Reavivados por Sua Palavra


EZEQUIEL 11, Comentado por Rosana Barros
1 de outubro de 2017, 0:30
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“Dar-lhes-ei um só coração, espírito novo porei dentro deles; tirarei da sua carne o coração de pedra e lhes darei coração de carne” (v.19).


O Espírito Santo levantou Ezequiel, na sequência da mesma visão, e lhe mostrou o juízo divino contra os chefes do povo. Os dirigentes de Israel maquinavam vilezas e aconselhavam perversamente (v.2). A malícia havia corrompido a “nata” do povo de Deus. Envolvidos em escuridão moral e espiritual, agiam “segundo os juízos das nações que” estavam em redor de Israel (v.12). Encaixavam-se perfeitamente na descrição feita por Davi: “No seu leito, maquina a perversidade, detém-se em caminho que não é bom, não se despega do mal” (Salmo 36:4). E era sob a liderança desse tipo de gente que o povo estava sendo [des]orientado.

Ezequiel ainda estava profetizando quando o ASSIM DIZ O SENHOR iniciou o seu cumprimento. A Bíblia não revela como foi que Pelatias morreu, mas aquilo foi tão forte para o coração do profeta, que, novamente, ele temeu que o SENHOR desse “fim ao resto de Israel” (v.13). Contudo, é a partir deste episódio que Deus manifesta a Sua misericórdia, a Sua promessa de restauração.

A grave degradação espiritual da liderança da nação eleita era a mais profunda declaração de que a corrupção havia atingido o seu clímax. O SENHOR estava profundamente triste pelo desprezo daqueles que tanto amava! O tempo todo apelava por meio de Seus profetas: “profetiza contra eles, profetiza” (v.4). Ou seja: “Diga para eles, Ezequiel, o que Eu penso a respeito das abominações que eles têm cometido contra Mim!” Mas parece que os corações estavam fechados, as mentes tomadas por presunção, orgulho e cobiça. Orgulhavam-se em declarar: Jerusalém é a panela e nós somos a carne, protegidos em seus limites (v.3). Sob uma falsa impressão de segurança faziam e pensavam o que queriam e esqueciam que o SENHOR era testemunha ocular, inclusive, de seus pensamentos (v.5).

O maior anseio do coração de Deus é o de salvar a todos (2Pedro 3:9). Porém, a salvação que Ele oferece mediante o perfeito sacrifício de Jesus é precedida de humildade e das virtudes do fruto do Espírito Santo (Gálatas 5:22-23). É necessário que haja uma entrega para que o SENHOR realize a única cirurgia cardíaca que não necessita de anestesia. Todos somos “doentes cardíacos”. Todos possuímos um coração enganoso e corrupto (Jeremias 17:9). E Deus nos oferece, de graça, o único transplante em que não precisamos enfrentar uma fila com risco de morte.

De coração para coração, amados: somos preciosos demais para Deus e Ele nos escolheu para brilhar, para refletir a Sua imagem. O Seu maior desejo é o de habitar em nós (v.16). Porém, muitos têm endurecido o coração de uma forma tão terrível que não se contentam em guardar a malícia para si mesmos e “aconselham perversamente” (v.2), levando muitos para a morte (v.7). Que estupidez! Como só há um Deus, Ele também só possui um povo: os que andam nos Seus estatutos, e guardam os Seus juízos, “e os executam” (v.20). Em outras palavras: “os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Ap. 14:12).

Notaram onde a glória de Deus culminou? “A glória do SENHOR subiu do meio da cidade e se pôs sobre o monte que está ao oriente da cidade” (v.23). Sabem que monte é esse? O monte das Oliveiras. Aquele mesmo lugar onde Jesus entrou em um jardim chamado Getsêmani e angustiou-Se ao ponto de suar gotas de sangue (Lucas 22:44). O que mais precisará acontecer para que possamos entender que já chegou o tempo de buscarmos ao SENHOR com a mesma intensidade e com a mesma submissão? O Espírito Santo não virá sobre nós (v.5) como chuva serôdia enquanto não clamarmos por isso. Precisamos desesperadamente desta unidade perfeita oferecida por Deus: “um só coração”. Quando Jesus voltar, virá reclamar um só povo que tem “tudo em comum” (Atos 2:44).

O SENHOR apela aos corações endurecidos, HOJE, do menor ao maior: “Arrependei-vos, pois, e convertei-vos para serem cancelados os vossos pecados” (Atos 3:19). Não basta estar “à entrada da porta” (v.1) sob os holofotes da liderança, mas “com o rosto em terra” (v.13) sob o olhar do Céu. Aos que assumem esta segunda postura, o SENHOR diz: “eles serão o Meu povo, e Eu serei o Seu Deus” (v.20).

Bom dia, povo de Deus!

