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TEXTO BÍBLICO EZEQUIEL 16 – Primeiro leia a Bíblia
EZEQUIEL 16 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
EZEQUIEL 16 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)
COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO (link externo)
COM. VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)
COM. VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)
COM. VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)
COM. VÍDEO PR MICHELSON BORGES (link externo)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/ez/16
Neste capítulo, a infidelidade de Jerusalém ao Senhor é alegoricamente comparada à imoralidade de uma prostituta. O profeta usa palavras como prostituta, prostituição, fornicação e meretriz muitas vezes para descrever a falta de fidelidade de Judá a Deus. Os habitantes de Jerusalém eram mais perversos do que uma prostituta por causa de sua infidelidade em servir ao único Deus verdadeiro. A história de Israel, narrada no conto figurativo de uma menina nascida e crescendo até a maturidade, é recontada para enfatizar as ofensas de Israel.
Surpreendentemente, apesar da longa história do mal de Jerusalém, a alegoria deixa claro que Deus não a rejeitará para sempre. Felizmente para nós, Deus continua a perdoar os pecados do arrependido e eventualmente estabelecerá uma existência onde a justiça prevalece e a rebelião contra Ele não existe mais.
É encorajador perceber que já estamos naquela “aliança eterna” se estivermos em Cristo. Nosso futuro lar é a Nova Jerusalém, que habitaremos com alegria em cumprimento a esta promessa de fidelidade da parte de Deus.
Mohanraj Israel
Spicer Adventist University, Pune, Índia
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1064
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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1318 palavras
Segunda parábola: o cântico do amor de Deus. O povo que habitava em Jerusalém é simbolizado por uma bela mulher (duas imagens são entrelaçadas – ela é filha adotiva, mas também esposa). Quando nasceu, estava condenada a morrer, mas Deus cuidou dela e a fez prosperar, tornando-a rica e famosa. Infelizmente, ela se tornou infiel ao Senhor, viveu uma vida desregrada, promíscua e se comportou como uma prostituta, pior que Sodoma e suas filhas (v. 48). Ela não só adorava ídolos, como também ofereceu os próprios filhos a deuses estrangeiros (v. 20, 21, 36; 20:26, 31; 23:37, 39). Sua ingratidão e esquecimento do amor e cuidado divinos são surpreendentes, inacreditáveis. Todavia, Deus sempre estava disponível para ela: perdoando, sendo fiel, estendendo graça. A parábola termina com a esperança de que o Senhor interviria mais uma vez por ela e restabeleceria a aliança eterna (v. 60), pois a mulher se arrependeria (v. 61, 63), muito embora houvesse quebrado a aliança várias vezes (v. 59). Trata-se de uma magnífica história da filha pródiga. Bíblia de Estudo Andrews.
1 A palavra do SENHOR. Parte da linguagem empregada na alegoria é repulsiva a pessoas discretas e que não falam de coisas íntimas de maneira tão direta. Aqueles a quem Ezequiel se dirigia estavam acostumados com essa linguagem e não ficariam chocados. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 686.
3 Amorreu … heteia. Sabe-se que os amorreus habitaram aquela região desde épocas muito antigas, e que os heteus, vindos do norte, se infiltraram na Palestina e ocuparam algumas áreas antes que os hebreus se estabelecessem na terra. … Os primitivos reis que governaram Jerusalém antes da ocupação israelita tinham nomes amorreus e heteus. Foram esses os antecedentes étnicos de Jerusalém. A linguagem de Ezequiel é uma afronta ao povo de Jerusalém que se gabava de ser descendente de Abraão, mas que agia como se descendesse dos antigos habitantes da terra que, mais tarde, veio a constituir Israel. CBASD, vol. 4, p. 686, 687.
4 Quanto ao teu nascimento. O período da história de Israel representado por essa parábola, provavelmente, seja a época de peregrinação no Egito, onde Israel foi estabelecido como nação. CBASD, vol. 4, p. 687.
