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“Oh! Como é bom e agradável viverem unidos os irmãos!… Ali, ordena o SENHOR a Sua bênção e a vida para sempre” (1 e 3).
Ontem eu presenciei algo que eu jamais tinha visto na igreja. Uma irmã muito querida, conhecida por Ni, que não mora no Brasil, enviou um vídeo expondo o seu problema conjugal e pedindo a ajuda da igreja em oração, para que o SENHOR realize um milagre. Citando o episódio em que Ester convocou o povo para orar, em lágrimas, Ni abriu o coração a quem ela chamou de exército do SENHOR e a quem carinhosamente declarou: “Eu amo vocês!”.
Quando meu marido e eu demos estudo bíblico a ela e sua irmã gêmea, entramos de um jeito e saímos de outro. Essas duas pessoas lindas nos ensinaram mais do que elas julgam ter aprendido conosco. E uma das coisas, foi o verdadeiro sentido do Salmo de hoje.
Afinal de contas, o que é a união fraternal?
Estamos diante de um grupo de pessoas que se amam mutuamente, e de uma experiência que promove uma bênção transbordante:
“É como o óleo… que desce” (v. 2). “É como o orvalho… que desce” (v. 3).
A união entre irmãos é algo que não cabe dentro de um lugar, ela transborda para todos os lugares.
Atentem para este precioso detalhe: o óleo é derramado de cima para baixo. O orvalho cai de cima para baixo. A união genuína só acontece quando ela provém do alto. A união com Cristo promove a união fraternal em Cristo. Não há amor e muito menos união onde Cristo não seja o Doador do amor, e sim grupos divididos entre interesses recíprocos. Ou seja, se você pensa, fala e faz parecido comigo, então bem-vindo ao clube.
Oh, amados! Precisamos buscar no exemplo de Cristo o amor que devemos viver. Somente quando experimentamos este amor, é que começamos a entender, na prática, a identidade do verdadeiro discípulo de Jesus:
“Nisto conhecerão TODOS que sois Meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros” (João 13:35).
Eu confesso, de todo o meu coração, que ainda preciso galgar muitos degraus para viver de verdade este ministério sagrado. Precisamos ser sinceros com o SENHOR e uns para com os outros. Necessitamos de uma comunhão plena com Deus para que a bênção da comunhão fraternal seja uma realidade em nossa vida.
Viver em união com os diferentes não é fácil. Mas o que seria da orquídea sem a árvore hospedeira, e vice e versa? Não há relação de prejuízo entre estes seres vivos, muito pelo contrário, há uma relação que a biologia chama de simbiose (“a vida em comum”), onde um fornece alimento para o outro formando uma união perfeita. São diferentes, mas se completam.
Deseja bênção e vida eternas? Ame ao SENHOR acima de todas as coisas e Ele lhe motivará a viver a “simbiose” com seus semelhantes.
Bom dia, meus irmãos!
Desafio do dia: Clame ao SENHOR para que derrame sobre você um amor que transborde até para quem você tem dificuldade de amar. Abra o seu coração, seja sincero com o Deus que te conhece.
Rosana Garcia Barros
#primeiroDeus #RPSP
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“O SENHOR jurou a Davi com firme juramento e dele não se apartará: Um rebento da tua carne farei subir para o teu trono” (v. 11).
Um dos maiores desejos do coração de Davi era o de edificar uma casa para o SENHOR. Ele fez planos, conseguiu o capital para isso, porém, apesar de ser um desejo bem intencionado, não era da vontade de Deus. Ele realmente estava disposto a construir uma casa para abrigar a arca do SENHOR (v. 8) e não descansaria até ver cumprido o seu propósito. Porém, não seria Davi o rei que tomaria a frente na edificação do templo, e sim Salomão.
Muitas vezes temos as melhores intenções em realizar alguma obra evangélica, mas esquecemos do principal: É da vontade de Deus? É dessa forma que o SENHOR espera que eu O sirva? Se tão-somente nos deleitássemos mais em Sua Palavra e na oração, com certeza a voz de Deus nos seria tão sonora quanto a voz de alguém a nos chamar. A promessa dada a Davi não se refere apenas a um trono terreno, mas celestial. Deus cumpriu o Seu juramento eterno quando da descendência de Davi suscitou o Messias. Cristo veio a este mundo e selou a promessa eterna.
