Reavivados por Sua Palavra


A Semana da Paixão by Jeferson Quimelli
12 de dezembro de 2014, 20:59
Filed under: Evangelho, Messias | Tags: , , ,

1. Sexta-feira – A chegada em Betânia. Jo 12.1
Jesus chegou a Betânia seis dias antes da Páscoa, a fim de passar uns dias com Seus amigos, Maria, Marta e Lázaro.

2. Sábado – Dia de repouso.
Não mencionado nos evangelhos.

3. Domingo – A entrada triunfal. Mt 21.1-11; Mc 11.1-11; Lc 19.28-44; Jo 12.12-29
No primeiro dia da semana, Jesus entrou em Jerusalém cavalgando um jumento, cumprindo uma profecia antiga (Zc 9.9). 
A multidão deu-lhe as boas vindas, dizendo “Hosana” e as palavras de Sl 118.25, 26, atribuindo a Ele, portanto, um título messiânico como agente do Senhor, o Rei vindouro de Israel.

4. Segunda-feira – Purificação do Templo. Mt 21.10-17; Mc 11.15-18; Lc 19.45-48
No dia seguinte, voltou ao templo e viu o átrio dos gentios cheio de comerciantes e cambistas faturando lucros pesados ao distribuírem moedas judaicas em troca do dinheiro “pagão”.
Jesus expulsou-os e derrubou as suas mesas.

5. Terça-feira – Dia de controvérsia e parábolas. Mt 21.23; Mc 11.27-13.37; Lc 20.1-21-36
Em Jerusalém: Jesus evitou as ciladas montadas pelos sacerdotes;
No Monte das Oliveiras, com vista para Jerusalém: ensinou em parábolas e advertiu o povo a respeito dos fariseus.
Predisse a destruição do grande templo de Herodes e relatou aos discípulos os acontecimentos que haveriam de se dar no futuro, dentre os quais a Sua própria volta.

6. Quarta-feira
Não mencionado nos evangelhos.

7.Quinta-feira – Páscoa/Última ceia. Mt 26.17-30; Mc 14.12-26; Lc 22.7-23; Jo 13.1-30
Num cenáculo, Jesus preparou a Si mesmo e a seus discípulos para a morte que Ele experimentaria.
Deu novo sentido à refeição da Páscoa. O pão e o cálice do vinho representavam seu corpo, que em breve seria sacrificado, e seu sangue, que em breve seria derramado. E assim Ele instituiu a “Ceia do Senhor”.
Depois de cantarem um hino, saíram até o jardim do Getsêmani, onde Jesus orou em agonia, sabendo o que O aguardava.8. Sexta-feira – Crucificação. Mt 27.1-66; Mc 15.1-47; Lc 22.66-23.56; Jo 18.28-19.37
Depois de ter sido traído, detido, abandonado, processado ilegalmente, negado, condenado, açoitado e ter sofrido zombarias, Jesus foi obrigado a carregar Sua cruz até o “Lugar da Caveira”, onde foi crucificado com dois outros presos.

9. Sábado – No túmulo.
O corpo de Jesus foi colocado no túmulo antes das 18 horas, ao fim da sexta-feira, quando se iniciava o sábado e todo o trabalho cessava, e ficou no túmulo todo o sábado.

10. Domingo – Ressurreição. Mt 28.1-13; Mc 16.1-20; Lc 21.1-49; Jo 20.1-31
Cedo de manhã, algumas mulheres foram até o túmulo e descobriram que a pedra que fechava a entrada havia sido revolvida.
Um anjo contou-lhes que Jesus estava vivo e deu-lhes um recado.
Jesus apareceu a Maria Madalena no jardim, a Pedro, a dois discípulos no caminho de Emaús e, mais tarde naquele dia, a todos os discípulos, exceto Tomé.
Ficou assim demonstrada a veracidade da Sua ressurreição.

Fonte: Bíblia de Estudo NVI Vida.



Marcos 13 by Jeferson Quimelli
12 de dezembro de 2014, 0:30
Filed under: Amor de Deus, Israel, Messias | Tags: , ,

Comentário devocional:

Jesus tinha acabado de compartilhar a parábola da vinha de Deus. O copo dos 490 anos do tempo concedido a Israel, de que falara o profeta Daniel, estava quase cheio. Tudo o que Deus poderia fazer para chamar as pessoas do perigo para a segurança havia sido feito.

Marcos 13 começa com Jesus e os discípulos deixando o templo pela última vez. Descobrimos mais da profundidade deste momento ao lermos o texto correspondente em Mateus 23:37.

