Reavivados por Sua Palavra


LEVÍTICO 25 – COMENTÁRIOS PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
8 de maio de 2022, 0:40
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LEVÍTICO 25 – A essência da existência não é alimentar a ganância, mas desfrutar daquilo que Deus nos dá em Sua onipotência. Ele não quer que desenvolvamos a cobiça, mas que desfrutemos Suas bênçãos.

No descanso diário (à noite) somos desafiados a confiar que nossas necessidades são supridas por Deus (Salmo 127:1-2). No descanso semanal, reconhecemos Deus como Criador e também Provedor (Gênesis 2:1-3; Êxodo 20:8-11; João 5:16-17).

Além do descanso diário e semanal, Deus deu a Seu povo mais dois descansos:
1. O ano sabático: Se dava quando encerrava seis anos de atividades.
2. O ano jubileu: Se dava quando encerrava seis ciclos sabáticos.

Após cada seis anos de atividades, o trabalhador deveria descansar um ano inteiro. Deus preza pelas férias, enquanto algumas pessoas se orgulham de nunca tê-las tirado. Deus valoriza o descanso, quando muitos só querem trabalhar. Interessante, não?

Ainda outros ensinamentos resultam de um estudo atento ao texto em apreço: Os anos sabáticos e Jubileu mostram que, no decorrer da história, é necessário lembrar-se de Deus e Seus atos precisam fazer sentido na vida de Seu povo. Assim, quando lembrasse da libertação da escravidão, Deus orientou Seu povo a conceder liberdade perdoando dívidas, libertando escravos e devolvendo terras. A Terra pertence a Deus, Ele é o verdadeiro dono de tudo. Quando reconhecemos isso, nossa atitude muda!

Enquanto o pecado nos escraviza, Jesus nos liberta (João 8:31-36). Assim como Cristo nos tornou livres, devemos ansiar pela liberdade de outras pessoas. A razão de a terra ficar em repouso são os necessitados, os quais deviam colher na “terra alheia”.

O Jubileu é o ápice dos anos sabáticos; “é um esplêndido plano social – sim, institucional – para colocar freios no desejo e na ambição pessoais… O Jubileu nivela as pirâmides da vida social fazendo da justiça uma nova regra da prática econômica. A visão do Jubileu não esmaga a iniciativa individual. Ela não exige vida comunitária nem prescreve igualdade legalista. Ela coloca as aspirações sociais em seu lugar, mas sabe que tais coisas facilmente saem do controle… O Jubileu integra dimensões espirituais e sociais. Ele tece a religião e a economia em um mesmo tecido. Colocando-as, assim, juntas sob a verdade bíblica, que mantém a vida espiritual e econômica juntas” (Donald Kraybill).

Reflitamos e reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



LEVÍTICO 24 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
7 de maio de 2022, 1:00
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TEXTO BÍBLICO LEVÍTICO 24 – Primeiro leia a Bíblia

LEVÍTICO 24 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

LEVÍTICO 24 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



LEVÍTICO 24 by Jobson Santos
7 de maio de 2022, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/lv/24

Emanuel. Deus conosco. A primeira metade deste capítulo nos lembra que Deus está conosco em todos os aspectos da nossa adoração. Ele é a nossa Luz e Ele é a nossa vida, representada pelo óleo que produz luz nos candelabros e pelos finos bolos de farinha.

Como uma mulher que aprecia fazer bolos e pães, acho interessante que Deus tenha especificado as proporções exatas de farinha para os doze bolos, e exatamente como apresentá-los depois de assar. Imagine o seu aroma depois de serem pincelados com incenso! Todos os Sábados, a oferta adocicada oferecida a Deus lembrava aos israelitas que Deus era seu Criador-Provedor.

Aos nossos olhos modernos, a penalidade por blasfêmia descrita na segunda metade do capítulo pode parecer severa demais. No entanto, tal justiça precisa impedia a distinção entre classes sociais e a retaliação excessiva. Embora hoje não vivamos sob uma teocracia e, portanto, não apedrejemos nossos vizinhos por blasfêmia, a ofensa de atacar a divindade por palavras ou ações ainda é uma afronta a Deus.

