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DANIEL 12 – O último capítulo de Daniel é o ápice da profecia, não só do livro desse profeta, mas de todo o Antigo Testamento. Aqui se encerra a profecia iniciada no capítulo 10.
Para uma visão mais abrangente, observe as divisões da última profecia que Daniel recebeu, conforme apresentadas por Samuel Nuñez:
• Daniel contempla dois seres sobrenaturais e dialoga com Gabriel (10:1-21);
• O discurso profético do anjo Gabriel: Desde a Pérsia até a intervenção de Miguel (11:1-12:4);
• Daniel contempla outros dois seres sobrenaturais e dialoga com o varão vestido de linho (12:5-13).
O início de Daniel 12 conecta-se com Daniel 11. Os reis do Norte e do Sul e os países mundiais, envolvidos no conflito com Deus e Seu povo verão Miguel levantando-Se no tempo de maior angústia mundial, para dar fim à história do pecado e suas terríveis consequências.
Destacamos as seguintes citações de estudiosos:
• “No capítulo 12 conhecemos os ganhadores de almas, ou seja, ‘os que ensinam a justiça à multidão’ (12:3). É também onde encontramos o texto mais claro do Antigo Testamento sobre a ressurreição (v. 2). Aqui também o livro de Daniel indica a conclusão do grande conflito entre Cristo e Satanás através da palavra ‘salvo’ (v. 1)” (Gergard Pfandl).
• “O livro termina com a promessa a Daniel de que ele estará entre os que se levantam no dia final para receber sua parte na herança do povo de Deus (12:13). Esta é uma promessa bem-aventurada que se oferece a todos os que oferecem sua lealdade a Miguel, o Filho do Homem, o Cristo de Deus” (William Shea).
• “A luz que Daniel recebeu de Deus foi dada especialmente para estes últimos dias. As visões que ele viu às margens do Ulai e do Hidéquel, os grandes rios de Sinear, estão agora em processo de cumprimento, e logo ocorrerão todos os acontecimentos preditos” (Ellen G. White).
• “O capítulo 12 de Daniel é o epílogo glorioso da cátedra profética final dada por Gabriel. Nela revela ao profeta que os dias finais deste mundo estarão pautados por dificuldades para o povo de Deus mas também de maravilhas que darão lugar, finalmente, à eternidade que os fieis desfrutarão junto ao Messias” (Merlyn Alomía).
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
Escreve você também tua percepção do livro de Daniel:
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TEXTO BÍBLICO DANIEL 11 – Primeiro leia a Bíblia
DANIEL 11 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
DANIEL 11 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)
COM. VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)
COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO(link externo)
COM. VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)
COM. VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)
COM. VÍDEO PR MICHELSON BORGES (link externo)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/dn/11
Daniel recebeu várias visões sobre a sucessão das potências mundiais, cada uma agregando mais informações que a anterior (cap. 2 ,7, 8, 9, 10-12). Os capítulos 10 a 12 formam uma unidade e, em 11:1, Gabriel continua sua fala, iniciada em 10:19, informando que um ou dois anos antes, no primeiro ano de Dario, o havia apoiado pessoalmente.
É oportuno dizer que a Igreja Adventista não tem uma interpretação oficial quanto aos versos 36-45, em especial aos versos 40-45, que são claramente profecias a serem cumpridas. É mera especulação dizer que o verso 45 mostra que os Estados Unidos, enquanto segunda besta de Apocalipse 14, instalará a sede de seu domínio em Jerusalém (Monte Santo), entre os mares (Mediterrâneo e Morto)
Cabe aqui, com muita propriedade, o comentário da Bíblia de Andrews [2]: “Este texto destaca as tentativas, nos últimos tempos, do inimigo de Deus em estabelecer um controle duradouro sobre todo o mundo. Os precisos eventos na Terra são agora conhecidos apenas por Deus. Predições proféticas são dadas na Bíblia não para que se façam especulações a respeito do futuro, mas para a construção da fé após eles terem passado (ver as palavras de Jesus em João 14:29)”.
Querido Deus,
Ao vermos o fiel cumprimento dos eventos preditos na profecia, nossa fé é fortalecida. No entanto, diante da demora e da incerteza acerca dos eventos futuros pedimos que mantenhas viva a nossa fé e a certeza de que em breve Tu, ó Deus, triunfarás e haveremos de desfrutar da eterna herança contigo. Amém.
