Reavivados por Sua Palavra


JÓ 11 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
7 de julho de 2026, 1:30
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Texto bíblico: JÓ 11 – Primeiro leia a Bíblia

COMENTÁRIO BLOG ASSOCIAÇÃO GERAL

COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS

COM. PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse aqui os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)



JÓ 11 – COMENTÁRIO BLOG ASSOCIAÇÃO GERAL by Jeferson Quimelli
7 de julho de 2026, 1:00
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: JÓ 11

Neste capítulo é Zofar quem fala. Ele é conhecido como sendo um naamatita, o que alguns acreditam significar ser um descendente de Naor, irmão de Abraão.

Quando Zofar fala que os ímpios não terão nenhum lugar para fugir e que suas esperanças se transformarão em tristeza e perda de vida (v. 20), ele não está pensando sobre o fim dos tempos, mas sobre o presente. Fala, também, por outro lado, que a solução para Jó reside na sua vontade de se aproximar de Deus e ouvi-Lo.

Zofar, assim como seus outros amigos, foca o tempo presente. Se algo de bom está para acontecer a uma pessoa, isto deve acontecer neste momento e não futuramente, no céu. Descobertas arqueológicas no Egito e Mesopotâmia nos demonstram que este modo de pensar, comum na era moderna, já existia desde naquela época, a milhares de anos atrás. Zofar e seus amigos são exemplos do pensamento “viva para o agora”.

Querido Deus
Assim como Jó, queremos manter viva a esperança do Advento e não pensarmos apenas no presente. Em nome de Jesus, Amém.

Koot van Wyk
Kyungpook National University
Sangju, Coreia do Sul

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/job/11
Tradução: Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Pr Jobson Santos



JÓ 11 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
7 de julho de 2026, 0:50
Filed under: Sem categoria

1442 palavras

1-20 Assim como Elifaz (v. 4.7-11) e Bildade (v. 8.3-6), Zofar declara que os pecados de Jó foram a causa das aflições (Bíblia de Estudo NVI Vida).

Zofar era o menos sensível e o menos respeitoso dos amigos em relação a Jó. Ele lançou um ataque brutal contra Jó (v. 16) e voltou à pergunta de 4:17 e 9:2: Pode um ser humano ser justo? Comentário Bíblico Andrews – Jó a Malaquias, p. 105.

Zofar foi o terceiro dos amigos a falar, e o menos cortês. Cheio de ódio, ele ataca Jó, dizendo que Jó merece mais punição e não menos. Zofar assumiu a mesma posição de Elifaz (cap. 4,5) e Bildade (cap.8) de que Jó estava sofrendo por causa de pecado, mas seu discurso foi, de longe, o mais arrogante (Life Application Study Bíble Kingsway NIV).

2-3 As palavras de Zofar são mais duras que as de Bildade (8:2) (Andrews Study Bible).

Zofar revela falta de compaixão ao deixar de se colocar no lugar de Jó antes de condená-lo. Além disso, Zofar não está inteiramente certo na condenação: Jó foi sincero em questionar ações de Deus que lhe pareciam injustas (v. 9.14-24), mas não zombou de Deus (é Zofar quem o acusa de ter feito isso) (Bíblia de Estudo NVI Vida).

Naamatita. Não se sabe qual a tribo ou qual a cidade que deu origem a este nome; talvez Zofar veio da mesma região dos demais amigos de Jó, das nações semíticas aparentadas com os israelitas, entre o Jordão e o norte do deserto da Arábia. Bíblia Shedd.

palavrório. Zofar parece irritado com o tamanho do discurso de Jó. Os orientais consideravam a brevidade no falar como uma virtude distintiva (ver Pv 10:19; Ec 5:2)(CBASD, vol. 3, p. 591).

parolas. Do heb. badem, “fala vazia” (ver Is 16:6; Jr 48:30; 50:36)(CBASD, vol. 3, p. 591).

Pois dizes […] sou limpo aos Teus olhos. Jó nunca disse isto (Andrews Study Bible).

Zofar […] deixa subentendido que Jó estava reivindicando ter pureza absoluta (perfeição impecável), mas Jó em nenhuma ocasião aplica esses termos a si (Bíblia de Estudo NVI Vida).

O livro de Jó também não apoia a acusação de Zofar de que Jó havia afirmado que seu ensino era puro. Parece improvável que Jó havia feito tal afirmação. Parece mais provável uma atribuição errônea da parte de Zofar, pois alguém havia falado, hipoteticamente, que Jó era puro (Bildade, em 8:6). Comentário Bíblico Andrews – Jó a Malaquias, p. 106.

Este verso reitera o ponto central de desacordo entre Jó e seus amigos. Jó aceitava o testemunho de sua consciência, enquanto seus amigos interpretavam mal o testemunho de seu sofrimento(CBASD, vol. 3, p. 591).

