Reavivados por Sua Palavra


MARCOS 4 by Jobson Santos
30 de maio de 2021, 0:55
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/mc/4

Normalmente, depois do jantar de Ação de Graças, sentávamos e assistíamos ao futebol da faculdade, mas minha mãe havia falecido seis semanas antes e ninguém estava com disposição para assistir TV. Minha irmã, Joyce, avaliou a situação e disse: “Eu estava me perguntando, pai, se você poderia ler a Bíblia para nós – talvez algo de que você se lembre dos seus anos de crescimento?” Todos sabíamos, é claro, que nossa mãe e nosso pai frequentavam a igreja quando crianças e jovens, mas haviam perdido o interesse em meio ao trabalho frenético de criar uma família de seis filhos.

Logo, meu pai começou a ler a respeito de Jesus que dormia em um barco durante uma forte tempestade e como os discípulos estavam ansiosamente tentando manter aquele barco flutuando. Quando Jesus se levantou e repreendeu o vento e as ondas, de repente o vento parou e o mar ficou calmo.

Depois que papai leu esses versículos, parecia haver uma luz de esperança em seu rosto ao dizer: “Se Jesus pode dar ordens para uma tempestade parar, então ele pode cuidar de todos nós também”.

O que aprendi com Marcos 4 naquele dia ainda é verdade: não importa que tempestade esteja se formando em sua vida, existe alguém que pode dizer ao mar: “Acalme-se!”

Kevin Wilfley
Pastor da Igreja da Upper Columbia Academy,
Washington, EUA

 

Post rodada anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2018/02/26/marcos-4-2/

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1207
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



MARCOS 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
30 de maio de 2021, 0:50
Filed under: Sem categoria

1267 palavras

1 entrou num barco. Afastando-se da multidão, Jesus podia, do palco do barquinho, ser ouvido por muito mais gente. Bíblia Shedd.

2 parábolas. Em geral continham continham uma verdade central, e não precisava haver significado em cada detalhe. Bíblia de Estudo NVI Vida.

8 Outracaiu em boa terrae cresceu, produzindo. Quando interpretando parábolas narrativas, o que é dito por último é usualmente a chave para entender a parábola. É a chamada “tensão final”. A parábola quer dizer que o reino de Deus triunfará extraordinariamente, a despeito de tentativas para deter o seu sucesso. Isto fica claro a partir do contexto do capítulo anterior: primeiro, os oponentes de Jesus estavam observando se Ele iria curar no sábado para que eles O acusassem; depois, eles O acusaram não só de ser insano, mas de estar operando em nome de Satanás; terceiro, mesmo Sua mãe e irmãos tiveram dúvidas. Mas a parábola ensina que o reino de Jesus terá sucesso extraordinário. Uma boa colheita na Palestina seria aquela que rendesse dez vezes mais. Trinta, sessenta e cem vezes mais seria realmente extraordinário. Andrews Study Bible.

9 Quem tem ouvidos. Esta frase é uma chamada para ficar atento. Bíblia de Genebra.

11 mistério. Significa “fechado” ou “escondido” no grego. Popularmente o termo dava nome ao tipo de ritos religiosos místicos. No NT trata da verdade de Deus, outrora oculta, mas agora revelada. Bíblia Shedd.

14-20 O “mistério” da parábola não é o seu ensino moral a respeito da dureza dos corações humanos. O “mistério” está no paradoxo que a vinda do reino de Deus deve ser comparada com uma frágil semente. Bíblia de Genebra.

19 ambições. Do gr. epithumia, “desejo ardente”, “anelo”, “anseio”. Foi “com desejo [gr epithumia]” que Jesus desejou celebrar a última Páscoa com os doze (Lc 22:15). O desejo é errado apenas quando é dirigido às coisas más. Aqui se trata de interesses mundanos, tais como o desejo de riquezas, que torna o “desejo” um mal. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 654, 655.

21 candeia. Neste caso, é uma ilustração da verdade revelada nos próprios ensinos de Jesus, especialmente mediante o uso de parábolas. Em Lucas 11:33 a 36 ela ilustra a forma em que os indivíduos percebem e recebem a verdade. CBASD, vol. 5, p. 654.

alqueire. Do gr modios. Uma medida de capacidade para secos, de aproximadamente 9 litros … A “candeia”, o “alqueire” e a “cama” eram peças do mobiliário encontradas em cada casa, tornando assim a ilustração mais vívida. CBASD, vol. 5, p. 654.

velador. Literalmente “suporte de lâmpada”. CBASD, vol. 5, p. 654.