Koot van Wyk
Universidade Nacional de Kyungpook em Sangju, Coréia do Sul.
Texto original: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/08/25/
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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1234 palavras
Nota: Postamos aqui somente uma seleção dos comentários da Bíblia de Estudo Andrews e indicamos ao final o link com a seleção de textos do Comentário Adventista (+ de 7 mil palavras), material muito relevante àqueles que gostariam de conhecer mais detalhes deste tão significativo capítulo profético. Bom estudo!
Daniel 11 é um dos capítulos mais difíceis de se interpretar. Os acontecimentos descritos são, com frequência, condensados e vagos, levando às mais diversas interpretações. Existe uma concordância majoritária quanto à primeira parte; contudo, à medida que o capítulo avança, as divergências se multiplicam inclusive entre os que compartilham a mesma visão teológica. Embora nem todos os detalhes fiquem claros, a mensagem básica é que Deus é o Senhor da história e, a despeito dos governantes terrenos e de suas ações, ele vencerá o mal e salvará seu povo. Daniel 11 apresenta muitos paralelos com os cap. 8 e 9 (ver tabela de semelhanças na p. 1124 ). Os intérpretes que se pautam pela abordagem histórica contínua, como esta Bíblia de estudo, costumam considerar que o capítulo tem início com o império persa, seguido pela Grécia, em particular, com duas das grandes divisões do império grego após a morte de Alexandre, o Grande. Estas duas divisões, os selêucidas (“rei do Norte”, v. 6-15, com sede na Síria) e os ptolomeus (“rei do Sul”, v. 5-15, com sede no Egito), interagiam uma com a outra e com a terra de Israel. A Grécia foi sucedida por Roma imperial, depois Roma eclesiática e, por fim, por um poder político/religioso apóstata. Bíblia de Estudo Andrews.
1 Mas eu. Este versículo é uma continuação da declaração do anjo, em Daniel 10:21. A divisão do capítulo neste ponto foi imprópria. Dá a impressão de que uma nova parte do livro começa aqui, quando a narrativa é claramente contínua. Gabriel informa a Daniel que Dario, o medo, foi [no passado] honrado pelo Céu (ver PR, 556). A visão foi dada no terceiro ano de Ciro (Dn 10:1). O anjo está contando a Daniel sobre o evento ocorrido no primeiro ano de Dario [anterior a Ciro]. Naquele ano, Dario, o medo, foi honrado pelo Céu com uma visita do anjo Gabriel “para o animar e fortalecer” (PR, 556). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 951.
2 ainda três reis se levantarão. Diferentemente da apresentação dos cap. 2, 7 e 8, esta profecia é narrada em linguagem literal acerca da histrória futura em grandes detalhes, sem representação simbólica dos poderes por meio de estátuas, animais e outros itens semelhantes. … Em Daniel 11 fala-se dos governantes sem citar nomes, por isso devemos identificá-los pelas descrições. embora a primeira parte do capítulo seja relativamente clara, à medida que ele avança, torna-se cada vez mais difícil identificar as as pessoas exatas e os acontecimentos a que o texto se refere. Bíblia de Estudo Andrews.
empregará tudo contra o reino da Grécia. O quarto rei depois de Ciro foi Xerxes (486-465 a.C.). Ele planejou uma grande invasão à Grécia, que acabou falhando. Bíblia de Estudo Andrews.
3 Depois, se levantará um rei poderoso. Este é Alexandre, o Grande (336-323 a.C.), cujo império foi dividido em quatro reis gregos (v. 4; comparar com 8:8, 21, 22). Observe que, após a Pércia, sob a liderança de Xerxes , perder a batalha para a Grécia 11:2), o cap. 11 ignora todos os outros reis persas (de 465 a.C. em diante) e parte diretamente para o império grego (a partir de 330 a.C.). Bíblia de Estudo Andrews.
5 rei do Sul. Ptolomeu I Sóter (305-285 a.C.), da dinastia grega ptolomaica que governou o Egito, no sul da Palestina. Bíblia de Estudo Andrews.
um de seus príncipes. Seleuco l Nicator (305-281 a.C.), general de Alexandre que se tornou governante de Babilônia. Ele foi expulso e fugiu para o Egito, mas Ptolomeu o ajudou a reconquistar Babilônia. Seleuco expandiu muito seu domínio e fundou a dinastia selêucida, com capital na Síria, no norte da Palestina. Portanto, os reis de a dinastia são os reis do Norte do cap. 11. O fato de Seleuco ter se subordinado a Ptolomeu por um tempo explica por que ele é chamado de “um de seus príncipes”. Bíblia de Estudo Andrews.
