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“Sou indigno; que Te responderei eu? Ponho a mão na minha boca” (v.4).
O Senhor encerrou a Sua primeira fala concedendo a Jó o direito de réplica. Contudo, diferente das tentativas inúteis de defender a sua integridade diante de seus amigos, Jó reconheceu a primeira coisa que todo aquele que se aproxima de Deus com humildade reconhece: sua indignidade. A grandeza manifestada nas palavras do Criador e Seu modo de falar fez com que Jó percebesse o mesmo que perceberam as multidões após ouvir as palavras de Jesus: “Quando Jesus acabou de proferir estas palavras, estavam as multidões maravilhadas da Sua doutrina; porque Ele as ensinava como quem tem autoridade e não como os escribas” (Mt.7:28-29).
As palavras do Senhor penetraram em seu coração como “espada de dois gumes”, discernindo “os pensamentos e propósitos do coração” (Hb.4:12). Enquanto Ele falava, Jó sentiu-se nu e totalmente vulnerável ao exame divino. Como um livro aberto, sua vida estava exposta Àquele que tudo perscruta. E de seu íntimo, manifestou a sua humilde resposta: “Sou indigno! Como posso Te responder, Senhor? Prefiro ficar mudo! Já falei mais do que deveria”. Em Sua infinita bondade e paciência, “do meio de um redemoinho” (v.6), o Senhor continuou a lhe falar.
A linguagem de Deus é a linguagem do coração. Diferente dos homens, Deus não Se esforça por proferir palavras eloquentes e rebuscadas. Seu esforço está em que o homem seja santificado e reavivado por Sua Palavra. Das multidões que ouviam a Jesus, “muitos, vendo os sinais que Ele fazia, creram no Seu nome; mas o próprio Jesus não Se confiava a eles, porque os conhecia a todos” (Jo.2:23-24). Após o milagre, sempre há o convite: “Vem, e segue-Me!”. Quando Jesus disse que “não só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que procede da boca de Deus” (Mt.4:4), estava a declarar que todas as bênçãos terrenas são um meio, e não um fim em si mesmas. Aquelas pessoas não queriam Jesus, só queriam milagres. E nós, amados?
Aquele que é chamado de a “Palavra de Deus” (Ap.19:13), deseja que sejamos fortalecidos pelo verdadeiro alimento: “Bem-aventurados aqueles que são chamados à ceia das bodas do Cordeiro […] São estas as verdadeiras palavras de Deus” (Ap.19:9). Quando a verdade é confirmada no coração, o Espírito Santo manifestará o Seu fruto. Jó precisava de um milagre, mas, antes disso, ele precisava do Senhor dos milagres. Que o estudo diário da Palavra de Deus continue realizando em você e em mim o maior dos milagres: a transformação em Cristo Jesus pelo Seu maravilhoso conhecimento. (Leia Jo.17:3). Vigiemos e oremos!
Bom dia, transformados pelo conhecimento que salva!
Rosana Garcia Barros
#Jó40 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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JÓ 40 – Por que Deus faz perguntas para responder perguntas?
Com suas perguntas Deus levou a mente de Jó para o espaço sideral e para o zoológico (Jó 39). “‘Por que?’, perguntei a mim mesmo”, escreve Charles Swindoll. “O que uma visita ao espaço exterior ou uma viagem ao zoológico tem a ver com a ideia de consolar Jó, apesar daquelas feridas em toda a sua pele?’ Tudo o que Deus precisava fazer era um gesto e remover todas na mesma hora. Elas teriam desaparecido de uma vez e para sempre. Mas Ele não fez isso”.
Respostas a perguntas com outras perguntas pode ser uma estratégia maravilhosa para ativar a mente de quem só olhava para si mesmo, preso em seu pequenino mundinho!
Será que foi para isso que Deus empanturrou Jó com dezenas de perguntas, quando Jó havia elabora as suas e esperava respostas?
Refletindo sobre Deus em relação a Jó, David Atkinson comentou: “Venha comigo, Jó; veja essas coisas, maravilhe-se com elas; aprecie todas. Você não pode controlá-las, mas elas estão sob o meu controle… ‘Você jamais será o que deveria ser, até que saia de si mesmo e ande entre elas’. Talvez seja por isso que Deus leva Jó nessa visita – para mostrar a Sua majestade em Suas obras: para tirar Jó de si mesmo, distraí-lo de sua miséria, ampliar os seus horizontes, fazendo-o contemplar a majestade criativa e doadora de vida de Deus, e especialmente para capacitá-lo a ver a si mesmo em um novo cenário”.
Como Jó reagiu à forma inesperada de Deus responder suas inquietações? Jó respondeu positivamente (Jó 40:3-5). E, “se você tomar tempo para analisar [suas] palavras, verá que Jó dá três respostas. A primeira é de humildade [‘sou indigno]. A segunda é de alívio [‘o que posso replicar?]’. E a terceira é uma resposta de entrega [‘ponho a mão na minha boca’]. Isso era tudo o que Deus desejava ouvir”.
Ou seja,
• Reconhecer nossa insignificância perante Deus é essencial para cultivar um coração humilde e submisso.
• Aprender a confiar na sabedoria de Deus, mesmo em meio aos caos, nos permite encontrar alívio e paz cercados pelas incertezas.
Antes de aprender com a atitude de Jó, devemos aprender o que Deus quer nos ensinar! Assim, reavivaremo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: JÓ 39 – Primeiro leia a Bíblia
JÓ 39 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jó/39
Como pessoa que aprecia pássaros, eu tinha uma particular apreciação pelos avestruzes selvagens da África do Sul. Mas o que aprendi sobre as maiores espécies de aves no livro de Jó me surpreendeu.
Deus fez avestruzes para serem fortes e tolas. Sim, é isto mesmo: Ele “a privou da sabedoria, e não lhe deu entendimento.” Jó 39:17. ACF
Agora você pode se perguntar por que um Criador amoroso faria um grande pássaro tolo. Uma das possibilidades é a seguinte: temos aí um alerta para fazermos um trabalho melhor criando nossos próprios filhos.
O avestruz põe seus ovos fortes na terra. O papai e a mamãe avestruz em sua força podem afastar hienas, guepardos e outros predadores nefastos. Mas os pais, quando não estão prestando atenção em seus pés, pisam em seus próprios ovos. E às vezes eles dão um passeio e deixam o ovo para os predadores já mencionados.
E antes que você pense “que pássaro estúpido”, lembre-se de que você, leitor, também pisa nos seus próprios ovos. Quando você diz ao seu filho: “você é burro!” Ou “eu gostaria que você não tivesse nascido!”, você pisa esses ovos no chão. Quando você deixa a mídia moldar a mente dos seus filhos, você permite hienas devorarem seus filhotes. E quando você está ocupado demais para ensinar amorosamente os seus filhos, é parecido com o frio da noite que pode matar um embrião de avestruz.
Neste mundo de pecado Deus permitiu o avestruz cometer algumas tolices. Isto serve de alerta para que nós sejamos mais espertos ao criarmos nossos filhos!
Eugene Prewitt
Diretor
Instituto de Treinamento da Ásia Oriental, Malásia
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=721
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294 palavras
As perguntas de Deus mostram o Seu cuidado com as criaturas selvagens. Andrews Study Bible.
Deus lembra Jó da sua obra criadora, sábia e mantenedora – mesmo nas colinas estéreis, onde o homem mal pode viver – e da ignorância de Jó, como contraste. Bíblia de Genebra.
Deus fez a Jó várias perguntas sobre o reino animal, a fim de demonstrar como o conhecimento de Jó era muito limitado. Deus não estava à procura de respostas de Jó. Em vez disso, ele estava levando Jó a reconhecer e se submeter ao poder e soberania de Deus. Só então ele poderia ouvir o que Deus estava realmente dizendo a ele. Life Study Application Bible.
5 Quem despediu o jumento selvagem. Essa criatura selvagem era muito admirada pela sua liberdade e capacidade de viver na “terra salgada”. Bíblia de Genebra.
7 arrieiro (ARA; NVI: “tropeiro”).
9 Acaso, quer o boi selvagem servir-te? No AT, o boi selvagem (o auroque, praticamente extinto nos dias de hoje) às vezes simbolizava a força (ver e.g, Nm 23:22; 24:8; Dt 33:17; Sl 29:6). Depois do elefante e do rinoceronte, o boi selvagem era o maior e mais poderoso animal terrestre do mundo do AT. Bíblia de Estudo Arqueológica NVI Vida.
… foi caçado [quase] à extinção pelos egípcios e assírios. Bíblia de Genebra.
13-18 Deus se responsabiliza (v 17) por elementos estranhos da natureza, tais como o avestruz, que é tão forte, mas é descuidado. Andrews Study Bible.
