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“Eles vêm a ti, como o povo costuma vir, e se assentam diante de ti como Meu povo, e ouvem as tuas palavras, mas não as põem por obra; pois, com a boca, professam muito amor, mas o coração só ambiciona lucro” (v.31).
Amados, o texto de hoje exige cuidadosa reflexão e um profundo exame de coração. O chamado profético na vida de Ezequiel foi feito com palavras nada fáceis de se ouvir e, quem dirá, de se executar. O Senhor foi bem claro ao dizer ao profeta que se ele não falasse as Suas palavras, seria culpado não apenas pela desobediência, mas pela morte de todo aquele que deixasse de ouvi-las (Ez.3:18). Ainda atônito diante de seu comissionamento profético, Ezequiel foi levantado pelo Espírito Santo como atalaia de Israel. Ou seja, ele seria um porta-voz do Senhor para seu próprio povo e teria de adverti-lo quando este era “casa rebelde” (Ez.3:27).
A presunção e o orgulho são os maiores “vilões” na vida do povo de Deus. Ezequiel teve de enfrentar a hostilidade de Israel, que andava “confiando na sua justiça” (v.13). O pecado é como uma doença terminal. Ninguém fica curado de um câncer, por exemplo, porque tomou o medicamento necessário apenas um dia, ou porque o tomou esporadicamente. Mas é preciso seguir e respeitar o tratamento prescrito. Assim também acontece com relação ao pecado. Se não seguirmos as orientações deixadas por Deus em Sua Palavra, vigiando e orando, diariamente, e não as praticarmos como Ele deseja que as pratiquemos, os nossos atos de justiça de nada valerão. Afinal, eles são “como trapo da imundícia” (Is.64:6).
O discurso de Ezequiel não era nada maleável e nem deixava margem a aliviar a deplorável situação do povo. Porém, é impressionante observar qual foi a reação dos filhos de Israel. Em todos os lugares de Jerusalém, uns falavam aos outros a respeito do profeta, dizendo: “Vinde, peço-vos, e ouvi qual é a palavra que procede do Senhor” (v.30). Em linguagem atual, era como se dissessem: “Vocês precisam ouvir este homem! Só pode ser o Espírito Santo na vida dele!” Entendem, amados? É preciso que isso fique bem claro em nossa mente.
Só que a conclusão dada por Deus é uma triste realidade que não foi exclusividade do antigo Israel. Eis o que o Senhor revelou ao Seu atalaia no verso trinta e um:
“Eles vêm a ti, como o povo costuma vir”. Isto é, iam ouvir o profeta guiados pelo costume e não por um coração humilde e disposto a se arrepender.
“… e se assentam diante de ti como Meu povo”. Aparentemente, o profeta tinha uma linda visão de uma plateia de filhos de Deus.
“… e ouvem as tuas palavras”. O seu público estava atento ao que era dito.
“… mas não põem por obra”. Mas não estava disposto a praticar o que ouvia.
“… professam muito amor”. Era um povo que jurava amores com os lábios.
“… mas o coração só ambiciona lucro”. Mas que, na prática, só visava agradar o próprio “eu”. Como afirmou Jesus: “Este povo honra-Me com os lábios, mas o seu coração está longe de Mim” (Mt.15:8).
Será que essa atitude ficou no passado? Infelizmente não. Estamos diante de um mundo doente e em processo de metástase. E as pessoas trocam a cura por paliativos que apenas retardam o fatídico fim. Me dói o coração ao pensar na possibilidade de que muitos que acompanham este projeto de estudo da Bíblia têm só lido os comentários, mas não têm se debruçado sobre a Palavra viva para dela extrair a cura! Prosseguem em sua vida religiosa morna, sendo coniventes com o pecado e achando que desta forma haverão “de possuir a terra” (v.25) que o Senhor tem preparado para os Seus santos (Ap.14:12).
“Convertei-vos, convertei-vos dos vossos maus caminhos” (v.11), diz o Senhor Deus. “Porque haveis de morrer”, meus irmãos, se Jesus nos oferece a cura para nosso estado terminal, de graça? Semelhante ao tempo em que o Senhor ordenou que Ezequiel guardasse silêncio, Deus também Se manteve em silêncio por um tempo. Até que levantou um povo para chamar de Seu e lhe convocou como Seu atalaia dos últimos dias, dando-lhe uma profetiza, uma atalaia. Então, o silêncio acabou! É tempo não apenas de falar, mas de “tocar a trombeta e avisar o povo” (v.3) de que, ou ele se converte, ou “ele morrerá” (v.13).