6 rei do Norte. Referência ao território de Seleuco, localizado no norte de Israel. Observe que o povo de Deus ficou preso no meio, entre o Norte e o Sul.Bíblia de Estudo Andrews.
9 avançará contra o reino do rei do Sul e tornará para sua terra. Em 242 a.C, Seleuco II Calínico (246-225 a.C.) tentou se vingar da invasão de Ptolomeu III, mas fracassou. Bíblia de Estudo Andrews.
11:10 Os seus filhos farão guerra. Os filhos de Seleuco II que guerrearam contra o Egito foram Seleuco III (225-223 a.C.) e Antíoco III, o Grande (223-187 a .C.). Bíblia de Estudo Andrews.
11:13 porá em campo multidão maior do que a primeira. Antíoco III se recuperou e fez preparativos para atacar novamente o Egito, naquele momento, sob o controle de Ptolomeu V
(205-180 a.C.), um menino de apenas seis anos de idade. Bíblia de Estudo Andrews.
11:14 se levantarão muitos contra o rei do Sul. Durante o reinado do jovem Ptolomeu V, muitos egípcios se rebelaram contra os senhores gregos. A Pedra de Roseta registra as concessões que os regentes de Ptolomeu fizeram a eles. Bíblia de Estudo Andrews.
11:15 O rei do Norte virá. Antíoco III derrotou um exército egípcio bem capacitado e cercou as forças egípcias restantes em Tiro. Bíblia de Estudo Andrews.
11:16 estará na terra gloriosa. Antíoco III tomou a Palestina (comparar com v. 41, 45; 8:9), antes sob domínio do Egito. Bíblia de Estudo Andrews.
11:17 e lhe dará uma jovem em casamento, para destruir o seu reino. Após se apropriar de mais territórios, Antíoco III selou um tratado de paz com Ptolomeu V, dando sua filha, Cleópatra, em casamento a ele. Bíblia de Estudo Andrews.
11:19 tropeçará, e cairá. Antíoco III foi assassinado em 187 a.C., enquanto tentava saquear o tesouro de um templo, aparentemente para pagar tributos a Roma. Bíblia de Estudo Andrews.
11:20 Levantar-se-á, depois, em lugar dele, um que fará passar um exator pela terra mais gloriosa do seu reino. Ou, “E se levantará em sua função um que fará um opressor passar pelo esplendor do reino.” … Antíoco IV Epifânio (175-164 a.C.) se enquadra na descrição: ele ficou conhecido por oprimir os judeus a partir de 167 a.C., mas eles derrotaram seus exércitos e assumiram o controle da Judeia (ver 1 e 2 Macabeus [livro judeu histórico apócrifo/não reconhecido como divinamente inspirado]). Logo depois disso, ele morreu doente (164 a.C.). Bíblia de Estudo Andrews.
11:21-39 Esta longa passagem sobre o governante “vil” e blasfemo combina com a descrição do caráter e das atividades do chifre pequeno encontrada nos cap. 7 e 8 de Daniel. A pessoa “vil” não é explicitamente chamada de “rei do Norte” nesta parte do cap. 11. Bíblia de Estudo Andrews.
11:40 – 45 Este texto retrata as tentativas do inimigo de Deus no tempo do fim de estabelecer um controle duradouro sobre todo o mundo. Os acontecimentos futuros precisos são conhecidos somente pelo Senhor. A Bíblia não faz predições proféticas para que as pessoas especulem acerca do futuro, mas para lhes fortalecer a fé após as profecias se tornarem realidade (ver as palavras de Jesus em Jo 14:29) Bíblia de Estudo Andrews.
11:41 Edom, e Moabe, e … Amom. Nações vizinhas, localizados no leste e no sul da terra de Judá. Eram ligadas a Israel por laços familiares patriarcais. Bíblia de Estudo Andrews.
