Reavivados por Sua Palavra


Jó 38 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
2 de maio de 2023, 0:45
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“Cinge, pois, os lombos como homem, pois Eu te perguntarei, e tu Me farás saber” (v.3).

Desconhecendo o grande conflito em que estava envolvido, finalmente Jó obteve alguma resposta. Na verdade, não era bem o que esperava, mas foi surpreendido com a voz de Deus a lhe declarar o Seu poder e sabedoria supremos através das obras da criação. Por meio de uma série de perguntas, o Senhor ilustrou a Sua majestade com os cenários da natureza e do Universo. O Criador de todas as coisas estava diante de uma criatura, a lhe descortinar os sentidos para um conhecimento acima de qualquer ciência humana.

Do “meio de um redemoinho”, Deus “respondeu a Jó” (v.1) e lhe deu uma ordem um tanto curiosa. A expressão “cinge, pois, os lombos” (v.3) se referia a prender as vestes com um cinto de modo que pudesse facilitar na realização de trabalhos físicos ou de algum tipo de esforço prolongado. Também era um símbolo de preparo mental para o trabalho. Para quem estava com o corpo coberto de feridas em extremo dolorosas, este esforço lhe seria praticamente impossível. Contudo, era provável que o Senhor já tivesse iniciado o Seu discurso com essa figura de linguagem, a fim de declarar a breve cura física e emocional de Seu fiel servo.

Iniciando pelos “fundamentos da terra” (v.4), Deus enumerou uma série de detalhes da criação não contidos no livro de Gênesis. Como, por exemplo, o cântico alegre do Universo enquanto a Terra era criada. Quando lemos o relato da criação, imaginamos tão somente a voz da Onipotência dando ordens e tudo surgindo em perfeita obediência. Mas enquanto o Criador falava e tudo surgia, milhares de seres santos olhavam para a diversidade de cores e espécies, para os detalhes de cada criatura, para a singular beleza das coisas inanimadas, para aqueles cuja atenção divina se demorou em moldar-lhes com as mãos à Sua própria imagem, e em uníssono encheram o espaço infinito de harmoniosa melodia em louvor a Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo.

A mensagem dada a Jó ressoou em tempo determinado e nos alcança com a força de sua urgência: “e adorai Aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas” (Ap.14:7). Desde que iniciado o tempo do fim, muitos têm intensificado seus estudos a fim de atestar o seu conceito de que não há um Criador. E o que é pior, há líderes religiosos reforçando e divulgando a teoria de que o relato da criação não passa de uma literatura poética. Entretanto, este tipo de tese lança por terra toda a Bíblia e faz do cristianismo a maior farsa de todos os tempos.

Anule os primeiros capítulos do livro de Gênesis, então, não houve pecado. Se não houve pecado, não precisamos de perdão. Se não precisamos ser perdoados, para que a graça? E se não precisamos do perdão e da graça, qual a necessidade de um Salvador? E se o Salvador não veio e não ressuscitou, é vã a nossa fé (1Co.15:17). Percebem o terrível engano, amados? “Toda a Escritura é inspirada por Deus” (2Tm.3:16). O que foge desta verdade absoluta, que fere esta cláusula pétrea divina, que diminui ou subjuga a Palavra de Deus a fim de desculpar pecados acariciados, não passa de uma mentira, ardil de Satanás, “porque é mentiroso e pai da mentira” (Jo.8:44).

Se fizermos uma releitura das palavras do Senhor a Jó, encontraremos um eloquente apelo para que adoremos ao Criador, O mesmo que nos deixou escrito um claro lembrete como mandamento: “Lembra-te do dia de sábado para o santificar […]”. E porque o sábado e não outro dia? No próprio mandamento o Senhor nos responde: “porque, em seis dias, fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há e, ao sétimo dia, descansou; por isso, o Senhor abençoou o dia de sábado e o santificou” (Êx.20:8 e 11).

O sábado vem até nós a cada semana como um presente de Deus, como o “redemoinho” no tempo, para que possamos nos encontrar com o nosso Criador e ouvir Sua voz de uma forma especial. Não perca este privilégio aqui, e você o viverá pela eternidade. “Porque, como os novos céus e a nova terra, que hei de fazer, estarão diante de Mim, diz o Senhor, assim há de estar a vossa posteridade e o vosso nome. E será que, de uma Festa da Lua Nova à outra e de um sábado a outro, virá toda a carne a adorar perante Mim, diz o Senhor” (Is.66:22-23). Vigiemos e oremos!

Bom dia, obra-prima da criação!