22 nada está ocultosenão para ser revelado. Durante o ministério terreno de Cristo, coisas estão encobertas; mas virá o dia, da ressurreição em diante, quando tudo será revelado (Mt 10.26-27; Lc 12.2-3). Bíblia de Genebra.

24 no que ouvis. Há certas coisas que é melhor o cristão não ver ou ouvir; há outras que é sábio “ouvir”. CBASD, vol. 5, p. 654.

25 ao que tem se lhe dará. Este princípio é ilustrado nas parábolas dos talentos (Mt 25.14-30) e das minas (Lc 19.11-27). Bíblia de Genebra.

26-29 Somente Marcos registra esta parábola [da semente]. Enquanto a parábola do semeador ressalta a importância do solo apropriado para o crescimento da semente e o sucesso da colheita, aqui se ressalta o poder misterioso da própria semente. A mensagem do evangelho tem em si mesma o seu poder. Bíblia de Estudo NVI Vida.

27 dormisse e se levantasse. Tendo plantado a semente, o agricultor se preocupará de outros afazeres. Porém, o processo de crescimento prossegue independentemente de sua presença ou ausência, quer ele durma ou fique acordado. Ele pode cultivar e irrigar a semente enquanto ela cresce até ficar madura, mas não pode fazê-la crescer. CBASD, vol. 5, p. 654.

28 a terra. A planta cresce da terra e a terra contribui para o seu crescimento, mas é a própria planta que produz fruto. CBASD, vol. 5, p. 654.

por si mesma. Do gr authomate, “movida por seu próprio impulso”; de onde se deriva a nossa palavra “automático”. CBASD, vol. 5, p. 654.

29 passa [a foice] (NVI). Do gr. apostello, “enviar”, de onde se origina a palavra “apóstolo”, que significa “enviado” (ver com. de Mc 3:14). Em outra passagem, a obra dos apóstolos é comparada à dos ceifeiros. (Jo 4:35-38). CBASD, vol. 5, p. 654.

30 com que parábola … ? Cristo consulta os Seus ouvintes, por assim dizer,. Sua audiência foi convidada a participar na busca da verdade. CBASD, vol. 5, p. 654.

31-32 semente de mostarda. Assim como a parábola do semeador, esta parábola enfatiza a comparação entre o começo humilde do reino de Jesus e seu extraordinário final. O que faz isto extraordinário não é só o seu crescimento desproporcionalmente grande comparado a início, mas que é suficientemente expansivo para trazer a si não-judeus para fazerem parte do movimento. Andrews Study Bible.

33 muitas parábolas semelhantes. Marcos provavelmente se refere apenas às parábolas pronunciadas nessa ocasião, embora o mesmo também fosse verdade sobre todas as parábolas de Cristo. CBASD, vol. 5, p. 654, 655.

Marcos faz apenas uma pequena coletânea, selecionada de todo o ensino parabólico de Jesus. O tema principal dessas parábolas é o crescimento da semente, apontando para a tarefa principal de evangelização na igreja. Bíblia Shedd.

segundo o que podiam compreender (ARC). Cristo não falava por parábolas para ocultar a verdade, mas para revelá-la CBASD, vol. 5, p. 655.

34 Não lhes dizia nada sem usar alguma parábola (NVI). Jesus usava parábolas para ilustrar verdades, estimular pensamentos e despertar a percepção espiritual. O povo em geral não estava pronto para perceber a plena verdade do evangelho. Bíblia de Estudo NVI Vida.

35 para o outro lado (NVI). Jesus partiu do território da Galileia a fim de ir até a região dos gadarenos (5.1). Bíblia de Estudo NVI Vida.

outra margem (ARA). Seria a margem leste do mar da Galileia. Bíblia Shedd.

36 outros barcos. Estes estavam lotados de pessoas que ainda seguiam ansiosamente a Jesus (cf. DTN, 334). CBASD, vol. 5, p. 655.

