Reavivados por Sua Palavra


ROMANOS 10 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
2 de setembro de 2021, 1:00
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TEXTO BÍBLICO ROMANOS 10 – Primeiro leia a Bíblia

ROMANOS 10 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

ROMANOS 10 – COMENTÁRIO SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal do Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



ROMANOS 10 by Jobson Santos
2 de setembro de 2021, 0:55
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Texto bíblico: Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/rm/10

O ser humano gosta de se estabelecer como o padrão de santidade. Julgamos uns aos outros porque sentimo-nos mais confortáveis de criticar a sujeira nos outros do que a nossa própria sujeira. Listamos os pecados uns dos outros e, quando a lista se esgota, inventamos pecados alheios. Demonizamos grupos inteiros de pessoas e hierarquizamos os pecados. Ainda assim, Romanos tem declarações inclusivas que destroem nossas tentativas de deificação da justiça própria: não há nenhum … todos pecaram … não há diferença.

A culpa de todos perante o Senhor da Lei é fácil de discernir. Reflitamos sobre a equidade do Senhor. Em primeiro lugar, Ele é o Senhor de tudo, o que significa que ninguém tem acesso prioritário a Ele. Em segundo lugar, ele é rico. Só Ele tem a capacidade de atender às necessidades daqueles sobre os quais é Senhor. Não ganhamos acesso às riquezas de Deus, mas à Sua riqueza. Sua personalidade divina vale mais do que qualquer presente material ou espiritual que Ele possa conceder. Todos os dons de Deus são temporais. Só Deus é eterno, e o acesso à riqueza eterna de Deus está disponível a todos por meio da fé em Jesus Cristo.

J.A. O’Rourke
Diretor de Integração na Missão
Hospital Adventista de Litleton, Holanda, Europa.

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1302
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



ROMANOS 10 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
2 de setembro de 2021, 0:50
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673 palavras

1 Que sejam salvos. É significativo que, após a discussão sobre a rejeição de Cristo pelos judeus, Paulo fale em orar pela salvação deles. Isso mostra que ele não considera o caso deles sem esperança, apesar de sua culpa. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 653.

2 Entendimento. Os judeus tinham sido favorecidos com o conhecimento de Deus (Rm 3:1,2), mas o zelo deles não era inteligente. Embora conhecessem a Lei e os Profetas, não compreendiam o significado das palavras e das obras de Deus. O fervor sem discernimento tornou-se fanatismo, e eles mostravam mais zelo para com os rituais e a letra da lei do que para com Deus. CBASD, vol. 6, p. 654.

4 o fim da lei. O alvo para o qual a lei aponta. Bíblia de Estudo Andrews.

O fim da lei é Cristo. No texto grego, a palavra “fim”, telos, está com ênfase. … Este versículo não significa que a justiça, na verdade, poderia ser obtida pela lei nos tempos do AT, e que, com a vinda de Cristo, a fé substituiu a lei como forma de justiça. Desde a queda de Adão, Deus revelou apenas um caminho pelo qual a humanidade poderia ser salva: a fé no Messias (Gn 3:15; 4:3-5; Hb 11:4; cf. Rm 4). A passagem também não pode ser usada para afirmar que Cristo é o fim da lei como tal e que, portanto, em Cristo, as pessoas estão isentas da obediência à lei de Deus. É a lei como método de obtenção de justiça que foi leva ao fim, em Cristo. O propósito de Deus para proclamar sua lei era revelar a pecaminosidade do ser humano (Rm 3:20) e a necessidade de im Salvador (Gl 3:24). Mas os judeus haviam torcido o propósito de Deus e usavam suas leis, tanto morais, quanto cerimoniais, como meio de estabelecer a própria justiça. Cristo veio eliminar esse uso equivocado da lei e apontar o caminho de volta à fé. A fé não aboliu a lei, mas a confirmou (ver com. de Rm 3:31), tornando acessível aos seres humanos a justiça perfeita de Cristo (ver com. de Rm 8:4). CBASD, vol. 6, p. 654, 655.

9 Confessares. […] A confissão de um crente é sua expressão de concordância com tudo o que Deus declarou ser verdade. CBASD, vol. 6, p. 658.

Creres. Normalmente, a crença vem antes da confissão, mas Paulo segue a ordem do v. 8, em que a boca é mencionada antes do coração. No v. 10, ele dá a ordem normal: fé, depois confissão. CBASD, vol. 6, p. 658.