Cindy Tutsch
Diretora Associada (aposentada) do patrimônio Ellen G. White
Associação Geral dos Adventistas do Sétimo Dia
Silver Spring, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/lev/24
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



LEVÍTICO 24 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
7 de maio de 2022, 0:50
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738 palavras

2 que tragam azeite puro de oliveira, batido. O azeite comum era produzido em uma prensa, mas o óleo para o santuário era batido. As azeitonas eram cuidadosamente lavadas e todas as impurezas, folhas e galhinhos, removidos. Os frutos eram batidos e macerados de modo que o azeite fluía por si mesmo. Isso produzia menos azeite do que o outro método, mas o resultado era um produto superior. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 875.

cozerás doze pães. Foi esse pão que Abimeleque deu a Davi e a seus homens (1Sm 21:4-6; Mt 12:3, 4). Era também chamado de “pão da Presença” e simbolizava Cristo, o verdadeiro Pão vivo (ver Jo 6:51). O pão testificava também ao povo da constante dependência de Deus em todas as necessidades, tanto espirituais quanto temporais (ver Mt 6:31-34). A mesa estava sempre posta e o suprimento de pão era renovado a cada semana. CBASD, vol. 1, p. 875.

incenso. Era colocado em duas taças de ouro;quando o pão era removido, o incenso era queimado sobre as brasas como oferta ao Senhor. CBASD, vol. 1, p. 875.

10 o filho de uma israelita. O fato de que o jovem era filho de um egípcio e que fazia parte da “mistura de gente” que subiu do Egito com o povo de Israel, indica que não lhe era permitido entrar no acampamento, nem morar nele; no entanto, o rapaz entrou. … Ao entrar no acampamento, ele tinha o propósito de armar sua tenda ali (PP, 407). CBASD, vol. 1, p. 876.

11 blasfemou o nome do Senhor e o amaldiçoou. Em hebraico lê-se apenas “o nome”; as palavras “do SENHOR” foram acrescentadas pelos tradutores. Andrews Study Bible.

Ao invés de se arrepender, ele demonstrou ser perversamente impenitente. CBASD, vol. 1, p. 876.

O terceiro mandamento proibia de usar o nome do Senhor em vão. A blasfêmia incluía o pecado gravíssimo de deliberado desprezo e desrespeito para com Jeová e para com Sua graça salvadora. Bíblia Shedd.

13 Esta punição por blasfêmia (amaldiçoar a Deus) pode parecer extrema pelos padrões modernos. Mas ela mostra quão seriamente Deus espera que tratemos nosso relacionamento com Ele. Frequentemente usamos Seus nome em juramentos ou agimos como se Ele não existisse. Devemos ser cuidadosos em como falamos e agimos, tratando Deus com reverência. Afinal, Ele terá a palavra final. Life Application Study Bible.

16 será morto. O pensamento aqui não é tanto impor uma penalidade por causa de um pecado grave: a necessidade urgente era a remoção de um foco de infecção na comunidade. O desastre desceria sobre a terra na qual o nome de Deus fosse blasfemado, onde a Majestade do Deus vivo fosse repudiada, não importando que o ofensor fosse um israelita nativo ou um estrangeiro domiciliado em Israel. Bíblia Shedd.

17-22 Este era um código para juízes, não um aval para vingança pessoal. Com efeito, isto dizia que a punição deveria ser proporcional ao crime, não ir além. Life Application Study Bible.

Não se exigia realmente um olho ou um dente, e não há evidência de jamais ter sido aplicada semelhante penalidade. … Cristo, de modo semelhante aos fariseus moderados (escola de Hilel), tinha objeções contra o uso extremista desse princípio judicial como desculpa para a vingança particular, conforme os fariseus rigorosos o aplicavam (escola de Shammai); v. Mt 5.38-42. Bíblia de Estudo NVI Vida.

19 defeito. A mesma palavra utilizada para defeitos permanentes que desqualificavam sacerdotes ao ofício e animais ao sacrifício (caps. 21-22). Infligir tal defeito era uma ofensa séria porque reduzia uma pessoa da inteireza ideal da vida. Andrews Study Bible.

22 Uma e a mesma lei haverá. Deus perdoa o pecado, qualquer que seja ele, mas crimes civis não podem se enquadrar na mesma base. Israel era uma nação e também uma igreja. Deus deu leis para ambas. … Deus conhece o coração e pode, portanto, perdoar e até mesmo esquecer. Mas se a sentença fosse suspensa mediante o arrependimento, todo criminoso alegaria arrependimento para se livrar. Se uma sentença pudesse ser anulada por se alegar arrependimento, logo todas as prisões estariam vazias. Alguns se esquecem de que, embora Deus perdoe, Ele não remove a penalidade pela transgressão. Davi pecou e se arrependeu, mas não escapou das consequências do seu pecado. O sofrimento o acompanhou durante toda a vida. … o requisito “olho por olho, dente por dente” não é algo que se possa dispor levianamente como uma ordenança do AT. É um princípio sobre o qual os governos de fundamentam. Se não houver punição para o mal, as condições estariam ainda piores do que estão. CBASD, vol. 1, p. 876.



Levítico 24 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
7 de maio de 2022, 0:45
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“Dirás aos filhos de Israel: Qualquer que amaldiçoar o seu Deus levará sobre si o seu pecado” (v.15).

