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673 palavras
1-43 O capítulo contém uma contabilidade concisa dos descendentes de Esaú e está inserida aqui para mostrar o cumprimento da promessa de “muitas nações”, dada à Sara e Abraão (17:5-6, 16), mesmo fora da linha da promessa. Esta lista contém setenta nomes e assinala um movimento político abrangente de uma extensa família (36:1-8) para uma organização tribal (vs 15-19) e finalmente a uma monarquia (vs 31-39), o que lembra a própria história de Israel. Deut. 23:7 lembra as futuras gerações que os edomitas são irmãos e não deveriam ser abominados, mesmo embora em períodos subseqüentes Edom e Israel tenham se tornados amargos inimigos (Obadias; Sal. 137:7-9) (Andrews Study Bible).
1 descendentes. Com essa genealogia de Esaú, começa uma nova seção no Livro de Gênesis (2.4).
Esaú, que é Edom. “Edom”, que deriva da palavra hebraica “vermelho”, era outro nome para Esaú (25.25; 25.30). O termo era também apropriado para a terra de Edom, com formações de arenito e solo avermelhado (Bíblia de Genebra).
2-3 Somente um nome (Basemate) das três esposas de Esaú coincide com as listas anteriores (26:34; 28:9). Talvez as esposas tinham mais de um nome (Andrews Study Bible).
6-8 Edom é ligado ao país montanhoso de Seir (Deut. 2:4-6, 12, 22; Jos. 24:4). O movimento de Esaú relembra outros movimentos de divisão na história patriarcal (Gên. 12:5; 13:5-6; 31:18). Ao sair de Canaã, ele também remove a si mesmo da terra da promessa (Andrews Study Bible).
O retorno de Jacó a Manre confirmou a decisão de Esaú de mudar-se permanentemente para Edom. Separados em espírito, Jacó e Esaú iriam separar-se também geograficamente (Bíblia de Genebra).
7 Reconhecendo o lugar de primazia que deveria proporcionar espaço suficiente a Jacó em Canaã, Esaú procurou mudar-se daí […] tendo em vista a riqueza de que Jacó era herdeiro em virtude da primogenitura (Bíblia Shedd).
8 idumeu. O uso do nome “idumeu” para designar os filhos de Esaú perdurou até o tempo de Cristo. Herodes, o Grande, era idumeu. A extensão das terras pertencentes a Edom (monte Seir) compreendia desde as margens meridionais [ao sul] do Mar Morto até o Golfo de Acaba, ou seja, uma distância de cerca de 160 km. É região de topografia irregular, contendo algumas montanhas, cujos picos atingem a mais de 1000 metros de altura (Bíblia Shedd).
9-14 Esta genealogia enfoca os doze filhos de Esaú (VS. 2-8), sem contar Amaleque, o filho da concubina de Elifaz, Timna (v. 12) (Bíblia de Genebra).
12 Amaleque era neto de Esaú. Foram seus descendentes que sempre se opuseram a Israel, em todas as circunstâncias, através de séculos, até Hamã, personagem relatado no livro de Ester, que era descendente do rei Agague (Et 3.10; I Sm 15.8ss) (Bíblia Shedd).
Filho de uma concubina. Mais tarde um amargo inimigo de Israel (Êx. 17:8-16), a nação não estava incluída na linhagem edomita (Deut. 25:17-19) (Andrews Study Bible).
15 “Príncipes“, refere-se a capitães tribais (Bíblia Shedd).
15-19 Esta lista mostra a transição dos descendentes de Esaú de uma família a uma estrutura tribal (Bíblia de Genebra).
20-30 Esta genealogia apresenta os habitantes aborígenes do monte Seir, os quais os filhos de Esaú destruíram (Dt 2.22) e, em outros casos, com os quais se casaram (VS. 22, 25) 15-19 Esta lista mostra a transição dos descendentes de Esaú de uma família a uma estrutura tribal (Bíblia de Genebra).
21 Os horeus eram antigos habitantes de Edom, subjugados por Quedorlaomer (Gn 14.6) e não por Esaú. Descendiam de Seir. Mediante casamento com a filha de Aná, chefe horita, Esaú teria formado relações muito amigáveis com essa tribo (Gn 14.6) (Bíblia Shedd).
