fazer feliz a vida de outros. Enquanto Jesus não vem nos libertar do cativeiro deste mundo, que perseveremos servindo nossos irmãos e iluminando o mundo com a glória de Deus. Siga o exemplo de José e você estará em paz com Deus, não importa a situação.

Pai querido, como no hino, nós Te agradecemos pelos planos, grandes sonhos especiais que o Senhor tem para cada um de nós! No percurso desses planos o inimigo pode até tentar frustrá-los, julgando que as dificuldades nos afastarão de Ti, mas o Senhor é especialista em transformar as dificuldades em oportunidades de crescimento e amadurecimento espiritual. Prepara-nos para Te encontrar, nosso Deus! Estamos cansados deste mundo, Pai! Temos saudades de casa! Mas até que o Senhor volte, usa-nos para apressar a Tua volta. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, perseverantes em Cristo!

Rosana Garcia Barros

#Gênesis40 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



GÊNESIS 40 – COMENTÁRIOS PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
26 de maio de 2025, 0:30
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GÊNESIS 40 – Em meio a tantas histórias frustrantes desde a queda no Éden, José aparece mostrando que, capacitado por Deus, é possível ser fiel, comprometido com os princípios do Céu.

A vida de José é como oásis em meio à aridez de uma sociedade corrupta; é como flor branca numa água fétida de esgoto. José é alguém na contramão da vida lidando com pessoas que vivem à espreita para derramar sangue, em que cada um caça seu irmão para tirar a vida. É a esperança numa sociedade mergulhada na perversidade; é também a expectativa do Céu para um mundo em declínio, onde as pessoas estão sempre ávidas para fazer o mal. José é uma inspiração aos crentes de cada geração perversa.

José prova que o ambiente não é desculpa/obstáculo para aqueles que desejam viver para Deus. Tanto no seio da própria família como na mansão de Potifar, o poder do mal não corrompeu ao jovenzinho diferente.

José rebelou-se com a tradição de perversidade, vivendo piamente diante de Deus, mesmo enfrentando terríveis adversidades. Ainda que parecia que o mal sobressaía sobre o bem – como no Dilúvio (Gênesis 6:1-7) –, Deus conduzia cada detalhe da história a fim de um dia poder conceder a vitória a todo remanescente fiel que viveu como escória da sociedade!

José é um contraste numa sociedade drasticamente maligna. Ele é bondade em meio às pessoas cruéis. Ele é paciente, mesmo em face às acusações infundadas sobre sua pessoa. Ele é humilde mesmo convivendo com gente delinquente. Mesmo preso inocentemente, ele praticava o bem, até para aqueles que praticaram o mal e estavam juntos na prisão.

Como nossa sociedade precisa de jovens, adultos e idosos como José!

Carecemos de gente que tenha ousadia para ser diferente, e fazer a diferença em meio às pessoas estúpidas e indiferentes à justiça; de gente que reflitam Deus nas mansões de grandes personagens e até mesmo nas cloacas deste mundo onde sobrevivem os perversos. Todos precisam de esperança… são carentes de bondade…

Precisamos de gente que seja leal a Deus a tal ponto de demonstrar lealdade às pessoas a sua volta; de gente que leia a Bíblia e leve Deus tão à sério como José, mesmo frente às desgraças de uma sociedade desprovida do bem…

…Reavivemo-nos!!! – Heber Toth Armí.



GÊNESIS 39 –  ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
25 de maio de 2025, 1:30
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Texto bíblico: GÊNESIS 39 – Primeiro leia a Bíblia

GÊNESIS 39 – BLOG MUNDIAL

GÊNESIS 39 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)



GÊNESIS 39 by Luís Uehara
25 de maio de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/gn/39

A resposta de José à Sra. Potifar é, na minha opinião, o ápice de uma teologia da sexualidade no Pentateuco e talvez de toda a Escritura. Lemos no v. 8 que a Sra. Potifar fazia propostas a ele “dia após dia” (v. 10); talvez um dos primeiros casos registrados de assédio sexual na história.

