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No capítulo em análise encontram-se preciosos ensinamentos de Jesus.
Aqui, Ele..
1. … revelou Seu poder de perdoar os pecadores, não importa a condição em que estejam (vs. 1-8);
2. … exerceu Sua autoridade messiânica ao chamar pecadores, sejam eles quem forem (vs. 9-10);
3. … apresentou Suas razões para relacionar-Se com pecadores, grandes pecadores na visão dos líderes religiosos (vs. 11-13);
4. … auxiliou pecadores que líderes religiosos incutiram dúvidas teológicas referentes às práticas tradicionais (vs. 14-17);
5. … indicou que o verdadeiro evangelho restaura aquele que tem e exerce corretamente a fé (vs. 18-26);
6. … demonstrou que aquele que experimenta o verdadeiro e puro evangelho alcança cura física, mental e espiritual (vs. 27-34);
7. … explicou que aquele que experimentar o poder restaurador do verdadeiro evangelho deve unir-se a um ministério eficiente para compartilhar a verdadeira religião com aqueles que carecem do amor restaurador de Deus (vs. 35-38).
Saber que Jesus tem poder é uma coisa, experimentar esse poder é outra; ter informações sobre o efeito do amor de Cristo é uma coisa, experimentar mediante a fé esse amor é outra coisa bem diferente.
Ao se conhecer o evangelho bíblico percebe-se que este é diferente do evangelho diluído e genérico que se tem pregado em muitos púlpitos; contudo, experimentar sua eficácia só é possível por meio da fé verdadeira que se apega a Jesus. É assim que o evangelho se torna restaurador e transformador de todo e qualquer pecador.
Observe o que Brennan Manning disse: “Para muitos cristãos a Bíblia não é uma seta apontando para Deus, mas o próprio Deus. Numa palavra: Bibliolatria”. Essa forma de encarar a Bíblia não transforma a vida, nem reforma o caráter. É mais uma forma sutil de idolatria. Temos que ler a Bíblia para sermos conduzidos a Jesus, O qual nos conduz ao Pai. Do contrário, ela não passa de mais um amuleto imprestável.
Prezados reavivados…
Desconfie do evangelho destituído de poder; cuidado com evangelistas egoístas, interesseiros e ambiciosos; Jesus restaurou pessoas sem exigir nada delas, a não ser a fé prática!
Nos dias atuais, carecemos de cristãos que…
• … tomem o evangelho como ele é.
• … entendam o evangelho como um poder para transformar vidas destituídas de perspectivas positivas.
• … sejam bênçãos na vida de outras pessoas! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO MATEUS 8 – Primeiro leia a Bíblia
MATEUS 8 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
MATEUS 8 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
COM. VÍDEO PR. ADOLFO SUÁREZ (link externo)
COM. VÍDEO PR. VALDECI JÚNIOR (link externo)
COM. VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)
COM. VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/mt/8
Multidões se aglomeravam ao redor de Jesus onde quer que Ele fosse – multidões de indivíduos cada um com suas próprias razões para estar lá. Alguns estavam famintos pelos ensinamentos de Jesus, alguns precisavam de cura, alguns estavam curiosos e muitos provavelmente foram até lá motivados pela mesma mentalidade que faz com que alguns, hoje em dia, gastem centenas de dólares com um ingresso para assistir a um artista favorito. (Imagine se tal artista se oferecesse para visitar um deles em casa?)
O centurião, como uma pessoa de autoridade e autoconfiança, tinha fé que Jesus poderia curar seu servo, mas além disso, ele respeitava Jesus como tendo maior autoridade. Quantos naquela multidão pagariam salários de vários dias para que Jesus fosse às suas casas? No entanto, o centurião recusou Sua visita por humildade e respeito. O centurião estava ciente de que não era permitido a um judeu visitar um gentio em sua casa.
De que modo uma fé semelhante à do Centurião se expressaria em minha vida? Passei vários dias pensando e orando sobre isso. A fé não é estagnada – ela cresce à medida que a exercitamos. Tenho muito mais fé do que no passado, mas sei que preciso de muito mais do que tenho.
