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Um dos chamados “salmos de inocência” … Acusado falsamente e maltratado, Davi apresentou seu caso ao juiz celestial para que houvesse retribuição aos males feitos a ele. Bíblia de Estudo Andrews.
O salmo é cantado na festa judaica de Purim [que lembra a libertação do povo judaico ao tempo de Ester e Mardoqueu] porque celebra a vingança sobre um adversário (ver Et 9:13-32). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 726.
3-5 Davi, ao pleitear a sua inocência, não ofereceu ao seu inimigo nenhum motivo para atacá-lo. Bíblia de Estudo NVI Vida.
7 título Cuxe, benjamita. Provável referência ao episódio relatado em 2Sm 16:5-14 (ver também Sl 3). Bíblia de Estudo Andrews.
8 minha retidão. Aqui, Davi não imagina que tem merecimento perante Deus (6.1-3n), mas está dizendo: “de acordo com a razão que tenho nesta disputa”. Bíblia Shedd.
Embora devêssemos continuamente nos sentir indignos da salvação, é apropriado, quando acusados de forma injusta, orarmos para que, segundo a Sua vontade, Deus nos defenda num caso específico e nos declare inocentes de acusações falsas. CBASD, vol. 3, p. 727, 728.
9 o coração. Do heb. kelayoth, literalmente, “rins” (ACF), usado antigamente para designar a sede das emoções, sugerindo os mais íntimos sentimentos, propósitos e motivações da alma. CBASD, vol. 3, p. 728.
14-16 Quando permitido seguir seu curso, o mal destrói a si mesmo.Pessoas violentas tornam-se vítimas da violência e mentirosos tornam-se vítimas do enganos de outros (9:15, 16). Mas, no processo, pessoas inocentes podem ser feridas. Às vezes, Deus Intervém e interrompe os praticantes da maldade em seus rumos para proteger Seus seguidores. Outras vezes, por razões conhecidas somente por Ele, Deus permite a continuidade do mal mesmo quando pessoas inocentes são feridas. É durante esses momentos que devemos pedir a Deus que nos proteja. Lembre-se que Deus executará a justiça final, mesmo que não durante o nosso tempo de vida. Life Application Study Bible Kingsway.
14 concebeu. Isto é, o ímpio está grávido da iniquidade. CBASD, vol. 3, p. 728.
15 Abre, e aprofunda uma cova. É possível imagibnar um homem cavando uma cova, o solo se abrindo à medida que ele cava, e ele mesmo ficando preso no lugar do animal selvagem que eles esperava pegar. O pecado confunde o pecador. O mal é como um bumerangue. Um exemplo claro no AT desse princípio encontra-se na vida de Hamã (ver Et 5-7; Pv 26:27; Ec 10:8). CBASD, vol. 3, p. 728.
17 Altíssimo. Do heb. ‘Elyon, “exaltado” (ver vol. 1, p. 151). Davi louva a Yahweh, que, por ter executado justiça, mostrou-se exaltado acima de todos os outros seres. Muitos salmos têm uma doxologia final deste tipo. Meditações devem terminar com louvor. CBASD, vol. 3, p. 729.
Muitas orações no Saltério … Refletem a consciência religiosa de Israel de que o louvor deve seguir o livramento como a oração brota da necessidade. Bíblia de Estudo NVI Vida.
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SALMO 7 – Nossas aflições denunciam nossa incapacidade. Nossas lágrimas revelam nossas limitações diante das complicadas situações da existência. Nossas preocupações evidenciam nossas parcas habilidades.
Contudo, podemos ler a Bíblia e obter a certeza que existe um Deus que é gracioso, misericordioso e compassivo. Ele não está tão ávido para julgar como está para ouvir a oração dos condenados.
