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EZEQUIEL 1 – Quando tudo mostra-se ruindo, quando o desespero parece aumentar e quando o povo de Deus pode ter espaço para duvidar de Sua existência e poder, o próprio Deus faz alguma coisa para auxiliar, orientar e confortar aos aflitos.
“Ezequiel datou suas profecias com precisão. A primeira (Ez 1:2) é do quinto ano de Joaquim no exílio (593 a.C.); a última profecia datada é de 571 a.C. (Ez 29:17). Seu ministério durou, portanto, 22 anos. Se, como sacerdote, Ezequiel começou seu ministério aos trinta anos, estava com mais de cinquenta quando terminou de profetizar” (William MacDonald).
O profeta “Ezequiel ministrou aos companheiros de exílio pouco antes e durante os primeiros vinte anos do cativeiro. Os judeus alimentavam a falsa esperança de voltar em breve a Jerusalém, daí Ezequiel lhes mostrar a necessidade de se voltarem, primeiramente, para o Senhor” (MacDonald).
Em meio dos cativos israelitas na Babilônia, sofrendo as consequências dos erros alheios, e experimentando o preço do pecado na pele (vs. 1-3), Ezequiel recebe visões da soberania e glória de Deus (vs. 4-28).
• Deus veio como uma tempestade com ventos assustadores para julgar o impenitente Israel que rejeitara todos os sinais de alerta e misericórdia visando privar-lhe de sofrerem no exílio (vs. 3-4);
• Os querubins, lembrando os registros em Gênesis 3:24, mostram o poder dos seres celestiais para colaborar com Deus e Seus propósitos (vs.5-14);
• Rodas gigantes, seres viventes misteriosos, fogo que se revolvia e olhos nas extremidades das rodas, mostram que Deus é Onisciente e Onipresente no Universo (vs. 15-21);
• O firmamento como cristal brilhante, sons assustadores de asas dos querubins e voz poderosa mostram a Onipotência de Deus no Universo (vs. 22-25).
• O imponente trono revela autoridade e domínio divinos acima da calamidade enfrentada pelos habitantes de Judá, exilados em Babilônia (vs. 26-28).
Diante das incertezas da vida, exausto pela situação aparentemente sem solução, e enfrentando dúvidas sobre a capacidade de Deus, o profeta Ezequiel recebe visões que transmitem segurança e esperança.
O apóstolo João precisou do mesmo conforto. Exilado na ilha de Patmos, com todos os colegas apóstolos martirizados, e, a igreja sendo perseguida e massacrada, as visões apocalípticas mostrou-lhe que Deus é soberano e está no controle na história de Seu povo.
Deus vê nossas aflições! Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO LAMENTAÇÕES 5 – Primeiro leia a Bíblia
LAMENTAÇÕES 5 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
LAMENTAÇÕES 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)
COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO (link externo)
COM. VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)
COM. VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)
COM. VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/lm/5
“Lembre-se, ó Senhor, do que aconteceu conosco!”
A alegria desapareceu de muitos de nossos corações. O luto se tornou nossa língua materna. Por isso, clamamos a Deus, pedindo-Lhe que veja nossas feridas mais profundas e nossos corações desfalecidos. Pedimos para sermos notados, para sermos lembrados, para sermos restaurados.
Lembre-se de nós, Senhor: fomos abusados e negligenciados quando crianças. Lembre-se de mim, Senhor, fui vítima de tráfico sexual; fui estuprada. Lembre-se de mim, Senhor: fui traído(a) por meu cônjuge. Lembre-se de nós, Senhor: estamos desempregados e sem casa para morar. Senhor, atente para a nossa vergonha, nosso desespero, nossos corações partidos. Observe nossas necessidades, nossas esperanças, nossos anseios.
Os tribunais do céu ressoam com o som de nossos clamores mais profundos: “Lembre-se de mim, Senhor!”
Nosso desejo de ser lembrado é na verdade a necessidade do coração de ser valorizado, curado e redimido. É um anseio por redenção relacional.
