Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: JÓ 13 – Primeiro leia a Bíblia
COMENTÁRIO BLOG ASSOCIAÇÃO GERAL
COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS
Acesse aqui os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)
Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: JÓ 13
Tudo o que você sabe, eu também sei. Já ouvi tudo isso antes. E eu não sou inferior a você, e darei minha opinião — embora minha disputa não seja realmente com você.
Eu gostaria de poder falar com Deus! Se ao menos Ele me desafiasse, para que eu pudesse responder a Ele — ou talvez Ele me ouvisse falar e então me corrigisse.
Mas vocês, irmãos, eu gostaria que simplesmente respirassem profunda e calmamente! Ficar em silêncio seria uma sabedoria maior do que qualquer coisa que ouvi de vocês desde que chegaram aqui!
Além disso, Deus não precisa das suas fábulas para “tirá-Lo de situação difícil”.
Vocês nem sequer ficam maravilhados com quem Ele é? Vocês não têm medo de espalhar suas mentiras baratas diante de Sua glória?
Então, fiquem em silêncio, e eu falarei — e aconteça o que acontecer, acontecerá. Eu assumo.
Mesmo que Deus me mate, ainda assim confiarei n’Ele! Mas eu sei que sou inocente! Eu sei que estou certo! Alguém pode provar que estou errado?
E, Deus, parece mesmo que Tu estás trazendo à tona as indiscrições da minha juventude — mesmo amargas acusações contra mim. Por que escondes de mim o Teu rosto como se eu fosse Teu inimigo? Retira a Tua mão de sobre mim, ó Deus! Por favor, não deixes que o Teu terror me amedronte!
Virgínia Davidson
Artista – projetista e construtora de vitrais
Igreja Adventista do Sétimo Dia de Spokane Valley, Spokane, Washington, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/job/13
Tradução: Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Filed under: Sem categoria
654 palavras
A partir de Jó 13:1, a refutação de Jó aos argumentos de seus amigos incluiu um protesto defendendo que ele tinha sabedoria, que preferia uma audiência com Deus e que seus amigos deveriam se calar, pois o próprio Deus repudiaria suas caracterizações fraudulentas Dele. Comentário Bíblico Andrews – Jó a Malaquias, p. 107.
3 O real foco de Jó, desde o começo, é Deus (9:3, 14-16,19-20, 32-35) (Andrews Study Bible).
4 Besuntais. Encobrem os angustiosos mistérios do universo e da consciência humana com generalidades banais. Bíblia Shedd.
sois médicos que não sabem nada. Jó comparou seus três amigos a médicos que não sabiam o que estavam fazendo. Eram como cirurgiões de olhos que tentam realizar cirurgia de coração aberto. Muitas de suas ideias sobre Deus eram verdadeiras, mas não se aplicavam à situação de Jó. Eles estavam certos em dizer que Deus é justo. Eles estavam certos em dizer que Deus castiga o pecado. Mas eles estavam errados em supor que o sofrimento de Jó era um justo castigo por seu pecado. Eles tomaram um princípio verdadeiro e o aplicaram de forma errada, ignorando a enorme diferença entre as circunstâncias humanas. Devemos ser cuidadosos e compassivos na forma de aplicar as condenações bíblicas para os outros; devemos ser lentos para julgar (Life Application Study Bible Kingsway NIV).
7 em favor de Deus vocês falarão perversidades? Quantas vezes coisas injustas foram ditas ou feitas, professamente para promover os interesses de Deus! (CBASD, vol 3, p. 597).
13-28 Jó se volta para Deus. Os ímpios são os únicos a terem motivo de recear a presença de Deus. Jó busca-O, suplicando que Deus o escute e o atenda. Bíblia Shedd.
14 tomarei a minha carne nos meus dentes. Significa: “Arriscarei minha vida” (Andrews Study Bible).
[…] suas [de Jó] declarações o colocavam em perigo, mas ele estava determinado a continuar, de qualquer maneira. […] Esta frase parece implicar a ideias de um risco calculado (CBASD, vol 3, p. 598).
15 eis que me matará, já não tenho esperança (ARA). NVI, ACF, ARC: “Embora Ele me mate, ainda assim esperarei nEle”).
Pode ser traduzido: “Ainda que ele me matasse, nele esperarei (ARC); mas defenderei na sua presença o meu proceder” (Matos Soares). Bíblia Shedd.
