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TEXTO BÍBLICO NÚMEROS 1 – Primeiro leia a Bíblia
NÚMEROS 1 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
NÚMEROS 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/nm/1
Você já se perguntou se é realmente possível para Deus concluir de forma bem sucedida o plano da salvação? A igreja de Deus é muitas vezes fraca e às vezes os desafios parecem esmagadores.
O Livro de Números, supostamente cheio de listas áridas e regulamentos é, na verdade, uma emocionante história de aventura que demonstra as capacidades surpreendentes de Deus.
Pense nas circunstâncias por um momento: os filhos de Israel tinham saído há apenas um ano da escravidão no Egito. Agindo sob a direção explícita de Deus, o primeiro dever de Moisés foi criar um sistema de adoração que prefigurava eventos sagrados que resultariam no fim do pecado. Uma vez que os israelitas reconheceram o Senhor e Seu caráter santo através do sistema do tabernáculo, e viram que Ele conhece o fim desde o princípio, o Senhor começou o processo de forjá-los em uma arma inquebrável.
O segundo passo de Moisés, observado no Livro de Números, foi a contagem de todos os homens de combate disponíveis. Após cuidadosa investigação para determinar quem era capaz de lutar, descobriu-se que eram exatamente 603.550 soldados. Este número era muito pouco ou excessivo? Nem uma opção nem outra. Era o número disponível, e com esse número Deus lutaria.
Mark Sheffield
Southern Adventist University
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/1
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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871 palavras
1-10 Aqui o Senhor instrui os israelitas a se prepararem para retomar sua jornada a Canaã para conquistar aquela terra. Andrews Study Bible.
1 no primeiro dia do segundo mês. Isto é, um mês após a construção do Tabernáculo (Êx 40.1), que foi feito um ano após a saída do povo de Israel do Egito. Deus convoca o povo para um encontro, através de Moisés, Seu servo, no Tabernáculo recém construído. Bíblia Shedd.
tenda da congregação. Heb mo’ed, isto é, “encontro” (de Deus com o povo). É o tabernáculo, que foi construído para ser um Templo portátil. Bíblia Shedd.
Literalmente, “tenda do encontro”(ver Nm 3:7; Êx 27:21; Lv 1:1, 3). Era o lugar onde Deus se encontrava com Moisés e com Seu povo. … Moisés enfatizou o fato de o Senhor ter lhe falado no tabernáculo, no deserto do Sinai, porque as revelações seguintes ocorreram ali, depois de ele ter sido levantado. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 896.
2 segundo as suas famílias. A organização militar tribal era efetiva porque os os líderes tribais já exerciam liderança social. Além disso, parentes próximos apoiariam e protegeriam uns aos outros. Andrews Study Bible.
A casa de seus pais. Neste contexto, o grupo é a família. No entanto, o termo pode ser usado para uma tribo inteira descendente do mesmo ancestral (Nm 17:2) ou para uma porção de uma tribo (Nm 3:24; Êx 6:14). CBASD, vol. 1, p. 896.
3 Da idade de vinte anos para cima. Idade na qual os homens eram considerados aptos para guerrear (ver 1:8, 45). Em Lv 27:3, os homens entre 20 e 60 anos são os mais bem avaliados devido a sua capacidade de realizar trabalhos físicos. Bíblia de Estudo Andrews.
capazes de sair à guerra. Recenseamento militar para avaliar a potência bélica do povo israelita, tanto para a defesa como para a conquista da terra prometida; compare vv. 19 e 20. Bíblia Shedd.
4-18 Homens escolhidos dos mais destacados de cada tribo, para serem chefes e assistentes de Moisés, junto às suas respectivas tribos; designados com a investidura do cargo com os títulos de “Príncipes de Israel” e “Cabeças dos milhares de Israel”. Veja v 16. Bíblia Shedd.