11:45 o glorioso monte santo. Esta expressão designa o monte do templo, localizado na cidade de Jerusalém, chegará ao seu fim. Por causa da ascensão de Miguel (12:1). Este poder será destruído na segunda vinda de Cristo (2Ts 2:8; Ap 19:19,20). Bíblia de Estudo Andrews.
Mais textos do Comentário Bíblico Adventista em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2017/11/18/daniel-11-comentarios-selecionados-comentario-adventista-e-outro/
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“Aos violadores da aliança, ele, com lisonjas, perverterá, mas o povo que conhece ao seu Deus se tornará forte e ativo” (v.32).
Gosto muito do episódio narrado em Atos 8:26-31, onde um dos diáconos da igreja primitiva, Filipe, é enviado a falar a um etíope eunuco, um importante oficial da rainha da Etiópia, com o fim de lhe explicar uma porção das Escrituras. Guiado pelo Espírito Santo, Filipe se aproximou daquele homem e lhe fez a seguinte pergunta: “Compreendes o que vens lendo?” (At.8:30). E a resposta do eunuco, com um rolo do livro do profeta Isaías em mãos, retornou com outro questionamento: “Como poderei entender se alguém não me explicar?” (At.8:31). Então, Filipe o ensinou, o homem entendeu e aceitou a verdade e, sem perder mais tempo, pediu para ser batizado.
Com surpreendente precisão, cada detalhe narrado no capítulo de hoje foi cumprido no curso da história. Mas, para que eu pudesse afirmar isso, homens de Deus, guiados pelo Espírito Santo, se debruçaram sobre a Bíblia e, examinando a história secular, descobriram que a Palavra Inspirada estava narrando eventos já ocorridos e apontando para a gloriosa vitória final. O Senhor tem usado “Filipes” modernos para, à semelhança daquele diácono e de Daniel, proclamar “a verdade” (v.2) ao mundo.
Com relação a parte histórica, podemos resumir da seguinte forma, com a ajuda do Guia de Estudos Bíblia Fácil:
1. Os quatro reis que sucederam o reinado de Ciro (v.2): “Cambises (530-522 a.C.), Falso Smerdis ou Gaumata (522 a.C.), que ficou poucos meses no trono e Dario I (522-486 a.C.). O quarto rei é Xerxes (486-465 a.C.)”;
2. Rei poderoso (v.3), representando Alexandre, o Grande.
3. “Quatro ventos” (v.4): Os quatro generais que sucederam Alexandre: Cassandro (Oeste), Lisímaco (Norte), Selêuco (Leste), Ptolomeu (Sul).
4. “A filha do rei do Sul casará com o rei do Norte” (v.6): “Antíoco II deveria se casar com Berenice, filha de Ptolomeu II, mas teve que divorciar-se de sua esposa Laodice. Esta tentativa de cimentar as relações entre o Egito e a Síria não teve êxito. Depois que seu sogro (o rei Ptolomeu) morreu, ele se divorciou de Berenice e retomou Laodice como sua esposa”;
Observem que, novamente, estamos diante de uma explicação mais detalhada dos reinos apresentados nas visões dos capítulos anteriores. Apesar de não se referir a Babilônia, há uma abordagem quanto aos sucessivos impérios: Medo-Pérsia, Grécia e, por fim, Roma (v.21 em diante). O “homem vil” (v.21) ou “chifre pequeno” (Dn.7:8), continua a nos elucidar o Guia de Estudos: “se refere tanto a Roma Pagã como a Papal […] O profeta viu que o verdadeiro povo de Deus, que sempre esteve determinado a contar aos outros sobre a gloriosa verdade do evangelho, enfrentaria perseguições e dificuldades impostas por Roma. Esta igreja apóstata utilizaria a força, a tortura e a inquisição para eliminar qualquer um que ensinasse de maneira diferente o que ela ensinava. A Bíblia descreve que esse poder continuará sua guerra contra os santos até o fim e, então, seu domínio será retirado para sempre, e será consumido quando Jesus se manifestar em Sua Segunda Vinda (2Ts.2:8)” (Guia de Estudos Bíblia Fácil, p.52).