Se a descendência de Davi observasse a aliança do SENHOR e seguisse fielmente o Seu testemunho, o seu trono seria perpetuado (v. 12). Agora, observem as promessas do SENHOR para nós: “Sê fiel até a morte e dar-te-ei a coroa da vida” (Apocalipse 2:10). Os fiéis receberão coroas, ou seja, serão príncipes no Reino dos Céus. E continua: “Ao vencedor, QUE GUARDAR ATÉ AO FIM AS MINHAS OBRAS, Eu lhe darei autoridade sobre as nações” (Apocalipse 2:26). O vencedor herdará o poder que só é dado a autoridades porque permaneceu fiel até o fim. E permaneceu fiel ao que? “Aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Apocalipse 14:12). Então, a estes será dado o direito de se assentarem em tronos: “Vi também tronos, e nestes sentaram-se aqueles aos quais foi dada autoridade de julgar” (Apocalipse 20:4). “Ou não sabeis que os santos hão de julgar o mundo?” (I Coríntios 6:2).
Deus deixou uma lâmpada para os Seus ungidos (v. 17). Lâmpada esta que é luz para os nossos caminhos e que não permite que os nossos pés vacilem (Salmo 119:105). A Bíblia deve ser o nosso mapa para o Reino dos Céus. Só reinaremos para sempre com Jesus se Ele reinar primeiro em nosso coração. Se O amamos, guardaremos os Seus mandamentos (João 14:15). Não é uma questão de barganha, é uma questão de amor. Que o nosso desejo em fazer coisas para Deus não ultrapasse o de fazer a vontade dEle. Se, como Davi, nos apegarmos às promessas infalíveis de Sua Palavra, seremos por ela guiados à “boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Romanos 12:2). Que a nossa oração seja: “Lembra-te, SENHOR, a favor de _______, de todas as suas provações” (v.1).
Bom dia, herdeiros do Reino dos Céus!
Rosana Garcia Barros
#primeiroDeus #Salmo132
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“… fiz calar e sossegar a minha alma; como a criança…” (v. 2).
Sossego, bonança, tranquilidade, ausência de agitação são as definições para a palavra calma. O desassossego tem sido um dos piores vilões do mundo moderno. Em meio à correria e agitação do dia a dia, a calma é uma qualidade quase em extinção. A filosofia atual é de que quem não corre sempre fica para trás; de que quem não tem uma vida acelerada é preguiçoso e retrógrado. A meta é conquistar cada vez mais alto e ir cada vez mais longe. Mas será que isto é sábio?
O Salmo de hoje define um período da vida de Davi onde ele entendeu que a melhor escolha a ser feita é esperar no SENHOR (v. 3). Ele verdadeiramente estava vivendo o que havia escrito no Salmo 37:5 e 7, que diz: “Entrega o teu caminho ao SENHOR, confia nEle, e o mais Ele fará… Descansa no SENHOR espera nEle”. Davi compreendeu que esta entrega não pode ser parcial. Ela deve ser TOTAL. Como uma criança de colo que acabou de mamar e está satisfeita “nos braços de sua mãe” (v.2), precisamos nos entregar a Deus e nEle descansar.
Não tem nada de errado em traçar planos e fazer por onde alcançá-los. O erro está em colocá-los acima da vontade de Deus, desvirtuando o coração para a soberba da vida (v. 1). Precisamos estar felizes com a provisão de Deus para nós, mesmo que ela não tenha alcançado as nossas expectativas. O SENHOR sempre trabalha em favor de nossa salvação e jamais permitirá que Seus filhos galguem degraus maiores do que possam administrar.
Davi chegou a uma fase da vida de REAL FELICIDADE. Há uma cena mais linda do que a de um bebê dormindo serenamente nos braços da mãe após ter mamado? Lembro-me bem de meus filhos em meus braços e como esboçavam lindos sorrisos enquanto dormiam de barriguinha cheia. Não poderia haver uma ilustração que pudesse transmitir mais calma e contentamento do que esta. E é exatamente assim que Deus deseja que vivamos: Calmos e serenos em Seus braços, felizes com o que Ele nos dá. Portanto, “Espera, ó _______, no SENHOR, desde agora e para sempre” (v. 3).
