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ESDRAS 3 – As gerações antigas podem ter perspectivas diferentes das coisas, em relação às novas gerações. As experiências e histórias dos veteranos contam muito na forma de ver a vida, e faria muito bem que seus descendentes lhes dessem atenção.
Em contrapartida, não é possível viver do passado. Às vezes, a situação atual não é nada favorável para se fazer o que era feito antigamente. Então, da mesma forma que as novas gerações precisam considerar a velha guarda, os idosos precisam inspirar-se na alegria e motivação das novas gerações. Com bom fundamento e boa expectativa é possível ter excelente perspectiva do presente e caminhar confiando em Deus rumo ao futuro.
As formas diferentes de reagir de cada geração deveriam complementar-se. As variadas reações demonstradas por cada geração diante da mesma situação deveriam levar todas as gerações a um amadurecimento espiritual, o que realmente acontece caso uma geração não for intolerante à outra – algo difícil, não impossível!
Esdras 3 revela-nos que mesmo chorando com situações caóticas da obra de Deus, é possível alegrar-nos imensamente quando algo parado há tempo volta a acontecer.
• Mesmo sem ter sido lançado os alicerces do novo templo, os judeus organizaram-se para recomeçar as atividades religiosas. Diante do dia mais sagrado do calendário hebraico, foi organizado um altar para dar início às festividades que não se celebravam desde a queda de Jerusalém (Esdras 3:1-6). Que privilégio!
• O lançamento do alicerce do templo encheu de euforia aos jovens, e de nostalgia aos velhos; porém, ao se misturarem os gritos dos que choraram em alta voz com os gritos dos que se alegravam, não podia distinguir-se, assim “o povo fazia enorme barulho. E o som foi ouvido a grande distância” (Esdras 2:7-13).
Mesmo com nostalgia, se há recomeço de algo bom, de novo investimento na obra de Deus, o choro precisa ceder lugar à alegria. Os jovens entusiasmados com as coisas de Deus devem sufocar o lamento daqueles que prezam por sentimentos nostálgicos.
Diferentes gerações precisam aprender a agirem tão unidas “como um só homem” (Esdras 3:1, 9) ao trabalharem para Deus, e adorá-Lo “com louvor e ações de graças”, contando o quanto “Ele é bom”, cantando que “Seu amor por Seu povo dura para sempre” (Esdras 3:11). Assim nasce um poderoso reavivamento! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: ESDRAS 2 – Primeiro leia a Bíblia
ESDRAS 2 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL
ESDRAS 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/ed/2
Eu nasci em circunstâncias adversas e fui criada por minha mãe. Não conheci meu pai até quando me tornei adulta. Quando descobri o nome dele, imediatamente comecei a pesquisar tudo sobre ele. Fui motivada pela necessidade de pertencer – para me identificar com esse homem que eu não conhecia, mas estava conectado através do meu DNA.
Este capítulo revela algo semelhante. O decreto foi emitido permitindo que os judeus voltassem a Jerusalém. Imediatamente, muitos se levantaram para serem contados entre os que retornariam. Ansiosamente, eles se prepararam para uma jornada para este lugar a que pertenciam – sua tribo, sua família, seu DNA. Embora alguns nunca tivessem visto Jerusalém, estavam em casa.
Embora você possa estar – e assim espero – conectado à sua família terrena, lembre-se de que você também é contado entre a família de Deus. Você é filho dEle. Deus emitiu um chamado através da Sua Palavra para você retornar a Ele. Assim como os judeus se preparavam para uma jornada que os reconectaria ao lar ancestral, você também precisa seguir seu caminho – uma jornada liderada pelo Espírito que o levará de volta para casa, não apenas para o seu Pai celestial, mas para o seu lar eterno.
Merle Poirier
Gerente de Operações
Revistas Adventist Review e Adventist World
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/ezr/2
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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573 palavras
Resumo: Os exilados retornam para Jerusalém com Zorobabel. Um total de 42.360 pessoas retornam. Alguns dos chefes das famílias dão ofertas voluntárias para a reconstrução do templo de Deus no seu antigo local.