Rosana Garcia Barros

#Jó38 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



JÓ 38 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
2 de maio de 2023, 0:40
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JÓ 38 – Quando encerram as palavras humanas, quando chegamos aos nossos limites, quando não sabemos mais no que pensar…, Deus pode ir além ao Se manifestar. Ele é o Soberano Onisciente e Onipotente!

Após revelar-Se através da tempestade, Deus foca em Jó e faz Sua primeira pergunta: “Quem é esse que obscurece o meu conselho com palavras sem entendimento?” (Jó 38:1-2). Se na concepção de Deus, Jó deturpou a filosofia, quanto mais seus amigos que diferiam grandemente dele?

Após Eliú encerrar sua fala, com Elifaz, Bildade, Zofar e Jó em silêncio, Jó 38 mostra que era a vez de Deus entrar na conversa. Perceba que Deus fala com Jó – não com seus amigos. Deus mira em Jó, “o sábio”, e enche-lhe de perguntas retóricas (Jó 38:3); quando, na verdade, era Jó quem procurava por respostas (Jó 31:35).

Analise atentamente com oração o capítulo 38 de Jó. Coloque-se no lugar dele, e permita que Deus fale a você, que sofre neste mundo injusto, que sente que Deus deveria responder mais tuas inquietações, que acredita que Deus não Se importa com os sofredores que padecem neste mundo de dor:
• Deus questiona Jó sobre a criação do Planeta Terra (Jó 38:4-7).
• Deus interpela Jó sobre o controle das águas (Jó 38:8-11).
• Deus confronta Jó sobre a luz e as trevas (Jó 38:12-15).
• Deus interroga Jó sobre as fontes do abismo (Jó 38:16-18).
• Deus questiona Jó sobre o caminho da luz, e principalmente das trevas (Jó 38:19-21).
• Deus interpela Jó sobre a neve e a tempestade (Jó 38:22-30).
• Deus confronta Jó sobre as constelações e os astros siderais (Jó 38:31-33).
• Deus interroga Jó sobre suas habilidades humanas (Jó 38:34-35).
• Deus desafia Jó a responder suas perguntas (Jó 38:36-38).
• Deus continua questionando Jó substituindo a natureza inanimada pelo reino animal (Jó 38:39-41).

Nós não somos deuses… não somos donos da verdade; ao contrário, somos criaturas extremamente limitadas, carentes da sabedoria oriunda da soberania divina.

Portanto, quando estamos orgulhosamente nos achando donos da razão, Deus precisa colocar-nos em nosso verdadeiro lugar.

Considerando com sinceridade o interrogatório de Deus, Jó 38 nos ensina a:
• Reconhecer nossas limitações
• Aprender a ouvir mais e falar menos.
• Praticar a humildade.
• Reconhecer a soberania de Deus.
• Buscar sabedoria primariamente em Deus.

Façamos isso, e reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



JÓ 37 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
1 de maio de 2023, 1:00
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Texto bíblico: JÓ 37 – Primeiro leia a Bíblia

JÓ 37 – BLOG MUNDIAL

JÓ 37 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



JÓ 37 by Luís Uehara
1 de maio de 2023, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jó/37

Neste último capítulo antes de Deus falar, o último argumento de Eliú é registrado. Em grande parte, ele está certo. Deus é poderoso e justo. Ele deve ser respeitado e, por ser tão incrível, nunca o entenderemos completamente. Seu argumento é resumido no versículo 23: “O Todo-Poderoso está além do nosso alcance e é exaltado em poder; em Sua justiça e grande retidão, Ele não oprime.”

Mas neste último capítulo continua a suposição de Eliú de que, como Deus é justo, Jó deve ter feito coisas horríveis para estar nessa condição. Eliú e seus amigos estão certos de que existe um mal na equação. E estão certos ao afirmar de que não está com Deus. Mas eles erram em culpar Jó. Nós tivemos um vislumbre dos bastidores, no início da história, de que foi Satanás quem instigou a coisa toda. É aqui que está o mal. E isso explica por que coisas ruins acontecem a pessoas boas.

Estamos inseridos numa batalha entre o bem e o mal. Saber isso nos dá mais informações do que tinham todos os amigos sábios de Jó. Saber isso nos permite ainda acreditar que Deus é justo e nos relacionarmos com aqueles que estão passando por momentos difíceis de uma maneira compassiva e não condenatória.

Lonnie Wibberding
Pastor, Igrejas Adventistas do Sétimo Dia de Glide e Turning Point
Oregon, EUA

Texto original:



JÓ 37 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
1 de maio de 2023, 0:50
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479 palavras

Sobre isto. Não há uma divisão natural entre os cap. 36 e 37. Eliú continua usando  a figura de uma tempestade para descrever o poder de Deus. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 673.