37 grande temporal. O mar da Galileia fica a cerca de 213 m abaixo do nível do mar, tem cerca de 21 km de comprimento por cerca de 13 km de largura. Na sua extremidade meridional [sul], há um vale profundo cercado por rochas escarpadas. O vento, afunilando-se através de colinas que o cercam e através deste vale, pode açoitar o lago, provocando repentinas e violentas tempestades. Bíblia de Genebra.

O ar mais frio do Mediterrâneo desce pelos desfiladeiros estreitos entre as montanhas e é lançado fortemente contra o ar quente e úmido existente por cima do lago. Bíblia de Estudo NVI Vida.

38 dormindo. Jesus não era imune ao cansaço. Bíblia Shedd.

não Te importa […]? A súplica deles reflete uma impaciência que chegava ao limite do desespero. CBASD, vol. 5, p. 655.

com a cabeça sobre o travesseiro (NVI). O retrato de Jesus exausto e dormindo sobre o travesseiro normalmente guardado embaixo do assento do timoneiro é típico do toque humano que Marcos oferece. Bíblia de Estudo NVI Vida.

39 Acalma-te, emudece! As mesmas palavras pronunciadas por Jesus em 1.25 contra os demônios. Um dia, todo o mal espiritual e material ainda será afastado dos fiéis em Cristo (cf Ap 21.3, 4). Bíblia Shedd.

O ato de acalmar a tempestade parece-se com o seu poder de exorcizar: há a expressão demoníaca de violência (1.26; 5.4, 13), a ordem para a natureza aquietar-se (1.25, nota) e a calma resultante (5.15). Jesus amarra “o valente” (3.23-27) e corrige com Seu poder a criação física. Bíblia de Genebra.

41 Quem é este? Tendo em vista o que Jesus acabara de fazer, a única resposta a essa pergunta era: Ele é o próprio Filho de Deus! Foi demonstrada a presença de Deus, e não somente o Seu poder (v. Sl 65.7; 107.25-30; Pv 30.4). Marcos dá a sua resposta na primeira linha do seu evangelho (1.1). Por meio de semelhantes milagres, Jesus procurava procurava firmar e aumentar a fé que os discípulos tinham na Sua divindade. Bíblia de Estudo NVI Vida.



MARCOS 4 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
30 de maio de 2021, 0:45
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“Para que, vendo, vejam e não percebam; e, ouvindo, ouçam e não entendam; para que não venham a converter-se, e haja perdão para eles” (v.12).

Este poderia ser considerado o texto mais misterioso da Bíblia e até mesmo controverso. Os ensinos de Jesus através de parábolas despertaram a curiosidade de alguns de Seus seguidores mais próximos e dos discípulos. Replicando a profecia de Isaías, Jesus falou as palavras do versículo doze. Para compreendê-las, precisamos entender o contexto na época do profeta. A nação de Israel havia se afastado de Deus como um filho rebelde despreza a seu pai. Israel e Judá foram colocadas por Deus num mesmo patamar de infidelidade: “nação pecaminosa, povo carregado de iniquidade, raça de malignos, filhos corruptores; abandonaram o Senhor, blasfemaram do Santo de Israel, voltaram para trás” (Is.1:4). Foi nesse contexto que Isaías foi levantado como porta-voz de Deus.

A missão de Isaías consistia em transmitir a Israel um claro e sonoro “Assim diz o Senhor”, enquanto a nação se orgulhava de sua vida religiosa e repleta de rituais e cerimônias. A obra do Senhor no meio do Seu povo consistia em retirar dela “todo metal impuro” (Is.1:25), preservar “a santa semente” (Is.6:13) e reunir os Seus fiéis de todos os povos da Terra: “Não fale o estrangeiro que se houver chegado ao Senhor, dizendo: O Senhor, com efeito, me separará do Seu povo; nem tampouco diga o eunuco: Eis que eu sou uma árvore seca” (Is.56:3). Há, portanto, um propósito divino, desde os tempos antigos, de reunir os Seus escolhidos de todas as nações da Terra como um só povo. Esse propósito, no entanto, requer um conhecimento que nem todos estão dispostos a aceitar e que muitos, caso permanecessem nas fileiras do Senhor, causariam no meio do povo de Deus um terrível prejuízo.