Bom dia, bebês do SENHOR!
Desafio do dia: Complete: “Como resultado dessa reflexão, a minha oração é: ,,,”
Rosana Garcia Barros
#primeiroDeus #Salmo131
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“Das profundezas clamo a Ti, SENHOR” (v. 1).
Negar a realidade dos fatos não faz de ninguém diferente do que, na essência, ele é. Um porco, por exemplo, pode ser criado em um ambiente limpo, pode ser tratado com a melhor higiene que se possa imaginar. Porém, experimente soltá-lo perto de uma poça de lama. É exatamente para ali que ele vai. Simplesmente pelo fato de que esta é a sua natureza. Ele é essencialmente sujo.
O salmista clama das profundezas. As suas iniquidades o acusam (v. 3) e ele recorre ao Único capaz de socorrê-lo. Todos nós estamos dentro de um mundo de profundas trevas morais e espirituais. Todos os dias nossos sentidos são contaminados com o mal. Mesmo sem querer, nossos ouvidos escutam o som da pior estirpe que vem da rua. Nossos olhos são obrigados a contemplar o lixo que o pecado produz. E quando pensamos que não pode ficar pior, percebemos que a nossa natureza pecaminosa, vez ou outra, nos prega peças e acabamos fazendo as coisas que tanto abominamos. Diante de um quadro este, o que nos resta fazer? Clamar a plenos pulmões:
— Salva-me, ó Deus! “Escuta, SENHOR, a minha voz; estejam alertas os Teus ouvidos às minhas súplicas” (v. 2)!
Então, o verso 4 nos traz uma notícia cujo teor enche de gozo cada coração penitente: Com Deus “está o perdão”. O salmista não diz que com Deus está a acusação, mas que com Ele ESTÁ O PERDÃO. Só Deus tem o poder de perdoar os nossos pecados e de controlar a nossa natureza má. Assim como um porco solto à sua própria sorte mergulha no primeiro lamaçal que encontra, se o controle da nossa vida não estiver nas mãos do SENHOR nos revolveremos no pecado até à morte. Somos essencialmente sujos.
A nossa única salvaguarda contra o pecado é andar no Espírito (Gálatas 5:16). “Porque a carne milita contra o Espírito, e o Espírito, contra a carne, porque são opostos entre si” (Gálatas 5:17). O Espírito Santo nos convence “do pecado, da justiça e do juízo” (João 16:8) e faz com que as obras da carne sejam substituídas pela manifestação do Seu fruto (Gálatas 5:22-23). E todo aquele que anda no Espírito, aguarda o SENHOR (v. 5) com profunda ansiedade. Só nEle “há misericórdia; nEle, copiosa redenção” (v. 7). Só em Sua Palavra (v. 5) podemos encontrar a fonte do perdão e da salvação. Só o SENHOR pode nos limpar por completo (Isaías 1:18) e nos redimir de todas as nossas iniquidades (v. 8). O Deus Amor (I João 4:8) sempre está com os ouvidos alertas para socorrer um pecador que se arrepende. Só Aquele que é essencialmente puro pode limpar quem é essencialmente sujo.
Permita que o SENHOR purifique o seu coração e viverás a experiência de que Mahatma Gandhi escreveu:
“Quanto mais puro for um coração, mais perto estará de Deus”.
Bom dia, purificados pelo SENHOR!
Desafio do dia: Após refletir na Palavra de Deus, o seu clamor é:
Rosana Garcia Barros
#primeiroDeus
#RPSP
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“Mas o SENHOR é justo; cortou as cordas dos ímpios” (v. 4).
Já estudamos a vida da maioria dos grandes heróis da fé do antigo testamento. E em cada biografia percebemos o quão difícil foi a experiência de cada um deles. Noé, José, Moisés, Abraão, Davi, Elias são alguns exemplos de homens tementes a Deus e que foram provados de forma singular e marcante. As suas experiências têm falado a cada geração através das páginas sagradas. Lágrimas, dores, privações, sofrimentos das mais variadas ordens fazem parte dos registros destes homens de Deus que nos deixaram um legado de fé e de lealdade.
