Reavivados por Sua Palavra


I CORÍNTIOS 2 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
10 de setembro de 2021, 1:00
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TEXTO BÍBLICO I CORÍNTIOS 2 – Primeiro leia a Bíblia

I CORÍNTIOS 2 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

I CORÍNTIOS 2 – COMENTÁRIO SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal do Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



I CORÍNTIOS 2 by Jobson Santos
10 de setembro de 2021, 0:55
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Texto bíblico: Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/1co/2

Algo maravilhoso ocorre quando aceitamos a sabedoria do Espírito Santo. De repente, conseguimos desacelerar e enxergar com melhor foco; prioridades mais profundas surgem e fazem sentido.

Paulo passou por muitas lutas e, embora fosse conhecido por ser um homem apto a falar perante reis, agora escolheu deixar de lado sua eloquência mundana em troca de uma língua piedosa para um propósito maior.

Paulo estava disposto a se colocar à margem para que a luz de Deus pudesse brilhar em toda a sua glória sobre todos os que inclinassem seus ouvidos para ouvir. Como um ex-caçador de cristãos, ele conhecia muito bem a perseguição que poderia assaltá-lo se ele escolhesse pregar as verdades de Deus, mas ainda assim escolheu seguir sua missão. Apesar de todas as variáveis pesando contra Paulo, ele foi capaz de deixar de lado essas preocupações a fim de deixar a luz de Deus brilhar através dele para outras pessoas.

Negar a tentação da retórica floreada e da autoglorificação, como Paulo escolheu fazer, é uma lição que pastores, professores e pais fariam bem em aprender.

Jeannie Thomas
Professora da pré-escola, Escola Adventista de Hermiston
Oregon, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1310
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



I CORÍNTIOS 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
10 de setembro de 2021, 0:50
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656 palavras

1 Ostentação de linguagem. Paulo não tentou ganhar as pessoas por meio de retórica ou oratória. Tampouco se apoiou na “sabedoria”, isto é, filosofia, para provar a verdade do evangelho. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 737.

2 Se não a Jesus Cristo e este crucificado. Paulo pregou Cristo crucificado a respeito de que a ideia de um Salvador crucificado fosse uma ofensa tanto a judeus quanto a gregos. CBASD, vol. 6, p. 738.

4 Demonstração. Do gr. apodeixis, “prova segura”, “evidência”. A prova de que a mensagem que Paulo pregava era de origem divina não se estava na argumentação hábil, mas na evidência, ou “demonstração”, do Espírito Santo. A obra do apóstolo em Corinto foi acompanhada, bem como em outros lugares, de milagres. CBASD, vol. 6, p. 738.

5 Vossa fé. Paulo desejava que os coríntios confiassem no poder de Deus para mudar vidas. Ele não queria levá-los a depositar a confiança em nenhuma forma de poder humano. CBASD, vol. 6, p. 738.

7 Mistério. O plano da salvação, formulado antes da criação do mundo e anunciado e posto em prática por Deus quando Adão pecou, era, um grande mistério para o universo. Os anjos não podiam compreendê-lo plenamente. Os profetas, que escreveram sobre isso, entendiam apenas em parte as mensagens que transmitiam a respeito da salvação por meio de Cristo. O ser humano não é capaz de compreender a sabedoria de Deus porque é diretamente contrária à filosofia de vida mundana. Mesmo o crente, consagrado é incapaz de entender plenamente o plano da salvação. CBASD, vol. 6, p. 739.

9 Nem olhos viram. O texto diz, literalmente: “As coisas que olho não viu e ouvido não ouviu, e não vieram sobre o coração do homem, é o que Deus preparou para aqueles que O amam.” Os aspectos físicos da existência são percebidos pelos sentidos e usados para se adquirir conhecimento das coisas ao redor. O fato de o olho nem o ouvido poderem entender as coisas de Deus prova que são necessárias outras faculdades além dos sentidos físicos para se entenderem as verdades espirituais. CBASD, vol. 6, p. 739.