O caso de Ananias e Safira e de Simão, o mágico, são exemplos da intervenção divina a fim de expelir do meio de Sua pura e infante igreja a escória que abalaria a fé de muitos (At.5:1-11; At.8:9-25). Não é diferente no contexto em que vivemos do tempo do fim. O Espírito Santo está realizando uma grande e poderosa obra, a toque de urgência, reunindo o restinho dos que “lavaram suas vestiduras e as alvejaram no sangue do Cordeiro” (Ap.7:14). O Senhor não permitirá entrada no Céu a quem não permitiu esta obra de purificação e santificação aqui na Terra. Uma obra que não é realizada como parâmetro de medida para os outros (v.24), mas com a exclusiva função de atuar em cada um de nós individualmente. Isso significa que o terreno de nosso coração precisa ser “boa terra” a fim de produzir “a trinta, a sessenta e a cem por um” (v.8).

Quem tem ouvidos para ouvir, ouça” (v.9). Cristo Jesus Se fez homem para nos salvar e nos deixar o exemplo perfeito de um caráter íntegro e reto. Multidões professam segui-Lo, mas somente a poucos Ele explica tudo “em particular” (v.34). Deus jamais interfere no livre arbítrio de alguém, de forma que Ele só abre os olhos e os ouvidos, promovendo conhecimento e conversão e o perdão dos pecados, aqueles que pedem por isso com sinceridade de coração. Desta forma, entendemos melhor a profecia de Joel para os últimos dias, que diz: “E acontecerá que todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo” (Jl.2:32). E nesse processo, por vezes, o próprio Senhor nos aponta a necessidade de passarmos para a outra margem, a sair de nossa zona de conforto e enfrentar as tempestades da vida sabendo que temos a nosso favor Aquele “que até o vento e o mar Lhe obedecem” (v.41).

O reino de Deus” (v.26) será o lar daqueles que sonham mais com o abraço de Jesus do que com as ruas de ouro. Um povo que, ao contrário de Israel nos dias de Isaías, manifesta as características dadas pelo Espírito Santo: “Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamardes as virtudes dAquele que vos chamou das trevas para a Sua maravilhosa luz” (1Pe.2:9).Vigiemos e oremos, “porque é chegada a ceifa” (v.29) e o Senhor não tarda a cumprir a Sua derradeira promessa: “Venho sem demora” (Ap.3:11).

Feliz semana, discípulos de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Marcos4 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



MARCOS 4 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
30 de maio de 2021, 0:40
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MARCOS 4 – Após Jesus mostrar que é de Sua família não quem o é de sangue ou de laços biológicos, mas quem faz a vontade de Deus (capítulo 3), Ele passou a apresentar enfaticamente a importância da Palavra de Deus.

Fica evidente que Jesus anseia que Seus ouvintes sejam realmente de Sua família. No capítulo em questão temos:

1. Uma parábola que ilustra possíveis reações diante da Palavra de Deus (vs. 1-20):
a) Endurecer o coração diante da Palavra;
b) Ser relapso diante da apresentação da Palavra;
c) Estar demasiado atarefado para se comprometer com a Palavra;
d) Ter um coração aberto e ávido para receber a Palavra a tal ponto de produzir muito fruto.

2. Três parábolas que ilustram a importância da Palavra no estabelecimento do reino de Deus (vs. 21-34):
a) A Palavra de Deus tem um poder sobrenatural que ilumina a vida daquele que está nas trevas do mal, da imoralidade e do pecado, ainda o conduz ao reino da luz;
b) A Palavra de Deus tem poder de germinar no coração, crescer e frutificar na vida cotidiana do cristão;
c) A Palavra de Deus pode exercer pouco impacto em alguém, mas o que, inicialmente, é pequeno como semente de mostarda, logo será grande como árvore – devido ao Seu poder.

3. Uma experiência de vida numa tempestade real para evidenciar o tremendo poder e impacto da Palavra divina (vs. 35-41).
Talvez até hoje muitos não saibam “Quem é este que até os ventos e o mar lhe obedecem”. Isso porque muitos que alegam seguir a Cristo não permitem que Sua Palavra penetre no âmago do coração a tal ponto de produzir frutos que sejam bom testemunho dEle.