1-70 A lista dos exilados que retornaram talvez não pareça teologicamente importante, mas a repetição da mesma lista, com algumas variações em Ne 7, sugere outra coisa: Em primeiro lugar, o Senhor conhece pessoalmente o seu povo. A aliança entre o Senhor e o Seu povo é um laço de amizade íntima. Em segundo lugar, as pessoas comuns são vitais para a realização do plano divino da redenção. Não somente os líderes religiosos e políticos são importantes na reconstrução da Casa de Deus, mas também o povo comum o é. De fato, “o restante do povo” contribuiu mais para a reconstrução do que fizeram os “cabeças das famílias” ou o governador (Ne 7.70-72). Em terceiro lugar, a numeração se assemelha àquelas que existem em Números e em Josué (Nm 1.26; Js 18,19). Assim como o Senhor formou a comunidade da aliança depois do êxodo do Egito, assim também Ele a recria após o retorno da Babilônia (Bíblia de Genebra).
2 Zorobabel. O líder político dos exilados. […] Ageu (1.1) fala de Zorobabel, neto do rei Jeoaquim, como governador de Judá. Ciro, portanto, nomeou um descendente de um antigo rei de Judá para governar em nome de um rei persa, uma escolha com a qual Ciro esperava agradar os judeus. (CBASD-Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 3, p. 356).
Jesua. ‘Yeshua’ é a forma aramaica do nome hebraico geralmente traduzido como Josué. Este Jesua era o líder espiritual dos exilados que retornaram, o “sumo sacerdote” (Ag 1;1; Zc 3:1), além de outras referências (Ed 3:2; Ne 12:1;etc). Era descendente direto de Arão, por seu pai Josadaque, sumo sacerdote no tempo do cativeiro de Nabucodonosor (1Cr 6:3-15; Ed 3:2). […] Assim, dois homens da antiga nobreza judaica lideraram o movimento de restauração de Judá: um descendente da antiga casa real [Zorobabel] foi nomeado líder político e o outro, um filho do último sacerdote antes do cativeiro [Jesua/Josué], como líder espiritual. Seus nomes podem ter sido sugeridos a Ciro por um conselheiro confiável como Daniel, e ambos, sem dúvida, foram escolhidos por seu caráter idôneo e por desfrutarem da confiança do povo (CBASD, vol. 3, p. 356 e 357).
59 – 63 As genealogias eram muito importantes para o povo hebreu. Se eles não pudessem provar que eram filhos de Abraão, eles não eram considerados judeus e eram excluídos da plena participação da vida comunal judaica (Life Application Study Bible Kingsway NIV).
63 Urim e Tumim. Eram dois objetos, provavelmente com a forma de pedras planas, que originalmente faziam parte da vestimenta [no peitoral] do sumo sacerdote. Eram utilizados para buscar a vontade de Deus em questões importantes (Lev 8:8) (Life Application Study Bible Kingsway NIV).
65 afora os seus servos e as suas servas. É surpreendente descobrir que depois de 50 anos de cativeiro, alguns judeus melhoraram sua posição social a ponto de adquirirem escravos – um para cada seis judeus (CBASD, vol. 3, p. 357).
69 deram quinhentos quilos de ouro, três toneladas de prata (NVI). O dinheiro dado era suficiente para iniciar a reconstrução do templo. O povo doou os recursos de que dispunham para o seu melhor uso. Eles foram entusiastas e sinceros, mas o templo nunca alcançaria o esplendor do templo de Salomão. O dinheiro que Davi reuniu para começar a construção do templo de Salomão era mil vezes maior (1Cr 22:14). Algumas pessoas choraram quando lembraram o glorioso templo que havia sido destruído (3:12) (Life Application Study Bible Kingsway NIV).
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“Estes procuraram o seu registro nos livros genealógicos, porém o não acharam; pelo que foram tidos por imundos para o sacerdócio” (v.62).