6 Deus é representado como um viajante que, ao passar, descobre a criatura de aparência repugnante e digna de pena. Apesar da sujeira em que ela se encontra, Ele se apieda dela e lhe salva. CBASD, vol. 4, p. 687.
8 Passando Eu por junto de ti. Esta visita é distinta da outra, quando a nação era infante no Egito, e Deus a abençoou e a fez crescer. Ela então chegou à idade de se casar, e o Senhor ficou noivo dela (ver Jer 2:2). CBASD, vol. 4, p. 687.
Estendi sobre ti as abas do Meu manto. Significando a intenção de conferir à moça a honra do casamento (ver com. [CBASD] de Dt 22:30; Rt 3:9). A referência é ao solene evento no Sinai, quando Yahweh entrou em aliança com os hebreus, que se comprometeram a amar, adorar e obedecer a Deus, com a exclusão de todos os outros deuses rivais (Êx 19:1-9; 24:1-8). CBASD, vol. 4, p. 687.
9 Então, te lavei. A lavagem e a unção eram parte dos preparativos para o casamento (ver Rt 3:3; Et 2:12). CBASD, vol. 4, p. 687.
11 Enfeites. O profeta emprega uma figura oriental e apresenta os enfeites de uma noiva oriental pertencente à realeza. CBASD, vol. 4, p. 688.
13 Chegaste a ser rainha. Provável referência ao tempo de Davi e Salomão, quando o reino de Israel se estendeu desde o Eufrates até “a fronteira do Egito” (ver com. [CBASD] de 1Rs 4:21), e muitos dos reinos vizinhos se tornaram vassalos. Este período foi a era de ouro de Israel. CBASD, vol. 4, p. 688.
14 Por causa da Minha glória que eu pusera em ti. O povo é lembrado de que a prosperidade e a glória não se deviam a qualquer mérito de sua parte. Deviam a Deus tudo que desfrutavam. CBASD, vol. 4, p. 688.
15 Confiaste da tua formosura. Cumpriu-se a previsão de Deuteronômio 32:15 (cf. Os 13:6). Elevado à glória no princípio do reinado de Salomão, Israel começou a confiar em sua grandeza e prosperidade. CBASD, vol. 4, p. 688.
E te entregaste à lascívia. Uma metáfora para descrever as alianças estrangeiras, que objetivavam conseguir vantagens políticas e que Deus havia proibido enfaticamente (Dt 7:2; Jz 2:2), ou para descrever a substituição do culto ao Deus verdadeiro por outra forma de adoração. … A referência aqui é às várias alianças com os pagãos que Salomão iniciou e à subsequente adoção do culto idólatra dessas nações. CBASD, vol. 4, p. 688, 689.
20 Sacrificaste. Referência ao culto a Moloque, que foi uma forma de idolatria comum no último período de Israel [especialmente no reinado de Acazias e Manassés, de Judá] (2Rs 16:3; Sl 106:37; Is 57:5; Jr 7:31, 32). Nesta forma de culto, crianças eram sacrificadas como holocaustos (ver p. 419 [CBASD]), um crime desumano e terrível (ver com. [CBASD] de Lv 18:21; 1Rs 11:7; 2Rs 16:3). CBASD, vol. 4, p. 688.
[Nota: ver mais sobre estes sacrifícios nos comentários sobre 2Rs 23 e Jeremias 7: em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2019/09/13/2-reis-23-comentarios-selecionados-2/ e https://reavivadosporsuapalavra.org/2020/11/02/jeremias-7-comentarios-selecionados-2/).
22 Não te lembraste. Israel é aqui acusado do pecado de ingratidão. A nação desfrutava grandes privilégios e fora exaltada em suas vantagens. Deus não omitiu nada que ajudasse a assegurar seu sucesso. … (Is 5:4). … Os cristãos devem cuidar para não se tornar mesquinhos em suas expressões de agradecimento. Uma proporção muito maior de suas orações devia ser devotada ao louvor dAquele que é a fonte de todas as bênçãos. CBASD, vol. 4, p. 688.