18 ri-se do cavaleiro e do cavalo. O avestruz é uma ave que não pode voar, mas que corre mais rápido do que um cavalo. Jó queixara-se de paradoxos na sua vida. Deus lhe mostra paradoxos naturais que só são resolvidos nos propósitos secretos (ou revelados) do Deus auto-existente. Bíblia de Genebra.
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“O avestruz bate alegre as suas asas; acaso, porém, tem asas e penas de bondade?” (v.13).
Existem muitos canais, documentários e filmes acerca do mundo animal. Todas as principais descobertas e as melhores imagens compõem estas produções. Muitas delas requerem investimentos milionários e uma equipe multidisciplinar, a fim de desvendar os fascinantes mistérios da natureza. E quanto mais a ciência faz novas descobertas, mais percebemos a infinidade de conhecimento que há para ser desvendado. O capítulo de hoje, porém, apresenta um relatório que nenhuma tentativa humana pode superar: o “documentário” revelado pelo próprio Criador dos animais.
O tempo de gestação, o habitat de cada um deles, os alimentos, os instintos, a força de uns, a velocidade de outros, as diversas habilidades, tudo coopera para o equilíbrio das espécies. A região em que Jó morava devia ser favorável nesse aspecto, de forma que o Senhor destacou a fauna que lhe era familiar. Cada animal e suas peculiaridades representam a grandeza de Deus e a limitação humana. O Senhor queria que Jó compreendesse que, se Ele cuidava e olhava para cada uma daquelas simples criaturas, muito mais cuidava dele, que fora criado à Sua imagem e semelhança (Gn.1:26).
De todos os animais, creio que Jó se sentia como um filhote de avestruz, abandonado à sua própria sorte. Como que pisado por “animais do campo” (v.15), não via mais esperança nesta Terra, a não ser pela esperança na vida porvir (Jó 19:26). O que Jó ainda não sabia, era que, como um avestruz adulto, ele se levantaria “de um salto” (v.18) para ainda correr uma grande distância. Mas sua ignorância quanto ao conhecimento de Deus se tornaria em sabedoria e entendimento, e sua desesperança em longevidade.
Há muito o que aprendermos no segundo livro de Deus: a natureza. Assim como o Senhor apareceu a Jó em um redemoinho para lhe revelar a Sua sabedoria, Ele deseja falar conosco através de Sua Palavra e da natureza para o nosso benefício. Por isso que o apóstolo Paulo declarou que “a impiedade e a perversão dos homens que detêm a verdade pela injustiça” (Rm.1:18) são indesculpáveis. “Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o Seu eterno poder, como também a Sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas.” (Rm.1:20).
Se, à cada manhã, levantarmos os nossos olhos ao Céu para contemplar a Jesus em primeiro lugar, o Espírito Santo não permitirá que olhemos com indiferença a natureza ao nosso redor. Ainda que em uma pequena flor, ou num pássaro a nos despertar, ou no quadro singular do multiforme céu azul, encontraremos razão suficiente para louvar ao nosso Criador e confiar-Lhe o controle de nossa vida. Porque se Ele cuida das aves do Céu, muito mais terá cuidado de mim e de você também (Mt.6:26). Vigiemos e oremos!
Bom dia, obras do Criador!
* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.
Rosana Garcia Barros
#Jó39 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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JÓ 39 – Você já se decepcionou com Deus? Esperou uma coisa e recebeu outra dEle? Então, o livro de Jó é para você…
Quando Jó esperava um mar calmo de respostas de Deus, Deus surgiu na fúria de um redemoinho trazendo-lhe uma avalanche de questionamentos, que em vez de afagar seu ego, provocou sua destruição. Não gostamos de ter o ego ferido, mas enaltecido. Por isso, devido ao nosso orgulho nos decepcionamos com Deus. Contudo, com certeza Ele sabe o que é melhor para nós! Confiemos!
A sabedoria e o conhecimento divino excedem em muito em relação à capacidade e habilidade humana em compreender as coisas. Ao considerar Jó 39 devemos aprender a depender da sabedoria e providência de Deus em todas as coisas.
Se Jó não pode entender astronomia… Deus traz o debate ao nível da zoologia. Já o havia feito no final do capítulo 38, agora, salienta ainda mais. Refletindo atentamente, juntamente com Jó somos questionados sobre nossa capacidade de entender a natureza (Jó 39:1-4).