5 Os nomes. Os v. 5 a 15 contêm uma lista de 12 homens principais, cujos nomes reaparecem em Números 2, 7 e 10. … Oito deles tinham nomes compostos por ‘El, um título de Deus. … O súbito aumento de nomes que levavam ‘El sugere um maior interesse no Deus de seus antepassados, à medida que os líderes dos israelitas aguardavam expectante a libertação prometida por Deus (‘Elohim) a José (Gn 50:24, 25). CBASD, vol. 1, p. 896.
33 da tribo de Efraim. A tribo de Levi não foi contada entre os filhos [povo] de Israel, por causa da sua missão espiritual [v 47]. Para completar o total de doze tribos, incluem-se os dois filhos de José, Efraim e Manassés. Bíblia Shedd.
46 seiscentos e três mil quinhentos e cinquenta. Com exceção de Josué e Calebe, todos esses morreram no deserto. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Este total do censo militar não inclui os homens com menos de 20 anos, as mulheres, nem o “misto de gente” que se uniu aos israelitas (Êx 12:38). Bíblia de Estudo Andrews.
47 Os levitas. Havia 2 tribos, porque Jacó adotara Efraim e Manassés, os dois filhos de José (Gn 48:5, 6). Portanto, em vez de uma só tribo de José, havia duas tribos distintas: Efraim e Manassés. CBASD, vol. 1, p. 897.
entre eles. A numeração dos levitas haveria de ser um assunto separado, com fins meramente religiosos, 3.39. Os números dados, nestas condições de não incluir levitas, mulheres, crianças e velhos, dão a entender que o total absoluto dos israelitas montava a quase dois milhões e meio. Bíblia Shedd.
50 Tabernáculo do Testemunho. A expressão “Testemunho”se refere aos dez mandamentos e ocorre 49 vezes no AT. … sugere que os dez mandamentos declaram a natureza moral e ética do caráter de Yahweh e que Ele espera a manifestação das mesmas características em Seu povo. CBASD, vol. 1, p. 897.
Ministrarão. A palavra traduzida desse modo só é usada em Números para designar a função sagrada dos levitas. O significado do termo é sempre honroso e também se refere à santa ministração dos anjos (Hb 1:14). CBASD, vol. 1, p. 897.
51 O estranhos que se aproximar. O não levita que desrespeitasse os limites de função e espaço reservados aos levitas (comparar com 3:10, 38; 18:7). Bíblia de Estudo Andrews.
52 Estandarte. Segundo a tradição judaica, o estandarte de Rúben tinha a figura de um homem, o de Judá, a de um leão, o de Efraim, a de um boi. o de Dã, a de uma águia. CBASD, vol. 1, p. 897.
53 para que não haja ira. A profanação das coisas sagradas sempre provoca a ira de Deus. É por isso que os levitas, incumbidos das coisas do tabernáculo, acampavam ao redor do tabernáculo para que não fosse fácil a um estranho ter acesso a ele, vv 50 e 51. Bíblia Shedd.
A palavra traduzida por “ira”vem de um radical relacionado ao siríaco e ao área que significa “quebrar”, “soltar-se”. … Assim também, a ira de Deus envolve a ideia de cortar da igreja aquele que pecou em relação a Suas coisas santas. Os levitas ficavam posicionados ao redor do tabernáculo para impedir que qualquer pessoa não autorizada entrasse nos recintos sagrados da habitação de Deus. Fora do cordão de isolamento sacerdotal, os laicos de Israel armavam suas tendas de acordo com um plano divinamente estabelecido. O Senhor estava no meio deles. CBASD, vol. 1, p. 898.
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“Como o Senhor ordenara a Moisés, assim os contou no deserto do Sinai” (v.19).