28 O nome Uz aparece no drama de Jó, “na terra de Uz” (Jó 1.1) (Bíblia Shedd).
31-39 A lista mostra a transição de Edom de uma estrutura tribal para uma estrutura destinada ao reinado (Bíblia de Genebra).
31-43 Faz distinção entre reis e príncipes no fato de que os primeiros detinham autoridade e exerciam domínio sobre maior extensão territorial do que os segundos (Bíblia Shedd).
35 Sua cidade indica que, [do mesmo modo] como Saul elevara sua cidade nativa, Gibeá, à categoria de capital, também estes reis Edomitas elevavam as respectivas cidades nativas à categoria de capitais enquanto estivessem exercendo o reinado (Bíblia Shedd).
43 A última linha estabelece um vínculo com o v.1, identificando Esaú como o pai de todos os edomitas (Andrews Study Bible).
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“Porque os bens deles eram muitos para habitarem juntos; e a terra de suas peregrinações não os podia sustentar por causa do seu gado” (v.7).
Partindo do princípio de que “Toda a Escritura é inspirada por Deus” (2Tm.3:16), não podemos ignorar ou ler os capítulos das genealogias com indiferença ou de forma descuidada. Eles também apresentam preciosas lições e informações interessantes para que possamos compreender melhor o contexto de outros relatos bíblicos. Por exemplo: hoje vimos que “Esaú, que é Edom, habitou no monte Seir” (v.8). Mesmo sendo filho de Isaque, Esaú não foi fiel a Deus, a começar pela escolha de seus casamentos. Suas mulheres pagãs introduziram na família a adoração aos deuses cananeus, principalmente a adoração a Baal, como indica o nome de um dos príncipes edomitas, “Baal-Hanã” (v.38), que significa “Baal é gracioso”.
O fato de Esaú ter ido “para outra terra, apartando-se de Jacó, seu irmão” (v.6), indica o cuidado de Deus para com Seu servo Jacó, pois que Esaú poderia ter facilmente expulsado seu irmão de Canaã. Ao invés disso, vemos Esaú indo embora e Jacó experimentando o início do cumprimento da promessa divina. Quem diria que isso iria acontecer, amados! Aquele que antes queria matar a Jacó, simplesmente vai embora sem fazer questão pelas terras de seu pai! Impossível não vermos a mão de Deus nesse episódio! Além do mais, era necessário que os filhos de Jacó não tivessem contato com os filhos de Esaú. A descendência de Esaú gerou um povo pagão e inimigo do povo de Deus. Os edomitas revelaram em suas gerações a apostasia de seu patriarca e a impossibilidade de habitarem junto à descendência da promessa.
Percebam que Jacó não teve participação alguma nesse processo de separação, a não ser depositar a sua confiança inteiramente em Deus. Permitam-me, amados, aplicar a essa história uma verdade para o nosso tempo chamada de sacudidura. O Senhor falou através de Seu profeta: “Porque eis que darei ordens e sacudirei a casa de Israel entre todas as nações, assim como se sacode trigo no crivo, sem que caia na terra um só grão” (Am.9:9). Não precisamos nos preocupar ou nos inquietar se no meio do povo de Deus hoje os “Jacós” habitam com os “Esaús”. Porque a responsabilidade de sacudir ou de fazer a separação entre justos e ímpios não é nossa e nunca será. Deus tem uma obra sendo realizada hoje até que ela alcance seu cumprimento final na última sacudidura. E quem fará esse trabalho? Jesus nos revelou: “Assim será na consumação do século: sairão os anjos, e separarão os maus dentre os justos” (Mt.13:49).