Pouco antes de Jesus sair do templo, Ele Se dirigiu aos líderes na nação uma última vez, chamando-os de “guias cegos.” Suas palavras seguintes foram proferidas com muita dor: “Jerusalém, Jerusalém, você, que mata os profetas e apedreja os que lhe são enviados! Quantas vezes eu quis reunir os seus filhos, como a galinha reúne os seus pintinhos debaixo das suas asas, mas vocês não quiseram”. (Mt 23:37 NVI).

Mt 23:29 e 30 diz que os fariseus e mestres da lei erigiam e adornavam os túmulos dos profetas de Deus mortos por seus pais, dizendo que nunca tomariam parte nestes homicídios, mas “ao mesmo tempo estavam planejando tirar a vida de Seu Filho” (DTN, 618).

Deus tinha feito tudo ao Seu alcance ao dar repetidos avisos através de Seus profetas. Seu maior desejo era o de reunir Seu povo sob Seu poderoso cuidado protetor e mantê-los a salvo dos ataques ferozes do inimigo, mas eles não quiseram ouvir.

II Crônicas 20:20 diz: ““Escutem-me, Judá e povo de Jerusalém! Tenham fé no Senhor, o seu Deus, e vocês serão sustentados; tenham fé nos profetas do Senhor, e terão a vitória” (NVI). Entretanto, eles não quiseram dar ouvidos aos profetas, deixando de receber Suas bênçãos. Assim, sua casa seria deixada desolada! O templo seria destruído. A nação perderia toda a proteção tão livremente oferecida por Deus.

O destino de Israel revelado por Jesus naquele dia iria em breve se realizar. Os líderes de Israel não seguiram o conselho Divino e acabaram sendo liderados por Satanás a matar o Filho de Deus.

Caro leitor, como você está nesta questão? Você ouve os profetas e segue tudo o que eles dizem? Pelo Espírito Santo você terá poder para obedecer às orientações de Deus – o seu destino eterno depende disso! 

Deus nos enviou Seus profetas para nos conduzir do perigo para a segurança. Você os ouvirá e os seguirá?

Jim Ayer
Vice-Presidente Rádio Mundial Adventista

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/mrk/11/
Traduzido por JAQ/JDS/GASQ
Texto bíblico: Marcos 11 
Comentário em áudio 



Marcos 13 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli

1-37 Este capítulo em Marcos, como seus paralelos (Mt 24, Lc 21), tem sido um desafio aos intérpretes ao longo dos séculos. Está Jesus falando sobre a queda de Jerusalém em 70 d.C., ou sobre os eventos precedentes à Segunda Vinda, ou uma combinação dos dois? Muitos estudantes dos Evangelhos acreditam que esta passagem combina os dois eventos, constituindo os eventos relacionados à queda de Jerusalém uma prefiguração do que acontecerá no retorno de Cristo. Andrews Study Bible.

1 Este capítulo que se inicia, chamado por alguns de “o pequeno Apocalipse”, recebe uma boa ampliação em Mt 24 e Lc 21 e no Apocalipse. Isto se deve ao fato de as verdades aqui reveladas não nos foram dadas para responder a todas as perguntas acerca do futuro, mas para encorajar os crentes a resistir ao mal, ficar firmes na perseguição e esperar sempre em Cristo. Bíblia Shedd.

Este capítulo … faz predições em três áreas: a próxima destruição do templo (vs 1-4); futuras perseguições (vs. 5-25) e a vinda do Filho do Homem (vs. 26-37). Bíblia de Genebra.

Que pedras enormes! (NVI). Segundo Josefo (Antiguidades, 15.11.3), eram brancas, e algumas delas tinham 11,5 metros de comprimento, 3,7 de altura e 5,5 de largura. Bíblia de Estudo NVI Vida.

2 não ficará pedra sobre pedra. Jerusalém foi saqueada e o templo foi queimado e destruído no ano de 79 d.C. por Tito, general romano (depois feito imperador). O Arco de Tito, comemorando a sua vitória, ainda existe em Roma. Bíblia de Genebra.

4 quando sucederão estas coisas. A pergunta dos discípulos tem em vista a destruição do templo. A resposta de Jesus parece incluir tanto este evento específico como o tempo que conduz à vinda do Filho do Homem (v. 26; cf Mt 24.3). Os eventos em torno da destruição do templo parecem anteceder e tipificar aqueles momentos associados à segunda vinda. Bíblia de Genebra

que sinal haverá. Jesus deixa claro que perturbações como guerras e desastres não são os “sinais” ou indicadores do tempo em que Ele retornará. Eles não nos dizem quando Ele voltará, mas que Ele voltará. Andrews Study Bible.