Jesus afirmou: “E a vida eterna é esta: que Te conheçam a Ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste” (Jo.17:3). Daniel profetizou que aqueles que violam a aliança do Senhor se perverterão, “mas o povo que conhece ao seu Deus se tornará forte e ativo” (v.32). Será que, de fato, conhecemos a Deus? Tanto Filipe quanto Daniel foram atalaias das verdades do Senhor. Eles não viviam segundo as suas vontades e desejos, mas conheciam a voz do seu bom Pastor e, guiados pelo Espírito Santo, seguiam Seus passos. E embora tenham padecido perseguições, caíram “para serem provados, purificados e embranquecidos” (v.35). Ao lado deles estava o Senhor Deus, “como um poderoso guerreiro” (Jr.20:11). E, semelhante ao eunuco etíope, “escaparão estes: Edom e Moabe, e as primícias dos filhos de Amom” (v.41). Ou seja, Deus possui filhos em todas as nações e tribos e os está convidando e ajuntando ao Seu aprisco.
Os acontecimentos proféticos descritos no livro de Daniel não são apenas registros do passado, mas também nos servem de alerta de que precisamos despertar quanto ao que estamos fazendo de nossa vida hoje, a fim de assegurar o nosso futuro, “porque aquilo que está determinado será feito” (v.36). Estamos “no tempo do fim” (v.40) não é uma mensagem sensacionalista, e sim o grito de um Pai que deseja salvar os Seus filhos da morte eterna. Ele apresenta a Sua Palavra não apenas como um livro de eventos passados, mas como a bússola que nos indica um futuro glorioso de “um reino que não será jamais destruído” (Dn.2:44). “E digo isto a vós outros que conheceis o tempo: já é hora de vos despertardes do sono; porque a nossa salvação está, agora, mais perto do que quando no princípio cremos” (Rm.13:11). Que assim como Filipe e Daniel, a nossa vida seja uma revelação do Deus que conhecemos. Vigiemos e oremos!
Bom dia, povo do Deus vivo!
* Dez Dias de Oração, 2o dia: Oremos para que haja mais comunhão com Deus em nosso lar e pelos nossos familiares que precisam conhecer a Deus.
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Daniel11 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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Não vai demorar e Deus que é intolerante a heresias e blasfêmias intervirá para erradicar o mal. Nessa ocasião, Seu caráter e os salvos serão vindicados.
Estude o capítulo em pauta que trata do…
• Império Medo-Persa (vs. 1-2);
• Império Grego (vs. 3-13);
• Império Romano (vs. 14-22);
• Império eclesiástico romano (vs. 23-44);
• Tempo do fim, antes da instituição do reino de Deus (vs. 40-45).
Existe no versículo 21 uma “referência à morte de Jesus na cruz, e esta nos ajuda a seguir a linha do tempo em Daniel 11 e 12. O Messias foi quebrado quando foi pregado na cruz sob o imperador romano Tibério (14-37 d.C.). O ‘homem vil’ em Daniel 11:21 provavelmente é Tibério”, comenta Gerhard Pfandl.
Embora longo e com muitos detalhes, o capítulo tem duas seções: “Na primeira seção [vs. 1-22], a ação entre o reino do norte e do sul tem muito que ver com assuntos do povo de Deus; a batalha é essencialmente uma de porte espiritual que culmina com a aparição do Messias e sua confirmação do pacto ‘com muitos’ mediante Sua morte”, explica William Shea.
E continua Shea: “Da mesma forma, a segunda seção da profecia (vs. 23-45), embora marcada por termos de reinos e conflitos, refere-se às batalhas espirituais entre o povo e a verdade de Deus por um lado, e por outro o poder perseguidor que procura obscurecer o Santuário de Deus no Céu e a salvação ministrada ali para nós por nosso fiel Sumo Sacerdote, Jesus Cristo”.
Em toda a história, o fiel povo de Deus…
• Conhece intimamente ao verdadeiro Deus (v. 32)
• Entende e ensina a Palavra de Deus (v. 33);
• Recebe auxílio e é purificado (vs. 33-35).
Neste capítulo que descreve batalhas, derramamento de sangue e conflitos políticos nota-se que Deus…
• Se interessa muito no que acontece aos seres humanos;
• Se importa com o sofrimento, hostilidades e dificuldades dos Seus servos;
• Se preocupa com detalhes da complexa e difícil experiência humana;
• Se envolve nas atividades dos pecadores visando conduzir a história a um fim glorioso;
• Auxilia aos que carecem de ajuda nas agruras experiências da existência.