Do monte para o deserto. Esta mudança de cenário introduz o livro de Números com o primeiro censo da nação israelita. Foi no tabernáculo recém-inaugurado que Moisés recebeu as orientações de Deus quanto à forma de proceder com a contagem do povo. Ele e Arão contariam os homens de “vinte anos para cima, todos os capazes de sair à guerra em Israel” (v.3). O Senhor ainda declarou o nome dos príncipes de cada tribo que os auxiliariam nesta missão. Não era propósito de Deus que o Seu povo se envolvesse em conflitos com as demais nações. Uma clara prova disso foi a sua saída do Egito, em que o povo não precisou erguer uma espada sequer, mas apenas confiar no poder de Deus. Todavia, chegaria o tempo em que Israel rejeitaria o governo de Deus e sob a monarquia de reis terrenos precisaria estar pronto para as guerras que inevitavelmente surgiriam.
Contados “nominalmente[…] cabeça por cabeça” (v.18), cada homem capacitado a lutar foi recrutado pelo alistamento militar de Israel. Cada tribo dispôs o seu destacamento. Em cada família havia pelo menos um hábil soldado capaz de representá-la. A tribo de Levi, porém, não entrou na contagem do censo. Aos levitas cabia a responsabilidade de “cuidarem do tabernáculo do Testemunho, e de todos os seus utensílios, e de tudo o que lhe pertence” (v.50). Quando Israel acampava, cada tribo possuía o seu lugar próprio, “cada um junto ao seu estandarte, segundo as suas turmas” (v.52). Já a tribo de Levi acampava-se “ao redor do tabernáculo do Testemunho” (v.53), para que ninguém comum do povo tivesse acesso às coisas santas e morresse. A tribo de Levi, portanto, era uma espécie de exército do santuário. E todas as tribos, mesmo divididas por estandartes, deveriam estar sempre unidas pela mesma bandeira: “O Senhor É Minha Bandeira” (Êx.17:15).
Estamos vivendo o tempo do maior censo já realizado pelo Senhor: o censo dos “inscritos no Livro da Vida do Cordeiro” (Ap.21:27). O Espírito Santo está recrutando os últimos escolhidos de todas as nações, tribos, línguas e povos. Todos, sem restrição de idade, sexo ou etnia, podem alistar-se para o exército do Deus vivo. No entanto, a convocação tem prazo para acabar e se apressa para o fim. Há um conflito ocorrendo neste exato momento. Desde a entrada do pecado no mundo, a humanidade tem enfrentado um inimigo cruel e desleal. E somente mediante o uso da armadura correta poderemos estar em pé no Dia do Senhor. Eis a ordem superior que devemos obedecer: “Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para poderdes ficar firmes contra as ciladas do diabo” (Ef.6:11). Enfrentamos uma guerra que seria facilmente vencida pelo inimigo não fosse a graça do Senhor dos Exércitos. Acerca disto, Ellen White escreveu:
“O antagonismo que existe entre Cristo e Satanás revelou-se de maneira flagrante na recepção que Jesus teve. A pureza e santidade de Cristo suscitaram o ódio dos ímpios contra Ele. Sua vida de renúncia era uma perpétua reprovação a um povo orgulhoso e sensual. Satanás e os anjos caídos uniram-se aos homens maus contra o Campeão da verdade. A mesma inimizade é manifesta em relação aos seguidores de Cristo. Quem quer que resista à tentação, suscitará a ira de Satanás. Cristo e Satanás não podem harmonizar-se. ‘Todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus, serão perseguidos’” (2Tm.3:12, O Grande Conflito, p.223).
Cumpre-nos fazer o que fez Israel: “Assim fizeram os filhos de Israel; segundo tudo o que o Senhor ordenara a Moisés, assim o fizeram” (v.54). Através de Sua Palavra, o Senhor continua instruindo o Seu povo e preparando-o para entrar na Canaã celestial. Temos o Céu a nosso favor e precisamos deixar isso muito claro através de nossas escolhas. “Sujeitai-vos, portanto, a Deus; mas resisti ao diabo, e ele fugirá de vós” (Tg.4:7). Eis a nossa arma secreta: “Ao som de fervorosa oração, treme todo o exército de Satanás[…] É quando anjos todo-poderosos, revestidos da armadura do Céu, vêm em auxílio da desfalecida e perseguida alma, Satanás e seus anjos retiram-se, pois bem sabem que está perdida a sua batalha” (Ellen G. White, Mensagens aos Jovens, CPB, p.53).