Diante destes testemunhos de homens que, como nós, eram sujeitos “aos mesmos sentimentos” (Tiago 5:17), mas que foram vitoriosos em Deus, se permanecermos fiéis até o fim, podemos chegar à mesma conclusão do salmista: “me angustiaram, todavia, não prevaleceram contra mim” (v. 2). Imaginem se aqueles homens tivessem se intimidado pelas perseguições e angústias; quão diferente seria não somente o relato bíblico, mas a história da humanidade.
Uma coisa é certa, amados: quem é inimigo dos filhos de Deus, torna-se inimigo de Deus. O SENHOR não poupou nem os próprios irmãos de Moisés quando contra este se rebelaram. Já não bastasse a sedição do povo e de seu pesado cargo, Arão e Miriã acharam de sentir inveja da posição de Moisés. Então, foram chamados à presença de Deus que apareceu numa coluna de nuvem e dEle ouviram uma das mais lindas e emocionantes defesas que Ele já fez por um de Seus filhos: “Ouvi, agora, as Minhas palavras; se entre vós há profeta, Eu, o SENHOR, em visão a ele, Me faço conhecer ou falo com ele em sonhos. NÃO É ASSIM COM O MEU SERVO MOISÉS, que é fiel em toda a Minha casa. BOCA A BOCA FALO COM ELE, CLARAMENTE e não por enigmas; pois ele VÊ A FORMA DO SENHOR; COMO, POIS, NÃO TEMESTES FALAR CONTRA O MEU SERVO, CONTRA MOISÉS?” (Números 12:6-8).
Todas as vezes que uma boca se abre contra um servo de Deus, a mesma pergunta é feita: “COMO, POIS, NÃO TEMESTES FALAR CONTRA O MEU SERVO”? O SENHOR se levanta em defesa de Seus filhos mesmo quando estes são atingidos apenas por palavras más. Todo aquele que se manifesta contra o próximo, quer por palavras, quer por ações, receberá sobre si, mais cedo ou mais tarde: VERGONHA (v. 5); SEQUIDÃO ESPIRITUAL (v. 6) e MALDIÇÃO (v. 8). Procuraram o próprio infortúnio!
O que aconteceu aos ímpios antediluvianos, com Golias e com os profetas de Baal? Morreram em sua maldade. Mas, as misericórdias do SENHOR se renovam na vida de todo aquele que se arrepende, assim como os irmãos de Moisés e também os irmãos de José receberam uma nova oportunidade. O ato de atingir alguém com palavras pode até parecer inofensivo, mas cria uma trama de “cordas” que podem te enlaçar de tal forma que você não se incomode mais com a situação. Então, quando o SENHOR corta as cordas já não é mais para livramento, mas para a queda de quem escolheu a impiedade (v. 4). Portanto, a suma deste Salmo é: os ímpios podem até tentar, MAS JAMAIS PREVALECERÃO CONTRA OS JUSTOS DO ALTÍSSIMO!
Bom dia, justos do Altíssimo!
Desafio do dia: Compartilhe conosco a sua oração como resultado da reflexão no Salmo de hoje:
#PrimeiroDeus #Salmo129
Rosana Garcia Barros
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“Bem-aventurado aquele que teme ao SENHOR e anda nos Seus caminhos” (v. 1).
“Eis como será abençoado o homem que teme ao SENHOR” (v. 4):
- Será mais do que feliz (v.1);
- Estará satisfeito com o seu trabalho e tudo lhe irá bem (v. 2);
- Terá um casamento feliz e filhos que o honram (v. 3);
- Terá longevidade e saúde para conviver com seus netos (v. 5-6).
A paz que tanto almejamos inicia quando reconhecemos que ela só pode vir de Deus (v. 6). Ele é a fonte de toda a paz e de toda a felicidade.