12 Para que conheçamos. O propósito de Deus em conceder o Espírito é que entendamos as coisas providas pela graça. O Espírito de Deus não só revela ao ser humano as bênçãos do evangelho, mas também opera nele a vontade divina. O resultado desse recebimento do Espírito será visto na vida em harmonia com a vontade de Deus. CBASD, vol. 6, p. 740.

14 O homem natural. O homem cuja mente não está voltada para o que é espiritual, que não foi regenerado, cujos interesses estão nas coisas desta vida. Uma pessoa assim recorre à sabedoria humana para a solução de seus problemas. Vive para agradar a si mesmo e satisfazer os desejos do coração não convertido. Por isso, é incapaz de entender e apreciar o que vem de Deus. Para ele, o plano da salvação e a revelação do amor de Deus são loucura. Não consegue distinguir entre filosofia mundana e verdade espiritual porque a sabedoria de Deus é entendida apenas pelos que se permitem ser instruídos pelo Espírito Santo. CBASD, vol. 6, p. 741.

15 Não é julgado por ninguém. As pessoas podem desejar fazê-lo, mas ninguém cuja mente esteja voltada para as coisas deste mundo pode entender os princípios, sentimentos e esperanças de alguém espiritual. O coração não regenerado não é capaz de apreciar as coisas do Espírito de Deus. CBASD, vol. 6, p. 742.

16 Mente do Senhor. A primeira parte deste versículo é uma citação de Isaías 40:13. Os não regenerados não podem entender as ações divinas. Portanto, não estão em posição de ensinar a pessoa espiritual, que está sob a direção do Espírito. Quem é espiritual têm o Espírito, que lhe ensina o que é de Deus. CBASD, vol. 6, p. 742.

Mente de Cristo. Somos unidos a Cristo pelo Espírito, pois a presença do Espírito Santo equivale à presença de Jesus. Por isso, temos o mesmo sentimento de Cristo. Pelo Espírito Santo, Jesus habita no crente e atua nele e por meio dele. CBASD, vol. 6, p. 742.



1Coríntios 02 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
10 de setembro de 2021, 0:45
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“Mas Deus no-lo revelou pelo Espírito; porque o Espírito a todas as coisas perscruta, até mesmo as profundezas de Deus” (v.10).

Mesmo sendo conhecido como doutor da lei e instruído na escola dos rabis, ao falar de sua pregação Paulo a classificou como “testemunho de Deus” (v.1) “em fraqueza, temor e grande tremor” (v.3). Resumindo, em uma linguagem contemporânea, ele quis dizer o seguinte: “Eu não sou nada, mas Cristo é tudo em mim!” Apesar de sua alta formação e de possuir um vocabulário rebuscado, Paulo procurava fazer de sua pregação o mais simples possível de se compreender. O seu objetivo não era angariar aplausos ou destaque em sua oratória, mas se fazer entender a fim de que seus ouvintes fossem alcançados por “demonstração do Espírito e de poder” (v.4) em sua vida.

A diferença entre a sabedoria humana e a divina foi estabelecida nesta epístola como pólos que não se encontram. Como um instrumento, Paulo colocava-se nas mãos de Deus e constantemente quedava-se a clamar por sabedoria do alto. A crucifixão do “Senhor da glória” (v.8) foi o ato que melhor definiu a falibilidade da sabedoria humana, ao crucificarem Aquele que diziam aguardar. Por outro lado, a eternidade e tudo o que Deus preparou “para aqueles que O amam” (v.9) será o que melhor definirá a bênção de ter confiado na sabedoria divina. E somente mediante o poder do Espírito Santo podemos conhecer a Deus e experimentar a Sua vontade.

As primeiras palavras deste capítulo não foram de depreciação, mas de quem desfrutava e experimentava do poder do Espírito Santo a cada dia. “Conferindo coisas espirituais com espirituais” (v.13), o Espírito nos ensina a viver de acordo com a verdade revelada pelas Escrituras e nos auxilia em nossa árdua jornada diária. O “homem natural” (v.14), ou aquele em quem o Espírito Santo não habita, nunca conseguirá compreender as coisas de Deus “porque elas se discernem espiritualmente” (v.14). Mas “o homem espiritual”, “santuário do Espírito Santo” (1Co.6:19), torna-se um vaso de honra nas mãos do Oleiro e “ele mesmo não é julgado por ninguém” (v.15). A mente ganha novo ânimo e, flexível à obra do Espírito Santo, um milagroso e eficiente transplante acontece, dando lugar à “mente de Cristo” (v.16).