Os dois elementos que compunham a função do candelabro e da mesa da proposição eram, respectivamente, o azeite e os pães asmos. Aos sacerdotes cabia a atribuição de manter o candelabro sempre aceso e cuidar para que, em cada sábado, houvesse novos pães sobre a mesa, no lugar santo do santuário. O azeite sabemos ser um símbolo do Espírito Santo e o pão, representa a Cristo, “o Pão da Vida”(Jo.6:35) e Sua Palavra, o maná espiritual. Esses dois símbolos declaram a missão do povo de Deus na Terra e a condição necessária para a admissão no Reino dos Céus. Assim como a lâmpada deveria estar “acesa continuamente” (v.2), o povo de Deus deve manter acesa a chama do Espírito Santo a fim de revelar o caráter de seu Senhor. E, à cada sábado, reunido como um só povo, comungar da Palavra de Deus conforme o exemplo deixado pelo nosso Mestre (Lc.4:16; Mt.12:12).

Todos os dias o candelabro era mantido aceso e, na mesa, jamais faltavam os pães. Deus coloca à nossa disposição a constante guia do Espírito e a porção diária de Sua Palavra. Fomos chamados para ser uma luz contínua, espalhando pelo mundo o brilho incomparável das Escrituras. Somos o “sacerdócio real” de Deus (1Pe.2:9) e não podemos perder o foco do objetivo de nossas vidas: glorificar a Deus (Is.43:7; Mt.5:16). Estivesse esta pérola conservada em cada coração dos filhos de Israel, e não sucederia o caso de haver pecado de blasfêmia no meio deles. A blasfêmia como conhecemos se trata de uma grave ofensa ou insulto a Deus ou às coisas sagradas. A Bíblia, porém, apresenta um contexto mais amplo, considerando a blasfêmia como uma tentativa do homem em assumir a posição de Deus.

Certa feita, quando Jesus estava em Cafarnaum, antes de operar a cura de um paralítico, Ele fez a polêmica declaração de que perdoava os pecados daquele homem, sendo acusado por isso de blasfêmia (Mc.2:7). Da mesma forma, quando levado preso e colocado diante do Sinédrio, a Sua resposta ao sumo sacerdote, afirmando ser o Filho de Deus, provocou grande alvoroço entre a turba acusadora e a pronta acusação: “Blasfemou!” (Mt.26:65). Blasfêmia, portanto, refere-se a assumir uma função que só a Deus pertence ou tentar assumir o Seu lugar. Jesus não blasfemou, pois que Ele era o próprio Deus. Mas Satanás que, desde tempos antigos, ambiciona ocupar o lugar do Altíssimo, tem trabalhado incansavelmente para que o homem também conserve a mesma ambição. O profeta Daniel declarou que surgiria um poder que cuidaria “em mudar os tempos e a lei” (Dn.7:25), assumindo então uma função que só a Deus pertence. O princípio bíblico é muito claro: ninguém é autorizado a acrescentar ou a tirar palavra alguma das Escrituras Sagradas (Ap.22:18-19).

Precisamos, amados, nos apegar firmemente à fé que nos é qual escudo contra os enganos do Maligno (Ef.6:16). E somente mediante o Espírito Santo nossas lâmpadas permanecerão acesas até às bodas (Mt.25:4). No livro do Apocalipse, vemos que o candelabro é um símbolo da igreja (Ap.1:20). Mas, de acordo com a parábola proferida por Jesus, em Mateus 25:1-13, não basta ser candelabro, não basta ser igreja. Afinal, do que vale uma lâmpada que não ilumina? A presença do Espírito Santo deve ser real e constante no meio do povo do advento. A lâmpada também simboliza a Palavra de Deus (Sl.119:105). Mas do que vale o conhecimento da Bíblia sem o poder do Espírito? Fazer parte da igreja não é sinônimo de salvação, amados. Como “o filho da mulher israelita” que “blasfemou o nome do Senhor” (v.11), muitos professos cristãos serão destruídos no juízo porque escolheram ser guiados por suas próprias paixões.

Estamos vivendo, creio eu, a maior crise de identidade da história da igreja de Deus. Há uma letargia sem precedentes no meio do povo do advento. Onde estão os raios de luz provenientes do Céu quando os reformadores protestantes pregavam com ousadia a verdade que os homens desprezavam? Onde estão aqueles que, qual os pioneiros adventistas, não descansavam enquanto não ouvissem a voz de Deus a lhes conceder mais luz? O grande conflito está à beira de seu desfecho e a menos que estejamos qual tochas acesas pelo Espírito Santo, não conseguiremos discernir o tempo sobremodo decisivo de nossa peregrinação. Despertai, igreja do Deus vivo! Despertai! “E isto digo a vós outros que conheceis o tempo: já é hora de vos despertardes do sono; porque a nossa salvação está, agora, mais perto do que quando no princípio cremos” (Rm.13:11). Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, igreja reavivada pelo Espírito Santo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Levítico24 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



LEVÍTICO 24 – COMENTÁRIOS PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
7 de maio de 2022, 0:40
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LEVÍTICO 24 – Os símbolos do evangelho e das verdades espirituais estão no Santuário e nos seus serviços.

