Filed under: Sem categoria
Quedes, Siquém, Hebrom; na Transjordânia: Bezer, Ramote e Golã. Cf. Josué 20:7, 8.
Fonte: http://www.swartzentrover.com/cotor/bible/bible/bible%20Atlas/040.jpg
Filed under: Sem categoria
2 dêem cidades aos levitas. Os levitas não deviam habitar juntos no território (18:20, 23-24), mas deveriam ser distribuído por Israel em cidades. A presença dos servos do Senhor contribuiria para unificar nEle a nação. Andrews Study Bible.
4 mil côvados. Cerca de 450 metros. Andrews Study Bible.
6 Das 48 cidades dadas aos levitas, seis eram cidades de refúgio. Estas seis cidades foram colocadas sob a supervisão dos levitas porque eles seriam os juízes mais imparciais. Life Application Study Bible.
acolha. As cidades de refúgio eram um santuário e, por isso, um tipo de Cristo, que acolhe o pecador que recorre a Ele em fé (ver Êx 21:13; Dt 19:2-9; Sl 46:1; 142:5; Is 4:6; Rm 8:1, 33, 34; Fp 3:9; Hb 6:18, 19). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 1036.
11-28 Se alguém morresse por causa de violência, assumia-se que seria um assassinato, mas o suspeito de assassinato não era automaticamente considerado culpado. As cidades de refúgio asseguravam ao acusado que a justiça seria feita. Mas se ele ou ela deixassem a cidade, seriam considerados culpados e poderiam ser mortos pela parte vingadora. … As cidades de refúgio representavam o cuidado de Deus pela justiça em uma cultura que nem sempre protegia o inocente. É injusto tanto relevar maus feitos quanto estabelecer conclusões precipitadas quanto à culpa. Quando alguém for acusado de fazer algo errado, posicione-se pela justiça, proteja aquele cuja culpa ainda não foi comprovada e ouça atenciosamente todos os lados da história. Life Application Study Bible.
11 involuntariamente. A palavra aqui usada significa, literalmente, “por engano”, “por equívoco” (ver Js 20:3; Ec 5:6). CBASD, vol. 1, p. 1036.
12 vingador. [Heb goel] Um membro da família da vítima costumeiramente era designado para vingar a morte da vítima, matando o homicida. Biblia de Genebra.
15 estas seis cidades. Ver o nome delas em Josué 20:7, 8 [Quedes, Siquém, Hebrom; na Transjordânia: Bezer, Ramote e Golã] . CBASD, vol. 1, p. 1036.
19 ao encontrar o homicida, matá-lo-á. Inclusive nas cidades de refúgio, que são reservadas apenas para o caso da morte acidental, 11. Isto quer dizer que o assassino nunca está livre de quem possa vingar o seu crime. Assim é a consciência daquele que não pediu perdão pelos seus pecados, 32.1-5. Bíblia Shedd.
20 empurrar. Ou melhor, “se o jogar”, ou seja, de um lugar alto de onde a queda pudesse causar a morte (ver Ez 34:21). CBASD, vol. 1, p. 1037.
A frase com mau intento vem do hebraico “espreitar” ou “ficar de tocaia”. Bíblia Shedd.
24 julgará. O acusado era retirado da cidade de refúgio, provavelmente sob a proteção de uma escolta, até algum lugar onde a comunidade refletiria sobre as evidências do caso (Êx 21:12-14; Dt 19:1-13). CBASD, vol. 1, p. 1037.
25 até à morte do sumo sacerdote. Ver também o v. 28. A morte do sumo sacerdote produzia uma alteração na condição jurídica de um homicida – o réu não mais estava sujeito à pena imposta pelo homicídio. Biblia de Genebra.
Este sistema reconhecia a seriedade de tirar a vida humana, mesmo por acidente e dava aos parentes do morto tempo para se recuperarem da ira. Andrews Study Bible.
30 Ninguém podia ser executado com base na evidência de apenas uma testemunha. Biblia de Genebra.
32 aquele que se acolher à sua cidade de resgate. A obrigatoriedade de morar na cidade de refúgio era considerada uma punição pelo descuido ao cometer um homicídio acidental. CBASD, vol. 1, p. 1037.
Filed under: Sem categoria
NÚMEROS 35 – Nosso coração é malvado. Praticamos o mal até sem intenção de praticá-lo. Infelizmente, nossas melhores intenções podem prejudicar alguém. Se isso é assim quando estamos em paz, quanto mais ao agirmos movidos pelo nervosismo: Desgraça na certa!
