Reavivados por Sua Palavra


JÓ 16 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
12 de julho de 2026, 1:30
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Texto bíblico: JÓ 16 – Primeiro leia a Bíblia

COMENTÁRIO BLOG ASSOCIAÇÃO GERAL

COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS

COM. PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse aqui os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)



JÓ 16 – COMENTÁRIO BLOG ASSOCIAÇÃO GERAL by Jeferson Quimelli
12 de julho de 2026, 1:00
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: JÓ 16

Jó chorou muito até ficar com olheiras (v. 16). Apesar de tudo isso, Jó não tem violência em seu coração ou em suas mãos e sua oração é pura (v. 17). O advogado e testemunha de Jó está no Santuário Celestial e “testifica por ele nas alturas” (v. 19). Isso é o que o profeta Miquéias também viu mais tarde, quando disse: “O Senhor é testemunha do seu santo templo” (Mq 1:2). O advogado é intercessor e amigo de Jó.

Jó deseja que houvesse alguém capaz de interceder junto a Deus em seu nome como um homem fala com seu amigo (v. 21). O personagem que faz exatamente isso que Jó está pedindo é Cristo (lemos isto em Daniel 7).

Querido Deus,
Vivemos em uma sociedade moderna, onde a violência parece ser admirada, respeitada, apoiada, embelezada, e até santificada. Ajude-nos a ficar longe da violência – verbal e não verbal – e que nossas orações sejam puras como as orações de Jó. Amém.

Koot van Wyk
Kyungpook National University
Sangju, Coreia do Sul

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/job/16
Tradução: Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Pr  Jobson Santos



JÓ 16 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
12 de julho de 2026, 0:50
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672 palavras

Jó expressou seu amargo desespero, primeiro dirigindo-se aos amigos (16:2-6) e depois a Deus (v. 7-14). Comentário Bíblico Andrews – Jó a Malaquias, p. 109.

As palavras de Jó revelam várias maneiras de se tornar um melhor consolador para aqueles que sofrem: (1) não fale apenas por uma necessidade de conversar; (2) não faça sermões dando respostas prontas; (3) não acuse nem critique; (4) coloque-se no lugar da outra pessoa; e (5) ofereça ajuda e encorajamento. Tente estas sugestões de Jó, sabendo que elas foram dadas por uma pessoa que precisava de grande conforto. Os melhores consoladores são aqueles que conhecem algo sobre sofrimento pessoal (Life Application Study Bible).

1-5 Jó responde agora com mais convicção, menos perguntas, mais afirmações. Percebe agora que os conselhos-chavões dos amigos jamais atingirão a raiz do problema. Elifaz acusou Jó de proferir palavras ocas e de se rebelar contra Deus. Jó devolve a acusações, afirmando que as consolações dos amigos também são ocas. Bíblia Shedd.

para responderes assim. Jó estava muito cansado, não pela extensão dos discursos deles, mas porque eles nada diziam que fosse útil. (Bíblia de Genebra).

fortalecer-vos. “Se eu estivesse no lugar de vocês”, declara Jó, na verdade, “não agiria como vocês. Eu confortaria e encorajaria vocês”. (CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 607).

despedaçou. A figura parece ser a de um animal selvagem que está atacando sua presa. Parece que Deus é seu inimigo, ao passo que, se os fatos fossem conhecidos, Satanás é que seria visto como o responsável pelo ocorrido (ver Jó 10:16; cf. Os 13:7). (CBASD, vol. 3, p. 608).

Adversário. Jó, não sabendo que Satanás, o acusador, é aquele que lhe amontoa as aflições. acha que Deus é que é o seu antagonista. Bíblia Shedd.

18-21 O v. 18 (cf. v. 22; 17.1) mostra que Jó não acredita viver bastante tempo para ser vindicado diante dos colegas. Sua única esperança é que tem no céu um amigo (v. 20), um ser celestial (5.1), que será “testemunha”, “advogado”, “intercessor”, pleiteando com Deus a seu favor (v. 21; 9.33 e nota). (Bíblia de Estudo NVI Vida).