Rosana Garcia Barros

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EZEQUIEL 10, Comentado por Rosana Barros
30 de setembro de 2017, 0:30
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“Parando eles, paravam elas; e, elevando-se eles, elevavam-se elas, porque o espírito dos seres viventes estava nelas” (v.17).


Dando continuidade ao capítulo anterior, Ezequiel parece ter a mesma visão que lhe foi dada no início de seu ministério. Os querubins, o trono de Deus e as quatro rodas retornam ao cenário profético. Porém, não seria mais uma confirmação do chamado de Ezequiel, mas um parecer acerca dos juízos que estavam para ser derramados sobre Jerusalém. Ao “homem vestido de linho” foi dada a ordem de encher “as mãos de brasas acesas dentre os querubins” e espalhar “sobre a cidade” (v.2). Um dos querubins colocou o fogo nas mãos do homem, “o qual o tomou e saiu” (v.7).

Parece que esta figura misteriosa simplesmente desaparece, já que não é mais citada no decorrer da visão. Porém, em suas mãos estava o instrumento divino de purificação, o fogo, que seria derramado sobre Israel. Lembre-se de que, antes, ele já havia terminado de selar alguns fiéis dentre o povo de Deus que gemiam por causa das abominações de seus patrícios.

Em Apocalipse, João teve uma visão similar logo após Jesus ter aberto o sétimo e último selo: “E o anjo tomou o incensário, encheu-o do fogo do altar e o atirou à terra. E houve trovões, vozes, relâmpagos e terremoto” (Ap 8:5). O incensário é um símbolo de oração. O altar representa o perfeito sacrifício de Jesus. As orações dos fiéis, unidas à justiça de Cristo movem o coração de Deus. Logo após a abertura do sétimo selo, sete anjos foram convocados para tocar sete trombetas, onde, a cada toque, um juízo diferente sobreviria à Terra, culminando no grande Dia do SENHOR.

Conforme o exame historicista da Bíblia, as seis primeiras trombetas já foram tocadas e estamos aguardando apenas o ressoar da sétima e última trombeta, como relatado pelo apóstolo Paulo: “Eis que vos digo um mistério: nem todos dormiremos, mas transformados seremos todos, num momento, num abrir e fechar de olhos, ao ressoar da última trombeta. A trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados” (1Co 15:51-52).

Amados, quando João ouviu a última trombeta, algo maravilhoso apareceu diante de seus olhos: ele viu o lugar santíssimo do santuário de Deus, “e foi vista a arca da Aliança no Seu santuário” (Ap 11:19). Era exatamente no lugar santíssimo que era manifestada a glória de Deus: no propiciatório, “sobre os querubins” (v.18). Percebem a perfeita harmonia entre as visões? Havia uma mensagem para o Israel dos tempos de Ezequiel. O povo precisava se arrepender e voltar a andar segundo a lei do SENHOR. Mas será que esta mensagem ficou no passado? Não podemos ignorar o fato de que o mesmo objeto que guardava as tábuas do Decálogo foi visto no Céu por João.

A perfeita sintonia entre os querubins e as rodas será a mesma que haverá entre o remanescente e Cristo no dia de Seu retorno. E se quisermos fazer parte deste grupo seleto precisamos tomar a mesma decisão de Paulo: “Dia após dia, morro!” (1Co 15:31). Para os que amam a Deus, o fogo não será instrumento punitivo, mas purificador: “Farei passar a terceira parte pelo fogo, e a purificarei como se purifica a prata, e a provarei como se prova o ouro; ela invocará o Meu nome, e Eu a ouvirei; direi: é Meu povo, e ela dirá: O SENHOR é meu Deus” (Zc 13:9). Morrer para o eu e permitir que Cristo viva em nós é uma decisão que deve ser tomada diariamente. E o segredo da vitória diária está em correr, “com perseverança, a carreira que nos está proposta, olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus” (Hb 12:1, 2). Então, pela fé, olhe para o lugar santíssimo, contemple o seu Intercessor e persevere na carreira que Ele nos deixou exemplo!

Feliz sábado, povo do SENHOR!

Desafio do dia: Siga o exemplo de Jesus sobre a guarda do quarto mandamento: Lucas 4:16 e Mateus 12:12.

Rosana Garcia Barros

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EZEQUIEL 9 – Comentário Pr Heber Toth Armí 
29 de setembro de 2017, 0:45
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EZEQUIEL 9 – Proteção e segurança real frente às ameaças naturais ou bélicas só existem sob os cuidados do Deus verdadeiro. Ele não perderá nenhum dos que Lhe pertencem.

Abra tua Bíblia no capítulo em pauta, e acompanhe estes pontos com oração:

• Deus ordena que se coloque uma marca na testa de todos os que sofrem e lamentam profundamente por causa das práticas religiosas sincréticas dos judeus (vs. 1-4).