Este comentário está limitado pelo tempo e espaço, porém continue estudando e se reavivando ao aprofundar-se em sua mensagem; pois, o fim está próximo. Preparemo-nos! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO DANIEL 10 – Primeiro leia a Bíblia
DANIEL 10 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
DANIEL 10 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
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COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/dn/10
Deixamos Daniel no capítulo nove, sem dúvida, regozijando com as muitas respostas gratificantes à sua oração! Bem, se o jejum e a oração funcionaram tão bem antes, por que não repetir? E assim, o capítulo dez começa com o registro de um jejum de três semanas e uma resposta surpreendente aos anseios do coração do nosso amigo profeta. O próprio Jesus veio visitá-lo!
Isso mesmo. A descrição de Cristo em Daniel dez é virtualmente a mesma encontrada em Apocalipse 1:13-16, onde Cristo é claramente retratado por João, o Revelador.
Curiosamente, Daniel 10:13 identifica a Cristo com o nome de Miguel. (Veja Daniel 12:1; Judas 9; Apocalipse 12: 7-9). Existem muitos nomes para o nosso Senhor, incluindo “Anjo”, conforme encontrado em Juízes 6:11,14. Na verdade, embora Cristo seja eterno e não criado, Ele aceita se identificar com muitos títulos que nos ajudam a entender a Sua obra maravilhosa em nosso favor!
Daniel 10:14 nos lembra do tema recorrente dos “últimos dias”, enfatizando assim claramente o longo escopo cronológico das visões de Daniel, e o versículo dezoito mais uma vez nos conta a história do evangelho, a história do quanto Deus ama a Daniel … assim como ama a você, que está lendo este blog!
David Grams
Pastor aposentado, atualmente professor de religião
Hartland College, Rapidan, Virginia, EUA
Comentário da rodada anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2017/11/17/
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1106
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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426 palavras
10:1-12:13 A última grande visão de Daniel conta a história do povo de Deus até o fim dos tempos. Não devemos nos perder nos detalhes (como [também em] o cap. 11), mas lembrar que o propósito era incentivar o povo do Senhor com o fato de que Deus o estava conduzindo e de que a salvação final era certa. Bíblia de Estudo Andrews.
10:2 pranteei. Daniel lamentou e se humilhou, praticando a autonegação (comparar com o v. 12; Lv 16:29; Ed 8:21; SI 35:13, 14) por meio de um jejum parcial e se abstendo de colocar óleo como loção na pele. Ele fez isso porque procurava mais compreensão junto a Deus (Dn 1012) quanto ao destino de seu povo (comparar com v. 14; cap. 9). Bíblia de Estudo Andrews.
10:5 homem vestido de linho. Um ser celestial maravilhoso (comparar com Ap 1:13-16 acerca do Cristo glorificado) apareceu em forma humana e chegou para esclarecer Daniel, como Gabriel havia feito anteriormente (Dn 9:20-27). Em Ez 9;2,3,11; 10:2,6.7, um servo de Deus, ao que parece, um anjo, também se vestia de linho. Bíblia de Estudo Andrews.
10:13 príncipe do reino da Pérsia. Existe a hipótese de ser uma referência a Cambisses, filho de Ciro (559-530 a.C), que pode ter resistido à decisão divina de restaurar o povo. No entanto, o fato de um anjo de Deus precisar lutar contra este “príncipe” (v. 20) sugere uma batalha espiritual contra um ser sobrenatural perverso (comparar com Ef 6:12). Se este for o caso, deve haver demônios (anjos maus) lutando para influenciar e controlar governos humanos (comparar com Dn 10:20 – “príncipe da Grécia”; Jo 12:31 – “o seu príncipe [deste mundo]”) a fim de contrariar os propósitos divinos. O Senhor revelou esta batalha entre o bem e o mal perto do início do reinado dos persas, cuja religião zoroástrica enfatizava o conflito entre forças sobrenaturais boas e más. Bíblia de Estudo Andrews.
Miguel, um dos primeiros príncipes. Miguel (que significa “Quem é como Deus?”) foi o nome de vários homens do AT (“Micael” – Nm 13:13; 1Cr 5:13, etc). Contudo, é também o nome de uma pessoa celestial exaltada, o Príncipe-Chefe (Dn 10:13). Em outros textos, ele é apresentado como o grande guardião de Daniel e de seu povo (v. 21; 12:1), “o arcanjo” que disputou com o diabo (Jd 9) e o comandante dos anjos do Senhor, que derrotou Satanás e seus anjos, expulsando-os do Céu (Ap 12:7-9). Portanto, parece que este Miguel é o “príncipe do exército”, ou seja, Cristo (ver nota sobre Dn 8:11). O próprio Cristo poderia atuar como mensageiro, não necessariamente um ser criado (comparar com nota sobre Jz 6:11 – “o Anjo do SENHOR” é o próprio Senhor). Bíblia de Estudo Andrews.