Essa não é uma citação correta das palavras de Jó, que nunca se declarou impecável. Jó apenas afirmou não levar o tipo de vida pecaminosa que pudesse merecer tão severos castigos. Ele já havia admitido que nenhum mortal poderia ser justo diante de Deus (9.2) (Bíblia de Genebra).

É inteiramente verdadeiro que muitos de nós estamos dominados pela autocomplacência, porque julgamos o que há de melhor em nós pelo que há de pior nos outros. Pode acontecer, também, que tenhamos uma inadequada concepção do que Deus é, e do que ele requer de nós. Será melhor batermos no peito como o publicano e nos confessarmos o pior dos pecadores (Comentário Bíblico VT – FBMeyer).

6 Zofar diz que Jó merece punição adicional – ele é o mais cruel dos amigos (Andrews Study Bible).

7-12 Zofar deseja que Jó se submeta ao processo pelo qual a divina sabedoria deseja fazê-lo passar, para então haver esperança de um fiel a todos aqueles sofrimentos. Bíblia Shedd.

desvendarás […]? A frase diz, literalmente: “Você poderá descobrir as coisas a serem exploradas sobre Deus?” (CBASD, vol. 3, p. 591).

como as alturas dos céus. Paulo usa as mesmas quatro dimensões para descrever o amor de Deus em Cristo (Ef 3.18) (CBASD, vol. 3, p. 591).

mais profunda é ela do que o abismo. NVI: mais profundos que as profundezas. NKJV: Mais profundo que o sheol (original hebraico). […] nome dado ao lugar dos mortos [segundo o pensamento corrente da época]. É usado quase 500 vezes na Bíblia, 7 delas em Jó (CBASD, vol. 3, p. 591).

arcanos de Deus. NVI: “os mistérios de Deus”. NKJV: “as coisas profundas de Deus” [deep things of God].

9 Para Zofar, Deus só pode condenar os seres humanos, como argumentava o espírito referido por Elifaz. Zofar insistiu que a conversa vazia não justificaria ninguém. Comentário Bíblico Andrews – Jó a Malaquias, p. 106.

11 Ao chamar Jó de “enganador” (NIV e NVI), Zofar estava acusando Jó de possuir falhas e pecados secretos. Apesar desta suposição de Zofar ser incorreta, sua explanação de que Deus sabe e vê tudo é acurada (Life Application Study Bíble Kingsway NIV).

12 quando a cria de um asno montês nascer homem. Nota textual NVI: “ou: ‘nascer domesticado’”. A nota textual NVI contrapõe duas espécies correlatas, porém totalmente diferentes, de animais bíblicos – o jumento selvagem e o domesticado (Bíblia de Estudo NVI Vida).

…isto é, um homem tão intratável, indomado e teimoso como um asno selvagem ainda pode se transformar num verdadeiro homem (CBASD, vol. 3, p. 592).

13-20 Zofar falou da esperança no arrependimento em seu segmento final (v. 13-20). Como Elifaz e Bildade, ele garantiu a Jó que o arrependimento lhe traria a liberação de seu sofrimento. Sua culpa lhe havia trazido a ira divina, mas seu caso não era sem esperança. Comentário Bíblico Andrews – Jó a Malaquias, p. 106.

Isso parece um bom conselho para um pecador devasso, mas não se aplica ao caso de Jó. Como Bildade, Zofar não abre espaço para a misericórdia. Jó teria que se tornar justo antes que Deus o aceitasse (Bíblia de Genebra).

Jó precisa entregar seu coração à direção divina (cf 1 Sm 7.3), limpando suas mãos (v 13), e lançando para longe suas iniquidades (v 14); então estaria em condições de entrar em comunhão com Deus, arrependido dos seus pecados, e esquecido de toda a angústia que sofrera no passado, por causa do brilho do raio da luz do presente (vv 16-17), conduzido agora à segurança e à esperança (18, 19). O ensinamento deste trecho é uma perfeita joia de inspiração, não obstante ser, para Jó, ofuscada pela amargura da pressuposição de que ele mesmo é um pecador que precisa de se arrepender. Bíblia Shedd.

Ideia popular, mas falsa: o bom prospera, o ímpio sofre [cf. tb Elifaz, 5:17-26, e Bildade, 8:5-7] (Andrews Study Bible).

13 estenderes as mãos. Zofar insta com Jó para que vá a Deus em atitude de súplica (CBASD, vol. 3, p. 592).

Estas atitudes são as da oração, tanto no íntimo do coração, como nos gestos exteriores. Bíblia Shedd.

A admoestação para que Jó estendesse as mãos para Deus descrevia um ato de adoração e súplica que é frequente no AT (cf Sl 44:20; 143:6).  Comentário Bíblico Andrews – Jó a Malaquias, p. 106.