Não é tempo de ouvir as solenes advertências do Senhor como quem ouve “canções de amor” (v.32). É tempo de aceitarmos ser confrontados pela Palavra de Deus e incomodados pelo Espírito Santo por causa dos pecados que ainda acariciamos. É tempo de intenso clamor pelo derramamento da plenitude do Espírito Santo. É tempo de permitir que Deus nos torne exatamente aquilo que Ele deseja que sejamos. É tempo de proclamar o amor de Deus tal qual ele é, e não como o mundo diz ser. Amar ao próximo não tem nada a ver com deixar que ele viva do jeito que quiser, mas tem tudo a ver com conduzi-lo a viver do jeito que Deus quer. Porque Ele julgará “cada um segundo os seus caminhos” (v.20).
Muito em breve, o Senhor tornará “a terra em desolação e espanto” (v.29). Mas Ele não nos deixou ignorantes quanto a isso, e revelou Seus propósitos à Sua serva Ellen G. White, cuja boca, “uma vez aberta” (v.22) não guardou silêncio e, inspirada pelo Espírito Santo, deixou escrito mais de cem mil páginas de palavras que nos levam a amar a Bíblia e a praticar os seus ensinos. Portanto, não espere que venha o pior para reconhecer “que houve no meio deles um profeta” (v.33). Mas vá direto à fonte e escute, com atenção e humildade, a voz de uma atalaia de Deus que aceitou “tocar a trombeta” (v.3) que nos guiará para Casa. Vigiemos e oremos!
Bom dia, “Israel de Deus” (Gl.6:16)!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Ezequiel33 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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EZEQUIEL 33 – Sem avivamento não existe avanço na missão. Sem derramamento do poder do Espírito Santo não existe motivação para evangelizar. Sem consciência da revelação de Deus e do plano da salvação para os perdidos, não existe responsabilidade na salvação de pessoas.
Quando você quiser ser um cristão mais bíblico, consagre-se mais ao estudo da Bíblia; quando desejar uma igreja mais fervorosa, comece você a buscar mais fervor; quando desejar mais frequência aos cultos, experimente dar o exemplo frequentando todos os cultos da semana. Só assim você poderá ver a mudança que você espera na igreja.
A responsabilidade na religião é grande, portanto devemos prestar muita atenção no capítulo em questão. Leia-o e deixe o Espírito Santo falar ao teu coração:
• Como uma sentinela que ignora sua função e a morte de uma nação é responsabilidade dela, o servo de Deus que não anunciar o perigo aos pecadores serão culpados e condenados pela morte dos injustos; porém, se avisar, e o injusto rejeitar, o servo será inocentado (vs. 1-8).
• O mais difícil é dizer ao povo de Deus quando este está no caminho errado; mas Deus quer que a sentinela tenha coragem e ousadia, pois Deus quer desse povo o arrependimento e a salvação (vs. 9-11).
• O evangelista e o missionário podem parecer sem lógica; entretanto caso alguém se converta e abandonar seus erros e entrega-se a Deus para ser transformado por Ele, certamente terá seus pecados cancelados e receberá a vida eterna (vs. 12-20).
• Muitas vezes Deus envia atalaias ousadas, corajosas e responsáveis não para converter as pessoas, pois Deus sabe quando isso não acontecerá; todavia, quer as pessoas saibam que Ele agiu, enviou profetas para avisar do destino do caminho do pecado ignorado pelos desavisados (vs. 21-33).
Medite atenciosamente:
• Como Deus não tem prazer na morte do perverso, Ele envia mensageiros para tentar mudar a sua sorte. Ou somos perversos ou somos os evangelistas. Ou seja, quem não se preocupa com a salvação dos outros deve se preocupar com a própria salvação.