Dai ouvidos ao … que sai da Sua boca. Muitas vezes nos atrevemos a falar em nome de Deus (como o fizeram os amigos de Deus), colocar palavras em Sua boca, ter certeza de Sua vontade ou interpretar seu silêncio significando que Ele está ausente ou não interessado. Mas Deus Se importa. Ele está no controle e falará. Esteja pronto para ouvir Sua mensagem – na Bíblia, na Sua vida através do Espírito Santo e através de circunstâncias e relacionamentos. Life Application Study Bible.

trovão de Deus. Literalmente, “o estrondo da Sua voz” (ver NVI). CBASD, vol. 3, p. 673.

torna Ele inativas. …cessação do trabalho ao ar livre durante o inverno, devido à neve, ao gelo e às chuvas pesadas. Esta pausa na atividade do homem dá tempo para reflexão e, assim, promove um conhecimento mais claro de Deus. CBASD, vol. 3, p. 673.

entram nos seus esconderijos. É no inverno que os animais hibernam. Isto … é para Eliú uma prova da sabedoria de Deus. Ele fez provisão para que os animais fossem protegidos do frio e subsistissem com pequenas quantidades de alimento durante a estação da escassez. CBASD, vol. 3, p. 673.

 dos ventos do norte, o frio. … fortes ventos que dispersam as nuvens e deixam o tempo claro e frio. CBASD, vol. 3, p. 673.

10 sopro de Deus. Aqui, metáfora do vento gelado. Bíblia de Estudo NVI Vida.

16 equilíbrio das nuvens. O balanço das várias forças naturais, que permitem a presença da água na atmosfera; cf o que Jó fala, 26.7. Bíblia Shedd.

O fenômeno das nuvens suspensas no céu, carregadas de chuva sem que nada as sustente, provocou a admiração de Eliú (ver Jó 26:8). CBASD, vol. 3, p. 673.

17 vento sul. O siroco, que, na área do Mediterrâneo, provoca um calor paralisante, um mormaço opressor, diante do qual até os pássaros se escondem, e toda a vida animal e vegetal dão a impressão de estar murchas. Bíblia Shedd.

18 duros como … bronze. Em Dt 28.23 os céus de bronze simbolizam calor sem alívio. Bíblia de Estudo NVI Vida.

21 para o sol, que brilha. Os seres humanos não conseguem olhar para o sol ofuscante; quanto menos seriam capazes de ficar frente a frente com Deus!  CBASD, vol. 3, p. 674.

24 não dá Ele atenção a todos os sábios de coração. Ou “pois Ele não tem consideração por ninguém que se ache sábio”. Nota Bíblia NVI.

os que se acham sábios. Isto é, os convencidos. Certamente é verdadeiro o que Eliú declara como um princípio. É tolice um homem pensar em comparar sua insignificante sabedoria com a de Deus. O erro de Eliú está em tentar aplicar o princípio a Jó. O problema com Eliú e com os outros protagonistas foi que eles ousaram julgar a Jó. CBASD, vol. 3, p. 674.



Jó 37 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
1 de maio de 2023, 0:45
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“Inclina, Jó, os ouvidos a isto, para e considera as maravilhas de Deus” (v.14).

Mesmo sem saber, Eliú preparou o coração de Jó para o discurso divino. Exaltando a majestade de Deus e o Seu poder criador, suas palavras foram uma espécie de prelúdio ao que estava por vir. De um modo especial, Eliú destacou as obras do firmamento: o céu, as nuvens, a chuva, a geada, a neve, os relâmpagos, os trovões, o sol. Certamente, ele tinha uma fascinação por estas “maravilhas de Deus” (v.14) e, em estudá-las, deparou-se com um conhecimento que está acima da capacidade humana compreender ou explicar.

Com o coração a tremer, imagino Eliú olhando para o céu, e quem sabe até estivesse no período de inverno, contemplando o clima da região nesta estação. Apesar de não haver uma opinião concreta acerca da localização da “terra de Uz” (Jó 1:1), o fato de Eliú se referir não somente às chuvas, mas também “à neve” (v.6), pode ser um forte indício de que Uz ficava “nas vizinhanças de Damasco. Em realidade, uma área 65 km a sudoeste de Damasco ainda mantém o nome de Deir Eiyurb, perpetuando o nome de Jó” (CBASD, v.3, p.554). Mas também poderia estar localizada às margens de um grande rio, com base em outra de sua fala, quando ele diz: “e as largas águas se congelam” (v.10).