• Muitos crentes dizem seguir a Cristo sem aplicar os princípios de Seu reino à vida diária. Como viver o reino de Deus seguindo práticas vigentes no reino do diabo?
• Como viver o verdadeiro cristianismo sendo absorvido pelo mundanismo, materialismo, secularismo, e até mesmo o ateísmo? (vs. 15-19).
• Como impactar a sociedade se, a luz de Jesus estiver escondida atrás da timidez, das atitudes acanhadas e do testemunho zero? (vs. 21-23).

Sejamos relevantes numa sociedade decadente dedicando tempo para estudar e assimilar os conteúdos da Palavra de Deus! Dediquemo-nos à consagração: “Senhor, reaviva-nos pela Palavra!” – Heber Toth Armí.



MARCOS 3 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
29 de maio de 2021, 1:00
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TEXTO BÍBLICO MARCOS 3Primeiro leia a Bíblia

MARCOS 3 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

MARCOS 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal do Youtube

(pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



MARCOS 3 by Jobson Santos
29 de maio de 2021, 0:55
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/mc/3

A afirmação de Jesus de que Ele era o Filho de Deus O levou à cruz (Mt 26:63-67). Questionamentos a respeito de Sua identidade e poder seguiam Jesus onde quer que fosse. Nos versos 7-10, 20, 21 lemos sobre uma multidão atraída por Jesus que era tão grande que nem Jesus nem os seus discípulos tinham tempo para comer. O frenesi da multidão deixou Jesus vulnerável a acusações de perturbação civil. Para o observador casual, Sua vida parecia fora de controle. Sua própria família comentou: “Está fora de Si” (Mc 3:21 ARA).

No final, houve aqueles que decidiram seguir a Jesus, porque estavam convictos de que Ele era o Filho de Deus. Chegaram à conclusão de que valia a pena segui-Lo e obedecer a Suas palavras não apenas porque Ele realizava milagres, mas porque Ele falava pelo Pai e revelava a vontade de Deus. Esses seguidores de Jesus tornaram-se parte de Sua família. Como Ele declarou: “Qualquer que fizer a vontade de Deus, esse é meu irmão, irmã e mãe” (verso 35).

Que privilégio o nosso de nos tornarmos parte da família de Jesus, reconhecendo-O como Deus e Salvador e amá-Lo!

David Smith
Pastor da Igreja da Universidade de Collegedale
Tennessee, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1206
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



MARCOS 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
29 de maio de 2021, 0:50
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1141 palavras

1 ressequida uma das mãos. Ou, “uma das mãos atrofiada” (NVI). O grego indica que a mão ressequida era devido a acidente ou ao resultado de doença e não a um defeito congênito. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 643.

para ver se ele iria curá-lo no sábado (NVI). Sinal de que os fariseus acreditavam no poder de Jesus para operar milagres. A dúvida não era se Jesus conseguiria, mas se desejaria curar. A tradição judaica conceituava que se podia prestar socorro aos enfermos no sábado somente quando havia ameaça contra a avida, que obviamente não era o caso. Bíblia de Estudo NVI Vida.

o bem ou o mal, salvar a vida ou matar? Jesus pergunta: “O que é melhor, preservar a vida mediante a cura, ou destruir a vida mediante uma recusa de curar?”. A pergunta é irônica, já que, enquanto Jesus estava disposto a curar, os fariseus estavam tramando Sua execução. Era evidente quem tinha a culpa de violar o sábado. Bíblia de Estudo NVI Vida.

ficaram em silêncio. Seu silêncio raivoso foi um reconhecimento de derrota. Encontros anteriores com Jesus lhes havia mostrado que nada poderiam obter ao desafiá-Lo publicamente, pois Ele sempre conseguia voltar contra eles seus próprios argumentos, de uma forma que revelava a verdade e tornava evidente ao povo que a posição dos rabinos era insustentável. CBASD, vol. 5, p. 643.

indignado. Frequentemente se diz que a única ira que não implica pecado é a ira contra o pecado. Deus odeia o pecado, porém ama o pecador. CBASD, vol. 5, p. 643.

herodianos. Eram os membros do partido nacionalista de judeus que apoiavam Herodes e sua dinastia. …Os fariseus (“os separados”) surgiam, como partido distinto, c. 140 a.C., após a revolta dos macabeus. Seus membros pertenciam à classe baixa, e não à aristocracia como os saduceus (cf 12.18-23n). É notável como as diferenças se desvaneceram num ódio mútuo a Jesus. Bíblia Shedd.