Com base nesta tradução, este versículo tem sido frequentemente citado como suprema expressão de confiança no Senhor (Bíblia de Genebra).
[…] o primeiro degrau da escada pela qual Jó emergiu de seu abismo de desespero (CBASD, vol 3, p. 599).
É com estas palavras que Jó revela sua grande fé. Apesar de sua situação difícil e da dor que sente, Jó confiou nos juízos de Deus. Que Deus ajude cada um de nós a ter semelhante fé nele, independentemente daquilo que Deus permite que sobrevenha ao nosso caminho (Bíblia Evangelismo em Ação NVI Vida).
20 Em seguida, Jó iniciou seu discurso mais extenso a Deus (13:20 – 14:22). Porém, seu otimismo não permaneceria constante e, de forma gradual, ele se concentrou cada vez menos em falar diretamente a Deus. Sua esperança de uma rápida restauração física também parece ter se desvanecido. Ele pode ter clamado menos pela atenção pessoal de Deus porque não esperava mais que Deus aliviasse prontamente seu sofrimento. Como ele perdera a esperança de uma restauração física, houve menos envolvimento direto entre ele e o Deus sobre quem ele falava, mas não conseguia encontrar. Comentário Bíblico Andrews – Jó a Malaquias, p. 107.
21 “Mão” em 13:21 significa “opressão”. Comentário Bíblico Andrews – Jó a Malaquias, p. 108.
24 me tens por Teu inimigo. Essa é a fantasia enganosa com a qual Jó lutava. Deus nunca considerou Jó seu inimigo (Bíblia de Genebra).
25 uma folha […] a palha seca. Jó se compara a dois dos objetos mais insignificantes e sem valor (CBASD, vol 3, p. 599).
26 coisas amargas. Venenosas (Andrews Study Bible).
27 no tronco. Um primitivo meio de punição e aprisionamento (CBASD, vol 3, p. 599).
tronco […] observas […] limites […] Três expressões diferentes mostram como Jó se compara a um perverso criminoso aprisionado e sob a mais rigorosa vigilância. Bíblia Shedd.
28 coisa podre. Jó se refere à fragilidade dele próprio e de toda a humanidade (CBASD, vol 3, p. 600).
Filed under: Sem categoria
“Atentai para as minhas razões e dai ouvidos à minha exposição” (v.17).
Um contraste é apresentado neste capítulo: o falatório dos amigos de Jó e o silêncio de Deus. Em defesa de sua integridade, Jó apelou para a consciência dos que o acusavam e questionou as razões de seu sofrimento ao Senhor. Mesmo diante de seu deplorável estado físico, econômico e emocional, Jó não permitiu que seus amigos o tratassem como inferior e os classificou como “médicos que não valem nada” (v.4). Quem dera tivessem se calado, e seriam considerados sábios!
Jó já não alimentava esperança alguma nesta Terra. Como “uma coisa podre que se consome e como a roupa que é comida da traça” (v.28), seu corpo emanava o odor da morte. Para ele e para aqueles que o viam, era só uma questão de tempo para que seus gemidos cessassem. Foi mediante esse pensamento que resolveu externar a sua agonia, mesmo sabendo que ouviria outros discursos condenatórios. Jó mudou o rumo da sua fala para o Santo Ouvinte, para Aquele com Quem havia aprendido a se relacionar e a confiar. Sua inquietação era conhecer o motivo de sua desventura.
O pedido de Jó: “Notifica-me a minha transgressão e o meu pecado” (v.23), deveria ser o nosso pedido diário. Não como uma resposta ao sofrimento, mas como uma forma de estreitarmos a nossa relação com Deus e dEle dependermos; para confessarmos as nossas transgressões e vivermos em novidade de vida, como está escrito: “O que encobre as suas transgressões jamais prosperará; mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia” (Pv.28:13). Jó foi sincero em suas palavras e não buscou o favor de homens, mas buscou desesperadamente a aprovação de seu Amigo e Redentor.
Além de escavar no passado os tesouros de seu íntimo relacionamento com o Senhor, o flagelo de Jó o fez revirar a lama dos pecados de sua mocidade (v.26). Essa é uma estratégia que o Maligno usa constantemente contra os filhos de Deus. Mediante as tempestades da vida, ele nos traz à memória lembranças de pecados já confessados e abandonados; e, num jogo desleal e cruel, faz de tudo para desviar o nosso olhar do compassivo Salvador e de Seu perdão irrevogável. Assim como a nuvem que descarrega a tempestade se dissipa e nunca mais se refaz, os pecados perdoados são lançados “nas profundezas do mar” (Mq.7:19), e de lá jamais serão retirados.