Não posso responder por mais ninguém, mas espero que você pondere em espírito de oração como seria ter uma fé semelhante a do centurião em sua vida também.
Cathy Robertson Kabanuk
Assistente Social para bebês e crianças pequenas
Fall River Mills, Califórnia, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1183
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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628 palavras
1 descendo. Encerrou-se um dos cinco grandes grupos de ensinamentos que Mateus ajuntou, nos cap 5-7; os outros encontram-se nos cap. 10, 13, 18 e 24-25. Bíblia Shedd.
2,3 leproso. Ninguém poderia por em perigo a sua pureza ritual ou física entrando em contato com eles, muito menos tocá-los. Mas Jesus não apenas o curou. Jesus o tocou. Andrews Study Bible.
4 não o digas a ninguém. Talvez por várias razões: 1) Jesus não queria ser considerado somente operador de milagres, 2) não queria que seu ministério de ensino fosse prejudicado pela publicidade exagerada de seus milagres de cura e 3) não queria que sua morte fosse precipitada, i. e., ocorresse antes de Ele ter terminado o Seu ministério. V. 9.30. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Moisés ordenou. As leis sobre a lepra (V. cap 13 e 14) eram pormenorizadas, e o conceito da quarentena teve seu início naquela época. A palavra traduzida por “lepra” (heb çãra’ath) é uma definição genérica de várias desordens na pele, havendo rara coincidência com o tipo mais comumente conhecido. Para os hebreus, simbolizava o pecado, por ser nojento, contagioso e incurável. Jesus, ao curá-la, revela parte da natureza do Seu ministério. Bíblia Shedd.
5 um centurião. Oficial do império Romano, comandante de uma centúria ou destacamento de 100 soldados. Bíblia Shedd.
11 tomarão lugares à mesa com Abraão. Era assombroso e escandaloso Jesus retratar gentios impuros comendo com os santos patriarcas. … Comer junto demonstrava companheirismo, amizade e solidariedade. Andrews Study Bible.
tomarão lugares. Do gr. anaklino, “reclinar”. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 379.
14, 15 Esta passagem dos evangelhos indica que Pedro era casado e que possuía casa, como se vê em Mc 1.29. Paulo menciona que Pedro levava a esposa nas viagens missionárias. Bíblia Shedd.
17 para que se cumprisse. Mateus mostra a Jesus Cristo como o Rei prometido pelas profecias do AT. Por isso há tantos textos que vinculam Jesus com as profecias (93 citações). Bíblia Shedd.
18 muita gente. Multidões seguiam Jesus por onde quer que fosse (ver Mt 4:25; Mc 3:7; 4:1) e, como resultado disso, Ele frequentemente tinha pouco ou nenhum tempo para comer (ver Mc 3:20; DTN 333). Enquanto atravessava o mar, vencido pela fraqueza e fome, logo adormeceu (DTN, 334). Ministrar às necessidades físicas e espirituais do povo exigia, mesmo dEle, o desgaste de forças que deviam ser restauradas com descanso e alimento. Foi por essa razão que o Salvador buscou algumas horas de descanso de Seu trabalho incessante. CBASD, vol. 5, p. 380.
19-22 O chamado de Jesus, “segue-Me” tem precedência sobre todas as obrigações e responsabilidades. Andrews Study Bible.
19 um escriba. Como um homem culto, instruído e de elevada posição social, sem dúvida, seria mais difícil para um escriba se acostumar às privações da vida de um discípulo do que para um pescador, por exemplo. … Alguém acostumado ao conforto de um lar, como provavelmente era o caso desse escriba, talvez achasse a vida itinerante difícil e desagradável. Testemunhas do evangelho devem estar sempre dispostas a enfrentar dificuldades como bons soldados de Jesus Cristo (ver 2Tm 2:3). CBASD, vol. 5, p. 381.