Encerre o seu estudo de hoje com uma leitura cuidadosa de Efésios 6:10-18. Vigiemos e oremos!
Bom dia, exército do Deus Altíssimo!
* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Números1 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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NÚMEROS 1 – A Bíblia do Discípulo introduz o livro de Números com as seguintes informações para auxiliar-nos em seu contexto histórico: “Números começa no Sinai com o recenseamento dos homens adultos, e acrescenta outras instruções além daquelas detalhadas em Levítico. Traça a jornada a partir do Sinai, a perambulação pelo deserto, até a chegada às campinas de Moabe, e termina com uma série de ordenanças. A narrativa mostra a real presença de Deus entre o Seu povo, O qual aparece numa coluna de fogo sobre o tabernáculo e serve de guia na jornada para Canaã”.
A contagem dos homens adultos no início do livro não se refere a machismo; na verdade, tinha fins militares (Números 1:2-3). Indicando assim, os desafios que os israelitas teriam de enfrentar até a chegada na Terra Prometida. Um mês após a conclusão do Santuário (Êxodo 40:17), “do segundo ano, depois que os israelitas saíram do Egito” (Números 1:1).
Considerando o Pentateuco desde o início, Merrill Unger destaca que “Gênesis é o livro dos princípios; Êxodo, o livro da redenção e Levítico, o livro da expiação e da adoração. Números, por sua vez, é o livro da provação”.
O recenseamento no início do livro deu o título de Número, e também por conter outras listas de censos (Números 3:14-39; 4:34-49; 26:5-21); porém, seu nome original no hebraico é “bemidbar”, que quer dizer “no deserto”, devido a lidar com a trajetória do povo de Deus nos desertos do Sinai, Neguebe e Transjordânia. Deus usa “desertos” como escola!
Após tornar Israel uma nação no Sinai e oferecer estipulações sociais, políticas e religiosas desde Êxodo 20 até Levítico 27, Deus conduziu o povo, cujo número dos homens era 603.550 sem contar os levitas. Homens, mulheres e crianças deixaram o Sinai rumo à Canaã através do deserto sob a regência de Deus, O qual colocou em ordem as tribos, clãs e familiares.
Os levitas foram dispensados do serviço militar para servirem integralmente a Deus e Seu povo. Isso mostra o quanto Deus Se importa com o aspecto social e espiritual dos seres humanos. Os líderes espirituais da igreja têm grande responsabilidade perante Deus e devem ministrar com dedicação. Deus continua cuidando assim de Seu amado povo através dos líderes espirituais (Hebreus 13:17). Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO LEVÍTICO 27 – Primeiro leia a Bíblia
LEVÍTICO 27 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
LEVÍTICO 27 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/lv/27
O Código de Santidade em Levítico, listando o que Deus espera daqueles que pertencem a Ele, se conclui no capítulo 26. O último capítulo de Levítico trata da questão dos votos feitos ao Senhor.
Votos eram promessas feitas ao Senhor para realizar algum serviço, dar alguma dádiva, ou oferecer-lhe algum sacrifício. Votos eram inteiramente voluntários, mas às vezes eles não poderiam ser mantidos. Assim, em Sua misericórdia, Deus geralmente oferecia uma maneira de ficar livre da obrigação. Isso era feito estabelecendo um valor monetário em substituição ao que havia sido prometido. Se o voto não pudesse ser cumprido, então o valor do voto poderia ser pago diretamente a Deus em seu lugar. Esse dinheiro não poderia ser pago com o dízimo ou com animais que normalmente deveriam ser sacrificados ao Senhor.
