Reavivados por Sua Palavra


JÓ 9 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
5 de julho de 2026, 1:30
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: JÓ 9 – Primeiro leia a Bíblia

COMENTÁRIO BLOG ASSOCIAÇÃO GERAL

COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS

COM. PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse aqui os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)



JÓ 9 – COMENTÁRIO BLOG ASSOCIAÇÃO GERAL by Jeferson Quimelli
5 de julho de 2026, 1:00
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: JÓ 9

Neste capítulo Jó responde a Bildade e a Elifaz, cujos discursos misturavam a verdade com o erro.

Jó até concorda com o pouco de verdade existente nas pretensas palavras de conforto. “Na verdade, sei que assim é” (v.2), diz Jó. Então Jó pergunta: “Como pode o homem ser justo para com Deus? Se quiser contender com Ele, nem a uma de mil coisas lhe poderá responder” (v.3).

De acordo com Jó, um juízo investigativo se faz necessário. Ele pede um mediador humano entre Deus e o homem (v. 32-33). Ele deseja que o Senhor lhe dê um alivio (v. 34). Mas não tem medo de Deus, porque ele sabe que não possui as respostas, que suas reflexões não são a resposta final para a realidade maior que ele desconhece (v. 35).

Querido Deus,
Jó teve dificuldades para entender porque estava sofrendo tanto. Ele sentia que estava no final da vida. Permanece como nosso protetor mesmo que não entendamos a origem do nosso sofrimento.

Koot van Wyk
Kyungpook National University
Sangju, Coreia do Sul

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/job/9
Tradução: Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Pr Jobson Santos



JÓ 9 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
5 de julho de 2026, 0:50
Filed under: Sem categoria

960 palavras

1-10 Jó começa a falar de novo, e já vislumbra um tênue raio de luz: o vazio de seus amigos ajudou-o a olhar para outra direção. Jó volta-se para Deus, e, esquecendo-se da fraqueza dos seus amigos, e levantando seus olhos para os céus, sente nascer-lhe uma centelha de esperança. Bíblia Shedd.

1-12 A pergunta sobre como uma pessoa poderia ser justa diante de Deus (9:2) é semelhante à questão levantada pela visão ou sonho de Elifaz (4:17), mas a preocupação é diferente: não “diante de Deus”, mas “com Deus”. Ou seja, Jó estava perguntando se é possível alguém se envolver com Deus em uma questão judicial e ganhar o caso (ser declarado justo; v. 3). A implicação é que, em tal controvérsia legal, Jó perderia o caso, embora fosse justo (9:15, 20). Comentário Bíblico Andrews – Jó a Malaquias, p. 104.

2,3 Jó não se sente impecável, mas deseja ter a oportunidade de comprovar em juízo que é inocente do tipo de pecado que merece os sofrimentos por ele suportados. No seu desespero, faz queixas terríveis contra Deus (cf. v. 16-20, 22-24,29-35; 10.1-7,13-17). Mesmo assim, não abandona a Deus; não O amaldiçoa (v. 10.2-8-12) da maneira que Satanás disse que faria (v. 1.11; 2.5). O cap 42 dá a entender que Jó perseverou, mas os caps. 9 e 10 demonstram sua impaciência (v 4.2; 6.11; 21.4). V Tg 5.11, que fala da perseverança de Jó e não (como tradicionalmente se diz) da sua paciência (Bíblia de Estudo NVI Vida).

como pode o mortal ser justo diante de Deus? A resposta a uma pergunta tão profunda como esta é que um homem pode ser justificado pela graça, por meio da fé. V Ef. 2. 8,9 (Bíblia Evangelismo em Ação NVI Vida).