• Um homem começa a marcar e outros seis recebem ordens para mata aos que estão sem a marca (vs. 5-6);

• Deus pede que o juízo comece pelo Seu Templo, com os anciãos que deveriam ser luz ao povo, mas preferiam as trevas da perversidade e corrupção religiosa (vs. 6-7);

• A intercessão do profeta não coincide com a vontade de Deus, pois, embora revele misericórdia, Ele não releva o pecado que visa arruinar o plano de salvação do mundo (vs. 8-10);

• O homem incumbido de marcar os fieis e piedosos concluiu sua missão (v. 11).

Deus marca para proteger; foi assim foi desde que Caim pensou que devido ao que fez seria alvo de morte de qualquer indivíduo que o encontrasse (Gênesis 4:8-16). Ninguém sabe exatamente que marca Caim recebeu, mas o texto deixa claro seu objetivo: Proteção de Deus.

Deus manda marcar, em Ezequiel 9, aos que são fieis, para protegê-los de uma destruição iminente. Nenhum fiel se perderia, ou seria ignorado por não ter sido notado. Quando Deus coloca uma marca, Ele visa proteger ao marcado.

Deus quer marcar aos que Lhe pertencem antes das terríveis catástrofes mundiais, ao quais antecederão ao retorno de Cristo. Tal marca será o próprio selo do Deus vivo e verdadeiro na fronte dos fieis, para serem protegidos das aflições mundiais (Apocalipse 7:1-3).

DEUS…

• …preza por aqueles que desprezam a corrupção moral, social e religiosa;

• …tem como Seus aqueles que abominam ao pecado em todas as suas formas;

• …protege àqueles que protegem sua mente das influências seculares, mundanas;

• …salva aos que não suportam injustiças, malandragens e obscenidades de uma sociedade que se diz cristã, mas vive como pagã;

• …preserva a vida dos que choram pela situação decadente dos crentes e da liderança eclesiástica.

A marca não é colocada ao léu, tem a ver com nossa atitude frente ao pecado! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



EZEQUIEL 9, Comentado por Rosana Barros
29 de setembro de 2017, 0:30
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“E lhe disse: Passa pelo meio da cidade, pelo meio de Jerusalém, e marca com um sinal a testa dos homens que suspiram e gemem por causa de todas as abominações que se cometem no meio dela” (v. 4).


A sequência da visão de Ezequiel passa da teoria para a ação. Apesar de se tratar apenas de uma visão, os juízos que recairiam sobre o povo de Israel foram postos diante dos olhos do profeta de uma maneira tão real, que ele temeu não sobrar nem um homem sequer. Porém, entre os vingadores havia “certo homem vestido de linho” (v.2), que foi incumbido de marcar “com um sinal a testa dos homens” que se mantinham fiéis em meio à infidelidade.

Como foi no Egito, Deus instituiu uma marca dentre os israelitas. A décima praga no Egito feriu todos os primogênitos, quer fosse velho, moço ou criança (v.6), menos aqueles que marcaram suas portas com o sangue do cordeiro (Êx 12:7, 29). Da mesma forma que o SENHOR agiu na terra dos egípcios advertindo-os através de Moisés e Arão e de Seus prodígios, Ele também agiu nos reinos de Israel e de Judá apelando para que dessem ouvidos aos Seus profetas. Porém, à semelhança dos egípcios, eles não quiseram dar ouvidos ao SENHOR. “A iniquidade da casa de Israel e de Judá [era] excessivamente grande” (v.9) e “sobre a cabeça deles” Deus faria “recair as suas obras” (v.10).

Em Apocalipse também encontramos um selamento: “Não danifiqueis nem a terra, nem o mar, nem as árvores, até SELARMOS NA FRONTE os servos do nosso Deus” (Ap 7:3). O selo no antigo oriente representava posse. O selo de Deus, portanto, representa a posse sobre um povo peculiar. A respeito do juízo ter iniciado no santuário (v.6), o apóstolo Pedro, inspirado por Deus, escreveu: “Porque a ocasião de começar o juízo pela casa de Deus é chegada” (1Pe 4:17). Jesus também recebeu a missão de vir aos da casa de Israel e deu a seguinte orientação aos Seus discípulos: “mas, de preferência, procurai as ovelhas perdidas da casa de Israel” (Mt 10:6).

O SENHOR tem realizado uma obra de reavivamento e reforma no meio do Seu povo. Começando pelos de casa, o Espírito Santo tem levantado homens e mulheres preparando-os para o selamento final. E ao contrário do que muitos têm especulado acerca do sinal de Deus e do sinal da besta, observe os seguintes textos:
“De todos os dez preceitos, só o quarto contém o selo do grande Legislador, Criador dos céus e da Terra” (Testemunhos Seletos, vol. 3, pág. 17).
“Tão verdadeiramente como foi colocado um sinal sobre as portas das habitações dos hebreus, para proteger o povo contra a ruína geral, será colocado um sinal em cada um dos que pertencem ao povo de Deus. O Senhor declara: “Também lhes dei os Meus sábados, para servirem de sinal entre Mim e eles, para que soubessem que Eu sou o Senhor que os santifica”” (Ezequiel 20:12; SDA Bible Commentary, vol. 7, pág. 969).

