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“Nenhum soldado em serviço se envolve em negócios desta vida, porque o seu objetivo é satisfazer Àquele que o arregimentou” (v.4).
Após sua primeira experiência em Roma, marcada por decepções e descobertas, o jovem monge Martinho Lutero descobriu, em meio à escória de um dissoluto lugar, o mais valioso tesouro que o homem pode encontrar: a “graça que está em Cristo Jesus” (v.1). Foi ali, enquanto subia os degraus de uma suposta escada sagrada que, “de súbito uma voz semelhante a trovão pareceu dizer-lhe: ‘o justo viverá da fé’ Rom.1:17. Ergueu-se de um salto e saiu apressadamente do lugar, envergonhado e horrorizado. […] Desde aquele tempo, viu mais claramente do que nunca o engano de se confiar nas obras humanas para a salvação, e a necessidade de fé constante nos méritos de Cristo” (Ellen G. White, O Grande Conflito, CPB, p.125). Sem dúvida, a Reforma Protestante abriu uma porta no cenário profético preparando o bom caminho pelo qual passariam tantos homens e mulheres de Deus, eleitos para uma obra de resgate da verdade.
Milhares de fiéis, condenados pela igreja papal, sofreram até à morte, como malfeitores. Mas quanto mais sangue inocente era derramado, mais conversões eram testemunhadas. O conhecimento da graça de Cristo, da justificação pela fé no sacrifício do Filho de Deus, significava para eles a aquisição do amor que nem a morte poderia romper. Ainda que algemados, feridos e humilhados, seus corações gozavam da paz que excede todo o entendimento. E os calabouços escuros e insalubres eram iluminados e envoltos em uma atmosfera celestial que nenhum palácio jamais pôde superar. Assim se tornou a vida do memorável prisioneiro cristão em Roma. Deus fez da prisão de Paulo um ponto de luz para o mundo. Ainda que “sofrendo até algemas, como malfeitor”, Paulo se manteve firme na certeza de que “a Palavra de Deus não está algemada” (v.9).
Por meio de sua experiência pessoal com Deus e de tudo que até então havia sofrido, Paulo usou uma comparação que, creio eu, seja a que mais se aproxime da realidade em que vivemos: o combate da fé. Estamos bem no centro de uma guerra pelo controle de nossa vida. De um lado, Satanás, constantemente nos armando ciladas e nos ofertando mentiras que, de tão sutis, enganariam, “se possível, os próprios eleitos” (Mt.24:24). Do outro, Jesus, constantemente nos oferecendo Sua armadura e Sua indumentária de justiça, e a liberdade por Sua verdade, pois “se somos infiéis, Ele permanece fiel” (v.13). O grande problema é que estamos sendo tão absorvidos pelos “negócios desta vida” (v.4), a atual conjuntura tem sido tão imperativa, que nossa mente se tornou escrava de nós mesmos. Já acordamos preocupados com um tempo que não nos pertence, nos autodenominando soldados de Cristo enquanto Cristo é o último a ser consultado em nossas demandas.
Percebam a direção, o alvo, que Paulo apontou para o jovem Timóteo:
“Participa dos meus sofrimentos como bom soldado de Cristo Jesus” (v.3).
Trabalhe com o objetivo de satisfazer Cristo (v.4).
“Lembra-te de Jesus Cristo” (v.8).
Fiel é Cristo (v.13).
Ellen White escreveu: “Cientes de nossa deficiência, devemos contemplar a Cristo” (Parábolas de Jesus, CPB, p.404). Quando tiramos o foco de nós mesmos, de nossos “achismos” e “de palavras que para nada aproveitam” (v.14), e passamos a admirar a pessoa de Cristo, Sua graça, Seu amor, Sua bondade, Sua longanimidade, nosso objetivo de vida se resume em “satisfazer Àquele que [nos] arregimentou” (v.4). Quando, como criancinhas, em sinceridade e humilde dependência vamos até Jesus em busca de auxílio, o Senhor passa a nos dar “compreensão em todas as coisas” (v.7). É quando essa mudança acontece que, por mais que às vezes tenhamos a sensação de que estamos sozinhos, mais na frente encontramos o Senhor nos estendendo a mão e dizendo: “Você nunca está sozinho. É que o Meu silêncio às vezes é a melhor forma para que você volte a depender de Mim”.