Percebem, amados? A obra de fazer separação não cabe a nós. É claro que muitas vezes precisamos lidar com situações bem desafiadoras no meio do povo de Deus. Mas isso já nos foi revelado. E que o Senhor nos livre de nós mesmos sermos pedra de tropeço na vida de alguém! Precisamos entender que não temos o poder de mudar a vida de ninguém e nem devemos tentar fazê-lo. Uma atitude serena diante de uma provocação revela um coração subjugado pelo Espírito Santo. Isso não significa que não temos uma parte a desempenhar como guardadores de nossos irmãos, mas que a nossa parte é limitada até ao ponto da mudança alheia, pois esta só pode ser realizada pelo Espírito Santo e não adianta ficarmos nos preocupando com algo que só Deus pode resolver. Como o Senhor tirou Esaú de Canaã, Ele mesmo enviará Seus anjos para realizar essa obra de purificação de Sua igreja.
Confie tudo nas mãos do Senhor e deixe os resultados com Ele. Medite de maneira especial nas palavras a seguir:
“Tendo feito tudo o que pode para salvar o seu irmão, pare de se preocupar, e prossiga calmamente com os seus deveres. Essa questão não é mais tua, é de Deus. […] Deixe que Deus desembarace as coisas para você. Ele é sábio o suficiente para administrar as complicações de nossa vida. Ele tem habilidade e tato. Não podemos sempre ver os Seus planos; devemos aguardar pacientemente o seu desdobrar, e não destruí-lo. Ele nos revelará a nós na hora certa em Sua boa vontade. Busque a unidade; cultive amor e conformidade em Cristo em todas as coisas. Ele é a fonte da unidade e força. Se você agir como Deus age com você, a bênção dEle virá sobre a Sua igreja” (Ellen G. White, Testemunhos Para a Igreja, v.5, CPB, p. 346-348). Ore, espere e confie!
Nosso amado Deus, mais uma vez entregamos a nossa vida em Tuas mãos, inclusive todas as situações que fogem do nosso controle, Pai! Ajuda-nos a descansarmos em Ti, confiando na Tua provisão! Perdoa-nos se temos agido de maneira contrária a isso, tentando resolver tudo com nossas próprias forças! Que o Teu Espírito abrande o nosso coração e nos guie sempre na direção da unidade em Cristo. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, grãos no crivo de Jesus!
Rosana Garcia Barros
#Gênesis36 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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GÊNESIS 36 – O plano divino para Israel visava alcançar as nações (Gênesis 12:1-3). Tendo Gênesis como público-alvo os israelitas escravizados no Egito, Moisés informou-os dos acontecimentos históricos “mundiais” para que vivessem o que Deus desejava para eles.
Logo no início foram reveladas as origens de várias nações (Gênesis 10). Após o caso da Torre de Babel, outras nações surgiram, tais como as das filhas de Ló com filhos do próprio pai: moabitas e amonitas (Gênesis 19:36-38).
O relato inspirado também apresenta Melquisedeque como rei-sacerdote de Salém, a quem Abraão entregou-lhe dízimos dos seus bens, louvando a Deus como Criador dos céus e da terra (Gênesis 14:18-20), conforme indica Gênesis 1:1. O compromisso de Abraão com um Abimeleque (Gênesis 20:14-18), e o de Isaque com outro Abimeleque (Gênesis 26:26-31), são informações úteis quando os israelitas fossem libertos.
No capítulo em pauta, temos os edomitas, da descendência de Esaú. Edom significa avermelhado, supostamente um apelido pela troca da primogenitura por lentilhas vermelhas. Sendo Esaú irmão de Israel, uma das orientações de Moisés antes de entrar na Terra Prometida foi de não incomodar aos edomitas (Deuteronômio 2:2-8); o mesmo cuidado deveriam ter com moabitas, amonitas, etc. (Deuteronômio 2:8-23). Conhecendo a história, facilitaria o relacionamento com outras nações.
Atualmente, o remanescente de Deus está espalhado pelas nações, denominações e inúmeras religiões do mundo. Jesus mesmo declarou aos judeus: “Tenho outras ovelhas que não são deste aprisco. É necessário que eu as conduza também. Elas ouvirão a minha voz, e haverá um só rebanho e um só pastor” (João 10:16).