12 O mesmo é o Senhor de todos. Judeus e gentios têm o mesmo Senhor, que redimiu toda humanidade. Uma comparação entre Romanos 10:9 e 10 indica que “Senhor” aqui se refere a Jesus. Cristo é “Senhor de todos”. CBASD, vol. 6, p. 658.

13 Todo aquele que invocar. Uma citação de Joel 2:32. Os judeus entendiam que a passagem de Joel significava que todos os verdadeiros adoradores de Yahweh seriam libertos no dia do juízo. Paulo aplica a passagem a Cristo. As palavras “toda a carne” (Joel 2:28) mostram que os gentios estão incluídos na profecia. CBASD, vol. 6, p. 659.

14 De quem. Ouvir o evangelho de um pregador enviado por Cristo é ouvir o próprio Cristo (2Co 5:20). O Senhor fala por meio de Seus representantes. CBASD, vol. 6, p. 659.

15 Se não forem enviados. Assim como o Pai enviou seu Filho, também o Filho enviou Seus apóstolos, e eles, por sua vez, sob a orientação do Espírito de Cristo, enviaram outros. A proclamação da mensagem divina deve ser feita por alguém comissionado por Deus. CBASD, vol. 6, p. 659.

18 Sim, por certo. Esta é a correção de Paulo á sugestão de que eles não tinham ouvido a mensagem. Ele afirma, ao contrário, que o evangelho foi pregado a todo o mundo, e faz sua afirmação com base nas palavras do Salmo 19:4. CBASD, vol. 6, p. 660.

19 Eu vos porei. Ao mostrar misericórdia para com os gentios, Deus esperava provocar ciúmes em Seu próprio povo e inspirá-lo a ter zelo por Ele (Os 2:23). CBASD, vol. 6, p. 661.

21 Contradizente. Ao recusar e resistir ao evangelho, os judeus estavam revelando uma característica que há muito havia sido apontada e condenada pelos profetas. CBASD, vol. 6, p. 661.

Compilação: Tatiana Wernenburg



ROMANOS 10 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
2 de setembro de 2021, 0:45
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“E, assim, a fé vem pela pregação, e a pregação, pela palavra de Cristo” (v.17).

Não havia prazer algum da parte de Paulo em repreender seus irmãos judeus. Seu intuito era simplesmente desvendar-lhes os olhos para verdades encobertas pelas tradições humanas. A sua oração era para que aqueles que agiam como ele mesmo já havia agido, também encontrassem a salvação em Cristo Jesus. Sua própria experiência fazia com que o apóstolo olhasse para os zelosos judeus com olhos de compaixão, pois se identificava com eles. Enquanto observava todos os rituais, pompas e serviços religiosos sendo realizados, via no rosto dos oficiantes a expressão de seu próprio rosto outrora rijo de um zelo consumidor. Isto lhe comovia o coração a não somente falar, mas também suplicar “a Deus a favor deles” (v.1).

Após seu encontro com Jesus, os olhos de Paulo se abriram para as boas-novas do evangelho, Sua graça e a certeza de que nem todo o zelo do mundo é capaz de salvar uma pessoa sequer se este não for resultado do amor devotado a Deus. Você pode doar tudo o que tem, pode dedicar sua vida à igreja, pode até dar a própria vida, mas se o que te motiva é o zelo, e não o amor, nada disso tem proveito algum (1Co.13:3). O zelo, certamente, tem o seu lugar na adoração a Deus e precisa ser praticado, mas na direção certa e como resultado da salvação e não como uma exposição de santidade. Paulo lhes mostrou “um caminho sobremodo excelente” (1Co.12:31), aquele cujo pavimento é o amor de Deus em sua mais sublime manifestação: “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira, que deu o Seu Filho unigênito, para que todo o que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo.3:16).

A essência de todo o evangelho está contida nesta expressão, em que o Senhor amou ao mundo “de tal maneira”. Ele nos ama com um amor tão estranho à nossa natureza egoísta, que os salvos passarão a eternidade estudando sobre esse amor que não cabe no Universo. Paulo experimentava o amor de Deus todos os dias, por isso que cada dia de sua nova vida era dedicado a falar desse amor e vivê-lo. Porque o amor do Pai se manifesta na vida de Seus filhos para que seja transbordante na vida de outros. Se cada cristão dedicasse suas redes sociais apenas para compartilhar o amor de Cristo através da pregação de Sua Palavra, e se os relacionamentos fossem mais pessoais do que virtuais, rapidamente seria cumprida a profecia em nossos dias: “Por toda a terra se fez ouvir a Sua voz, e as Suas palavras, até aos confins do mundo” (v.18).