Zofar toma por certo que os problemas de Jó estão arraigados no pecado; tudo o que Jó precisa fazer é arrepender-se, e a partir daí sua vida será bem-aventurada e feliz. Mas em nenhum lugar Deus garante uma vida “mais refulgente que o meio-dia” (v. 17) simplesmente por sermos seus filhos. Deus tem para nós um propósito mais sublime que nossa prosperidade, ou pessoas em busca do nosso favor (v. 19). A filosofia de Zofar conflita com o Sl 73 (Bíblia de Estudo NVI Vida).

14-15 É arrogância da parte de Zofar pensar saber porque Jó estava sofrendo (Bíblia de Genebra) (Andrews Study Bible).

14-16 Então, Zofar sugeriu que Jó poderia voltar à sua vida anterior se fosse humilde e se arrependesse (v. 14-15). Jó seria capaz de esquecer seus problemas; eles seriam como a água que passou (v. 16). Zofar procurou fazer uma aplicação positiva do símile pessimista de Jó sobre a água que desaparece (6:15-21). Comentário Bíblico Andrews – Jó a Malaquias, p. 106.

como de águas. Como uma pancada de chuva, uma poça d’água ou uma forte enxurrada que ameaça engolfar tudo, logo passa e é esquecida, assim a desgraça de Jó cairia na insignificância em vista do brilhante futuro (CBASD, vol. 3, p. 592).

20 perversos. Se Zofar tivesse terminado com o v. 19, Jó poderia ter extraído conforto de seu discurso, que apresentava a esperança de restauração ao favor de Deus e o retorno à felicidade. Mas, como se quisesse acentuar o conceito desfavorável que tem da conduta e do caráter de Jó, ele não termina com palavras encorajadoras, mas acrescenta um trecho que tem ares de condenação (CBASD, vol. 3, p. 592).

O tributo que Zofar prestou a Deus é magnífico. Sua sinceridade é óbvia. Mas ele, como os outros amigos de Jó, interpretou mal a providência de Deus. Ele é incapaz de ver o sofrimento como outra coisa a não ser uma punição direta pelo pecado. Ele exorta Jó a se arrepender, quando devia levar-lhe amor e conforto. Os discursos dos amigos de Jó foram comparados a rodas que giram sobre o mesmo eixo. Eles variam nos detalhes, mas concordam no ponto de vista básico (CBASD, vol. 3, p. 593).



JÓ 11 — Rosana Barros by Ivan Barros
7 de julho de 2026, 0:45
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“Porventura, não se dará resposta a esse palavrório? Acaso, tem razão o tagarela?” (v.2).

Se os discursos anteriores já haviam abalado o estado emocional de Jó, o discurso de Zofar só piorou a situação. Ele acusou Jó de ser um tagarela (v.2), zombador (v.3), mentiroso (v.4), perverso (v.20) e disse que o “castigo” que havia recebido era menor do que o que realmente merecia (v.6). Zofar escarneceu da integridade de Jó e não considerou, em momento algum, a sua situação com compaixão. Sob o aval de seus demais amigos, iniciou com terríveis acusações (v.1-6), proferiu o que considerava a respeito de Deus (v.7-11), “vomitou” a sua ironia (v.12), aconselhou acerca do que não conhecia (v.13-19) e terminou afirmando que o sofrimento de Jó era resultado de sua própria perversidade (v.20).

Percebemos que, ao contrário de Elifaz e de Bildade, Zofar expressou argumentos fracos e medíocres diante daquele que o próprio Deus chamou por duas vezes de “homem íntegro, e reto” (1:8; 2:3). A verdadeira condição humana só pode ser conhecida por Deus. Só Ele tem o poder de sondar os corações e de penetrar os pensamentos (Sl.139:1-2). Quando “o Verbo se fez carne e habitou entre nós” (Jo.1:14), Ele não fez acepção de pessoas, mas acolheu, curou e ensinou a todos, sem distinção. Andou e comeu “com publicanos e pecadores” (Lc.15:2); atraiu os rejeitados (Lc.15:1), conquistando-lhes o coração pelo poder de Seu amor e de Sua graça.

Na escolha de Seus discípulos, Jesus deu provas mais do que suficientes de que a ninguém rejeita. Em Seu sofrimento, como Jó, foi acusado de ser um impostor. Aos pés da cruz, os que deveriam adorá-Lo, dEle escarneciam. O sofrimento de Jó foi um prenúncio do sofrimento dAquele que é a própria retidão e integridade. E, assim como os amigos de Jó o negavam e o acusavam injustamente, Cristo também foi negado (Jo.18:27) e acusado injustamente (Lc.23:4). Ainda assim, não proferiu maldição alguma nem palavras de condenação, mas, com o mais intenso amor, exclamou: “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem” (Lc.23:34).