Assim, ao colocarmos nossa confiança nEle, descansaremos em Sua libertação, por mais caótica que esteja nossa situação. Quando a base de nossa segurança é Deus, olharemos ao futuro com confiança. Veja o esboço do Salmo 7:
1. Davi revela que sua confiança está em Deus (vs. 1-2);
2. Davi se dispõe a ser corrigido caso tenha praticado o mal (vs. 3-5);
3. Davi espera a justiça oriunda de Deus (vs. 6-7);
a) Ele sabe que Deus julga justamente (vs. 8-9);
b) Ele conhece o cuidado de Deus (v. 10);
c) Ele crê que Deus porá fim ao mal e à injustiça do Universo (vs. 11-13);
4. Davi medita sobre as consequências do pecado (vs. 14-16);
5. Davi exalta, louva e adora a Deus por Sua justiça (v. 17).
Sigaiom, um salmo que expressa fervor intenso, revela a angústia vivida por Davi frente às supostas acusações falsas de Cuxe a Saul. A calúnia afetou a Davi, mas ele refugiou-se em Deus e superou as setas inflamadas das más línguas.
• Ainda que a libertação seja uma realidade futura, quem se dedica à oração experimentará proteção e refúgio no presente (vs. 1-2);
• Quem trata o mal com bem tem consciência tranquila. Davi havia feito o bem a Saul quando este apenas intentava o mal contra ele (vs. 3-5);
• Haverá um juízo final onde os maus serão condenados e extirpados e os bons e injustiçados serão absolvidos (vs. 6-9);
• No tribunal universal nada passará despercebido aos olhos divinos, motivando, assim, àquele que busca refúgio em Deus a uma gratidão exultante (vs. 10-17).
Quando somos injustiçados podemos recorrer a um Deus justo que fará justiça contra os injustos. Nesse dia, os injustiçados serão declarados justos pelo Deus em que buscaram proteção e vingança.
Terá consciência tranquila todo àquele que fizer o bem até mesmo a quem lhe causa o mal. Busquemos forças em Deus e vivamos em paz e felizes! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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“SENHOR, Deus meu, em Ti me refugio; salva-me de todos os que me perseguem e livra-me” (v. 1).
Se tinha uma coisa que Davi pedia a Deus era o livramento contra os seus inimigos. Somente o Deus justo que sonda a mente e o coração (v. 9) seria capaz de frustrar os desígnios dos ímpios. Você já foi enganado alguma vez? Alguém já aparentou ser uma coisa e, depois, se mostrou outra? Davi estava cercado de gente assim. A sua única saída era o seu Refúgio (v. 1). “O SENHOR que julga os povos” (v. 8), faria distinção entre a sua integridade e retidão e “a malícia dos ímpios” (v. 9). Davi não estava pedindo para que os seus inimigos desaparecessem, mas que Deus julgasse entre as suas intenções e as deles. Caso não se convertessem (v. 12), teriam de sofrer o juízo do “justo Juiz” (v. 11).
Você tem, como o salmista, a certeza de que serve a um Deus justo e fiel? Davi teve que enfrentar inúmeros inimigos durante toda a sua vida. Contudo, além dos aparentes, havia os inimigos secretos. Como é bom quando vai chegando o final do ano e participamos com colegas de escola, ou do trabalho, ou com a própria família, de um amigo secreto. Só descobrimos quem é nosso amigo na hora da troca de presentes. Mas ainda há uma brincadeira chamada “inimigo secreto” ou “amigo da onça”, onde os “presentes” não são tão agradáveis assim. Como brincadeira torna-se divertido, mas na vida real torna-se um desafio difícil e, ao mesmo tempo, angustiante. Percebam que Davi, apesar de afirmar que possuía as melhores intenções, apesar de afirmar-se diante de Deus como um homem reto e íntegro (v. 8), ainda coloca-se nas mãos de Deus e pede que a Sua justiça seja aplicada a ele caso tenha feito algo de errado com seus inimigos (v. 3), caso tenha devolvido com o mal a quem ia até ele com paz (v. 4). Ele estava pronto para ser alvo da justiça divina, mesmo que esta não viesse a favorecê-lo. E no fim de tudo, ele rende “graças ao SENHOR” (v. 17) porque confiava plenamente em Sua justiça.
Meus amados, os piores inimigos que Davi teve de enfrentar não foram o gigante Golias e os filisteus, mas aqueles que estavam ao seu redor e afirmavam amá-lo (Vide I Samuel 16:21). E enfrentar inimigos assim é confuso e amedrontador. Creio que o maior sofrimento de Davi não era o medo de ser ferido ou morto por estes, mas de não estar de alguma forma sendo justo. Era como se ele dissesse a Deus:
— SENHOR, se eu fiz algum mal a eles, me mostre.
