Reavivados por Sua Palavra


1Crônicas 24 – Comentado por Rosana Barros
10 de janeiro de 2023, 0:45
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“O ofício destes no seu ministério era entrar na Casa do Senhor, segundo a maneira estabelecida por Arão, seu pai, como o Senhor, Deus de Israel, lhe ordenara” (v.19).

Sem dúvida, o ofício sacerdotal era o de maior responsabilidade dentro da nação eleita. Como principais líderes religiosos de Israel, cabia aos sacerdotes a missão de fortalecer a espiritualidade do povo, ensinando-o a guardar todas as palavras da Lei. Dando continuidade aos últimos atos de Davi, este cuidou de dividir os sacerdotes “segundo os seus deveres no seu ministério” (v.3), de forma justa e ordenada.

Não se sabe que tipo de método foi utilizado, mas, “sendo escolhidas as famílias por sorte” (v.6), Davi promoveu uma espécie de comissão de nomeação harmônica e prática. Como as famílias que descendiam de Itamar estavam em menor número — metade do número das famílias de Eleazar — o procedimento utilizado por Davi também promoveu igualdade entre todos, vinte e quatro “dos cabeças das famílias dos sacerdotes” (v.31).

“O ofício destes no seu ministério era entrar na Casa do Senhor, segundo a maneira estabelecida por Arão, seu pai, como o Senhor, Deus de Israel, lhe ordenara” (v.19). Tanto os príncipes do santuário como os príncipes de Deus, sacerdotes e sumo sacerdotes, representavam as “funções religiosas da mais elevada hierarquia” (CBASD, v.3, p.194). Tudo deveria seguir um padrão criterioso, e estes sacerdotes principais tinham por dever garantir isso.

O próprio santuário era uma figura de Cristo e de Seu ministério. Tudo ali apontava para o plano da redenção e seu objetivo salvífico. O fato de haver formas preestabelecidas de como tudo deveria funcionar não elimina em nada o caráter de um Deus que faz de tudo para salvar. Se a cada geração de sacerdotes houvesse a mesma disposição em servir ao Senhor através da “fé que atua pelo amor” (Gl.5:6), certamente haveria sempre comunhão entre forma e resultado, e a primeira visitação de Jesus teria sido celebrada não só por todo o Israel, mas por todo o mundo daquele tempo.

Como povo de Deus dos últimos dias, necessitamos do abundante dom do Espírito a fim de cumprirmos com fidelidade os deveres de nosso chamado. Não queremos estar inertes como o Israel do passado, mas alertas nas colinas de Belém e na jornada dos sábios do Oriente. A religião de Cristo possui sim limites bem estabelecidos em Sua Palavra, mas se obedecidos apenas como uma formalidade, não passam de regras pesadas, quando na verdade são centelhas do ardente amor de Deus pela humanidade. Pastores e líderes, hoje, devem fazer brilhar ainda mais a luz do protoevangelho e não serão menos cobrados no juízo do que os que oficiavam no santuário; pois estes deveriam anunciar a primeira vinda de Cristo, e aqueles, devem alertar às últimas gerações de que Ele voltará.

Como no santuário, os nossos locais de culto devem ser regidos com ordem e harmonia, respeitando que, apesar de haver uma hierarquia, esta não pode e não deve ser usada ou considerada de forma arbitrária, mas sob o zeloso olhar de quem ama o bom Pastor e as ovelhinhas de Seu rebanho. Negociar princípios em troca de pequenas concessões pode não parecer perigoso, mas tem o potencial de causar grave ruptura e divisão no meio do povo de Deus. Como membros do corpo de Cristo, precisamos estar bem atentos quanto a isto, “orando em todo tempo no Espírito e para isto vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos” (Ef.6:18).

Sempre que houver risco de cometermos alguma injustiça ou que surjam diferenças que ameacem a harmonia do corpo de Cristo, busquemos ao Senhor de todo o nosso coração, oremos e clamemos por Seu auxílio e, certamente, o Espírito Santo nos unirá num só pensamento (At.4:32). Como “sacerdócio real” de Deus, fomos eleitos para proclamar “as virtudes dAquele que [nos] chamou das trevas para a Sua maravilhosa luz” (1Pe.2:9). Vivamos, pois, ministros e membros da Igreja de Deus, segundo os deveres do ministério que o Senhor nos confiou. Pois isto é justo, e nos guiará para Casa. Vigiemos e oremos!

Bom dia, sacerdócio real de Deus!

Rosana Garcia Barros

#1Crônicas24 #RPSP

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1Crônicas 23 – Comentado por Rosana Barros
9 de janeiro de 2023, 0:45
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“Porque disse Davi: O Senhor, Deus de Israel, deu paz ao Seu povo e habitará em Jerusalém para sempre” (v.25).

Mesmo em sua velhice, Davi empregou seus últimos anos de vida em trabalho útil, deixando para as futuras gerações um legado de fé, ordem, dedicação e força. Mantendo a mente ocupada em fazer a vontade de Deus, Davi depôs sobre a cabeça de Salomão não apenas uma coroa, mas uma responsabilidade grandiosa que este reconheceria já em seus primórdios como monarca de Israel.