Alguns têm sugerido que esse episódio ocorreu na cidade de Séforis, a capital de Herodes, cerca de 6 km ao norte de Nazaré. CBASD, vol. 5, p. 643.

8 Aqui vemos comprovação impressionante da popularidade rapidamente crescente de Jesus entre o povo. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Iduméia. Forma grega do hebraico “Edom”. Bíblia de Estudo NVI Vida.

11 os espíritos imundos … prostravam-se. Alguns consideram a possibilidade de que os demônios com essa atitude desejavam dar a impressão de que reconheciam a Jesus como seu líder, o que significaria que Ele estava associado a eles. Nesse caso, o fato de Cristo recusar o testemunho deles se torna significativo. CBASD, vol. 5, p. 644.

13 subiu ao monte. Com frequência Jesus dedicava toda a noite para orar (ver DTN, 419). CBASD, vol. 5, p. 645.

chamou. Havia um grupo maior de seguidores, dentre os quais os doze foram escolhidos. Nenhum dos doze foi escolhido devido à sua perfeição de caráter ou mesmo de capacidade. Cristo escolheu homens que estavam dispostos a aprender, eram capazes para isso e cujo caráter poderia ser transformado. CBASD, vol. 5, p. 645.

14 designou doze. Num tal contexto, a significação do número “doze” dificilmente pode passar despercebida. Jesus estava estabelecendo a constituição do novo Israel (Mt 19.28). Bíblia de Genebra.

A missão dos doze incluía pregar, mas também a cura e libertar o povo oprimido pelos demônios. Evangelismo envolve a restauração de toda a pessoa. Andrews Study Bible.

para que estivessem com Ele. O treinamento dos doze consistia não somente em instrução e prática nas várias formas do ministério, mas também em convívio contínuo com o próprio Jesus e comunhão íntima com Ele. Bíblia de Estudo NVI Vida.

17 João. Este era um homem de profundo discernimento espiritual, que se desenvolveu ao contemplar em Jesus aquele que é “totalmente desejável”. João não apenas amava seu Mestre, mas era também o discípulo “a quem Jesus amava” (Jo 20:2; 21:7, 20). Por natureza, ele era orgulhoso, arrogante, ambicioso de honras, impetuoso, ofendia-se facilmente e sempre estava pronto a se vingar (ver Mc 10:35-41; AA, 540, 541). João se rendeu mais do que qualquer outro ao poder transformador da perfeita vida de Jesus e chegou a refletir a semelhança do Salvador mais plenamente do que qualquer dos outros discípulos. CBASD, vol. 5, p. 648.

Boanerges. Provavelmente, a transliteração de uma expressão aramaica que significa “filhos do tumulto”, ou “filhos da ira” e traduzida como “filhos do trovão”. O temperamento veemente e colérico de Tiago e João foi manifestado numa ocasião (Lc 9:49, 52-56). CBASD, vol. 5, p. 649.

19 Judas Iscariotes. Jesus não havia convidado Judas para que se unisse ao grupo de discípulos dentre os quais Ele selecionou os doze …, porém Judas se uniu a eles e pediu um lugar. Sem dúvida, Judas acreditava que Jesus era o Messias, como os outros discípulos, em termos do conceito popular judaico de um libertador político do jugo romano, e desejou ser admitido como membro no círculo íntimo dos discípulos a fim de assegurar um elevado cargo no “reino” a ser estabelecido em breve. … Apesar de todo o mal latente no coração de Judas, ele era em muitos aspectos mais promissor do que os outros que Jesus chamou. Ao ser admitido como membro entre os doze, havia esperança para Judas. Se ele cultivasse certos traços desejáveis de caráter, e eliminasse os maus traços, permitindo que Jesus transformasse seu coração, poderia ter sido um obreiro aceitável na causa do reino. Mas, ao contrário de João …, Judas manteve o coração insensível aos preceitos e ao exemplo de Jesus. Apesar disso, Jesus lhe deu todo o incentivo e oportunidades possíveis para que ele desenvolvesse um caráter celestial. CBASD, vol. 5, p. 651.