Se nossas melhores intensões podem resultar em grandes confusões, quanto mais se elas forem cruéis: O diabo nem precisará tentar-nos para levar-nos ao inferno. A ira que leva à vingança pode ser pior que o erro de quem merece punição. Para todos, Deus proveu solução.
O capítulo fala de cidades:
1. Dos levitas (vs. 1-8);
2. De refúgio (vs. 9-34).
O que cidades têm a ver com emoções e vinganças. Claramente, este texto, tem como aplicação primária à terra de Canaã. Desde Números 33:50 a 36:13 o contexto aponta a regulamentos a serem aplicados quando os israelitas assentassem na Terra Prometida. Contudo, seus ensinamentos oferecem-nos grandes e preciosas lições: ALGUÉM PODERIA…
• …ferir mortalmente uma pessoa sem intensão de assassiná-la.
• …ferver de raiva e intentar vingar a sangue da vítima.
Como impedir que o raivoso vingador cometa um crime assassinando alguém que supostamente cometeu homicídio doloso (assassinato intencional) quando, na verdade, foi homicídio culposo (por acidente)? Deus é sábio demais para errar. Ele conhece que nosso coração é mais parecido com um vulcão em erupção ou uma bola de pólvora pronta a explodir irracionalmente do que um justiceiro coerente.
1. Deus providencia proteção ao infrator e, também ao vingador.
2. Deus projetou cidades refúgios.
3. Deus só não proveu segurança para quem agisse intencionalmente.
Agora, observe as seguintes aplicações realizadas por Edgardo D. Iuorno:
• Uma das imagens mais poderosas que a Bíblia emprega para descrever o que Deus almeja que Sua igreja alcance está neste texto.
• A igreja é um refúgio do pecador que procura ajuda, não o esconderijo de delinquentes que fogem da justiça.
• Há perdão para o pecador que confessa, não para a transgressão consciente e acariciada.
• A igreja não pode ser cúmplice do pecado voluntário de ninguém. Ela não pode tolerar o que Deus não tolera.
• Enquanto esperamos ser declarados inocentes no juízo em virtude da morte do Sumo-Sacerdote podemos E TEMOS que encontrar refúgio na igreja de Deus.
O texto é muito rico para pouco espaço. Continue meditando e reavivando-se pela Palavra divina… – Heber Toth Armí.
Filed under: Sem categoria
Comentário devocional:
Este capítulo define cuidadosamente a diferença entre homicídio doloso, intencional – motivado por ódio e raiva – e homicídio culposo, não intencional. Havia graça para uma morte causada por acidente nas cidades de refúgio. “As cidades de refúgio achavam-se distribuídas de tal maneira que ficavam dentro do raio de meio dia de viagem, a partir de qualquer lugar da terra. As estradas que a elas se dirigiam deviam sempre ser conservadas em bom estado; ao longo de todo o caminho deviam ser erguidos postes com placas, trazendo em caracteres claros e flagrantes a palavra – “Refúgio”, a fim de que o fugitivo não tivesse de deter-se por um momento sequer.” (Patriarcas e Profetas, p. 515 ). Mas assassinato cometido por motivo de ódio e raiva deveria sempre receber a pena de morte, desde que houvesse pelo menos duas testemunhas.
“A segurança e pureza da nação exigiam que o pecado de homicídio fosse severamente punido. A vida humana, que apenas Deus podia dar, devia, de maneira sagrada, ser guardada. As cidades de refúgio, designadas ao antigo povo de Deus, eram símbolo do refúgio provido em Cristo. O mesmo Salvador misericordioso que designara aquelas cidades temporais de refúgio, proveu pelo derramamento de Seu próprio sangue aos transgressores da lei de Deus um retiro seguro, aonde podem eles fugir em busca de garantia contra a segunda morte. Nenhuma força pode tirar de Suas mãos as almas que a Ele recorrem em busca de perdão” (Patriarcas e Profetas, p. 516).
Fred Knopper
Adventist Media Center
Texto original expandido em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2012/09/15/
Também disponível em: http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/num/35 e https://www.facebook.com/ReavivadosPorSuaPalavra
Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/35 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/num/35/
Tradução/adaptação: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Números 35
Comentário em áudio
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: Parábolas de Jesus, cap.25