Dentre as últimas obras de Davi, estava a organização dos levitas em seus turnos e funções. Como rei e líder de batalhas, reconhecia a importância da ordem em qualquer empreendimento. Sabia que muito mais deveria ser aplicado neste sentido na Casa de Deus; que o louvor, as cerimônias e qualquer serviço do templo deveria ser bem ordenado, resplandecendo a glória de Deus, que é “Santo, Santo, Santo” (Ap.4:8).

Desta forma, “foram contados nominalmente, um por um, encarregados do ministério da Casa do Senhor, de vinte anos para cima” (v.24). Não foi feita uma eleição aleatória ou humana, mas a confirmação de uma vocação divina. O Senhor havia escolhido a tribo de Levi para servi-Lo em Seu tabernáculo, e “Arão foi separado para servir no Santo dos Santos, ele e seus filhos” (v.12). Tanto o ministério levítico como o ministério sacerdotal foram escolhidos por Aquele que não falha.

Como líderes espirituais da nação, deveriam corresponder ao seu chamado com fidelidade e diligência. “Deviam estar presentes todas as manhãs para renderem graças ao Senhor e O louvarem; e da mesma sorte, à tarde” (v.30). Ao amanhecer e ao entardecer, cada casa de Israel deveria copiar tal modelo, tornando-se uma extensão do santuário quando os pais reuniam seus filhos em torno de si para o culto familiar. Era uma celebração diária que fortalecia a fé e confirmava uma próxima geração de homens e mulheres tementes a Deus.

Deveria nos soar como familiar os princípios aqui erigidos. A dedicação, a ordem e a obediência fazem parte da vida cristã assim como os elementos da natureza seguem o seu curso, “porque Deus não é de confusão, e sim de paz” (1Co.14:33). Por isso que após concluir a organização dos levitas, Davi declarou: “O Senhor, Deus de Israel, deu paz ao Seu povo e habitará em Jerusalém para sempre” (v.25). Deus tem prazer na ordem e na paz e confirma a Sua presença no lugar assim dirigido.

Como mordomos de Cristo em Sua obra final, quanto necessitamos destes princípios bem estabelecidos e confirmados na vida! O Senhor nos escolheu, “nominalmente, um por um” (v.24) para ministérios diversos em torno de um mesmo objetivo: pregar o evangelho eterno “aos que se assentam sobre a terra, e a cada nação, e tribo, e língua, e povo” (Ap.14:6). Mas esta obra sagrada deve ser regida pela ordem: em meu coração, em minha casa, e, então, aos meus semelhantes.

Que nossa vida seja um instrumento do Espírito Santo “para esse mister” (v.5), e, certamente, Deus estará conosco, e estaremos “diante do Senhor, para O servir e para dar a bênção em Seu nome, eternamente” (v.13). Vigiemos e oremos!

Bom dia, tementes a Deus!

Rosana Garcia Barros

#1Crônicas23 #RPSP

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1Crônicas 22 – Comentado por Rosana Barros
8 de janeiro de 2023, 0:45
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“Que o Senhor te conceda prudência e entendimento, para que, quando regeres sobre Israel, guardes a lei do Senhor, teu Deus” (v.12).

Não seria Davi o edificador da Casa do Senhor, mas isso não o impediu de contribuir com o melhor que tinha para que seu filho a edificasse. Davi aplicou os últimos anos de sua vida neste sentido, e “com penoso trabalho” (v.14), preparou abundância de materiais para a construção do templo. Por ter derramado “sangue em abundância” e feito “grandes guerras” (v.8), Davi não pôde edificar uma casa ao Senhor.

Salomão, por sua vez, era “homem sereno” (v.9). A palavra sereno significa pacífico, tranquilo, manso, calmo, que não se perturba, que não se atemoriza. Eis como foi Salomão. Sobre ser sereno, o escritor James Allen pontuou: “O homem sereno descobre em si mesmo a fonte da felicidade e do conhecimento, fonte que nunca seca”. Concordo com o resultado que concluiu acerca da serenidade, só não concordo com a forma de encontrá-la. Não conseguimos e nem podemos buscar a serenidade em nós mesmos, porque ela é um dom que procede de Deus. Salomão recebeu paz e tranquilidade porque o Senhor lhe concedeu (v.9), e porque buscou em Deus “prudência e entendimento” (v.12).

Salomão teve a oportunidade de pedir o que quisesse a Deus, e uma coisa ele pediu: “Dá, pois, ao teu servo coração compreensivo para julgar a Teu povo, para que prudentemente discirna entre o bem e o mal” (1Rs.3:9). O pedido de Salomão agradou a Deus e explica o fato de o haver escolhido para a edificação de Sua Casa. Salomão não apenas seria o edificador do templo físico, mas o seu trono seria para sempre estabelecido, o que apontava para o reino de Cristo (v.10). Nunca mais haveria um reinado terreno tão próspero e tão memorável quanto o de Salomão.

