Reavivados por Sua Palavra


LEVÍTICO 27 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
10 de maio de 2022, 0:40
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LEVÍTICO 27 – A pecaminosidade de nossa natureza carnal é confrontada pelas leis de santidade. A imoralidade precisa ser erradicada para que sejamos uma sociedade que serve e adora ao santo Deus. Por isso “Levítico encerra-se com regras a respeito das ofertas de dedicação. Localizadas aqui [no último capítulo], essas leis talvez indiquem meios apropriados de responder às opções de estilo de vida postuladas pelas bênçãos e maldições. Elas formam uma conclusão adequada para Levítico, pois a dedicação de uma pessoa e suas posses ao serviço de Deus está no centro da santidade”, analisa Eugene H. Merrill.

A vida humana só tem sentido quando totalmente dedicada a Deus através do serviço a Ele (Levíticos 27:1-8), reconhecendo que o que temos Lhe pertence (Levítico 27:9-13). Esta compreensão nos leva a consagrar casas e terras a Deus (Levítico 27:14-25).

Certamente que Deus não quer nosso mínimo. O dízimo reflete nossa consagração total a Ele (Levítico 27:26-33). Obviamente, o Senhor é o autor dessas orientações, Moisés é apenas o transmissor (Levítico 27:34).

O capítulo trata de fazer votos a Deus. Tais votos implicam na dedicação de pessoas e coisas ao Criador, reconhecendo Quem de fato Ele é. Voto a Deus não deve ser visto como tentativa de suborna-Lo; tem a ver com reconhecimento e gratidão pelos diversos tipos de dons e bênçãos recebidos. O exemplo de Jacó, antes de existir nação de Israel ou antes mesmo Moisés, auxilia-nos na compreensão da consagração de tudo a Deus ilustrado no dízimo como voto: Ao comprometer-se na entregar do dízimo, Jacó não fazia “um contrato com Deus. O Senhor já lhe havia prometido prosperidade, e este voto era o transbordar de um coração cheio de gratidão pela certeza do amor e misericórdia de Deus”, comenta Ellen White (PP, p. 187).

O dízimo é a evidência de uma consagração integral do coração ao Deus gracioso/misericordioso, de que nossa entrega ao Seu senhorio é completa. Além de demonstrar reconhecimento que tudo pertence a Ele (animais, imóveis e terra), dizimando evidenciamos que somos totalmente dEle.

Desta forma, esse capítulo inspirado conclui Levítico mostrando que “é possível encontrar a verdadeira esperança e felicidade apenas quando se atende corretamente a esse Deus por intermédio de uma vida santa e dedicada ao serviço” (Merril).

Portanto, reavivemo-nos integralmente! – Heber Toth Armí.



LEVÍTICO 26 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
9 de maio de 2022, 1:00
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TEXTO BÍBLICO LEVÍTICO 26 – Primeiro leia a Bíblia

LEVÍTICO 26 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

LEVÍTICO 26 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



LEVÍTICO 26 by Jobson Santos
9 de maio de 2022, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/lv/26

O plano divino de salvação foi provido na forma de uma aliança na qual, repetidamente, Deus disse: “Eu serei o seu Deus e eles serão o meu povo.” Contudo, isto dependia da resposta do homem. Se alguém aceitasse fazer de Deus o seu Senhor, Deus responderia derramando as bênçãos de Sua aliança. Se um homem não aceitasse a aliança, maldições cairiam sobre ele.

Deus, em Sua misericórdia, não planejou que as maldições fossem retributivas, uma espécie de punição, mas foram concebidas para serem redentivas, exortando as pessoas a acordar e perceber a sua necessidade do Senhor. Ao punir os transgressores Deus sempre usa a mão mais suave possível, mas, quando as instruções são rejeitadas, as maldições se tornam cada vez mais pesadas. Por fim, o povo de Israel foi enviado para o exílio em um país estrangeiro. Entretanto, quando eles se arrependeram, Deus os restaurou e os trouxe de volta para casa.