Ele não compreendia a natureza dos atos de seus inimigos, todavia, compreendia bem a natureza da justiça de Deus, por isso que com sinceridade de coração apegava-se a ela e rendia graças a Deus “segundo a Sua justiça” (v. 17). No final, ele sabia que o que realmente importava era ser justo aos olhos do SENHOR.
Meus amados, oremos para que JAMAIS sejamos cúmplices do mal, mas amigos da justiça. Que possamos nos apegar ao Único Refúgio (v. 1) e Escudo (v. 10) que pode nos salvar tanto de nossos inimigos quanto de nós mesmos. Como afirmou Ellen White, que o maior inimigo que podemos enfrentar não é aquele que é externo, mas o eu não consagrado.
Continue buscando ao SENHOR nas primeiras horas de cada manhã, permaneça com Ele durante todo o dia e, certamente, no final dele você poderá dizer como o salmista: “Eu, porém, renderei graças ao SENHOR, segundo a Sua justiça, e cantarei louvores ao nome do SENHOR Altíssimo” (v. 17).
Bom dia, justos de Deus!
Desafio do dia: Leia Romanos 12:9-21 e perceba qual deve ser a nossa atitude para com os nossos semelhantes.
*Leiam #Salmo7
Rosana Garcia Barros
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“O SENHOR ouviu a minha súplica; o SENHOR acolhe a minha oração” (v. 9).
O livro “Orientação da criança”, da escritora norte-americana Ellen G. White, traz verdadeiras pérolas da educação cristã. Dentre os diversos e preciosos conselhos, um deles diz que: “Cada família, na vida doméstica, deve ser uma igreja, um belo símbolo da igreja de Deus no Céu. Se os pais reconhecessem sua responsabilidade para com os filhos, sob nenhuma circunstância repreenderiam e se irritariam com eles” (O.C., p. 335).O que este texto nos diz é que a família, como símbolo da igreja celeste, não pode dar lugar à irritação criando um ambiente inadequado à devida educação cristã. Quando um pai ou uma mãe agem movidos pela ira e não pelo amor, a correção não atinge o seu real objetivo.
A súplica de Davi é pela misericórdia de Deus. Que Ele não o repreenda na Sua ira e nem o castigue no Seu furor (v. 1). Isto me faz avançar até o relato de João oito e lembrar da atitude de Cristo diante de uma mulher adúltera. Todos ao redor a acusavam encolerizados com pedras nas mãos. Mas as palavras de Jesus os dispersou e o que Ele disse àquela mulher reflete bem o que Deus faz em nossas vidas: “Nem Eu tampouco te condeno; vai e não peques mais” (João 8:11). A ira do SENHOR não é contra o pecador, e sim contra o pecado. Como nosso Pai de amor, Ele não nos repreende com ira, mas com amor e compaixão.
O salmista expressa uma condição de profunda tristeza e até sintomas de depressão, por causa dos seus inimigos. Como no caso da mulher adúltera, os inimigos de Davi o rodeavam prestes a atirar a primeira pedra. Mas assim como Cristo acolheu aquela mulher, Davi tinha certeza de que o SENHOR ouviu e acolheu a sua oração.
Hoje, ainda há tempo de ouvirmos do SENHOR:
— Eu não te condeno; vai e não pratique mais a iniquidade.
Contudo, chegará o dia em que muitos terão de ouvir as duras palavras: “Apartai-vos de Mim, todos os que praticais a iniquidade” (v. 8, Mateus 7:23).
O tempo que temos para clamar: “Volta-Te, SENHOR, e livra a minha alma; salva-me por Tua graça” (v. 4), é AGORA.
Chegou a hora de nos achegarmos de todo o nosso coração ao Pai da Eternidade que escolheu sofrer os resultados do mal por mim e por você. Ao Pai que enviou o Seu Unigênito para pagar o salário que era nosso (Vide Romanos 6:23). Ao Pai que troca as pedras da ira por palavras de apreço e de perdão.