O Senhor deseja derramar sobre cada um de Seus filhos abundância de serenidade e de entendimento. Assim como Salomão recebeu de Deus uma grande missão, Deus também nos chama para cumprirmos a Sua obra hoje: “Dispõe-te, pois, e faze a obra, e o Senhor seja contigo!” (v.16). Salomão teria consigo “trabalhadores em grande número” (v.15). Mas a realidade que Cristo nos apresentou, mostra um quadro bem diferente: “A seara, na verdade, é grande, mas os trabalhadores são poucos. Rogai, pois ao Senhor da seara que mande trabalhadores para a Sua seara” (Mt.9:37-38). É por isso que a Bíblia chama o povo de Deus dos últimos dias de “restantes”, “os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus” (Ap.12:17).

A prosperidade que o mundo tem supervalorizado é muito diferente da prosperidade como resultado da obediência. A maioria das pessoas se recusa a ouvir as instruções do Senhor, mas exige receber as Suas bênçãos. Dispor o coração e a alma para buscar ao Senhor não se trata de esperar algo em troca, e sim de dar o primeiro passo na direção do centro da vontade de Deus; “então, prosperarás” (v.13). Fato é que o mundo carece de pessoas serenas e prudentes, que na teoria, e principalmente na prática, revelem a glória de Deus. Precisamos rogar a Deus que aumente o número de trabalhadores, mas também necessitamos vigiar e orar constantemente para que o Senhor nos confirme em Sua obra.

Meus amados, não é tempo de brincar de ser cristão, é tempo de uma entrega genuína, autêntica e completa. É tempo de “penoso trabalho” (v.14) em favor dos que estão ao nosso redor perecendo. É tempo de ser “forte e corajoso” (v.13) e não ter medo diante das dificuldades. É tempo de buscar ao Senhor de todo o coração, e renunciar tudo aquilo que tem nos afastado dEle. Então, Jesus nos acrescentará dia após dia os que serão salvos (At.2:47) e conservará o nosso galardão (Ap.22:12), até que Ele volte. Que a nossa vida seja verdadeiramente “santuário de Deus […] porque o santuário de Deus, que sois vós, é sagrado” (1Co.3:17). Vigiemos e oremos!

Feliz semana, serenos e prudentes do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#1Crônicas22 #RPSP

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1Crônicas 21 – Comentado por Rosana Barros
7 de janeiro de 2023, 0:45
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“Então, Satanás se levantou contra Israel e incitou a Davi a levantar o censo de Israel” (v.1).

A sabedoria que Deus tem prazer em nos conceder (Tg.1:5), é dada na medida que nos dispomos a recebê-la. Cada dia enfrentamos novos desafios, novas situações, e a partir daí nossas intenções são provadas. Pediremos a Deus para nos conduzir, ou faremos tudo conforme a nossa própria vontade? Mesmo um homem segundo o coração de Deus não escapou de ser incitado por Satanás. Davi resolveu levantar um censo impulsionado pelo orgulho. E apesar de Joabe ter-lhe advertido sobre o mal que atingiria todo o povo, Davi usou de seu título e posição a fim de que sua palavra prevalecesse.

A sua coroa não era para que recebesse privilégios, mas para que lhe fosse um privilégio servir a Deus e ao Seu povo. Suas palavras não poderiam invalidar o “assim diz o Senhor”, mas confirmá-lo. Ao perceber a sua iniquidade e que havia procedido “mui loucamente” (v.8), Davi resolveu fazer o que deveria ter feito antes: orar. A espada do Senhor que veio logo depois, foi a prova inquestionável do quanto é perigoso e destrutivo não manter a vigilância no terreno do coração. Porque “enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e desesperadamente corrupto; quem o conhecerá?” (Jr.17:9).

Precisamos proteger as entradas da alma com as mesmas armas usadas por Cristo. Quando no deserto da tentação, Jesus venceu Satanás através da tríplice estratégia: jejum, oração e uso correto do “está escrito” (Mt.4:4). Se dizemos servir a Deus, mas não temos uma experiência relacional com Ele todos os dias, nos tornamos alvo fácil para o Maligno contra os nossos irmãos e contra a nossa própria salvação. A verdadeira sabedoria jamais é concedida para atender ao capricho humano, mas é liberalmente concedida àquele que teme ao Senhor. Pois “o temor do Senhor é o princípio da sabedoria” (Pv.9:10).

O Senhor repreendeu a Davi, e ele se revoltou? Não, amados! Deus repreendeu a Davi, e Davi O amou! Como está escrito: “Repreende o sábio, e ele te amará” (Pv.9:8). A oração intercessora de Davi pelo povo foi uma confirmação do grande amor que devotava a Deus e de como havia se arrependido de seu pecado. Seu coração ficou em pedaços ao ver os resultados de sua imprudência. Ao permitir que o orgulho o dominasse, e o número de seu exército fosse mais importante do que reconhecer que a mão do Senhor vencia as batalhas, Davi entrou no perigoso terreno do seu próprio “eu”. Portanto, “não sejas sábio aos teus próprios olhos; teme ao Senhor e aparta-te do mal” (Pv.3:7).