22 sepultar meu pai. Com toda probabilidade, o pai ainda gozava de boa saúde e o tempo de sua morte estava num futuro indeterminado. … Se o pai já estivesse morto, é pouco provável que Cristo tivesse ordenado que ele negligenciasse o que, nos países orientais, até hoje se considera um dos deveres mais sagrados de um filho dedicado. … Era como se dissesse a Cristo: “Eu gostaria de Te seguir, mas não posso fazer isso enquanto meu pai viver.” Em resposta, Cristo disse: “Reconheço teu dever para com teus pais, contudo, teu dever para com o reino dos Céus tem prioridade.” CBASD, vol. 5, p. 382.
deixa aos mortos o sepultar os seus próprios mortos. Que os espiritualmente mortos sepultem os fisicamente mortos. Bíblia de Estudo NVI Vida.
23-27 Jesus ia atravessando o lago da Galiléia, saindo de Cafarnaum e indo para Gadara, uma travessia de 10 km. Bíblia Shedd.
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“Ouvindo isto, admirou-Se Jesus e disse aos que O seguiam: Em verdade vos afirmo que nem mesmo em Israel achei fé como esta” (v.10).
Quando Jesus desceu do monte, “grandes multidões O seguiram” (v.1). Imagino que houve um tumulto e agitação quando notaram “um leproso” (v.2) se aproximando. Com sua carne consumida pelas chagas, aquele homem rompeu todos os protocolos sanitários da época a fim de se consultar com o único Médico que poderia curá-lo. Por outro lado, Jesus quebrou o protocolo religioso, pois tocou em alguém cerimonialmente impuro. Ao curar aquele leproso, Jesus não queria amortecer o impacto de Suas palavras no sermão do monte e nem atrair as multidões simplesmente pelas curas. Por isso ordenou que o homem não contasse nada a ninguém, mas que se mostrasse ao sacerdote e fizesse a devida oferta, “para servir de testemunho ao povo” (v.4). Ou seja, em obedecer a Jesus e às Escrituras, o seu testemunho seria bem mais eficaz e poderoso.
O relato do evangelho segundo Marcos, contudo, revela que aquele leproso não fez conforme Jesus lhe ordenou, mas saiu “a propalar muitas coisas e a divulgar a notícia, a ponto de não mais poder Jesus entrar publicamente em qualquer cidade, mas permanecia fora, em lugares ermos” (Mc.1:45). Jesus passou por uma espécie de quarentena até que pudesse novamente entrar nas cidades. E, depois de alguns dias, ao entrar em Cafarnaum, foi abordado por um centurião que intercedia em favor de seu criado que sofria de paralisia. A atitude daquele gentio foi bem diferente do leproso judeu. O registro da fé do centurião romano foi usado por Cristo como uma ilustração acerca da salvação para todos os povos. Enquanto Israel desprezava o seu Resgatador, aquele estrangeiro reconheceu o poder que há no Verbo da Vida (v.8). Uma só palavra, uma única ordem de cura, e, “naquela mesma hora, o servo foi curado” (v.13).
Chegando à casa de Pedro, Jesus se deparou com outra enfermidade. Desta vez, era a sogra de Pedro que estava “acamada e ardendo em febre” (v.14). “Mas Jesus tomou-a pela mão, e a febre a deixou” (v.15). A sequência de curas relatadas neste capítulo não foi ao acaso. Um leproso, um estrangeiro e uma mulher. Os grupos de pessoas mais rejeitados por Israel. Mas Jesus tocou no leproso, exaltou a fé de um estrangeiro e Se compadeceu de uma mulher tomando-a pela mão. Eis o Deus da Bíblia! Eis Aquele que mostrou a verdadeira face do Pai (Jo.14:9-10) e que cumpriu fielmente a profecia: “Ele mesmo tomou as nossas enfermidades e carregou com as nossas doenças” (v.17).
Seguir a Jesus quando tudo se revela em bênçãos é fácil, difícil é continuar O seguindo quando surgem as dificuldades e as tempestades da vida. São nesses momentos que nos é dada a oportunidade de clamar: “Senhor, salva-nos! Perecemos!” (v.25). O fato de Jesus estar dormindo em um momento de tanta turbulência para os discípulos não mudava o fato de que Ele estava no barco. Há uma frase que aprecio muito. Ela diz: “Quando o aluno está fazendo prova, o professor fica em silêncio”. As provas não surgem para nos destruir, mas são permitidas a fim de nos fortalecer. E quando clamamos ainda que com “pequena fé” (v.26), em Sua bondade e misericórdia Jesus repreende os ventos e o mar da vida, e faz-se “grande bonança” (v.26).