E o que dizer do temor? Ontem vimos a história de duas mulheres que temeram a Deus e por isso foram por Ele abençoadas. Afinal, o que há de tão importante nesta ação a ponto de ser uma das últimas advertências que deve ser proclamada ao mundo nestes últimos dias? (Apocalipse 14:7). O temor a Deus tem a ver com confiança, obediência e amor. Quando Noé recebeu de Deus a incumbência de construir a arca, ele confiou na palavra do SENHOR, obedeceu às Suas instruções porque O amava, porque andava com Deus (Gênesis 6:9); e o SENHOR salvou a ele e sua família. Sifrá e Puá foram tementes a Deus, preferindo ser fiéis ao SENHOR do que às ordens de Faraó, e Deus lhes constituiu família (Êxodo 1:21). Josué, diante da indecisão do povo, tomou uma firme decisão: “Eu e a minha casa serviremos ao SENHOR” (Josué 24:15), e Deus abençoou a sua descendência e o fez longevo (Josué 24:29). Ana cumpriu seu voto levando o menino Samuel ao templo para servir ao SENHOR, e o SENHOR a abençoou concedendo-lhe mais filhos (I Samuel 2:21).
Diante destes e de tantos outros exemplos na Bíblia, podemos ter a certeza de que há bênção quando tememos a Deus e andamos em Seus caminhos. A bênção é tamanha que não pode ficar restrita somente a nós, ela precisa irradiar para todo o nosso lar. Quando o carcereiro perguntou a Paulo e Silas o que poderia fazer para ser salvo, a resposta poderia ter sido assim: “Crê no SENHOR Jesus e serás salvo”. Ponto. Mas aqueles servos de Deus não pararam por aí. Eles conheciam as Escrituras e o plano de Deus para as famílias. Por isso que a resposta foi a seguinte: “Crê no SENHOR Jesus e serás salvo, TU E TUA CASA” (Atos 16:31). A ordem de fazer discípulos foi executada por eles e deveria ser iniciada na vida do carcereiro PRIMEIRO PARA OS SEUS.
Jesus também nos deixou exemplo ao libertar o endemoninhado geraseno. Vendo-se livre da furiosa casta de demônios, aquele homem estava profundamente grato e o seu desejo era o de seguir o Mestre onde quer que Ele fosse. Mas Jesus lhe deu a seguinte ordem: “Volta PARA CASA e conta AOS TEUS tudo o que Deus fez por ti” (Lucas 8:39). Compreendem, amados? Por melhores que sejam as nossas intenções em servir ao SENHOR, Ele nos deixou uma ordem expressa de que o discipulado deve começar em nosso lar. O carcereiro não obrigou sua família a aceitar o mesmo evangelho, mas a mudança que ele permitiu que Deus fizesse em sua vida foi o que levou toda a sua casa a fazer a mesma escolha. Talvez você esteja esperando que um grande prodígio aconteça para que sua família tome uma decisão ao lado do SENHOR, mas o maior milagre pode acontecer da forma mais simples e inimaginável: através do que Jesus já fez em você. Por isso, ore, confie, obedeça ao SENHOR e ame-O acima de todas as coisas: TEMA A DEUS. O resultado disto? “Serás salvo, tu e tua casa”!
Bom dia, salvos em Jesus Cristo!
Desafio do dia: Compartilhe conosco o que você aprendeu no Salmo de hoje.Deus é… Deus pode… Deus quer isto de mim…
#primeiroDeus #Salmo128
Rosana Garcia Barros
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“Se o SENHOR não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam…” (v. 1).
Em Êxodo capítulo 1, encontramos o início da história de Moisés. Mas, há ainda a história de Sifrá e Puá. Quem? Pois é. Pouco crédito é dado a estas duas servas de Deus que preferiram temer ao SENHOR do que a homens. Estas duas mulheres eram parteiras e receberam de Faraó a ordem de matar todos os meninos hebreus que nascessem. “As parteiras, porém, temeram a Deus e não fizeram como lhes ordenara o rei do Egito; antes, deixaram viver os meninos” (Êxodo 1:17). E, devido a este ousado ato de fé, o SENHOR as abençoou: “E, porque as parteiras temeram a Deus, Ele lhes constituiu família” (Êxodo 1:21). ELAS TEMERAM A DEUS.
Comentando este relato, escreveu Charles R. Swindoll: “…quando o decreto do rei violar diretamente a vontade expressa de Deus, devemos temer a Deus como duas mulheres corajosas chamadas Sifrá e Puá O temiam. E elas, mesmo mortas, ainda falam… As parteiras valorizavam mais o favor de Deus do que o de Faraó”.