Paulo não condenou o zelo dos judeus, mas a sua motivação (v.2). Nem tampouco menosprezou a lei, mas apontou novamente a sua finalidade, o seu objetivo: Cristo (v.4). Ela aponta para o Único que pode nos salvar de nossos pecados, “o Senhor de todos, rico para com todos que O invocam” (v.12). Crer com o coração é o primeiro passo na Sua direção. A transformação é feita de dentro para fora, então, “com a boca se confessa a respeito da salvação” (v.10). O perfeito amor realiza a misteriosa obra de aperfeiçoamento na vida do pecador, de forma que um novo homem é apresentado à sociedade que logo identifica a mudança progressiva. Uma nova criatura renasce para calçar “os pés com a preparação do evangelho da paz” (Ef.6:15). E quão “formosos são os pés dos que anunciam coisas boas” (v.15)!

O mundo não está faminto de comida e nem com sede de água. Como está escrito: “Eis que vêm dias, diz o Senhor Deus, em que enviarei fome sobre a terra, não de pão, nem sede de água, mas de ouvir as palavras do Senhor” (Am.8:11). O grande problema da humanidade não é a injustiça social, mas a falta de entendimento da justiça celestial. “Desconhecendo a justiça de Deus” (v.3), multidões vão continuar buscando água em fontes que se esgotam e comendo de alimento perecível. “Como, porém, invocarão Aquele em quem não creram? E como crerão nAquele de quem nada ouviram? E como ouvirão, se não há quem pregue?” (v.14).

Onde estão vocês, pés mui formosos de Deus? Deus não nos enviou para revelar ao mundo “um povo rebelde e contradizente” (v.21), mas coerente e cheio de amor. Que, revestidos da justiça de Cristo, nossa vida reflita o Seu caráter. Como Paulo, que nossa vida seja um testemunho vivo da justiça de Cristo dentro e fora da igreja. Clamemos pelo poder do Espírito Santo em nossa vida, capacitando-nos à missão que Jesus nos confiou: “Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura” (Mc.16:15). Vigiemos e oremos!

Bom dia, missionários de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Romanos10 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



ROMANOS 10 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
2 de setembro de 2021, 0:40
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ROMANOS 10 – Este capítulo tem profundos ensinamentos que merecem a devida atenção caso realmente anelamos o verdadeiro reavivamento.

• O problema da sequidão espiritual do Israel antigo pode ser o mesmo do Israel atual.

Siegfried J. Schwantes comenta que, “a religião genuína deve ser temperada com conhecimento para não descambar para o fanatismo”. De fato, “não honramos a Deus negligenciando o estudo de Sua Palavra a fim de conhecer melhor os fundamentos de nossa fé”.

O conhecimento de Israel era superficial devido a sua distorção teológica causado por seu orgulho espiritual. A Palavra de Deus não alcançou o que Deus queria ao enviá-la (vs. 1-15). Israel não praticou a justiça porque a rejeitou em prol de sua própria justiça.

A grande questão é tão importante agora como foi no passado: “Se, com a tua boca, confessares Jesus como Senhor e, em teu coração, creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo”. Até aqui muitos hoje aceitam, como muitos judeus aceitavam, certas porções soteriológicas da revelação que possuíam. Todavia, Paulo continua:

“Porque com o coração se crê para a justiça e com a boca se confessa a respeito da salvação” (v. 10).

• A religião deve ser pautada na revelação a tal ponto de chegar ao coração e causar na vida uma radical transformação.

Em Paulo, essa transformação foi genuína. Ele que tinha os cristãos como inimigos; ao se converter a Cristo, seus inimigos se tornaram alvos de suas intercessões. Agora, “em vez de consignar seus amigos ao inferno, Paulo orava por sua eterna salvação” – destaca George R. Knight.

Baseando-se nesse capítulo de Romanos, Knight faz a seguinte aplicação: “O zelo por Deus sem conhecimento equivale a fanatismo […]. Ter zelo sem conhecimento é um vício, não uma virtude […]. Deus deseja que manifestemos zelo por Ele. Porém, deve ser um ardor cheio de conhecimento, de um conhecimento de nossa fraqueza, de nossas necessidades, de nossa tendência a converter-nos em Deus para os outros, e mais que tudo, de nossa necessidade de sua graça que abranda e informa”.

Israel teve sua oportunidade e a rejeitou (vs. 16-21). A rebeldia foi a sua ruína. Todas as pregações que ouvimos (ou que poderíamos ouvir) são nossas oportunidades. Se as negligenciarmos, desenvolveremos nossa fatalidade, assim como Israel.

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.




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