Além da obediência à lei de Deus, principalmente com relação à guarda do quarto mandamento, os selados devem refletir a perfeita impressão de seu Possuidor:
“Os que hão de receber o selo do Deus vivo, e ser protegidos, no tempo de angústia, devem refletir completamente a imagem de Jesus” (Primeiros Escritos, pág. 71).
“O selo de Deus jamais será colocado à testa de um homem ou mulher impuros. Jamais será colocado à testa de um homem ou mulher cobiçosos ou amantes do mundo. Jamais será colocado à testa de homens ou mulheres de língua falsa ou coração enganoso. Todos os que recebem o selo devem ser imaculados diante de Deus — candidatos para o Céu” (Testemunhos Seletos, vol. 2, pág. 71).

Muito em breve, o anjo do SENHOR dirá: “Fiz como me mandaste” (v.11), e Jesus, da mesma forma que bradou na cruz, irá declarar: “Feito está!” (Ap 16:17). Então, “continue o injusto fazendo injustiça, continue o imundo ainda sendo imundo; o justo continue na prática da justiça, e o santo continue a santificar-se” (Ap 22:11). AGORA, amados, é o tempo de estarmos prontos! E somente o Espírito Santo pode realizar esta obra. Mas “porque não nos prostramos diante do trono da graça, como representantes da igreja e, com coração submisso e espírito contrito, suplicamos fervorosamente que o Espírito Santo seja derramado do Alto sobre nós?” (Testemunhos para ministros, p. 64). Está você disposto a erguer este clamor diário? A decisão é sua.

Bom dia, “candidatos para o Céu”!

Desafio do dia: Ainda não estudou o livro de Apocalipse? Acesse o site:

http://www.adventistas.org/pt/ministeriopessoal/projeto/apocalipse-biblia-facil/ e faça o download gratuito da revista Bíblia Fácil Apocalipse.

Rosana Garcia Barros

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EZEQUIEL 8, Comentado por Rosana Barros
28 de setembro de 2017, 0:30
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“Disse-me: Vês isto, filho do homem? Verás ainda abominações maiores do que estas” (v.15).


Ezequiel estava em sua casa recebendo visitas, quando, mais de um ano após o seu chamado profético, ele teve esta visão. A presença dos anciãos em sua casa pode significar a sua aceitação como profeta de Deus. O fato é que ele viu o que os demais não puderam ver.

O Espírito do SENHOR o levantou e o levou até o santuário em Jerusalém. Ali, iniciou uma série de revelações acerca das abominações dos líderes de Israel: as paredes das câmaras do templo com pinturas idólatras, mulheres chorando a Tamuz e a adoração ao sol. A casa que deveria refletir a glória de Deus estava tomada por trevas. Por fora e em seus rituais, parecia iluminada, mas por dentro era um covil de imundícies.

A corrupção de Israel não vinha mais da influência dos povos pagãos, mas dos próprios líderes religiosos. E foi esta terrível realidade que Jesus encontrou na terra: “Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas, porque sois semelhantes aos sepulcros caiados, que, por fora, se mostram belos, mas interiormente estão cheios de ossos de mortos e de toda imundícia!” (Mt 23:27). A vida de Jesus era uma ofensa àqueles homens que ostentavam suas obras como troféus de piedade e fidelidade para com Deus. Enxergavam o amor do Salvador como um dedo acusador e não como a revelação do caráter divino. Eram “guias cegos” (Mt 23:24).

A obra do Espírito Santo no meio do Seu povo tem uma ordem a ser cumprida. A mesma ordem proferida por Cristo em Suas advertências aos líderes judeus: “Fariseu cego, limpa PRIMEIRO O INTERIOR do copo, PARA QUE também O seu EXTERIOR fique limpo” (Mt 23:26). Se a limpeza espiritual não for iniciada no coração (reavivamento), a mera mudança exterior (reforma) não faz sentido algum.

A aparência de santidade tem sido um dos maiores enganos do maligno desde os tempos antigos. E este engano se alastra dentre o professo povo de Deus como uma praga. E como os “anciãos da casa de Israel” (v.11) muitos têm erguido no coração câmaras escusas, pensando: “O SENHOR não nos vê” (v.12).