De um mar em fúria, Jesus e Seus discípulos se deparam com endemoninhados furiosos (v.28). Ele poderia tê-los ignorado, afinal não tinha quem apelasse por eles. Mas Aquele que lê corações assistiu a angústia de alma daquelas vítimas do inimigo. Reconhecendo que diante deles estava o Filho de Deus, os demônios rogaram para que Jesus os enviasse a uma manada de porcos. Assim foi feito e a manada precipitou-se “despenhadeiro abaixo” (v.32). A notícia alarmou a todos na cidade que, indo ao encontro de Jesus, não se maravilharam ao ver os que antes eram furiosos algozes transformados em homens serenos, mas rogaram para que Jesus fosse embora dali.
Hoje vimos exemplos de pessoas que foram ao encontro de Jesus e de Jesus indo ao encontro de pessoas. No toque, na palavra, Ele oferecia muito mais do que a cura, mas um amor que promovia a verdadeira alegria. Infelizmente, muitos têm ido ao encontro de Jesus simplesmente para dizer que Ele vá embora. Enxergam suas frustrações e dificuldades como sendo Sua culpa, perdendo o sublime privilégio de Sua companhia. Jesus, “meramente com a palavra” (v.16), deseja realizar em nossa vida a perfeita cura do coração.
Vá ao Seu encontro, agora, assim como você está e, certamente, você não sairá do mesmo modo. Vigiemos e oremos!
Bom dia, curados por Cristo Jesus!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Mateus8 #RPSP
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MATEUS 8 – Leia e medite atentamente com oração e discernimento nos 34 versículos de Mateus 8.
É necessário ter motivação correta ao seguir a Jesus; do contrário, Ele prefere que não O siga. Qualquer seguidor teórico ou interesseiro é descartado. Qual a motivação correta? Que tipo de seguidor de Cristo você é?
Reflita! Jesus…
• …realizou muitas curas (um leproso, um criado, a sogra de Pedro e muitos endemoniados foram restaurados); isso atraiu multidões. Note que Jesus não começou curando para atrair discípulos, mas ensinando (veja Mateus 5 a 8).
• …cumpriu ao pé da letra à Palavra de Deus revelando a relevância do Antigo Testamento sem nada ignorar do que havia sido escrito (v. 17; Isaías 53). O verdadeiro discípulo não ignora e nem despreza as Escrituras que Jesus valorizou.
• …percebeu discípulos interessados em segui-lO por causa de curas e milagres, por isso foi direto ao ponto quando falou a esse tipo de seguidores: “‘Está mesmo disposto a isso? Saiba que não costumamos a ficar nas melhores hospedagens’. Outro seguidor pediu: ‘Mestre, preciso que o Senhor me libere por alguns dias. Tenho de cuidar do funeral de meu pai’. Jesus recusou: ‘Prioridades em primeiro lugar! Seu compromisso deve ser com a vida, não com a morte! Siga-me! Busque a vida!’” (vs. 20-20).
• …dormiu num barco quando sobreveio uma terrível tempestade, quando O despertaram, acalmou a tempestade com uma declaração; os que O seguiam perguntaram quem era aquele homem. Só quem segue a Jesus desinteressadamente por amor experimentará milagres (vs. 23-27).
• …veio libertar pessoas, não do jugo romano, mas do jugo do pecado, da opressão dos demônios e das correntes do mal; mas muitos ficam indignados com Ele por isso, mas outros O buscam exatamente por isso (vs. 28-34).
Imagino que este Jesus seria rejeitado por muitos cristãos modernos. Há muitos que pregam para entreter, outros para iludir; muitos gostam do Jesus que satisfaz ambições por bens materiais, faz curas e milagres aqui e agora, mas não querem o Jesus que salva, perdoa e liberta do pecado.
Contudo, há também aqueles que amam a Jesus, assumem compromisso com Ele independente das consequências. Se você pertence a este perfil de discípulo, tua vida será diferente daqueles que são indiferentes a Cristo!