No verso 9, José raciocina que Potifar e ele são iguais na casa, exceto por UMA coisa: Potifar dorme com a Sra. Potifar e José não. Esta única coisa diferencia Potifar de José. José reconheceu este elemento como o verdadeiro ideal de Deus para a expressão sexual. Prazer e filhos não são o propósito principal da expressão sexual. Eles são deliciosos bônus. O propósito da expressão sexual é promover e manter um sentido de unicidade entre marido e mulher. Ceder aos avanços da Sra. Potifar não só violaria a confiança de seu marido em José (e nela!), mas seria subverter a exclusividade ordenada por Deus entre marido e mulher. José, assim, demonstra-se moralmente superior a Judá, quando confrontado com a mesma tentação de permissividade sexual fora do casamento.

Stephen Bauer
Professor de Teologia e Ética
Southern Adventist University
Collegedale, Tennessee, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/gen/39
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli



GÊNESIS 39 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
25 de maio de 2025, 0:50
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816 palavras

1 Retorna ao enredo de 37:26. José chegou agora ao Egito (Andrews Study Bible).

2-6 Enquanto as circunstâncias de José mudam, Deus nunca muda. Ele está sempre com Seus filhos (Jos. 1:5; Is. 41:10; Jer. 1:8, 19; Mat 28:20) e os habilita para grandes desafios (Andrews Study Bible).

O Senhor era com José do mesmo modo como nosso Senhor Jesus prometera estar conosco (Mt 28.20). Sabemos que Ele cumpre Sua promessa. Nosso dever e nosso privilégio é reconhecer e corresponder ao companheirismo que o Senhor nos proporciona. No caso de José, tal correspondência está evidente em seu espírito serviçal, alegre e criterioso (v 4; cf Cl 3.23), sua fidelidade absoluta (vv 5, 6) e sua resistência em face da tentação (vs 7-15). Contraste-se com este procedimento de José o que se menciona de Judá no capítulo anterior (Bíblia Shedd).

O benefício da presença de Deus foi experimentado até mesmo na escravidão, fora da terra da bênção (Bíblia de Genebra).

próspero. Uma das palavras chave deste capítulo (vs, 2-3; 23), sempre ligadas à bênção especial de Deus. A rápida ascensão de José na casa de Potifar se deve ao reconhecimento do mestre de que este escravo é diferente (Andrews Study Bible).

As famílias e patrões incrédulos devem muito à presença de pessoas que amam a Deus, em seus lares e firmas; pois o Senhor vai junto com seus servos (ver os versículos 2, 21 e 23 e Atos 7.9). Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento (F. B. Meyer).

servia. O termo hebraico aqui denota serviço pessoal, como Josué servia a Moisés (Êx. 24:13) ou Eliseu servia a Elias (1 Reis 19:21) (Andrews Study Bible).

7-10 O texto bíblico sugere um longo período de sedução e o firme comprometimento de José de fidelidade e integridade moral. A longa resposta de José ao convite da mulher reconhece que o pecado não destrói apenas as relações humanas mas – e principalmente – é uma afronta a Deus (Sal. 51:4) (Andrews Study Bible).

7 cobiçá-lo. Olhava com desejo para ele. Bíblia de Estudo NVI Vida.

pecar contra Deus. Todo pecado é contra Deus em primeiríssimo lugar (v. Sl 51.4). Bíblia de Estudo NVI Vida.

O adultério era considerado um grande pecado no antigo Oriente Próximo (20.9), porém José estava absolutamente consciente de que vivia na presença de Deus (cf 2Sm 12.13; Sl 51.4) (Bíblia de Genebra).

Provavelmente José já havia elaborado sua bela resposta no interior do seu coração, e bem antes de externá-la já praticava esses preceitos. Na hora crítica, a boca deixa escapar aquilo em que o coração está meditando. Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento (F. B. Meyer).

11-19 Outra recusa deixa a roupa de José (note novamente a importância da roupa na narrativa de José) na mão da mulher de seu mestre, que rapidamente cria uma história plausível visando punir aquele que a recusou (Andrews Study Bible).

