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TEXTO BÍBLICO EZEQUIEL 14 – Primeiro leia a Bíblia
EZEQUIEL 14 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
EZEQUIEL 14 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)
COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO (link externo)
COM. VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)
COM. VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)
COM. VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)
COM. VÍDEO PR MICHELSON BORGES (link externo)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/ez/14
Este capítulo trata de dois aspectos importantes da vida espiritual: ouvir a palavra de Deus e orar. A mensagem neste capítulo é dirigida aos anciãos e à nação de Israel que tentam usar essas duas vias para alcançar e agradar a Deus. Mas tanto os anciãos quanto Israel estavam longe da verdadeira experiência de ouvir a Deus e se comunicar com Ele através da oração.
Os anciãos vêm a Ezequiel com a proposta de ouvir a palavra do Senhor enquanto seus corações estavam cheios de ídolos – aquelas coisas que os impedem de ouvir e aceitar a palavra de Deus. Eles apresentaram apenas uma fachada de interesse em ouvir o que Deus tem a dizer. A exibição exterior não permite que alguém realmente ouça a Deus. O coração deve estar limpo e puro do pecado ativo antes que alguém esteja pronto para receber a palavra de Deus. Deus apresenta o remédio: arrependa-se e desvie o rosto do pecado (14:6). Deus adverte os falsos profetas a respeito da punição severa que lhes aguarda por afastarem Seu povo do verdadeiro arrependimento. Ele garante, porém, que se Seu povo se arrepender e voltar-se para Ele, continuará a ser Seu povo e Ele seu Deus (v. 11).
Roy Jemison Injety
Spicer College, Índia
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1062
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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1034 palavras
Juízo sobre os anciãos ligados à idolatria e sobre os falsos profetas, continuação do cap. 13, em forma de processo judicial. Bíblia de Estudo Andrews.
1 Anciãos de Israel. O objetivo da consulta a Ezequiel não é mencionado, nem mesmo é expressamente declarado que os anciãos foram para uma consulta. Parece que era costume deles se assentar diante do profeta, aguardando qualquer mensagem que o Senhor pudesse enviar (ver Ez 33:31). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 680, 681.
3 Ídolos. Do heb. gillulim, … A LXX diz dianoemata, “pensamentos [de seus corações]”, talvez para expressar o anseio deles pela idolatria de tempos passados. … Provavelmente não estivesse se referindo à idolatria aberta entre os cativos, mas sim à condição pecaminosa e à alienação do coração deles. CBASD, vol. 4, p. 681.
O pior é que o povo no cativeiro babilônico continuava com atitudes pecaminosas e idolatria no coração. Mesmo afastados de seus ídolos (6:9), não aprenderam a lição. Necessitavam passar por um intenso processo de conversão. Bíblia de Estudo Andrews.
No cativeiro, não havia ensejo para construir templos, seja para adorar a Deus, seja para a idolatria; mas quem amava a Deus construía no seu íntimo um templo do amor do Senhor para adorá-lO em espírito e em verdade (11.19-20; Jo 4.23-24). E quem não amava a Deus, trazia a idolatria no seu íntimo, seja na forma de superstição, seja na forma de apego às coisas materiais. Bíblia Shedd.
4 Vindo ele. Ninguém pode esperar conhecer plenamente o que Deus quer que ele ou ela faça, a menos que seu coração seja verdadeiramente submisso à vontade divina. Isto se deve ao fato de que o coração não regenerado, não controlado pelo Espírito Santo, não pode entender as coisas de Deus (1Co 2:14). Mesmo que a mente carnal fosse instruída, ela iria entender mal, aplicar mal e distorcer as coisas divinas, pois os seres humanos creem apenas no que desejam crer. Deus, que nunca coage a vontade humana, permite que essas criaturas obstinadas se apeguem a seus enganos (ver Jo 7:17; 2Ts 2:11, 12). CBASD, vol. 4, p. 681.
6 Convertei-vos. Os anúncios dos versículos anteriores formam a base para o solene chamado ao verdadeiro arrependimento. Não pode haver esperança para Israel em qualquer reforma meramente externa. A nação tem de tratar com o Deus que esquadrinha os corações, e o único arrependimento aceitável é o que alcança os mais profundos recessos da alma. CBASD, vol. 4, p. 681.
7 Estrangeiros. Ver Lv 17:10; 20:1, 2; etc. Os estrangeiros residentes haviam partilhado da luz e dos privilégios confiados a Israel, e seriam considerados igualmente culpados. CBASD, vol. 4, p. 681.
8 Sinal. Sua punição seria um exemplo que serviria para impedir que outros seguissem curso semelhante. CBASD, vol. 4, p. 681.