Ainda que incerta a localização de Uz, aquele lugar foi o cenário para a composição do que é considerado um dos maiores tesouros literários da cultura hebraica. O que precisamos admirar nesta obra, porém, não tem que ver apenas com poemas ou com uma joia literária, mas com a essência espiritual contida na experiência de Jó. A integridade deste patriarca e sua fé inabalável deve inculcar na mente de todo o sincero pesquisador das Escrituras que a verdadeira adoração não depende das circunstâncias, mas está acima delas.

Jó foi abatido em todos os aspectos de sua vida, menos um: o espiritual. E recebeu como primeira recompensa a aparição do Senhor e a manifestação de Sua voz e sabedoria. Sabem, amados, as nossas palavras são falíveis, bem como muitas de nossas ações. Às vezes falamos do que não sabemos ou fazemos as coisas por impulso. Mas o Senhor conhece com exatidão cada uma de nossas intenções ou motivações. Ser fiel ao Senhor não significa que nunca iremos errar, mas que, mesmo quando erramos, há um Deus no Céu que já experimentou ser tentado e que Se inclina para ouvir cada oração sincera e para erguer os de coração quebrantado e contrito.

Deus “não olha para os que se julgam sábios” (v.24), mas “sacrifícios agradáveis a Deus são o espírito quebrantado; coração compungido e contrito, não o desprezarás, ó Deus” (Sl.51:17). Que na palavra direta de Deus nos próximos capítulos, ainda que o lugar em que estamos não nos seja favorável, ainda que existam “grandes coisas, que nós não compreendemos” (v.5), que a essência “de toda palavra que sai da boca de Deus” (Mt.4:4) seja para nós alimento sólido, eficaz e suficiente. Vigiemos e oremos!

Bom dia, nutridos pela Palavra de Deus!

Rosana Garcia Barros

#Jó37 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



JÓ 37 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
1 de maio de 2023, 0:40
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JÓ 37 – Uma teologia desprovida de revelação é tão limitada quanto qualquer pensamento humano deturpado.

A filosofia da vida não pode ser corretamente compreendida independente da devida revelação divina. Nenhum dos cinco preletores de Jó 3-37 tinham ciência da revelação de Jó 1-2; por isso, estavam perdidos, tateando no escuro, procurando a compreensão do sofrimento humano.

Eliú encerrou seu último discurso em Jó 37. Baseando-se em sua compreensão limitada da natureza divina e da vida humana, sua teologia buscou explicar a filosofia do sofrimento de forma simplista e reducionista.

Desconsiderando a complexidade da existência, Eliú (como muitos de nós) procura justificar a justiça de Deus com explicações pautadas na lógica terrena, que é extremamente limitada. Assim, qualquer abordagem desconsiderando a dimensão espiritual e sobrenatural da vida (Jó 1 e 2) será limitada, falha e simplista.

O sofrimento não pode simplesmente ser explicado pela justiça divina ou pelas transgressões humanas; pois, a revelação demonstra envolver uma série de fatores que ultrapassam o horizonte de nosso limitado entendimento.

Além disso, Eliú se posiciona com autoridade acima do posicionamento de Jó; alega que suas palavras superam as dos outros amigos filósofos, inclusive considera suas colocações de maior valor que as expressões do próprio Jó. Tal postura é arrogante, petulante e presunçosa – assim as pessoas evidenciam falta de verdadeira compreensão da natureza divina e da existência humana neste mundo injusto de sofrimento, angústia e morte.

Embora Eliú avançasse filosoficamente em relação às expressões de Elifaz, Bildade e Zofar, porém, da mesma forma, está tateando no escuro na elaboração da teologia, falhando em entender correta e plenamente a natureza do caráter de Deus e da existência humana.

Consequentemente, Jó continuava sem respostas para suas perplexidades e inquietações.

Enfim, nunca poderemos sair de uma visão superficial da realidade sem considerar a revelação sobrenatural e espiritual provida por Deus. Somos limitados pela própria perspectiva. Só conseguimos enxergar o que é visível aos nossos olhos carnais – o que promove orgulho e superioridade, não bondade e compaixão, muito menos empatia com quem sofre terríveis aflições.

Jó 37 mostra que a natureza revela a existência e a grandeza do Criador, contudo, devido ao pecado que a deteriorou e corrompeu nossa capacidade interpretativa, precisamos da revelação escrita/direta para alcançar conclusões corretas. Portanto, reavivemo-nos na Palavra! – Heber Toth Armí