Igrejas que não evangelizam devem ser evangelizadas. A igreja que não tem alvo missionário deve ser alvo de algum missionário, pois ela está perdida pensando estar salva. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO EZEQUIEL 32 – Primeiro leia a Bíblia
EZEQUIEL 32 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
EZEQUIEL 32 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)
COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO (link externo)
COM. VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)
COM. VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)
COM. VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)
COM. VÍDEO PR MICHELSON BORGES (link externo)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/ez/32
Sucesso e fracasso são ambos muito enganosos. É fácil culpar os outros, e às vezes até Deus, por minhas falhas e, ainda assim, assumir todo o crédito para mim mesmo quando tenho sucesso! O orgulho é muito destrutivo. Precisamos entender claramente que o poder, a inteligência e a criatividade que contribuem para nosso sucesso vem de Deus, e Ele merece o louvor. Nas histórias da Bíblia Ele mostrou que era fácil derrubar aqueles que se achavam auto-suficientes:
–Nabucodonosor se gabava de seu poder, e Deus o enviou para viver com as feras do campo por sete anos.
–Herodes aceitou o elogio quando as pessoas atribuíram qualidades divinas a ele, e foi imediatamente abatido.
–O rei Uzias estava tão orgulhoso de seu sucesso que decidiu ele próprio queimar incenso no templo, em vez de dá-lo aos sacerdotes. Em conseqüência, ele foi amaldiçoado com lepra.
–Coré, Datã e Abirão estavam orgulhosos de suas habilidades de liderança e decidiram que deveriam estar no comando no lugar de Moisés, o líder que Deus havia designado. Deus fez a terra se abrir e os engolir.
Deus realmente não deixa dúvida alguma sobre esse assunto. O orgulho vem antes da destruição; o espírito altivo, antes da queda. Provérbios 16:18, NVI
Lisa Ward
Tesoureira da igreja Cleburne Country Life, Texas, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1080
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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1114 palavras
1-16 Um lamento (ver nota sobre 27:1-36) pelo faraó (Hofra), usando a imagem de um crocodilo sendo capturado e morto. Bíblia de Estudo Andrews.
1 ano duodécimo … no primeiro dia. 3 de março de 585 a.C. Bíblia de Estudo Andrews.
Ano duodécimo. Do cativeiro de Joaquim …, isto é, 585 a.C. … Nessa época, Jerusalém já havia sido destruída, pois sua queda ocorrera em julho do ano anterior. Este capítulo encerra uma série de profecias contra o Egito. Nos v. 1 a 16 continua a denúncia contra o Egito por meio da figura de um dragão. Os v. 17 a 32 são um canto de lamentação pela descida do Egito ao she’ol. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 753.
2 Foste comparado a um filho de Leão. Como o leão é o rei dos animais, assim o faraó acreditava ser um grande líder mundial. CBASD, vol. 4, p. 753, 754.
Crocodilo. Do heb. tannim, mas segundo vários manuscritos tannin, “dragão”, que pode ser uma referência ao crocodilo (ver com. [CBASD] de Ez 29:3). CBASD, vol. 4, p. 754.
Heb leviatan. Pela descrição dada em Jo 41.1-14, pensa-se no crocodilo, mas é possível que se trate de linguagem figurada, tirada das tradições antigas. É interessante saber que o nome árabe de crocodilo é faraun. Bíblia Shedd.
Sujando os rios. A civilização que os Faraós fundavam ao longo do Nilo desde 2850 a.C. era tão idólatra, que aos olhos de Deus não passava de uma poluição das águas. Bíblia Shedd.
7 Cobrirei os céus. Um símbolo de destruição e luto. CBASD, vol. 4, p. 754.
9 Perturbarei os corações. Este versículo e o que se segue refletem o medo provocado sempre quando alguma grande potência cai, pois as nações menores ficam conscientes de que elas são ainda mais vulneráveis. Cf. sentimentos semelhantes despertados pela queda de Tiro (26.16-18; 27.35; 28.19). Bíblia de Estudo NVI Vida.
10 Pasmados a teu respeito. Eles ficarão assombrados ao ver tanta riqueza e poder serem reduzidos a nada (Ap 18.17). Isso irá enchê-los de temor. Bíblia de Estudo Matthew Henry.
Tremam. O relato da trágica sorte do Egito iria paralisar de medo os povos de outras terras, os quais temeriam que a espada que derrotou o Egito fosse brandida contra eles. CBASD, vol. 4, p. 754.
11 A “espada do rei da babilônia”, na realidade, era a espada do Senhor (cap. 21; 30:25). Bíblia de Genebra.
12 Os mais terríveis dos povos. Ver Ez 30:11. Uma descrição apropriada do açoite babilônico que varreu nação após nação. CBASD, vol. 4, p. 754.