3 Num debate, o homem não poderia nem sequer responder a uma das numerosas perguntas que Deus lhe poderia apresentar, e.g., cap 38 e 39. Bíblia Shedd.

discutir. Cf. v.14. O discurso de Jó está cheio da linguagem figurada forense: “argumentar”, “responder” (v. 3,15,23); “discutir com ele” (v. 14); “inocente […] implorar […] Juiz” (v. 15); “chamar”, “intimar” (v. 16,19); “declarar culpado” (v. 20); “juízes” (v. 24); “em juízo” (v. 32); “acusações […] contra mim” (10.2); “testemunhas” (10.17). Jó defende a própria inocência, mas raciocina que, como Deus é tão grandioso, não adiantará discutir com ele (v. 14). A inocência de Jó não lhe é de nenhum proveito (v. 15) (Bíblia de Estudo NVI Vida).

Porfiou. Lit “se endureceu”, cf faraó Êx 7.22. Bíblia Shedd.

Ursa […] Órion […] Plêiades. Essas constelações são mencionadas de novo em 38.31,32, e as duas últimas são mencionadas em Am 5.8. Os israelitas da antiguidade, a despeito dos limitados conhecimentos, sentiam reverente temor pelo fato de Deus ter criado as constelações (Bíblia de Estudo NVI Vida).

10 Os atos divinos estão tão acima do poder humano, que não haveria base para uma discussão em pé de igualdade entre o homem e Deus. Bíblia Shedd.

13-19 Os versículos 13-19 descrevem o senso de inadequação de Jó diante dos ataques divinos. Comentário Bíblico Andrews – Jó a Malaquias, p. 104.

16-35 O patriarca duvidava que Deus sequer ouvisse sua voz (9:16) ou de que sua condição pudesse ser arbitrada porque não tinha mediador (9:33). Mas havia uma solução possível (v. 34-35): a retirada da Sua “vara”. A vara, agente da disciplina, poderia representar a própria disciplina. Se Deus cedesse em Sua agressão, Jó encontraria coragem para falar e apresentar seu caso diante Dele. Comentário Bíblico Andrews – Jó a Malaquias, p. 105.

17-26 Jó, sofrendo sem saber porque, sente que deve ser Deus que o castiga sem causa, e, no caso Deus seria um Deus cruel que lhe não dá direito nem para respirar (v 18), que se apoia mais na força do que na justiça (v. 19), que destrói indiscriminadamente bons e maus (v 22), e que se ri das torturas do inocente (v 23). Bíblia Shedd.

20, 21 Mesmo que eu fosse inocente, minha boca me condenaria. Jó está dizendo: “a despeito da vida de bondade, Deus está disposto a me condenar.” À medida que seu sofrimento continua, Jó se torna mais impaciente. Apesar de Jó permanecer leal a Deus, ele fez declarações das quais mais tarde se arrependeria. Em tempos de longa doença ou dor prolongada, é natural que as pessoas duvidem, se desesperem ou se tornem impacientes. Durante estes momentos, estas pessoas precisam de alguém que as escutem, as ajudem a trabalhar seus sentimentos e frustrações. Você poderá, com a sua paciência, ajudá-los a superar a impaciência deles (Life Application Study Bible).

9.27 – 10.2 Quando sentimentos mais otimistas procuram vir à tona, como no v. 27, Jó os afoga de novo com sua convicção de que Deus está determinado a considerá-lo culpado. […] Não há árbitro entre Jó e Deus que possa desviar o castigo, v 33. Bíblia Shedd.

27, 28. Em sua dor, ele [Jó] falou com Deus livremente, como um amigo, compartilhando com Ele sua confusão. O patriarca até concluiu que nunca mais viveria sem dor e sofrimento (v. 27-28). Comentário Bíblico Andrews – Jó a Malaquias, p. 104, 105.

28 Jó tinha medo de seus sentimentos (v. 28). Ele temia ser otimista, com receio de que o sofrimento provasse que ele estava errado. Comentário Bíblico Andrews – Jó a Malaquias, p. 105.