Que Deus maravilhoso e misericordioso nós temos! Ele procura nos salvar por todos os meios possíveis. Ele nos dá bênçãos de todos os tipos, e de bom grado nos daria mais bênçãos caso conseguíssemos lidar com elas. Se cairmos em pecado e O rejeitarmos, mas depois nos arrependermos, Ele graciosamente nos aceitará de volta e restaurará as Suas bênçãos.

Dean Davis
Atlantic Union College, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/lev/26
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



LEVÍTICO 26 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
9 de maio de 2022, 0:50
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510 palavras

1 Não façam ídolos. Dinheiro, aparência, sucesso, reputação, segurança – estes são os ídolos de hoje. Quando você olha para estes falsos ídolos que prometem tudo o que você quer mas nada do que você precisa, você pode realmente responder que a idolatria foi removida de sua vida? Life Application Study Bible.

12 Andarei entre vós. Especialmente na nuvem de glória chamada Shekinah, que ficava entre os querubins, sobre o “trono de misericordia”, ou seja, o propiciatório no Santo dos Santos. Bíblia Shedd.

13 quebrei os timões do vosso jugo e vos fiz andar eretos (ARA; NVI: “quebrei as traves do jugo que os prendia e os fiz andar de cabeça erguida”). Quando escravos no Egito, suas costas tinham sido curvadas; como bois na canga tinham carregado e puxado vários fardos. Deus os libertou da escravidão do Egito, fazendo-os tornar a andar eretos. Bíblia Shedd.

18 Se não me ouvirdes, tornarei a castigar-vos. O propósito em disciplinar a nação era para levá-la a a se arrepender dos seus maus caminhos e voltar para seguir ao Senhor. O desejo de Jeová era perdoar e abençoar, mas isto dependia de Israel se arrepender do mal, para seguir e obedecer ao Senhor. Bíblia Shedd.

Se os israelitas desobedecessem, haveria paz na terra. Se desobedecessem, aconteceriam desastres. Deus usou as consequências do pecado para trazê-los ao arrependimento. .. Hoje em dia, as consequências do pecado não são tão aparentes. Quando as calamidades caem sobre nós, podemos não saber a razão. Pode ser como: 1) resultado de nossa própria desobediência, 2) resultado do pecado de outra pessoa, 3) resultado de desastre natural [resultante, em última análise, do pecado da humanidade]. Tendo em vista que não podemos saber a razão, devemos analisar nosso coração e estarmos certos de estar em paz com Deus. Seu Espírito, como uma gigante luz de busca, revelará aquelas áreas que precisamos tratar. Porque a calamidade nem sempre é resultado de algum mau ato, devemos nos guardar de atribuir culpa ou aceitá-la por toda tragédia por que passarmos. Culpa indevida é uma das armas favoritas do inimigo contra os crentes. Life Application Study Bible.

29 Isto aconteceu no cerco de Samaria (2 Rs 6.28), e também no … de Jerusalém, no ano 70 d.C., quando o povo estava morrendo de fome. Flávio Josefo nos traz um relatório terrível sobre um soldado que descobriu uma mulher, chamada Maria, comendo a seu próprio filho, depois de havê-lo assado; cf Dt 28.53-57; Jr 19.9; Lm 2.20; 4.10; Ez 5.10; Mt 24.19; Lc 23.29. Bíblia Shedd.

30 altares de incenso Provavelmente colunas dedicadas ao deus sol. Nota textual NVI (Da Bíblia Evangelismo em Ação NVI).

34 O cumprimento destas palavras se vê no cativeiro babilônico. Do rei Saul ao cativeiro foram aproximadamente 490 anos, um período durante o qual 70 anos sabáticos tinham sido negligenciados pelos hebreus. Sendo que o cativeiro durou 70 anos, a terra recebeu o repouso prescrito pela lei de Deus. Bíblia Shedd.