A verdadeira mudança exterior só acontece quando o interior já está sob o controle do Espírito Santo. E a mudança nunca será forçada ou imediata, mas natural e gradual: “Mas a vereda dos justos é como a luz da aurora, que vai brilhando mais e mais, até ser dia perfeito” (Pv 4:18). É por isso que a nossa entrega deve ser diária e constante. Assim como foi com Ezequiel, Deus deseja falar conosco em todos os momentos, até quando estamos sentados em nossa casa (v.1).

Conforme Apocalipse 3:17, não temos absolutamente nada de bom para oferecer a Jesus ou ao nosso próximo. Você é um “infeliz, sim, miserável, pobre, cego e nu”. E não se preocupe, que esta é a minha condição e a de todos também. Mas há uma luz que incide sobre o verso seguinte: “Aconselho-te que de Mim compres ouro refinado pelo fogo para te enriqueceres, vestiduras brancas para te vestires, a fim de que não seja manifesta a vergonha da tua nudez, e colírio para ungires os olhos, a fim de que vejas” (Ap.3:18).

Não faça como os líderes de Israel ou como os escribas e fariseus, mas aceite o conselho de Jesus, contemple a Cristo, estude a Sua Palavra. Cada dia o SENHOR nos mostra que veremos “ainda maiores abominações” (v.6). Em nome de Jesus, que não tenhamos parte em nenhuma delas!

Bom dia, justos do SENHOR!

Desafio do dia: Em oração, faça um autoexame, pedindo ao Espírito Santo o mesmo que pediu o salmista Davi: “Cria em mim, ó Deus, um coração puro e renova dentro de mim um espírito inabalável” (Sl 51:10).

Rosana Garcia Barros

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EZEQUIEL 7, Comentado por Rosana Barros.
27 de setembro de 2017, 0:30
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“Haverá fim, vem o fim, despertou-se contra ti” (v. 6).


A tônica deste capítulo está na certeza do cumprimento dos juízos preditos pelo SENHOR através de Seus profetas. Ezequiel relatou o fim iminente destacando que ele já tinha data e hora marcadas (v.12). Segundo os caminhos que andaram e as abominações que seguiram, os filhos de Israel seriam julgados (v.3). Negando-se a conhecer o SENHOR em tempo de paz, Israel saberia quem é o SENHOR na Sua ira (v.9).

No verso dezenove encontramos os dois maiores males no meio do povo de Deus: as riquezas e o apetite. Não foi sem razão que a primeira coisa que Satanás usou para tentar a Jesus foi o apetite: “Se és Filho de Deus, manda que estas pedras se transformem em pães” (Mt 4:3). E a última foi a glória das riquezas: “Tudo isto te darei se, prostrado me adorares” (Mt 4:9). Quando o homem é governado segundo os seus próprios caminhos e vontades, a mente passa a ser controlada pelo corpo e não o corpo pela mente. Porém, “o corpo deve ser dominado pela mente, e não a mente pelo corpo” (Ellen G. White, 1 T, p. 487).

Pouco consideramos o relato do deserto da tentação e muito perdemos em lições de cunho eterno. O ministério público de Jesus foi de um curto período de três anos e meio. Diante dEle estava uma espécie de “tempo do fim”. Após o Seu batismo, Ele foi “levado pelo Espírito ao deserto” (Mt 4:1). Ou seja, não foi Ele que escolheu estar ali, Ele simplesmente aceitou. Muitos têm esquecido ou até mesmo ignorado este episódio na vida do Salvador e desfalecem diante da primeira investida do maligno. Como Cristo foi vitorioso, Ele nos chama a participarmos de Sua vitória. Jejum, oração e “está escrito” (Mt 4:4), eis o tripé que nos livrará da condenação do “dia da turbação” (v.7).

Por outro lado, “ninguém fortalece a sua vida com a sua própria iniquidade” (v.13). O cálice da ira de Deus será derramado sobre todo aquele que tem rejeitado aos apelos constantes do Seu Espírito. Uma vez que aceitaram as ofertas do inimigo, são por elas governados e vencidos. Mas, antes que venha o fim, ainda há tempo de retroceder e aceitar o caminho eterno: “A entrega do próprio eu é a essência dos ensinos de Cristo” (Ellen G. White, DTN, p. 389).

Deus está preparando um povo cujos propósitos excedam e muito aos dos fariseus. Não é um título denominacional que nos torna herdeiros da promessa, mas a posse, pelos méritos de Jesus, do título de filhos do SENHOR da promessa. O título de nação eleita não salvou Israel de sua condição rebelde. O suntuoso templo não lhes garantiu refúgio.

Amados, não há fanatismo em afirmar que “vem a destruição”. O mundo tem clamado por paz, “mas não há nenhuma” (v.25). “Vem o tempo” (v.12) em que os homens “buscarão visões de profetas” (v.26), mas não acharão respostas. Não podemos especular prováveis datas, mas precisamos, “AGORA” (v.8), subir no monte das Oliveiras, entrar no Getsêmani, e angustiar-nos em oração diante do Pai (Mt 26:37). Precisamos, desesperadamente, dar atenção às palavras de Jesus: “Vigiai e orai, para que não entreis em tentação”, porque “o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca” (Mt 26:41).

Pedro quase se perdeu por sentar-se no meio da multidão “para ver o fim” (Mt 26:58). Foi só quando os seus olhos encontraram os olhos do seu Salvador (Lc 22:61), só quando ele saiu dali e “chorou amargamente” (Mt 26:75), que a genuína conversão iniciou um reavivamento e reforma na vida do apóstolo. Pela fé, ouça agora Jesus Cristo a lhe falar: “Ainda dormis e repousais! Eis que é chegada a hora… Levantai-vos, vamos!” (Mt 26:45-46). E o Dia do SENHOR não lhe será o fim, mas o começo!

Bom dia, salvos por Jesus!

Desafio do dia: Você tem amigos de oração? Como Jesus, tenha pelo menos três amigos especiais com os quais possa contar e procurem sempre se fortalecer mutuamente.

Rosana Garcia Barros

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EZEQUIEL 6, Comentado por Rosana Barros
26 de setembro de 2017, 0:30
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“Mas deixarei um resto, porquanto alguns de vós escapareis da espada entre as nações, quando fordes espalhados pelas terras” (v.8).


A Bíblia compara a idolatria com a prostituição e com o adultério. O povo de Israel havia se corrompido com os deuses das nações pagãs, quebrando, portanto, a aliança do SENHOR. A expressão “montes de Israel” (v.2) se refere aos lugares onde eram erguidos altares pagãos e onde eram oferecidos sacrifícios aos ídolos, inclusive sacrifícios humanos. Israel continuava a adorar no templo do SENHOR, mas, ao mesmo tempo, serviam aos seus ídolos.

Não há como servir a Deus e aos ídolos deste mundo. Acerca disso, advertiu-nos Jesus: “Ninguém pode servir a dois senhores…” (Mt 6:24). E ainda disse: “São os olhos a lâmpada do corpo” (Mt 6:22). Israel entrou em completa corrupção “por causa dos seus olhos, que se prostituíram” (v.9). Permitiram que Satanás lhes aguçasse a curiosidade e foram ver a “formosa” estratégia que o maligno arquitetou. Foi através da visão que Eva caiu: “Vendo a mulher que a árvore era boa para se comer, agradável aos olhos… tomou-lhe do fruto e comeu…” (Gn 3:6). Foi pela visão que os antediluvianos tornaram-se de todo corruptos: “…vendo os filhos de Deus que as filhas dos homens eram formosas, tomaram para si mulheres, as que, entre todas, mais lhes agradavam” (Gn 6:2).

Nunca houve um tempo tão solene como este. Eu ouso afirmar que já superamos em grande escala a corrupção dos antediluvianos. As advertências da santa Palavra de Deus têm sido negligenciadas e passadas por alto. As pessoas se contentam com belos sermões enlatados que pregam uma falsa piedade. A humanidade é movida pelo que vê, pelo que é “agradável aos olhos” e acaba caindo na mesma ruína que Eva caiu. Ao contrário da vitória de Cristo no deserto, muitos têm sido derrotados ao contemplar a oferta demoníaca: “Tudo isto te darei se, prostrado, me adorares” (Mt 4:9).

O povo de Israel aceitou a oferta do maligno e caiu em profunda desgraça. Contudo, o SENHOR separou um resto que escaparia e voltaria a lembrar-se dEle. Uns restantes que se voltariam para Deus e que teriam “nojo de si mesmos, por causa dos males que fizeram em todas as suas abominações” (v.9). Quando é dada liberdade ao Espírito Santo de fazer a Sua obra de transformação, o homem passa a ter aversão ao pecado e suas ramificações. E a maior luta que acontece não é travada fora das fronteiras da mente, mas dentro dela.

Creio que a melhor descrição acerca desta batalha interna foi relatada por Paulo, com base em sua própria experiência: “Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem nenhum, pois o querer o bem está em mim; não, porém, o efetuá-lo. Porque não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço… Desventurado homem que sou! Quem me livrará do corpo desta morte?”, e a resposta vem logo em seguida: “Graças a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor” (Rm 7:18-19, 24-25).

Jesus já pagou o “salário do pecado” (Rm 6:23) por nós. Precisamos nos achegar a Ele todos os dias, constantemente, com fome e sede de Sua presença. E para isto, necessitamos do Espírito Santo: “É por meio do Espírito que Cristo habita em nós; e o Espírito de Deus, recebido no coração pela fé, é o princípio da vida eterna” (Ellen G. White, DTN, p. 288). Que o mesmo Espírito que erguia, fortalecia e guiava Ezequiel, seja a nossa constante companhia nos conduzindo ao breve encontro com o nosso SENHOR e Salvador Jesus Cristo!