30, 31 O que Jó não entende é que nenhuma justiça humana tem valor perante Deus, e se Deus reduz a nada nossos esforços para purificarmo-nos, é para abrir o caminho da justificação e da salvação eterna, mediante Jesus Cristo. Bíblia Shedd.

30 Cáustico. Feito com a cinza de plantas que tinham álcali, e dissolvido na água; assim se fazia o sabão na antiguidade. Bíblia Shedd.

32 Ao dizer que Deus não era humano com ele (v. 32), Jó estava reconhecendo a grande distância que separava ele e todos os humanos de Deus. Comentário Bíblico Andrews – Jó a Malaquias, p. 105.

33 Árbitro. Jó sentia a falta de um mediador entre Deus e os homens, vislumbrando no porvir e esperando no meio do seu próprio desespero a vinda futura de Jesus Cristo, o único Mediador entre Deus e os homens, 1 Tm 2.5. Bíblia Shedd.

35 Não estaria em mim. Lit “não estou firme dentro de mim”, interpretado como expressão da confusão de Jó. Bíblia Shedd.



JÓ 09 — Rosana Barros by Ivan Barros
5 de julho de 2026, 0:45
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“Eis que Ele passa por mim, e não O vejo; segue perante mim, e não O percebo” (v.11).

Não era fácil para Jó expressar em palavras todo o seu sofrimento. Diante de discursos que colocavam em dúvida a integridade de seu caráter, seu anseio era conhecer a causa do mal que o afligia. Através das coisas criadas, Jó exaltou o Criador e Seu poder em mantê-las ou transtorná-las. Suas palavras, porém, também expressam uma ideia equivocada acerca de Deus e de Seu relacionamento com o homem, como se a soberania do Senhor fosse um empecilho para “que desse ouvidos” (v.16) às orações dos aflitos e pecadores.

Ainda que não compreendesse, de fato, algumas coisas, e julgasse que em tal condição parecia que Deus não poderia ouvi-lo, a sinceridade de Jó foi reconhecida pelo Céu. Sua experiência com Deus precisava subir o degrau do verdadeiro conhecimento. E em sua confissão: “Eis que Ele passa por mim, e não O vejo” (v.11), dá a entender que ainda lhe faltava algo; que, mesmo diante da confiança pessoal: “Eu sou íntegro” (v.21), Jó precisava experimentar a comunhão que transcende os sentidos e as circunstâncias, o relacionamento com Deus que rompe as barreiras das dificuldades deste mundo escuro e ilumina o coração com a luz da esperança.

Em Sua oração sacerdotal, Jesus declarou: “E a vida eterna é esta: que Te conheçam a Ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a Quem enviaste” (Jo.17:3). Este conhecimento, e não o mero conhecimento teórico, é a chave que abre os portais da eternidade. Mesmo não tendo todo o entendimento acerca do bem e do mal, Jó estava no caminho certo para o verdadeiro conhecimento de Deus. A sua busca por respostas logo seria satisfeita pelo encontro que todos nós deveríamos desejar. Ainda que a resposta divina não atenda especificamente aos nossos anseios, certamente ela sempre será a perfeita manifestação do amor e da sabedoria de Deus, promovendo o real contentamento.

Próximo ao fim de seu sofrimento, o próprio Jó confessou: “Eu Te conhecia só de ouvir, mas agora os meus olhos Te veem. Por isso, me abomino e me arrependo no pó e na cinza” (Jó 42:5-6). Foi quando Jó experimentou o verdadeiro conhecimento de Deus que passou a enxergar a sua real condição. É quando o adorador olha para o Senhor que encontra a salvação, como está escrito: “Olhai para Mim e sede salvos” (Is.45:22). E quanto mais olhamos para Jesus e estudamos a Sua vida e o Seu perfeito caráter, mais enxergamos a nossa dessemelhança dEle e mais nos humilhamos em reconhecimento de nossa total dependência do Senhor.