Veremos que as palavras de Zofar causaram em Jó um senso de justiça própria, fazendo com que respondesse em sua própria defesa. Jó aprenderia que não precisava defender a sua própria integridade diante dos homens, mas confiar na justiça que vem de Deus. O silêncio de Cristo não evitou o escárnio da furiosa turba que O oprimia, porém causou uma profunda e sobrenatural admiração (Mt.27:14). A sabedoria do silêncio muitas vezes ultrapassa a sabedoria de uma multidão de palavras. Se os amigos de Jó tivessem permanecido em silêncio não apenas os sete dias e, em oração, entregassem o seu amigo nas mãos do “Todo-Poderoso” (v.7), não teriam sido considerados culpados diante de Deus (Jó 42:7).

Não é fácil ficar calado quando é a nossa reputação que está em jogo. Somente mediante o Espírito Santo podemos agir com parcimônia em situações assim. Que de nossos lábios, amados, não saiam palavras de condenação contra o nosso próximo. Da mesma forma, que possamos transformar os insultos e injustiças a nosso respeito em oportunidades de nos parecermos com o nosso Salvador: “Graças, ó Deus, por me permitires ser humilhado, pois é exatamente assim que quero tornar-me humilde como Jesus” (O Décimo Primeiro Mandamento, CPB, p.34). Que o silêncio de nossos lábios se converta em súplicas e orações por nossos irmãos (Ef.6:18). E, dentro em breve, o Senhor nos honrará e converterá as nossas lágrimas em eterna alegria.

Sim, Senhor, a Tua sabedoria é mais alta do que os céus, é mais profunda do que o abismo e mais longa do que a terra e o mar. São verdades que foram ditas por Zofar. Mas, assim como ele, muitos têm usado verdades e até as Escrituras para falar do que não sabem. Senhor, nosso Deus, nós temos um coração enganoso e corrupto e uma língua que só pode ser dominada pelo Espírito Santo. Ó, Pai, socorre-nos de nós mesmos e enche-nos do Teu Espírito! Concede-nos um coração puro e lábios puros, como Jesus! Em nome do Maravilhoso Conselheiro, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, imitadores de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#JÓ11 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



JÓ 11 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
7 de julho de 2026, 0:30
Filed under: Sem categoria

JÓ 11 – Grandes e belos discursos e pregações nem sempre têm a aprovação de Deus, ainda que o propósito seja defender Sua justiça.

Diante do indescritível sofrimento de Jó, três amigos vieram para consolá-lo: Elifaz, o temanita; Bildade, o suíta; e, Zofar, o naamatita.

• O primeiro era o mais velho. Foi o primeiro a falar a Jó. Dos três, suas palavras foram mais moderadas.
• O segundo é mais agressivo no falar e mais dogmático que Elifaz. Referiu-se ao sofrimento de seu amigo como resultado dos próprios pecados apelando que Jó se arrependesse para restaurar sua posição anterior.
• O terceiro, é o mais incisivo e crítico dos três. Alega que Jó merecia sofrer, mas, caso se arrependesse evitaria ainda mais dor.

O discurso de Zofar pode ser esboçado num belo sermão com tópicos e subtópicos:

1. Razões do sofrimento (Jó 11:1-6):

• Tagarelice.
• Mentira.
• Hipocrisia.

2. Insinuações ao arrependimento (Jó 11:7-15):

• O sofredor precisa submeter-se ao poder e sabedoria de Deus.
• O sofredor deve arrepender-se sinceramente para ser restaurado.

3. Promessas de restauração (Jó 11:13-20):

• Bênçãos maiores que as anteriores são frutos do arrependimento.
• Restauração à posição anterior ao sofrimento só vem com arrependimento.
• Reconciliação com o Criador resultam da humildade que promove arrependimento.

Este esboço daria um poderoso sermão na igreja, você não acha?

Na verdade, se proliferam nas igrejas sermões nessa linha. Nele, Zofar defende a justiça divina e exorta quanto ao arrependimento e rendição a Deus. Sua concepção teológica é centrada na cosmovisão de que Deus recompensa os justos e pune os injustos; por isso, apenas a humildade e o arrependimento farão com que Deus abençoe e restaure o sofredor – tipo barganha!

Veja a reação de Deus aos amigos filósofos de Jó: “Vocês não falaram o que é certo a meu respeito, como fez meu servo Jó” (Jó 42:8).

Considere a avaliação de Deus antes de considerar as bonitas e impactantes palavras de Zofar, e de quem quer que seja que esteja falando em nome de Deus!

• Busque a sabedoria e discernimento espiritual!
• Deus não aceita todos os sermões!
• Deus não aprova todos os pregadores!
• Seja criterioso ao ouvir belas pregações!
• Não é porque se refere a Deus que a mensagem será correta!

Cuidado! Reavivemos nossa percepção espiritual. Vigiemos para não sermos iludidos! – Heber Toth Armí