Em Levítico 24 encontramos a menorá (candelabro, com sete hastes), o azeite e doze pães para a mesa do Senhor. Em Zacarias 4:1-10, o profeta recebe visão de um candelabro abastecido por duas oliveiras cujo significado refere-se aos olhos de Deus percorrendo toda a Terra. Em Apocalipse 5:6 revela o envio dos sete espíritos de Deus por toda a Terra, com sete olhos, dando a ideia de onisciência e onipresença da divindade bíblica.

Os doze pães representavam as doze tribos de Israel e também dos doze apóstolos de Cristo. Como tudo no santuário “é uma ilustração para os nossos dias” (Hebreus 9:9), cada símbolo representa algo de suma importância que Deus quer transmitir para nós, inclusive nos dias atuais. Sendo os crentes atualmente parte do “sacerdócio real” (1 Pedro 2:9), devemos alimentar nossa fé através dos símbolos e rituais do Santuário. Jesus é o Pão da Vida que desceu do Céu para nutrir a vida daqueles que herdarão a eternidade e Seu Espírito (representado pelo azeite) nos sustenta frente às dificuldades que desafiam nossa existência espiritual (João 6:32-58; Hebreus 2:17-18; 4:14-16).

Os regulamentos sacerdotais definiam a única esperança do pecador aproximar-se de Seu Criador e receber dEle o perdão dos pecados. Adulterar qualquer uma das partes implica rejeitar/banalizar o único sistema de salvação.

Sobre rebeldia e maldição aos pais pelos filhos foram dadas instruções em Êxodo 21:17, agora em Levítico 24:14-16 apresenta instruções quanto ao ato de rebelar-se contra Deus proferindo blasfêmias e maldições, quebrando descaradamente Seu mandamento (Êxodo 20:7). Uma briga entre dois homens levou um deles a blasfemar o nome Divino com maldição. Ao ser levado a Moisés, a sentença foi apedrejamento – o qual aconteceu após ele ficar preso enquanto se aguardava “que a vontade do Senhor lhes fosse declarada”.

Embora se desconheça as palavras de blasfêmias daquele homem, o texto provê a ideia de Deus ser débil, incapaz e irrelevante. Além de ser mentira tal ideia, é uma afronta descarada ao Deus que, sendo santo, criou uma estratégia para salvar pecadores.

Desprezar a Deus implica em rejeitar a única possibilidade de vida – o que ficou claro no apedrejamento!

Honremos a Deus, assim seremos reavivados! – Heber Toth Armí.



LEVÍTICO 23 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
6 de maio de 2022, 1:00
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TEXTO BÍBLICO LEVÍTICO 23 – Primeiro leia a Bíblia

LEVÍTICO 23 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

LEVÍTICO 23 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



LEVÍTICO 23 by Jeferson Quimelli
6 de maio de 2022, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/lv/23

As festas do santuário se baseavam no calendário agrícola e se organizavam em torno do número sete e do Sábado. A sequência das festas era: Páscoa e Pães Asmos, Primícias, Pentecostes, Trombetas, Dia da Expiação e Tabernáculos (também chamado de Cabanas).

As festas da Páscoa e dos Pães Asmos [ou ázimos, sem fermento ou não levedados] comemoravam o êxodo do Egito – porque o anjo do Senhor passou por cima deles e os poupou – e a massa sem fermento que levaram consigo ao sair.

As festas das Primícias [Primeiros Frutos] e Pentecostes celebravam o início e o fim da safra de grãos da primavera.

A festa das Trombetas anunciava a preparação para o Dia da Expiação (ou Julgamento), e a dos Tabernáculos comemorava a sua vida em tendas no deserto e a provisão de Deus e sua aceitação no Julgamento. Cada festa foi projetada para enfatizar o cuidado de Deus e libertação no passado, bem como o Seu amor e disposição no presente.

Nós ainda devemos seguir o que Deus espera de nós hoje, observando momentos pessoais e dias especiais para lembrar o que Ele fez por nós e dar-Lhe graças e louvor pelo Seu amor e graça. E porque Ele é santo, devemos crescer em santidade. Isso só poderá ser realizado quando passarmos tempo com nosso Senhor e mantivermos um estreito relacionamento com Ele.