Então, certamente, Ele nos ouvirá e acolherá as nossas orações.
Bom dia, filhos do Pai de Amor!
Desafio do dia: Medite no texto de João 8:1-11 e faça uma análise a respeito de si mesmo diante de Deus e diante de seu próximo.
*Leiam #Salmo6
Rosana Garcia Barros
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Comentário devocional:
Neste Salmo Davi roga a Deus por misericórdia e libertação de sua angústia. No versículo 5, ele lembra a Deus que “Entre os mortos ninguém se lembra de ti. Do túmulo, quem te louvará?” (NIV). Em outras palavras, apresse-se e livra-me antes que eu morra, enquanto ainda posso louvar o seu nome!
Você, assim como Davi, já se sentiu sobrecarregado emocionalmente a ponto de ficar exausto fisicamente? Jesus lhe convida a ir a Ele, depositar sobre Ele os seus fardos, e encontrar descanso nEle (Mateus 11:28-30).
Que seus cuidados e preocupações sejam aliviados hoje, porque Jesus, está levando a sua carga.
Jackie O Smith
Silver Spring, Mariland, USA
Também disponível em: http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/psa/6 e https://www.facebook.com/ReavivadosPorSuaPalavra/
Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/6 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/6/
Publicação anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2013/08/13/
Tradução: Jobson Santos/Jeferson Quimelli
Texto bíblico: Salmo 6
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana programa Crede em Seus Profetas:
http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/sop/pp/64 e https://credeemseusprofetas.org/
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Tal como acontece em muitos lamentos, o salmista expressou sua confiança no Senhor, no fim do salmo. O motivo do salmo parece ter sido uma doença severa (vs. 2-5). Este é um dos sete “salmos penitenciais” (juntamente com os Sl 32, 38, 51, 102, 130, 143). Bíblia de Genebra.
Alexander McLaren diz: “Se alguma vez a palpitação de angústia pessoal se expressou mediante lágrimas e palavras, fez isso neste salmo.” Lutero o chamou de “uma oração penitencial para a saúde do corpo e da alma”. Nele, o salmista expressa sua agonia física e tormento de alma ao ser escarnecido por aqueles que declaravam que Deus o havia abandonado. … Como no Salmo 3, este exibe uma mudança dramática e repentina: nos v. 8 a 10, profunda melancolia se transforma em alegria. No Salmo 30, há a descrição de uma experiência comovente similar. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 724.
Antes do autor deste Salmo pedir alguma coisa ele reconheceu sua condição espiritual. Na primeira parte do Salmo, deixa claro que necessita do perdão. Quantas vezes pedimos as coisas a Deus sem fazer essa reflexão. Vilmar Belmonte, em https://reavivadosporsuapalavra.org/2013/08/13/salmo-6/#comments.
1-3 …o salmista pede que Deus não lhe imponha com ira a plena medida da punição pelo seu pecado, pois nesse caso seria aplicada a pena de morte. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Usualmente, nós queremos que Deus mostre misericórdia para nós e justiça para todos os demais. Deus, em Sua bondade, nos perdoa em vez de nos dar o que merecemos. Life Application Study Bible Kingsway.
2 eu me sinto debilitado. Literalmente, “estou definhando”. O verbo é aplicado com frequência às plantas quando estão murchando (Is 16:8; 24:4, 7; Jl 1:12). CBASD, vol. 3, p. 724.
O salmista experimentava certo sofrimento, provavelmente uma grave enfermidade. Alguns tomam essa linguagem como figurativa da aflição espiritual. Bíblia de Genebra.
ossos. Como o esqueleto interior, aqui representam todo o corpo. Bíblia de Estudo NVI Vida.