40-45 Estes versos mostram o que Deus quis dizer quando falar que que Ele é tardio em irar-Se (Êx 34:6). Mesmo se os israelitas escolhessem desobedecer e fossem dispersos entre seus inimigos, Deus ainda lhes daria a oportunidade de arrependimento e retorno a Ele. Life Application Study Bible.



Levítico 26 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
9 de maio de 2022, 0:45
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“Andarei entre vós e serei o vosso Deus, e vós sereis o Meu povo” (v.12).

Nesta última década, o mundo tem passado por grandes mudanças e uma acelerada queda no que diz respeito aos antigos costumes. A casa da vovó não tem mais graça se não tiver Wi-Fi. Dar lugar a um idoso no ônibus é coisa do passado. Uma criança que não fala palavrões tornou-se esquisita. Um homem que não trai a esposa é artigo de luxo. Estudar em uma escola onde todos estejam satisfeitos com o seu próprio sexo é praticamente impossível. Estamos presenciando os últimos dias, os dias decisivos deste planeta, onde cada um terá de responder pelas escolhas que tenha feito em vida. Ignorar os avisos de Deus em Sua Palavra certamente não é a melhor escolha a ser feita, mas professar segui-la enquanto as atitudes não são coerentes com o discurso creio ser bem pior.

Israel só tinha dois caminhos a seguir: o da maldição e desobediência para a morte ou da bênção e obediência para a vida. “Se” permanecessem fiéis ao Senhor em obedecer às Suas leis, receberiam as mais ricas bênçãos. “Mas”, rejeitando ao “assim diz o Senhor”, seriam “consumidos pela sua iniquidade” (v.39). Muitos têm trocado a obediência pela conveniência. Negando a luz que têm recebido, folgam-se em assumir uma postura semelhante à maioria, tornando-se mais amantes dos frívolos métodos do mundo do que do eficaz e simples método de Cristo. Unicamente a obediência por fé faria de Israel uma nação diferente de todas as demais, e os habilitaria a viver pequenos vislumbres do Éden, quando o Senhor andava com nossos primeiros pais.

Todas as punições listadas neste capítulo refletem o estado deplorável e desesperador do homem sem Deus. Doenças, fome, guerras são consequências diretas do pecado. Isto não significa que os justos não passam por momentos difíceis nesta Terra, mas que, mesmo sob duras provas, sua fé os faz “andar eretos” (v.13). Nada é mais valioso para Deus do que um coração disposto a servi-Lo. Há uma sebe especial reservada para todo aquele cujo coração é qual barro nas mãos do Oleiro. Mas há um juízo específico reservado para todo o que não ouve e nem cumpre os mandamentos do Senhor. Isto não se trata de uma visão legalista, e sim de uma mensagem que aponta para o breve desfecho: “Continue o injusto fazendo injustiça, continue o imundo ainda sendo imundo; o justo continue na prática da justiça, e o santo continue a santificar-se” (Ap.22:11).

Onde há amor não há medo. Não precisamos temer os juízos de Deus se permanecermos em Seu amor. Também não se trata de uma barganha: eu obedeço e Ele me abençoa; e sim uma resposta de amor ao Deus que me salvou. Eu obedeço ao Senhor porque não consigo fazer diferente frente ao grande amor que Ele tem por mim. Se desrespeitar as leis dos homens já produz resultados ruins, que dirá desobedecer às leis dadas pelo Rei do Universo! Acerca disto, Ellen White pontuou: “A fim de se prepararem para o juízo, é necessário que os homens guardem a lei de Deus. Esta lei será norma de caráter no juízo. Declara o apóstolo Paulo: ‘Todos os que sob a lei pecaram pela lei serão julgados[…] No dia em que Deus há de julgar os segredos dos homens por Jesus Cristo’. E ele diz que ‘os que praticam a lei hão de ser justificados’ (Rm.2:12-16). A fé é essencial a fim de guardar-se a lei de Deus; pois ‘sem fé é impossível agradar-Lhe’“ (O Grande Conflito, CPB, p.435).