9 O profeta. A referência aqui é aos falsos profetas cujas práticas são reprovadas no cap. 13. CBASD, vol. 4, p. 681.
Eu, o SENHOR. Isto é, o Senhor permite que o mau profeta seja enganado no mesmo sentido em que Ele endureceu o coração do faraó, ao permitir que a semente da obstinação brotasse e produzisse frutos (ver com. [CBASD] de Êx 4:21; 1Rs 22:22). CBASD, vol. 4, p. 681.
E o eliminarei. O pecador traz destruição sobre si mesmo por sua impenitência (ver T5, 120). Quando deixa de dar ouvidos aos convites, reprovações e advertências do Espírito de Deus, a consciência da pessoa se torna parcialmente cauterizada e, na ocasião seguinte em que for admoestada, será mais difícil prestar obediência do que antes. Ela é como alguém que está sucumbindo à doença, mas se recusa a tomar o remédio. Contudo, nas Escrituras, Deus, o médico, muitas vezes é figurativamente descrito como se enviasse também os resultados da doença sobre os que rejeitam o remédio. Por exemplo, a Bíblia O representa como se Ele tivesse colocado um espírito mentiroso na boca dos profetas para que aconselhassem determinado rei a escolher um caminho que, na verdade, ele já estava determinado a seguir (1Rs 22:19-23). … Não se deve considerar isso como se Deus, alguma vez, pudesse ser o autor do pecado e do engano; o que ocorre é que, em Seu plano, Ele simplesmente não opera o milagre que seria requerido para impedir os resultados do pecado. Ele retira Seu espírito do coração que O rejeita, entrega aquela pessoa a seus próprios enganos e permite que o pecado produza seu inevitável fruto: a morte. “A tua ruína, ó Israel, vem de ti, e só de Mim, o teu socorro”(Os 13:9; ver GC, 36, 37; ver com. [CBASD] de 2Cr 22:8). CBASD, vol. 4, p. 681, 682.
11 Não se desvie mais. Um raio de esperança na noite escura da apostasia: o povo de Deus andaria uma vez mais na verdade. Aqui pode ser discernido o objetivo da disciplina: que Israel fosse ao verdadeiro arrependimento, fosse reunido e recebesse de volta seus antigos privilégios. CBASD, vol. 4, p. 682.
13 Quando uma terra pecar … estenderei a mão contra ela. Este comunicado parece ser dirigido contra uma crença corrente entre o povo de que Jerusalém seria poupada por amor aos justos que estivessem nela, como poderia ter ocorrido som Sodoma e Gomorra. CBASD, vol. 4, p. 682.
14 Noé, Daniel e Jó. Esses homens foram exemplos de uma vida verdadeiramente justa. Foram íntegros em sua geração (ver Gn 6:9; Jó 1:1; Dn 1:8; 6:22). … É significativo que esses três homens foram instrumentos para salvar outros. Por amor a Noé, toda a sua família foi poupada (Gn 6:18). Por meio de Daniel, seus companheiros foram salvos (Dn 2:18). Jó evitou a punição de seus amigos por meio de intercessão (Jó 42:7, 8). Embora pudessem salvar alguns, eles foram impotentes para salvar a geração na qual viviam. CBASD, vol. 4, p. 682.
Mais uma vez estamos percebendo a doutrina da responsabilidade pessoal do indivíduo perante Deus. Nenhum lugar, nenhum rito, nenhuma organização, nem mesmo pessoa alguma pode substituir a relação pessoal do indivíduo com Deus. Bíblia Shedd.
21 Quatro maus juízos. A presença de homens justos não poderia evitar um só desses quatro juízos mencionados; quanto menos poderiam fazê-lo em vista de que os quatro cairiam sobre Jerusalém. CBASD, vol. 4, p. 682.
22 Ficareis consolados. Quando os que estavam no exílio observassem o comportamento e os atos dos recém-chegados, saberiam que Deus não havia feito o que fez em Jerusalém sem motivo. Por outro lado, a mudança de atitude por parte de alguns dos que escaparam, evidenciando seu arrependimento (ver v. 11), ajudaria os cativos a verem que o objetivo dos juízos de Deus tinha sido a disciplina e não a vingança. CBASD, vol. 4, p. 682, 683.
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“Filho do homem, estes homens levantaram os seus ídolos dentro do seu coração, tropeço para a iniquidade que sempre têm eles diante de si; acaso, permitirei que eles Me interroguem?” (v.3).
Catástrofes, fenômenos misteriosos, doenças físicas e emocionais, violência exacerbada, têm composto o cenário mundial de uns anos para cá com uma intensidade assustadoramente crescente. A natureza geme e as pessoas clamam por alívio. Ao mesmo tempo, a ciência expande seus horizontes e oferece a uma sociedade doente e aflita o que diz ser uma solução. Às vésperas do lançamento mundial de uma tecnologia jamais vista, 2021 foi despertado com o maior massacre de civis no Níger; na Itália, as ruas de Roma amanheceram repletas de pássaros mortos “misteriosamente”; a Europa sofre com o mau tempo e com deslizamentos pelo acúmulo de neve; no Brasil, Manaus atinge recorde no número de internação por Covid e de covas abertas em plena véspera de Ano Novo; no mundo, é estimado que 2021 seja o ano da fome, com mais de 230 milhões de pessoas em condições de extrema pobreza.
O capítulo de hoje é praticamente um grito de Deus à humanidade. Sofrendo os reveses do exílio, os “anciãos de Israel” (v.1) procuraram o profeta de Deus em busca de respostas. Contudo, não visavam ouvir a voz de Deus, mas acalentar seus corações corruptos com o que desejavam ouvir. Mas Aquele que sonda os corações conhecia muito bem o seu conteúdo. Seus ídolos ocupavam o lugar que devia pertencer somente ao Senhor. Seu tempo era preenchido com tudo o que alimentasse a sua idolatria, menos com Deus. E sua alegria era ouvir profecias e palavras falsas, “segundo a multidão dos seus ídolos” (v.4), que os fizessem permanecer em sua condição de comodidade e apostasia. Sua infidelidade não podia ser questionada, mas ousavam interrogar ao Senhor por causa de seus sofrimentos.
Meus amados irmãos, o que está acontecendo conosco, hoje? Como ousamos interrogar ao Senhor acerca do que tem acontecido ou afirmar que os sofrimentos acontecem pela vontade de Deus? Somos teimosos e demasiado lentos para confiar em Deus e obedecer ao que Ele nos deixou escrito por intermédio de Seus profetas. “Crede no Senhor, vosso Deus, e estareis seguros; crede em Seus profetas, e prosperareis” (2Cr.20:20). A verdade é que o que pregamos, nós mesmos somos tardios em confiar. Desde o início da pandemia, há uma longa discussão acerca de ir morar no campo ou não, por exemplo, lançando sombras e dúvidas na palavra profética. A serva de Deus é muito clara: você tem uma família, principalmente com filhos pequenos, o plano divino é a vida no campo. Você tem condições de tomar tal decisão, por questões espirituais, a fim de moldar o caráter, então vá. Mas tudo deve ser feito com ordem, decência e oração. Simples assim. É uma vida que requer mais esforços e renúncias? Sim. Mas também foi o plano divino para nos proteger e a nossos filhos das influências deste século e nos preparar para a crise final que há de vir. (No final do texto e da descrição do vídeo no YouTube, deixo para vocês o link de uma mensagem muito coerente com o pastor Josanan Alves sobre o assunto).
Os sinais que têm acontecido no mundo natural e no mundo social, apesar de catastróficos e assustadores, não chegam nem perto dos sinais que definirão “o que serve a Deus e o que não O serve” (Ml.3:18): “Nesse tempo, muitos hão de se escandalizar, trair e odiar uns aos outros; levantar-se-ão muitos falsos profetas e enganarão a muitos. E, por se multiplicar a iniquidade, o amor se esfriará de quase todos. Aquele, porém, que perseverar até o fim, esse será salvo” (Mt.24:10-13). Noé, Daniel e Jó foram usados como exemplo pelo próprio Deus quando o assunto é fidelidade e perseverança. Foi fácil para Noé passar 120 anos ouvindo de todos que ele estava louco? Mas ele confiou no Senhor e empregou tudo o que tinha na construção da arca e salvação de sua casa. Foi fácil para Daniel contrariar as ordens do monarca mais cruel de sua época? Mas ele decidiu firmemente ser fiel a Deus. Foi fácil para Jó suportar tanta dor e sofrimento? Mas ele permaneceu com sua fé inabalável em seu Redentor. Mesmo com as recompensas que aqui receberam, nenhum dos três olhava ou almejava as coisas corruptíveis, mas seus corações desfaleciam de saudades de Deus e da pátria superior.
Salve a sua vida e a sua casa! Precisamos nos mover antes que seja tarde! Jesus pode voltar daqui a 10, 30 ou 50 anos. Não sabemos o dia em que Ele virá. Mas também não sabemos se estaremos vivos amanhã e, para os pais que ainda possuem filhos pequenos, nossos filhos não estarão congelados na infância até lá. Por isso, o Senhor nos apela, agora: “Convertei-vos, e apartai-vos dos vossos ídolos, e dai as costas a todas as vossas abominações” (v.6). Por favor, consideremos essas palavras com temor e oração! Está chegando o tempo em que, por mais que os pais sejam justos e verdadeiros adoradores diante de Deus, a Terra estará tão corrompida, que “não salvariam nem a seu filho nem a sua filha; pela sua justiça salvariam apenas a sua própria vida” (v.20). Ainda existe esperança! Pois “eis que alguns restarão nela, que levarão fora tanto filhos como filhas” (v.22). E saberemos “que não foi sem motivo tudo quanto” o Senhor fez na Terra, “diz o Senhor Deus” (v.23). É tempo de vivermos pela fé. E quando o Senhor declarar: “quando vier o Filho do Homem, achará, porventura, fé na Terra?” (Lc.18:8), que sejamos o Seu consolo, “o fruto do penoso trabalho de Sua alma” (Is.53:11). Vigiemos e oremos!
Bom dia, justos do Senhor!
Rosana Garcia Barros
Link do vídeo “Há tempo profético para sair das cidades?”: https://youtu.be/wd4ve8uOpT8
#PrimeiroDeus #Ezequiel14 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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EZEQUIEL 14 – Ídolos não são apenas pessoas ou objetos visíveis; quaisquer coisas ou pessoas que venerarmos tornam-se ídolos, até mesmo pessoas ou coisas invisíveis.
Ezequiel 14 oferece-nos dois pontos principais:
1. Ídolos do coração, invisíveis, porém reais (vs. 1-11):
• Ninguém consegue esconder-se de Deus, ou ocultar o que escondemos no coração: Amor por riquezas/jogos/novelas/seriados/filmes/fama/vícios/trabalho/etc.
• Nenhuma posição, por mais elevada, impedirá Deus de avaliar nosso coração.
• Nem o mais alto posto espiritual isenta Deus de observar ídolos secretos guardados em nosso íntimo.
• Os ídolos do coração…
…são obstáculos à verdadeira adoração;
…interferem na comunhão com Deus;
…interceptam a prática do serviço fiel a Deus.
• Deus…
…utiliza profetas para confrontar líderes espirituais que abrigam ídolos invisíveis.
…não pode conviver em corações entupidos com ídolos inúteis.
…quer restaurar pessoas que desgraçaram sua espiritualidade e consequentemente vivem as desgraças resultantes do adultério espiritual.
2. Juízo, salvação e esperança – a real intenção de Deus no julgamento (vs. 12-23):
• Rebeldia e rebelião em relação a Deus obstaculizam a possibilidade de salvação.
• Quem rejeita a mão estendida de Deus, em vez de salvação colherá tribulação.
• Esquecer-se do Criador fará o pecador buscar segurança material, ignorando o valor da busca pelas delícias espirituais.
• As terríveis consequências resultantes do pecado não destruirão ao remanescente fiel, independente da situação.
• Três exemplos de remanescente fiel devem despertar aos crentes infiéis:
…Noé, justo numa geração injusta, brilhava na sociedade de trevas antediluvianas;
…Daniel, fiel numa geração infiel, contemporâneo dos ouvintes de Ezequiel.
…Jó, sábio e rico, piedoso numa sociedade deprimente, exploradora e decadente.
• A salvação é individual, não é por procuração. Os fieis permanecem firmes ainda que caiam os céus; não terão por destino a condenação.
O juízo divino limita o pecado, e visa revelar quem é fiel e consagrado. A salvação é pessoal, individual. Entretanto, Deus almeja salvar multidões, povos e nações; por isso, apresenta-nos tais revelações.
Remanescente não é quem pertence ao grupo dos fieis, mas quem verdadeiramente é fiel. Estar entre o povo de Deus não é garantia de salvação, é preciso ter sua própria comunhão com Cristo, eliminar ídolos do coração, e perseverar na revelação da prática da verdadeira religião.
“Cada um é responsável por si diante de Deus” (Bíblia Andrews).
Portanto, afaste-se de tudo aquilo que te afasta de Deus! Reaviva-te! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO EZEQUIEL 13 – Primeiro leia a Bíblia
EZEQUIEL 13 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
EZEQUIEL 13 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/ez/13
Os falsos profetas vêm com atrativos glamurosos, como faixas mágicas e véus para a cabeça, para fazer os outros acreditarem em suas mentiras. Eles esperam como leões devoradores e caçam a quem enganar. Deus diz que Ele os apartará, eles não continuarão seus enganos, e Ele libertará Seu povo que estava preso por eles. Os malfeitores e falsos mestres não serão tolerados, mas punidos por enganar o povo de Deus. Os falsos profetas não terão cidadania no reino de Deus.
Esta condição em Israel nos alerta sobre os últimos dias, quando o Israel moderno vive na terra do cativeiro de Satanás. Deus nos enviou mensagens de advertência para os últimos dias por meio de Seu profeta, mas o inimigo traz falsos profetas e mestres que ensinam mensagens que podem enganar o povo de Deus, mesmo os próprios eleitos. Essa mensagem também nos alerta que, quando esses falsos profetas aparecem e apresentam a mensagem de formas atraentes, apenas aqueles que amam a Deus e a verdade serão capazes de resistir aos enganos.