24 Prostíbulo de culto. Em muitas formas de culto da antiguidade, a prostituição assumia um caráter semirreligioso. CBASD, vol. 4, p. 688, 689.
26 Filhos do Egito. Alguns consideram uma referência ao caráter licencioso do culto egípcio. CBASD, vol. 4, p. 689.
De grande membros. Uma figura sem eufemismos que representa o poder do Egito e a força dos soldados egípcios (ver Ez 23:20). CBASD, vol. 4, p. 689.
27 Filisteus. desde os tempo dos juízes, os filisteus foram inimigos persistentes de Israel. Foram subjugados por Davi, mas se tornaram um problema durante o período dos últimos reis. CBASD, vol. 4, p. 690.
28 Filhos da Assíria. Tanto Judá (2Rs 16:7) como Israel (Os 5:13) fizeram aproximações com a Assíria. CBASD, vol. 4, p. 690.
29 Caldeia. Babilônia encerra a lista de nações com as quais Israel se prostituiu. CBASD, vol. 4, p. 690.
35 Ouve a palavra. Após apontar o pecado de Judá, o profeta começa a pronunciar seu castigo, e continua com a mesma linguagem figurativa. CBASD, vol. 4, p. 690.
44 Tal mãe. Um exemplo da tendência oriental de expressar experiências de vida na forma de ditados curtos e vigorosos. … O ditado quer dizer que Israel, apesar de ter se orgulhado de uma ascendência superior, na verdade não era melhor que seus antecessores heteus (ver com. do v. 3). CBASD, vol. 4, p. 691.
47 Não só. O maior pecado teria de ser entendido no sentido de mais culpa por ter tido mais oportunidade. … O castigo mais terrível virá sobre os que tiveram as maiores oportunidades, mas abusaram das misericórdias de Deus e desprezaram as advertências divinas [ver restante do com. CBASD sobre o v. 47]. CBASD, vol. 4, p. 692.
60 Uma aliança eterna. Embora Israel tivesse sido desleal e quebrado a aliança, sua infidelidade não pôde alterar a fidelidade de Deus. Ele estava disposto a entrar num novo relacionamento de aliança assim que eles se arrependessem. Infelizmente, por causa da contínua infidelidade do povo que restou na terra, o cumprimento foi adiado até a era evangélica, quando a permanência da aliança foi assegurada, não mais em base nacional, mas individual [ver mais sobre a aliança do com CBASD sobre o v. 60]. CBASD, vol. 4, p. 693.
61 As mais velhas. O plural mostra que a referência é não apenas a Samaria e Sodoma, mas que estão incluídas todas as nações que aceitassem a nova aliança. CBASD, vol. 4, p. 694.
Tua aliança. A referência provavelmente seja à interpretação errônea de Judá sobre a aliança original de Deus, cujo alcance, conforma o plano do Senhor, devia se estender ao mundo todo, mas de cujos benefícios os judeus excluíram todas as outras nações. CBASD, vol. 4, p. 694.
63 Para que te lembres. O perdão de Deus não apaga a recordação do passado pecaminoso. A vergonha que acompanha tal recordação é uma salvaguarda necessária para a nova experiência. Isso também conserva a consciência da grandeza da salvação (ver PR, 78). CBASD, vol. 4, p. 694.
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“Portanto, ó meretriz, ouve a palavra do Senhor” (v.35).
Não, Deus não estava se referindo à Babilônia neste capítulo, e sim à menina dos Seus olhos: Jerusalém. Naquele tempo muitas meninas que nasciam eram abandonadas à própria sorte, mas Deus usou desta analogia para declarar o Seu amor pelo Seu povo desde o nascimento. Semelhante ao louvor poético do livro de Cantares, Ele não economizou palavras de afeto para descrever a Sua noiva. Com ela, Ele firmou concerto adornando-a com o melhor de Seu reino e cobrindo-a com Sua glória (v.14). Eis que “era tempo de amores” (v.8).
Porém, como uma mulher cujo coração não pertence a seu marido, Jerusalém exaltou-se a si mesma como objeto de cobiça (v.15). A sua fama, ao invés de causar-lhe profunda gratidão por Aquele que a amou primeiro, tornou-se em arrogância e orgulho. Permitiu que o mesmo sentimento que despertou rebelião no Céu fosse aflorado no coração. E mediante a sua formosura, multiplicou a sua prostituição (v.26).
De forma pejorativa, e em linguagem forte, Jerusalém tornou-se um antro de práticas abomináveis, abrindo “as pernas a todo que passava” (v.25). As nações que antes a admiravam, passaram a vê-la como sua igual. Não havia mais diferença entre o povo de Deus e os ímpios, a ponto de sacrificarem seus próprios filhos (v.20) e o Senhor exclamar: “Ai, ai de ti!” (v.23). A falsa adoração a despojou do título de “rainha” (v.13) para o de “meretriz descarada” (v.30). E sobre a sua cabeça recairiam os juízos de Deus segundo o seu procedimento (v.43). Comparada a Sodoma e a Samaria, Jerusalém praticou coisas ainda piores. A soberba e o egoísmo tornaram-na hostil para com as necessidades do próximo (v.49 e 52).
No livro de Apocalipse também encontramos a descrição de uma “grande meretriz” (Ap.17:1). Esta sim, referindo-se a Babilônia. E assim como o provérbio citado em Ezequiel: “Tal mãe, tal filha” (v.44), encontramos algo semelhante na visão de João: “BABILÔNIA, A GRANDE, A MÃE DAS MERETRIZES E DAS ABOMINAÇÕES DA TERRA” (Ap.17:5). A profecia nos revela que há um poder religioso apóstata cuja apostasia gerou filhas e práticas abomináveis ao Senhor. Apesar da degradação de Jerusalém, o seu meretrício cessaria e Deus a conduziria ao arrependimento (v.63). Porém, com relação à Babilônia atual, o chamado ao arrependimento é para todo aquele que dela aceita se retirar: “Retirai-vos dela, povo Meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos” (Ap.18:4).
Estamos vivendo em tempos difíceis e decisivos. Deus sempre teve e sempre terá um povo para chamar de Seu. A ruína que sobreveio à Jerusalém foi o resultado da maldade que ali prevalecia. Esquecendo-se dos dias de sua mocidade (v.43), provou das consequências de seu fraco coração (v.30). Pela concupiscência dos olhos e da carne, caiu em profunda crise espiritual, a ponto de adorar a Deus e aos ídolos ao mesmo tempo. Erguida foi a bandeira da insanidade e deposta a verdadeira Bandeira (Êx.17:15).
O urgente e derradeiro chamado de Deus ao Seu povo no tempo do fim não é diferente em seu objetivo. O Senhor deseja estabelecer com o Seu Israel atual “uma aliança eterna” (v.60). As práticas abomináveis aos olhos do Senhor, hoje, não diferem das que levaram Jerusalém à queda. Inseridos em um mundo onde a máxima é de que não há verdade absoluta, a humanidade pensa ter aberto um terceiro caminho, quando a Bíblia é bem clara ao afirmar que só existem dois (Dt.30:15; Mt.7:13-14). E nesta busca insaciável pelo prazer a qualquer custo, o homem ergue em seu fraco coração ídolos que jamais conseguirão preencher o espaço que só o Eterno é capaz de preencher (Ec.3:9).
Deus está chamando homens que, semelhante a Josué, assumam o sacerdócio do lar e declarem firme e corajosamente ao mundo: “se vos parece mal servir ao Senhor, escolhei, hoje, a quem sirvais… Eu e a minha casa serviremos ao Senhor” (Js.24:15). Deus está chamando mulheres que não temam a pressão feminista e, como mulheres virtuosas (Pv.31:10), assumam a sua “missão de mãe” (1Tm.2:15) como uma sagrada e santa obra. Deus está chamando filhos que, à semelhança de José, honrem a seus pais e ao Senhor a despeito das tentações que os assaltam (Gn.39:12) e das más influências que os rodeiam.
Creio estarmos vivendo o tempo propício para o cumprimento das palavras do profeta: “Ele converterá o coração dos pais aos filhos e o coração dos filhos a seus pais, para que Eu não venha e fira a terra com maldição” (Ml.4:6). Não é sem razão que as famílias têm sido bombardeadas por Satanás através dos inúmeros artifícios midiáticos. Precisamos blindar a nossa casa com oração e sabedoria. Precisamos, como Jacó, nos agarrar às vestes do Senhor e não deixá-Lo ir enquanto há graça. Então, quando os juízos de Deus vierem com ímpeto jamais visto, “serás salvo, tu e a tua casa” (At.16:31). Portanto, vigiemos e oremos!
Bom dia, famílias benditas do Senhor!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Ezequiel16 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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EZEQUIEL 16 – Este capítulo apresenta uma mulher infiel, possui imagem sexual explícita. A ideia é falar do adultério espiritual, mais comum pela idolatria, que é trocar Deus por qualquer coisa ou pessoa.
Dizem que o amor suporta mais a morte do que a traição. Ser traído é dolorido, a traição fere profundamente o coração. O adultério espiritual fere terrivelmente o coração de Deus, que neste texto é exemplificado como marido ferido, embora fora amoroso, fiel, dedicado, atencioso e responsável.
Por outro lado, Israel é visto como esposa de Deus; mas, seu caráter o condena, sua reputação não é boa. Além de desprezar o único Deus amoroso, Isarel O troca por qualquer coisa insignificante, descamba para a prostituição e adultério espiritual escancarado.
Após dar o título para o capítulo: “A mulher adúltera: Pisoteando a graça de Deus”, Daniel Isaac Block o sintetiza em cinco pontos:
1. Chamado ao comparecimento de Israel – intimação (vs. 1-3a);
2. A acusação de Jerusalém (vs. 3b-34);
3. A sentença de Jerusalém: Suspensão da graça (vs. 35-43);
4. Tal mãe, tal filha: Jerusalém desqualificada para a graça (vs. 44-56);
5. O duplo raio de esperança (vs. 53-63).
Deveríamos ler várias vezes esse capítulo em várias versões bíblicas. Faça isso; e, depois, com oração, medite nestas aplicações espirituais:
• Como Israel, podemos estar vivendo um romance aos trancos e barrancos com Deus, ferindo Seu coração e fazendo-O sofrer por nossa instabilidade emocional.
• Podemos cometer adultério sem nunca ter casado ou nunca ter traído nosso cônjuge; o adultério espiritual é real, pior que qualquer traição, pois significa trair nosso amado Criador e Salvador.
• Embora nossa safadeza espiritual seja evidente, e nossa infidelidade a Deus seja levada a julgamento, Deus está mais do que disposto a nos oferecer perdão para reatar o relacionamento arruinado.
• Da mesma forma que a traição conjugal atrai muitas desgraças, a traição espiritual não é diferente, pode ser pior – Israel caiu da graça e perdeu sua terra e liberdade.
• Apesar das práticas detestáveis dos pecadores, Deus não os abandona; pelo contrário, como um marido perdidamente apaixonado, propõe aceitar de volta os prostitutos, idólatras, ingratos, infiéis, imorais e adúlteros.
• Deus anseia nosso arrependimento; ao buscarmos Seu perdão, Ele restaura nossa condição e livra-nos da desgraça de nosso pecado.
Peça perdão ao Senhor! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO EZEQUIEL 15 – Primeiro leia a Bíblia
EZEQUIEL 15 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
EZEQUIEL 15 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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COM. VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/ez/15
Ezequiel registra a metáfora da videira três vezes no espaço de cinco capítulos (15:1-8; 17:5-10; 19:10-14).
O único propósito de qualquer árvore é dar frutos. Quando ela não dá frutos, é inferior às outras árvores. Portanto, se o povo de Deus perdesse seu propósito específico não produzindo frutos de justiça, serão piores que as pessoas do mundo. Desse ponto de vista, exceto por terem sido plantados por Deus, os judeus eram considerados inferiores às outras nações.
Ezequiel agora vira a metáfora bíblica da videira de cabeça para baixo. A videira geralmente conota uma imagem positiva na Bíblia (cf. João 15). Mas agora o profeta critica a própria natureza da videira: a inutilidade de sua madeira, em comparação com a madeira das árvores. O povo de Jerusalém não tem valor, diz ele, por sua própria natureza!
O homem é capaz de produzir frutos preciosos, vivendo para Deus e para os outros; este é o propósito de sua existência. Mas se ele falhar nisso, não lhe restará outra coisa a não ser ser destruído.
Tenhamos cuidado com uma profissão de vida infrutífera. Vamos a Cristo e procuremos permanecer Nele, e que Suas palavras permaneçam em nós.
Mohanraj Israel
Spicer Adventist University, Pune, Índia
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1063
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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654 palavras
As mensagens dadas para Ezequiel nos capítulos 15-17 proveem evidência adicional que Deus iria destruir Jerusalém. … Tem você também se tornado dormente e infrutífero para Deus?Como pode você começar a atingir o Seu plano para você? Life Application Study Bible Kingsway.
Primeira parábola: a videira, símbolo do povo de Deus (ver Sl 80:8-13; Is 5:1-7; Jo 15:1-17), também simboliza prosperidade, riqueza e crescimento fecundo. Seu único propósito é dar fruto. Se a videira não produz, serve apenas de combustível. Bíblia de Estudo Andrews.
Em toda a história de Israel, a videira tem sido o símbolo deste povo. Transplantada por Deus da terra da escravidão (o Egito) para a terra Prometida (a Palestina), ficara bela e frutífera. Mas, a videira que não se poda e não se aduba, logo torna a ser um cipó inútil, com bagos amargos, cuja madeira é inútil, que nem sequer serve para se fazer estacas. Inútil é a nação ou a pessoa que despreza a assistência de Deus; torna-se duplamente inútil quando cai debaixo do castigo divino, o fogo do julgamento. Assim, também a comunhão com Cristo faz o ser humano belo, útil, frutífero e forte, mas a interrupção desta dependência do divino Mestre torna-o digno de merecida destruição pelo fogo (Jo 15.1-11). A graça de Deus escolhe o objeto mais fraco, para ser transformado de glória em glória, o qual precisa aceitar estes cuidados, em arrependimento e fé. Bíblia Shedd.
1 A palavra do SENHOR. O cap. 15 é um curto poema que poderia ser intitulado “A alegoria da vinha”. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 683.
2 Por que mais é o sarmento de videira … ? No cap. 14, o profeta declara que Deus não pouparia Jerusalém por amor aos poucos justos que estivessem nela. Aqui, ele elimina completamente outro refúgio no qual o povo aparentemente confiava. Sua parábola ensina que Israel não tem superioridade inata sobre outras nações. O povo não deve colocar sua confiança no fato de que fora especialmente escolhido por Deus, pois não era mais uma videira verdadeira, mas apenas madeira, e a mais inútil de todas elas, a que serve apenas como combustível. … Alguns comentaristas acham que a descrição aqui seja a de uma videira brava. CBASD, vol. 4, p. 683.
3 toma-se dele alguma estaca para que se lhe pendure algum objeto? NVI: “Alguém faz suportes com ela para neles pendurar coisas?” [v. Is 22.23-25].
algum objeto. A madeira da videira não servia para fabricar qualquer objeto de valor, nem mesmo uma pequena estaca. Deus lembra os exilados que o fato de ele haver escolhido Israel como seu povo não se deveu a qualquer valor intrínseco deles, mas foi, exclusivamente, uma questão de sua graça (Dt 7.6-8). Biblia de Genebra.
4 Serviria … ? Como madeira, o sarmento [galho novo] da videira é totalmente inútil. Se em seu estado perfeito não poderia servir a qualquer propósito útil, quanto menos estando parcialmente queimada e destruída? CBASD, vol. 4, p. 683.
Condensando a comparação: Israel foi amputado do território da Samaria em 720, e o do de Judá em 597. A própria Jerusalém (a “parte média”) não está mais intacta, pois já sofreu um cerco e uma deportação. Bíblia de Jerusalém.
6 Assim entregarei. Neste versículo, está representada a condição imperante na Judeia. … Os judeus, tendo falhado completamente em cumprir o propósito divino como testemunhas de Yahweh, para o qual haviam sido chamados, deviam ser completamente arruinados como nação. CBASD, vol. 4, p. 684.
7 Ainda que saiam do fogo. A frase diz, literalmente: “Sairão do fogo e o fogo os consumirá.” Isto descreve com exatidão a condição de Israel. A nação já havia sido consumida em ambas as extremidades, o meio havia sido chamuscado e logo seria completamente entregue ao fogo. CBASD, vol. 4, p. 684.
do fogo saíram. Referência ao cerco de Jerusalém em 597 a.C., que resultou no exílio do qual Ezequiel fez parte (v. 1.2; 2Rs 24.10-16). Bíblia de Estudo NVI Vida.
mas o fogo os consumirá. Essa profecia prevê outro cerco, mais devastador – era a mensagem principal de Ezequiel antes de 586 (v. 5.2, 4; 10.2, 7). Bíblia de Estudo NVI Vida.
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“Filho do homem, porque mais é o sarmento de videira que qualquer outro, o sarmento que está entre as árvores do bosque?” (v.2).
Conforme o dicionário, sarmento é o “rebento anual da vide e de outras plantas”. Em outras palavras, são os ramos da vide. Mas a linguagem profética se refere aos sarmentos ou ramos ladrões que precisam ser podados para o bom crescimento da videira. De acordo com especialistas, quanto mais próximo for o ramo da posição vertical, maior vigor ele terá. Mas os sarmentos inadequados para uma boa produção devem ser cortados ou se tornarão uma ameaça para toda a planta. Diante desta análise, percebemos a situação dramática que envolvia os “habitantes de Jerusalém” (v.6). Deus os comparou a sarmentos que para mais nada serviam, a não ser para serem lançados ao fogo (v.4). Suas “graves transgressões” (v.8) tornaram-lhes ramos infrutíferos que ameaçavam a ruína completa do povo de Deus. A começar de seus líderes, Israel havia se desconectado da Fonte da vida.
No livro de João, também no capítulo quinze, Jesus afirma: “Eu sou a videira verdadeira, e Meu Pai é o agricultor” (Jo.15:1). Se você ler a respeito dos cuidados que se devem ter na viticultura, perceberá que o Senhor não fugiu em nada do que é necessário para se obter uma boa colheita, pois que Ele mesmo estabeleceu as leis naturais. Ramos que não dão bons frutos são peso morto em uma videira e prejudicam aqueles que frutificam. A analogia utilizada pelo profeta e por Jesus é lógica e totalmente compreensível: o homem que dá as costas ao Seu Criador rejeita a vida.
Toda a criação revela o cuidado e a existência de um Deus que através dela Se manifesta: “Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o Seu eterno poder, como também a Sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas” (Rm.1:20). Deus Se utiliza da natureza para expressar em linguagem humana os Seus propósitos a fim de que possamos compreendê-los. A figura de linguagem utilizada por Jesus, portanto, nos habilita a entender o que Ele falou no sermão da montanha, que nem todo o que diz “Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de Meu Pai, que está nos céus” (Mt.7:21).
Israel já não sabia mais discernir o certo do errado. Já não mais fazia diferença entre o santo e o profano. E, como sarmentos secos, tanto os líderes como a maior parte do povo precisavam ser podados. Aquele que afirma ser cristão, mas, como um ramo seco, não produz o fruto do Espírito (Gl.5:22-23), é cortado pelo Agricultor para receber o salário inevitável (Rm.6:23). Tiveram o inigualável privilégio de estar na Videira (Jo.15:2), contudo, recusaram ser limpos por Sua Palavra e nela permanecer (Jo.15:3 e 5). E como podemos permanecer ligados à Videira verdadeira? Jesus mesmo nos ensina: “Se guardardes os Meus mandamentos, permanecereis no Meu amor; assim como também Eu tenho guardado os mandamentos de Meu Pai e no Seu amor permaneço” (Jo.15:10).
Percebem que tudo está baseado no amor? A perfeita expressão do caráter divino é o amor. E é este amor que Ele nos convida a viver. Por isso que Ele virá buscar não um povo legalista, mas um remanescente que compreendeu o perfeito amor de Deus na observância dos Seus mandamentos. O grande Legislador deseja replicar o que um dia escreveu com o próprio dedo em tábuas de pedra (Êx.31:18), nas tábuas de carne do teu coração (2Co.3:3). Você não foi criado para aquecer a fornalha do castigo que foi “preparado para o diabo e seus anjos” (Mt.25:41), mas “para a vida eterna” (Mt.25:46). Portanto, apegue-se à Videira, permita ser limpo por Sua Palavra e permaneça nela dando “muito fruto” (Jo.15:8). Vigiemos e oremos!
Bom dia, ramos frutíferos da Videira verdadeira!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Ezequiel15 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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EZEQUIEL 15 – Orgulho, arrogância, independência de Deus, incredulidade, vaidade são atitudes estúpidas, loucuras hediondas e irracionalidade desenfreada.
Sem Deus, pecadores não são nada nem valem nada. Quando prego isso, muitos sentem o orgulho ferido. Para falar da necessidade de um Salvador precisamos revelar a real situação do pecador.
Os pecadores só querem ouvir o que lhes interessa, que afaga ao ego, e promove prazer no pecado. É por isso que a mensagem verdadeiramente bíblica não agrada, mas sim os programas imorais da TV, filmes, seriados, e vídeos idiotas no Youtube que degradam.
Deus dá o diagnóstico, ainda que não gostamos, com o objetivo de despertar-nos para a necessidade de cura, de solução para nossa situação e da necessidade de um Salvador. Ninguém gosta de um diagnóstico negativo, mas é de extrema importância ser sincero – em Deus podemos confiar!
O povo de Deus é como ramos de videira…
• …até para combustível é inútil (vs. 1-5).
• …sem frutos somos inúteis (vs. 6-8).
• …se improdutíveis, nosso destino é o fogo.
O fogo se refere à Jerusalém quando incendiada e queimada parcialmente pelos babilônios em 597 a.C. Ainda viria um fogo do julgamento em 586 a.C. que a consumiria completamente (v. 7). O combustível para o fogo de Deus é o pecado, portanto, devemos desprezar o pecado para desfrutarmos da presença de Deus que vivifica e nos faz pessoas úteis.
Desta parábola a Israel, oferece-nos preciosas lições que devemos prestar atenção:
1. Como uma videira frondosa sem nutrientes se torna seca e imprestável, todo crente que não absorver de Cristo a seiva espiritual se secará e se tornará inútil.
2. Sendo que somente em Cristo o pecador pode produzir frutos, apenas viver meros rituais, ser legalista ou ser assíduo frequentador de igreja, não passa de práticas inúteis.
3. Imprestável, a única coisa a fazer é colocar fogo à vinha ou unir-se a Cristo.
Idolatria, imoralidade, perversidade ou a prática de qualquer tipo de pecado envenena e mata a verdadeira espiritualidade. Indiferença às coisas espirituais, apego as coisas materiais e acomodação frente aos perigos reais fazem com que até uma nação inteira enfrente a realidade da inutilidade diante do juízo divino.
Deus pode extrair das cinzas um remanescente frutífero: Jesus é a videira verdadeira, apeguemo-nos a Ele!
Vamos reavivar-nos? – Heber Toth Armí.