Para todos os que têm andado “contrariamente para com” Deus (v.21), há um chamado de misericórdia sendo realizado com o interesse de todo o Céu para que pecadores se arrependam e confessem seus pecados Àquele que “é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça” (1Jo.1:9). O Senhor, por amor de todos nós, tem lembrado da aliança que fez com o Seu povo e que assinou com o sangue de Seu Filho unigênito. A um povo obediente o Senhor dará as “chuvas a seu tempo” (v.4). Que vindo a última chuva, estejamos prontos para recebê-la:

“Caso alguém não seja purificado pela obediência à verdade, e vença o egoísmo, o orgulho e as más paixões, os anjos de Deus têm a recomendação: ‘Estão entregues a seus ídolos; deixai-os’, e eles passarão adiante à sua obra, deixando esses com seus pecaminosos traços não subjugados, à direção dos anjos maus. Os que satisfazem em todos os pontos e resistem a toda prova, e vencem, seja qual for o preço, atenderam ao conselho da Testemunha Verdadeira, e receberão a chuva serôdia, estando assim aptos para a trasladação” (Ellen G. White, Testemunhos Seletos, CPB, .1, p.64). Vigiemos e oremos!

Bom dia, filhos da obediência!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Levítico26 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



LEVÍTICO 26 – COMENTÁRIOS PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
9 de maio de 2022, 0:40
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LEVÍTICO 26 – Deus requer nossa obediência. Não obediência parcial aos Dez Mandamentos, mas a tudo o que a Lei Cerimonial requeria; a primeira condena o transgressor, a segunda, o caminho da absolvição.

Após condenar o culto à ídolos, Deus estabelece Seu sistema de adoração na redenção. “O tabernáculo foi projetado exclusivamente para a adoração. Era o lugar onde Deus Se encontrava com Seu povo. Usá-lo para qualquer outra coisa que não fosse adoração era considerado a mais rude blasfêmia… A organização do acampamento sugere que a adoração era central a toda outra atividade” ( John MacArthur).

O imperativo de Deus em Levítico 26:2 deve ocupar nossa atenção: “Guardem os meus sábados e reverenciem o meu Santuário. Eu sou o SENHOR”.

Preste atenção: “O sábado e o santuário são, por assim dizer, dois templos diferentes. O sábado é um templo no tempo, e o santuário é um templo no espaço. Deus quer encontrar-Se com Seu povo em determinado tempo e espaço. Para estar conosco, Deus tem de penetrar no mundo criado – o mundo do tempo e do espaço. Por isso, as doutrinas do sábado e do santuário são extremamente importantes para nossa compreensão de Deus e de Suas criaturas. Ele não faz parte daquilo que foi criado, mas não está ausente da criação efetuada por Seu poder… Os dois [santuário e sábado] são portas para o Infinito. Podemos adorar a Deus porque Ele tornou-Se acessível a nós no tempo e no espaço. Isto tem, naturalmente, importante influência sobre nossa compreensão da obra de Cristo. Em Cristo, Deus penetrou no tempo e no espaço de maneira permanente. Por conseguinte, o sábado e o santuário devem ser interpretados em relação com a obra de Cristo” (Leslie Hardinge e Frank Holbrook).

Ao ser adorado, Deus Se faz presente entre Seu povo, trazendo benefícios de Sua maravilhosa companhia (Levítico 26:1-13). Desobediência resulta em ausência de Deus, acarretando terríveis consequências (Levítico 26:14-39). Porém, tão importante quanto a obediência é a consciência do arrependimento (Levítico 26:40-46).

O capítulo encerra mostrando que o amor de Deus é a essência da verdadeira religião. Ele permite consequências para que abandonemos o que nos faz abandoná-Lo.