3 alma (ARA e NKJV: “alma”; NVI: “ser”). Aqui, não o aspecto espiritual em contraposição ao físico, nem o ser “interior” em contraposição ao “exterior”, mas seu ser como criatura viva, consciente e pessoal. O uso junto com “ossos” … não implicava, para o escritor hebreu, referência a duas entidades distintas, mas consistia para ele em duas maneiras de se referir a si próprio. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Não um aspecto separado do corpo, mas a pessoa, um ser vivente, pessoal e consciente, sinônimo de “eu”. Andrews Study Bible.
a minha alma está profundamente perturbada. Ainda maior que a dor física é a agonia mental. O salmista é incapaz de tirar de sua mente que ele está sofrendo por causa do desagrado divino. Ele exclama: “SENHOR, até quando?”, como que numa tentativa de ter um vislumbre de esperança de que Deus o sarará. CBASD, vol. 3, p. 725.
4 Volta-Te, Senhor. O salmista pensava que Deus lhe havia voltado as costas. Bíblia de Genebra.
5 não há recordação. A doutrina da ressurreição, tal como a doutrina da Trindade, fica implícita no Antigo Testamento, mas só é plenamente desenvolvida no Novo Testamento. Os vivos observam que os mortos fazem silêncio e não participam da adoração. Bíblia de Genebra.
Este versículo é evidência contra a doutrina de um estado intermediário entre a morte e a ressurreição (ver Sl 88:10; 146:4; Is 38:18). CBASD, vol. 3, p. 725.
no sepulcro. No hebraico, temos a palavra sheol. Essa palavra figura principalmente nas passagens proféticas que revelam os pensamentos e os temores dos vivos, mas não apresenta a doutrina da ressurreição ou de um estado intermediário. Bíblia de Genebra.
…a ideia das palavras deste versículo é que somente os vivos podem prestar culto público a Deus, e servi-Lo na terra perante os homens. Bíblia de Genebra.
O salmista apresenta como argumento que o louvor a Deus está em jogo. São os vivos e não os mortos que se lembram das misericórdias de Deus e celebram os livramentos que Ele opera. … Os escritores do AT sabiam que o homem foi criado para a vida, que a vontade de Deus para o seu povo era a vida, e que Ele tinha poder sobre a morte. Também sabiam que a morte era o destino de todos os homens, que, na hora certa, os justos repousariam em Deus, fato que aceitavam com equanimidade (v. Gn 15.15; 25.8; 47.30; 49.33; 1Rs 2.2). … Parece claro que até mesmo havia uma consciência de que a morte (como era observada) não era o fim da esperança dos justos, de que Deus tinha algo mais reservado para eles (v. esp. 16.9-11; 17.15; 49.15; 73.24). Quando, porém, os salmistas vinham questionar a Deus, lutando pela preservação da vida, falavam sobre o aspecto da morte como a viam, na sua contradição radical com a vida. Bíblia de Estudo NVI Vida.
6 faço nadar o meu leito. O poeta se vale de uma hipérbole [exagero] nos vs. 6 e 7 para expressar a intensidade de sua angústia. CBASD, vol. 3, p. 725.
7 meus olhos se consomem … fraquejam. Na linguagem vívida do AT os olhos são ofuscados quando as forças das pessoas vão minguando (v. 38.10; 1Sm 14.27, 29), pela mágoa (muitas vezes associada à aflição: 31.9; 88.9; Jó 17.7; Lm 2.11) e por anseios não atendidos e pela esperança adiada (v. 69.3; 119.82, 123; Dt 28.32; Is 38.14). Bíblia de Estudo NVI Vida.
8-10 O crente pode enfrentar seus inimigos com a certeza de que Deus já ouviu suas orações e as atendeu. Deus sempre atende a uma oração de sincera confissão desse tipo (1 Jo 1.9; Sl 51). Bíblia de Genebra.
8 Apartai-vos de mim, todos os que praticais a iniquidade. Frase citada por Jesus em Mt 7:23 e Lc 12:27.
10 Diante da restauração do salmista, seus inimigos serão publicamente envergonhados. Bíblia de Estudo NVI Vida.
É correto orar para que as maquinações do ímpio não tenham sucesso. CBASD, vol. 3, p. 725.
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SALMO 6 – Aflição e angústia têm solução e cura através da oração e comunhão com Deus. Todo aquele que humildemente recorrer a Deus com sinceridade experimentará os efeitos de Sua graça, bondade e misericórdia.