Quando nos deparamos com a leitura de uma genealogia bíblica ou, como no capítulo de hoje, uma grande lista de nomes incomuns, temos a tendência de pular o capítulo e acabamos perdendo uma importante parcela da bênção para nós reservada. Confesso que sou tentada a fazer uma leitura superficial e rápida, mas, estando em oração, o Espírito Santo nunca permite que as Escrituras deixem de cumprir a sua fiel utilidade.
No capítulo anterior, vimos que nem todos os hebreus retornaram da terra do cativeiro. Se isso tivesse acontecido, provavelmente não teria uma lista destacando os que “voltaram para Jerusalém e para Judá” (v.1). Certamente, estaria escrito que todos regressaram “para Jerusalém e para Judá”. Os “exilados” (v.1), portanto, eram um remanescente, uma pequena porção dos filhos de Israel; aproximadamente cinquenta mil pessoas que reconheceram ser aquele o momento de voltar para casa.
Alguns, porém, “não puderam provar que as suas famílias e a sua linhagem eram de Israel” (v.59). Seus nomes, ou o nome de seus pais, não constavam “nos livros genealógicos” (v.62), causando um grande desconforto. Mesmo que alguns defendessem uma linhagem sacerdotal, sem registro não poderiam assumir tão sagrada função. No processo de reconstrução do templo e de restabelecimento do verdadeiro culto a Deus, era necessário “que se levantasse um sacerdote com Urim e Tumim” (v.63), ou seja, o sumo sacerdote para ministrar diante do Senhor e revelar a Sua vontade.
Neste capítulo percebemos de uma forma mais clara a importância das genealogias. Era ali que os filhos de Israel encontravam a sua identidade. Sem esta prova, sua filiação era considerada ilegítima. Como Israel de Deus, há um registro no qual nosso nome deve estar escrito. Serão “tidos por imundos” (v.62), “aqueles cujos nomes não foram escritos no Livro da Vida do Cordeiro” (Ap.13:8). A nossa identidade celestial consiste em conservá-la nos anais da eternidade, vivendo aqui de modo a não restar dúvidas a Quem pertencemos e para onde estamos indo.
Fazemos parte das digitais do nosso Criador: “Eis que nas palmas das Minhas mãos te gravei” (Is.49:16); um registro que não pode ser perdido ou esquecido, a menos que desejemos isso. Se permanecemos em Deus, nunca seremos considerados indigentes ou filhos ilegítimos, mas recebemos o privilégio de ser guiados por Ele, glorificando o Seu nome (Is.63:14). Agora, pois, mantenham “exemplar o vosso procedimento no meio dos gentios, para que, naquilo que falam contra vós outros como de malfeitores, observando-vos em vossas boas obras, glorifiquem a Deus no dia da visitação” (1Pe.2:12). Vigiemos e oremos!
Bom dia, legítimos filhos de Deus!
* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.
Rosana Garcia Barros
#Esdras2 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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ESDRAS 2 – Registros de nomes não são importantes apenas no Cartório. Na Bíblia também esses registros têm sua importância.
Teve seu valor no passado, e tem seu valor no presente; o que atesta seu valor no futuro, quando os que saírem do exílio terrestre para a liberdade celestial deverá ter seus nomes registrados no Livro da Vida do Cordeiro (Apocalipse 21:27).
Ler e analisar documentos nunca foram atividades prazerosas, contudo têm sua importância; ainda mais documentos inspirados pelo Espírito Santo, inseridos na Palavra de Deus. Após o exílio babilônico dos judeus, conforme a profecia de Jeremias, o retorno para casa aconteceu. Esdras deixou tudo documentado.
Esdras 2 fornece uma lista dos que retornaram; a qual foi organizada por…
1. Clã (Esdras 2:3-20).
2. Localidade (Esdras 2:21-35).
3. Funções:
• Sacerdotes (Esdras 2:36-39).
• Levitas (Esdras 2:40).
• Cantores (Esdras 2:41)
• Porteiros (Esdras 2:42).
• Servidores do templo (Esdras 2:43-54).
• Servos de Salomão (Esdras 2:55-58).
4. Pessoas de origem incerta (Esdras 2:59-63).
O comentário da Bíblia Andrews destaca que estas listas desempenharam papel importante na comunidade pós-exílica. Elas…
• Davam status a quem trabalhava no templo.
