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Comentário devocional:
As dívidas eram a principal causa de escravidão no Antigo Oriente Médio. A fim de obter um empréstimo, tudo que a pessoa pobre poderia dar em garantia era a si mesma ou membros de sua família. Nos casos em que os devedores não pudessem pagar o empréstimo, o credor poderia reter pessoas de suas famílias e torná-las escravas. Imagine que bênção era a lei de cancelamento da dívida a cada sete anos, quando as pessoas poderiam obter novamente a liberdade e uma oportunidade de recuperação econômica!
Idealmente, não deveria haver pessoas pobres entre os israelitas. Mas neste capítulo a realidade é apresentada: “Pois nunca deixará de haver pobres na terra” (v.11). Isto porque alguns israelitas não obedeciam totalmente à vontade de Deus em relação às leis de cancelamento da dívida.
Nos tempos difíceis de antigamente, Deus estava tentando ensinar ao Seu povo a prática da generosidade. “Tenham mão aberta e emprestem-lhe o que ele precisar” (V.8 NVI). Isto estava limitado a atender as suas “necessidades”, não aos seus “desejos.” Essa orientação de Deus se referia à provisão das necessidades básicas de sobrevivência, não de luxos.
“Querido Pai, abre os meus olhos para as necessidades dos pobres com quem eu me relaciono cotidianamente. Sei que és O doador mais generoso do universo. Ajuda-me a ser semelhante a Ti.”
John Ash
União Missão Chinesa
Hong Kong
Também disponível em: http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/deut/15 ehttps://www.facebook.com/ReavivadosPorSuaPalavra
Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/deut/15 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/deut/15/
Texto original expandido em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2012/10/01/
Tradução/adaptação: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Deuteronômio 15
Comentário em áudio
Leituras da semana programa Crede em Seus Profetas: Parábolas de Jesus, cap. 28
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