18-22 As insinuações dos amigos não conseguiram fazer Jó abrir mão da convicção da sua inocência. Agora, nem suas mais escuras dúvidas, nem os seus mais terríveis temores podem fazê-lo desistir do seu Deus. Quando a morte, injusta, fizer descer à terra a sua vida inocente, a inocência do seu sangue erguer-se-á até aos mais altos céus (v 18). E ali, no céu, vislumbra de repente um divino Herói, um Simpatizante celestial que está pronto a endossar sua integridade (v 19). Este apaixonado desejo, de ter uma testemunha celestial ao seu lado, aponta de maneira impressionantemente profética para o “Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o justo” (1 Jo 2.1). Bíblia Shedd.

19 Testemunha. Heb sãhēdh, palavra vinda do aramaico, e que significa “testemunha, advogado, patrocinador, fiador”. Alguém que toma a causa em mãos, e garante a solução satisfatória. Bíblia Shedd.

Jó tinha medo de que Deus o houvesse abandonado. No entanto, ele apelou diretamente a Deus (o seu advogado e testemunha) e ao conhecimento que Deus tinha de sua inocência. Uma testemunha é alguém que viu algo que beneficia o requerente. Ao usar esses termos, Jó mostrou que ele tinha lançado toda a sua esperança de qualquer defesa justa sobre Deus, no Céu, porque ele provavelmente morreria antes de ser justificado na Terra. No Novo Testamento, aprendemos que Jesus Cristo intercede em nosso favor (Hebreus 7:25, 1 João 2:1) e, portanto, não temos nada a temer (Life Application Study Bible).

21 para que Ele mantenha o direito do homem. O rogo de Jó parece ser o de que Deus o declare inocente; que Deus pare de o afligir e Se coloque ao seu lado. No v. 19, Jó havia chamado a Deus de sua testemunha. O v. 21 parece um apelo para que Deus realmente dê testemunho em seu favor. (CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 608).

22 Este versículo combina melhor com o cap.17 (cf 13.28, nota). Isso lembra que a divisão em capítulos não faz parte do original. Jó anseia a morte como uma libertação da sua dor sem fim (14.13), mesmo que ainda esperasse viver alguns “poucos anos”.(Bíblia de Genebra).



JÓ 16 — Rosana Barros by Ivan Barros
12 de julho de 2026, 0:45
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“Os meus amigos zombam de mim, mas os meus olhos se desfazem em lágrimas diante de Deus” (v.20).

É impossível estudar a história de Jó e não deparar com a grande controvérsia entre o bem e o mal, como também não questionar a causa de Deus ter permitido que Satanás afligisse o Seu servo de uma forma tão brutal. Exausto e terrivelmente ferido, seu clamor e suas lágrimas eram como um constante pedido de socorro. Mesmo que não conheçamos os motivos dos obstáculos que encontramos pelo caminho, se, como Jó, acreditamos que “a minha Testemunha está no céu, e nas alturas, Quem advoga a minha causa” (v.19), podemos confiar que a nossa vitória final já está garantida.

O apóstolo Paulo comparou o cristão a um atleta: “Todo atleta em tudo se domina; aqueles, para alcançar uma coroa corruptível; nós, porém, a incorruptível” (1Co.9:25). Sabemos que nenhum atleta consegue o seu prêmio sem que antes tenha se esforçado para isso. E esse processo sempre exige renúncias, muita dedicação e até mesmo algumas marcas e cicatrizes que, no fim da linha, tornam-se tão preciosas quanto as conquistas.

Ainda que as feridas de Jó fossem feridas sem causa, Deus usaria cada uma delas, e a conta-gotas as lágrimas de Seu amado servo, para premiá-lo com a Sua aprovação e a Sua bênção. Mesmo que Jó não tivesse conhecimento sobre o verdadeiro autor de seu sofrimento, ele confiava no Autor de sua vida. O Senhor o honraria, pois, apesar de um corpo apodrecido, ele conservou puro o seu coração, permanecendo fiel à vontade de Deus, visto que suas lamentações não contrariaram a sua fé.