Dean Davis
Atlantic Union College, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/lev/23
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



LEVÍTICO 23 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
6 de maio de 2022, 0:50
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1969 palavras

O estudo do santuário e suas festas ocupa, atualmente, uma disciplina semestral completa do curso de teologia. Sua simbologia está diretamente relacionada com o ministério de Jesus. Apresentamos aqui um breve resumo deste conteúdo, através dos comentários selecionados.

2 festas. Ou, “ocasiões determinadas”, incluindo o sábado semanal (v. 3). Andrews Study Bible.

santas convocações (ARA; NVI: “vocês proclamarão”).

sábado do descanso solene. A tradução não imprime a força suficiente que tem o original hebraico. As variantes da tradução aparecem como um “sábado de completo repouso”,”um sábado perfeito”, “um sábado de descanso solene”. O sábado é diferente de todas as outras festas e santas convocações (ver v. 37, 38), pois ele se originou na criação (Gn 2:1-3), enquanto as festa anuais e os “sábados” tiveram sua origem com a nação judaica. O sábado do sétimo dia “foi estabelecido por causa do homem” (Mc 2:27) e, por isso, é um compromisso do homem para sempre. As festas anuais foram feitas para os judeus e cumpriram seu propósito quando o tipo encontrou o antítipo, na cruz de Cristo (Cl 2:16, 17). O sábado do sétimo dia está incorporado à lei de Deus, os dez mandamentos,  Sua constituição para a humanidade. Pelo fato de ter sido criada antes que o pecado entrasse no mundo, a lei permanecerá depois que o pecado não mais existir (Is 66:22, 23). Por outro lado, as festas anuais judaicas eram apenas temporais, locais e de aplicação cerimonial, adequadas às condições da Palestina [tempos de colheita determinados pelas estações do ano], e não para serem aplicadas ao mundo todo. … Todas essas festas serviam a um propósito, e foram adaptadas às condições dos judeus enquanto vivessem na Palestina, antes da vinda do Messias. Todas elas cessaram, mas o sábado do sétimo dia permanece. … Ele [Cristo] acrescentou: “de sorte que o Filho do Homem é SENHOR também do sábado” (Mc 2:28). É o dia que pertence ao Senhor. Ninguém o pode falsificar, pois não tem o direito de fazê-lo. É o “santo dia do SENHOR”. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 869.

é sábado do SENHOR. A expressão indica propriedade. Se Deus tivesse falado do primeiro dia da semana como “Meu santo dia” ou “o sábado do SENHOR”, hoje ninguém teria dúvida sobre o significado desse dia. Em vez disso, Ele usa várias expressões sobre o sétimo dia, como Seu. CBASD, vol. 1, p. 869.

Estas são as festas fixas do Senhor (NVI). Repetindo a introdução (v. 2) ao estabelecer o descanso do sábad0 (v. 3) à parte dos festivais anuais que se seguem. O sábado, o fundamento do tempo sagrado, foi estabelecido antes do pecado e antes da nação de Israel. Portanto, é válido para todos os humanos. Mas os festivais anuais eram parte do sistema ritual israelita temporário que prenunciava maiores realidades cumpridas pelo trabalho salvífico de Cristo (Cl 2:16-17; aqui, “sábados” se refere à práticas rituais nos dias de descanso, não basicamente ao repouso sabático semanal. Andrews Study Bible.

5-14 a Festa dos Pães Asmos. Guardava-se separada da Páscoa, apesar de estas festas terem íntima conexão uma com a outra. A Páscoa era celebrada no dia 14 do mês de Nisã, veja 23.5 [modelo da morte de Jesus, que ocorreu entre o por-de-sol de quinta e o de sexta], enquanto a festa dos pães asmos começava no dia 15 e continuava durante sete dias. Juntas formavam uma festividade dupla, assim como também é o caso da festa dos tabernáculos, juntamente com o dia da expiação. No tempo de Jesus, as festas da Páscoa e dos Pães Asmos já eram tratadas como uma só, Mc 14.1, 12; Lc 22.1. Isto se devia, sem dúvida, ao fato de não haver intervalo entre as duas destas, e também porque ambas celebraram a mesma libertação do Egito, Êx 12.1-28. Bíblia Shedd.

a Páscoa. Comemorava a histórica saída do Egito, Êx 12. O ponto central da celebração era a morte do cordeiro pascal que redimia os primogênitos da morte. A festa enfatizava o direito de Deus sobre os primogênitos e a contínua necessidade da redenção do homem. O cordeiro, do qual nenhum osso devia ser quebrado, tipificava Cristo como o nosso Cordeiro pascal que eu a Si mesmo em sacrifício por nós, Jo 19.36; 1 Co 5.7. As duas festas vinham na época do começo da sega da cevada. Bíblia Shedd.

primeiro mês. Os israelitas tinham três sistemas de se referirem aos meses. Num dos sistemas, os meses eram simplesmente numerados (como aqui e no v. 24). em outro, os nomes cananeus eram usados (abibe, bul, etc.), dos quais somente quatro são conhecidos. No terceiro sistema, os nomes babilônicos (nisã, adar, tisri, quisleu, etc.) eram usados – comente nos livros exílicos [durante e após o exílio babilônico]- e ainda são usados hoje. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Festa dos Pães Asmos (ARA;NVI: “pães sem fermento”). Durante a Festa, era trazido o primeiro feixe da colheita da cevada (cf v. 10, 11). Bíblia de Estudo NVI Vida.