12 pegou. O termo hebraico aqui implica violência (Deut. 9:17; 22:28; 1 Reis 11:30) (Andrews Study Bible).

14 este hebreu. Isto é, um descendente de Héber (ver Gn 10:21; 14:13). Geralmente era assim que os descendentes de Jacó se referiam a si mesmos como um povo, e que os outros se referiam a eles (ver Gn 39:17; 40:15; 41:12; 43:32; Êx 1:15, 16. 19; 2:6; etc.). Originalmente, um “judeu” era um descendente de Judá, mas após o cativeiro o termo perdeu sua estrita aplicação tribal. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 460.

17 servo. Clara calúnia racial (Andrews Study Bible).

20 Mesmo que Potifar pareça furioso, a punição surpreende, tendo em vista que a lei bíblica exigia que estupradores convictos fossem sumariamente executados (Deut. 22:23-27). Potifar parece não acreditar em sua mulher, mas para manter as aparências colocou José na prisão. O foco agora muda para a prisão (o que reflete claramente um ambiente egípcio, tendo em vista que o Egito tinha prisões antes de outros povos ao redor), o próximo local das experiências positivas e negativas de José (Andrews Study Bible).

Embora a ira de Potifar fosse incidente sobre José, sua ação posterior indica que ele duvidou da acusação de sua esposa. Uma tentativa de estupro da esposa de um senhor por um escravo certamente resultaria em sentença de morte, mas a punição de José (aprisionamento com os prisioneiros do rei) foi relativamente suave (Bíblia de Genebra).

[Potifar] Queria tão somente preservar o nome da família. Tudo se ajustava, perfeitamente, nos planos providenciais de Deus com relação a José e ao seu povo escolhido (Bíblia Shedd).

A leniência de Potifar sem dúvida reflete sua confiança na integridade de José e, em contraste, seu pouco respeito pelo relato do episódio contado pela esposa. O castigo de José, no entanto, parece a princípio ter sido severo, pois ele sofreu mais coisas do que a narrativa de Gênesis deixa implícito. Segundo o Salmo 105:18, seus “pés” foram apertados “com grilhões” e ele foi posto “em ferros”. CBASD, vol. 1, p. 460, 461.

21 Há um paralelismo muito estreito entre o comportamento de José e o de Cristo, quando diante de situações adversas e de falsas acusações, ambos as recebiam sem murmurações, como expressões da vontade de Deus (cf Is 53.7). Como Cristo, José não sofrera por erro algum cometido, mas sim, em virtude da retidão da conduta (Bíblia Shedd).



Gênesis 39 – Rosana Barros by Ivan Barros
25 de maio de 2025, 0:45
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“O Senhor era com José, que veio a ser homem próspero; e estava na casa de seu senhor egípcio” (v.2).

Enquanto Judá e seus irmãos sofriam as consequências de seu plano maligno, José estava coberto pela mão de Deus. A partir de hoje veremos a impressionante história de um jovem que decidiu ser fiel a Deus mesmo diante das circunstâncias mais desfavoráveis, tornando-se assim um grande homem de Deus. Não podemos esquecer que José enfrentou uma longa jornada até o Egito, onde foi vendido como uma mercadoria. A Bíblia não revela o que ele teve de sofrer até alcançar a posição de um servo próspero e benquisto por seu senhor egípcio. No entanto, é muito provável que tenha enfrentado as dificuldades de um escravo até conquistar a confiança de Potifar.

Ainda assim, é perceptível a fidelidade de José e sua firme decisão de confiar no Senhor em todos os momentos; José logo se destacou, e sua fé em Deus não era oculta, já que o próprio Potifar reconheceu “que o Senhor era com ele e que tudo o que ele fazia o Senhor prosperava em suas mãos” (v.3). Além de próspero e excelente administrador, “José era formoso de porte e de aparência” (v.6); qualidades que logo foram apreciadas pela mulher de Potifar, que “todos os dias” (v.10), convidava José para um encontro em sua cama. Ora, seria fácil para ele enganar seu senhor e, certamente, por ser a mulher de um oficial do Egito, se tratava de uma bela mulher.