Diante do moribundo Jó, Deus descreve sobre a natureza animal; nesta descrição, considerou-se:
• A selvageria do jumento selvagem (Jó 39:5-8).
• A força e habilidade do boi selvagem para trabalhar arando a terra (Jó 39:9-12).
• A habilidade do avestruz de correr e sua irresponsabilidade em pôr ovos (Jó 39:13-18).
• A força, a beleza e a coragem do cavalo (Jó 39:19-25).
• A habilidade do falcão em construir seu ninho e caçar (Jó 39:26-30).
Em Jó 39 percebe-se o uso da ironia por parte de Deus, que interroga a Jó baseando-se nestes itens acima. A ironia consiste em expressar o oposto do que se quer dizer, de forma a criar um efeito de humor e sarcasmo (Jó 39:19-20, 26-27). Com tal recurso literário, Deus intentava mostrar a Jó ( e também a nós) a tamanha limitação e ignorância humana diante da grandiosidade da criação divina. Ou seja, corretamente utilizada, a ironia…
• Deve ter propósito teológico claro: Os seres humanos não conseguem compreender plenamente a natureza diante de seus olhos.
• Deve ter efeitos pedagógicos: Somente Deus tem visão completa das coisas; como seres limitados, devemos confiar em Sua sabedoria.
Através da ironia divina, devemos reconhecer a importância da humildade e da confiança em Deus diante das adversidades da existência! Assim, reavivaremo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: JÓ 38 – Primeiro leia a Bíblia
JÓ 38 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jó/38
Que tipo de resposta você pode esperar quando tem uma discussão com o Todo-Poderoso?
Entre os conselhos desprovidos de conforto de seus amigos, Jó argumentou contra suas acusações e o que ele pensava ser o julgamento de Deus contra ele. Salpicado de afirmações de fé, reafirmou seus atos de caridade e lamentou sua própria existência, protestando contra seus evidentes maus tratos.
Em Gênesis 15:1-3, Abrão argumenta, não com julgamentos, mas com o que ele vê como uma promessa falha de Deus! Como Deus responde? Com a mais gentil segurança.
“Conte as estrelas, se puder. Assim será a sua descendência.”
Certamente, diante do sofrimento sem sentido de Jó e do abuso bem-intencionado de seus amigos, Deus faria o mesmo por ele.
Evidentemente, às vezes precisamos do mesmo lembrete que nosso Pai Celestial perfeitamente amoroso e onisciente trouxe a Jó de um redemoinho. Ele é Deus. Ele é o Criador. Nós não somos.
As palavras soam ofensivas e abusivas a princípio:
“Quem é esse que obscurece o meu conselho com palavras sem conhecimento?”
“Onde você estava . . . ?”
O Deus que conhecia a segurança de que Abrão precisava, sabia que Jó precisava Dele em toda a Sua majestosa incompreensibilidade. Ainda não entendo completamente o porquê, nem por Jó, nem por mim mesmo às vezes. Mas então, por que eu iria?
Eu não sou Deus. Ele é amor. É suficiente.
Bob Mason
Pastor, Igrejas Adventistas do Sétimo Dia de Yreka/Scott Valley, Califórnia, EUA
Texto original:
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808 palavras
1 o SENHOR. A resposta de Deus a Jó ocupa quatro capítulos (38-41), interrompidos apenas por uma curta confissão de Jó (40:3-5). Os cap. 38 e 39 estão intimamente ligados, e constituem uma exortação a Jó, em vista de sua ignorância sobre a criação natural de Deus. Deus tenta ampliar o conceito de Jó sobre o Ser divino. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 675.
respondeu a Jó. Deus não vindica Jó imediatamente. Seu propósito divino não é resolver uma disputa, mas revelar-Se. Ele também não explica a Jó a razão de seu sofrimento. Uma compreensão clara de Deus é mais importante do que uma revelação de todas as razões pelas quais Deus age como o faz. CBASD, vol. 3, p. 675.
7 rejubilavam. Três vezes é mencionada a alegria dos anjos: na criação, na redenção e na recriação da Terra. CBASD, vol. 3, p. 676.
9 O mar é como um recém nascido envolvido em nuvens de escuridão (idêntico ao termo grego em Lucas 2:7). Andrews Study Bible.
11 quando Eu lhe disse. Deus, o Pai, controla o mar falando a ele, assim como faz Deus, o Filho (v. Lc 8.24, 25). Bíblia de Estudo NVI Vida.