7 nenhuma obra servil fareis (ARA; NKJV: “não fareis trabalho costumeiro”). O trabalho feito para ganhar a vida, não serviços domésticos leves. O único sábado (dia de descanso) cerimonial quando mesmo o trabalho doméstico era proibido era o Dia da Expiação (vs. 28, 20). Andrews Study Bible.

9-14 A Festa das Primícias  que as primeiras grãos colhidos fossem ofertados a Deus. Os israelitas não podiam comer a comida de suas colheitas até que tivessem feito essa oferta. Hoje Deus ainda espera que coloquemos de lado a Sua porção primeiramente, não por último. Dar sobras para Deus não é uma maneira de manifestar agradecimento. Life Application Study Bible.

10 molho das primícias da vossa messe (ARA; NVI: “feixe do primeiro cereal que comerem”).

11 no dia seguinte ao sábado. No primeiro dia da semana, apontando para a ressurreição de Cristo nesse dia (JO 20:1) como os “primeiros frutos ” daqueles que morreram (1 Co 15:20) e retornarão à vida (1 Co 15:12-58). Andrews Study Bible.

13 duas dízimas de um efa de flor de farinha (ARA; NVI: “dois jarros da melhor farinha”).

sua libação será de vinho, a quarta parte de um him (ARA; NVI: “uma oferta derramada de um litro de vinho”)

15 Na época do Antigo Testamento era chamado a festa das semanas aquilo que nós chamamos de “pentecoste”, que é a palavra grega usada no Novo Testamento, e que significa justamente “cinquenta dias”, ou seja, as sete semanas que se contam desde a época da oferta de gratidão pelas primícias. Celebrava-se no 50º dia depois da festa dos pães asmos. Foi durante essa festa que o Espírito Santo desceu sobre a Igreja Apostólica, que se verificou com grandes sinais, cinquenta dias depois da ressurreição do Senhor Jesus Cristo de entre os mortos, At 2.1-4. Bíblia Shedd.

16 cinquenta dias. O Pentecostes simboliza o derramamento do Espírito Santo. Assim como os pães movidos eram oferecidos 50 dias após o molho movido, houve um período de 50 dias entre a ressurreição de Cristo e o derramamento do Espírito Santo, no Pentecostes (At 2:1-4). Cristo passou 40 desses dias na terra instruindo e ajudando os discípulos (At 1:3). Então, Ele subiu ao Céu e, durante 10 dias, os 11 discípulos continuaram a orar e suplicar, até que o Pentecostes se cumpriu plenamente. Com o Pentecostes, veio a plenitude do Espírito (At 1:8; 2:4). No Pentecostes, o trabalho dos discípulos se uniu ao de Cristo e o resultado foi glorioso para o reino do Céu. Esses dez dias foram importantes para a igreja. Também foram importantes no Céu. Quando Cristo “subiu às alturas, levou cativo o cativeiro e concedeu dons aos homens” (Ef 4:8). Aqueles que ressuscitaram por ocasião da morte de Cristo “saíram dos sepulcros depois da ressurreição” e subiram com Ele ao Céu, e foram, então, apresentados diante do Pai como as primícias da ressurreição (ver Mt 27:52, 53). CBASD, vol. 1, p. 872.

19 oferta pacífica (ARA; NVI: “oferta de comunhão”).

21 nenhuma obra servil fareis (ARA; NVI: “não realizareis trabalho algum”).

24 primeiro dia do sétimo mês Hoje conhecido como o Ano Novo Judaico (Rosh Hashanah, “o começo do ano” [civil]), mas não chamado assim na Bíblia (a expressão em hebraico é usada somente em Ez 40.1 numa fórmula de datas). Bíblia de Estudo NVI Vida.

toques de trombeta. Trombetas eram tocadas no primeiro dia de cada mês (Sl 81.3). Não havendo calendários disponíveis, as trombetas soando pela terra inteira eram um sinal importante do começo da nova estação, do fim do ano agrícola. Bíblia de Estudo NVI Vida.

A maioria das trombetas usadas eram feitas de chifres de carneiro (shofar), mas algumas das trombetas mais especiais eram feitas de prata batida. Life Application Study Bible.