“Melhor é buscar refúgio no Senhor do que confiar no homem” (Sl.118:8). Jesus, que é a própria Palavra (Jo:1:1), nos deixou exemplo disso. Nas madrugadas, em Seus lugares solitários, Ele buscava no Pai a sabedoria e a força para enfrentar as batalhas de cada dia. A Sua comunhão com o Céu foi o que O sustentou no deserto, O guiou em Seu ministério terrestre e O fortaleceu até a cruz. A vontade de Deus era o Seu alimento, e a oração, o Seu oxigênio. Assim como Jó sofreu com o silêncio de Deus, Jesus padeceu em agonia por sentir em nosso lugar o terrível castigo da ausência do Pai. Mas, porque Cristo vive, nós também viveremos (Jo.14:19).
Abra o seu coração ao Senhor e O busque em sinceridade! E, quando encontrá-Lo, você descobrirá a verdadeira felicidade: “esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão, prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus” (Fp.3:13 e 14).
Santo Deus, Tu és o nosso refúgio e fortaleza e tens nos socorrido em nossas adversidades. Louvado seja o Senhor! Pai querido, clamamos pelo Espírito Santo, para que o Teu perdão e a Tua graça sobrepujem as tentativas do inimigo de nos fazer desanimar e esmorecer! O Senhor nos libertou do poder das trevas e nos transportou para o Reino do Filho do Seu amor. Transforma a nossa vida à semelhança do caráter de Jesus. É pelos méritos dEle e em Seu nome que a Ti oramos, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, novas criaturas em Cristo!
Rosana Garcia Barros
#JÓ13 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
Filed under: Sem categoria
JÓ 13 – A fé é madura quando vale mais que a vida! Nossa confiança em Deus deve estar acima das nossas necessidades vitais. Nisso residia a firmeza espiritual de Jó, um grande exemplo para nós.
Quando nossa fé é madura o suficiente para valer mais do que a vida, podemos perder tudo, sofrer à beça, ser acusados por amigos sem ser culpados, sem jamais perder a fé. Pode-se até perder a paciência, pode até entender ser injusta a situação que está enfrentando, inclusive pode pensar que Deus não Se importa com seu sofrimento, mas a fé permanecerá em pé!
Jó atingiu tal nível de fé, por isso em meio ao emaranhado complexo que envolvia sua condição, pôde expressar a máxima confiança em Deus ao declarar: “Embora Ele me mate, ainda assim esperarei nEle” (Jó 13:15).
Antes disto, Jó havia respondido às acusações de seus amigos que alegavam ser ele merecedor do sofrimento devido a seus pecados; então, os repreendera pelas palavras cruéis, desprovidas de compaixão (Jó 13:1-12).
Após Jó 13:15, Jó demonstrou não compreender a sabedoria e a justiça divinas; porém, em meio às incertezas e dúvidas, afogando entre seus muitos questionamentos sem respostas (Jó 13:16-28), ele mantinha firme sua fé madura, bem mais valiosa que a vida!
Confiar em Deus, ainda que isso signifique a própria morte, é a filosofia de vida daqueles que vencerão pelo sangue do Cordeiro e pela palavra do testemunho, conforme revela Apocalipse 12:11.
Abrir mão da vida em prol da fé em Cristo é a essência da verdadeira religião. Jesus mesmo salientou: “Se alguém quiser acompanhar-Me, negue-se a si mesmo, tome diariamente a sua cruz e siga-Me. Pois quem quiser salvar a sua vida a perderá; mas quem perder a sua vida por minha causa, este a salvará” (Lucas 9:23-24).
Nossa fé não deve ser menor que o medo da morte, para que nossa fidelidade não dependa das boas circunstâncias. Assim, apesar de, perder tudo como Jó, da perseguição e tortura dos mártires em Apocalipse 12:11, a fé em Cristo permanecerá em pé.
A fé madura não tombará diante das terríveis agruras deste mundo; pois sabe que haverá uma preciosa recompensa futura, provida por Deus, conforme prevê as Escrituras (Mateus 5:11-12; 1 Pedro 1:3-9; Apocalipse 2:10).
Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.