Nosso Mestre, que também foi ferido, vê nossas feridas mais profundas e se lembra! Ele se lembra de cada lágrima que cai, de cada coração que se parte, de cada mente que se desintegra. Ele se lembra de cada agonia e promete um dia enxugar todas as lágrimas, curar todos os corações e restaurar todas as vidas.
Amigo, Cristo se lembra de tudo que você já sofreu. Um dia, cicatrizes serão estrelas!
Lori Engel
Capelã, Eugene, Oregon, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1045
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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911 palavras
Um momento de avaliação, pesar, arrependimento e oração. A imagem sombria de perda de liberdade e as consequências de viver em situação precária levaram a uma autoanálise profunda e à confissão dos pecados (ver v. 7). Biblia de Estudo Andrews.
1 Lembra-Te. Este último poema no livro de Lamentações é uma oração por restauração. retrata, aparentemente, as condições de Judá e seu povo no período posterior à queda de Jerusalém. O poema contrasta com os poemas de Lamentações 1 a 4 de vária formas: ele não é um acróstico, apesar de ter 22 versículos, a mesma quantidade de letras do alfabeto hebraico; e não foi escrito na característica métrica do lamento hebraico (ver p. 593, 594 [CBASD]). Não obstante, este capítulo possui qualidades estéticas notáveis. Cada versículo consiste em duas partes paralelas. A repetição é um artifício bem conhecido da língua hebraica (ver vol. 3 [CBASD], p. 8-13. O poeta também deu atenção incomum ao som, pois rima e assonância normalmente não são características da poesia hebraica. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 615.
2 Nossa herança. A terra de Judá (v. Jr 2.7 e nota; 3.18). Biblia de Estudo NVI Vida.
3 Viúvas. … vários homens morreram nas lutas, enquanto muitos outros foram levados para o cativeiro, mas as viúvas e as crianças foram deixadas para trás. CBASD, vol. 4, p. 615.
4 Água, por dinheiro. Mesmo as necessidades mais comuns da vida passaram a ser obtidas apenas por dinheiro. CBASD, vol. 4, p. 615.
5 Nosso pescoço (ARA; NVI: “estão bem próximos”). Esta frase é traduzida literalmente como: “sobre nossos pescoços somos perseguidos”. O significado pode ser que eles foram intensamente perseguidos. Alguns consideram que a melhor compreensão seja como referência à crueldade da escravidão imposta sobre eles: “pelos nossos pescoços somos guiados”. Nas inscrições egípcias os prisioneiros são retratados amarrados pelo pescoço. CBASD, vol. 4, p. 615.
6 Egípcios. Judá também esteve sob o domínio egípcio durante a primeira parte do reinado de Jeoaquim (ver p. 368, 369 [CBASD]). CBASD, vol. 4, p. 615.
8 Escravos.Referência irônica aos babilônios, que agora reinam sobre Jerusalém (antigamente “a princesa das províncias”, 1.1); v. Pv 30.21, 22. Biblia de Estudo NVI Vida.
No uso que o AT faz deste termo quando aplicado a oficiais do governo não indica necessariamente uma condição de vida menor, mas pode se referir aos oficiais de alto nível (ver com. [CBASD] de Ne 2.10). CBASD, vol. 4, p. 615.
9 Espada do deserto. … possivelmente, refere-se aos saqueadores do deserto que atacavam as pessoas quando elas procuravam comida em seu país desnudo e indefeso. CBASD, vol. 4, p. 615.
10 Esbraseia (ARA; NVI: “está quente”). Ilustração da febre provocada pela terrível fome do cerco final a Jerusalém (ver Lm 2:20; 4:10). CBASD, vol. 4, p. 615.
12 Enforcados (ARA; NVI: “pendurados por suas mãos”). Um método comum de tortura em todas as épocas. CBASD, vol. 4, p. 616.
13 Meninos tropeçaram (ARA; NVI: “cambaleiam”). Crianças pequenas foram forçadas a carregar cargas de madeira excessivamente pesadas. CBASD, vol. 4, p. 616.