O contato diário com as Escrituras e as orações segredadas a Deus são os meios de comunicação espiritual que abrem as janelas da alma para a atuação do Espírito Santo. Por mais que eu escreva ou que tente expressar em palavras o que o Espírito Santo tem me dado a entender, “nem a uma de mil coisas” (v.3) que eu diga pode substituir o que o Senhor deseja falar diretamente a você através do seu contato pessoal com a Bíblia. Não busque comentários de homens antes de examinar por si mesmo as Escrituras. Em oração, busque o conhecimento de Deus e, como Jó, você descobrirá que ver Jesus pode ser uma experiência real e diária até que Ele venha.

Senhor Jesus, almejamos esta experiência diária de comunhão Contigo. Desejamos olhar para o Senhor e viver! Dá-nos Teu Espírito Santo abrindo os nossos olhos para Te ver e os nossos ouvidos para Te ouvir, pois queremos ser Tuas testemunhas, compartilhando com outros o que vimos e ouvimos. Confiamos no Teu auxílio no grande conflito de nossa vida e Te agradecemos pela Tua companhia todos os dias até que o Senhor volte. Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz semana, conhecedores de Deus!

Rosana Garcia Barros

#JÓ9 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



JÓ 9 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
5 de julho de 2026, 0:30
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JÓ 9 – Sem a revelação direta, clara e compreensiva de Deus, nunca iríamos parar de tatear no escuro neste mundo de trevas, injustiças, sofrimento, doenças e mortes.

Note que Jó não se pautou nem na revelação espiritual de Elifaz (Jó 4:12-5:27), nem na tradição dos antigos como fez Bildade (Jó 8:8-19); contudo, ainda que sua percepção de Deus fosse muito mais elevada que a deles (Jó 9:1-35), sem que Deus concedesse informação, sua intuição permanecia muito limitada: ele não tinha qualquer noção dos acontecimentos dos bastidores no início de seu sofrimento, e nenhuma investigação científica obteria tal informação sem que Deus revelasse (Jó 1:1-2:13).

Desta forma, Jó 9 nos revela nitidamente, através do fiel e consagrado filósofo Jó, sobre a incapacidade humana de compreender completamente a justiça e o caráter de Deus.

• Deus é tão santo que o mais justo dos humanos se sentiria injusto diante dEle (Jó 9:2, 20).
• Deus é tão poderoso e sábio que nenhum sábio filósofo, argumentando profundamente, conseguiria questioná-lO no sentido de contestar Sua soberana vontade como se tivesse falha (Jó 9:3-4).
• Deus é capaz de realizar coisas tão incríveis, maravilhosas e extraordinárias, que os humanos são incapazes de compreendê-las plenamente (Jó 9:5-13).
• Deus é justo, ainda que a sociedade esteja tomada de injustiça, e Seus servos fieis sejam assolados com terríveis ataques injustos (Jó 9:14-19).
• Deus detém o conhecimento que é considerado mistério inclusive a indivíduos mais sábios e justos do mundo (Jó 9:20-35).

É claramente evidente que a limitação humana diante da teologia é uma realidade inescapável. Deus é, sem sombra de dúvidas, maior e mais sábio que qualquer humano consiga compreender; e Sua justiça é inquestionável, ainda que não a entendamos, mesmo que as circunstâncias pareçam gritar o contrário!

Diante das realidades contrastantes entre a finitude humana e a soberania divina, cabe a nós a humildade e a dependência total de Deus – assim como fez Jó em sua limitação e fraqueza. Nossa compreensão e perspectiva de tudo são completamente ilimitadas e incompletas; por isso, nossa maior sabedoria reside em depositar tudo o que temos e somos nas mãos do onisciente Deus Todo-poderoso.

Cientes disso,

• Cultivaremos a paciência.
• Confiaremos na justiça divina.
• Praticaremos a humildade.
• Buscaremos saber o que Deus revelou.

Em outras palavras, seremos verdadeiramente sábios! – Heber Toth Armí.