Assim como “o atleta não é coroado se não lutar segundo as normas” (2Tm.2:5), não receberá a coroa da vida eterna aquele que não tiver a fidelidade impressa no caráter. Nos apelos dos profetas, no incessante e firme “assim diz o Senhor”, em cada geração, Deus tem enviado os Seus avisos e proclamado o Seu terno convite: “Olhai para Mim e sede salvos, vós, todos os limites da terra; porque Eu sou Deus, e não há outro” (Is.45:22). Às vésperas como estamos do retorno de Cristo, a perseverança é uma palavra de ordem que definirá o nosso destino eterno: “Aquele, porém, que perseverar até o fim, esse será salvo” (Mt.24:13).

Em meio a ameaças nucleares, crises ambientais e econômicas, violência em ascensão, confusão moral, secularismo e letargia espiritual, certamente todos estamos sofrendo de alguma forma. Para a palha, o fogo é o seu algoz; mas é em meio ao fogo da aflição que Deus purifica o Seu ouro. Lembre-se de que “estreita é a porta, e apertado, o caminho que conduz para a vida” (Mt.7:14). Perseveremos com fidelidade no caminho, e Deus honrará a nossa chegada: “Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida” (Ap.2:10).

Pai querido, existem muitas questões neste mundo e situações que não conseguimos entender ou explicar. Por vezes até Te questionamos sobre os nossos sofrimentos. Mas, no final, nós queremos ser encontrados pelo Senhor como Jó, perseverando em confiar em Ti e nos Teus propósitos. Por Tua graça e misericórdia, faz-nos participantes da perseverança dos santos! Em nome de Cristo Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz semana, ouro provado de Deus!

Rosana Garcia Barros

#JÓ16 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



JÓ 16 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
12 de julho de 2026, 0:30
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JÓ 16 – Há um contraste comportamental entre Jó e Elifaz merecedor de suprema atenção. Elifaz fez uma réplica à fala de Jó no capítulo anterior, agora

Jó fará uma tréplica. Aprendemos muito comparando estes discursos:

• Enquanto Jó 15 é marcado pelo tom acusatório e julgador de Elifaz, Jó 16 está carregado de emoções dolorosas, onde Jó lamenta sua angústia intensa de forma contundente.
• Enquanto Jó expressa empatia pelos amigos saudáveis, reconhecendo a intenção deles ajudarem-no (Jó 16), Elifaz adotara uma postura julgadora e acusatória. Assim, enquanto Jó lidava sozinho com a dor, Elifaz o acusava de ser pecador, portanto merecedor do sofrimento – deixando-o ansioso por compreensão (Jó 15).
• Enquanto Elifaz apresenta Deus como Juiz severo e insensível à espreita para punir pecadores, Jó revela um Deus incompreensível, que pode trabalhar através do sofrimento humano para alcançar propósitos especiais.
• Enquanto Elifaz vê o sofrimento resultando diretamente do pecado pessoal, Jó vê o sofrimento como uma parte inevitável da vida coletiva neste planeta que foi tomado pelo pecado; desta forma, Jó consegue crer que Deus possa ter um propósitos maiores com o sofrimento, porém, Elifaz nega tal possibilidade.
• Enquanto Elifaz salienta a necessidade de arrependimento e obediência para alcançar a bênção divina, Jó continua confiando em Deus mesmo mergulhado no sofrimento, crente que Deus pode reverter qualquer situação, trazendo justiça e restauração apesar da titânica aflição.

Elifaz enfatiza a importância da obediência às leis divinas para viver feliz. Em contraste, Jó revela ser possível apegar-se à fé em Deus mesmo através do sofrimento.

Pessoas como Elifaz endeusam regras e leis da religião, enquanto pessoas como Jó dão ênfase no relacionamento com o Deus que criou as Leis para abençoar Suas criaturas. Desta forma, um destaca a necessidade de obediência para conquistar bênçãos, o outro enfatiza a confiança em Deus apesar da falta de bênçãos.