O Salmo de hoje deixa bem claro que um lar sem a presença de Deus é uma edificação falida. Uma família sem o temor do SENHOR torna-se uma bandeira na causa de Satanás: “Na família Satanás está em atividade. Sua bandeira tremula, mesmo nos lares que se professam cristãos. Há invejas, suspeitas, hipocrisias, separação, emulação, contenda, traição de santos legados, satisfação das paixões. Todo o conjunto de princípios e doutrinas religiosas, que deveriam constituir o fundamento e arcabouço da vida social, assemelha-se a uma massa vacilante, prestes a ruir” (Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 590).
Há realmente um grande conflito envolvendo cada família e toda família humana. Cada lar tem se tornado um palco, ou da manifestação divina ou do poderio demoníaco. Famílias que aparentemente parecem bem equilibradas estão sendo destruídas pelos ataques malignos por não confiarem a Deus o primeiro lugar em suas casas e em seus corações. Procura-se mais mulheres sábias que edifiquem a sua casa (Provérbios 14:1), sob o sólido fundamento do temor a Deus. Procura-se mais homens que amem suas esposas e seus filhos assim como “Cristo amou a igreja e a Si mesmo Se entregou por ela” (Efésios 5:25). Homens e mulheres que entendam que “herança do SENHOR são os filhos” (v. 3), e não “marionetes” que possam mover na direção em que quiserem.
Nunca houve uma geração tão desvirtuada do conceito do que seja temer a Deus como esta. O levantar das mãos, músicas com apelos emocionais e palavras bonitas tem sido o fundamento de uma fé fraca e solúvel. O ASSIM DIZ O SENHOR tem sido trocado pelo assim disse o homem que o SENHOR disse. As práticas mundanas têm invadido os lares e dos lares à igreja. O consumismo se instala na mente como uma doença que só pode ser “curada” com trabalho excessivo e sem repouso, inclusive no desrespeito ao santo sábado do SENHOR. Mas quão grande bênção há para os amados de Deus! A estes, o SENHOR os beneficia “enquanto dormem” (v. 2).
Meus queridos irmãos, há pouco mais de três anos o SENHOR me despertou e me fez enxergar o quanto eu estava negligenciando o que deveria ser o meu primeiro ministério: a minha família. A minha primeira missão passou a ser realizada dentro do meu lar e Deus tem provado a grande bênção que há em seguir o Seu propósito. Vejam o que escreveu o apóstolo Paulo: “Ora, se alguém não tem cuidado dos seus e especialmente dos da própria casa, tem negado a fé E É PIOR DO QUE O DESCRENTE” (I Timóteo 5:8). Uau! Que séria advertência! Amados, precisamos compreender que não há maior sermão do que uma família quedada aos pés do SENHOR. Não há maior testemunho do que o de um lar temente a Deus. As três mensagens angélicas como nossa responsabilidade de proclamá-las, devem partir de nossa casa para o mundo.
Permita que o SENHOR Deus seja o edificador de sua casa e “todos os teus filhos serão ensinados do SENHOR; e será grande a paz de teus filhos” (Isaías 54:13).
Bom dia, lares de esperança!
Desafio do dia: Separe um dia na semana como um dia especial de jejum e de oração por sua família. Grandes coisas o SENHOR fará em seu lar!
#primeiroDeus
#Salmo127
Rosana Garcia Barros
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“Quem sai andando e chorando, enquanto semeia, voltará com júbilo, trazendo os seus feixes” (v. 6).
Ontem passei uma experiência muito triste com minha família. A nossa calopsita, que voava solta pelo apartamento, ficou presa na tela da janela e antes que conseguíssemos tirá-la, ela se esforçou para sair e acabou voando para a rua. Ficamos correndo de uma janela para a outra para ver se ela pousaria em algum lugar próximo. Mas ela voava de um lado para o outro até que voou mais longe e desapareceu.
Enquanto meu filho mais velho chorava, tentava consolá-lo de que Deus estava cuidando do “Titico” (esse é o nome dele) e que se fosse da Sua vontade, Ele o traria de volta.