Em Apocalipse 10:11, a revelação mostra que após o desapontamento com as profecias de Daniel (Apocalipse 10:8-10), era importante continuar pregando a “muitos povos, nações, línguas e reis”. Em Apocalipse 14:6, um anjo representando o remanescente de Deus no tempo do fim, proclama em alta voz o evangelho eterno “aos que habitam na terra, a toda a nação, tribo, língua e povo”. Deus tem filhos sinceros em diversas igrejas falsas (Apocalipse 18:4). Os salvos serão grande multidão “de todas as nações, tribos, povos e línguas” (Apocalipse 7:9). As folhas da árvore misteriosa servirão “para a cura das nações” na Nova Terra (Apocalipse 22:2).
Além de nos prepararmos para morarmos com Jesus, devemos ajudar outros a se prepararem também. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: GÊNESIS 35 – Primeiro leia a Bíblia
GÊNESIS 35 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/gn/35
Gênesis 35 mostra três quadros de pessoas que enfrentaram a morte relacionadas a Débora, Raquel e Isaque.
Débora serviu fielmente como ama de Rebeca enquanto vagavam da Mesopotâmia para Canaã. Jacó e Raquel lamentaram sua morte como a perda de uma querida amiga da família que muito contribuíra para eles. Como lembrança, seu túmulo sob um carvalho em Betel foi chamado Alom Bacute (Allon bachuth), “o carvalho do choro” (v. 8).
Pouco tempo depois, Raquel deu à luz seu segundo filho. Mas este seu presente para o amado Jacó lhe custou a vida. No seu leito de morte Raquel deu ao menino o nome de Benoni, “filho da minha tristeza”, porém Jacó o batizou de Benjamim, “filho da minha força”. A morte de Raquel foi para ele uma profunda e pesada dor, lembrada ainda em seu leito de morte.
A longa vida de Isaque em Hebrom foi a de um estrangeiro, assim como havia sido a vida de Abraão. Mas seus 180 anos foram marcados tanto pela obediência, quanto pelo sofrimento e trabalho. Ele viveu, surpreendentemente, 180 anos (v. 28).
Penso nestes finais de vida relatados nas histórias das Escrituras. Toda a vida de serviço fiel de Débora, o verdadeiro amor de Raquel à sua família e a perseverança de Isaque como um crente entre os pagãos, tocam meu coração aqui na Malásia.
Mercella Chen
Estudante malaia no iEAT
Instituto de Estudos da Ásia Oriental
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/gen/35
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Luís Uehara
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793 palavras
1 sobe a Betel. Jacó tinha um voto a cumprir (28.20-22; 34:1-31). A revelação de Deus em Betel (vs. 9-13) reitera as promessas da aliança com Abraão, que anteriormente havia adorado em Israel. Bíblia de Genebra.
Jacó temia que o traiçoeiro massacre dos siquemitas feito por Simeão e Levi levasse à represália por parte de outras tribos cananéias vizinhas. O idoso patriarca parece ter refletido sobre o horrível ato e suas esperadas consequências, sem saber o que fazer ou para onde se voltar. Em sua perplexidade, Deus apareceu uma vez mais e o instruiu quanto a como proceder para proteger sua família. Jacó deve ter se sentido feliz com a certeza de que o mesmo braço divino que o havia escudado contra a ira de Labão e a inimizade de Esaú continuaria a protegê-lo e preservá-lo. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 433.
A palavra fugias é significativa porque Jacó estava outra vez fugindo para salvar sua vida (cf 34.30). Bíblia Shedd.
2 Lançai fora. O arrependimento envolve a renúncia de qualquer coisa que impeça ou atrapalhe a adoração e o culto a Deus. A exigência primária da aliança é a lealdade exclusiva a Deus (Êx 20.3-5; Js 24.24; Jz 10.16). Bíblia de Genebra.
4 deram a Jacó. Jacó recobrou sua liderança espiritual sobre a família (30.2, nota; 34:1-31, nota [Ao invés de morar em Siquém (33.18-19), talvez Jacó devesse ter cumprido o seu voto feito em Betel (28.22; 31.13; 35.1). Não há a menção de Deus neste capítulo e nem de separação da idolatria (35.1-5), um comentário triste a respeito da liderança espiritual de Jacó]). Bíblia de Genebra.
argolas … das orelhas. Estes brincos eram amuletos associados com cultos pagãos. Bíblia de Genebra.