21 fora de Si. Isto é, “mentalmente desequilibrado”. A estreita semelhança entre este temor da parte dos familiares de Jesus e a acusação feita pelos escribas de que Jesus tinha pacto com o demônio (v. 22) pode explicar a afirmação do v. 21 como uma introdução da acusação de que Jesus agia como representante de Belzebu (v. 22-30). CBASD, vol. 5, p. 651.

29 não tem perdão para sempre. O único pecado que é imperdoável é a blasfêmia contra o Espírito Santo, que é cometida ao atribuir ao inimigo a obra salvadora do Espírito Santo. Tal pecado seria cometido por aquele cujo coração está endurecido e não mais pode responder à influência do Espírito (ver tb nota em Mt 12.31). Andrews Study Bible.

31 mãe … irmãos. Os estudiosos Católicos Romanos, para quem a virgindade eterna de Maria é um dogma, sustentam que “irmãos” pode referir-se a relacionamentos mais amplos de família, apontando para Gn 13.8; 14.16; Lv 10.4; 1Cr 23.22. Contudo, em Marcos, o termo parece ser sempre usado para significar irmãos de sangue dos mesmos pais. Mt 1.25 indica que Maria e José começaram a ter relações conjugais normais depois do nascimento de Jesus, acrescentando um sentido adicional à designação de Lc 2.7, onde Jesus é chamado o “primogênito” de Maria. Bíblia de Genebra.

35 qualquer que fizer a vontade de Deus. A chegada do reino de Deus muda os relacionamentos humanos. … os que se estão no reino se tornam nossos amigos mais íntimos, mais próximos e mais queridos que quaisquer outros. Bíblia de Genebra.



MARCOS 3 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
29 de maio de 2021, 0:45
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“Mas aquele que blasfemar contra o Espírito Santo não tem perdão para sempre, visto que é réu de pecado eterno” (v.29).

Em cada lugar que entrava, Jesus enfrentava dois grandes desafios: o desespero das multidões e a perseguição dos líderes judeus. O Salvador não buscava para Si benefício algum e mal Lhe sobrava tempo para comer. Mas apesar de Seu altruísmo e santo procedimento, a visão dos que O perseguiam era voltada para o fato de Jesus não levar em consideração as suas absurdas tradições. Alegando agir em nome de Deus, eles promoviam suas regras arbitrárias desprovidas de qualquer demonstração de compaixão ou de interesse pelo bem dos que acusavam como “transgressores”. Em outras palavras, suas convicções eram inegociáveis.

Ocupado em favor da qualidade de vida e salvação do povo, Jesus curava as feridas do corpo e da alma. Eram tantas as mazelas apresentadas diante de Cristo, que, por vezes, Ele precisava Se retirar em “um barquinho” (v.9). Percebam, no entanto, o real interesse da multidão: “sabendo quantas coisas Jesus fazia, veio ter com Ele” (v.8). O texto não diz que eles buscaram a Jesus por causa de Suas palavras e nem por acreditarem que Ele era o Filho de Deus, mas pelo que Ele poderia lhes oferecer. Por um lado, é compreensível a atitude deles diante da oportunidade única de ter a sua condição física completamente restaurada. Por outro lado, porém, a maioria ficou apenas na cura física, deixando escapar o privilégio da cura espiritual.

A escolha dos doze apóstolos iniciou uma fase de especial interesse para o Mestre. Aqueles homens receberam instruções suficientes que, postas em prática, fariam deles os primeiros replicadores do ministério de Cristo. E para isso, não somente as curas e milagres, mas as palavras e atitudes de Jesus frente às investidas dos escribas e fariseus deveriam ser suficientes para que percebessem a incoerência daqueles que dantes admiravam como exemplo de conduta santa e irrepreensível. Os próprios “parentes de Jesus” (v.21) não aceitavam o Seu ministério e, como os rabinos judeus, fecharam seus corações para recebê-Lo.

Creio que a maior das acusações feitas contra Cristo foi declarada pelos escribas: “Ele está possesso de Belzebu” (v.22). Mas, ainda assim, não foi isso que levou Jesus a concluir o que seja o pecado contra o Espírito Santo. Este pecado é eterno em suas consequências não por ser imperdoável, mas por estar fora do alcance do perdão divino. Trata-se da rejeição absoluta da graça e do perdão de Deus, devido à ausência de arrependimento e pelo endurecimento do coração a ponto de atribuir a Satanás a obra que é realizada pelo Espírito de Deus.