Grande e sublime privilégio nos foi dado de sermos habitação do Espírito Santo! Não fomos chamados a fim de sermos expositores de habilidades, mas capacitados por Deus como “cooperadores em Cristo Jesus” (Rm.16:3). Ter “a mente de Cristo” é colocar em evidência “o testemunho de Deus” (v.1) através de uma vida completamente apoiada em Seu poder. Pela fé, o Espírito Santo deseja nos revelar o que “nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano” (v.9). Deus preparou para nós uma vida de eterna felicidade e nos convida a iniciá-la aqui, mesmo que por vezes “entristecidos, mas sempre alegres” (2Co.6:10). Que você e eu sejamos habitação do Espírito Santo a cada dia, até aquele grande Dia! Vigiemos e oremos!

Bom dia, homens e mulheres espirituais!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #1Coríntios2 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



I CORÍNTIOS 2 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
10 de setembro de 2021, 0:40
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I CORÍNTIOS 2 – O cristão genuíno está morto para o EU, e sempre disposto a glorificar a Deus, não a si mesmo. Brigas e conflitos destrutivos da unidade eclesiástica devem-se ao fato de buscar mais glórias para si do que para Deus.

Paulo enfatiza que “sua postura pessoal não era impressionante nem atraente. Ele esteve com os coríntios em fraqueza, temor e grande tremor. O tesouro do evangelho estava abrigado em um vaso de barro para que a excelência do poder fosse de Deus, e não de Paulo. Ele próprio era um exemplo de como Deus usa as coisas fracas para envergonhar as fortes” (William MacDonald).

É mediante humildade e submissão a Deus que é possível aprender alguma coisa importante; pois, arrogância é obstáculo à sabedoria. Orgulho é empecilho para a aprendizagem. Petulância bloqueia o caminho do saber. A mente ocupada com lixos do pecado não cede espaço à atuação do Espírito Santo.

Paulo encontrou o caminho da sabedoria quando humildemente se rendeu ao Senhor da sabedoria, indagando: “Que queres que eu faça?” (Atos 22:10). Sem essa disposição, qualquer convicção não passa de mera opinião sem fundamento sólido.

Para o ignorante, a sabedoria de Deus parece loucura. Desde o capítulo anterior, Paulo expõe tais loucuras, conforme sintetiza Gordon D. Fee:
1. A loucura de Deus: Um Messias crucificado (1:18-25);
2. A loucura de Deus: Os crentes de Corinto (1:26-31);
3. A loucura de Deus: A pregação de Paulo (2:1-5).

Nos versículos subsequentes, Paulo mostrará a sabedoria de Deus revelada a nós pelo Espírito Santo:
• Revelação: Fruto de uma ação sobrenatural, os homens recebem informações privilegiadas da parte de Deus outorgadas pelo Espírito Santo (vs. 9-12);
• Inspiração: Devido à limitação humana, os personagens escolhidos compartilham a mensagem revelada mediante a capacitação sobrenatural do Espírito Santo (v. 13);
• Iluminação: Se até consagrados instrumentos que recebem a mensagem divina precisam de capacitação para comunicá-la, quanto mais indivíduos entorpecidos pela ignorância, arrogância e petulância precisam para entendê-la. Só com o auxílio do Espírito Santo para clarear a mensagem do evangelho, para não interpretá-la indevidamente (vs. 14-16).

A revelação de Deus é a Bíblia, escrita mediante a inspiração dos profetas/apóstolos, e nós, os leitores, carecemos da iluminação do Espírito Santo para interpretá-la corretamente.

Reavivemo-nos na leitura do Livro divino! – Heber Toth Armí.




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