Os pendentes eram usados por ambos os sexos e pelas crianças (Êx 32.2). Alguns pendentes eram usados por motivos de idolatria, como amuletos (cf Is 3.20) e, portanto, impunha-se que fossem removidos nessa ocasião. Bíblia Shedd.
5 terror. Destaca a proteção especial de Deus em um ambiente de crescente hostilidade (ver Êx 15:14-17). Andrews Study Bible.
A proteção de Deus sobre a família de Jacó através de um pânico induzido (cf Êx 23.27; Js 2.9) foi necessária porque a sua reputação havia mudado de pacíficos pastores (34.21) para vorazes guerreiros (34.30). Bíblia de Genebra.
7 edificou ali um altar. Jacó finalmente cumpriu seu voto ao Senhor (28.20-22). Ao construir este altar, a família patriarcal reconheceu as promessas da aliança e consagrou a Terra Prometida. O culto regular seria crucial se eles quisessem manter a separação religiosa dos cananeus vizinhos (cap. 34; Nm 25.1-3 e notas). Ver 12.7, nota; 13.18; 22.9; 32.20. Bíblia de Genebra.
16 Efrata. O nome mais antigo de Belém (cf. v. 19, em Judá). Bíblia de Estudo NVI Vida.
18 alma. O significado da palavra hebraica é “vida” (9:4-5; Jó 2:4, 6). O texto simplesmente diz que Raquel morreu. Andrews Study Bible.
Benoni. “filho da minha dor”. Benjamim. “Filho de mão direita”. Bíblia Shedd.
O nome [Benjamim] também pode significar “filho do sul” – distinguindo-o dos demais filhos que nasceram no norte. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Os hebreus geralmente descreviam direções com base em uma pessoa olhando para o oriente [leste] – a mão direita, consequentemente, pontava para o sul. Bíblia de Genebra.
22 O arrogante ato de Ruben em se deitar com a concubina de seu pai terá futuramente paralelo no ato de Absalão (2Sm 16:22). Muito provavelmente ele desejava assegurar sua posição de liderança sobre o clã e seu direito de primogênito e mostrar seu descontentamento com a falta de amor de Jacó por Lia, sua mãe. Andrews Study Bible.
Este último golpe foi ainda mais amargo e devastador que a morte de Raquel ou a violação de Diná. CBASD, vol. 1, p. 437.
O ato de Rúben foi uma reivindicação arrogante e prematura de seus direitos como primogênito – no caso, o direito de herdar a concubina do pai. Por causa disso, perderia a condição legal de primogênito (ver 49.3, 4; 1Cr 5.1). Bíblia de Estudo NVI Vida.
Pelo seu pecado, Rúben foi privado de sua posição de primogênito (48.1, nota) e de sua liderança (49.3-4; Dt 22.30), que Judá, o quarto filho de Lia, viria a assumir (49.8-10)
27-29 A informação da morte de Isaque encerra as histórias de Isaque e Jacó. Com base na cronologia interna [à Bíblia], Isaque viveu aproximadamente mais doze anos após José ter sido vendido à escravidão. Isaque morreu após uma vida plena (25:7-11) e com toda a família de Jacó à sua volta. Andrews Study Bible.
Seu obituário é inserido antes do momento real de sua morte para evitar interromper a história de José. CBASD, vol. 1, p. 438.
Isaque aparece novamente na narrativa(28.5). Sua jornada terminou tendo ele um grande número de anos, mas Deus o deixou depois que tentou impedir Seus propósitos na bênção (25.19, nota [Depois que Isaque tenta obstruir a bênção de Deus sobre Jacó (cap. 27), não se ouve nada mais acerca dele até a sua morte (35.27-29)]. Bíblia de Genebra. [NC: Gen 27:4 e 33 revelam que a real intenção de Isaque era transmitir a Esaú as bênçãos da Aliança].
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“Vindo Jacó de Padã-Arã, outra vez lhe apareceu Deus e o abençoou” (v.9).