15 Dança. A dança era considerada pelos hebreus como uma manifestação específica de alegria e louvor (Sl 30:11; 149:3; 150:4; Jr 31:4, 13; ver com. [CBASD] de 2Sm 6:14). CBASD, vol. 4, p. 616.
14 Os anciãos já não se assentam na porta (ARA; NVI: “Os líderes já não se reúnem junto às portas da cidade”). Ver com. [CBASD] de Gn 19:1; Js 8:29; Lm 1:4. CBASD, vol. 4, p. 616.
16 Coroa. A perda da soberania nacional se tornou símbolo de tudo de tudo que se perdeu com ela. CBASD, vol. 4, p. 616.
pecamos! O representante do povo de Deus assume a responsabilidade da nação pela própria catástrofe. A terrível tragédia n!ao teria acontecido se eles houvessem permanecido leais à aliança divina. … As maldições da aliança eram acompanhadas de uma cláusula segundo a qual o arrependimento e a restauração seriam possíveis. Biblia de Estudo Andrews.
18 Monte Sião. Isto é, Jerusalém (ver com. de Lm 3:51). Pensava-se, de um modo especial, que o monte Sião fosse o local da habitação do Senhor (ver Sl 74:2; 76:2), mas, neste ponto, a presença do Senhor se foi. CBASD, vol. 4, p. 616.
Raposas. A presença de raposas e, especialmente chacais enfatiza o estado selvagem e a desolação do que outrora fora o coração de uma grande cidade. Evidentemente, a configuração deste poema é de algum tempo depois da destruição da cidade. CBASD, vol. 4, p. 616.
19 Eternamente. Do heb. le’olam (ver com. [CBASD] de Êx 12:14; 21:6; 2Rs 5:27). CBASD, vol. 4, p. 616.
Subsiste. Não importa o que pode acontecer ao homem, Deus está acima de tudo para sempre; portanto, Suas promessas são seguras. CBASD, vol. 4, p. 616.
21 Converte-nos. Literalmente, “traga-nos de volta”, “faça-nos voltar”, consequentemente, “restaure”. Isto é muito mais que uma oração por libertação do cativeiro. Jeremias várias vezes usou a mesma linguagem para as restaurações temporal e espiritual (Jr 3:1, 12; 31:16-21). Neste versículo, enfatiza-se que só Deus pode restaurar o pecador perdido ao favor divino, só Ele pode conceder a graça que torna possível a um pecador se arrepender e retornar para Ele (ver At 5:31; Rm 2:4). CBASD, vol. 4, p. 616.
22 Por que nos rejeitarias … ? Apesar desta pergunta queixosa, Yahweh não rejeitou completamente a Judá. Foram muitas as promessas de restauração que o próprio Jeremias proclamou (Jr 16:13-15; 27:21, 22; 30:5-24; 33:7-9; Lm 3:22, 31, 32). CBASD, vol. 4, p. 616.
O livro termina com uma afirmação de fé: a menção da eternidade, da soberania, do domínio e do reinado perpétuo de Deus. Esta profissão de fé é ainda mais surpreendente no contexto da experiência trágica da natureza transitória dos reinos humanos, inclusive do reino de Judá e de sua capital, Jerusalém. É declarada a impossibilidade de Deus se esquecer de Seu povo … (Is 49:14, 15). A despeito da tragédia da conquista de Jerusalém e do sofrimento indizível que a cidade vivenciou, Deus não era inacessível. A própria oração é um testemunho de que o Senhor poderia estender graça a Seu povo. Biblia de Estudo Andrews.
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“Tu, Senhor, reinas eternamente, o Teu trono subsiste de geração em geração” (v.19).