10:14 últimos dias. A revelação prestes a ser dada (cap. 11-12) chega até o futuro distante (comparar com nota sobre 2:29), assim como as profecias dos cap. 2,7-9. Bíblia de Estudo Andrews.
10:16 me tocou os lábios. Comparar com Is 6:5-7. Bíblia de Estudo Andrews.
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“Naqueles dias, eu, Daniel, pranteei durante três semanas” (v.2).
A jornada espiritual de vinte e um dias feita por Daniel vai muito além de apenas abstenção de certos tipos de alimentos. Ela nos revela a sabedoria que obteve aquele servo de Deus quanto à verdade de que as visões que teve “envolvia grande conflito” (v.1). E, em tempos de guerra, meu irmão e minha irmã, precisamos estar munidos das armas corretas (Ef.6:10-18), ou, do contrário, corremos o sério risco de perecer.
Daniel entrou em um período de profunda angústia de alma, e, tomando posse do que já lhe era um costume, as três orações especiais do dia tornaram-se em “três semanas inteiras” (v.3) de reavivamento espiritual. Abstendo-se de “manjar desejável” (v.3) e de tudo aquilo que pudesse lhe embotar a mente ou distraí-la, Daniel provou, mais uma vez, que o que nós consumimos tem uma íntima relação com o nosso todo. Ou, “acaso não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo…?” (1Co.6:19).
O mérito da questão, contudo, não se trata de comida ou de bebida, mas da escolha de um servo de Deus de buscar na Fonte de toda a sabedoria as respostas para os anseios de sua alma. A abstinência de certos tipos de alimento foi a consequência e não a causa. A profunda comunhão que estabeleceu nesses dias o levou a uma intimidade tal que, desta vez, Deus não Se contentou em enviar o Seu anjo, mas Ele mesmo Se manifestou. Comparem a descrição feita nos versos cinco e seis com a visão de João em Apocalipse 1:13-15, e percebam que trata-se da mesma Pessoa: o próprio Jesus Cristo.
Semelhante ao que aconteceria com o apóstolo Paulo centenas de anos depois (At.9:7), os homens que estavam na companhia de Daniel foram tomados de “grande temor, e fugiram e se esconderam” (v.7). Duas coisas ficam bem evidentes aqui: Primeira, que, diferente de Daniel, Paulo não teve aquela visão após um período de reavivamento espiritual, mas enquanto perseguia severamente os cristãos; o que comprova a veracidade das palavras do Senhor ao profeta Samuel: “… porque o Senhor não vê como vê o homem. O homem vê o exterior, porém o Senhor, o coração” (1Sm.16:7). Segunda, que todo aquele que não possui um coração sincero e pronto a ouvir a voz de Deus, foge e se esconde de Sua presença. Portanto, não foi o que Daniel fez que o levou a ver Jesus, mas o que ele permitiu que o Espírito Santo fizesse nele.
Contemplando tão sublime visão e ouvindo tão poderosa voz, o profeta perdeu as forças e sofreu um desmaio (v.8, 9). Mas “certa mão” (v.10) o tocou e colocou Daniel na posição de submissão, e também de vigor espiritual (v.10). Gosto muito de uma frase de um autor desconhecido, que diz: “Quando você se curva diante de Deus, você anda reto diante dos homens”. Daniel não foi colocado em pé imediatamente, e sim na posição que lhe daria forças para se levantar. Notem que as orações daquele “homem muito amado” (v.11) não somente moveram o coração de Deus, ao lhe enviar Miguel, mas também a ira de Satanás.