José, porém, possuía algo de que tanto o mundo carece hoje: ele tinha o senso constante da presença de Deus; José era temente a Deus. E o fato de não dar ouvidos ao que aquela mulher lhe dizia todos os dias, deixa isso bem claro. José demonstrou ser fiel aos mandamentos de Deus, amando o próximo (nesse caso, Potifar) e amando a Deus. Podemos perceber isso em sua famosa declaração: “como, pois, cometeria eu tamanha maldade e pecaria contra Deus?” (v.9). Sua consideração por Potifar e seu temor a Deus são claramente demonstrados em sua resposta e na reação em fugir da armadilha sensual daquela mulher. E mesmo assumindo o risco de morte e sendo preso injustamente, José permaneceu resiliente, de forma que, mesmo na prisão, “o Senhor era com ele, e tudo o que ele fazia o Senhor prosperava” (v.23).

Será que temos tido a mesma firme resolução diante da insistência diária de um inimigo que tenta nos seduzir? A mensagem que precisa ser pregada a todo o mundo em nossa geração diz: “Temei a Deus e dai-Lhe glória, pois é chegada a hora do Seu juízo; e adorai Aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas” (Ap.14:7-8). Temer a Deus e dar glória a Ele é viver o padrão de José. É a decisão de honrar a Deus em tudo o que fazemos, de forma que isso revele quem de fato nós somos. Não eram simplesmente as obras de José que se destacavam, mas a essência daquele servo de Deus, resultando em que tudo o que realizava tinha a inconfundível assinatura de Deus.

O livro de Apocalipse descreve uma mulher, a meretriz, chamada Babilônia, que tem seduzido as nações com o “vinho do furor da sua prostituição” (Ap.18:3). E o chamado de Deus àqueles que ainda estão lhe dando ouvidos, é: “Retirai-vos dela, povo Meu” (Ap.18:4). Ou seja, fujam dela! Como José, somos chamados a fugir dos encantos enganadores da meretriz e estarmos firmes, unidos à mulher pura e resplandecente (Ap.12:1), que é uma representação da igreja de Cristo. E nessa escolha, amados, acabamos sofrendo a fúria de um inimigo que não suporta a perseverança dos santos (Ap.12:17;14:12). Mas, se semelhante a José, que mesmo na prisão “fazia tudo quanto se devia fazer ali” (v.22), permanecermos fiéis ao Senhor fazendo o que precisa ser feito segundo a guia do Espírito Santo, com certeza o inimigo terá de contemplar a nossa prosperidade mesmo em meio à adversidade.

Se o deserto lhe alcançou por causa da sua fidelidade, não se preocupe. Como diz um provérbio beduíno, que li um dia desses: “Se você tem um destino certo, até o deserto se torna uma excelente estrada” (Rodrigo Silva, Descobertas da Fé, devocional diário, CPB, p.138).

Pai Celestial, existem muitas situações que acontecem e não entendemos o porquê. Mas ao estudarmos a Tua Palavra percebemos que nem tudo precisamos entender, e que isso fortalece a nossa fé. Enche-nos do Espírito Santo para que sejamos tementes a Ti e Te glorifiquemos com a nossa vida! E dá-nos força e coragem para perseverarmos, ainda que severamente provados! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz semana, servos fiéis do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#Gênesis39 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



GÊNESIS 39 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
25 de maio de 2025, 0:30
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GÊNESIS 39 – Após os negros capítulos revelando o estado deplorável da natureza pecaminosa em Gênesis 34 e 38, juntando com outros tenebrosos de homens e mulheres de Deus, muitas vezes ficamos questionando o porquê dessas histórias vergonhosas serem trazidas à nossa memória.