• Proporcionavam estabilidade e continuidade em uma época de mudanças.
• Construíam uma ponte para o passado com as informações genealógicas.
E, depois salienta que “a seção final da lista sugere que a pureza era uma grande preocupação da comunidade. Aqueles que não conseguissem provar sua ascendência não se qualificariam para exercer um papel na reconstrução do templo (Ed 2:59-63). A experiência da destruição de Jerusalém e o exílio na Babilônia estiveram intimamente ligados à falta de obediência aos mandamentos de Deus (Jr 6:6-15; 7:1-11; 10:1-16). Desta vez, os líderes do povo queriam certificar de que as ordens divinas seriam seguidas”.
Os recém-libertos doaram conforme suas possibilidades à tesouraria para reconstrução do templo…
• 500 quilos de ouro.
• 3.000 quilos de prata.
• 100 vestes sacerdotais.
A vida deve ter propósito. Sem objetivo, a existência perde a essência e o sentido. Assim como os judeus planejavam reconstruir o templo (Esdras 1:3-5), cada cristão deve construir o Reino de Deus (I Pedro 2:4-10).
Somente cristãos com propósito claro investe generosamente na propagação do Evangelho do Reino. Nossa libertação por Cristo é maior que a libertação dos judeus, nosso propósito também é maior. Portanto, reavivemo-nos… Nosso destino é o Céu! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: ESDRAS 1 – Primeiro leia a Bíblia
ESDRAS 1 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL
ESDRAS 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/ed/1
Você já se questionou se o Senhor está conduzindo você? Talvez você tenha feito uma dessas orações “Gideão”. Como posso saber a vontade do Senhor para mim? Este capítulo oferece três pistas para responder a essa pergunta.
Primeiro, Deus faz o que promete. Deus disse através de Jeremias que Israel retornaria a Jerusalém. Isaías profetizou especificamente que Ciro seria fundamental para permitir o retorno deles. E assim como Deus prometeu, aconteceu. O que Deus prometeu a você?
“O Senhor despertou o espírito” de Ciro e “moveu os espíritos” do povo para retornar. Quando Deus quer que algo aconteça, Ele se faz conhecido. O Espírito Santo sussurra no ouvido, faz cócegas nos pensamentos e impressiona o coração. Você notou alguma “cócega” ultimamente? O que o Espírito Santo está lhe dizendo?
As pessoas começaram a fazer as malas. O rei, assim como seus vizinhos, começou a “incentivá-los” com presentes. Incrível como Deus trabalha. Siga o plano dEle e Ele não apenas dirige seu caminho, mas lhe dá mais do que você pediu. Com que presentes inesperados Deus o surpreendeu ultimamente?
Servimos a um Deus que cumpre Suas promessas, nos move para frente e nos recompensa abundantemente ao servi-Lo. Quão grande é isso!
Merle Poirier
Gerente de Operações
Revistas Adventist Review e Adventist World
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/ezr/1
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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763 palavras
Contexto do livro: Historicamente damos, agora, um salto de 70 anos, tratando do retorno do povo judeu (que incluía agora israelitas de todas as tribos) de Babilônia para Jerusalém. Neste meio termo (desde um pouco antes da ida ao exílio) Jeremias, Isaías e o demais profetas escreveram suas exortações à volta à fidelidade e Daniel relatou suas profecias.
Resumo do capítulo: O rei persa Ciro diz: “Que o povo do Senhor retorne para Jerusalém e reconstrua o templo”. Ele entregou os utensílios do templo para Sesbazar, governador de Judá, que os trouxe para Jerusalém.
Esdras era um judeu da linhagem de Arão e descendia do sumo sacerdote que fora assassinado por ocasião da tomada de Jerusalém (2 Rs 25.18-21). Esse livro não é uma narrativa contínua. Na verdade consiste de duas partes entre as quais há um hiato de vários anos. A primeira parte, capítulos 1 a 6, contém uma narrativa da volta da primeira caravana de judeus da Babilônia, sob a liderança de Zorobabel e Jesua. A segunda parte, capítulos 7 a 10, é um relato de uma expedição, sessenta anos depois da primeira, conduzida pelo próprio Esdras, acompanhado por grande número de concidadãos e autorizado a restabelecer a ordem e a religião (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento, F. B. Meyer).