Dê atenção à mensagem do Salmo em apreço:
1. Devemos olhar para nós mesmos e reconhecer quem realmente somos. Fazer isso não é fácil, pois nos leva à aflição; não somos quem gostaríamos de ser, ou melhor, estamos aquém do ideal de Deus. Somos pecadores, falhos, defeituosos, provocadores da ira divina. Culpados e condenados, devemos suplicar a misericórdia e a graça de Deus para nos salvar (vs. 1-4).
2. Devemos ser sinceros e reconhecer que todas as nossas tentativas de encontrar felicidade, solução para nossa situação e salvação só nos leva a mais decepção se não buscarmos a Deus genuinamente. Nosso estado espiritual, nossa debilidade moral e nossa fraqueza física nos faz lutar em vão pela vida, nos faz gemer e encher nossos travesseiros de lágrimas, envelhecemos e nos desgastamos com a amargura da alma até a morte (vs. 6-7).
3. Devemos reconhecer que Deus é o único capaz de resolver nossa aflição de alma, libertar-nos de nossos pecados que nos assolam e colocar o bálsamo refrescante da esperança que restaura nossa alma. Para isso, precisamos nos humilhar e reconhecer que carecemos muitíssimo de Deus, depois confessar nossas fragilidades e orar com fé pela intervenção graciosa e miraculosa de Deus (vs. 8-10).
“O Salmo 6 é o primeiro dos sete ‘salmos de penitência’, nos quais os escritores estão sendo disciplinados por Deus e passando por sofrimentos… Neste salmo, Davi registra os estágios de sua experiência difícil de passar, pela fé, da tribulação para o triunfo”, explica Warren W. Wiersbe.
• Deus quer transformar-nos. Ele quer que reconheçamos quem realmente somos (mortais) e O busquemos a fim de libertar-nos de nós mesmos e dos problemas que nos assolam para que alcancemos a satisfação que Ele nos oferece.
• Deus quer que amadureçamos. Ele quer que cresçamos com as adversidades e as lágrimas, as quais servem de disciplina para nossa alma e correção para nosso coração.
• Deus quer restaurar-nos. Ele quer que sintamos paz, alegria e satisfação na comunhão com Ele, onde encontraremos a solução para todos os nossos problemas.
Deixe Deus te libertar! – Heber Toth Armí.
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Comentário devocional:
Este Salmo é um clamor por libertação dos maus, aqueles que escolhem a maldade como estilo de vida. Davi suplica livramento de pessoas que lisonjeiam com palavras (v. 11), mas no íntimo planejam o mal contra o próximo. É muito penoso conviver com pessoas assim.
O Salmo confirma o desprazer de Deus para com todos os que praticam a iniquidade (v. 5-6).
Davi escolheu passar tempo de qualidade com Deus no começo de cada dia (v. 3). Ele suplica a direção do Espírito Santo para cada um dos seus atos (v. 8). Vivendo uma vida de obediência fruto de amor a Deus, Davi confia que haverá de se regozijar no Senhor (v. 11).
Entremos hoje na presença de Deus cientes de que precisamos de proteção contra os maus, e dispostos a obedecer a tudo aquilo que o Senhor nos pedir.
Jeferson Quimelli/Jobson Santos
Também disponível em: http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/psa/5 e https://www.facebook.com/ReavivadosPorSuaPalavra/
Texto bíblico: Salmo 5
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana programa Crede em Seus Profetas:
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1-3 O segredo de um relacionamento íntimo com Deus é orar para Ele de coração aberto, a cada manhã.De manhã, nossas mentes estão mais livres de problemas e podemos dedicar todo o dia a Deus. A comunicação regular reforça qualquer relacionamento e e certamente necessária para um forte relacionamento com Deus. Precisamos nos comunicar com Ele diariamente. Tem você um tempo habitual para orar e ler a Palavra de Deus? Life Application Study Bible Kingsway.
3 Muita coisa depende de como inciamos o dia. Bíblia Shedd.
4-6 Os ímpios, porém, não podem esperar uma resposta de Deus. Bíblia Shedd.
5 Deus não pode relevar ou perdoar mesmo o menor pecado. Portanto, não podemos nos desculpar por cometer um pequeno pecado. À medida que crescemos espiritualmente, nossa sensibilidade ao pecado aumenta. … Todos os crentes devem lutar em ser mais tolerantes às pessoas, mas menos tolerantes ao pecado em outros e em si mesmos. Life Application Study Bible Kingsway.