Deus não deseja enviar um “anjo destruidor” (v.15) em nossa vida. Ele deseja que vivamos a experiência de Ornã. Este personagem não estava fazendo nada de grandioso para receber o privilégio de ver o Anjo do Senhor. Ele estava em sua lida diária. Quando Davi deixou de cumprir os seus deveres para viver suas vaidades, deu lugar a atuação de Satanás. Mas quando os filhos de Deus se ocupam em fazer aquilo que o Senhor os designou, por mais simples que seja o serviço, seus olhos são abertos para ver o sobrenatural, e sua resposta não pode ser diferente da resposta de Ornã: “dou tudo” (v.23)!

Assim como Davi se recusou a oferecer holocausto que não lhe custasse nada, que não poderia se beneficiar da entrega e devoção de Ornã, a nossa entrega e devoção a Deus deve ser pessoal e intransferível. Não podemos depender da espiritualidade de terceiros, mas buscar diariamente fortalecer o nosso próprio relacionamento com o Senhor. Que possamos oferecer a Deus o que Ele mesmo nos pede em Provérbios 23:26: “Dá-me, filho meu, o teu coração”, e edificar “ali um altar ao Senhor” (v.26) a cada dia, para que sejamos transformados pelo Espírito Santo e a nossa vida seja sempre uma oferta agradável ao Senhor, pronta para ser recolhida quando Jesus voltar. Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, tementes a Deus!

Rosana Garcia Barros

#1Crônicas21 #RPSP

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1Crônicas 20 – Comentado por Rosana Barros
6 de janeiro de 2023, 0:45
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“Estes nasceram dos gigantes em Gate; e caíram pela mão de Davi e pela mão de seus homens” (v.8).

Alguns acreditam que os gigantes da Bíblia mediam aproximadamente incríveis quatro metros de altura. Outros, que chegavam a quase três metros. Uma coisa é certa: eram homens imponentes e extremamente fortes. Quando Moisés enviou os primeiros espias à terra prometida, o medo apoderou-se do povo quando soube que era terra de gigantes (Nm.13:28). Medo esse que provocou a incredulidade daquela geração, condenada a peregrinar quarenta anos no deserto.

Golias não seria o único gigante na vida de Davi. No quesito dificuldades, Davi teve que enfrentar “gigantes” bem maiores, como a perseguição implacável de Saul. Mesmo Davi demonstrando o seu amor, e dando provas incontestáveis de sua lealdade, Saul tornou-se “um homem de grande estatura” (v.6) na vida de Davi. O pastorzinho de Jessé não tinha ambição alguma de tomar a coroa de Saul como fez com o rei de Rabá (v.2). Saul que a escolheu perder. Mas Davi confiou na justiça do Senhor e o Senhor o livrou.

Meus irmãos, como o capítulo de hoje, serei rápida e objetiva. As dificuldades que aparecem na nossa vida podem ser instrumentos de derrota ou de vitória. Tudo vai depender de como as enfrentamos. Quantas vezes são problemas que podem ser facilmente solucionados e acabamos transformando-os em verdadeiros gigantes. Quantas vezes o Senhor nos convida a nEle descansar e trocamos a Sua graciosa oferta por angústia e frustração: “Em vos converterdes e sossegardes, está a vossa salvação; na tranquilidade e na confiança, a vossa força, mas não o quisestes” (Is.30:15).

Eu não sei qual ou quais são os gigantes que te desafiam. Mas o Senhor diz aos Seus filhos, hoje: “Não temas diante deles, porque Eu sou contigo para te livrar, diz o Senhor” (Jr.1:8). Não se desespere diante da tribulação. Confia no Senhor dos Exércitos, e Ele fará de você um gigante da fé, e lhe recompensará com a coroa da salvação. Basta aceitar, confiar e permanecer sendo reavivado, até atingir “a medida da estatura da plenitude de Cristo” (Ef.4:13). Vigiemos e oremos!

Bom dia da preparação, vencedores em Cristo!

Rosana Garcia Barros

#1Crônicas20 #RPSP

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1Crônicas 19 – Comentado por Rosana Barros
5 de janeiro de 2023, 0:45
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“Sê forte, pois; pelejemos varonilmente pelo nosso povo e pelas cidades de nosso Deus; e faça o Senhor o que bem Lhe parecer” (v.13).

A estratégia política usada por Naás não foi a mesma usada por seu filho, Hanum. Davi usou de bondade. Hanum desmoralizou os mensageiros de Davi. O contraste gerou discórdia, e a discórdia gerou guerra. E os valentes de Davi foram enviados para serem instrumentos do Senhor, avançando com firmeza na certeza da vitória. A sentença dita por Joabe: “faça o Senhor o que bem Lhe parecer” (v.13), não denota um famoso “se Deus quiser”, e sim um “seja feita a Tua vontade” (Mt.6:10). Foi uma expressão de plena confiança na provisão divina. Deus os fortalecia e, por conseguinte, fortaleciam-se uns aos outros.

