Reavivados por Sua Palavra


MATEUS 7 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
5 de maio de 2021, 0:40
Filed under: Sem categoria

MATEUS 7 – Tem gente que não dá a mínima pelas máximas divinas, vive como mundano, professando ser cristão. O cristão de verdade assimila à sua vida os ensinamentos de Cristo.

No capítulo em análise há ensinamentos que contrariam veementemente à natureza humana. Observe como começa: “Não bombardeiem de críticas as pessoas quando elas cometem um erro, a menos que queiram receber o mesmo tratamento. O espírito crítico é como um bumerangue. É fácil ver uma mancha no rosto do próximo e esquecer-se do feio riso de escárnio no próprio rosto”.

Por trás de repreensões e exortações sempre há lições que conduzem à edificação do caráter; porém, por trás de críticas, sempre há destruição. Biblicamente, a crítica não é construtiva, apenas na cabeça de quem não quer converter-se desse mal.

Tem mais: “Tomem cuidado com pregadores muito sorridentes: a sinceridade deles é fabricada. Eles não perderão nenhuma oportunidade para depenar vocês. Não fiquem impressionados com o carisma. Procurem o caráter. […] Um líder de verdade jamais irá explorar as emoções ou as economias do povo” (vs. 15-20).

Certos pregadores são verdadeiros exploradores. Arrancam dinheiro, abusam emocionalmente e iludem os fieis. Nem todos os pastores que fazem curas, milagres e profetizam em nome de Jesus são enviados de Deus; o diabo também envia pregadores para falar de Jesus.

• Satanás usa todos os recursos para enganar, você não está em alguma de suas armadilhas?

Jesus disse ainda em seu sermão poderoso: “As palavras que vos digo não são meros adendos ao seu estilo de vida, como a reforma de uma casa, que resulta em melhora de padrão. Elas são o próprio alicerce, a base de sua vida. […] Mas, se vocês usarem minhas palavras apenas para fazerem estudo bíblico, sem nunca aplicá-las à própria vida, não passarão de pedreiros tolos, que constroem sua casa sobre a areia da praia…” (vs. 24-27). Observe que, “quando Jesus concluiu seu [sermão], a multidão o aplaudiu. […] Foi a melhor aula que eles tinham ouvido” (vs. 28-29).

Nos dias de hoje, precisamos aprender que…
• …Sermõezinhos produzem cristãozinhos, sermões fortes nos fortalecem;
• …Sermão forte não é dar paulada na igreja (criticar tudo e todos), mas edificar;
• …Sermão forte é falar a verdade em amor.

O impacto desse sermão deve alcançar nosso coração! – Heber Toth Armí.



MATEUS 6 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
4 de maio de 2021, 1:10
Filed under: Sem categoria

TEXTO BÍBLICO MATEUS 6 – Primeiro leia a Bíblia

MATEUS 6 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

MATEUS 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

COM. VÍDEO PR. ADOLFO SUÁREZ (link externo)

COM. VÍDEO PR. VALDECI JÚNIOR (link externo)

COM. VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)

COM. VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)

COM. VÍDEO PR MICHELSON BORGES (link externo)



MATEUS 6 by Jobson Santos
4 de maio de 2021, 0:55
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/mt/6

A linguagem em que o Pai-Nosso foi proferido carrega um significado profundo. O Novo Testamento foi escrito em grego. Jesus, por outro lado, falava aramaico porque era a linguagem da comunicação diária. Os estudiosos da Bíblia concordam que Jesus apresentou essa oração na língua aramaica, o que em si foi uma ação revolucionária.

Embora os judeus falassem aramaico em sua vida cotidiana, esperava-se que recitassem suas orações em hebraico, não em aramaico. O hebraico era considerado uma língua sagrada. Portanto, o uso do aramaico cotidiano na oração e na adoração na época de Jesus era inaceitável. Hoje, os cristãos que falam inglês às vezes tendem a usar o inglês antigo, pensando que é mais sagrado. O mesmo acontecia na idade medieval, quando os cristãos usavam o latim nas orações. Na verdade, apenas a tradução latina da Bíblia era aceitável no culto cristão naquela época.

Mas, ao nos ensinar como orar, Jesus vira de ponta cabeça as visões religiosas de Seu tempo e do nosso tempo. Para Jesus não existe língua sagrada, não existe cultura sagrada. Os crentes podem entrar na presença de Deus usando a linguagem com a qual estão mais acostumados – a linguagem do coração.

Oleg Kostyuk
Docente, Advent Health University, Orlando, Flórida, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1181
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



Mateus 6 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli
4 de maio de 2021, 0:50
Filed under: Sem categoria

549 palavras

1 justiça. Jesus afirma o valor positivo que há na justiça prática, mas somente quando praticada em submissão a Deus e por amor a Ele, ao invés de feito em busca de glória pessoal humana.  Bíblia de Genebra.

Ele [Jesus] não está condenando a oração, jejum e caridade públicos e, sim, a natureza centrada em si mesma da religiosidade pública (em 5:14-16 temos os atos centrados em Deus). Andrews Study Bible.

a humildade, e não o orgulho, é a base da comunhão com Deus.  Bíblia Shedd.

2 hipócritas. A palavra grega significa “ator de teatro”. … Aqui, refere-se aos que fingem ser consagrados. Bíblia de Estudo NVI Vida.

No Novo Testamento, o hipócrita é aquele que alega ter um relacionamento com Deus e amar a justiça, mas que está buscando seu próprio interesse, enganando-se a si mesmo. Bíblia de Genebra.

3 mão esquerda … mão direita. …a pessoa não deve chamar atenção para a sua generosidade. A autoglorificação é um risco sempre presente. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Jesus quer dizer que os cristãos não devem fazer caridade a fim de obterem louvor e honra. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 358.

7 sempre repetindo a mesma coisa, como fazem os pagãos. Estes citavam nas orações longas listas com os nomes de seus deuses, na esperança de, mediante a constante repetição, invocarem o nome daquele deus que os ajudasse.  Bíblia de Estudo NVI Vida.

9 nosso. A oração do Pai Nosso é uma oração pública.  Andrews Study Bible.

…embora reflita, até certo ponto, as orações do judaísmo, a oração do Senhor é, contudo, inspirada e original. Sua originalidade está na escolha das petições e no seu arranjo. Sua aceitação universal reflete o fato de que expressa mais perfeitamente do que qualquer outra oração as necessidades fundamentais do ser humano. CBASD, vol. 5, p. 359.

Santificado seja o Teu nome. Santificamos Seu nome quando reconhecemos a santidade de Seu caráter e permitimos que Ele reproduza esse caráter em nós. CBASD, vol. 5, p. 360.

11 dai-nos. A oração se inicia com Deus e Seus assuntos e somente então se dirige para os nossos pedidos e desejos.  Andrews Study Bible.

12 dívidas. A referência aqui é a dívidas pessoais. Os cristãos perdoam os outros em resposta ao perdão de Deus (18.32-33); porém, se não perdoarmos os outros, não podemos clamar pelo perdão de Deus para nós mesmos (vs 14-15). Bíblia de Genebra.

16-18 jejum. Is 58:3-9, a mais extensiva passagem da Bíblia sobre o jejum, fala do jejum, não como sendo um ritual, mas em termos de alcançar os pobres e necessitados.  Andrews Study Bible.

O jejum não é condenado se tiver como alvo o aproximar-se de Deus e a negação de si mesmo. Bíblia Shedd.

17 arrume o cabelo e lave o rosto. Os judeus colocavam cinzas na cabeça ao jejuarem. Jesus manda manter a aparência regular [normal]. O jejum não deve ser realizado de modo ostensivo.  Bíblia de Estudo NVI Vida.

20 Tesouros no céu ajuntam-se somente convertendo pecadores que viverão eternamente.  Bíblia Shedd.

24 riquezas. Gr mamõn, transliteração da palavra aramaica que significa “riqueza”, mas que Jesus aqui está dando como nome pessoal, como se fosse um ídolo pagão. Bíblia Shedd.

26 não semeiam, não colhem….os passarinhos não se preocupam com o que o futuro reserva. Bíblia de Genebra.

27 côvado. Medida de comprimento de 46 cm. Aqui é humoristicamente considerada como mais um pedacinho de vida.  Bíblia Shedd.



MATEUS 06 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
4 de maio de 2021, 0:45
Filed under: Sem categoria

“Guardai-vos de exercer a vossa justiça diante dos homens, com o fim de serdes vistos por eles; doutra sorte, não tereis galardão junto de vosso Pai celeste” (v.1).

Lá no Céu, Lúcifer promoveu os seus enganos de forma que fez cair terça parte dos anjos com ele. Ele não desejava ser semelhante ao Altíssimo em Seu amor e mansidão, mas em Seu poder e majestade. Com a entrada do pecado no mundo, a humanidade passou a desenvolver um perigoso senso de justiça própria. Desde Caim, que ofereceu a Deus o que ele achava justo a seus próprios olhos, o homem tem sido movido pelo desejo de ser aceito em suas próprias convicções e pela cobiça de ser melhor do que os demais. Por inveja, Caim matou Abel. Por inveja, os irmãos de José o venderam como escravo. Por inveja, os governantes de Babilônia atentaram contra a vida do fiel Daniel. Por inveja, os líderes judeus incitaram os romanos a condenar Jesus à morte.

Quando Jesus veio à Terra, Ele encontrou uma religião maculada pela cobiça e pela inveja. Havia uma constante necessidade de tornar pública a prática de suas obras. Suas esmolas, orações e jejuns eram seguidas de reconhecimentos e elogios que alimentava-lhes o ego; um verdadeiro desserviço à obra de Cristo. Motivados pela publicidade de sua piedade, os líderes espirituais da nação eram os primeiros a fazer o que julgavam ser digno da aprovação de Deus. Jesus, porém, veio para desconstruir esse conceito maligno e nos ensinar que a verdadeira prática da justiça consiste em ter apenas o Senhor como Testemunha: “e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará” (v.4, 6 e 18) e se trata de um relacionamento pessoal entre o adorador e Deus: “Tu, porém” (v.3, 6 e 17).

Aquelas palavras foram um verdadeiro alento aos humildes que se sentiam indignos diante das inúmeras apresentações religiosas. Muitos os observavam tentando imitar-lhes as obras. Ao ouvirem as palavras de Jesus: “Não vos assemelheis, pois, a eles” (v.8), é bem provável que tenham sentido como se um fardo lhes fosse retirado das costas. Não eram os costumes religiosos e nem as riquezas que os tornavam favorecidos diante de Deus, mas um coração cheio dos tesouros do Céu: “amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio” (Gl.5:22-23). Pela contemplação não das obras humanas, mas das obras de Cristo, todo o nosso “corpo será luminoso” (v.22), na certeza de que o nosso Pai do Céu cuidará de cada uma de nossas necessidades (v.33).

Na oração modelo que Cristo nos ensinou estão contidos os princípios do reino dos céus. Não são palavras que devam ser proferidas como “vãs repetições” (v.7), mas com o coração. Nela estão implícitos os sagrados mandamentos: “Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento”, e “Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Mt.22:37, 39). O exercício do amor e do perdão para com os nossos semelhantes é o que nos prepara para vivermos eternamente com Aquele que Se deu em sacrifício por nós pecadores. Então, quando aceitamos a Sua graça imerecida, somos habilitados por Seu Espírito a compartilhá-la de forma leve, e não forçada ou velada.

São os olhos a lâmpada do corpo” (v.22). Esta é uma verdade que precisa ser bem compreendida pelo remanescente do Senhor. Somos transformados pelo que contemplamos. E muitos têm se desviado e sido enredados na mesma trama diabólica que deixou o Céu terça parte vazio. Não se contentam com a provisão divina, fazendo do comer, beber e vestir verdadeiras fontes da idolatria. Existem aqueles que têm usado suas redes sociais como mais um meio de pregar o evangelho, e isso é maravilhoso. Mas, infelizmente, a realidade da maioria converge para a exposição da própria vida e investigação da vida alheia. Jesus nos disse para investigarmos as Escrituras, pois elas dão testemunho dEle. Eis com o que devemos ocupar nossos olhos, nossos ouvidos e nossa mente: a vida de Jesus. Só assim, pelo poder do Espírito Santo, seremos Suas testemunhas (At.1:8).

Amados, precisamos entrar em nossos quartos, fechar a porta e clamar ao Senhor que arranque de nosso coração a necessidade de tornar pública a nossa vida. Que pela graça de Jesus, o amor do Pai e a comunhão do Espírito, a nossa vida seja simplesmente o que o Senhor deseja que ela seja para a glória dEle. Pois “quem a si mesmo se exaltar será humilhado; e quem a si mesmo se humilhar será exaltado” (Mt.23:12). Vigiemos e oremos!

Bom dia, verdadeiros adoradores!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Mateus6 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



MATEUS 6 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
4 de maio de 2021, 0:40
Filed under: Sem categoria

MATEUS 6 – Jesus veio ao mundo instalar Seu reino no coração dos escravizados no reino do pecado.

O capítulo pode ser dividido em dois tópicos, conforme sugere Merril F. Unger:
• Os herdeiros do reino e a oração (vs. 1-18);
• Os herdeiros do reino e o mundo (vs. 19-34).

É fácil parecer cristão, difícil é ser cristão. Parecer é fruto dos próprios esforços, ser é milagre divino. Assim inicia o capítulo: “Quando fizerem o bem, tenham cuidado para que seu gesto não vire peça de teatro. Pode até ser um grande espetáculo, mas Deus não vai aplaudir”.

• É fácil ser crente hipócrita! É fácil parecer cristão, praticar atitudes cristãs sem de fato morrer para o eu e os desejos pecaminosos. Como é teu cristianismo?

Jesus nos deixou um legado sobre oração em seu primeiro sermão. Pois, orar é o respirar da alma. Sem oração não há paixão espiritual. Augusto Cury, autor de dois volumes sobre o “Pai-nosso”, declarou que esta oração “rima nos extremos: é singela e complexa, inofensiva e desafiadora. Jamais palavras simples tiveram tanta profundidade. Jamais um texto tão pequeno foi tão revolucionário”.

Oração, jejum , perdão e sinceridade com Deus é a receita para o sucesso na vida cristã. A força adquirida com estas atitudes tornam possíveis os seguintes alvos:
• Tirar o foco das riquezas deste mundo para colocar nos tesouros celestiais (vs. 19-21);
• Tirar os olhos das coisas do reino das trevas para contemplar as belezas do reino da luz (vs. 22-23);
• Tirar do coração os deuses deste mundo, principalmente o dinheiro, a fim de servir dignamente ao Deus verdadeiro (v. 24).

Aquele que, verdadeiramente se rende a Deus, terá como padrão de vida estes ditos de Jesus: “Quero convencê-los a relaxar, a não se preocuparem tanto em adquirir [alimentos, bebidas, vestimentas]. Em vez disso, prefiram dar, correspondendo, assim, ao cuidado de Deus. Quem não conhece Deus e não sabe como Ele trabalha é que se prende a essas coisas…” (vs. 25-34).

• Você conhece Deus?

Mais que desafio de vida, esse sermão de Jesus é o estilo de vida dos súditos do reino divino! Pedir pela vinda do reino de Deus significa abandonar a vontade pessoal para que a vontade de Deus seja feita na Terra como é feita no céu! – Heber Toth Armí.



MATEUS 5 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
3 de maio de 2021, 1:15
Filed under: Sem categoria

TEXTO BÍBLICO MATEUS 5 – Primeiro leia a Bíblia

MATEUS 5 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

MATEUS 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

COM. VÍDEO PR. ADOLFO SUÁREZ (link externo)

COM. VÍDEO PR. VALDECI JÚNIOR (link externo)

COM. VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)

COM. VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)



MATEUS 5 by Jobson Santos
3 de maio de 2021, 0:55
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/mt/5

Quando foi a última vez que você experimentou uma alegria profunda? O que lhe traz verdadeira felicidade?

Jesus começa Seu Sermão da Montanha com uma lista de declarações acerca da felicidade. Tente ler esses versículos substituindo a palavra “bem-aventurado” pela palavra “feliz”. Como você pode explicar isso: Você fica feliz quando chora? Fica feliz quando é pobre? Não parece fazer sentido. Na verdade, em suas declarações acerca do reino, Jesus apresenta conceitos que parecem contradizer a natureza humana, mas é exatamente por isso que este sermão é tão poderoso e transformador. Ele atinge os cantos mais profundos de nossas vidas.

O Sermão da Montanha que ocupa os capítulos cinco, seis e sete do Evangelho de Mateus pode ser chamado de manifesto do reino de Jesus, as intenções do Seu governo. Em outras palavras, Jesus está dizendo: “É disso que trata o reino dos céus que veio a este mundo”.

O Sermão da Montanha é considerado a mais bela declaração do Cristianismo, mas é muito difícil de praticar. Leia Mateus 5 novamente e pense em como você pode viver este sermão em sua vida hoje.

Oleg Kostyuk
Docente, Advent Health University, Orlando, Flórida, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1180
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



MATEUS 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
3 de maio de 2021, 0:50
Filed under: Sem categoria

1485 palavras

1 multidões. Ao que tudo indica, essas multidões eram as “numerosas multidões” de Mateus 4:25 que seguiam Jesus depois de Sua primeira viagem missionária pelas cidades e vilas da Galileia. O Sermão do Monte foi feito provavelmente no fim do verão (MDC, 2, 45) do ano 29 d.C., por volta da metade de Seus três anos e meio de ministério. … o Sermão do Monte é a o mesmo tempo o discurso inaugural de Cristo como Rei do reino da graça e também a constituição do reino. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 333.

monte. Mateus continua a traçar paralelos entre Cristo e Moisés. Andrews Study Bible.

O monte no qual Cristo proferiu o Sermão do Monte é chamado de “Sinai do Novo Testamento”, visto que ele é para a igreja cristã o que o monte Sinai foi para a nação judaica. CBASD, vol. 5, p. 333.

O conteúdo deste sermão é semelhante ao sermão da planície, registrado em Lc 6. Bíblia de Genebra.

Apesar de algumas diferenças no relato do sermão e sobre as circunstâncias de seus ouvintes, … não se pode questionar o fato de que esses dois relatos se refiram à mesma ocasião. … os relatos não são excludentes, mas complementares. … Várias outras partes do Sermão do Monte apresentadas em Mateus ocorrem em pontos diferentes do evangelho de Lucas, sem dúvida porque Cristo repetiu esses pensamentos em ocasiões posteriores. O Sermão do Monte apresenta um contraste notável entre o cristianismo e o judaísmo da época de Cristo. CBASD, vol. 5, p. 334.

discípulos. Lit., “alunos”. … pode ter sido empregado aqui em sentido mais amplo, não se referindo somente aos doze. Bíblia de Estudo NVI Vida.

3-12 bem-aventurados. gr. makarios. Bíblia Shedd.

A palavra significa mais que “feliz”, porque a felicidade é um sentimento que muitas vezes depende das circunstâncias externas. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Nas primeiras palavras do Sermão do Monte, Cristo enfatiza o desejo supremo de todo coração humano: felicidade. Esse desejo foi implantado no ser humano pelo próprio Criador e, originalmente, tinha o propósito de levá-lo a encontrar verdadeira felicidade por meio da cooperação com o Deus que o criou. O pecado acontece quando o ser humano tenta alcançar a felicidade como um fim em si mesma, sem considerar a obediência a Deus. … A felicidade está no coração daqueles que estão em paz com Deus (cf Rm 5:1) e com seu próximo (cf. Mq 6:8), que caminham de acordo com os dois grandes mandamentos da lei de amor (ver Mt 22:37-40). CBASD, vol. 5, p. 335.

Inclui bem-estar espiritual, tendo a aprovação de Deus e, assim, um destino mais feliz (Sl 1). Bíblia de Genebra.

Se as bem-aventuranças forem divididas em dez (uma para cada verso), elas podem ser divididas de modo similar às duas tábuas a lei dada no Monte Sinai: as primeiras quatro tratam do relacionamento do homem com Deus e as seis últimas do relacionamento do homem com seus semelhantes. Andrews Study Bible.

3 pobres “em” espírito (NVI). Os pobres “em espírito” podem se referir a todos que dependem de Deus, não importa seu status social ou econômico. Andrews Study Bible.

…[O termo] se refere àqueles que são extremamente pobres no sentido espiritual e sentem necessidade daquilo que o reino dos céus tem a lhes oferecer (cf. At 3:6; ver com. de Is 55:1). CBASD, vol. 5, p. 336.

Reino dos céus. Os judeus imaginavam que o reino dos céus se baseava na força que obrigaria as nações da terra a se submeterem a Israel. Mas o reino que Cristo veio estabelecer começa no coração do ser humano, permeia a vida e transborda para o coração de outras pessoas

O reino não é algo merecido por serviços prestados. É mais uma dádiva que uma recompensa. Bíblia de Estudo NVI Vida.

5 mansos. A mansidão aqui referida é de natureza espiritual, uma atitude de humildade e submissão a Deus. Nosso modelo de mansidão é Deus. Bíblia de Genebra.

13 sal. O sal era utilizado para dar sabor e preservar (em uma sociedade sem refrigeração). A metáfora é um chamado evangelístico para se misturar com o mundo e transformá-lo. Andrews Study Bible.

Os depósitos de sal, ao longo do mar Morto, contêm não só o cloreto de sódio, mas uma variedade de outros minerais também. Este sal pode tornar-se sem utilidade quando a chuva lava sua salinidade, tornando-o insípido no correr dos anos. Bíblia de Genebra.

17 lei … profetas. Os cinco primeiros livros do AT e todos os demais da Escritura hebraica. Jesus não está fazendo distinção entre as leis cerimoniais, civis e morais. Ele está aqui confirmando toda a vontade de Deus registrada nas Escrituras hebraicas e mostrando sua continuidade. E mais, Ele as cumpre. Andrews Study Bible.

cumprir. Jesus cumpriu a lei no sentido de dar a ela seu significado pleno. Bíblia de Estudo NVI Vida.

20 escribas e fariseus. Eles eram exatos e escrupulosos em seguir as 613 leis encontradas na Torah. Mas a justiça que Jesus exigia estava acima das particularidades externas da lei. Ia ao cerne da intenção. Jesus dá seis exemplos nos vv. 21-48. Andrews Study Bible.

21-48. As questões abordadas nestes versos foram chamadas tradicionalmente de “as seis antíteses” (ou declarações por contraste), porque cada uma se inicia com “Vocês tem escutado o que foi dito… mas Eu digo a vocês“. Jesus toma um ensino ou entendimento de uma passagem da Escritura e lhe dá um entendimento mais profundo, completo e cristão.  Andrews Study Bible.

22 inferno de fogo. Literalmente, “o geena [gr. geena] de fogo”, ou “o inferno de fogo”. Geena, inferno, é uma transliteração do heb. ge’ ben hinnom,  “vale de Hinom” ou “vale do Filho de Hinom” (Js 15:8). Esse vale está ao sul e a oeste de Jerusalém e se encontra com o vale de Cedrom ao sul da Cidade de Davi e do tanque de Siloé (ver com. de Jr 19:2). O ímpio rei Acaz (ver vol. 2, p. 70) parece ter introduzido o rito pagão bárbaro de queimar crianças a Moloque num lugar chamado Tofete, no vale de Hinom (2Cr 28:3; cf. PR, 57), no tempo de Isaías … Manassés, neto de Acaz, retomou essa prática (2Cr 33:1, 6; cf. Jr 32:35). … Como punição por essa e outras maldades, Deus advertiu Seu povo de que o vale de Hinom um dia se tornaria “o vale da Matança” para os cadáveres deste povo” (Jr 7:32, 33; 19:6; cf. Is 30:33). Da mesma forma, o fogo de Hinom se tornou símbolo do último grande dia de juízo e punição dos ímpios (cf. Is 66:24). No pensamento escatológico judaico, derivado em parte da filosofia grega, geena era o lugar onde as almas dos pagãos eram mantidas sob punição até o dia do juízo final e das recompensas. A tradição que diz que o vale de Geena era um lugar onde se queimava lixo e, portanto, um símbolo do fogo do último dia, parece ter se originado com o Rabbi Kimchi, um erudito judeu dos séculos 12 e 13. CBASD, vol. 5, p. 347,

27, 28 não adulterarás. Adulterar, para o judeu, observando-se a letra de Êx 20.14, seria deitar-se com a mulher do seu próximo. Para Jesus, é isto e ainda algo mais. Bíblia Shedd.

31-32 divórcio. Duas escolas rabínicas tinham interpretações diferentes para Dt 24:1, quanto ao divórcio: Hillel o permitia para qualquer motivo; Shammai o permitia apenas por adultério. Jesus está mais próximo ao pensamento de Shammai. … Além disso, Ele corrige o mau uso da passagem bíblica acentuando a importância e permanência do matrimônio.  Andrews Study Bible.

34 de modo algum jureis. Jesus está se referindo a um legalismo estreito e enganador, que exige um juramento específico para obrigar o cumprimento daquilo que foi falado. A implicação de uma tal abordagem com relação à honestidade, é que só necessitamos ser verdadeiros sob juramento.  Bíblia de Genebra.

38-42 Jesus está ensinando um pacifismo ativo. Ele rejeita vingança violenta e retaliação.  Andrews Study Bible.

40 túnica … capa. A túnica era uma roupa interna, e a capa, uma roupa solta, externa. Bíblia de Estudo NVI Vida.

41 se alguém te obrigar. A possibilidade de um soldado romano coagir uma pessoa a servir como guia ou transportador de carga era real. Mesmo se compelido por força a fazer alguma coisa por alguém, a pessoa pode demonstrar liberdade para fazer voluntariamente mais do que foi exigido, ao invés de fazer o serviço de má vontade.  Bíblia de Genebra.

42 Provavelmente, não uma referência de dar a todos os que pedirem, mas uma referência específica aos pobres (cf. Dt 15.7-11; Sl 112.5, 9). Bíblia de Estudo NVI Vida.

43 odeie o seu inimigo. …o ódio para com os inimigos era parte aceitável na ética judaica da época. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Isto não está no Antigo Testamento, mas era uma falsa conclusão derivada do ensino dos escribas, inferido da estreita compreensão daquilo que significava “próximo”, que para eles era simplesmente um outro judeu. Jesus mostra que a verdadeira intenção de Lv 19.18 é incluir até os inimigos (Lc 10.29-37). Bíblia de Genebra.

Esta expressão pertence à tradição popular dos judeus, à época. Bíblia Shedd.

Nota: Infelizmente, por questões práticas de tempo disponível e espaço, tivemos que restringir a compilação dos excelentes comentários do Comentário Bíblico Adventista, vol 5, que apresenta 22 páginas sobre o cap. 5, o qual em muito recomendamos.



MATEUS 05 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
3 de maio de 2021, 0:45
Filed under: Sem categoria

“Portanto, sede vós perfeitos como perfeito é o vosso Pai celeste” (v.48).

Jesus iniciou o Seu ministério público aos trinta anos, a idade inaugural do ministério sacerdotal. Foi batizado nas águas, peregrinou no deserto por quarenta dias e, de lá, “subiu ao monte” (v.1). A vida do nosso Salvador representou passo a passo a libertação de Israel, que passou pelas águas do Mar Vermelho, peregrinou no deserto por quarenta anos e do monte Sinai, recebeu as leis do Senhor. O sermão do monte é o manual de Cristo para uma vida cristã vitoriosa. E em Suas primeiras palavras, encontramos o princípio que precede todos os demais: “Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus” (v.3). Todo aquele que reconhece a sua indignidade e confessa: “Eu não consigo”, pode encontrar em Jesus a força para vencer, pois Ele mesmo disse: “sem Mim, nada podeis fazer” (Jo.15:5).

As bem-aventuranças nos dizem que nem sempre as aparências revelam o que de fato acontece. Na verdade, elas contradizem por completo a ideia humana de uma vida feliz e bem sucedida. Chorar, ser manso e ser perseguido, são exemplos de situações que contrariam o modo de vida da sociedade como um todo. São considerados, respectivamente, sintomas de fraqueza, ingenuidade e de algo que deve ser evitado a todo custo. Ainda assim, Jesus afirmou que é mediante essas características que somos verdadeiramente felizes e nos tornamos um testemunho que ilumina o mundo com a glória do “Pai que está nos céus” (v.16). Dessa forma, o cumprimento da Lei de Deus já não é um fardo, e sim a mais íntima expressão de uma vida submissa a Ele.

Mediante a forte acusação que enfrentaria, que colocaria em dúvida a Sua obediência aos mandamentos de Deus, Jesus tratou logo de deixar claro o objetivo de Sua missão, que, certamente, não incluía “revogar a Lei ou os Profetas” (v.17), mas cumprir toda a Lei, engrandecê-la “e fazê-la gloriosa” (Is.42:21). O discurso de que Jesus apresentou um evangelho brando não combinam em nada com o fato de que “Não matarás” (v.21) também significa “Não odiarás” e que “Não adulterarás” (v.27) vai muito além do contato físico e nos diz: “Não terás pensamentos lascivos”. Aquele que ousam afirmar que revogou a Lei que é a revelação de Seu caráter e que Ele mesmo esculpiu em pedras (Êx.31:18), na verdade a ampliou até alcançar o que o Senhor vê em nós: as nossas intenções. “ATÉ QUE O CÉU E A TERRA PASSEM, nem um i ou um til jamais passará da Lei” (v.18, destaque meu) deveria ser o suficiente para entendermos que Jesus não veio “para revogar”, mas “para cumprir” (v.17) a Lei que tantos insistem em ignorar.

Jesus revolucionou o entendimento do povo sobre os Seus mandamentos e mostrou um estilo de vida completamente diferente daquele que ensinavam os doutores da Lei. Não se tratava apenas de uma estrita obediência à letra da Lei, mas em que ela estivesse nos corações (Dt.6:6), efetuando uma mudança que só é genuína se realizada de dentro para fora. Por isso que “se a [nossa] justiça não exceder em muito a dos escribas e fariseus, jamais [entraremos] no reino dos céus” (v.20). Se a observância dos dez mandamentos não é precedida do amor, de nada adianta, pois “o cumprimento da Lei é o amor” (Rm.13:10). Portanto, para que nos tornemos filhos do nosso Pai celeste (v.45), a prática dos mandamentos devem ser o resultado de amarmos uns aos outros como Deus nos amou “pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores” (Rm.5:8).

Eu, porém, vos digo: amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem” (v.44). Ora, parece que Jesus nos deixou não um evangelho brando, mas um evangelho praticamente impossível de ser vivido. Fica mais fácil agora compreender porque Ele começou o Seu sermão dizendo: “Bem-aventurados os humildes de espírito” e concluiu a Sua primeira ideia com um pedido humanamente impossível: “sede vós perfeitos como perfeito é o vosso Pai celeste” (v.48). Se tivermos o Filho em nossa vida, se Jesus habitar em nosso coração, as nossas “boas obras” (v.16) serão tão-somente o resultado do que Ele realiza em nós. A perfeição que Ele requer de nós não significa nunca errar, mas, ainda que falhemos, perseveremos em permanecer em Sua presença e sermos inundados pelo amor que redime e que nos salva de nós mesmos. A perfeição que Ele nos pede, portanto, é que olhemos para o nosso semelhante com a perspectiva do Céu; que amemos uns aos outros tendo sempre em conta a graça, a misericórdia e o perdão que recebemos a cada dia.

Você deseja ser perfeito como o Senhor é perfeito? Então, antes de olhar para o erro do teu irmão, olhe para a cruz de Cristo. Vigiemos e oremos!

Bom dia, bem-aventurados!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Mateus5 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100