27 Dia da Expiação [26-32]. Arão devia entrar no Lugar Santíssimo somente uma vez ao ano (16.29-34), no dia que os judeus de hoje chamam Yom Kippur. … O dia era tipológico e prenunciava a obra de Cristo, nosso sumo sacerdote (v. Hb 9.7; 13.11, 12). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Completava a lista de festas de descanso “solene”, v 3. Cf 16.1-10n. Esta a festa que mais falava sobre a obra sacrificial e sacerdotal de Jesus Cristo, Hb 9.6-28. Bíblia Shedd.

32 de uma tarde a outra celebrareis o vosso sábado. Esta passagem é entendida como uma indicação geral de quando todos os tipos de sábados, incluindo o sábado semanal, começam e terminam. Andrews Study Bible.

33-43 Festa dos Tabernáculos (ARA: NVI: “festa das cabanas”). Cabanas era a última das três festas anuais de peregrinação (Êx 23.14-17; Dt 16.16). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Comemorava a jornada dos israelitas pelo deserto depois da saída do Egito. Exigia-se que os israelitas vivessem por sete dias em cabanas feitas de galhos de árvores. Era também chamada a festa das colheitas, uma vez que vinha no fim da sega. O jejum do dia da expiação era, pois, seguido por uma festa de júbilo. Bíblia Shedd.

34 Esta primeira descrição da Festa dos Tabernáculos, vv 34-36, nos indica também o primeiro cumprimento do seu significado: é a vinda do Senhor Jesus Cristo para morar entre os homens. Pois Jesus não podia ter nascido em dezembro, que é um mês de neve em Jerusalém, durante o qual nenhum rebanho estaria nos campos (Lc 2.8-11). Que [Jesus] provavelmente nasceu  na época da Festa dos Tabernáculos, em outubro, pode ser calculado assim: Zacarias exercia seu turno em julho (Lc 1.5, 8) por ser do turno de Abias, o oitavo turno do ano eclesiástico que começava em março (1 Cr 24.10). Foi o mês da concepção de João Batista, Lc 1.23-24, que nasceu, pois no mês de abril do ano seguinte. Jesus nasceu seis meses mais tarde, Lc 1.26, portanto em plena Festa dos Tabernáculos. Bíblia Shedd.

39 Esta segunda descrição da festa dos Tabernáculos, depois de se ter encerrado o assunto das festas (vv 37-38), aponta para o segundo cumprimento do seu significado: a segunda vinda de Cristo, depois da qual Deus vai habitar entre os homens, fazendo Seu tabernáculo entre eles, Ap 21.1-3. Bíblia Shedd.

42 tendas. A palavra hebraica assim traduzida é sukkot, também traduzida por “cabanas” (como no v. 34), que dá à festa o seu nome. Até mesmo hoje os judeus ortodoxos constroem cabanas pequenas (v. Ne 8.13-17) para se lembrarem das cabanas nas quais habitavam quando Deus os tirou do Egito no período do êxodo (v. 43). Bíblia de Estudo NVI Vida.

A Festa dos Tabernáculos comemorava o tempo em que Israel viveu em tendas no deserto durante os 40 anos de peregrinação (ver Dt 16:12-15). É bom lembrar como Deus conduziu Seu povo no passado. É bom trazer à lembrança Suas providências, pois a natureza humana é inclinada a questionar a vida e a sorte do presente. Faz bem pensar nas muitas bênçãos concedidas por Deus a Seu povo e no modo maravilhoso como Ele tem dirigido a sua vida. Isso nos torna mais agradecidos, e a gratidão é uma parte vital da religião. CBASD, vol. 1, p. 873.

44 A adoração envolve tanto celebração quanto confissão. Nos feriados nacionais de Israel, a balança tendia em favor da celebração – cinco  ocasiões alegres para duas solenes. O Deus da Bíblia encoraja a alegria! Deus não pretende que a religião seja apenas meditação e introspecção. Ele também que celebremos. Uma reflexão séria e confissão imediata são essenciais. Mas isto deve ser equilibrado com a celebração do que Deus é e do que Ele fez pelo Seu povo. Life Application Study Bible.



Levítico 23 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
6 de maio de 2022, 0:45
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“Fala aos filhos de Israel e dize-lhes: As festas fixas do Senhor, que proclamareis, serão santas convocações; são estas as Minhas festas” (v.2).