Nesses últimos dias tive de lidar com o que supunha ser uma gravidez de risco até descobrir que se tratava de uma gravidez ectópica, que estava colocando a minha vida em perigo. Decepcionado, meu filho mais novo escutava a minha explicação sobre a gravidez e a cirurgia de emergência, quando desabafou em lágrimas: Mas porque tinha que acontecer com você? Respondi ao seu questionamento falando sobre o grande conflito em que todos estamos envolvidos e que, ainda que não tenhamos as respostas para tudo o que acontece em nossa vida, podemos confiar nAquele que Se submeteu à morte mais injusta para em Sua justiça nos conceder a vida eterna, quando não haverá mais tristeza, dor ou morte.
Grande era a tristeza e aflição daqueles que, semelhante a Jeremias, ainda conservavam o temor do Senhor em seus corações. Sua nação foi arrasada, suas casas destruídas, suas famílias enlutadas e suas necessidades mais básicas eram escassas e a custo do que mal podiam pagar. Constantemente humilhados pelas nações inimigas, o opróbrio foi o que lhes restou diante de tanto sofrimento. Mas foi nesse momento sobremodo escuro que, de Seu trono que “subsiste de geração em geração” (v.19), Deus ouviu a súplica que há tanto aguardava. A confissão daqueles que restaram e seu sincero desejo de conversão são provas inequívocas de que a dor também pode ser um meio bastante eficaz de transformação.
Cada experiência vivida torna-se uma marca na trajetória da existência. Mas nada, seja bom ou seja ruim, pode mudar o fato de que Deus reina soberano em Seu trono e é de lá que procede toda ordem. Na proclamação das vozes angélicas há a descrição não somente da verdade presente para os últimos dias, mas também há um vislumbre do tempo difícil em que estamos vivendo. É certo que Jesus já havia nos advertido sobre os acontecimentos escatológicos, e que a Bíblia está repleta de advertências sobre a importância de nos mantermos vigilantes. Contudo, nunca estamos totalmente preparados para enfrentar as dificuldades do mesmo modo com que Jesus dormia no barco em meio a uma tempestade. A nossa tendência é a de agirmos como os discípulos, com desespero e desânimo. Mas graças a Deus por nosso Senhor Jesus Cristo, que a Seu tempo, ouve o nosso clamor e faz cessar a tormenta.
Estamos terminando o livro de Lamentações com uma súplica. Penso que devemos terminar este “ano das lamentações” em fervorosa súplica. Clamemos pela “santificação, sem a qual ninguém verá a Deus” (Hb.12:14)! Clamemos pela maravilhosa promessa da plenitude do Espírito Santo! Clamemos pelo reavivamento e reforma que iluminará a nossa vida “do conhecimento da glória de Deus, na face de Cristo” (2Co.4:6)! Clamemos por um coração manso e humilde como o de Cristo! Clamemos em genuína contrição: “Converte-nos a Ti, Senhor, e seremos convertidos” (v.21)! Clamemos para que, mesmo em meio à dor e à exaustão, perseveremos “olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus” (Hb.12:2), confiando em Sua fiel promessa: “Eis que venho sem demora” (Ap.22:7), e sendo Suas testemunhas (At.1:8)! Então, de Seu trono eterno, o Senhor ouvirá e atenderá ao nosso mais sincero desejo e urgente clamor: “Vem, Senhor Jesus!” (Ap.22:20). Vigiemos e oremos!
Bom dia, “entristecidos, mas sempre alegres” (2Co.6:10)!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Lamentações5 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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LAMENTAÇÕES 5 – Creio que não damos o devido valor que merece o livro de Lamentações. Os judeus o consideram importante e o leem pelo menos uma vez ao ano. Lamentações consta na lista de livros lidos numa das festas anuais:
• Cantares de Salomão: Páscoa.
• Rute: Pentecostes.
• Eclesiastes: Festa das cabanas ou tabernáculos.
• Ester: Purim.
• Lamentações: Queda de Jerusalém e destruição do templo, festa celebrada no nono dia de Av (meados de julho).