Não é fácil lidar com a perda, ainda que seja apenas de um animalzinho. A saudade dói e deixa marcas difíceis de serem esquecidas.
“Quando o SENHOR restaurou a sorte de Sião” eles ficaram como quem sonha (v. 1); ficaram boquiabertos com a provisão de Deus e grande foi a alegria deles; tão grande, que chamaram a atenção das demais nações (v. 2). As obras do SENHOR no meio do Seu povo foram tão grandiosas (v. 3) que os povos vizinhos não tiveram dúvidas de que eram verdadeiramente obras de Deus.
Mas os versos 5 e 6 trazem um conceito um tanto desanimador (Releiam!). Quer dizer que para colhermos a alegria precisamos semear lágrimas? Para respondermos a esta pergunta, eu lhes faço uma segunda: É melhor entrar chorando e sair sorrindo, ou entrar sorrindo e sair chorando? Multidões têm se embriagado com o vinho e com o banquete de Babilônia em troca de curtos momentos de prazer.
Literalmente, entram sorrindo e saem chorando. E a cada decepção encontram motivos para buscar ainda mais fundo na fonte errada a alegria que, desta forma, jamais encontrarão.
Contudo, para os que confiam no SENHOR, aqueles versos não são desanimadores, mas motivadores. Para estes há consolo: “Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados” (Mateus 5:4).
Amados, o SENHOR tem pressa em restaurar a nossa sorte. O que estamos fazendo com o privilégio de ainda estarmos debaixo da graça divina? Chorando e derramando lágrimas de arrependimento ou vivendo conformados com este mundo que está cada vez mais podre?
“Jesus chorou” (João 11:35) é o segundo menor versículo da Bíblia, mas uma linda e grande prova de que assim como Ele chorou pela incredulidade dos habitantes de Jerusalém, hoje Ele derrama lágrimas de amor por cada um de nós. A vida de Jesus na Terra foi o maior exemplo de Alguém que semeou chorando, mas colheu sorrindo. O Céu está em expectativa para o cumprimento da maior promessa de Cristo: “…voltarei e vos levarei para Mim mesmo para que onde Eu estou, estejais vós também” (João 14:3).
Que você e eu façamos parte dos feixes de trigo que o SENHOR em breve virá buscar! Então, Ele converterá o nosso pranto em júbilo e a nossa tristeza em alegria! Eu quero fazer parte da alegria final de Jesus. E VOCÊ?
Bom dia, feixes da seara do SENHOR!
Desafio do dia: Compartilhe conosco o que aprendeu hoje: Deus é… Deus pode… Deus quer isto de mim…
#primeiroDeus #Salmo126
Rosana Garcia Barros
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“Os que confiam no SENHOR são como o monte Sião, que não se abala, firme para sempre” (v. 1).
Encontramos várias referências na Bíblia a respeito de Sião: Sião como um outro nome para Jerusalém, como um monte, como um outro nome também para a Cidade Santa. Todas elas com o relevante significado da presença de Deus.
Neste Salmo encontramos uma referência ao monte Sião. Não havia nada de especial no monte em si. Ainda hoje ele existe e fica situado em Israel. Mas este monte baixo foi o palco das mais significativas construções da história do povo de Israel: a Cidade de Davi e o templo de Salomão. Essas edificações tornaram-se o cenário político e religioso da nação por longos anos. E o que havia então de especial naquele monte? A presença de Deus.
Ali estava o templo do SENHOR, estabelecido e firmado com o propósito de ser uma Casa de oração e de adoração ao verdadeiro e único SENHOR. Sabemos que a estrutura do templo foi destruída e não restou pedra sobre pedra. Mas eu pergunto: E o monte? Permanece no mesmo lugar.
Entendem, amados? O SENHOR não disse que os que nEle confiam são como edificações humanas, mas como edificações divinas, cuja estrutura não pode ruir.
O SENHOR está “em derredor do Seu povo, desde agora e para sempre” (v. 2), e esta promessa faz com que o monte Sião esteja localizado em todas as partes do mundo onde existam bons e retos de coração (v. 4).
O SENHOR não permite que a impiedade chegue ao limite de destruir os justos (v. 3). O reino do mal está com seus dias contados; no “relógio” de Deus, o seu tempo está se esgotando. E para todo aquele que até o fim for perseverante, viverá o tão sonhado “Paz sobre Israel” (v. 5) “para sempre” (v. 1).