Bom dia, restantes do SENHOR!

Desafio do dia: Adormecidos, muitos têm ignorado que “terríveis provas e aflições aguardam ao povo de Deus” (Ellen G. White, 9 T, p. 17). Leia o texto de Mateus 26:36-46 e examine com muita atenção o exemplo que Jesus nos deixou como forma de preparação para a crise final. Relate nos comentários o que você descobriu.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Ezequiel6
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EZEQUIEL 5 – Comentário Pr. Heber Toth Armí
25 de setembro de 2017, 0:45
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EZEQUIEL 5 – As lições que Deus desejava que Israel aprendesse, também anseia que as aprendamos. Isso, porque Ele quer nosso bem, nossa salvação…

Neste capítulo, vemos que…

  • …Ezequiel deveria rapar o cabelo da cabeça e dividir os pelos da face em três partes iguais.
  • …O profeta foi orientado por Deus a queimar um terço da barba, cortar outro terço com a espada e lançar o terço restante ao vento.
  • …Ezequiel recebeu a incumbência de preservar alguns fios de cabelo nas orlas da própria roupa.
  • …Além disso, alguns dos fios restantes deviam ser jogados ao fogo.

Qual a razão dessa dramatização tão esquisita?

  • Tudo era uma profecia, ilustrando a iminente destruição de Jerusalém e o destino de seus habitantes.
  • Os fios de cabelos preservados simbolizam o remanescente sobrevivente quando a nação enfrentasse o julgamento divino.
  • Os fios jogados ao fogo representam a severidade e a intensidade do juízo contra maldade do povo.
  • Dois terços dos habitantes de Jerusalém morreriam de fome ou pela espada; o outro terço, seria exilado em Babilônia.

Além de todo sofrimento físico, o povo de Deus enfrentaria sofrimento emocional. As nações ao redor tratariam Jerusalém como objeto de zombaria. Qual o problema do povo para Deus permitir tamanha humilhação?

  • Primeiramente, quanto maior o privilégio, maior a responsabilidade. A negligência aos privilégios e responsabilidades resulta em retirada das bênçãos do Deus que faz aliança com pecadores.
  • Em segundo lugar, rebelião contra Deus, rebeldia contra Seus mandamentos e profanação do Seu templo são mais do que provocação ao Deus que oferece graça aos desgraçados e infelizes pecadores condenados à morte.
  • Em terceiro lugar, a gravidade do pecado resulta em consequências funestas. A negligência ao Autor da vida faria o povo, outrora privilegiado, passarem necessidades agora, enfrentarem a fome extrema a ponto de comerem membros da própria família.

Deus Se expõe ao ridículo, através de Seu profeta, visando chamar a atenção dos pecadores visando salvá-los. Fez isso através dos profetas no Antigo Testamento, e também mediante Seu Filho Jesus Cristo, no Novo Testamento.

O Espírito Santo precisa imprimir estas verdades em nosso coração para que aprendamos a evitar a destruição. Precisamos permitir que Deus faça Sua obra em nós, coisa que os judeus não permitiram.

Experimente fugir do pecado e entregar-se a Jesus! Anima-te! – Heber Toth Armí.



EZEQUIEL 5, Comentado por Rosana Barros
25 de setembro de 2017, 0:30
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“Assim diz o SENHOR Deus: Esta é Jerusalém; pu-la no meio das nações e terras que estão ao redor dela” (v. 5).


O final da profecia acerca do cerco de Jerusalém envolveu mais uma representação por parte de Ezequiel. Seus cabelos e barba foram cortados, o que culturalmente era vergonhoso, e divididos em três partes, cada qual com uma finalidade de juízo diferente. Os resultados da rebeldia seriam devastadores “à vista das nações” (v.8).

O povo de Israel tinha uma missão muito bem definida. E a sua fidelidade à lei e aos estatutos do SENHOR a deixaria bem evidente diante dos povos vizinhos: “Guardai-os, pois, e cumpri-os, porque isto será a vossa sabedoria e o vosso entendimento perante os olhos dos povos que, ouvindo todos estes estatutos, dirão: Certamente, este grande povo é gente sábia e inteligente” (Dt 4:6).

Porém, o relato de hoje nos diz que Israel foi desobediente e insano, praticando coisas piores do que as outras nações e transgredindo a Lei do SENHOR mais do que os povos vizinhos (v.6). Israel e Judá apossaram-se de um orgulho patriota que os fez cair na desgraça da soberba. Ostentavam ser povo de Deus, quando nem conheciam mais a Deus. Trocaram a luz pelas trevas.