O Dicionário Bíblico Wycliffe faz a seguinte análise sobre Lamentações: “O lamento não é simplesmente por Jerusalém estar destruída e o povo devastado. É que a catástrofe é um ato de Deus, executando um castigo merecido. Aqueles que deveriam ter sido líderes responsáveis não agiram corretamente, e o povo, voluntariamente, os seguiu. Deus está castigando Israel por seu pecado. Mas a adversidade não é apenas punitiva, é também corretiva. O amor e o propósito da aliança de Deus jamais falharam e jamais falharão”.
O capítulo final vai além do lamento. D. L. Moody declara que “este capítulo é realmente uma oração nacional feita a Jeová, a única esperança e auxílio de Sião”.
Assim, este capítulo é o auge do livro, o ápice dos lamentos, a conclusão apoteótica – a “cereja do bolo”. Então, redobre a tua atenção nestes últimos 22 versículos:
1. Reconhecimento nacional de que a terrível situação deu-se devido ao histórico carregado de pecados é uma nobre motivação para começar uma oração (vs. 1-4);
2. Embora a profecia indicasse exílio em Babilônia de 70 anos no livro de Jeremias (25:1-14), é sábio expor aflições a Deus e suplicar-Lhe misericórdia para suportar as consequências dos pecados (vs. 5-16);
3. Os caminhos seriam outros caso pecados não fossem amados. A história seria diferente se houvesse aberta rejeição à corrupção. Os pecados arruínam a sociedade, adoecem o coração e saqueiam as bênçãos de Deus (vs. 17-18).
4. Deus é a esperança exclusiva e concreta para qualquer desespero e angústia. O poema termina assim:
Contudo, ó Eterno, Tu ainda és soberano,
E teu trono eterno permanece para sempre…
Leva-nos de volta para Ti, Senhor! Estamos prontos para voltar.
Dá-nos um novo início.
A não ser que não tenha mais volta, não nos queira mais,
e a sua fúria não tenha fim (vs. 19-22).
“Senhor, reaviva-nos!” – Heber Toth Armí.
Escreva o que achou do livro de Lamentações de Jeremias:
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TEXTO BÍBLICO LAMENTAÇÕES 4 – Primeiro leia a Bíblia
LAMENTAÇÕES 4 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
LAMENTAÇÕES 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)
COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO (link externo)
COM. VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)
COM. VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)
COM. VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/lm/4
“Meu povo se tornou sem coração”, lamenta Deus neste poema acróstico. Atormentados pela fome e pelo sofrimento, pessoas desesperadas sempre expõem seu caráter. Quando passam fome física, emocional ou espiritual, os seres humanos enfrentam uma escolha: transformar-se em monstros ou santos. Circunstâncias desesperadoras não criam caráter; elas simplesmente revelam o conteúdo de um coração.
As crises atuais do nosso mundo estão revelando o melhor e o pior da humanidade. Os noticiários retratam cenas que evocam estremecimentos de terror; outras vezes, somos profundamente tocados por histórias de graça e bondade incomensuráveis. Vivemos em um reino de contrastes.
Nosso mundo destroçado pelo pecado grita conosco: Quem você se tornará quando cair no precipício, privado de todo sustento? Quem você se tornará quando você procurar em vão por esperança?
A escolha é sem escapatória nossa: permitiremos que as crises nos tornem sem coração, como os sofredores em Jerusalém? Ou permitiremos que as tragédias purifiquem e abrandem nossos corações para que eles transbordem o mais puro ouro da compaixão?
O sofrimento pode construir ou quebrar uma pessoa. Pode levá-lo para os braços de nosso Salvador ou para um poço de desespero. Pode amortecer seu coração ou ressuscitá-lo. A escolha é sua!
Nunca é tarde para ser quem você poderia ter sido.
Lori Engel
Capelã, Eugene, Oregon, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1044
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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522 palavras
1 Como. Do heb. ‘ekah (ver com. [CBASD] em Lm 1:1). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 612.
2 Comparáveis. A pesagem do ouro em vez da prata numa transação comercial indica o grande valor da compra. CBASD, vol. 4, p. 612.