A confiança exige de nós um relacionamento sério, íntimo e fiel com Aquele que tem o poder de transformar miseráveis pecadores em pessoas boas e de coração reto. Assim como o templo e as muralhas de Jerusalém foram destruídas, Satanás pode até destruir o que os filhos de Deus constroem no decorrer da vida, mas ele jamais destruirá a vida deles, porque esta está firmada sobre o alicerce sólido e indestrutível; ESTÁ SOBRE A ROCHA.
Que nossas maiores edificações neste mundo sejam as espirituais, porque sobre estas, amados, podem vir o vento e a tempestade, elas permanecerão firmes e inabaláveis PARA SEMPRE (Mateus 7:24-25)!
Bom dia, firmados na Rocha!
Desafio do dia: Compartilhe com alguém o Salmo de hoje e diga o porquê dele ser importante para a sua vida.
#primeiroDeus #Salmo105
Rosana Garcia Barros
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“O nosso socorro está em o nome do SENHOR, Criador do céu e da terra” (v. 8).
“Não fosse o SENHOR, que esteve ao nosso lado” (v. 1), e o que seria de nós? Como nosso Criador, Deus sempre estabeleceu limites seguros para o nosso bem-estar eterno. Fora da segurança divina não passamos de presas fáceis para os agentes do inimigo.
Ao término da criação, o SENHOR separou um dia especial para que a humanidade jamais esquecesse de que Ele é o “Criador do céu e da terra”: o sábado. O sétimo dia da semana, é um dia diferente, separado (Gênesis 2:1-3) para um propósito específico: para lembrar-nos de que o SENHOR é o nosso Criador e para servir de sinal entre Deus e o Seu povo. “Santificai os Meus sábados, pois servirão de sinal entre Mim e vós, para que saibais que Eu sou o SENHOR, vosso Deus” (Ezequiel 20:20).
Irmãos queridos, passamos lutas e dificuldades durante cada semana e o convite amoroso do Criador para nEle descansarmos em Seu santo dia é um refúgio no tempo; é um oásis em meio aos desertos desta vida. “Não fosse o SENHOR” ter instituído este mandamento em especial (Êxodo 20:8-11), e a humanidade já teria esquecido do Seu Criador. Não é sem razão que o mandamento inicia com a expressão “Lembra-te”.
“Portanto, resta um repouso para o povo de Deus” (Hebreus 4:9). Resta um refúgio para todo aquele que reconhece o SENHOR como Criador. Há liberdade em guardar os mandamentos de Deus (Êxodo 20:2; Tiago 2:12). Há bênção (Isaías 58:13-14) em seguir o que a boca do SENHOR nos disse.
A história do jovem adventista do sétimo dia, Desmond Doss(*), está impactando o mundo e é uma prova inquestionável de que, da mesma forma que o SENHOR livrou Sadraque, Mesaque e Abede-Nego da fornalha ardente e da ira de Nabucodonosor, Ele está sempre ao lado de quem é fiel aos princípios que Ele estabeleceu como Seus mandamentos e daqueles que um dia os reconhecerão como lei imutável (Isaías 40:8).
Nos últimos dias, quando os homens se levantarem contra nós (v. 2), veremos cumprida a promessa: “Caiam mil ao teu lado, e dez mil à tua direita; tu não serás atingido” (Salmo 91:7). “Não fosse o SENHOR” que estará ao nosso lado e não suportaríamos as cenas finais deste mundo. E neste limiar só haverá dois grupos: “os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Apocalipse 14:12) e os que pisarão a lei do SENHOR.
Que possamos escolher estar ao lado dAquele que sempre estará ao nosso lado!
Bom dia, filhos do Criador!
Desafio do dia: Compartilhe conosco o que faz a leitura do Salmo de hoje ser importante para sua vida:
(*) Recomendo assistir o documentário sobre a vida dele disponível no YouTube, com declarações do próprio Desmond e de alguns de seus companheiros de guerra: https://youtu.be/vSTf9tCrxIU
*Leiam #Salmo124
Rosana Garcia Barros