Percebam que o versículo doze enfatiza a forma como eles se ajudavam mutuamente. Um agia em socorro do outro, conforme a necessidade. O mais forte agindo em favor do mais fraco. Esse é um dos princípios fundamentais da Palavra de Deus: a solidariedade. Primeiramente, a ajuda vem do Alto, mas ela precisa produzir seus efeitos horizontais. Ao nosso lado existem pessoas que precisam que usemos de bondade para com elas. Não por intenções egoístas, mas por amor; pelo precioso amor que de Deus procede.

Um dia João Batista enviou mensageiros a Jesus para perguntar se Ele realmente era o Messias. Ora, João havia confessado isso pouco tempo antes e pôde contemplar e ouvir a manifestação do Pai e do Espírito Santo no batismo de Jesus. Como, pois, perguntar se ainda viria outro após Ele? Jesus poderia tê-lo censurado, porém, escolheu enviar-lhe uma resposta incontestável: “os cegos veem, os coxos andam, os leprosos são purificados, os mortos são ressuscitados, e aos pobres, anuncia-se-lhes o evangelho” (Lc.7:22).

Assim como nas batalhas do antigo Israel, temos de lidar com um conflito cósmico cujo inimigo “anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar” (1Pe.5:8). Mas o Senhor “escolheu dentre todos o que havia de melhor […] e os formou em linha” (v.10), para a batalha final. Precisamos ter em mente que somos soldados de um só exército e que a nossa missão consiste em cuidar uns dos outros; aliviar os sofrimentos, tratar das feridas e, se preciso for, dar “a própria vida em favor dos seus amigos” (Jo.15:13).

A resposta que os mensageiros de Davi tiveram tornou-se em vergonha, mas a resposta dada por Cristo aos mensageiros de João Batista tornou-se em inconfundível manifestação das maravilhosas obras de Deus. Cumpre-nos permanecer em Cristo Jesus a fim de que as Suas obras sejam reveladas em nós. Nas trincheiras deste mundo ainda existem milhares de soldados aguardando alistamento. O Espírito de Deus tem Se movido por sobre as multidões e procurado pelos verdadeiros adoradores, “todo o exército dos valentes” (v.8) do Senhor.

Há uma ardente expectativa do universo não caído pelo fim do pecado e pelo começo de um planeta Terra renovado. Anjos intensificam seu “serviço a favor dos que hão de herdar a salvação” (Hb.1:14). Jesus mostra ao Pai as marcas de Seu sacrifício, e Seu amor é derramado sobre o mundo em forma de longanimidade, “não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento” (2Pe.3:9). É nosso dever cristão fazer parte deste cenário de amor eterno agindo em socorro de nossos irmãos. Mas agindo como? Jesus nos dá a resposta: “aquele que crê em Mim fará também as obras que Eu faço e outras maiores fará” (Jo.14:12).

Vá a Jesus, hoje. Olhe para Ele. Só podemos ser transformados à Sua imagem através da contemplação. Olhando para Jesus você conseguirá olhar para o seu semelhante com as lentes da graça de Deus. Portanto, “executai juízo verdadeiro, mostrai bondade e misericórdia, cada um a seu irmão” (Zc.7:9). Vigiemos e oremos!

Bom dia, linha de frente do exército do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#1Crônicas19 #RPSP

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1Crônicas 18 – Comentado por Rosana Barros
4 de janeiro de 2023, 0:45
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“… e o Senhor dava vitórias a Davi, por onde quer que ia” (v.13).

Davi subiu ao trono de Israel não apenas como um rei, mas como um valente guerreiro e justo juiz. Com a mesma coragem com que desafiou a fúria de Golias, Davi enfrentava cada batalha, certo de que o Senhor dos Exércitos ia à sua frente. Em cada conquista, tudo era dedicado a Deus, e boa parte separada para a construção do futuro templo. Certamente, o reinado de Davi tornou-se conhecido entre os povos e, como herói de guerra era temido pelas nações da Terra.

Apesar de sua fama nas batalhas, era um homem que também as evitava, sempre que possível. Quando proposta, a paz era feita em forma de alianças políticas através do pagamento de tributos e de mão-de-obra escrava. Em sua função como juiz, “julgava e fazia justiça a todo o seu povo” (v.14). Na lista de seus oficiais estão inclusos alguns de seus valentes, sendo que seus filhos “eram os primeiros” ao seu lado (v.17). Se os registros de Davi fossem limitados ao que temos visto até agora neste livro, sua biografia poderia ser considerada a de um perfeito governante e de um homem de Deus exemplar.

Mas, por algum motivo, o Senhor escolheu revelar as quedas de Davi e deixá-las registradas nas Escrituras. Davi foi vitorioso nos conflitos externos, mas teve de enfrentar terríveis derrotas em conflitos internos. Às escondidas com Bate-Seba, ou na ousadia de levantar um censo sem a permissão de Deus, o bravo monarca teve de encarar de frente as consequências de seus pecados, e o seu pior inimigo: ele mesmo. “Pois eu conheço as minhas transgressões, e o meu pecado está sempre diante de mim” (Sl.51:3).

É fácil ficar em pé diante da vitória, difícil é permanecer da mesma forma em face da derrota. Davi foi considerado um homem segundo o coração de Deus não por causa de suas conquistas, mas porque permitiu que suas quedas se tornassem em degraus para estar mais perto do Senhor. Ele não encontrava desculpas para o pecado, mas o confessava em profundo arrependimento: “Pequei contra Ti, contra Ti somente, e fiz o que é mau perante os Teus olhos” (Sl.51:4).

Às vezes o que nos falta é justamente essa confissão e entrega. Nas vitórias, reconhecer que foi a mão do Senhor. Nas derrotas, clamar por Seu perdão e auxílio. Nas primeiras palavras de Jesus em Seu ministério terrestre encontramos o cerne da pregação do evangelho: “Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus” (Mt.4:17). O “Senhor dava vitórias a Davi, por onde quer que ia” (v.6) não porque houvesse em Davi mérito algum, e sim porque Davi confiava em Deus e em Seu amor, como está escrito: “Porque a Mim se apegou com amor, Eu o livrarei; pô-lo-ei a salvo, porque conhece o Meu nome” (Sl.91:14).

Conhecer o nome do Senhor significa conhecer o Seu caráter e revelá-lo em nossa vida diária. Não como expositores de uma piedade que não nos é inerente, mas como salvos pela justiça de Cristo e, por Sua graça, testemunhas reais do que o Espírito Santo pode realizar na vida daqueles que O permitem. Estamos todos inseridos no grande conflito entre o bem e o mal, “pois todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Rm.3:23). Mas nesse contexto desanimador é que surge a bendita esperança: “Agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus” (Rm.8:1).

Apegue-se ao Senhor! Prossiga em conhecê-Lo! Confesse-Lhe os seus pecados! E as mesmas bênçãos e promessas feitas a Davi lhe acompanharão por onde quer que você vá. Vigiemos e oremos!

Bom dia, apegados ao amor de Deus que está em Cristo Jesus!

* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.

Rosana Garcia Barros

#1Crônicas18 #RPSP

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1Crônicas 17 – Comentado por Rosana Barros
3 de janeiro de 2023, 0:45
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“Sê, pois, agora, servido de abençoar a casa de teu servo, a fim de permanecer para sempre diante de Ti, pois Tu, ó Senhor, a abençoaste, e abençoada será para sempre” (v.27).

Davi habitava “em sua própria casa” (v.1) quando expressou ao profeta Natã a sua angústia: “Eis que moro em casa de cedros, mas a arca da Aliança do Senhor se acha numa tenda” (v.1). Aquela situação incomodou o homem segundo o coração de Deus. Como ele poderia morar em uma bela casa, enquanto a Casa do Senhor não passava de uma tenda? Percebendo a sinceridade do rei e reconhecendo seu propósito louvável, o profeta Natã o encorajou: “Faze tudo quanto está no teu coração, porque Deus é contigo” (v.2).

Davi tinha as melhores intenções, mas elas não correspondiam à vontade de Deus. Não seria por meio dele que o templo seria construído, mas por seu filho e sucessor, Salomão. Muitas vezes temos as melhores intenções possíveis em realizar a obra do Senhor, mas esquecemos de perguntar ao Senhor da obra se realmente estamos no caminho certo. Davi não foi o escolhido por Deus para construir o templo, e sim para iniciar uma dinastia que faria parte da genealogia do Rei dos reis e Senhor dos senhores, Jesus Cristo.

Ainda que debaixo da bênção do Senhor, isso não nos autoriza a fazer tudo o que desejamos, mesmo que esteja relacionado ao serviço cristão. Agir dessa forma acaba gerando resultados insatisfatórios e causando decepções que poderiam ser evitadas simplesmente se fizéssemos o que estudamos essa semana: antes da ação, vem a oração. Tenho aprendido a viver dessa forma, e posso lhes garantir: vale muito a pena! É tão maravilhoso, que você pedirá a Deus todos os dias para nunca mais voltar a fazer qualquer coisa sem antes buscar a Sua orientação. Afinal, Cristo mesmo disse: “porque sem Mim nada podeis fazer” (Jo.15:5). Não significa, porém, que sempre teremos as respostas que buscamos da forma que desejamos. Mas, certamente, mais cedo ou mais tarde, os justos desfrutam do cumprimento da Palavra: “Clamam os justos, e o Senhor os escuta e os livra de todas as suas tribulações” (Sl.34:17).

Davi queria fazer algo maravilhoso, mas sem a permissão divina não passaria de uma simples construção. E sabem o que é mais lindo? O diálogo entre o Senhor e Davi. A intimidade que havia entre este e Deus pode ser claramente percebida todas as vezes que Davi expressava a sua gratidão. Como ele mesmo escreveu: “A intimidade do Senhor é para os que O temem, aos quais Ele dará a conhecer a Sua aliança” (Sl.25:14). Deus realmente deu a conhecer a Davi a Sua aliança com ele e com a sua descendência: “de maneira que também falaste a respeito da casa de teu servo para tempos distantes” (v.17). Os salmos que compôs são verdadeiras orações cantadas. Davi não escondia suas intenções, nem tampouco fingia ser o que não era. Por isso que com ousadia, disse ao Senhor: “Pois Tu conheces bem Teu servo” (v.18). E com humildade se fez o menor dentre todos: “Quem sou eu, Senhor Deus, e qual é a minha casa, para que me tenhas trazido até aqui?” (v.16).

Ele mesmo confessou: “que é o homem, que dele Te lembres?” (Sl.8:4). Contudo, Deus tem prazer em abençoar Seus filhos e torná-los bem-sucedidos por onde quer que andem (v.8). E a bem-aventurança de Davi seria perpetuada por meio de Jesus, o “Filho de Davi”. Competia a Davi fazer preparativos para a construção do templo, entretanto, não lhe competia edificá-lo. De uma coisa, porém, ele podia ter certeza: o Senhor o amava e amava a sua casa com amor eterno (v.27). Notem que o seu pecado com Bate-Seba e a morte de Urias não são mencionados neste livro. Nem tampouco as perseguições de Saul e a traição de seus filhos. Ao reescrever a sua história, o Senhor limitou o cronista a não registrar as memórias de Davi que mais o fizeram sofrer.

O ‘felizes para sempre’ existe, meus amados irmãos! Não é apenas uma frase clichê de contos infantis. É uma promessa de Deus para “todo aquele que nEle crê” (Jo.3:16). O que Davi conquistou com guerras foram despojos de dor. Mas as guerras que Deus venceu por ele foram milagres do amor. Amor de um Deus que escolhe esquecer os nossos pecados, e os lança “nas profundezas do mar” (Mq.7:19). Logo, estaremos no Lar eterno onde “não haverá lembrança das coisas passadas, jamais haverá memória delas” (Is.65:17). Se você nunca experimentou a intimidade do Senhor, não perca mais tempo! Busque agora mesmo um lugar onde possa conversar com Aquele que deseja ser o seu melhor Amigo. Continue sendo reavivado pela Palavra, e, certamente, pela fé, você ouvirá: Te “confirmarei na Minha casa e no Meu reino para sempre” (v.14). Vigiemos e oremos!

Bom dia, amigos do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#1Crônicas17 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



1Crônicas 16 – Comentado por Rosana Barros
2 de janeiro de 2023, 0:45
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“Rendei graças ao Senhor, invocai o Seu nome, fazei conhecidos, entre os povos, os Seus feitos” (v.8).

A arca da aliança foi introduzida “no meio da tenda que lhe armara Davi; e trouxeram holocaustos e ofertas pacíficas perante Deus” (v.1). Ali, foi tributado ao Senhor um culto especial de entrega, de comunhão e de gratidão. “[Tanto] os homens como as mulheres” (v.3) foram beneficiados com porções iguais de alimento, como um símbolo da igualdade das bênçãos provenientes da verdadeira adoração.

Desde a mais tenra idade, Davi desenvolveu um gosto pela música e seu talento, nas mãos de Deus, tornou-se em instrumento de louvor. Ao tocar a sua harpa nas colinas de Belém ou diante de um rei endemoniado, não restava dúvida de que suas composições eram acompanhadas pela regência do Céu e afugentavam as potestades malignas. E era esse tipo de música que deveria encher o santuário, “e celebrar, e louvar, e exaltar o Senhor, Deus de Israel” (v.4), “continuamente” (v.37).

Diante de um cenário de paz e harmonia, Davi declamou as palavras que compõem o texto de pelo menos três salmos: Salmo 96, Salmo 105 e Salmo 106. Em forma de ações de graças, o rei poeta exaltou o nome de Deus, confirmou a sua confiança na aliança divina, fez um chamado a todos para que adorem somente ao único Deus e Criador de todas as coisas, e terminou com as boas-novas da salvação que só o Senhor pode dar.

Parece que Davi estava vivendo um pequeno vislumbre do Céu. O santuário e tudo o que ali havia despertava em Davi o ardente desejo de estar na presença de Deus. Era ali que o guerreiro de Judá depunha sua armadura mortal e vestia-se “de um manto de linho fino” (1Cr.15:27); tirava a sua coroa real, e humilhava-se na condição de servo; deixava de ser um rei, para tornar-se um súdito. E experimentando aquela atmosfera celestial, com o coração e com lágrimas orava: “que eu possa morar na Casa do Senhor todos os dias da minha vida, para contemplar a beleza do Senhor e meditar no Seu templo” (Sl.27:4).

Aquele lugar sagrado apontava para a morada de Deus, mas, principalmente, para a promessa verdadeira e fiel de que o Senhor salvará o Seu povo. Através do episódio do transporte da arca, Davi soube reconhecer que há um abismo entre apenas conhecer as Escrituras e conhecer e praticar as Escrituras. Quando ele declarou: “Porque todos os deuses dos povos são ídolos; o Senhor, porém, fez os céus” (v.26), nos deixou o ponto exato que faz diferença entre o Senhor e os deuses e ídolos deste mundo: o Senhor Deus é o Criador.