Nossos votos voluntários ou promessas a Deus, são obrigações sérias que devem ser cumpridas. Devem sempre brotar de corações transbordantes de gratidão e amor a Deus. Eles não devem ser votos precipitados, mas sua viabilidade deve ser sempre bem pensada. Eles devem sempre nascer do nosso desejo de fazer algo especial para o nosso Deus, ao invés de tentar barganhar com Ele algum favor.
Dean Davis
Atlantic Union College, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/lev/27
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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943 palavras
1-34 O capítulo final das instruções divinas a Israel trata dos presentes prometidos a Deus por israelitas que, provavelmente em grandes dificuldades, tinham feito um voto. Bíblia de Genebra.
Algumas pessoas faziam votos apressados ou irrealistas [não cumpríveis]. Para levá-los a pensar antes, uma penalidade de 20 por cento era colocada em cada item resgatados através de dinheiro. Life Application Study Bible.
2 Quando alguém fizer voto com respeito a pessoas, estas serão do SENHOR, segundo a sua avaliação (ARA; NVI: “Se alguém fizer um voto especial ao SENHOR, faça-o conforme o devido valor”).
voto. Sendo que nem toda pessoa que fazia votos teria a oportunidade de servir no Tabernáculo, os que não o podiam fazer pagariam seus votos através de grandes ofertas. Bíblia Shedd.
O voto era feito mediante a condição de que Deus cumpriria aquele desejo ou pedido. … O voto ideal brota de um coração transbordante de amor para com Deus e é dotado do desejo sincero de fazer algo por Ele, sem nenhuma busca por recompensa. CBASD, Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 885-886.
3 tua avaliação.O preço pelo qual uma pessoa podia ser resgatada era estipulado por Deus, por uma escala graduada de acordo com o sexo e a idade. … Deve-se observar que a diferença de preço baseava-se na idade e não na classe social. O sumo sacerdote não valia mais do que um trabalhador comum, se ambos tivessem a mesma idade. CBASD, vol. 1, p. 886.
cinquenta siclos de prata, segundo o siclo do santuário (ARA; NVI: “seiscentos gramas de prata, com base no peso padrão do santuário”).
9 torna-se santo. O animal prometido em oferta não podia ser trocado por outro (v. 10). As pessoas nos dias de Malaquias escolhiam os piores animais depois de terem prometido por voto que ofereceriam os melhores (Ml 1.13, 14). Bíblia de Estudo NVI Vida.
12 O sacerdote o avaliará, seja bom ou mau (ARA; NVI: “o avaliará por suas qualidades”).
16 semente necessária. Se um homem dedicasse um campo, a avaliação seria feita de acordo com a semente necessária para a semeadura. CBASD, vol. 1, p. 886.
Aqui vemos a ideia do alqueire, que é uma medida de semente. Hoje, avaliamos o terreno com alqueires vinculados a medidas métricas, o que é injusto, pois algumas áreas de pântano, rochas ou florestas, são impróprias para semente, e desvalorizadas. O valor real da terra é a ceifa que produz. Bíblia Shedd.
gômer pleno de cevada (ARA; NVI: “barril de semente de cevada”).
17 segundo a tua plena avaliação, ficará (ARA; NVI: “o valor será integral”).
20 nunca mais se resgatará (ARA; NVI: “não poderá mais ser resgatada”).
22 dedicar. O verbo em hebraico é hiqdish, “causar a ser qadosh, ou santo”. Não é exatamente “santificar” no sentido ético-religioso: é “separar para o serviço de Jeová” (que é uma parte integrante de ser santo). Esse campo não era livre para ser dado à obra de Deus, já que haveria de voltar para a família que o herdou; era apenas emprestado. Bíblia Shedd.
26 O que já havia sido divinamente decretado e que pertencia ao Senhor não podia ser votado a Ele. Seria um contra-senso oferecer em voto ao Senhor aquilo que já Lhe pertencia. Bíblia Shedd.