A renovação da aliança divina com Jacó possui muitas semelhanças com a renovação da aliança feita com Abraão, seu avô (Compare com Gn.17:1-7, 22). Como foi com Abraão, o Senhor o abençoou, chamou-o por outro nome, Apresentou-se como “o Deus Todo-Poderoso” (v.11), confirmou a Sua promessa e “Se retirou dele, elevando-Se” (v.13). Mas antes desta aparição do Senhor, Ele o orientou a subir a Betel e habitar ali, erguendo um altar no lugar onde pela primeira vez Deus lhe apareceu em sonho (Gn.28:13). Os preparativos para a viagem incluíram algumas reformas no meio do povo: lançar fora os deuses estranhos, se purificar e mudar as vestes.
Qualquer influência pagã precisava ser abandonada. E o fato de isso incluir retirar “as argolas que lhes pendiam das orelhas” (v.4) deixa bem claro a origem do uso de joias. Tudo o que remetia à antiga vida na Mesopotâmia foi enterrado e deixado para trás. O resultado daquele ato de purificação foi a aprovação divina através do “terror de Deus” sobre “as cidades que lhes eram circunvizinhas, e não perseguiram aos filhos de Jacó” (v.5). Deus dissipou do coração de Jacó o temor pela vingança dos cananeus devido ao ocorrido em Siquém. Apesar disso, essa viagem também lhe rendeu tristes episódios, como a morte de “Débora, a ama de Rebeca” (v.8), a morte de sua amada Raquel (v.19), e a traição de seu primogênito, Rúben, que “se deitou com Bila” (v.22), sua concubina.
O desejo do Senhor é o de nos abençoar e renovar conosco a Sua aliança. Está escrito: “E, se sois de Cristo, também sois descendentes de Abraão e herdeiros segundo a promessa” (Gl.3:29). Por meio de Cristo, somos libertos do pecado e purificados de toda injustiça, tendo nossas vestes mudadas (Zc.3:4) e diariamente lavadas e alvejadas “no sangue do Cordeiro” (Ap.7:14). Mas essa reforma e santificação só acontece quando abrimos o nosso coração para que o Espírito Santo nos transforme de dentro para fora. Não adianta reforma sem reavivamento. Assim como não existe reavivamento genuíno sem que haja a devida reforma.
De uns anos para cá tem havido um grande apelo por reavivamento e reforma no meio do povo de Deus. O Espírito Santo tem levantado homens e mulheres dando o sonido certo da trombeta. Mas, infelizmente, muitos também têm se levantado com um zelo exagerado que julgam santo ou com um conformismo que gera letargia. Cuidado, amados! Muito cuidado! Pois nessa guerra entre legalistas e liberais Satanás exulta em sua obra de desvirtuar o povo de Deus da verdade presente e da missão de pregar o evangelho eterno. Você deseja realmente conhecer o Senhor e Sua vontade? Deseja experimentar o verdadeiro reavivamento e reforma? O método é simples, meus irmãos: estudo das Escrituras e uma vida de oração.
Se você perseverar todos os dias nesse método infalível, o Espírito Santo vai realizar a Sua boa obra em você, por você e através de você. Não existe reforma aprovada pelo Céu sem que haja uma mudança na sede de nossos pensamentos. Jesus mesmo apontou diversas vezes para o nosso interior como o primeiro lugar que precisa ser purificado. Deixo aqui alguns exemplos para que você leia e medite: Mt.5:21-22, 27-28; Mt.15:18-19; Mt.23:26; Mc.7:6; Lc.6:45. Se permitirmos que o Espírito do Senhor tenha liberdade de nos santificar, certamente o exterior será uma revelação do que acontece no interior. Isso, amados, não acontece da noite para o dia, mas é um processo diário e constante de toda uma vida. E nessa jornada, por vezes sofremos tristes episódios. Se, porém, confiarmos no Senhor, Ele nos acompanhará no caminho por onde andarmos (v.3).
Que semelhante a Jacó, possamos seguir em frente, confiando nos planos de Deus e permitindo que o Espírito Santo nos torne cristãos temperantes, que não pendem nem para a direita nem para a esquerda. Olhemos para Cristo, amados! Ele é o nosso perfeito modelo de temperança e de genuíno reavivamento.