14 Farei assentar as suas águas. O que significa, aqui, permitir que os sedimentos se assentem para que as águas se tornem claras. A LXX diz: “assim estarão em repouso suas águas”. O gado não mais agitaria a água com seus pés (ver v. 13). Em outras palavras, cessaria a movimentada cena da vida e da atividade egípcia. CBASD, vol. 4, p. 754.
Como o azeite. Isto é, suavemente; sem ser perturbado por homens e animais. CBASD, vol. 4, p. 754.
Filhas das nações. No antigo Oriente Médio, as mulheres eram contratadas para realizar atos formais de luto. CBASD, vol. 4, p. 754.
17-32 A sétima profecia de Ezequiel contra o Egito. profundezas … cova. Trata-se de uma profecia cheia de simbolismos. As nações que foram mortas e seus líderes são personificados e representados como se estivessem na cova ou she’ol, falando com faraó. Em vez de apoiar a continuação da vida após a morte em uma existência sombria no além, esta profecia simbólica enfatiza que as grandes nações que aterrorizavam a terra dos vivos um dia seriam destruídas. Bíblia de Estudo Andrews.
18 Pranteia sobre a multidão do Egito. O profeta é ordenado a predizer a destruição dessa nação. Contudo, deveria profetizar como alguém que tivesse uma afetuosa preocupação com ela. Bíblia de Estudo Matthew Henry.
Faze-a descer. Quando um profeta, um fiel servo de Deus, pronuncia a sentença, considera-a como o próprio cumprimento da sentença. Mesmo os pagãos da antiguidade tinham medo de um pronunciamento profético por este motivo. Bíblia Shedd.
Profundezas da terra. Isto é, o she’ol (ver com. do v. 21), que era concebido como uma região das profundezas da terra (ver com. de Ez 31:15; para mais informação sobre o she’ol como o reino figurativo dos mortos, ver com. de Pv 15:11). CBASD, vol. 4, p. 754.
19 Os incircuncisos. A circuncisão era praticada no Egito antes de os hebreus irem para lá. Deitar-se com os incircuncisos seria considerado o ápice da indignidade. CBASD, vol. 4, p. 754.
21 Juntamente … lhe gritarão. As várias nações são representadas como se estivessem deitadas juntas no she’ol, e como se estivessem, figurativamente, mantendo uma conversa. Isaías também faz uso desta figura de linguagem (ver com. [CBASD] sobre o “rei da Babilônia” em Is 14:4, 15-19). CBASD, vol. 4, p. 754.
O Faraó é acolhido no Xeol por todos os príncipes bárbaros caídos antes dele nas batalhas. Bíblia de Jerusalém.
22-31 Este trecho descreve a jazida final de todas as nações pagãs da época, em linguagem figurada que não permite à passagem ser empregada como fonte de doutrina sobre a natureza do além, já que o profeta está se dirigindo aos pagãos, na linguagem dos mesmos. É o momento dos mais dramáticos da história do mundo, pois desde o tempo da queda de Samaria até à época do ministério de Ezequiel, a maioria das nações da terra, então conhecidas, foram totalmente eliminadas, para nunca mais serem restabelecidas. Bíblia Shedd.
22 A Assíria. Nínive, a capital da Assíria, fora capturada pelos caldeus em 612 a.C., e a última resistência foi esmagada em 608 a.C., antes da chegada dos aliados egípcios. Bíblia Shedd.
24 Elão. País a leste da Assíria, no atual Irã (ver Is 11:11). Bíblia de Estudo Andrews.
Nação que ocupava regiões montanhosas a leste da babilônia. Ela perdeu a independência para os assirios e foi, mais tarde, dominada pelos babilônios (ver com. de Jr 49:34). CBASD, vol. 4, p. 754.
Elão com toda a sua multidão. A visão que essa profecia nos dá de países arruinados pode mostrar-nos algo do mundo atual, e o império da morte que nele está. Os homens são engenhosos em encontrar maneiras de destruírem uns aos outros.
26 Meseque e Tubal.Este povo da área hoje conhecida como Turquia era linhagem grega, mas passou a pertencer aos persas. Levaria mais um século para descer ao sepulcro. Bíblia Shedd.
Ver 27.13, nota [Estes dois povos (32.26; 38.2-3; 39.1; Gn 10.2; 1Cr 1.5) estavam localizados na Ásia menos, na costa nordeste do mar mediterrâneo. Também são conhecidos através das inscrições assírias]. Bíblia de Genebra.
Ver 38:2. Bíblia de Estudo Andrews.