O único mandamento que contém o selo da criação, é o quarto mandamento, quando diz: “porque, em seis dias, fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há e, ao sétimo dia, descansou; por isso, o Senhor abençoou o dia de sábado e o santificou” (Êx.20:11). Declara ainda a primeira voz angélica: “Temei a Deus e dai-Lhe glória, pois é chegada a hora do Seu juízo; e adorai Aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas” (Ap.14:7). Israel era o único povo que observava o sábado dentre as demais nações, e esta será uma marca distintiva do povo de Deus que, dentro em breve, acentuará a diferença entre os falsos e os verdadeiros adoradores.

Assim como há uma forma litúrgica especial de louvor na Casa do Senhor, com “instrumentos de música de Deus” (v.42), bem como um dia de especial adoração que Ele mesmo declarou como santo, somos chamados a desfrutar das bênçãos da obediência, rejeitando tudo aquilo que não dê “ao Senhor a glória devida ao Seu nome” (v.29). Possamos, hoje, dar ouvidos ao apelo do apóstolo Paulo: “E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Rm.12:2).

Seja a nossa oração “continuamente ao Senhor” (v.40): “Salva-nos, ó Deus da nossa salvação, ajunta-nos e livra-nos das nações, para que rendamos graças ao Teu santo nome e nos gloriemos no Teu louvor” (v.35). Vigiemos e oremos!

Bom dia, povo da aliança perpétua!

Rosana Garcia Barros

#1Crônicas16 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



1Crônicas 15 – Comentado por Rosana Barros
1 de janeiro de 2023, 0:45
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“Santificaram-se, pois, os sacerdotes e levitas, para fazerem subir a arca do Senhor, Deus de Israel” (v.14).

A bênção de Deus na casa de Obede-Edom alegrou sobremodo o coração de Davi, e o fez reconhecer que o seu procedimento anterior não estava de acordo “como Moisés tinha ordenado, segundo a palavra do Senhor” (v.15). Davi não havia consultado a Deus no transporte da arca, como o fez antes de guerrear contra os filisteus. Por mais que as suas intenções fossem sinceras, deixou de cumprir o “assim diz o Senhor”. A diferença entre a sua atitude precipitada e a atitude de Saul com seus sacrifícios abomináveis (1Sm.15:22), estava no tipo de solo do coração.

Saul permitiu que seu coração se tornasse um solo pedregoso. Já Davi permitiu que Deus lhe conservasse um coração de carne, onde as correntes de Sua bondade pudessem penetrar e conduzi-lo ao arrependimento (Rm.2:4). Davi reconhecia o seu erro e procurava fazer o que era correto. E ao chamar os levitas para transportar a arca da aliança, a sua primeira ordem a eles foi: “Santificai-vos” (v.12).

Na primeira vez, não haviam buscado o Senhor conforme ordenado. Portanto, precisavam fazer tudo “segundo a palavra do Senhor” (v.15). Os levitas foram separados por Deus para desempenhar funções específicas no templo, e para isso deveriam santificar-se, ou seja, separar-se de tudo aquilo que pudesse tornar comum o que Deus havia declarado santo. E ao som dos instrumentos separados para a adoração no templo, de vozes de canto e “com alegria” (v.25), Davi “e todo o Israel” (v.28) fizeram subir a arca do Senhor à Jerusalém; exceto Mical, filha de Saul e esposa de Davi, que vendo “Davi dançando e folgando, o desprezou no seu coração” (v.29).

Enquanto sua esposa insatisfeita e desprovida da alegria celestial lançava sobre ele olhar de reprovação, Davi se alegrava no Senhor. Como seu pai, Mical estava fechando o coração para enxergar a bondade de Deus, e o seu desprezo endureceu o seu coração. Para ela, aquela atitude de Davi não era adequada a um rei. Diante da Palavra de Deus e de tudo aquilo que Ele separou como sagrado deve haver alegria e júbilo. Davi escolheu adorar do chão para o Céu. Mical escolheu julgar da janela para o chão.

Amados, temos buscado juntos, diariamente, a santificação por meio da Palavra, como Jesus orou: “Santifica-os na verdade; a Tua Palavra é a verdade” (Jo.17:17). E através desta busca, nos é dada a oportunidade do hoje e a possibilidade do amanhã. Portanto: “Hoje, se ouvirdes a Sua voz, não endureçais o vosso coração” (Hb.3:15). Com júbilo e com alegria, receba em seu coração a Palavra do Senhor! E se achar que está com o coração endurecido, Deus tem uma linda obra para realizar em você, agora: “tirarei da sua carne o coração de pedra e lhes darei coração de carne” (Ez.11:19). Que o Espírito Santo santifique e purifique o nosso coração, preparando-nos para a breve volta de Jesus, pois sem a santificação “ninguém verá o Senhor” (Hb.12:14). Vigiemos e oremos!

Feliz semana, santificados pela Palavra!

Rosana Garcia Barros

#1Crônicas15 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100