Filed under: arrependimento, idolatria, integridade, relacionamento | Tags: arrependimento
Comentário devocional:
Este capítulo lida com dois aspectos importantes da vida espiritual: o ouvir a palavra de Deus e a oração. A mensagem neste capítulo é dirigida aos anciãos e à nação de Israel, que tentavam usar desses dois caminhos para agradar a Deus. Mas tanto os anciãos quanto a nação de Israel estavam longe da experiência de comunicarem-se com Ele através da Sua Palavra e da oração.
Os anciãos vêm a Ezequiel com o aparente propósito de ouvir a palavra do Senhor, mas seus corações estavam cheios de ídolos. A idolatria impede as pessoas de escutarem a Deus. A manifestação externa do desejo de ouvi-Lo não é suficiente – só estaremos prontos para receber a palavra de Deus depois que o coração estiver limpo de qualquer pecado conhecido. Deus apresenta o remédio para essa condição: arrepender-se e abandonar o pecado (v. 6). A garantia de Deus é que, se Israel se arrepender e voltar-se para Ele, passará a ser novamente o Seu povo e Ele o seu Deus (v. 11).
Deus adverte os falsos profetas de que receberão severa punição por conduzirem seu povo para longe dEle. Por causa de seus pecados, a nação de Israel trouxe punição e desolação sobre si mesma. Contudo, eles pensavam que as orações de alguns profetas justos poderiam ajudar a evitar o castigo de Deus. Em vez de abandonar o seu pecado e arrepender-se, Israel tentou encontrar a sua própria maneira de se reconciliar com Deus.
No entanto, ninguém pode se livrar da punição pelos seus pecados pela justiça de outra pessoa – cada um precisa se arrepender individualmente dos seus pecados. Somente então Deus poderá ouvir as orações e abençoar aqueles que o buscam. E o arrependimento verdadeiro é aquele que envolve uma mudança interior e um completo abandono do pecado.
Que possamos ser testemunhas vivas do cuidado e fidelidade de Deus ao demonstrarmos em nossas vidas o genuíno fruto do verdadeiro arrependimento, nascido de uma verdadeira entrega e submissão a Deus.
Roy Jemison Injety
Spicer College, Índia
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/eze/14/
Traduzido por JDS/JAQ
Texto bíblico: Ezequiel 14
Comentário em áudio
Filed under: arrependimento, correção, cuidado de Deus, discernimento, escolhas, esperança, Justiça, profecias, Queda de babilônia | Tags: advertência, Apocalipse, juízos divinos
Comentário devocional:Que capítulo intenso! Deus envia aqui Sua Palavra a toda a nação de Judá e, também, ao mundo todo, em todas as épocas, através de seu servo Jeremias.
A mensagem de Deus é simples e clara. Observe Seu “Plano de três pontos” para a sobrevivência espiritual:
1. Arrependei-vos dos vossos maus caminhos e maldades;
2. Não vá atrás de outros deuses para os servir e adorar;
3. Não Me obrigue a agir por causa das más obras das tuas mãos.
A Escritura registra a triste verdade que eles se recusaram a ouvir. Recusaram não apenas poucas vezes, mas de forma permanente.
A leitura deste capítulo me faz imaginar Jeremias tentando conseguir a atenção das pessoas no portão da cidade. Mas o povo não deu ouvidos às palavras de Deus. Estas palavras os teriam salvo se tivessem levado o profeta a sério.
Jeremias detalha os resultados devastadores de desprezar as repreensões divinas. Os babilônios se tornaram instrumento divino de juízo. Os sons da vida foram silenciados e as luzes se apagaram.
Mas existe uma esperança: encontramos neste capítulo a profecia de Jeremias de que os cativos ficariam na Babilônia por 70 anos e depois retornariam.
Veja que interessante: como registrado em Daniel 9, esta é a mesma profecia que Daniel estava estudando perto do fim do cativeiro! Preste atenção: vemos aqui um profeta – Daniel – estudando as palavras de outro profeta – Jeremias – que tentava entender o que Deus dizia! Quão importantes são as palavras de Deus!
No restante do capítulo observamos Jeremias ser levado em visão para além dos 70 anos de cativeiro, após a punição de Babilônia por seus pecados, até o desfecho do conflito entre o bem e o mal no fim dos tempos.
Estas questões que trouxeram os juízos divinos ao povo de Deus agora se aplicam a todo o mundo. Deus diz: “Pegue de minha mão este cálice com o vinho da minha ira e faça com que bebam dele todas as nações a quem eu o envio.” (v. 15 NVI).
Os estudantes da Bíblia reconhecem aqui uma forte semelhança com as palavras de Apocalipse [em especial, Apoc 14], descrevendo o conflito final dos tempos. Deus tem um acerto de contas a fazer, não só com o Seu povo, mas com todas as nações. A devastação do pecado e do mal não perdurará para sempre.
No final deste capítulo é feita referência aos líderes e pastores no Dia do Juízo. Não é uma imagem bonita. Parece mais um momento de terror. Eu não gostaria de ser responsabilizado por ter levado um dos filhos de Deus a se extraviar!
A boa notícia é de que haverá um fim para a loucura de rejeitar as palavras de Deus. Façamos a nossa parte em aceitar as mensagens de Deus para nós e as colocarmos em prática. Assim seremos aprovados no juízo final.
“Senhor, que cada membro da família mundial “Reavivados por Sua Palavra” ouça atentamente as Suas palavras e as pratique”.
Dan Houghton
Centro de Pesquisa Hart
Califórnia, EUA
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/25/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto original: Texto bíblico: Jeremias 25
Resumo:
Em Jerusalém, os líderes dizem a Esdras que alguns do povo haviam se casado com mulheres estrangeiras. Ele rasga as vestes e ora: “Ó Senhor, nos esquecemos dos Seus mandamentos. Realizamos casamentos mistos com esses povos de práticas repugnantes!”.
Comentário devocional:
Lealdade para com a vontade de Deus é mais importante do que ofertas e templos. Enquanto o povo estava reunido e o sacrifício da tarde pronto para ser oferecido, uma reforma que mostraria que o povo de Deus estava disposto a obedecer e ser fiel a Ele tinha de acontecer.
Deus havia instruído Seu povo para não dar os seus filhos em casamento aos de outras nações. Entretanto, “O povo de Israel, inclusive os sacerdotes e os levitas, não se mantiveram separados dos povos vizinhos e de suas práticas repugnantes, como as dos cananeus, dos hititas, dos ferezeus, dos jebuseus, dos amonitas, dos moabitas, dos egípcios e dos amorreus “(v. 1 NVI). Na verdade, os líderes e governantes tinham sido os mais infiéis, tomando algumas das filhas destas nações como esposas para si e para seus filhos (v. 2).
Reforma significa mudar ou alterar os nossos caminhos para se harmonizarem com a vontade de Deus. E para que a reforma comece, os líderes espirituais e o povo devem se humilhar a Deus em oração e jejum.
Quando Esdras ouviu o que tinha acontecido, rasgou as suas vestes, iniciou um jejum e continuou a orar a Deus, pedindo perdão e mudança dos corações do povo de Deus (v. 5, 6).
A menos que vejamos quão feio é o pecado e busquemos perdão e mudança de coração, não viveremos uma reforma.
“Querido Deus, humilha-nos e ajuda-nos a procurá-Lo com todo o nosso coração e a sermos fiéis a Ti em todas as coisas.”
Pardon Mwansa
Vice-Presidente Geral
Conferência Geral
Trad JAQ/GASQ