27 Não se acharam. A LXX traduz o texto assim: “E eles jazem com os gigantes de outrora que caíram.” CBASD, vol. 4, p. 755.
29 Edom. O cumprimento da profecia de 25.12-14. Bíblia Shedd.
30 Príncipes do Norte. Talvez a referência seja a chefes sírios. CBASD, vol. 4, p. 755.
Os reis da Síria, que afligiam os israelitas com a espada enquanto os sidônios os afligiam com a idolatria, na época de Acabe e Jorão (1 Rs 20.1-2; Rs 7.20). Bíblia Shedd.
Sidônios. Nome usado para os fenícios em geral. CBASD, vol. 4, p. 755.
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“Por tua causa, vestirei de preto todos os brilhantes luminares do céu e trarei trevas sobre o teu país, diz o Senhor Deus” (v.8).
A ruína do Egito e destruição de “Faraó e todo o seu povo” (v.32) provocaria uma grande comoção entre as demais nações. Aquele que por séculos tinha sido uma joia do mundo antigo, berço das dinastias de reis cujas tumbas mortuárias até hoje revelam segredos, não passaria de um reino derrotado e condenado à mesma sorte “com os que desceram à cova” (v.24). A era dos Faraós chegaria ao fim pela “espada do rei da Babilônia” (v.11). Seria um período de completa escuridão para a nação, como na praga em que “houve trevas espessas sobre toda a terra do Egito” (Êx.10:22).
Semelhantemente, Deus revelou a queda das nações da Terra e o início de “um reino que não será jamais destruído” (Dn.2:44), no sonho de Nabucodonosor. Usado como um instrumento da vingança de Deus, o rei caldeu não fazia ideia de que o seu reino um dia teria o mesmo destino do Egito, ou ainda pior, já que o Egito permaneceria no cenário mundial como nação, ainda que sem destaque. Já Babilônia, não passa hoje de um bocado de ruínas de um achado arqueológico. Contemporâneo de Ezequiel, o profeta Daniel descreveu o sonho de Nabucodonosor e desvendou-lhe não somente o futuro de sua nação, mas de todas as nações da Terra até ao tempo do fim.
O cenário profético está quase completo e se apressa para o seu desfecho. Como as dores da parturiente, os sinais têm se intensificado, e são claras evidências de que a esperança dos remidos de Deus está prestes a tornar-se realidade. Mas antes que possamos contemplar a glória do nosso Redentor, teremos de passar pelo período sobremodo sombrio. Enquanto a grande massa seguirá iludida pela besta e sua imagem (Ap.16:2), “a perseverança dos santos” (Ap.14:12) prosperará, tendo estes os pés bem firmados na Rocha inabalável. E quando a consciência da perdição se manifestar como um peso quase que insuportável, os ímpios “estremecerão a cada momento, cada um pela sua vida” (v.10).
Logo, amados, os sinais que inauguraram o tempo do fim terão novamente lugar quando “após a tribulação daqueles dias, o sol escurecerá, a lua não dará a sua claridade, as estrelas cairão do firmamento, e os poderes dos céus serão abalados” (Mt.24:29). Não haverá mais a lamentação de um profeta, mas “todos os povos da Terra se lamentarão e verão o Filho do Homem vindo sobre as nuvens do céu, com poder e muita glória” (Mt.24:30). Que a nossa vida corresponda ao apelo profético: “Prepara-te, ó Israel, para te encontrares com o teu Deus” (Am.4:12). Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, remidos do Senhor!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Ezequiel32 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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EZEQUIEL 32 – Pior que começar mal é terminar numa tragédia. É triste ver que as pessoas poderiam, devido à graça de Deus, ter um fim glorioso, mas preferiram um fim vergonhoso. É certo que,
• Quem se exalta será humilhado; quem se humilha será exaltado.
• Nenhum poder é confiável, a não o poder de Deus.
• Nenhuma grandeza deve ser louvada, a não ser a grandeza de Deus.
• Qualquer pecador, mesmo merecedor da morte, poderia esperar no Senhor para reverter a sua sorte.
Este foi o caso do Egito, que preferiu confiar em sua força, não no Deus que criou o ser humano e ainda lhe deu força, habilidade e inteligência. Tal indiferença atrai terríveis consequências. A negligência a Deus é o cúmulo da arrogância. Portanto, Deus precisa julgar e dar a sentença.