O Deus santo, que exige santidade, aguarda ansiosamente pela presença do pecador disposto a confessar seus pecados. Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



LEVÍTICO 25 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
8 de maio de 2022, 1:00
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TEXTO BÍBLICO LEVÍTICO 25 – Primeiro leia a Bíblia

LEVÍTICO 25 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

LEVÍTICO 25 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



LEVÍTICO 25 by Jobson Santos
8 de maio de 2022, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/lv/25

Deus estabeleceu um sistema financeiro para o povo de Israel com o objetivo de lembrá-los de que Ele era o seu Deus, aquEle que cuidava deles. A cada sétimo ano um ano sabático deveria ser celebrado, onde a terra descansava e nada deveria ser plantado e colhido. Tudo o que crescesse sem a intervenção humana poderia ser usado por qualquer um, rico ou pobre, incluindo o estrangeiro. Se um homem que tinha uma dívida tivesse que se vender a quem ele devia, agora podia ser resgatado (mesmo de um proprietário não-israelita) pela família ou por amigos. Mas o sétimo ano Sabático era um ano Jubileu e todos os escravos tinham de ser libertados.

Nunca existiu um sistema financeiro igual ao que Deus ordenou fosse implantado em Israel. A economia operava primariamente com base na terra, bens e serviços e não no dinheiro. Deus proibiu expressamente as pessoas de cobrarem juros dos pobres. Os escravos eram tratados como servos contratados, não como escravos.

Por causa da aproximação do ano do Jubileu a cada 50 anos, quando tudo era restituído aos donos originais, o valor da terra dada como pagamento de dívida se desvalorizava em cerca de 2 por cento (1/50) ao ano. Mas apesar de que o valor da terra caía, o valor dos bens que ela produzia aumentava. O crescimento da população ajudava a economia e evitava tanto a extrema pobreza, quanto a riqueza em demasia. A terra, as pessoas e até mesmo os animais desfrutavam de um descanso no ano sabático.

Deus deseja que ainda demonstremos bondade e compaixão para com os pobres e os ajudemos em tempos de necessidade.

Dean Davis
Atlantic Union College, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/lev/25
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



LEVÍTICO 25 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
8 de maio de 2022, 0:50
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766 palavras

4 a terra terá um sábado. V. Êx 23.10, 11. Os israelitas não praticavam a rotação de culturas, mas o ano de repouso (quando não havia plantios) servia a um propósito um tanto semelhante. Bíblia de Estudo NVI Vida.

8-55 O ano do jubileu. Em Ezequiel, este ano foi chamado “ano da liberdade”, Ez 46.17; parece que Isaías se refere ao jubileu quando profetiza sobre “o ano aceitável do Senhor”, Is 61.2. Se este se for o caso, então aprendemos de Lc 4.18-19 que tudo aquilo que for implícito no ano do jubileu achou seu cumprimento em Cristo, na Sua obra de desatar as cadeias do pecado humano para oferecer aos homens a gloriosa liberdade dos filhos de Deus. Bíblia Shedd.

16 O número de colheitas até o ano do jubileu determinava o valor corrente da propriedade. Bíblia Shedd.

… a venda das terras em Israel era um arrendamento até o Ano do Jubileu (ver 27.18, 23). Bíblia de Estudo NVI Vida.

A libertação das terras no jubileu não se aplica nas modernas sociedades ocidentais de hoje porque não temos possessão ancestral como a dos israelitas (ver Js 13-17). Contudo, dessa legislação podemos aprender princípios intemporais de justiça social e compaixão. Jesus vê Seu trabalho de pregação de boas novas e proclamação libertação e liberdade como um cumprimento dos princípios do Jubileu (Lc 4.18-19). Andrews Study Bible.

A maior evidência dessa observância é o fato de que Alexandre, o Grande, e mais tarde Júlio César isentaram os judeus de pagar impostos nos anos sabáticos, sobre os campos que não produziram naquela ano (Josefo, Antiguidades, xi.8.6; xiv.10.6). CBASD, Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 879.