27 do Ano do Jubileu. Isto explica porque o [conteúdo do] cap. 27 deveria vir ao final de levítico. Para ser entendido, deveria ser colocado após a legislação do Jubileu no cap. 25, que é ligado ao cap. 26 como uma unidade com foco na aliança entre o povo de Deus e a terra. Andrews Study Bible.
28 dedicar irremissivelmente. Esta expressão é uma maneira de traduzir uma palavra mais forte do que dedicar. Em hebraico é haram, que é reservar irrevogavelmente para alguma finalidade. Bíblia Shedd.
Esse voto solene, era, provavelmente, proferido contra líderes nacionais, com frequência em tempos de guerra (Nm 21:2; 1Sm 15), ou contra aqueles que praticavam idolatria (Dt 13.16; 20.17). Bíblia de Genebra.
No contexto de guerra santa ou punção, o mesmo termo hebraico pode se referir a dedicar pessoas e coisas a Deus com o propósito de sua posterior destruição (ex: Êx 22:20; Nm 21:2-3; Dt 7:2; 20:16-17; Js 6:17; 7:12; Jz 21:10-11). Andrews Study Bible.
O pecado de Acã foi ainda mais grave porque furtou o que tinha sido devotado ao Senhor (Js 7.11). Bíblia de Estudo NVI Vida.
29 Ninguém que dentre os homens for dedicado irremissivelmente ao SENHOR se poderá resgatar; será morto (ARA; NVI: “Nenhuma pessoa consagrada para a destruição poderá ser resgatada; terá de ser executada”). Saul pecou nesse assunto quando não destruiu totalmente os amalequitas. Bíblia de Estudo NVI Vida. [O que causou, em última análise, os problemas porque Ester passou, porque Hamã era amalequita].
30 O dízimo do grão podia ser resgatado [para ser usado como semente], mas o do gado não (v. 33). CBASD, vol. 1, p. 887.
32 tudo o que passar debaixo do bordão do pastor, o dízimo será santo ao SENHOR (AR; NVI: “um de cada dez animais que passem debaixo da vara do pastor será consagrado ao SENHOR”). As ovelhas eram contadas uma a uma conforme passassem debaixo do cajado do pastor. Bíblia Shedd.
Os escritores rabínicos explicam esse texto do seguinte modo: Quando um homem devia dar o dízimo de suas ovelhas ou gado, ele trancava todo o rebanho em um curral, no qual havia apenas uma porta estreita que deixava passar apenas um animal de cada vez. O homem, prestes a dar o dízimo ao Senhor, ficava na porta com um cajado na mão, cuja extremidade era tingida de vermelho ou ocre avermelhado. As mães das crias ficavam do lado de fora. Quando a porta era aberta, as crias corriam para as mães e, quando passavam, o dono tocava um animal em dez com o cajado, marcando-o com a cor. Se fosse forte ou fraco, perfeito ou defeituoso, seria dado como dízimo legítimo. CBASD, vol. 1, p. 887.
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“No entanto, nada do que alguém dedicar irremissivelmente ao Senhor, de tudo o que tem, seja homem, ou animal, ou campo da sua herança, se poderá vender, nem resgatar; toda coisa assim consagrada será santíssima ao Senhor” (v.28).
Os votos e os dízimos constituem a parte final desta coleção de normas estabelecidas por Deus, conhecido como “Código de Santidade”. O voto consistia em uma espécie de acordo do homem diretamente com Deus, visando o favor divino a fim de alcançar uma determinada bênção. Ana, por exemplo, fez um voto com o Senhor prometendo dedicar seu primeiro filho exclusivamente a serviço dEle caso Ele lhe abrisse a madre. Voto este que cumpriu ao entregar o menino Samuel aos cuidados do sacerdote Eli, ainda em tenra idade. Fazer um voto a Deus implicava um sagrado compromisso que culminava em uma oferta específica que era levada ao santuário pelo votante. O voto implicava compromisso, gratidão e plena confiança na provisão divina. Conforme o sábio Salomão, “Melhor é que não votes do que votes e não cumpra” (Ec.5:5).