Nobreza, destreza e riquezas não protegeram os egípcios da desgraça do pecado. A tristeza do profeta Ezequiel é um reflexo da tristeza de Deus por causa da dureza do coração egípcio. A alteza da arrogância egípcia produziu a baixeza moral em seus habitantes.
1. Ser grande e poderoso mas só fazer barulho e bagunça, significa perder tempo e oportunidade de fazer o que é certo (vs. 1-2).
2. A desgraça do Egito impactará as nações, servindo de exemplo do que o pecado faz com suas vítimas mesmo depois de tantas oportunidades oferecidas por Deus. Se Deus é contra nós, quem será por nós? Só terão segurança os que estiverem a favor de Deus (vs. 3-10).
3. Deus usará um instrumento para realizar Seus intentos contra o Egito. A Babilônia seria a espada divina, mas Deus não estaria feliz com isso – como se nota no pedido a Ezequiel sobre o lamento ao Egito; contudo, isso Deus tornaria conhecido no mundo (vs. 11-16).
4. Grandes orgulhosos, valentes guerreiros, povos jactanciosos, todos vão para o mesmo buraco: O mundo dos mortos (vs. 17-32).
“Quem está neste lugar? E quem não está? Encontram-se nesse as nações do passado que desafiaram a Deus… Não estão ali nenhum dos fieis a Deus. Uma grande separação ocorreu entre os justos e os injustos. Os que espalham terror agora habitarão juntos (32:32)”, diz Paul R. House.
Deus quer salvar! Por isso, lamenta o fato dos pecadores não aceitarem Seu plano de salvação! Qual decisão tomaremos? – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO EZEQUIEL 31 – Primeiro leia a Bíblia
EZEQUIEL 31 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
EZEQUIEL 31 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)
COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO (link externo)
COM. VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)
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COM. VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)
COM. VÍDEO PR MICHELSON BORGES (link externo)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/ez/31
A mensagem de aviso de Deus, através de Ezequiel, para o Egito é: não acredite que a mesma desgraça não possa acontecer com você! Pense na Assíria, uma grande árvore, mais maravilhosa do que qualquer outra no jardim de Deus. No entanto, ela caiu e isso afetou toda a floresta!
As Escrituras não se opõem aos governos humanos. Deus simplesmente pede para que eles ocupem o seu verdadeiro lugar na floresta e evitem o orgulho.
Esta história é familiar acerca de outros reinos. Nabucodonosor também foi cortado como uma árvore. Ferro e bronze foram amarrados ao redor do toco restante para preservar a sua vida. Após sete anos de insanidade, ele foi restaurado ao trono (Dan 4).
Não aconteceu diferente com a casa de Davi. Os reis de Israel e Judá foram depostos e mortos. Contudo, a partir do tronco de Jessé brotaria nova vida (Is 11:1). Isto se aplica ao verdadeiro filho de Davi, Jesus de Nazaré, o Messias. Seu reino jamais terá fim.
Quando os cedros nos atraírem, que a nossa fé permaneça em Jesus Cristo, o único em quem há verdadeira vida, vida eterna.
Ross Cole
Avondale College, Austrália
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1079
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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809 palavras
Imagem intensamente simbólica da queda do orgulhoso faraó (Hofra) e de seu povo. Essa derrocada é comparada ao corte de uma árvore majestosa (que representou primeiro a Assíria e depois o Egito (v. 2, 3, 12). Bíblia de Estudo Andrews.
Assim como a Assíria, o Egito se orgulhou em sua força e beleza; isto seria sua derrota. Ele cairia como uma poderosa árvore e seria colocada no lugar dos mortos. Não há permanência à parte de Deus, mesmo para uma grande sociedade com cultura magnificente e poder militar. Life Application Study Bible Kingsway.
1 No undécimo ano, no terceiro mês, no primeiro dia do mês. 11 de junho de 586 a.C. Bíblia de Estudo Andrews.
Undécimo ano. Do cativeiro de Joaquim (ver com. [CBASD] de Ez 1:2). … Esta profecia foi dada cerca de dois meses após a anterior. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 751.
2 Faraó. Hofra, ou Ápries, que foi notório por seu orgulho (ver com. [CBASD] de Ez 29:3). CBASD, vol. 4, p. 751.
3 Considere a Assíria. Grande nação que tinha caído. Em 609 a.C. o faraó Neco foi até Carquemis a fim de ajudar o Império Assírio, que estava cambaleando debaixo dos ataques de Nabucodonosor. O esforço fracassou e a Assíria desapareceu da história. Bíblia de Estudo NVI Vida.