Pai misericordioso, nós Te agradecemos por Tua paciência para esperar por cada um de nós! Se por algum motivo nos desviamos da Tua vontade, clamamos que o Teu Espírito nos coloque novamente no caminho certo! E o caminho é Cristo! Fixa os nossos olhos nEle, Senhor, para que a nossa vida revele a vida temperante de nosso Salvador. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, reavivados pelo Espírito Santo!
Rosana Garcia Barros
#Gênesis35 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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GÊNESIS 35 – A igreja de Deus no Antigo Testamento dava tantos maus testemunhos que talvez muitos de nós seríamos pagãos para não pertencer a um povo com uma história moral tão baixa. Infelizmente muitos mestres da Bíblia são maquiadores das histórias reveladas por Deus. Inúmeros professores cristãos não são íntegros em suas preleções.
Veja que, “quando Benjamim, o décimo segundo [filho], chegou, sua mãe morreu durante o parto (Gn 35:17, 18). Portanto, a inveja, o ciúme, a rivalidade e a contenda manchou o mundo em que aqueles irmãos nasceram. Um pai. Quatro mães. A melhor maneira de relacionar os irmãos e suas mães é lendo a genealogia em Gênesis 35: ‘Eram doze os filhos de Israel. Rúben, o primogênito de Jacó, Simeão, Levi, Judá, Issacar e Zebulom, filhos de Lia; José e Benjamim, filhos de Raquel; Dã e Naftali, filhos de Bila, serva de Raquel; e Gade e Aser, filhos de Zilpa, serva de Lia’ (v. 22-26)” (Philip W. Dunham).
A dor e o sofrimento castigam o povo de Deus tanto por situações naturais como a morte de Débora, ama de Rebeca e a morte de Rebeca no parto de Benjamim, quanto por escolhas estúpidas, como é o caso de Diná (em Gênesis 34) e o caso de Ruben, que “deitou-se com Bila, concubina de seu pai. E Israel ficou sabendo” (Gênesis 35:22). Que família desestruturada e disfuncional!
Observe como Ellen White comenta sobre essa família: “O pecado de Jacó e o séquito de acontecimentos que determinou, não deixaram de exercer influência para o mal, influência esta que revelou seu amargo fruto no caráter e vida de seus filhos. Chegando esses filhos à virilidade, desenvolveram graves defeitos. Os resultados da poligamia foram manifestos na casa. Este terrível mal tende a secar as próprias fontes do amor, e sua influência enfraquece os laços mais sagrados. O ciúme das várias mães havia amargurado a relação da família; os filhos cresceram contenciosos, e sem a devida sujeição; e a vida do pai obscureceu-se pela ansiedade e dor” (PP, 208-209).
Para reverter esse quadro horrível da família de Jacó, Deus pede a ele devoção e adoração (Gênesis 35:1); Jacó age entendendo a importância da consagração resultante de reavivamento e reforma (Gênesis 35:2-14).
A intimidade transforma nossa vida! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: GÊNESIS 34 – Primeiro leia a Bíblia
GÊNESIS 34 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
COMENTÁRIO JEFERSON E GISELE QUIMELLI
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/gn/34
Uma história perturbadora
Por que tais histórias estão registradas nas Escrituras? Tenho uma resposta: Deus está trabalhando com pessoas quebrantadas e essas histórias foram escritas para nossa admoestação. (Romanos 15:4) O que Siquém, um descrente, fez foi claramente errado; mas o que os irmãos de Diná fizeram também foi errado.
Também nos perguntamos sobre a reação do pai de Diná, Jacó. Ele parecia mais preocupado com sua reputação do que com sua filha. Se de fato fosse esse o caso, ele também estava errado.
Isso nos faz pensar como Deus é capaz de realizar Seus propósitos com pessoas tão quebrantadas. Ele é longânimo para conosco, não querendo que ninguém pereça, mas que todos cheguem ao arrependimento. Quero louvá-Lo hoje por Sua misericórdia e graça. E você?
Derek Morris
Representante de Campo do Hope Channel International e Apresentador da Escola Sabatina Hope
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/gen/34
Tradução: Jeferson Quimelli/Luís Uehara