14 A terra se modela como o barro debaixo do selo (ARA; NVI: “sinete”). Ou sinete cilíndrico … ou sinete de carimbar. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Como o selo muda o barro, fazendo-o deixar de ser uma massa inexpressiva e sem forma e imprimindo em sua superfície uma figura, assim a vinda da alva transforma a Terra, de uma massa indistinta, num objeto que tem forma e cor. CBASD, vol. 3, p. 677.
como vestidos. O nascer do sol faz com que a terra tome forma e cor, como o desenho ricamente bordado numa veste. CBASD, vol. 3, p. 677.
15 dos perversos se desvia a sua luz. É à noite que os ímpios estão ativos (v. Jo 3.19) Bíblia de Estudo NVI Vida.
A luz do dia não traz alegria para os ímpios. Suas trevas interiores fazem com que procurem escapar da luz exterior. CBASD, vol. 3, p. 677.
o braço levantado para ferir se quebranta. O braço levantado para cometer um ato violento é quebrado pela chegada da luz. As atividades ilícitas são interrompidas. CBASD, vol. 3, p. 677.
16 o mais profundo. As cavernas inexploradas no fundo do mar são desconhecidas por Jó. CBASD, vol. 3, p. 677.
17 O que você realmente sabe a respeito da morte? Andrews Study Bible.
20 para a sua casa [da luz e das trevas]. A luz e as trevas são personificadas e apresentadas como se residissem em casas. Quando a noite cai a luz volta para sua habitação e as trevas saem. Pela manhã, são as trevas que voltam para casa e a luz sai. CBASD, vol. 3, p. 677.
22 depósitos da neve… saraiva. Fenômenos naturais, como a neve o granizo (saraiva) representaram um mistério durante muitos séculos, mas não constituíam um mistério para Deus. CBASD, vol. 3, p. 677.
Deus usou granizo para ajudar Josué e os israelitas a vencer uma batalha (Josué 10:11). Life Application Study Bible Kingsway.
31 poderás…? Apontando para várias constelações brilhantes e conhecidas, Deus pergunta se Jó se acha capaz de guiá-las em sua rota ao longo do espaço. CBASD, vol. 3, p. 677.
laços do Órion. Alguns sugeriram que esta palavra designa as três estrelas popularmente como o “cinturão de Órion”. Embora aparentemente próximas no céu, essas estrelas não são membros de um aglomerado como as plêiades. Na verdade, estão viajando a um grande velocidade em direções diferentes. Esta sugestão estaria em harmonia com o óbvio contraste do texto entre o “atar” das Pléiades e o “soltar” do Órion. CBASD, vol. 3, p. 678.
32 os signos do Zodíaco (ARA; NVI: “as constelações”; NKJV: “Mazzaroth”; BLH: “a estrela d’alva”; NKJA: “a Alva, a estrela da manhã”). Do heb. mazzaroth. Esses 12 “signos” ou constelações … formam um cinturão ao redor do Equador e, assim, marcam o caminho através do qual o sol aparece para viajar em seu circuito ao longo dos céus estrelados durante o decorrer do ano. O termo mazzaroth provém de uma raiz que significa “brilhar” ou “ser brilhante”. CBASD, vol. 3, p. 678.
36 meteoro (ARA; NVI: “mente”). A palavra hebraica traduzida por “meteoro” ocorre somente aqui, e o seu sentido tem estado em dúvida desde os tempos antigos. Bíblia de Genebra.
Heb sewi, palavra derivada do conceito de “vigiar”, e traduzida “galo” ou “mente”. Exprime aqui a ideia de um fenômeno celestial. Note-se que muitos versículos de Jó têm causado grandes dificuldades ao tradutor e depois ao leitor. Bíblia Shedd.
37 numerar … as nuvens. As nuvens, como os grãos de areia na praia, não podem ser estatisticamente computadas. CBASD, vol. 3, p. 679.
os odres dos céus … despejar. A expressão diz, literalmente, “quem pode deitar os odres”, isto é, incliná-los para que o conteúdo saia. CBASD, vol. 3, p. 679.
38 para que o pó se transforme em massa sólida. Este verso complementa o pensamento da figura de linguagem anterior. Quando o solo está duro e seco, quem pode persuadir as nuvens a derramar água sobre ele? CBASD, vol. 3, p. 679.