O profeta usa o destino da Assíria como uma advertência ao Egito, pois o antes poderoso Império Assírio tinha entrado em colapso entre 640-609 a.C. Alguns estudiosos pensam que é improvável que em um oráculo contra o Egito o enfoque primário tivesse caído sobre a Assíria (vs 3-17). Esses estudiosos sugerem que um erro do copista alterou uma das consoantes do texto e traduzem “Assíria” como “cipreste” ou como “ao que vos posso comparar”, o que seria um paralelismo melhor com a última frase do v. 2. Com essa correção, a passagem inteira fica girando em torno do Egito. Bíblia de Genebra.
4 As águas o fizeram crescer. A referência é ao Nilo ou ao Tigre, dependendo da interpretação adotada. CBASD, vol. 4, p. 751.
5 Se elevou a sua estatura. Ele era mais alto do que todas elas. Ele superava todos os príncipes ao seu redor, que eram como arbustos para ele. Bíblia de Estudo Matthew Henry.
8 Os cedros do jardim de Deus não eram rivais para ele. O aspecto do orgulho é introduzido. Bíblia de Estudo NVI Vida.
11 Da mais poderosa das nações. Ou, “do dominador das nações”, (BJ), isto é, Nabucodonosor (ver com. [CBASD] de Ez 29:19). CBASD, vol. 4, p. 751.
14 Não se exaltem. Esta é a lição a ser extraída da parábola. Que as outras árvores não confiem na própria força nem se envaideçam com a prosperidade. CBASD, vol. 4, p. 751.
10 Como te elevaste na tua estatura. O rei do Egito assemelha-se ao rei da Assíria em pompa, poder e prosperidade. Da mesma maneira, assemelha-se a ele em seu orgulho. A mesma tentação de uma poderosa nação pela qual alguns são dominados é fatal para muitos outros também. O Egito irá assemelhar-se também à Assíria em sua queda. Ciáxares, rei dos Medos, junto com Nabucodonosor,, rei da babilônia, destruiu Nínive e, com ela, o império assírio. A respeito dos assírios [e também dos egípcios], podem-se afirmar três coisas. 1. É o próprio Deus que ordena sua ruína; 2. É o próprio pecado deles que procura sua ruína; 3. É algum poderoso dentro dos pagãos que é o instrumento de sua ruína. Bíblia de Estudo Matthew Henry.
15, 16 Além. Do heb. she’ol, hades, na LXX, a morada figurativa dos mortos, representada como uma caverna subterrânea (ver com. [CBASD] de Pv 15:11). CBASD, vol. 4, p. 752.
A palavra heb sheol, que consta no texto original, na tradução brasileira, se traduz [foi traduzida por] “inferno” na antiga versão de Almeida. … “O além” é mais exato. Bíblia de Estudo NVI Vida. [Jacó disse em Gn 42:38, logo antes de sua morte, que iria para o Sheol, o que torna a tradução “inferno” inválida].
15 De preto por causa dele. As árvores do Líbano que ainda estavam em pé estavam de luto por ele, porque podiam ler seu próprio destino com a sua queda. A derrubada do cedro significa o massacre desse poderoso monarca e de todos os que o apoiavam. Bíblia de Estudo Matthew Henry.
16 À cova. A palavra heb é bar, poço; dá-nos a ideia de sepultura. Bíblia Shedd.
Termo poético para a sepultura. profundezas. Outro termo poético para sepultura. Bíblia de Estudo Andrews.
17 Traspassados à espada. Aqui a realidade irrompe através da figura. CBASD, vol. 4, p. 752.
Seu braço. Seus auxiliares, aqueles que o ajudavam em suas conquistas. CBASD, vol. 4, p. 752.
18 Às profundezas. Já é outra palavra para o lugar dos mortos. Em heb é tahit que quer dizer “embaixo”. Bíblia Shedd.
Incircuncisos. O rito da purificação da circuncisão era praticado pelos egípcios, que lhe davam muita importância. Daí ser vergonhoso passar a “jazer no além”com as nações “incivilizadas”, a ponto de ser objeto do escárnio das mesmas. Bíblia Shedd.
Este é Faraó. Esta é a aplicação da alegoria. CBASD, vol. 4, p. 752.