Objetos de barro. Vasos de barro eram os utensílios mais comuns e baratos nos tempos antigos. Milhares de fragmentos de vasos encontrados por arqueólogos nas antigas ruínas testificam do caráter comum do barro. O pensamento deste versículo é que os filhos de Sião, cujo valor podia ser mensurado apenas em ouro, foram contabilizados no livro de registro dos inimigos como praticamente sem valor. Um triste comentário para o baixo estado ao qual Judá havia caído nos tempos de Jeremias. CBASD, vol. 4, p. 612.
5 Monturos. Literalmente, “poços de cinzas”. Esta palavra parece significar um terreno para despejo de lixo em geral. Sentar-se ali era sinal de completa degradação (ver 1Sm 2:8). A cidade de Jerusalém havia se tornado um vasto montão de cinzas. CBASD, vol. 4, p. 613.
7 Neve. … esta imagens … neste versículo, … podem se referir apenas à imponente aparência exterior que os líderes de Judá já apresentavam. CBASD, vol. 4, p. 613.
Formosura. Sua aparência era como se eles fossem belamente polidos … como pedras de pedra brilhante. CBASD, vol. 4, p. 613.
Como uma madeira. Figura simbólica de aridez e rigidez. CBASD, vol. 4, p. 613.
10 Compassivas. As mulheres que antes foram mães compassivas e amorosas, na extrema miséria do cerco comeram seus próprios filhos (ver com. [CBASD] de Lm 2:20). CBASD, vol. 4, p. 613.
12 Não creram. Devido à sua posição estratégica e às fortificações, Jerusalém era considerada inexpugnável. A ideia de sua inviolabilidade deve ter sido reforçada ainda mais na mente dos pagãos pela destruição sobrenatural do exército assírio, quando Senaqueribe cercou a cidade (2Rs 19:35). Tudo isso produziu uma falsa sensação de segurança entre os ímpios habitantes de Jerusalém. CBASD, vol. 4, p. 613.
13 Derramou. … sacerdotes e falsos profetas … tinham uma grande parcela de responsabilidade pela morte de pessoas justas (ver Jr 6:13-15; 23:11-15). CBASD, vol. 4, p. 613.
14 Erram. Ou, “cambaleiam”. CBASD, vol. 4, p. 613.
15 Imundos! Este era o clamor dos leprosos (Lv 13:45). CBASD, vol. 4, p. 613.
Dizia-se Isto é, alguns dos pagãos disseram entre si. CBASD, vol. 4, p. 613.
16 Este versículo contém um interessante jogo de palavras em hebraico. Os ímpios foram espalhados pelo rosto do Senhor porque eles, por sua vez, não mostraram qualquer respeito pelo rosto dos sacerdotes. CBASD, vol. 4, p. 613, 614.
20 Fôlego da nossa vida. Alguns encontram aqui uma referência ao rei Zedequias. … o profeta não está falando de Zedequias como um ser humano, mas do rei como o “ungido do SENHOR”, o líder da nação divinamente apontado (ver 1Sm 24:5, 6; 26:9, 11; 2Sm 1:14, 16). CBASD, vol. 4, p. 614.
21 Filha de Edom. Os edomitas eram descendentes de Esaú (Gn 36:8, 19). A animosidade que outrora existiu entre Jacó e Esaú foi perpetuada pelos seus descendentes (Nm 20:14-21; Dt 2:4, 5). Quando os exércitos babilônios invadiram Judá, os edomitas se beneficiaram com o saque à nação (ver Ez 25:12-14; 35:5; Ob 11-14). O pensamento deste versículo é irônico: “Alegra-te sobre seu ganho ilícito agora, porque não durará muito tempo!”. CBASD, vol. 4, p. 614.
Terra de Uz. Este lugar foi o lar de Jó (ver com. [CBASD] de Jó 1:1) e também é mencionado em conexão com vários outros vizinhos de Judá (Jr 25:20). CBASD, vol. 4, p. 614.