Vamos reavivar o verdadeiro discipulado bíblico? – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO MATEUS 7 – Primeiro leia a Bíblia
MATEUS 7 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
MATEUS 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
COM. VÍDEO PR. ADOLFO SUÁREZ (link externo)
COM. VÍDEO PR. VALDECI JÚNIOR (link externo)
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COM. VÍDEO PR MICHELSON BORGES (link externo)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/mt/7
Já ouvimos dizer que “Não é o que você sabe, mas quem você conhece que faz a diferença.”
Este é definitivamente o caso no Sermão da Montanha de Jesus. Jesus deixa claro que conhecê-Lo ou não conhecê-Lo é a chave para esta vida e a próxima. Conhecer Jesus não é simplesmente saber sobre Ele. É ter um relacionamento pessoal com Ele. Se temos um relacionamento com Jesus, conhecemos Seu caráter de amor, compaixão, poder e autoridade por meio da interação com Ele.
Esse relacionamento, como todos os relacionamentos, exige um investimento de tempo e energia. A boa notícia é que não importa onde você esteja e em que momento você esteja, Deus sempre tem tempo para ficar conosco! Sempre podemos falar com Deus, fazer perguntas, fazer pedidos, buscar perdão e passar tempo com Ele.
Deus nos escreveu uma carta de amor na qual revela Seu caráter de amor ao interagir com o povo da Bíblia. Ele nos convida a vir e conhecê-Lo. Você aceita?
Annemarie Freeman
Columbus, Georgia EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1182
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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783 palavras
1 não julgueis. Não se proíbe o uso de critérios sãos. O que é proibido é o espírito de crítica, que aumenta o erro alheio. Bíblia Shedd.
Jesus se refere em especial ao fato de julgar as intenções de outra pessoa, não ao fato de julgar se seus atos são certos ou errados. … Jesus não se refere à percepção da qual o cristão deve distinguir o certo e o errado (Ap 3:18; cf. T5, 233), mas sim ao hábito da crítica e da censura, em geral, injusta. CBASD – Comentário Bíblico Adventista, vol 5, p. 369.
3 cisco … viga. Exemplo de hipérbole nos ensinos de Jesus. … Seu propósito é deixar uma lição bem clara. Bíblia de Estudo NVI Vida.
4 trave. O cristão que descobre o erro do irmão irá corrigi-lo “com espírito de brandura” (Gl 6:1), considerando que ele próprio pode ter sido tentado e pode ter caído naquele mesmo ponto, ou pode cair no futuro. CBASD, vol 5, p. 369.
5 verás claramente. Somente quando a pessoa está disposta a sofrer, se preciso for, para ajudar um irmão errante, ela deixa de ser cega para ajudá-la. CBASD, vol 5, p. 370.
6 o que é santo. O obreiro do evangelho não deve perder tempo com aqueles que “só fariam do evangelho um objeto de contenção e ridículo”. CBASD, vol 5, p. 370.
7 pedi. Esta passagem nos encoraja a sermos persistentes em buscar a Deus e Ele nos dará todas as dádivas que Ele sabe que precisamos. Andrews Study Bible.
12 Longe de pagar o mal com o mal, devemos fazer o bem a todos. Foi assim que Deus respondeu à rebelião dos homens oferecendo-lhes a salvação pela graça (Ef 2.8, 9). Bíblia Shedd.
Apenas aqueles que fazem da regra áurea sua lei para a vida e a praticam podem esperar ser admitidos no reino da glória. A atitude para com o próximo é um indicativo infalível da atitude para com Deus (ver 1Jo 3:14-16). … A regra áurea toma o egoísmo supremo (o que gostaríamos que os outros nos fizessem) e o transforma em suprema abnegação (o que devemos fazer para os outros). Essa é a glória do cristianismo. CBASD, vol 5, p. 371.
esta é a Lei. Cristo nega de forma enfática que o princípio apresentado na regra áurea seja algo novo; é a própria essência da lei, dada por Moisés (a Torah), e o que os profetas escreveram; em outras palavras, todo o AT. … Quem atribui a lei do amor apenas ao NT, e relega o AT ao esquecimento, como um sistema religioso obsoleto, critica o Mestre, que declarou especificamente que não veio para mudar os grandes princípios contidos na “Lei” e nos “Profetas”. … Todo o Sermão do Monte, de Mateus 5:20 a 7:11 ilustra essa grande verdade. CBASD, vol 5, p. 371.