O tempo da escuridão deste mundo está chegando ao fim e o evangelho do Reino tem sido pregado com lentidão e negligência. O Espírito tem feito uma santa convocação. E só ouvirá o Seu chamado quem já estava ouvindo a Sua voz através da comunhão diária. A igreja do SENHOR está sendo sacudida e Babilônia, despovoada. Muito em breve será revelada “a diferença entre o justo e o perverso, entre o que serve a Deus e o que não O serve” (Ml 3:18). E, à semelhança do antigo Israel, muitos têm ignorado o fato de que fomos criados para glória de Deus (Is 43:7).

Amados, a perseverança dos santos dos últimos dias está em guardar os mandamentos de Deus e a fé em Jesus (Ap 14:12), e isto na prática. Não há nada mais danoso à obra do SENHOR do que um mau testemunho. Observe que Deus abre a Sua fala acerca das causas do cerco, dizendo: “Esta é Jerusalém” (v.5). Aquela que deveria ter sido a cura das nações, transmitia a enfermidade mortal do pecado profanando o santuário de Deus (v.11). Nós somos “santuário do Espírito Santo” (1Co 6:19) e precisamos, em nome de Jesus, glorificar a Deus no nosso corpo (1Co 6:20).

Assim como o SENHOR falou e tudo aconteceu (v.17), falta pouco para vermos cumprida a promessa do segundo advento de Cristo. E o que tens feito para apressar este Dia? A Terra está gemendo. Almas aflitas clamam por alívio. E quão poucos estão dispostos a levar as cargas uns dos outros (Gl 6:2). Enquanto o planeta está por um fio, a grande massa dos que dizem adorar a Deus vivem como se esta terra fosse durar para sempre. “Despertai! Despertai! Despertai!”, é o clamor do SENHOR ao Seu povo. Como Noé e sua família, é chegado o tempo de buscarmos a proteção na arca. Então, o SENHOR fechará a porta que ninguém poderá abrir e selará os filhos que Satanás não mais poderá Lhe roubar.

Eis que a porta ainda está aberta. Aceite, AGORA, o amável e urgente convite de Jesus: “Entrai pela porta estreita” (Mt 7:13) e “sê tu uma bênção!” (Gn 12:2).

Bom dia, bênçãos de Deus!

Desafio do dia: Experimente passar o dia sem comer carne de qualquer espécie e sem leite e seus derivados. Alimente-se de frutas, verduras e cereais, e beba muita água nos intervalos entre as refeições.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Ezequiel5
#RPSP



EZEQUIEL 4 – Comentário Pr. Heber Toth Armí
24 de setembro de 2017, 0:45
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EZEQUIEL 4 – Se as pessoas soubessem toda a desgraça que o pecado causa antes delas transgredirem a Lei de Deus, pensariam mais antes de se envolver com ele?

Neste capítulo está um retrato do caos causado pelo pecado a fim de nos alertar, avisar e orientar. “Esse capítulo retrata o cerco e o respectivo desconforto, a fome e a contaminação resultantes do pecado de Judá e do fato de haver se afastado de Deus” (William MacDonald).

Da mesma forma que temos as evidências do pecado revelado por Deus na vida de indivíduos e nações e mesmo assim ignoramos os avisos divinos, no passado o povo de Deus ouviu o alerta dos profetas verdadeiros e mesmo assim preferiu fazer o que era errado.

  1. O profeta deveria tomar um tijolo para representar Jerusalém e montar algo que representasse o cerco realizado por Nabucodonosor. Depois, uma panela de ferro deveria ser colocada entre o profeta e a cidade. Ezequiel, representando Deus, seria o sitiador como sinal a Israel em seus pecados (vs. 1-3).
  2. O profeta deveria deitar-se sobre o lado esquerdo e colocar sobre si os pecados de seu povo, isso por 390 dias que corresponde a 390 anos de apego de Israel ao pecado; depois deitaria do lado direito e carregaria sobre si os pecados de Judá durante quarenta dias. Enquanto isso, não deveria tirar os olhos do cerco de Jerusalém, deveria arregaçar as mangas, mostrar o braço descoberto e, amarrado, pregar contra a cidade (vs. 4-8).
  3. O profeta deveria pegar trigo, cevada, feijão, lentilha, painço e espelta, misturar tudo numa bacia para fazer pão para comê-lo os 390 dias que estiver deitado. Ezequiel deveria comer e beber uma pequena quantidade em horas marcadas. O pão deveria ser assado com fezes humanas secas; mas, depois do questionamento do profeta, Deus permitiu que assasse com fezes de vacas (vs. 9-15).
  4. O profeta recebe de Deus a interpretação para todos esses símbolos (vs. 16-17).

O pecado é nojento. Suas consequências são horrendas. Satanás não brinca com quem brinca com o pecado. Desgraça e miséria inundam as suas vítimas.

Contudo, como “quem avisa amigo é”, Deus avisa. Deus não quer a desgraça de Seus filhos. Porém, não decide por eles

Sejamos espertos, ouçamos a Deus! – Heber Toth Armí.