O dízimo, por sua vez, foi estabelecido como uma prova de fidelidade e “antídoto” contra a avareza. Ao separar “todas as dízimas da terra” (v.30) e entregá-las aos sacerdotes, os adoradores eram levados ao consciencioso entendimento de que tudo o que tinham era fruto da bênção de Deus, e devolver a décima parte era muito pouco à vista da abundância de que desfrutavam na terra que o Senhor lhes havia dado por herança, mas o suficiente para lhes provar a fidelidade para com o Doador divino. Enquanto o sistema de ofertas não possui uma porcentagem específica, o dízimo coloca em pé de igualdade todos os fiéis. Para Deus não importa se você devolve o dízimo de um salário mínimo ou de uma grande fortuna. Aquele que é o Dono do ouro e da prata (Ag.2:8) não precisa do nosso dinheiro; nós, porém, precisamos dizimar, sendo este o método mais eficaz de declararmos ao Senhor que nós confiamos nEle como o nosso Provedor e Mantenedor.
Infelizmente, o mundo cristão, em geral, transformou este assunto em uma forma de angariar dinheiro fácil. A famosa teologia da prosperidade tem conquistado multidões de seguidores atraídos pelas promessas de riquezas. Através de discursos criativos e apelativos, líderes espirituais reúnem milhares de pessoas que, em sua maioria, deixam em seus lugares de culto as economias de toda uma vida. Pedro já havia nos advertido com relação a este engano: “também, movidos por avareza, farão comércio de vós, com palavras fictícias; para eles o juízo lavrado há longo tempo não tarda, e a sua destruição não dorme” (2Pe.2:3). Por outro lado, não há sociedade mais próspera do que aquela estabelecida entre o homem e Deus, onde o Sócio Majoritário só nos pede o mínimo enquanto nos promete o máximo de lucro: “Trazei todos os dízimos à casa do Tesouro[…] e provai-Me nisto, diz o Senhor dos Exércitos, se Eu não vos abrir as janelas do céu e não derramar sobre vós bênção sem medida” (Ml.3:10).
A fidelidade nos dízimos e nas ofertas não é uma questão material, mas espiritual. O mesmo Deus que declara: “Não furtarás” (Êx.20:15), é O mesmo que não muda (Ml.3:6) e que continua a advertir o Seu povo: “Roubará o homem a Deus? Todavia, vós Me roubais e dizeis: Em que Te roubamos? Nos dízimos e nas ofertas” (Ml.3:8). Se fazer um voto ou juramento ao Senhor e não cumprir constitui uma grave ofensa, imagine usufruir de dinheiro roubado! Lembremos do exemplo de Ananias e Safira, que, pela cobiça, levaram ao Senhor uma oferta mentirosa (At.5:1-11). Ao entregar ao Senhor os nossos tesouros com inteireza de coração, o Espírito Santo nos concede mais da fidelidade de Seu fruto e menos nos apegamos às coisas deste mundo. “Porque o amor do dinheiro é raiz de todos os males; e alguns, nessa cobiça, se desviaram da fé e a si mesmos se atormentaram com muitas dores” (1Tm.6:10).
Há bênção e verdadeira felicidade em fazer a vontade de Deus. Que a nossa vida e os nossos bens declarem que tudo o que somos e o que temos pertencem ao Senhor. Que possamos dar ouvidos às palavras do nosso Resgatador: “Não acumuleis para vós outros tesouros sobre a terra, onde a traça e a ferrugem corroem e onde ladrões escavam e roubam; mas ajuntai para vós outros tesouros no Céu, onde traça nem ferrugem corrói, e onde ladrões não escavam, nem roubam; porque, onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração” (Mt.6:19-21). Vigiemos e oremos!
Bom dia, fiéis servos de Deus!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Levítico27 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100