17 Uma das causas do cativeiro foi a inobservância desse mandamento. Bíblia Shedd.

22 Era necessário ter fé para agir baseado nessas afirmações e, por isso, parece que poucos praticavam estas ordenanças de maneira completa. Bíblia Shedd.

23 a terra é Minha. Embora Deus tivesse dado a terra da Palestina para Seu povo, Ele ainda era o proprietário. Os israelitas eram mordomos e não donos. CBASD, vol. 1, p. 879.

Ele [Deus] queria que Seu povo não desenvolvessem a ganância e o materialismo.Se você desenvolver a atitude que está apenas tomando conta da propriedade de Deus, você fará aos outros o que estiver ao seu alcance. Isso é difícil de fazer se você tiver uma atitude de posse. Pense em você como um gerente de tudo que está sob seus cuidados, não como um proprietário. Life Application Study Bible.

25 Se teu irmão empobrecer. Se o plano original de Deus para a terra e para a servidão tivesse sido seguido, os extremos de pobreza e riqueza seriam desconhecidos. CBASD, vol. 1, p. 880.

29-31 As casas das aldeias [“que não tem muros”] eram consideradas como parte da herança das famílias que receberam aquelas terras de Deus, na ocasião da divisão da terra. Ficavam dentro da herança da família, ou perto dela, e eram essenciais para se poder atender de perto todos os misteres agriculturais das heranças. As casas dentro das cidades podiam ter sido adquiridas para propósitos comerciais, ou por motivo do enriquecimento particular das famílias. … O ideal dos israelitas sempre era que cada um possuísse suficiente terreno, com casa, horta, pomar e curral, para seu próprio sustento. Qualquer mão de obra perita, ou qualquer viagem de negócios, seria um esforço extra para os que queriam “progredir”. Bíblia Shedd.

35-37 Deus disse que negligenciar os pobres era pecado. A pobreza permanente não era permitida em Israel. Famílias estáveis financeiramente eram responsáveis de ajudar e hospedar aqueles em necessidade. Muitas vezes não fazemos nada, não porque nos falta compaixão, mas porque somos esmagados pelo problema e não sabemos por onde começar.Deus não espera que você remova a pobreza, nem espera que você negligencie sua família para prover a outros.Contudo, Ele espera que, quando você vir alguém em necessidade, você o alcance com qualquer auxílio você possa oferecer, incluindo hospitalidade. Life Application Study Bible.

36 A lei não era necessariamente proibir todos os juros, mas ajudar os pobres. A lei não era tanto para proibir os empréstimos quanto para estimular a generosidade. Bíblia de Estudo NVI Vida.

39 Não o farás servir como escravo. Um israelita que se vendesse para servir um compatriota não devia ser tratado como escravo, mas como empregado. CBASD, vol. 1, p. 880.

49 parente. Heb go’el, que tem dois sentidos: 1) Redentor, alguém que liberta mediante um pagamento; 2) Vingador, alguém que exigia a prestação de contas por algum dano feito. em ambos os casos, o go’el era um parente próximo, que cuidava dos interesses da família. Bíblia Shedd.

50 jornaleiro (ARA; NVI: “empregado contratado”; NKJ: “assalariado”) tb. no v. 6. Provavelmente com um pequeno rendimento de subsistência, que tornaria possível que ele próprio se resgatasse (v. 49). Andrews Study Bible.



Levítico 25 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
8 de maio de 2022, 0:45
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“Observai os Meus estatutos, guardai os Meus juízos e cumpri-os; assim, habitareis seguros na terra” (v.18).

Aquele que lançou “os fundamentos da terra” (Jó 38:4) também instruiu o Seu povo a conservá-la. Quando Adão foi criado, o Senhor “o colocou no jardim do Éden para o cultivar e o guardar” (Gn.2:15). Enquanto o verbo “cultivar” implica trabalhar, o verbo “guardar” significa cuidar e preservar. Portanto, o trabalho dado por Deus ao homem consiste em não apenas retirar da terra o seu sustento, mas em preservá-la para que ela permaneça sendo uma inegável declaração de “que foi o universo formado pela palavra de Deus” (Hb.11:3). “Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o Seu eterno poder, como também a Sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas” (Rm.1:20).