Ellen White nos ajuda: “Homens a quem Deus favoreceu, e a quem confiou grandes responsabilidades, foram algumas vezes vencidos pela tentação, e cometeram pecado, mesmo como nós, presentemente, esforçamo-nos, vacilamos, e frequentemente caímos em erro. Sua vida, com todas as suas faltas e loucuras, estão patentes diante de nós, tanto para a nossa animação como advertência. Se eles fossem representados como estando sem faltas, nós, com a nossa natureza pecaminosa, poderíamos desesperar-nos pelos nossos erros e fracassos. Mas, vendo onde outros lutaram através de desânimos semelhantes aos nossos, onde caíram sob a tentação como o temos feito, e como todavia se reanimaram e venceram pela graça de Deus, acoroçoamonos [nos encorajamos, animamos] em nosso esforço para alcançar a justiça. Como eles, embora algumas vezes repelidos, recuperaram o terreno, e foram abençoados por Deus, assim nós também podemos ser vencedores na força de Jesus” (PP, 238).

José é um exemplo de que, pelo poder de Deus, aquele que deseja viver no temor do Senhor, poderá se erguer da imoralidade e viver corretamente diante de Deus e dos homens. José é uma exceção num mundo tomado por imoralidade e corrupção.

José é um ícone em meio à depravação mostrando como um jovem pode manter puro o seu caminho (Salmo 119:9-11), mesmo quando tudo conspira para sua destruição (Romanos 8:28-39). Vendido pelos irmãos aos ismaelitas, revendido como objeto no Egito, foi trabalhar na casa de Potifar, oficial de Faraó e capitão da guarda egípcia. Embora fosse escravo trabalhador, confiável e responsável, a mulher de seu senhor armou uma contra ele – que escolheu servir a Deus. Inocente, foi parar na prisão, rendendo-nos preciosas lições:

• Cada lágrima bem aproveitada pode ensinar-nos extraordinárias verdades.
• Adversidades despertam em nós capacidades que em circunstâncias favoráveis permaneceriam adormecidas.
• Adversidades podem ser usadas como trampolins rumo à maturidade.
• Experiência não é o que nos acontece, é o que fazemos com o que nos acontece.
• Paciência e perseverança fazem que, miraculosamente, adversidades se tornem universidades da vida.

Em meio às dificuldades, aprendamos preciosas verdades! Cresçamos espiritualmente! – Heber Toth Armí.



GÊNESIS 38 –  ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
24 de maio de 2025, 1:30
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Texto bíblico: GÊNESIS 38 – Primeiro leia a Bíblia

GÊNESIS 38 – BLOG MUNDIAL

GÊNESIS 38 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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GÊNESIS 38 by Luís Uehara
24 de maio de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/gn/38

Este capítulo trata da história da família de Judá, a tribo que deu origem a Jesus. E é por isso que temos tanto da história da família!

O Messias não veio de uma linhagem de pessoas santas ou honradas. Em vez disso, Judá e seus filhos agiram de maneira que desagradaram a Deus. Os ancestrais humanos de Jesus eram pecadores. Judá chegou a escolher uma esposa pagã, contrariando a vontade de Deus (Gn 38:1,2). E essa mulher pode ter sido a principal má influência sobre seus filhos.

Judá parece mal neste capítulo, enganando Tamar e sendo enganado por ela se passar por prostituta. Se ele tivesse escolhido uma vida de obediência, quão mais simples teria sido, com bênçãos em vez de maldições.

Judá finalmente confessou que Tamar “foi mais justa do que eu” (Gn 38:26). Às vezes, tendemos a julgar as pessoas precipitadamente, sem perceber que talvez sejamos tão ou mais pecadores do que elas.

A Bíblia não esconde o fato de que Jesus veio de uma linhagem humana tão corrompida quanto esta. Mas, apesar das fraquezas herdadas, Ele confiou em Seu Pai e nunca pecou.

Jesus é o nosso exemplo perfeito. Judá, que dependeu de si mesmo, certamente não é.

Wai Fong Chan
Nutricionista na Aenon Health
Tampin, Malásia

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/gen/38
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli