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259 palavras
2 Leite. O alimento natural dos bebês. O “leite” representa os princípios básicos do evangelho. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 743.
8 São um. Quem planta e quem rega não trabalham com propósitos opostos. Eles estão unidos em suas metas e objetivos. Não tem sentido apresentá-los como líderes rivais. CBASD, vol. 6, p. 744.
11 Outro. Do gr allos, “outro [do mesmo tipo]”, “mais um” (ver com. de Gl 1:6). Há apenas um Salvador. Outros proclamados como salvadores não são “outro” do mesmo tipo. Não são salvadores (ver Jo 14:6; At 4:12). CBASD, vol. 6, p. 746.
16 Santuário. Do gr naos, palavra usada pelos gregos antigos para descrever o cômodo mais interior do templo, onde se colocava a imagem do deus pagão. … Paulo atenta para os que constituem o edifício espiritual. Coletivamente, eles formam o templo espiritual de Deus no qual habita o Espírito Santo. Paulo se refere à igreja e adverte seus sucessores em Corinto a não prejudicá-la (1Co 3:17). É verdade que o Espírito Santo também habita em cada cristão de modo individual (ver com. de 1Co 6:19, 20). CBASD, vol. 6, p. 747.
22 Tudo é vosso. Deus é dono de tudo, seja animado ou inanimado, e as coisas que Ele fez são para bênção de Seu povo redimido (ver MDC, 110, 111). CBASD, vol. 6, p. 748.
23 E vós, de Cristo. Este é o clímax ao qual Paulo vinha direcionando seu argumento. Se todo crente pertence a Cristo, deve haver apenas um grande partido na igreja, não diferentes grupos. É a manifestação dessa unidade que o Salvador deseja ver na igreja, e que no fim haverá (ver Jo 17:9-11, 21, 23; Ef 4:13). CBASD, vol. 6, p. 748.
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“Se alguém destruir o santuário de Deus, Deus o destruirá; porque o santuário de Deus, que sois vós, é sagrado” (v.17).
Ainda que por carta, Paulo conseguiu expressar em palavras sua sincera preocupação com a igreja de Corinto. Inspirado pelo Espírito Santo, o apóstolo expôs sua indignação contra as atitudes carnais daquela igreja. É tão séria diante de Deus a questão das dissensões no meio de Seu povo, que Paulo censurou os coríntios com veemência declarando a incompatibilidade de sua pregação com a capacidade deles de compreendê-la. Quando há “ciúmes e contendas” (v.3) entre irmãos, é revelada a imaturidade espiritual que cria uma espécie de bloqueio para o “alimento sólido” (v.2) da Palavra de Deus. Tomar partido a favor de um grupo em detrimento de outro mostra o quanto ainda somos carnais e andamos “segundo os homens” (v.4), e não segundo os propósitos divinos. Precisamos baixar a bandeira humana e erguer a bandeira divina: “O SENHOR É MINHA BANDEIRA” (Êx.17:15).
Porque “nem o que planta é alguma coisa, nem o que rega, mas Deus, que dá o crescimento” (v.7). Se naquele tempo havia um forte apelo para que a fase de “crianças em Cristo” (v.1) fosse superada, quanto mais hoje precisamos deixar as coisas de meninos a fim de que estejamos prontos para suportar “alimento sólido” que nos dará forças para sermos vitoriosos em Cristo no tempo de angústia que se aproxima. O fundamento sobre o qual devemos estar alicerçados e lançar a outros é um só: “Jesus Cristo” (v.11). A nossa parte é a de edificar sobre este fundamento como prudentes construtores e “cada um veja como edifica” (v.10), porque “manifesta se tornará a obra de cada um; pois o Dia demonstrará, porque está sendo revelada pelo fogo; e qual seja a obra de cada um, o próprio fogo o provará” (v.13).
Eu não sei você, mas eu tremo diante desta revelação. Quais têm sido nossas reais intenções no serviço do Senhor? Notem que nem Paulo, nem Apolo, nem apóstolo algum fez nada que pudesse erguer altares em favor deles mesmos. Eram zelosos e tementes servos de Deus que visavam unicamente revelar a glória do Pai. Nunca aceitaram louvores de homens e nem regalias que pudessem envaidecê-los. Mas foi o próprio povo que criou expectativas erradas com relação ao ministério do discipulado, colocando os pregadores acima do Senhor que os governava. O fato de que o fogo provará as nossas obras e o Dia de Deus as revelará deveria causar em nós um profundo exame de coração. Quando lançados na fornalha dos últimos dias, sairemos ilesos, ou o fogo irá revelar que de fato nossas obras não passavam de combustível para aquecê-la?
Amados, “não sabeis que sois santuário de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós?” (v.16). Quando embotamos nossa mente com meninices que em nada glorificam o nome do Senhor, profanamos o santuário de Deus. Quando julgamos ser a nossa sabedoria alguma coisa, profanamos o santuário de Deus. Quando roubamos a glória de Deus para nós mesmos ou para outros, profanamos o santuário de Deus. E assim, paulatinamente destruímos o que o Senhor declarou ser sagrado. Temos trocado a verdadeira adoração por uma idolatria disfarçada. Trocamos o prazer de estar na casa do Senhor pelo merchandising de bons cantores ou bons pregadores, que aliás, são homens como nós. Até quando Deus terá de suportar a nossa futilidade?
Estamos vivendo em tempos decisivos e parece que teimamos em permanecer no jardim de infância. Sejamos como crianças na dependência de Deus, na simplicidade, na pureza, e não na imaturidade. Deus não nos chamou para uma competição de talentos, mas para sermos “de Cristo” (v.23). É tempo de estarmos com nossas lâmpadas bem acesas a fim de vermos claramente em meio às trevas deste mundo, porque “a sabedoria deste mundo é loucura” (v.19). Que usemos cada um dos dons que o Espírito Santo nos deu para a glória de Deus e que sejamos todos um só coração alicerçado num só fundamento: Cristo Jesus, nosso Senhor. Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, “edifício de Deus” (v.9)!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #1Coríntios3 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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I CORÍNTIOS 3 – Desde o capítulo 1:10 até o capítulo 4:21 percebe-se que existiam na igreja de Corinto – e como hoje – pessoas dentro da igreja que estão prendendo a atenção dos membros causando problemas de relacionamento na comunidade.
O apóstolo Paulo, inspirado pelo Espírito Santo, expôs a natureza do evangelho como pregação de uma loucura que nega as habilidades humanas.
A essência é que Deus opera em Sua igreja, Ele age em Seus ministros. A igreja é dEle e certamente Ele cuida dela. Ele sabe o que faz e como fazer para que alcance Seus propósitos. Para entender a carta em pauta, fique atento nos seguintes itens:
1. Elementos sociais e culturais de Corinto, que era uma colônia dominada por Roma, onde continha ambição social, libertinagem e muita imoralidade.
2. Elemento geográfico: Por estar entre dois portos, Corinto abrigava muita imoralidade sexual.
3. Elemento espiritual: Devido à vida tão degradante, a sociedade de Corinto favorecia a pregação do evangelho. Muitos aceitavam facilmente uma mensagem que dava sentido à vida vazia que eles viviam.
Provavelmente Paulo escrevera esta carta antes de escrever Romanos. E, ainda antes dessa, teve uma carta aos coríntios que se perdeu (5:9-11).
Agora, preste atenção nos pontos do capítulo em questão:
• Crentes carnais vivem brigando e se dividindo; enquanto crentes espirituais vivem unidos promovendo a paz (vs. 1-4).
• Líderes não devem ser autoritários, pois são apenas servos dos servos de Cristo (vs. 5-9).
• A edificação da igreja deve ser realizada com determinação, seguida de muita atenção (vs. 10-15);
• Deus destruirá aqueles que destroem Sua igreja no mundo (vs. 16-17);
• A sabedoria humana não tem valor algum frente à sabedoria divina; a primeira promove o partidarismo, a segunda, a unidade em Cristo (vs. 18-23).
Problemas de relacionamento evidencia uma tremenda falta de intimidade com Deus. Uma existência desprovida de espiritualidade verdadeira é uma forte influência para o mal; em vez de ser instrumento para edificar a igreja de Cristo, é instrumento do diabo para destruir o que Cristo está construindo.
A base de tudo deve ser Cristo. Quando Ele deixa de ser a base, as estruturas ruirão. O fundamento de nossa vida determinará o nosso destino, pois Deus provará quem é quem dentro de Sua igreja. Cuidado com quem prega a Cristo incorretamente.
“Senhor, dê-nos discernimento e maturidade espiritual” – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO I CORÍNTIOS 2 – Primeiro leia a Bíblia
I CORÍNTIOS 2 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
I CORÍNTIOS 2 – COMENTÁRIO SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal do Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/1co/2
Algo maravilhoso ocorre quando aceitamos a sabedoria do Espírito Santo. De repente, conseguimos desacelerar e enxergar com melhor foco; prioridades mais profundas surgem e fazem sentido.
Paulo passou por muitas lutas e, embora fosse conhecido por ser um homem apto a falar perante reis, agora escolheu deixar de lado sua eloquência mundana em troca de uma língua piedosa para um propósito maior.
Paulo estava disposto a se colocar à margem para que a luz de Deus pudesse brilhar em toda a sua glória sobre todos os que inclinassem seus ouvidos para ouvir. Como um ex-caçador de cristãos, ele conhecia muito bem a perseguição que poderia assaltá-lo se ele escolhesse pregar as verdades de Deus, mas ainda assim escolheu seguir sua missão. Apesar de todas as variáveis pesando contra Paulo, ele foi capaz de deixar de lado essas preocupações a fim de deixar a luz de Deus brilhar através dele para outras pessoas.
Negar a tentação da retórica floreada e da autoglorificação, como Paulo escolheu fazer, é uma lição que pastores, professores e pais fariam bem em aprender.
Jeannie Thomas
Professora da pré-escola, Escola Adventista de Hermiston
Oregon, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1310
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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656 palavras
1 Ostentação de linguagem. Paulo não tentou ganhar as pessoas por meio de retórica ou oratória. Tampouco se apoiou na “sabedoria”, isto é, filosofia, para provar a verdade do evangelho. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 737.
2 Se não a Jesus Cristo e este crucificado. Paulo pregou Cristo crucificado a respeito de que a ideia de um Salvador crucificado fosse uma ofensa tanto a judeus quanto a gregos. CBASD, vol. 6, p. 738.
4 Demonstração. Do gr. apodeixis, “prova segura”, “evidência”. A prova de que a mensagem que Paulo pregava era de origem divina não se estava na argumentação hábil, mas na evidência, ou “demonstração”, do Espírito Santo. A obra do apóstolo em Corinto foi acompanhada, bem como em outros lugares, de milagres. CBASD, vol. 6, p. 738.
5 Vossa fé. Paulo desejava que os coríntios confiassem no poder de Deus para mudar vidas. Ele não queria levá-los a depositar a confiança em nenhuma forma de poder humano. CBASD, vol. 6, p. 738.
7 Mistério. O plano da salvação, formulado antes da criação do mundo e anunciado e posto em prática por Deus quando Adão pecou, era, um grande mistério para o universo. Os anjos não podiam compreendê-lo plenamente. Os profetas, que escreveram sobre isso, entendiam apenas em parte as mensagens que transmitiam a respeito da salvação por meio de Cristo. O ser humano não é capaz de compreender a sabedoria de Deus porque é diretamente contrária à filosofia de vida mundana. Mesmo o crente, consagrado é incapaz de entender plenamente o plano da salvação. CBASD, vol. 6, p. 739.
9 Nem olhos viram. O texto diz, literalmente: “As coisas que olho não viu e ouvido não ouviu, e não vieram sobre o coração do homem, é o que Deus preparou para aqueles que O amam.” Os aspectos físicos da existência são percebidos pelos sentidos e usados para se adquirir conhecimento das coisas ao redor. O fato de o olho nem o ouvido poderem entender as coisas de Deus prova que são necessárias outras faculdades além dos sentidos físicos para se entenderem as verdades espirituais. CBASD, vol. 6, p. 739.
12 Para que conheçamos. O propósito de Deus em conceder o Espírito é que entendamos as coisas providas pela graça. O Espírito de Deus não só revela ao ser humano as bênçãos do evangelho, mas também opera nele a vontade divina. O resultado desse recebimento do Espírito será visto na vida em harmonia com a vontade de Deus. CBASD, vol. 6, p. 740.
14 O homem natural. O homem cuja mente não está voltada para o que é espiritual, que não foi regenerado, cujos interesses estão nas coisas desta vida. Uma pessoa assim recorre à sabedoria humana para a solução de seus problemas. Vive para agradar a si mesmo e satisfazer os desejos do coração não convertido. Por isso, é incapaz de entender e apreciar o que vem de Deus. Para ele, o plano da salvação e a revelação do amor de Deus são loucura. Não consegue distinguir entre filosofia mundana e verdade espiritual porque a sabedoria de Deus é entendida apenas pelos que se permitem ser instruídos pelo Espírito Santo. CBASD, vol. 6, p. 741.
15 Não é julgado por ninguém. As pessoas podem desejar fazê-lo, mas ninguém cuja mente esteja voltada para as coisas deste mundo pode entender os princípios, sentimentos e esperanças de alguém espiritual. O coração não regenerado não é capaz de apreciar as coisas do Espírito de Deus. CBASD, vol. 6, p. 742.
16 Mente do Senhor. A primeira parte deste versículo é uma citação de Isaías 40:13. Os não regenerados não podem entender as ações divinas. Portanto, não estão em posição de ensinar a pessoa espiritual, que está sob a direção do Espírito. Quem é espiritual têm o Espírito, que lhe ensina o que é de Deus. CBASD, vol. 6, p. 742.
Mente de Cristo. Somos unidos a Cristo pelo Espírito, pois a presença do Espírito Santo equivale à presença de Jesus. Por isso, temos o mesmo sentimento de Cristo. Pelo Espírito Santo, Jesus habita no crente e atua nele e por meio dele. CBASD, vol. 6, p. 742.
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“Mas Deus no-lo revelou pelo Espírito; porque o Espírito a todas as coisas perscruta, até mesmo as profundezas de Deus” (v.10).
Mesmo sendo conhecido como doutor da lei e instruído na escola dos rabis, ao falar de sua pregação Paulo a classificou como “testemunho de Deus” (v.1) “em fraqueza, temor e grande tremor” (v.3). Resumindo, em uma linguagem contemporânea, ele quis dizer o seguinte: “Eu não sou nada, mas Cristo é tudo em mim!” Apesar de sua alta formação e de possuir um vocabulário rebuscado, Paulo procurava fazer de sua pregação o mais simples possível de se compreender. O seu objetivo não era angariar aplausos ou destaque em sua oratória, mas se fazer entender a fim de que seus ouvintes fossem alcançados por “demonstração do Espírito e de poder” (v.4) em sua vida.
A diferença entre a sabedoria humana e a divina foi estabelecida nesta epístola como pólos que não se encontram. Como um instrumento, Paulo colocava-se nas mãos de Deus e constantemente quedava-se a clamar por sabedoria do alto. A crucifixão do “Senhor da glória” (v.8) foi o ato que melhor definiu a falibilidade da sabedoria humana, ao crucificarem Aquele que diziam aguardar. Por outro lado, a eternidade e tudo o que Deus preparou “para aqueles que O amam” (v.9) será o que melhor definirá a bênção de ter confiado na sabedoria divina. E somente mediante o poder do Espírito Santo podemos conhecer a Deus e experimentar a Sua vontade.
As primeiras palavras deste capítulo não foram de depreciação, mas de quem desfrutava e experimentava do poder do Espírito Santo a cada dia. “Conferindo coisas espirituais com espirituais” (v.13), o Espírito nos ensina a viver de acordo com a verdade revelada pelas Escrituras e nos auxilia em nossa árdua jornada diária. O “homem natural” (v.14), ou aquele em quem o Espírito Santo não habita, nunca conseguirá compreender as coisas de Deus “porque elas se discernem espiritualmente” (v.14). Mas “o homem espiritual”, “santuário do Espírito Santo” (1Co.6:19), torna-se um vaso de honra nas mãos do Oleiro e “ele mesmo não é julgado por ninguém” (v.15). A mente ganha novo ânimo e, flexível à obra do Espírito Santo, um milagroso e eficiente transplante acontece, dando lugar à “mente de Cristo” (v.16).
Grande e sublime privilégio nos foi dado de sermos habitação do Espírito Santo! Não fomos chamados a fim de sermos expositores de habilidades, mas capacitados por Deus como “cooperadores em Cristo Jesus” (Rm.16:3). Ter “a mente de Cristo” é colocar em evidência “o testemunho de Deus” (v.1) através de uma vida completamente apoiada em Seu poder. Pela fé, o Espírito Santo deseja nos revelar o que “nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano” (v.9). Deus preparou para nós uma vida de eterna felicidade e nos convida a iniciá-la aqui, mesmo que por vezes “entristecidos, mas sempre alegres” (2Co.6:10). Que você e eu sejamos habitação do Espírito Santo a cada dia, até aquele grande Dia! Vigiemos e oremos!
Bom dia, homens e mulheres espirituais!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #1Coríntios2 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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I CORÍNTIOS 2 – O cristão genuíno está morto para o EU, e sempre disposto a glorificar a Deus, não a si mesmo. Brigas e conflitos destrutivos da unidade eclesiástica devem-se ao fato de buscar mais glórias para si do que para Deus.
Paulo enfatiza que “sua postura pessoal não era impressionante nem atraente. Ele esteve com os coríntios em fraqueza, temor e grande tremor. O tesouro do evangelho estava abrigado em um vaso de barro para que a excelência do poder fosse de Deus, e não de Paulo. Ele próprio era um exemplo de como Deus usa as coisas fracas para envergonhar as fortes” (William MacDonald).
É mediante humildade e submissão a Deus que é possível aprender alguma coisa importante; pois, arrogância é obstáculo à sabedoria. Orgulho é empecilho para a aprendizagem. Petulância bloqueia o caminho do saber. A mente ocupada com lixos do pecado não cede espaço à atuação do Espírito Santo.
Paulo encontrou o caminho da sabedoria quando humildemente se rendeu ao Senhor da sabedoria, indagando: “Que queres que eu faça?” (Atos 22:10). Sem essa disposição, qualquer convicção não passa de mera opinião sem fundamento sólido.
Para o ignorante, a sabedoria de Deus parece loucura. Desde o capítulo anterior, Paulo expõe tais loucuras, conforme sintetiza Gordon D. Fee:
1. A loucura de Deus: Um Messias crucificado (1:18-25);
2. A loucura de Deus: Os crentes de Corinto (1:26-31);
3. A loucura de Deus: A pregação de Paulo (2:1-5).
Nos versículos subsequentes, Paulo mostrará a sabedoria de Deus revelada a nós pelo Espírito Santo:
• Revelação: Fruto de uma ação sobrenatural, os homens recebem informações privilegiadas da parte de Deus outorgadas pelo Espírito Santo (vs. 9-12);
• Inspiração: Devido à limitação humana, os personagens escolhidos compartilham a mensagem revelada mediante a capacitação sobrenatural do Espírito Santo (v. 13);
• Iluminação: Se até consagrados instrumentos que recebem a mensagem divina precisam de capacitação para comunicá-la, quanto mais indivíduos entorpecidos pela ignorância, arrogância e petulância precisam para entendê-la. Só com o auxílio do Espírito Santo para clarear a mensagem do evangelho, para não interpretá-la indevidamente (vs. 14-16).
A revelação de Deus é a Bíblia, escrita mediante a inspiração dos profetas/apóstolos, e nós, os leitores, carecemos da iluminação do Espírito Santo para interpretá-la corretamente.
Reavivemo-nos na leitura do Livro divino! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO I CORÍNTIOS 1 – Primeiro leia a Bíblia
I CORÍNTIOS 1 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
I CORÍNTIOS 1 – COMENTÁRIO SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/1co/1
Em muitos aspectos, a cidade antiga e cosmopolita de Corinto se assemelhava a uma cidade moderna. Grandes quantias de dinheiro geravam mobilidade social ascendente, havia grandes eventos esportivos, afiliação a partidos políticos, o afrouxamento dos limites sexuais e uma tendência gradual para a secularização.
O apóstolo Paulo estava claramente preocupado com a igreja em Corinto. Neste primeiro capítulo, após cumprimentá-los (vs. 1-3), ele declara sua esperança de que não faltasse entre eles nenhum dos dons espirituais (v. 7) e que eles fossem encontrados “irrepreensíveis no dia de nosso Senhor Jesus Cristo” (vv. 7, 8).
Paulo os repreende pelas divisões existentes entre eles (v.10). Alguns membros da igreja haviam se dividido em diferentes grupos. “Acaso Cristo está dividido?”, perguntou ele (v. 13). Ele advertiu, a seguir, que se estas divisões permanecessem a influência da cruz de Cristo seria anulada (v. 17).
A solução para os problemas da igreja de Corinto é expressa no versículo 18: “Pois a mensagem da cruz é loucura para os que estão perecendo, mas para nós, que estamos sendo salvos, é o poder de Deus” (NVI).
Michael W. Campbell
Professor Associado de Religião
Southwestern Adventist University
Keene, Texas, USA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1309
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara