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“Vós vos engrandecestes contra Mim com a vossa boca e multiplicastes as vossas palavras contra Mim; Eu o ouvi” (v.13).
Como primogênito de Isaque, Esaú tinha por direito a primazia das bênçãos terrenas e espirituais. Crescendo como um forte caçador e líder, seu futuro parecia promissor, de sorte que seu pai estava disposto a lhe conceder tudo o que sua posição lhe garantia. Ao contrário de seu irmão Jacó, dedicado à pacata vida doméstica, Esaú era dado à vida pública e seus interesses visavam a riqueza e o poder. No entanto, sua força física e suposta autoridade eram facilmente derrotadas quando confrontadas com a fraqueza de seu caráter. O que desejava e pensava ser seu por direito, a bênção de não apenas herdar as posses corruptíveis, mas um nome que faria parte da tríade dos patriarcas de Deus, trocou pela satisfação de seu apetite (Gn.25:27-34).
Semelhante à troca feita no Éden, Esaú trocou a bênção pela maldição, de sorte que sua vida revelou o cumprimento da profecia dada a Rebeca em sua atribulada gravidez gemelar: “Respondeu-lhe o Senhor: Duas nações há no teu ventre, dois povos, nascidos de ti, se dividirão: um povo será mais forte que o outro, e o mais velho servirá ao mais moço” (Gn.25:23). Não era necessário que Rebeca usasse de mentiras para que fossem cumpridas as palavras do Senhor e sua astúcia custou caro para Jacó, que teve de enfrentar um caminho sobremodo difícil. Nem tampouco Isaque agiu com sabedoria intentando conceder ao mais velho o que Deus reservara “ao mais moço”. Mas ainda que o homem faça planos, mesmo que sejam com a intenção de “ajudar” nos propósitos divinos, Deus, em Sua infinita misericórdia, usa até mesmo as frustrações e sofrimentos a fim de nos levar para mais perto dEle.
Não era propósito do Senhor que Esaú fosse o pai de uma nação inimiga de Seu povo. A profecia dada a Rebeca não era um futuro predestinado, mas a revelação de um Deus onisciente. Se Esaú tivesse se humilhado perante o Senhor como fez Jacó, certamente sua descendência também seria herdeira das mesmas promessas. Seir, ou Edom, se refere à descendência de Esaú, que se tornou uma terrível inimiga e perseguidora da nação de Israel. Infelizmente, o emocionante reencontro dos irmãos há tantos anos separados (Gn.33:4), não destronou o orgulho do coração de Esaú, que continuou perseguindo, por suas próprias forças, a bênção que havia perdido.
A experiência de Esaú nos é apresentada como uma importante e urgente exortação, como está escrito: “Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor, atentando, diligentemente, por que ninguém seja faltoso, separando-se da graça de Deus; nem haja alguma raiz de amargura que, brotando, vos perturbe, e, por meio dela, muitos sejam contaminados; nem haja algum impuro ou profano, como foi Esaú, o qual, por um repasto, vendeu o seu direito de primogenitura. Pois sabeis também que, posteriormente, querendo herdar a bênção, foi rejeitado, pois não achou lugar de arrependimento, embora, com lágrimas, o tivesse buscado” (Hb.12:14-17).
O que para os homens é uma aparência promissora, para Deus pode ser a causa determinante do fracasso. Esaú se apegou a um direito nominal, enquanto rejeitou o seu dever de submissão ao governo divino. Vivemos hoje sob o constante desafio de não cair na mesma armadilha: “pois dizes: Estou rico e abastado e não preciso de coisa alguma, e nem sabes que tu és infeliz, sim, miserável, pobre, cego e nu” (Ap.3:17). Esaú reclamou as promessas de Deus como se fosse delas merecedor. Jacó lutou com Deus com o coração contrito e quebrantado reconhecendo o seu demérito. Oh, amados, quanto necessitamos daquela noite de santa luta! Quanto necessitamos do toque corretivo de Deus em nossa coxa! Para que mancos, possamos reconhecer a nossa total dependência de Deus e necessidade de mudança.
Sobre a nossa necessidade atual, há uma promessa a todos nós:
“A história de Jacó é também uma segurança de que Deus não lançará fora aqueles que, arrastados ao pecado, se voltam a Ele com verdadeiro arrependimento. Deus enviará Seus anjos para confortá-los no tempo de perigo. Os olhos do Senhor estão sobre Seu povo. As chamas da fornalha parecem prestes a consumi-los, mas o Refinador os apresentará como ouro provado no fogo” (Ellen G. White, “O Grande Conflito”, edição condensada, p.270). Clamemos pelo Espírito Santo e invoquemos o nome do Senhor, e Ele nos dará a herança de Jacó para sempre! Vigiemos e oremos!
Bom dia, herdeiros da promessa!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Ezequiel35 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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EZEQUIEL 35 – Ódio é uma arma apontada para quem odeia, não para o odiado. Precisamos tomar cuidado quanto a isso!
Medite:
1. Deus está atento a tudo. Ele age sabendo de cada detalhe, não por impulso ou por capricho. Ele não faz nada sem antes revelar aos Seus servos. Não somente o que fará, mas até mesmo as razões de Suas ações (vs. 1-5).
2. Edom era uma nação irmã de Israel. Ao ver a oportunidade de fazer o mal a Israel, quando foi à execução da disciplina provida por Deus, Edom exagerou e executou uma verdadeira chacina. Assim como um irmão que se alegra de outro ao vê-lo de castigo e zomba dele (v. 5).
3. A inimizade, o ódio e a raiva não agradam a Deus. Tais sentimentos entorpecem os que os abrigam no coração, obliteram a visão e deturpam a percepção da ética, da moral e da compaixão. O resultado de abrigar estes inimigos na alma é vergonha, desolação e destruição (vs. 6-7).
4. A lei do plantio se aplica na ética, na moral e na espiritualidade humana. Edom vai colher o que plantou. Considerando que a colheita é maior que a quantidade do plantio, os corpos dos assassinos edomitas serão ajuntados em montes de mortos (vs. 8-9).
5. Ignorar a Deus e tentar usurpar o que Lhe pertence significa planejar o impossível. É projetar a própria destruição. Apropriar-se da Terra Prometida a Israel após os judeus serem levados ao cativeiro, difamar o povo de Deus – sinônimo de atacar ao próprio Deus -, significa perder o respeito pelo Juiz do Universo; é a encarnação da rebeldia demoníaca. Deus não cruza os braços diante disso; Ele age para defender Seu rebanho (vs. 10-15).
O ódio de Esaú por Jacó se transmitiu a seus descendentes. Esaú vendeu sua primogenitura, depois ficou irado contra seu irmão (Gênesis 25:19-34) por desprezar o que lhe era por direito.
Vários profetas intentaram alertar edomitas para seu fim caso não mudassem de atitude (Isaías 34; 63:1-6; Jeremias 49:7-22; Ezequiel 25:12-14). Mas, infelizmente eles perseveraram em abrigar sentimentos negativos (Ezequiel 25:15; Amós 1:11-12; Obadias).
Inimizade, ódio e raiva…
• …não prejudicam o alvo desses sentimentos, mas o coração onde eles estão.
• …são autodestrutivos; o melhor é eliminar esses explosivos antes que eles nos destruam.
• …não traz benefício algum para ninguém, somente muitos malefícios.
Portanto, deixe Deus substituir os sentimentos negativos que matam pelo fruto do Espírito que vivifica (Gálatas 5:16-26).
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO EZEQUIEL 34 – Primeiro leia a Bíblia
EZEQUIEL 34 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
EZEQUIEL 33 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)
COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO (link externo)
COM. VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)
COM. VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)
COM. VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)
COM. VÍDEO PR MICHELSON BORGES (link externo)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/ez/34
Em meio às mensagens de julgamento contra as nações, Ezequiel tem uma mensagem para os líderes espirituais, descritos de maneira figurada como maus pastores de ovelhas, que utilizam sua lã e comem a sua carne, mas não providenciam pasto adequado para elas, não procuram as perdidas nem cuidam das doentes (v. 1-10).
Ao condenar o egoísmo dos líderes, Ezequiel adverte que o julgamento está chegando (v. 17), um julgamento que separará as ovelhas das cabras (ver Mt 25:31-46). No dia a dia é difícil saber quais pessoas agradam a Deus, é difícil saber quem são os justos e quem são os ímpios. No entanto, como Ezequiel 33 deixou bem claro, no juízo vindouro tudo será revelado.
O ideal do bom pastor presente no Novo Testamento, é primeiramente apresentado aqui em Ezequiel. O Bom Pastor estava a caminho: o próprio Deus irá cuidar das ovelhas doentes e desgarradas. Ele irá cuidar das pessoas e trazer paz e prosperidade a elas. O Messias virá e será o Bom Pastor sobre todo o povo.
Como pais, professores, pastores, Ezequiel 34 nos adverte da solene responsabilidade de sermos sub-pastores do rebanho do Bom Pastor. Assim como recebemos a graça de Deus, que possamos também concedê-la. Peçamos a capacidade de amar as ovelhas, do mesmo modo como elas são amadas pelo Supremo Pastor.
Ross Cole
Avondale College, Austrália
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1082
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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1325 palavras
Acusações aos pastores (líderes) egoístas e irresponsáveis e ao mau comportamento das ovelhas (povo); Deus julgará todos e promete colocar Seu Pastor para cuidar do rebanho. Bíblia de Estudo Andrews.
1 A palavra do SENHOR. Uma nova profecia na qual os pastores infiéis são censurados. Deus promete retirar desses pastores o Seu rebanho e colocar “Davi” em lugar deles como pastor (v. 23). A terra será restaurada à plena produtividade. A mensagem do capítulo é semelhante à de Jeremias 23:1 a 8. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 760.
2 Pastores. Do heb. ro’im … O termo é usado metaforicamente para designar os governantes ou líderes (ver 1Rs 22:17; Jr 2:8). CBASD, vol. 4, p. 760.
Os sacerdotes, profetas, anciãos e príncipes que, segundo 22.25-30, tinham negado seu dever de lealdade a Deus, oferecendo ao povo tradições, visões, leis e costumes que não partiam da palavra de Deus, mas sim da vontade humana. A queda de Jerusalém, tendo sido a prova evidente de que Ezequeil era o verdadeiro emissário de Deus, deu a este maior autoridade para debater o assunto acerca dos falsos profetas. Bíblia Shedd.
Apascentam a si mesmos. O pastor deve fazer aquilo que seu nome subentende. É provável que a acusação seja dirigida especificamente aos reis que governaram no último período de Judá. CBASD, vol. 4, p. 760.
3, 4 A acusação é dupla: os pastores usaram o rebanho para usufruírem de vantagens pessoais e faltaram nos seus deveres como pastores. As mesmas acusações têm sua aplicação na vida das igrejas quando os líderes buscam vantagens acima do bem-estar da congregação. Seriam traidores da sua sagrada vocação, culpados como falsos atalaias (33.6). Bíblia Shedd.
3 Gordura. Do heb. heleb. … Uma pontuação vocálica ligeiramente diferente daria a palavra halab, “leite”. Este é o termo que se encontra na tradução da LXX e da Vulgata (ver NVI e BJ). Qualquer dos dois significados se encaixa no contexto. Os governantes cobravam impostos exorbitantes. CBASD, vol. 4, p. 760.
4-6 Deus julgaria os líderes religiosos porque eles tinham sido apanhados em preocupação de si mesmos, negligenciando seu serviço aos outros. … Quando damos excessiva atenção a nossas próprias necessidades e ideias, pode ser que coloquemos Deus de lado e abandonemos aqueles que dependem de nós. Life Application Study Bible Kingsway.
4 A perdida. Ver Jr 50:6; cf. Mt 18:11-14; Lc 15. CBASD, vol. 4, p. 760.
5 Por não haver pastor. Os governantes são censurados pelo desastre que sobreviera a Israel. Seu mau exemplo havia feito com que o povo se afastasse do caminho da justiça. Isso não significa, é claro, que o povo estivesse livre de pecado. Ninguém pode ser forçado a transgredir; o consentimento da pessoa precisa ser obtido primeiramente. É por sua própria escolha que ela segue o mau exemplo de outros. CBASD, vol. 4, p. 760.
6 outeiros elevados. Possível alusão ao culto dos lugares altos. Bíblia de Jerusalém.
9, 10 Líderes verdadeiros focam em ajudar outros, não somente em prosperar. Life Application Study Bible Kingsway.
11-16 Deus promete assumir como pastor de Seu rebanho disperso. Quando nossos líderes falham, não devemos nos desesperar, mas lembrar que Deus está no controle e que promete voltar e cuidar de seu rebanho. Assim, sabemos que podemos recorrer a Deus em busca de ajuda. Ele ainda está no controle e pode transformar qualquer situação trágica para produzir o bem para Seu reino. Life Application Study Bible Kingsway.
11 Assim diz o SENHOR. As ricas promessas dos v. 12 a 31 descrevem as condições que poderiam ter prevalecido se Israel tivesse cumprido as condições de sua parte. As profecias foram parcialmente cumpridas na época do retorno do exílio. Mas, uma vez que os judeus deixaram de buscar uma verdadeira experiência espiritual, tanto durante o exílio como subsequentemente, o cumprimento da profecia foi restrito. Posteriormente, quando rejeitou o Messias, a nação rejeitou para sempre o direito de reivindicar as bênçãos prometidas. Estas promessas foram então transferidas para o novo Israel e devem se cumprir, em princípio, com este povo. … Em sua aplicação espiritual, esses versículos se cumprirão no novo céu e na nova terra, mas teriam encontrado cumprimento literal depois que os judeus voltassem do exílio babilônico, caso tivessem cumprido as condições que Deus estabeleceu. CBASD, vol. 4, p. 760, 761.
Eu mesmo procurarei. Deus mesmo, revelado na terra na pessoa de Cristo, tudo fez para buscar os pecadores perdidos, sendo ele o bom pastor (Jo 10.1-18; Lc 15.3-7). Bíblia Shedd.
14 Pastos bons. Se tivessem sido alcançadas as condições de arrependimento e reavivamento espiritual, o Senhor teria restaurado a Palestina à sua produtividade original, como uma “terra que mana leite e mel”(Êx 3:8, 17; Nm 13:27; etc.). CBASD, vol. 4, p. 761.
16 A gorda e a forte destruirei. A gordura era um sinal de prosperidade. a prosperidade, muitas vezes, leva ao esquecimento de Deus (Dt 32:15). Os pastores infiéis engordaram roubando o rebanho; alimentavam a si mesmos em vez de ao rebanho. CBASD, vol. 4, p. 761.
17 Ó ovelhas minhas. Antes da queda de Jerusalém, Deus manda Ezequiel falar “ao teu povo”, porque Deus não o reconhecia mais como povo particularmente Seu. Ao remanescente, por outro lado, os cativos na Babilônia, … Deus chama de rebanho Seu, explicando que ali no cativeiro estavam protegidos da desgraça final (Jr 24.5-7). Bíblia Shedd.
Entre ovelhas e ovelhas. Deus julgará entre os vários membros do rebanho. Nem todos vão partilhar da restauração; mas só os que se arrependerem e se voltarem para Deus, o pastor (ver Ez 34:20, 22; cf. Mt 25:31-46). CBASD, vol. 4, p. 761.
18 Pisar aos pés o resto. Os falsos pastores são acusados de esbanjamento e desperdício. Aquilo que não usavam, eles estragavam para que ninguém mais pudesse usar. CBASD, vol. 4, p. 761.
Pequenos grupos que almejavam poder para si mesmos e arruinaram a possibilidade de os restantes israelitas sobreviverem em paz, na cidade conquistada. No campo espiritual, pensa-se logo nos fariseus que, tendo em mãos as profecias sobre Jesus Cristo, não somente recusavam converter-se, mas pelas suas interpretações torcidas, não deixavam o povo atender à mensagem (Lc 11.52). Bíblia Shedd.
18-20 Um mau pastor não é apenas egoísta, mas destrutivo. Um ministro que turva as águas de outros levantando dúvidas desnecessárias, ensinando falsas ideias e agindo pecaminosamente, está destruindo a nutrição espiritual de seu rebanho. Life Application Study Bible Kingsway.
23-29 Suscitarei para elas um só pastor. Passagem de esperança messiânica; predição de um novo Pastor davídico que tomaria conta do povo de Deus, o apascentaria e governaria sobre ele como Príncipe. Este bom Pastor fará uma aliança de paz com seus filhos e lhes dará terra, segurança e muitas bênçãos. Bíblia de Estudo Andrews.
23 Um só pastor. Em contraste, sem dúvida, com os muitos governantes que reinaram antes, e também com referência aos dois reinos de Israel, que deviam ser novamente reunidos. CBASD, vol. 4, p. 761.
Meu servo Davi. Os comentaristas têm aplicado esta predição ao Messias (Jr 23:5, 6; Lc 1:32). … Jesus, vindo em carne e, mais tarde, vindo em glória, passou a ser o cumprimento desta predição. CBASD, vol. 4, p. 761.
Davi é que as apascentará. Compare v 15 que declara que o próprio Deus apascentará as Suas ovelhas. Jesus Cristo tem cuidado dos Seus na Sua qualidade de Filho do homem, tendo Sua plena humanidade da família real de Davi (Mt 1.6-16). Quando jesus assim faz, é o próprio Deus agindo (Hb 1.3). A plenitude das duas naturezas de Cristo se revela em Hb 5.7-10; a natureza divina é necessária para conceder a salvação eterna, e a humana é necessária para que haja solidariedade com a humanidade e compreensão das nossas fraquezas. Ele é a revelação que os homens entendem. Bíblia Shedd.
23-25 Paz, aqui, significa mais que ausência de conflito. É contentamento, plenitude e segurança. Life Application Study Bible Kingsway.
25 Acabarei com a s bestas-feras. Foi dada a Israel a oportunidade de assumir uma vez mais seu papel como centro do reino espiritual de Deus que devia abranger o mundo todo, e como tal lhe foram prometidas todas as vantagens temporais (ver Ez 34:14; 26-30). CBASD, vol. 4, p. 761.
30, 31 Expressões únicas de um relacionamento de aliança entre Deus e seu povo. Bíblia de Estudo Andrews.
30 Ovelhas do Meu pasto. Esta é a aplicação da figura. É uma grande demonstração de graça quando o Deus do Céu condescende em ter comunhão com pessoas que, como um rebanho, se extraviaram dEle. CBASD, vol. 4, p. 761.
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“Porque assim diz o Senhor Deus: Eis que Eu mesmo procurarei as Minhas ovelhas e as buscarei” (v.11).
Preocupados com o próprio bem-estar, os pastores de Israel receberam séria advertência quanto à sua infidelidade. Negligenciando o cuidado com as ovelhas de Deus, levaram Israel a dispersão e apostasia. A obra de apascentar requer o mesmo zelo que tinha Davi pelo rebanho de seu pai, a ponto de arriscar a própria vida enfrentando “as feras do campo” (v.5; 1Sm.17:34-35), coisa que os pastores não estavam dispostos a viver. Enquanto Davi salvava as ovelhinhas da boca das feras, Deus salvaria Suas ovelhas da boca dos pastores omissos (v.10).
A responsabilidade de um pastor é sobremodo grande e sagrada. É um privilégio dado a homens que demanda uma vida de íntima comunhão com Deus e dedicação altruísta. O sucesso deste ministério está em fixar os olhos no ministério maior. Jesus, aqui chamado de Davi (v.23), devido à Sua linhagem como Messias, buscou as ovelhas perdidas, trouxe de volta as desgarradas, ligou as quebradas e sarou as enfermas, deixando exemplo de bom Pastor que “dá a vida pelas ovelhas” (Jo.10:11). Mas também pregou com autoridade, corrigiu as rebeldes e reprovou as hipócritas. Ele não omitiu o dever de fazer diferença entre o bem e o mal.
Da mesma forma, Deus fez distinção entre “ovelhas gordas e ovelhas magras” (v.20). Além do ministério falido dos líderes de Israel, o povo se voltava uns contra os outros e injustiças eram cometidas. Perante o Senhor, as ovelhas do Seu rebanho não eram as mais fortes e robustas, mas “a perdida… a desgarrada… a quebrada… e a enferma” (v.16). Injustiçadas e feridas, receberam do grande Pastor a promessa de Seu cuidado e proteção: “Eu livrarei as Minhas ovelhas… e julgarei entre ovelhas e ovelhas” (v.22).
A obra de reunir as últimas ovelhas do Seu aprisco já está sendo realizada. E mediante a ação do Espírito Santo, Deus fará “descer a chuva a seu tempo, serão chuvas de bênçãos” (v.26). Munido das provisões celestiais, o remanescente do Senhor estará seguro ainda que no “vale da sombra da morte” (Sl.23:4). Como escreveu Ellen White: “Quando a tempestade da perseguição realmente irromper sobre nós, as verdadeiras ovelhas ouvirão a voz do verdadeiro Pastor. Serão envidados esforços abnegados para salvar os perdidos, e muitos que se afastaram do aprisco voltarão para seguir o grande Pastor” (CPB, Testemunhos para a Igreja, v.6, p.401). Então, “habitarão seguramente, e ninguém haverá que as espante” (v.28).
Eis a maior necessidade dos pastores e das ovelhas:
“A necessidade vital – a maior necessidade da igreja remanescente – não é a de mais membros, mais pregadores, mais dinheiro ou mais facilidades. A maior necessidade hoje em dia é a de homens e mulheres repletos do Espírito Santo”.
“Quem atenderá sem reservas ao veemente repto desta hora culminante da história terrestre?” (B. E. Wagner, Preparação para a Chuva Serôdia, CPB, p. 45). Olhemos para os acontecimentos proféticos atuais não como notícias sensacionalistas, mas como avisos do nosso bom Pastor de que logo estaremos em Casa. Vigiemos e oremos!
Bom dia, ovelhas do bom Pastor!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Ezequiel34 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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EZEQUIEL 34 – Infelizmente os membros da igreja de Deus não têm interesse na comunhão com Deus, no relacionamento intencional para revelar o amor de Deus, muito menos priorizam a missão, pois a satisfação deles está na acomodação.
No capítulo anterior, Ez 33, está claro que “desrespeito a leis alimentares, idolatria, assassinato (violência) e adultério são citados no mesmo nível, como graves ofensas morais contra Deus”. O livro de Ezequiel faz “uma síntese de práticas detestáveis (18:12, 13), que constituíam graves ofensas ao Senhor… a lista inclui idolatria (5:11; 7:20; 11:18, 21; 33:25), adultério (22:11; 33:26) e violência (8:17). Fora de Ezequiel, a lista abrange sacrifícios de filhos (Dt 12:31; 2Rs 16:3), comer alimentos imundos (Dt 14:3), abuso de poder (Pv 16:12), falsos pesos e medidas (Dt 25:13-15; Pv 11:1), salário de prostituição (Dt 23:18), orgulho no coração (Pv 16:5) e a oração de um transgressor da lei (Pv 28:9)” (Bíblia de estudo Andrews).
No capítulo em pauta, Deus julga aos pastores que encobrem as verdades reveladas em Sua Palavra. Os membros do povo de Deus que se perderem por práticas ofensivas não repreendidas serão responsabilidade dos líderes espirituais; portanto, eles também se perderão.
• Contudo, Deus não deixa ninguém na ignorância: Um Pastor divino viria alertar do perigo onde os pastores negligentes falharam.
Leia todo o capítulo atentamente, depois reflita nestes pontos:
• Apesar das ovelhas serem fracas, magras, doentes, gordas, saqueadas, desgarradas e, apesar dos pastores serem exploradores, fraudulentos e gananciosos, Deus não as abandona; Ele enviou Jesus para ser o Bom Pastor que cuida como ninguém de Suas ovelhas.
• Líderes políticos e religiosos que deveriam cuidar do povo de Deus, mas pelo seu egoísmo e ambição os explora, não devem ser a causa do desespero do rebanho – nada impede Deus de chamar as Suas ovelhas, nem delas ouvirem a Sua voz.
• O modelo de pastoreio divino deve ser o alvo de todo pastor que representa o Sumo Pastor para o rebanho de Deus aqui na Terra.
• O plano de Deus é reunir Seu povo e formar apenas um só rebanho (não várias denominações) e um só Pastor, Jesus Cristo (João 10:1-18; I Pedro 5:4).
Deus cuida de Suas ovelhinhas aqui na Terra. Nenhuma que ouvir Sua voz se perderá. Ele as guiará ao aprisco seguro. Até Seus pastores são cuidados como ovelhinhas! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO EZEQUIEL 33 – Primeiro leia a Bíblia
EZEQUIEL 33 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
EZEQUIEL 33 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)
COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO (link externo)
COM. VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)
COM. VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)
COM. VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)
COM. VÍDEO PR MICHELSON BORGES (link externo)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/ez/33
Deus nos fez vigias, guardiães das almas. Comissionados como atalaias espirituais, devemos impedir os ataques de nosso inimigo maligno e estar sempre atentos ao bem-estar de nossos protegidos.
Os vigias de Deus estão armados com a Espada do Espírito, empunhando Sua autoridade e poder para proteger corações e mentes das ameaças espirituais. As palavras certas, nos momentos certos, podem ajudar a vencer as batalhas que ferem os corações feridos.
Como vigias de Deus, devemos evitar todas as distrações que possam potencialmente prejudicar aqueles a quem protegemos. Um sábio vigilante não permite que nada o impeça dos deveres de proteção designados por Deus. Se suas escolhas de estilo de vida o cegam para as realidades espirituais do presente ou para a condição espiritual dos corações das pessoas, então você é um vigilante inadequado para a missão de Deus. É hora de se preparar!
Alertar os filhos de Deus sobre os perigos espirituais e psicológicos não é uma tarefa para agradar às pessoas ou para os fracos de coração. Requer a disposição de falar verdades duras, alertar sobre as consequências, ser gentil e voltado para a graça, mas com apaixonada urgência. É preciso ser capaz de amar e advertir.
Olhe ao seu redor. Quem está sob ataque, cedendo às artimanhas do diabo?
Você é o vigia de Deus. Soe o alarme!
Lori Engel
Capelã (atualmente com deficiências),
Eugene, Oregon, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1081
Texto da rodada anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2017/10/23/ezequiel-33-2/
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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1068 palavras
33:1 – 39:29 A partir deste ponto, o ministério de Ezequiel assume uma nova direção. Após o juízo [destruição de Jerusalém], vem a graça divina e a promessa de restauração do povo na era messiânica… O plano de Deus envolve, em primeiro lugar, cura e reconstrução de relacionamentos saudáveis, bem como a renovação de lugares e o derramamento de bênçõas. É uma mensagem de esperança, e Ezequiel desempenha um papel pastoral no consolo do povo do Senhor. Bíblia de Estudo Andrews.
1-11 atalaia. O papel de Ezequiel como atalaia é repetido e intensificado … Ele deveria conclamar o povo a se preparar para o retorno da presença e da glória de Deus. Esta seção é encerrada com um apelo duplo ao arrependimento. A restauração começa com o chamado divino para uma mudança de pensamento e também de atitudes, refletindo uma transformação interior. . Bíblia de Estudo Andrews.
1 A palavra do SENHOR. A profecia (v. 1-20) não é datada; mas, pelas circunstâncias relatadas nos v. 21 e 22, parece razoável supor que foi dada na noite anterior à chegada do mensageiro que levou a notícia da queda de Jerusalém. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 756, 757.
2 Fala aos filhos de teu povo. Inicia-se uma nova fase do ministério de Ezequiel, e seu encargo profético é renovado. CBASD, vol. 4, p. 757.
10 Como, pois, viveremos? O estado de espírito dos ouvintes de Ezequiel havia mudado. Antes, o profeta encontrara descrença e escárnio (Ez 12:22). O povo tentou desculpar sua transgressão afirmando que estava sendo punido, não por seus próprios pecados, mas pelos de seus pais (18:12). Diante do fato da destruição de Jerusalém, eles já não podiam contradizer as palavras do profeta. Em desespero, o que estavam dizendo, era: “Se tudo isso é punição por nossos pecados, que esperança há para nós?”. CBASD, vol. 4, p. 757.
11 Não tenho prazer. Ezequiel anima seus concidadãos com a certeza de que Deus não tem prazer na morte deles. O que ele deseja é que se arrependam e vivam (2Pe 3:9). Seu plano é que o castigo do cativeiro seja salutar e produza arrependimento. Ele adverte que nenhum ato anterior de justiça cobriria a transgressão presente (v. 12). Ao mesmo tempo, nenhuma iniquidade cometida no passado excluiria o pecador da graça presente. CBASD, vol. 4, p. 757.
12 A justiça do justo. Os v. 12 a 20 resumem brevemente o ensino do cap. 18 sobre o assunto da responsabilidade individual. CBASD, vol. 4, p. 757.
13 A justiça é um dom de Deus e deve ser aceita e praticada. O egocentrismo e a confiança orgulhosa levam à destruição. O Senhor nunca castiga inocentes. Bíblia de Estudo Andrews.
21 No ano duodécimo. Isto é, do cativeiro de Joaquim. … Se os anos de cativeiro forem computados pelo sistema não inclusivo … , o quinto dia do décimo mês pode ser datado de janeiro de 585 a.C., cerca de seis meses após a queda da cidade [Jerusalém], que ocorreu em julho de 586. CBASD, vol. 4, p. 757.
O primeiro fugitivo de Jerusalém anuncia a queda da cidade depois de sua chegada em 8 de janeiro de 585 a.C. Bíblia de Estudo Andrews.
22 Abrira-se-me a boca. Ver com. [CBASD] de Ez 24:27 [Ezequiel é informado de que, quando recebesse a notícia da queda da cidade (ver com. [CBASD] de Ez 33:21, 22), voltaria a falar (ver Ez 3:26, 27). CBASD, vol. 4, p. 757.
23 Então, veio a mim. Não são fornecidas as datas para as profecias que começam aqui e se estendem até o final do cap. 39. Os cap. 40 a 48 são datados de 12 anos após a queda de Jerusalém. É provável que as profecias pertencentes a esta série tenham sido apresentadas de tempos em tempos durante esse período de 12 anos. CBASD, vol. 4, p. 757.
24 Os moradores destes lugares desertos. Os pobres dentre o povo foram deixados na terra [de Judá] como vinheiros e lavradores, e a eles se uniram judeus que fugiram de países vizinhos (ver 2Rs 25:12, 22; Jr 52:16). Esta mensagem tem o objetivo de combater um ditado que era corrente entre esse grupo. CBASD, vol. 4, p. 757.
Abraão era um só. Estas palavras expressam as arrogantes declarações dos que haviam sido deixados na terra [de Judá] pelos babilônios. O que eles declaravam era que, se Abraão, sendo um só, recebeu a posse da terra, eles, sendo muitos, certamente poderiam reivindicá-la e tomar posse das propriedades dos que foram exilados. Em resposta, o profeta afirma que o fato de alguém ser descendente de Abraão não representava nenhuma vantagem, porque Deus estava interessado em qualificações de caráter; e o fato de eles serem muitos não tinha qualquer relevância para a questão.
Muitos confiam em sua ligação com uma organização religiosa, em vez de buscar a santidade de coração, que é unicamente o que capacita a permanecer em pé no ;ultimo dia. Depositam confiança em números e popularidade. Em última análise, a verdadeira religião é algo pessoal, e cada um precisa buscar a própria salvação com temor e tremor. A ligação com a igreja organizada é o resultado natural e esperado de uma genuína experiência pessoal, mas isso, em si mesmo, não constitui o fundamento da esperança de ninguém. CBASD, vol. 4, p. 757, 758.
25 Comeis a carne com o sangue. Ver Gn 9:4; cf. Lv 3:17; 6:26; 17:10-14; Dt 12:16. As pessoas deixadas na terra não mostravam qualquer disposição para se afastar dos pecados de seus pais. O povo vivia em aberta rebelião contra as ordens expressas de Deus (ver Jr 42-43). CBASD, vol. 4, p. 758.
26 Vós vos estribais sobre a vossa espada. Eles se apoiavam em seus atos de violência. Assassinatos eram comuns (ver Jr 49). CBASD, vol. 4, p. 758.
29 todas as abominações. Todas as coisas detestáveis; uma síntese de práticas inaceitáveis (18:12, 13), que constituíam graves ofensas ao Senhor. Em Ezequiel, a lista inclui idolatria (5:11; 7:20: 11:18, 21; 33:25), adultério (22:11; 33:26) e violência (8:17). Fora de Ezequiel, a lista abrande sacrifício de filhos (Dt 12:31; 2Rs 16:3), comer alimentos imundos (Dt 14:3), abuso de poder (Pv 16:12), falsos pesos e medidas (Dt 23:13-15; Pv 11:1), salário de prostituição (Dt 23:18), orgulho no coração (Pv 16:5) e a oração de um transgressor da lei (Pv 28:9). Bíblia de Estudo Andrews.
30 Os filhos. O profeta é advertido a não se deixar enganar pela deferência exterior do povo. CBASD, vol. 4, p. 758.
De ti. O profeta, provavelmente, nunca tivera tantos ouvintes, e que fossem aparentemente tão promissores. Ele é advertido quanto ao fato de essas pessoas serem meros ouvintes da palavra, e não praticantes (ver Mt 7:21-27; Tg 1:22-25). CBASD, vol. 4, p. 758.
31 Aqui está o motivo para o povo de Deus ter precisado passar pelo exílio: sua religião era falsa e superficial, não mudava o coração. Bíblia de Estudo Andrews.
32 Canções de amor. Literalmente, “canção de amores”ou “canção de enamorados”. Eles se reuniam como se fossem ouvir um concertista. CBASD, vol. 4, p. 758.