O Senhor estabeleceu um calendário de festas solenes para o Seu povo. Não eram meras convocações, mas “santas convocações”, assembleias separadas para propósitos especiais. Novamente o Senhor reforçou a festa semanal estabelecida na criação, o Seu santo sábado: “E abençoou Deus o dia sétimo e o santificou; porque nele descansou de toda a obra que, como Criador, fizera” (Gn.2:3). A primeira coisa que os filhos de Israel precisavam ter em mente é que, toda semana, havia um memorial que os fazia lembrar de que desde o princípio ele foi estabelecido pelo Criador como uma bênção à humanidade (Mc.2:27). Em todas as suas moradas, onde quer que colocasse a planta de seus pés, Israel seria o modelo de Deus para o mundo, e o descanso semanal de seu labor despertaria a curiosidade dos demais povos, ao perceberem o seu zelo e apreço em observar o sábado como um dia santo.

No decorrer de cada ano, também haviam as festas cerimoniais, na seguinte ordem: Páscoa e festa dos pães asmos, Primícias, Pentecostes, Dia da Expiação e Festa dos Tabernáculos ou Festa das Cabanas. O que muitos ignoram é o fato de que estas festas representam a cronologia do ministério de Cristo, do plano da redenção. Foi na Páscoa que o Cordeiro de Deus morreu e derramou o Seu sangue para resgatar a humanidade caída, mas, ao terceiro dia, Ele ressuscitou como “as primícias dos que dormem” (1Co.15:20). Exatamente no Pentecostes a Sua promessa de enviar-nos o outro Consolador foi cumprida. Conforme as profecias de Daniel, desde 22 de outubro de 1844 estamos vivendo no período profético do Dia da Expiação, quando Jesus passou do lugar Santo para o lugar Santíssimo do santuário celeste (Dn.7:13-14). Aguardamos, portanto, a última festa, a gloriosa convocação, quando o Senhor nos levará não mais para habitar em cabanas, mas em moradas eternas (Jo.14:1-3).

Não havia uma semana sequer sem que Deus celebrasse com o Seu povo a certeza da futura recriação e nem um ano sequer de que a glória futura seria garantida no “ano aceitável do Senhor” (Is.61:2). Cristo veio e nos garantiu a festa da vitória final. Estamos vivendo em tempo de solene advertência: “afligireis a vossa alma” (v.27). Quantos têm andado trôpegos e errantes na Terra por falta de conhecimento! O Senhor do Céu deseja derramar sobre nós nada menos do que o Seu Espírito, “Espírito de sabedoria e de entendimento, o Espírito de conselho e de fortaleza, o Espírito de conhecimento e de temor do Senhor” (Is.11:2). Mais do que vitórias transitórias, necessitamos clamar pela vitória espiritual em Cristo, pedindo a constante guia do Espírito Santo. “Ora, se vós, que sois maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais o Pai celestial dará o Espírito Santo àqueles que Lho pedirem?” (Lc.11:13).

Olhem para o mundo, amados. Há motivos suficientes para gemermos diante das abominações que têm sido cometidas. Há aproximadamente dois mil anos, o apóstolo Paulo fez uma lista de nossa condição atual: “Saiba disto: nos últimos dias sobrevirão tempos terríveis. Os homens serão egoístas, avarentos, presunçosos, arrogantes, blasfemos, desobedientes aos pais, ingratos, ímpios, sem amor pela família, irreconciliáveis, caluniadores, sem domínio próprio, cruéis, inimigos do bem, traidores, precipitados, soberbos, mais amantes dos prazeres do que amigos de Deus, tendo aparência de piedade, mas negando o seu poder. Afaste-se também destes.” (2Tm.3:1-5 NVI). Mas sabem o que é mais assustador? O final deste texto, quando diz: “tendo forma de piedade”. Ou seja, em sua maioria, são religiosos, mas assemelham-se à mesma classe que condenou o próprio Jesus à morte.

Arde no meu coração o desejo de que, assim como o foi com o servo do profeta Eliseu (2Rs.6:17), os nossos olhos sejam abertos para contemplar o posto do dever dos anjos ministradores de Deus que são “enviados para serviço a favor dos que hão de herdar a salvação” (Hb.1:14). Há um grande conflito com forças espirituais invisíveis, e Satanás e seus agentes têm lançado grande medo e dúvida nos corações. Oh, meu irmão e minha irmã em Cristo Jesus, “não temas, porque mais são os que estão conosco do que os que estão com eles” (2Rs.6:16)! Se hoje estamos em vestes de saco e parece que a nossa angústia está a ponto de nos sufocar, creia, em nome de Jesus, que “em seu dia próprio” (v.37), o Senhor Se levantará para nos vestir com as vestes festivais da eternidade.

Que neste dia da preparação você celebre a vitória do nosso Senhor e Salvador e a esperança real de que, muito em breve, “de um sábado a outro” (Is.66:23), adoraremos ao Senhor na eternidade! Vigiemos e oremos!

Bom dia, herdeiros da vida eterna!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Levítico23 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100