5 Vede. Vigiai! Esteja alerta! Esteja de guarda! O maior foco deste capítulo. Existe o perigo da decepção e o perigo da complacência. Andrews Study Bible.

6 Muito virão. No ano 130 d.C., Bar Kochba – líder de uma rebelião judaica contra os romanos – reivindicava ser o Messias e era aceito como tal por seus seguidores, e a lista (de supostos messias) tem crescido desde então. Bíblia de Genebra.

Sou eu. Esta expressão é também o nome de Deus (Êx. 3.14) e é o título escolhido por Jesus (Jo 8.28, 58). Bíblia de Genebra.

9-13 Perseguições aguardam àqueles que se lançam à proclamação do evangelho em todo o mundo (v. 10). Bíblia Shedd.

9 tribunais. Sem dúvida, uma referência ao sinédrio local, ou tribunais, que se reuniam nas diversas sinagogas. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 713.

açoitados. A infração dos regulamentos judaicos era sujeita ao castigo com açoites, sendo a pena máxima 39 açoites (v. 2Co 11.23, 24). Bíblia de Estudo NVI Vida

10 é necessário que o evangelho seja primeiro pregado a todas as nações. Perturbações e desastres acontecerão até que Jesus retorne. Mas nenhum destes é um indicador que Ele está próximo de chegar. O único indicador é que o evangelho será pregado a todas as nações. Mas somente saberá quando este sinal estiver cumprido. Andrews Study Bible.

nações. Gr ethne “gentios”, “nações”. Os gentios ouvirão o evangelho, e não apenas os judeus (cf Ap 7). Não há, entretanto, a mínima indicação relativa à eficiência da pregação, nenhuma sugestão de que o mundo se tornará cada vez mais cristão. Bíblia Shedd.

11. não vos preocupeis. Isto é, “não andeis ansiosos”. CBASD, vol. 5, p. 713.

13 perseverar até o fim. Esta afirmação pode também significar o fim da vida de cada pessoa. Bíblia de Genebra.

será salvo. Não da perseguição mas do juízo divino. Bíblia Shedd.

Esta perseverança não é para merecer a salvação, mas é a prova de que a verdadeira salvação, em certo sentido, já aconteceu (Rm 8.24). Bíblia de Genebra.

14 abominável da desolação. … a destruição de Jerusalém que aconteceu em 70 d.C.  [cf. nota em Mt 24:15]. Andrews Study Bible.

fujam para os montes. Quando os romanos, em sua marcha para Jerusalém, no ano 69 d.C., saquearam Qumran, os membros desta comunidade esconderam seus manuscritos em cavernas, no alto das montanhas, acima do mar Morto. Eusébio, historiador da igreja, no século IV, afirma que os cristãos deixaram Jerusalém, naquele tempo, e fundaram a igreja em Pella, a leste do Jordão, cerca de 78 km ao norte de Jerusalém. Bíblia de Genebra.

18 no inverno. A estação em que as densas chuvas deixavam os riachos transbordantes e impossíveis de ser atravessados, de modo que muitos seriam impedidos de alcançar um lugar de refúgio. Bíblia de Estudo NVI Vida.

19 aqueles dias serão de tamanha tribulação. Este e os versos precedentes parecem ser referências à queda de Jerusalém, em 70 d.C. Contudo, a perseguição ao povo de Deus continua da tribulação do período de 1.260 anos (Ap 13:24-27). Logo antes da volta de Jesus o mal alcançará o seu auge, como nos dias de Noé (Gn 6:1-7). Andrews Study Bible.

21 Cristo. Literalmente, o Messias. A palavra é usada aqui como um título e não como um nome pessoal. CBASD, vol. 5, p. 713.

24-26 A ênfase, aqui, focaliza claramente a segunda vinda do Senhor (cf Dn 7.13). Bíblia Shedd.

25 cairão. Ver com. de Mt 24.29. O texto grego ressalta o sentido de continuidade, como uma chuva de estrelas cadentes (ver com. de Ap 6.13). CBASD, vol. 5, p. 713.

30 esta geração. O cumprimento da promessa das profecias relativas à destruição de Jerusalém foi visto pela geração contemporânea de Jesus. Bíblia Shedd.

34 dá autoridade. Os dons do Espírito capacitam todo crente sincero a servir ao seu Senhor (cf 1Co 12; Rm 12; 1Pe 4.10s). Bíblia Shedd.

35 à tarde,à meia noite,ao cantar do galo,pela manhã. Os quatro termos aqui utilizados se referem às quatro vigílias da noite, de acordo com o sistema romano que se empregava na Palestina. CBASD, vol. 5, p. 713.