7 Davi … se aproxima de Deus como filho Seu, com reverência, reconhecendo os benefícios que de Deus recebe. Bíblia Shedd.
me inclinarei para o Teu santo templo. Era costume orar orientado para o santuário/templo em Jerusalém (28:2; ver tb Dn 6:10). A hebraico aqui para “templo” pode se referir tanto ao tabernáculo [tenda] (ver 1Sm 1:9; 3:3; 2Sm 22:7) quanto ao templo de Salomão. Andrews Study Bible.
9 O que nos leva a necessitar da direção divina e o que nos constrange a nunca ousar desviar-nos deste propósito é o fato que vivemos num mundo hostil a toda realidade espiritual (cf Rm cap. 3). Bíblia Shedd.
Suas gargantas são como um túmulo aberto. Pronto a devorar outros. Andrews Study Bible.
10 Teu nome. O nome do Senhor é a manifestação do Seu caráter. … Não tem existência à parte do Senhor, mas é sinônimo do próprio Senhor em Sua manifestação misericordiosa para com os Seus e na Sua acessibilidade a eles. Bíblia de Estudo NVI Vida.
11, 12 O contraste entre a sorte dos justos e a dos ímpios, descritos nos vv 9 e 10, uma vez mais se destaca claramente. O homem que confia em Deus e ama-O, regozijar-se-á porque é o próprio Deus que lhe dará proteção e bênçãos. Bíblia Shedd.
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SALMO 5 – Orar a Deus na primeira hora do dia fará total diferença em nossa história. Experimente agora!
O Salmo 4 refere-se à oração vespertina, já o Salmo 5 refere-se à oração matutina. “Orar de manhã dá coragem (vs. 1-3), e o senso da bondade e da justiça de Deus (vs. 4-6); garante a orientação divina (vs. 7-8); Sua proteção e castigo dos inimigos (vs. 9-10); e Sua bênção sobre os justos (vs. 11-12)” (Merrill Frederick Unger).
• Orar à noite acalma o espírito agitado pelos desafios enfrentados durante o dia; orar de manhã prepara o espírito para os desafios que surgirão no novo dia.
• Orar à noite prepara a alma para o descanso, acalmando sentimentos perturbadores; orar de manhã fortalece a alma para as inúmeras atividades a serem executadas.
• Orar à noite reorienta a mente, desacelera o coração e põe confiantemente os fardos estressantes aos pés de Cristo; orar de manhã conecta a pessoa à fonte de sabedoria, discernimento e poder, para viver à altura dos planos divinos.
• Orar à noite é uma forma de agradecer pelo dia vivido e entregar todas as experiências a Deus para educar-nos e moldar-nos para Sua glória; orar de manhã significa entregar cada hora desconhecida a Deus para Ele guiar, orientar e abençoar cada momento do dia.
• Orar à noite é um desfazer-se de todas as frustrações para não sermos escravos das preocupações que roubam nosso sono, é um esvaziar-se dos lixos que colocamos ou colocam em nossa alma; orar pela manhã significa encher-se com princípios divinos para viver vitoriosamente cada situação da vida.
• Orar à noite, relaxa-nos; orar de manhã, fortalece-nos!
Ellen G. White declara: “Nós podemos, nós podemos revelar a semelhança de nosso Senhor. Podemos conhecer a ciência da vida espiritual. Podemos glorificar a Deus em nosso corpo e nosso espírito, que são Seus”.
Portanto, antes de sair de casa ao trabalho, que “a sua oração diária seja: ‘Senhor, ajuda-me a fazer o meu melhor. Ensina-me como fazer um trabalho melhor. Ajuda-me a incluir em meu serviço o amorável ministério do Salvador’” (White).
Fazendo assim, Deus te ouvirá (vs. 1-7) e te guiará com maestria entre os incrédulos (vs. 8-10), assim serás instrumento de bênçãos irradiando alegria a teu próximo (vs. 11-12)!
Vamos orar mais? Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.