1 O livro de Esdras se inicia em 538 a.C., 48 anos após Nabucodonosor ter destruído Jerusalém, derrotado o reino de Judá e levado os judeus em cativeiro (2Rs 25.2; 2Cr 36). Nabucodonosor morreu em 562 e, porque seus sucessores não foram fortes, a Babilônia foi derrubada pela Pérsia em 539, logo antes dos eventos registrados neste livro. Tanto os babilônios quanto os persas tinham políticas condescendentes com seus cativos, permitindo que eles tivessem suas próprias terras e exercessem trabalhos comuns. Muitos judeus, como Daniel, Mardoqueu e Ester galgaram a posições de destaque na nação. O rei Ciro da Pérsia foi um passo além: ele permitiu que muitos grupos de exilados, inclusive os judeus, retornassem a suas pátrias. Ao fazer isto, ele esperava conseguir a sua lealdade e, portanto, proporcionar uma zona de segurança em torno das fronteiras do império. Para os judeus, este era um dia de esperança, um novo começo (Life Application Study Bible Kingsway NIV).
2 Ciro não era um judeu, mas Deus trabalhou através dele para que os exilados judeus retornassem a sua pátria. Ciro emitiu a proclamação autorizando o seu retorno e deu a eles proteção, dinheiro e os itens do templo levados por Nabucodonosor. Quando você enfrentar situações difíceis e se sentir cercado, em desvantagem, sem capacidade ou inferiorizado, lembre-se que o poder de Deus não é limitado aos teus recursos. Ele é capaz de utilizar qualquer um para executar Seus propósitos (Life Application Study Bible Kingsway NIV).
5 Ciro era rei sobre a inteira região que anteriormente fora a Assíria e a Babilônia. A Assíria havia deportado os israelitas do reino do norte (Israel) em 722 a.C. A Babilônia, o novo poder mundial, levou cativos israelitas do reino do sul (Judá) em 586 a.C. Portanto, quando o império Medo Persa chegou ao poder, a proclamação de liberdade do rei Ciro incluiu todas as 12 tribos originais, mas somente Judá e Benjamim responderam e retornaram para reconstruir o templo de Deus. As dez tribos do reino do norte haviam sido tão fraturadas e dispersas pela Assíria e tanto tempo havia se passado desde o seu cativeiro, que muitos não estavam seguros de sua verdadeira herança. Portanto eles não estavam desejosos de compartilhar a visão de reconstruir o templo (Life Application Study Bible Kingsway NIV).
[Nota: Deve ser lembrado que um dos objetivos de Crônicas era mostrar que toda a nação de Israel estava incluído em Judá, tanto no cativeiro babilônico quanto no retorno do exílio, como vimos em comentários anteriores.]
5,6 Muitos judeus escolheram voltar a Jerusalém, porém muitos escolheram ficar na Babilônia em vez de retornar a sua pátria. A jornada de retorno a Jerusalém era difícil, perigosa, cara e demorava cerca de quatro meses. As condições de viagem eram deploráveis e as pessoas que viviam na área eram hostis. Registros persas indicam que muitos judeus acumularam grande riqueza no cativeiro. Retornar a Jerusalém significava desistir de tudo e recomeçar do nada. Muitas pessoas não conseguiram fazer isto; eles preferiram a riqueza e a segurança ao sacrifício que o trabalho de Deus requer. Suas prioridades estavam invertidas (Mc 4:18, 19). Não devemos deixar que o nosso conforto, segurança ou bens materiais nos impeçam de fazer a vontade de Deus (Life Application Study Bible Kingsway NIV).
9-11 Os totais registrados nos v. 9 e 10 somam 2.499 e não os 5.400 que constam do v. 11. É possível que somente os utensílios maiores tenham sido especificados na lista. Bíblia de Estudo NVI Vida.