O Ano de Descanso era, portanto, um claro lembrete de que todo filho de Israel possuía a mesma dupla responsabilidade dada ao homem desde a criação do mundo. A cada sete anos, a terra deveria desfrutar um “sábado de descanso solene[…] um sábado ao Senhor” (v.4). Além de ser um benefício para a natureza, mais benefícios o homem colheria. Deus concederia ao Seu povo a bênção de que no sexto ano a terra desse “fruto por três anos” (v.21). O ano sabático também reforçaria o princípio de que Deus é o nosso Mantenedor: “Não digas, pois, no teu coração: A minha força e o poder do meu braço me adquiriram estas riquezas. Antes, te lembrarás do Senhor, teu Deus, porque é Ele O que te dá força para adquirires riquezas; para confirmar a Sua aliança, que, sob juramento, prometeu a teus pais, como hoje se vê” (Dt.8:17-18).

O Ano do Jubileu, por sua vez, era um ano de grande celebração. A cada cinquenta anos era proclamada “liberdade na terra a todos os seus moradores” (v.10) e as terras eram devolvidas aos seus possuidores originais. Era um ano de liberdade da terra e do homem. No Dia da Expiação, era soada a trombeta por toda a terra de Israel, proclamando as boas-novas de igualdade e liberdade a todos os homens. Era um tempo de resolução de conflitos, de remissão e de respeitoso e singular temor a Deus. Era um tempo de desfrutar de uma espécie de prévia da Nova Terra: “A terra dará o seu fruto, e comereis a fartar e nela habitareis seguros” (v.19). Somos todos “estrangeiros e peregrinos” na terra (v.23) e precisamos manter esta verdade viva em nossos corações, como aqueles que aguardam “novos céus e nova terra, nos quais habita justiça” (2Pe.3:13).

Enquanto estivermos nesta condição de peregrinos a caminho do Lar, cumpre-nos viver aqui de forma digna ao nosso chamado. Da mesma forma que Israel deveria temer a Deus e observar as Suas leis, uma solene mensagem nos é anunciada: “Temei a Deus e dai-Lhe glória, pois é chegada a hora do Seu juízo; e adorai Aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas” (Ap.14:7); e uma resposta nos é exigida: “Aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Ap.14:12). Por outro lado, há uma prestação de contas a ser realizada com os que rejeitam as instruções divinas, pois o Criador derramará o Seu juízo e destruirá “os que destroem a terra” (Ap.11:18). Cada capítulo da jornada de Israel sobre a Terra é um sonido da trombeta do Céu para a humanidade. Esta foi a compreensão do apóstolo Paulo ao declarar acerca dos filhos de Israel: “Ora, estas coisas se tornaram exemplos para nós, a fim de que não cobicemos as coisas más, como eles cobiçaram” (1Co.10:6).

Há um constante e urgente apelo sendo feito: “Retirai-vos dela, povo Meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos” (Ap.18:4). Sair de Babilônia significa libertação e completa mudança de vida. Significa retornar ao plano original do Criador e buscar uma vida de santificação. Este apelo não somente se refere ao aspecto espiritual, mas também físico e mental, já que somos criaturas holísticas. O Espírito Santo está chamando um povo que viva o mandamento por experiência: “Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento[…] Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Mt.22:37 e 39); um povo que confie na provisão de Deus ainda que o mundo a desconsidere.

Prossigamos com perseverança em viver a vontade de Deus, pois aquele “que perseverar até o fim, esse será salvo” (Mt.24:13). Vigiemos e oremos!

Feliz semana, peregrinos a caminho do Lar eterno!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Levítico25 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100