Sobre este conflito entre o bem e o mal, escreveu o pastor Henry Feyerabend: “O nome Miguel significa ‘Quem é como Deus?’. O Novo Testamento descreve Jesus como um ser ‘na forma de Deus’ (Filipenses 2:6), ‘a imagem do Deus invisível’ (Colossenses 1:15), ‘a expressa imagem da Sua pessoa’ (Hebreus 1:3). Os melhores escritores judeus estão de acordo, ao ensinarem que o nome ‘Miguel’ é o mesmo que o título de ‘Messias’. Nenhum ser criado pode preencher essas qualificações”(CPB, Daniel Verso por Verso, p. 174). Enquanto no livro de Daniel ele é identificado como um príncipe, no livro de Judas é chamado de arcanjo, que não pode ser confundido com um anjo. Contribuindo para o nosso entendimento, o pastor Henry continua: “a palavra grega archaggelos é composta de archi, um prefixo que denota ‘chefe’ e a palavra aggelos, ‘mensageiro’. Ele é o Mensageiro-Chefe. Ele não é um anjo, mas o Comandante dos anjos” (CPB, Daniel Verso por Verso, p. 177).
No findar dos setenta anos para ver cumprida a promessa de Deus e o povo de Israel poder voltar à sua terra, houve profunda resistência do rei da Pérsia, que, julgando o enredo ali envolvido devido ao personagem “Miguel”, é certo de que aquele rei estava sendo persuadido pelo próprio Satanás. Este título para Jesus, “Miguel”, só aparece mais duas vezes na Bíblia, e em todas elas, há um cenário de guerra contra o inimigo de Deus (Jd.9 e Ap.12:7). Portanto, é certo de que, enquanto Daniel lutava em oração, Miguel guerreava “contra o dragão” (Ap.12:7).
No findar da história terrestre, o Espírito do Senhor tem trabalhado com grande urgência a fim de que apliquemos o coração a compreender a verdade presente e a humilharmo-nos perante Deus (v.12). Deus não escolhe a quem salvar, mas nos dá a liberdade de escolher a quem servir. “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito…” (Jo.3:16), isto é, Ele amou a toda humanidade desde Adão. Ele não faz acepção de pessoas (Rm.2:11). O Seu dom gratuito de amor é uma oferta para todos. Porém, a salvação implica na condição contida no final do mesmo verso: “[…] para que todo o que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna”.
Estamos todos inseridos no “grande conflito” (v.1) que envolve o meu e o seu destino eterno. Assim como Daniel despertou a ira de Satanás, o inimigo de Deus está irado contra um pequeno povo (Ap.12:17) que tem sido uma “pedra no seu sapato”. Perseverando em viver de acordo com a luz dada ao profeta Daniel, este povo despertará a cólera final do inimigo, que usará governantes e autoridades para dispersá-lo e impedir que avance para a Canaã celeste. Mas, todo aquele que, semelhante ao “homem muito amado” (v.19), permitir que o Espírito Santo o conduza, não terá o que temer, pois ainda que tenha que passar por um período em que sentirá lhe fugir as forças e até a própria vida (v.17), será fortalecido pelo Príncipe da Paz (v.19).
Repito, amados, não serão as nossas obras que moverão o coração de Deus para nos resgatar, mas a obra de reavivamento e reforma que permitirmos que Ele realize em nós por meio do Seu Espírito. Não é sem razão que estejamos estudando este capítulo justamente no primeiro dia dos dez dias de oração. Tão perto como estamos do cumprimento profético do retorno de Jesus, necessitamos da experiência de Daniel em proporção ainda maior. Daniel orava e chorava para que o povo de Deus pudesse retornar à Jerusalém terrestre. Como o povo que aguarda a bendita esperança de subir à Jerusalém celeste, quão intensa deve ser a nossa experiência, tal qual a noite de luta de Jacó (Gn.32:26)! Em nossos lugares de oração, quer seja num bosque ou numa montanha, quer num canto do quarto ou num cômodo solitário, sejam expostas nossas fraquezas e debilidades e ouvida a voz de Deus a nos dizer: “[…] como príncipe lutaste com Deus e com os homens e prevaleceste” (Gn.32:28). Que façamos parte do seleto grupo dos amados de Deus que estão, como escreveu Ellen White, “esperando somente serem recolhidos” (CPB, Atos dos Apóstolos, p.109). Vigiemos e oremos!
Bom dia, amados do Príncipe da Paz!
* Dez Dias de Oração, 1o dia: Oremos pelo reavivamento espiritual de nosso lar e que, em família, estejamos unidos num mesmo propósito, nos momentos de jejum e oração do próximo sábado.
Rosana Garcia Barros
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Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100