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“Quem dentre vós é, de todo o Seu povo, seja seu Deus com ele, e suba a Jerusalém de Judá e edifique a Casa do Senhor, Deus de Israel; Ele é o Deus que habita em Jerusalém” (v.3).
Ainda que não esteja em ordem cronológica, o livro de Esdras apresenta fatos históricos de grande relevância na história de Israel, e inclui datas e acontecimentos que se encaixam perfeitamente no cenário profético histórico-mundial. Antes mesmo de cumprir-se a invasão babilônica, o profeta Jeremias já havia predito a libertação do povo após os setenta anos de cativeiro: “Assim diz o Senhor: Logo que se cumprirem para a Babilônia setenta anos, atentarei para vós outros e cumprirei para convosco a Minha boa palavra, tornando a trazer-vos para este lugar” (Jr.29:10).
De forma mais precisa, Isaías já havia profetizado acerca disso, recebendo de Deus a revelação quanto ao nome do rei libertador: “Assim diz o Senhor ao Seu ungido, a Ciro, a quem tomo pela mão direita, para abater as nações ante a sua face, e para descingir os lombos dos reis, e para abrir diante deles as portas, que não se fecharão” (Is.45:1). Lembrando que o profeta Isaías foi conterrâneo de Ezequias e de Manassés, muitos anos antes do domínio de Babilônia e da queda deste império pelo reino Persa.
A reconstrução do templo consistiu na primeira obra que o Senhor idealizou que Seu povo fizesse, como um meio de resgatar o relacionamento outrora quebrado. Movidos pelo despertamento espiritual divinamente obtido, alguns decidiram voltar, obedecendo às orientações estabelecidas no decreto de Ciro. A maioria dos judeus, porém, havia criado raízes na terra do cativeiro, e rejeitando o chamado de retornar ao seu lar original, preferiram enviar parte de seus recursos para ajudar o pequeno grupo que subiria a Jerusalém.
O Senhor estabeleceu os marcos da história da humanidade e os firmou com o selo de Sua fidelidade. Assim como nenhuma de Suas promessas jamais falhou (Js.21:45), as pontuais profecias acerca dos tempos têm se cumprido com assombrosa precisão. Mas acima de datas e escatologia, há uma mensagem central e cuidadosamente delineada para o Seu povo de todas as épocas: “edifique a Casa do Senhor” (v.3). Pois, está escrito: “Não sabeis que sois santuário de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós? Se alguém destruir o santuário de Deus, Deus o destruirá; porque o santuário de Deus, que sois vós, é sagrado” (1Co.3:16-17).
Em tempos de última igreja (Ap.3:14-22) e às vésperas da última trombeta (Ap.11:15-19), Deus está despertando o espírito de um povo apercebido ao Seu chamado. Ao tempo em que o Espírito Santo está sendo retirado da Terra, também está sendo derramado “sobre toda a carne […]. E acontecerá que todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo” (Jl.2:28 e 32). Tão perto como estamos de subir ao lar eterno, não se apegue a este mundo, mas permita que o Espírito Santo assuma o controle de sua vida de forma que você faça o que Ele “pede de ti: que pratiques a justiça, e ames a misericórdia, e andes humildemente com o teu Deus” (Mq.6:8).
Tudo o mais, amados, reforma de saúde, vida no campo, modéstia cristã, tudo o que faz parte do estilo de vida requerido por Deus ao Seu remanescente, não faria sentido algum se não fosse a anuência do homem a uma obra que é divina. A comunhão diária com Deus é imprescindível nesse sentido. Não negligenciemos o privilégio da oração e do estudo da Palavra. Jesus continua sendo Deus conosco e para isso nos deu o Seu Espírito. Deixe que o Espírito Santo dirija a sua vida de modo que se cumpra a Palavra do Senhor através de você. Que sua vida testemunhe de que ainda existe na Terra heróis da fé que “manifestam estar procurando uma pátria” (Hb.11:14), um povo que está “esperando e apressando a vinda do Dia de Deus” (2Pe.3:12). Vigiemos e oremos!
Bom dia, santuário do Espírito Santo!
Rosana Garcia Barros
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