13, 14 porta estreita. Jesus chama o caminho do céu de “porta estreita” ou “caminho apertado” … porque na prática muito poucas pessoas renunciam ao eu-próprio para procurar a Deus. Bíblia Shedd.
15 falsos profetas. Um verdadeiro profeta é aquele que fala no lugar de Deus. Um falso profeta é alguém que finge estar falando no lugar de Deus, quando na realidade fala apenas dos pensamentos pervertidos de seu próprio coração. CBASD, vol 5, p. 372.
22 profetizamos. No NT, esse verbo significa em primeiro lugar transmitir uma mensagem da parte de Deus, não necessariamente uma predição. Bíblia de Estudo NVI Vida.
muitos milagres. As Escrituras deixam claro que a realização de milagres não é em si evidência conclusiva de que o poder divino está em operação. O maior milagre de todos os tempos e da eternidade é uma vida transformada à semelhança divina (ver DTN, 406, 407). CBASD, vol 5, p. 373.
25 ventos. Os “ventos” da tentação e das provas (DTN, 314), ou os ventos dos falsos ensinos que tendem a retirar a pessoa do firme fundamento da fé (Ef 4:14). CBASD, vol 5, p. 374.
edificada sobre a rocha. Isto é, sobre os ensinamentos de Cristo. neste caso particular, os ensinos do Sermão do Monte (v. 24). CBASD, vol 5, p. 374.
26 homem insensato. “Insensato” porque não fez o que sabia que deveria ser feito (comparar com o homem sem a veste nupcial [Mt 22:11-13] e com as cinco virgens néscias [Mt 25:2, 3]). CBASD, vol 5, p. 374.
sobre a areia. Aquele que não dá ouvidos ao evangelho constrói sobre a instável areia do eu, sobre seus próprios esforços (MDS, 152) e sobre teorias e invenções humanas (DTN, 314). CBASD, vol 5, p. 375.
29 Ele as ensinava como quem tem autoridade e não como os escribas. Não por meio de dogmas, mas com Sua própria autoridade, em vez de citar expositores anteriores da lei, como faziam os rabis. Observe o uso frequente nos evangelhos da expressão “em verdade vos digo”. … O ensino dos escribas era dogmático e baseado em tradições dos anciãos. No método de Cristo havia poder vivificante, bem como nas verdades que apresentava, em contraste com o formalismo morto dos ensino dos escribas. CBASD, vol 5, p. 375
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“Todo aquele que ouve estas Minhas palavras e as pratica será comparado a um homem prudente que edificou a sua casa sobre a rocha” (v.24).
Desde o seu surgimento, a arqueologia tem contribuído como uma forte aliada da História a fim de confirmar diversos registros escritos. A arqueologia bíblica, um ramo que se dedica a reforçar a veracidade das Escrituras, também tem sido de fundamental importância. Desde o achado dos escritos do Mar Morto, de objetos e até de ruínas de antigas cidades citadas na Bíblia, muitos céticos têm despertado para a Palavra de Deus como o Livro mais sério e confiável que existe. Este ano, especificamente no dia 16 de março, foi divulgado o mais recente achado arqueológico no deserto da Judeia, que incluía porções dos pergaminhos dos profetas Zacarias e Naum, exatamente como está escrito na Bíblia atualmente.
No capítulo de hoje, Jesus fez referência a duas atitudes que não podem e não devem compor a conduta cristã; Ele também reforçou a importância da oração insistente, da porta e do “caminho que conduz para a vida” (v.14), nos advertiu acerca dos falsos profetas e do verdadeiro preparo para a vida eterna, que inclui ouvir e praticar as Suas palavras. A começar pelo julgamento precipitado, Jesus advogou contra o que havia se tornado um hábito em Israel. Samaritanos e judeus, fariseus e saduceus, religiosos e publicanos; Israel havia se transformado em um verdadeiro campo de conflitos civis. Todos, porém, necessitavam entender o que está escrito em Zacarias 8:16-17, o texto encontrado no pergaminho antigo este ano: “Eis as coisas que deveis fazer: Falai a verdade cada um com o seu próximo, executai juízo nas vossas portas, segundo a verdade, em favor da paz; nenhum de vós pense mal no seu coração contra o seu próximo, nem ame o juramento falso, porque a todas estas coisas Eu aborreço, diz o Senhor”.
O procedimento cristão não é revelado pelo que fazemos em nome de Jesus, e sim pelo que Ele faz em nós quando assim pedimos e permitimos (v.21-22). Percebam que Jesus repreendeu com veemência o julgarmos uns aos outros, e logo em seguida, nos advertiu a não darmos “aos cães o que é santo” (v.6) e nem nossas pérolas aos porcos; uma metáfora bem pesada considerando que não somos juízes de nossos semelhantes. Todo aquele, porém, que tem sua vida “edificada sobre a rocha” (v.24), que busca primeiro tirar a trave de seu próprio olho, recebe do Espírito Santo a clara visão espiritual a fim de “tirar o argueiro do olho” do outro (v.5). E isso não com acusações e críticas infundadas, motivadas por maus sentimentos, mas canalizada a ira para o pecado e o amor para o pecador; tendo sempre a guia do Espírito a fim de não ter a fé prejudicada pelos que se recusam a abandonar o pecado.
Nosso chamado, portanto, não inclui separar ou definir quem seja bom ou ruim, mas em ajudarmos uns aos outros respeitando o limite do livre arbítrio. O texto de Zacarias encontrado na Judeia reclama um povo que pratique tudo o que Jesus declarou de uma forma tão clara e detalhada no sermão do monte. Pelo conhecimento e prática da verdade, nossa vida se torna uma edificação inabalável, capaz de suportar o “dia mau” (Ef.6:13). Aquele, porém, “que ouve estas Minhas palavras e não as pratica”, disse Jesus, “é comparado a um homem insensato que edificou a sua casa sobre a areia” (v.26). Esta diferença será claramente percebida no juízo final. E é este cenário profético, encontrado pelos arqueólogos, que aparece em Naum 1:5-6: “Os montes tremem perante Ele, e os outeiros se derretem; e a Terra se levanta diante dEle, sim, o mundo e todos os que nele habitam. Quem pode suportar a Sua indignação? E quem subsistirá diante do furor da Sua ira? A Sua cólera se derrama como fogo, e as rochas são por Ele demolidas”.
“Quando Jesus acabou de proferir estas palavras, estavam as multidões maravilhadas da Sua doutrina” (28). Suas palavras tiveram um grande impacto na visão espiritual das pessoas, “porque Ele as ensinava como quem tem autoridade e não como os escribas” (v.29). Seu discurso ecoava a perfeita combinação das palavras com as atitudes, de forma que Jesus foi logo diferenciado dos mestres da Lei em Israel. O que mais falta para o povo de Deus hoje perceber que é tempo de vivermos Zacarias 8:16-17 a fim de não temermos Naum 1:5-6? Eu vejo essa descoberta arqueológica como mais um atalaia da misericórdia divina a fim de “habilitar para o Senhor um povo preparado” (Lc.1:17). Ter a boca cheia do nome do Senhor enquanto ignora a Sua vontade revelada em Sua Palavra é como construir uma bela “casa sobre a areia” (v.26). Aparentemente é igual à casa sobre a rocha, mas os momentos finais revelarão a fragilidade de seu alicerce.
Seja a nossa vida, pela graça de Jesus e pelo poder do Espírito Santo, o achado raro que reflete o brilho que emana “de toda palavra que procede da boca de Deus” (Mt.4:4). Entremos “pela porta estreita” (v.13). Vigiemos e oremos!
Bom dia, prudentes do Senhor!
* Oremos por uma vida cristã prudente, guiada pelo Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Mateus7 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100