O cuidado do Salvador para com as multidões doentes e Suas palavras de sabedoria frente a perseguição dos líderes de Seu povo, tudo o que fazia, tinha a finalidade de perdoar e de salvar. Mas a incompreensão e a dureza de coração impediram a muitos de gozarem da geração mais privilegiada de todos os tempos. Hoje, eu creio, do profundo do meu coração, que fazemos parte da geração que verá o Filho de Deus vindo com as nuvens do céu. E assim como Ele chamou os discípulos para serem Seus primeiros seguidores, Ele está nos chamando para fazer parte de Seu último exército de verdadeiros adoradores. Se nossas intenções não estiverem simplesmente voltadas para o que Ele pode nos oferecer, mas pelo que Ele é, certamente não rejeitaremos a voz do Seu Espírito. E se não rejeitamos a voz do Espírito Santo, escolhendo fazer a vontade de Deus, logo somos da família de Cristo (v.35).

Que o Espírito Santo tenha constante acesso ao nosso coração para que estejamos sempre atentos à Sua voz a nos indicar a direção certa: “Este é o caminho, andai por ele” (Is.30:21). Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, filhos que fazem a vontade do Pai!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Marcos3 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



MARCOS 3 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
29 de maio de 2021, 0:40
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MARCOS 3 – O evangelho escrito por Marcos é mais curto que os escritos por Mateus, Lucas e João. Ele foi muito seletivo na escolha do que incluir em seu texto. Ele não se preocupou com a cronologia dos eventos da história de Cristo. Ele não escreveu uma biografia.

“Marcos não estava disposto a escrever um relato cronológico das palavras e dos feitos de Jesus na sequência correta, nem a fazer uma descrição completa de sua vida. Ao contrário, seu objetivo era apresentar um esboço fiel da pregação e do ensino de Pedro sobre as boas-novas de Cristo a um público gentio em Roma. Ele utilizou, portanto, o material de ensino e pregação usado por Pedro em Roma, de acordo com as necessidades do público de Pedro” (Victor Babajide Cole).

Marcos aprendeu sobre Jesus dos lábios de Pedro. Seu livro reflete o pensamento de Pedro sobre Cristo. “Assim como o Espírito Santo relembrava a Pedro as palavras e os feitos de Jesus à medida que o apóstolo pregava o evangelho, o mesmo Espírito Santo [inspirou] Marcos, quando este, mais tarde, colocou por escrito o que havia ouvido de Pedro” (Cole).

O que aprendemos do capítulo em pauta?
• O conflito na Galileia continuou. Embora Jesus tivesse silenciado Seus críticos com respostas inteligentíssimas, eles não desistiram de importunar Jesus devido à dureza do coração. Uma visão limitada do sábado emite a opinião de que Jesus cometera erros, portanto, merecia morrer (vs. 1-6).
• Devido à insistência do conflito, Jesus se retirou da Galileia. Contudo, outras pessoas foram beneficiadas com a presença de Jesus (vs. 7-12).
• Jesus seleciona doze apóstolos para pregar e lhes concede autoridade sobre os demônios (vs. 13-19).
• Os desafios de Jesus não foram nada fáceis. A multidão, muitas vezes, não lhe deixava tempo nem para comer. Os irmãos e mãe de Jesus, incomodados com Ele, saíram para prendê-lO. Os líderes religiosos O acusavam de estar possuído pelo maior dos demônios (vs. 20-33).
• A resposta de Jesus revelou Sua identidade e a identidade de Sua verdadeira família (vs. 34-35). Você se encaixa?

Apesar das dificuldades, Jesus não desistiu de salvar-nos. Por que não perseverar em segui-Lo? Sejamos Seus irmãos e irmãs decidindo a fazer sempre a vontade de Deus revelada na Palavra! Reavivemo-nos entre os indiferentes! – Heber Toth Armí.



MARCOS 2 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
28 de maio de 2021, 1:00
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TEXTO BÍBLICO MARCOS 2Primeiro leia a Bíblia

MARCOS 2 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

MARCOS 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

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COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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