Felizmente, a mensagem de Deus no capítulo 13 termina com a garantia de que Ele livrará Seu povo das mãos dos falsos profetas.
Roy Jemison Injety
Spicer College, Índia
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1061
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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1 A palavra do SENHOR. Esta profecia se compara à de Jeremias 23 contra os falsos profetas que estavam em Jerusalém e ao seu redor. Alguns pensam que Ezequiel esteja se referindo aos falsos profetas que estavam entre os cativos (ver Ez 13:9). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 676.
2 Profetas de Israel. O fato de Ezequiel se referir aos falsos mestres desta forma sugere que eles contavam com a simpatia e a aceitação do povo. O espírito da época aprovava esses falsos mestres. Eles estavam tão mergulhados no autoengano, a ponto de acreditar que o que diziam era de fato verdade (ver 2Ts 2:11). Esses supostos mensageiros divinos, no entanto, foram instruídos a ouvir “a palavra do SENHOR”. CBASD, vol. 4, p. 676.
3 Loucos. Do heb. nabal, que indica não apenas uma falha intelectual, mas também falta de valor moral. CBASD, vol. 4, p. 676.
4 Como raposas. As raposas são astuciosas e ardilosas (Lc 13:32), devastam os vinhedos (Ct 2:15) e habitam em ruínas (Lm 5:18). Os falsos profetas eram astuciosos e maliciosos, bem como destruidores da vinha de Deus. CBASD, vol. 4, p. 676.
5 Muros. Os falsos profetas não fizeram nada para advertir ou instruir, a fim de ajudar a nação em crise. Estavam entregando o povo nas mãos dos inimigos, em vez de ajudá-lo (ver Is 1:5, PJ, 287). CBASD, vol. 4, p. 677.
6 Visões. Do heb. chazah, palavra frequentemente usada com referência a pronunciamentos divinos (Is 1:1; 2:1; etc.). CBASD, vol. 4, p. 677.
O SENHOR disse. Esses supostos profetas têm correspondentes em muitos pregadores modernos que propõem falsas doutrinas que eles afirmam, apaixonadamente, ter respaldo no “Assim diz o Senhor”. Não importa quão fervorosamente uma doutrina seja proposta ou quão impressivos sejam os títulos de seus proponentes, ela não deve encontrar aceitação por parte do crente a menos que tenha sido de fato proferida pelo Senhor. Por mais plausíveis que possam parecer as teorias humanas, não deve ser esquecido que lhes falta a autoridade divina. CBASD, vol. 4, p. 677.
Esperam o cumprimento. Eles esperam provar serem dignos de confiança por meio do cumprimento do evento predito. Talvez esperassem que Deus fosse honrar a missão que haviam designado para si mesmos, fazendo com que seus pronunciamentos presunçosos se materializassem. CBASD, vol. 4, p. 677.
9 Não … conselho … registros … terra. São mencionadas aqui três calamidades a sobrevir a esses profetas enganadores. CBASD, vol. 4, p. 677.
Conselho. Do heb. sod, assembleia secreta ou conselho privado. CBASD, vol. 4, p. 677.
Nos registros. Não fariam parte dos registros da nação israelita que seria formada pelo remanescente fiel. Em Esdras 2:62, encontra-se o exemplo de um registro usado por ocasião do retorno do cativeiro. CBASD, vol. 4, p. 677.
10 Paz. Ver Jr 6:14; 23:17; Mq 3:5; Zc 10:2. Os falsos profetas embalavam os homens num falso senso de segurança e, assim, lhes anestesiavam a consciência. Os verdadeiros mensageiros de Deus, por outro lado, não lisonjeiam o pecador. A mensagem deles não é de paz para embalar os não santificados numa segurança fatal. Sua missão é despertar a consciência do malfeitor até que a alma declame, em angústia: “Que devo fazer para que seja salvo?”(At 16:30; ver com. de Jr 6:14). CBASD, vol. 4, p. 677.
Parede. Do heb. chayits… Parece representar uma parede divisória e, portanto, uma estrutura sem firmeza. CBASD, vol. 4, p. 677.
Caiam. Do heb. tafel. … A ilustração é a seguinte: Alguém construiu uma parede divisória frágil. Os falsos profetas a caiaram e, assim, melhoraram sua aparência, mas não aumentaram em nada a resistência. Os governantes e o povo elaboraram vários planos, como uma aliança com o Egito (ver Jr 37:5, 7), e os que se autointitulavam profetas valorizavam esses planos por meio de sua influência e capacidade de persuasão.
Há um notável paralelo no mundo religioso atual. Muitas doutrinas falsas, que não têm apoio de Deus, foram introduzidas na fé cristã. Estão enraizadas na tradição e, por trás da tradição, pode-se verificar que sua origem remonta a conceitos e práticas pagãs. Em vez de abandonar toda crença que não esteja fundamentada nas Escrituras, as pessoas empregam enormes quantidades de energia para caiar esses frágeis conceitos a fim de torná-los plausíveis. Um exemplo notável é o esforço para encontrar evidências bíblicas relativas à guarda do domingo. A maioria dos cristãos guarda um dia cuja observância não é ordenada na Bíblia. Raciocinam que tal observância deve ser correta, uma vez que a igreja cristã a tem seguido há séculos. Passam por alto as claras evidências que apontam para o sétimo dia da semana como o verdadeiro dia de repouso, e torcem outras passagens para respaldar o primeiro dia da semana. O resultado de tudo isso será como o que sobreveio aos que construíram e caiaram a parede de Ezequiel (Ez 13:12-16). CBASD, vol. 4, p. 677, 678.
11 Pedras de saraivada. Ver Sl 11:6; 18:13, 14; Ez 38:22. Sem dúvida, a referência aqui é primariamente à invasão babilônica, à qual os judeus seriam incapazes de resistir, apesar de todos os preparativos de que se gabavam (ver com. de Ez 13:12). CBASD, vol. 4, p. 678.
12 Parede. Do heb. qir, uma parede externa, não uma hayits (ver com. do v. 10). A razão para o desastre foi, sem dúvida, o fato de que a estrutura defeituosa era demasiado fraca para servir como parede externa. A terrível desilusão dos caiadores e dos que confiaram em suas ciladas encontra um correspondente na súbita conscientização daqueles que, no final dos tempos, terão colocado toda a confiança no grande reavivamento religioso falso montado por Satanás, e depois verão esse sistema se desintegrar sob os terríveis juízos das sete últimas pragas. Como uma das últimas cenas no grande drama dos séculos, o próprio Satanás pretenderá ser divino e se apresentará ao mundo todo como sendo Deus (ver T6, 14; T8, 27, 28; T9, 16; TM, 62, 364, 365; GC, 624). Os milagres serão o grande agente utilizado para enganar (Ap 13:13, 14; 16:13, 14). Como resultado desses enganos, todos, exceto um remanescente fiel, serão arrebatados para as fileiras do inimigo (Ap 13:8) e se unirão a Satanás em sua batalha contra Deus (TM, 465). Apenas um pequeno remanescente permanecerá fiel a Deus (Ap 14:12). Quando os juízos caírem e as multidões perceberem que aquele considerado como Deus é impotente para deter a poderosa mão divina, repentinamente perceberão que foram enganadas. Voltam-se, então, com ira, contra a falsa organização criada pelos enganos de Satanás e a destroem completamente (Ap 17:16, 17; GC, 656). Então, novamente, poderá ser dito: “A parede já não existe, nem aqueles que a caiaram” (Ez 13:15). CBASD, vol. 4, p. 678.
18 Ai das que. Embora o significado geral dos v. 18 e a9 pareça claro, há incerteza quanto aos detalhes. Ezequiel viu o que descreve aqui; ninguém mais viu. Ele usou palavras suficientemente conhecias naquela época, mas, uma vez que muitas delas não ocorrem em nenhuma parte do AT, seu significado não é totalmente claro. CBASD, vol. 4, p. 678.
Invólucros feiticeiros. Do heb. kesathoth … “faixas” ou “amuletos”. CBASD, vol. 4, p. 678.
Articulações. Do heb. ‘atsilim. A frase diz, literalmente, “articulações de minha mão”. CBASD, vol. 4, p. 678.
Véus. Do heb. mispachoth, palavra que, no AT, ocorre apenas aqui e que deve indicar algum tipo de véu ou cobertura para a cabeça. Aparentemente os véus não eram usados pelas profetizas em si, mas por aqueles que as consultavam. CBASD, vol. 4, p. 679.
Almas. Do heb. nefashoth (singular, nefesh), aqui, simplesmente, “pessoas”(ver com. [CBASD] de Sl 16:10). O significado parece ser que essas falsas profetisas defraudavam os que recorriam a elas. CBASD, vol. 4, p. 679.
Preservar outras para vós mesmas. A frase pode ser traduzida da seguinte forma: “Desejareis matar as almas do Meu povo e preservar com vida a vossa alma?” (ver NVI). O significado pode ser que, em seu interesse próprio, as profetizas viviam à custa da credulidade de suas vítimas. CBASD, vol. 4, p. 679.
19 Punhados de cevada. Alguns entendem que se referira ao antigo costume de levar presentes para um profeta, ao consultá-lo (1Sm 9:7, 8; 1Rs 14:3). Em vista de a cevada ser um grão inferior, e de que “punhados” exprime pequena quantidade, estas palavras poderiam indicar o lucro ínfimo pelo qual as falsas profetisas estavam dispostas a perverter a verdade e levar o povo à ruína. Outros veem aqui uma referência ao antigo costume de se adivinhar usando grãos de cevada e migalhas de pão. CBASD, vol. 4, p. 679.
Escuta mentiras. As palavras podem indicar uma propensão para ouvir mentiras agradáveis. Jeremias descreve tal condição: “Os profetas profetizam falsamente, e os sacerdotes dominam de mãos dadas com eles; e é o que deseja o Meu povo”(Jr 5:31). CBASD, vol. 4, p. 679.
20 Como aves. Do heb. parach, cujo significado é incerto. O sentido geral do versículo é claro. As vítimas seriam livradas da armadilha daqueles que haviam tentado escravizá-las. Deus não permitirá que uma pessoa de coração sincero seja enganada. CBASD, vol. 4, p. 679.
22 Visto que com falsidade. As profetizas criaram falsas impressões de Deus na mente dos justos e dos ímpios, desanimando os primeiros de se esforçar para agir corretamente e confirmando os últimos em seus maus caminhos. CBASD, vol. 4, p. 679.
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“Assim diz o Senhor Deus: Ai dos profetas loucos, que seguem o seu próprio espírito sem nada ter visto!” (v.3).
O dom de profecia tem sido dado por Deus ao homem desde que o pecado o separou de Seu Criador. Mesmo não sendo chamado de profeta, o livro de Judas revela Enoque como sendo o primeiro a profetizar: “Quanto a estes foi que também profetizou Enoque, o sétimo depois de Adão, dizendo: Eis que veio o Senhor entre Suas santas miríades, para exercer juízo contra todos e para fazer convictos todos os ímpios, acerca de todas as obras ímpias que impiamente praticaram e acerca de todas as palavras insolentes que ímpios pecadores proferiram contra Ele” (Jd.14-15). Vocês entendem que desde as primeiras gerações foi revelado ao mundo, através da profecia, que Jesus há de vir para exercer um juízo final e definitivo?
Os pseudo profetas de Israel não declaravam o “assim diz o Senhor”, mas exprimiam o que lhes vinha do coração (v.2). Fazendo um apanhado bíblico acerca do que provém do coração humano, encontramos a seguinte realidade: “Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e desesperadamente corrupto” (Jr.17:9). “Porque do coração procedem maus desígnios, homicídios, adultérios, prostituição, furtos, falsos testemunhos, blasfêmias” (Mt.15:19). Analisando este lixo, percebemos que o Senhor foi bem misericordioso ao chamar as profecias daqueles homens e mulheres apenas de “visões mentirosas” (v.8) e “visões falsas” (v.9).
Não estamos diante de um livro qualquer. Você não acabou de examinar páginas de um periódico semanal, mas do “que sai da boca de Deus” (Mt.4:4) e que tem validade eterna (Is.40:8). Profetizar e afirmar que “o Senhor disse” (v.6) quando Ele não disse, é mergulhar de cabeça para a morte. A divulgação de mentiras em troca de popularidade e de ganhos pessoais têm levado multidões a acreditar em um dos maiores enganos de todos os tempos: “Paz, quando não há paz” (v.10).
Acesse os principais sites de notícias mundiais e você verá que eu não estou profetizando, mas afirmando o que está escrito: “Nesse tempo, muitos hão de se escandalizar, trair e odiar uns aos outros” (Mt.24:10). A humanidade está destruindo a Terra e uns aos outros. O direito à vida já deixou de ser um direito e transformou-se em uma luta pela sobrevivência. Querem saber a verdade? Eis a verdade: “Quando andarem dizendo: Paz e segurança, eis que lhes sobrevirá repentina destruição, como vêm as dores de parto à que está para dar à luz; e de nenhum modo escaparão” (1Ts.5:3). As dores estão aumentando. “Haverá chuva de inundar” (v.11). Deus está para derramar a Sua tempestade de juízos sobre a Terra. E eu ouso afirmar que o mundo já está sofrendo as primeiras gotas. E a quem você está dando ouvidos? À Palavra de Deus ou às teorias humanas? Quer saber se um profeta é verdadeiro? Prove-o segundo a Palavra de Deus: “À lei e ao testemunho! Se eles não falarem desta maneira, jamais verão a alva” (Is.8:20).
As chamadas “filhas do teu povo” (v.17) também estavam profetizando, ou melhor, praticando a feitiçaria, usando o nome de Deus para fins egoístas. O dom profético não é um dom exclusivo para os homens, já que a Bíblia mesmo faz menção de mulheres que foram usadas por Deus com este propósito, como: Miriã (Êx.15:20), Débora (Jz.4:4), Hulda (2Rs.22:14), as quatro filhas de Filipe (At.21:9). Portanto, Deus pode chamar homens e mulheres para este ministério de acordo com a necessidade dos santos. Pois “não havendo profecia, o povo se corrompe” (Pv.29:18).
Em um momento de real necessidade, o Senhor concedeu o dom profético a uma mulher que, humanamente desprovida de qualquer capacidade, foi erguida de forma sobrenatural para que as verdades que haviam sido lançadas por terra (Dn.8:12) pudessem novamente ser reveladas ao mundo. Sim, eu estou falando de Ellen G. White. Uma pessoa comum como você e eu, mas que escolheu morrer para o eu e viver para a glória de Deus. Ela não foi escolhida por ser especial, mas tornou-se especial por se deixar ser escolhida. Ao fazer menção de sua pessoa aqui não estou levantando a bandeira de uma denominação, mas a bandeira da Palavra de Deus. Pois não há como ler seus escritos (com profunda humildade) e não ser levado a amar a Bíblia.
Do mesmo modo com que a destruição virá aos mentirosos, virá também aos que rejeitaram a verdade. Os escritos da irmã White não provocam divisões, mas são para a edificação da igreja (1Co.14:4), para subir “às brechas” e fazer “muros para a casa” do Israel espiritual de Deus, “para que ela permaneça firme no Dia do Senhor” (v.5). Foi com este objetivo que Deus a chamou e usou. As classes que têm se levantado a provocar divisões no corpo de Cristo têm cometido uma abominação diante de Deus. Querem saber se os escritos de Ellen White procedem de Deus? Então, provai “se procedem de Deus, porque muitos falsos profetas têm saído pelo mundo fora” (1Jo.4:1).
“Põe-te contra” (v. 17) o falso profeta, amado, mas cuidado, muito cuidado para não dar as costas ao verdadeiro! Deus já está realizando a obra de soltar “livres como aves as almas” (v.20) que foram presas por falsos ensinos. Elas farão parte do remanescente de Deus, “os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus” (Ap. 12:17). E “o testemunho de Jesus é o espírito de profecia” (Ap.19:10). Quer continuar cego e surdo? Deus respeita a sua decisão. Mas quer ser liberto desta condição? Então, leia a Bíblia e o que o Senhor inspirou a Sua serva a escrever, e você descobrirá que foi mais uma forma que Ele encontrou de nos dizer: “Prepara-te, pois Eu logo voltarei!” Vigiemos e oremos!
Bom dia, remanescentes de Cristo!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Ezequiel13 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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EZEQUIEL 13 – A intolerância divina à interpretação espúria de Suas palavras deve nos fazer refletir na veracidade e importância delas para nossa vida quando bem interpretadas.
No final do capítulo anterior Deus corrigiu a incredulidade e a indevida interpretação dos ouvintes das profecias de Ezequiel. Agora, o profeta pronuncia condenação aos falsos profetas e profetizas que intentaram formar a opinião do povo para desacreditar a Palavra de Deus.
• Deus condena profetas que se autodenominam Seus mensageiros, que se creem inspirados, mas não são. O que são, então? São charlatães egoístas espiritualmente, analfabetos quanto à teologia, e pobres na religião verdadeiramente bíblica (v. 1).
• Deus não enviou profetas que falam mensagens do próprio coração. As palavras do verdadeiro profeta são proferidas pelo Espírito Santo através do personagem, seja este homem ou mulher, independente da época e lugar (vs. 1-3).
• Deus não apoia profetas que premiam ao pecador e dizem que está tudo bem quando a moral decai, e é só crer em Deus que tudo dará certo. Quem se levanta e não denuncia pecados do povo, que ignora o juízo apresentado por Deus contra o pecado, é falso profeta e não acrescenta vida espiritual nem moral em seus ouvintes. O que eles fazem? Alimentam falsas esperanças e fortalecem as pessoas no apego ao pecado, à imoralidade e à perversidade religiosa (vs. 4-10).
• Deus julga os falsos profetas. Estes serão condenados e sofrerão terríveis consequências por deturparem e minarem o poder das palavras dos verdadeiros mensageiros de Deus (vs. 13-16).
• Deus revela o problema na vida dos falsos profetas. Além de autoproclamarem profetas, eles usam práticas duvidosas para fortalecer as falsas promessas por eles proferidas. Exploram ao povo intentando obter recompensas materiais. Falam para agradar visando serem benquistos em busca de autoridade e fama (vs. 17-19).
• Deus é intolerante com falsos profetas porque estes humilham aos justos e exaltam aos ímpios, incentivam a prática do pecado que levou o povo à disciplina. Por tudo isso, Deus destruirá as práticas espiritualistas e a influência deles (vs. 20-23).
A ignorância espiritual faz o povo apreciar pregadores que Deus não tolera. Muitos estão embriagados com doutrinas de demônios (I Timóteo 4:1). Quanto mais estudarmos as Escrituras Sagradas será mais fácil rejeitar falsos mensageiros.
Não se deixe enganar, reaviva-te! – Heber Toth Armí.