Logo teremos de enfrentar uma resistência ainda maior do que a que Lutero enfrentou e perseguições bem piores do que as vividas por Paulo. E as palavras ditas a Timóteo precisam ser estampadas em nosso coração a fim de que perseveremos “como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a Palavra da verdade” (v.15). Muitos, ainda que professando piedade, estão se desviando da verdade “e estão pervertendo a fé de alguns” (v.18). “Entretanto, o firme fundamento de Deus permanece, tendo este selo: O Senhor conhece os que Lhe pertencem; E mais: Aparte-se da injustiça todo aquele que professa o nome do Senhor” (v.19). Ou seja, Deus tem um povo para chamar de Seu, e convida todo aquele que ainda não O conhece para que se arrependa e abandone a injustiça. “Segue a justiça, a fé, o amor e a paz com os que, de coração puro, invocam o Senhor” (v.22). “E acontecerá que todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo” (Jl.2:32). Logo a nossa exaustão dará lugar ao descanso celestial, a nossa tristeza à alegria eterna, pois se já morremos com Cristo, “também viveremos com Ele; se perseveramos, também com Ele reinaremos” (v.11, 12). Ele prometeu, “Ele permanece fiel” (v.13).
“Fiel é esta palavra” (v.11). “Pondera o que acabo de dizer” (v.7). Vigiemos e oremos!
Bom dia, bons soldados de Cristo!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #2Timóteo2 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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II TIMÓTEO 2 – O melhor presente que alguém pode dar a si mesmo é dedicar tempo para estar na presença de Deus.
A Bíblia é o Livro divino para o pecador. Com ela nas mãos na presença do Seu Autor, obteremos percepção espiritual e discernimento moral. Saberemos que heresia é diferente de hipocrisia. Hipocrisia é falta de sinceridade, heresia é falta de verdade. O hipócrita intenta ser o que não é, intentando passar por íntegro. O herege intenta fazer o verdadeiro parecer falso ao propagar mentiras.
Estude com atenção e oração o capítulo em análise, assimile seus ensinamentos e abrigue-os em teu coração. Depois deste exercício, continue meditando. Perceba que um herege dentro da igreja age como Lúcifer quando enganou a terça parte dos anjos: Lança suspeita sobre a verdade, promove a falsidade e proclama-se dono da verdade.
Merril F. Unger, referindo-se à carta em apreço, observa que ela “foi escrita para esboçar a conduta do verdadeiro servo de Jesus Cristo em um tempo de declínio doutrinário. As igrejas da Ásia (1:15) haviam abandonado o evangelho da graça que o apóstolo proclamara, recaindo no legalismo. Paulo encoraja Timóteo a usar os recursos divinos disponíveis ao pastor fiel em um período de apostasia”.
O capítulo em pauta revela-nos os seguintes pontos, conforme sintetizou Gordon D. Fee:
1. Renovação do chamado ao ministério (vs. 1-7);
2. Bases para o chamado (vs. 8-13);
3. Exortação a resistir aos falsos mestres (vs. 13-19);
4. Analogia de apoio com os utensílios de uma casa (vs. 20-21);
5. Responsabilidade de Timóteo frente aos falsos mestres (vs. 22-26).
Observando a linha deste capítulo, é possível destacar que, um reavivamento ministerial é fundamental para redirecionar o foco do ministro para a missão pela qual Deus o designou: Proclamar a verdade e combater a falsidade.
A defesa da verdade importa tanto quanto a proclamação da verdade. Por isso R. Albert Mohler, Jr. alerta que “o alvo da pregação apologética não é vencer um argumento, e sim ganhar almas. A apologética separada de evangelização é desconsiderada no Novo Testamento e estranha ao modelo oferecido pelo apóstolo Paulo”.
A verdade do evangelho precisa ser tão proclamada quanto defendida. Portanto, a Bíblia precisa ser bem estudada e interpretada para não pregarmos e defendermos heresias. Então, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO II TIMÓTEO 1 – Primeiro leia a Bíblia
II TIMÓTEO 1 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
II TIMÓTEO 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/2tm/1
Esta é a última epístola do apóstolo Paulo, escrita enquanto estava na conhecida Prisão Mamertina de Roma, aguardando sua execução. Como você agiria em tal situação? Paulo responde no verso 3, dizendo: “Dou graças a Deus, a quem sirvo com a consciência limpa…” (NVI).
Faço uma pausa e me pergunto: se eu estivesse na mesma situação de Paulo, poderia dizer a mesma coisa? Louvo a Deus em todas as situações, por todas as provações? Bem, eu não posso saber de fato porque ainda não passei por todas as provações que podem me alcançar – nem você. Passaremos por dificuldades até o dia em que dormiremos no pó ou veremos Jesus vindo nas nuvens. O que eu sei é que para as provas de hoje Deus já garantiu a você e a mim: “Minha graça é suficiente para você …” (2Co 12:9, NVI).
A graça de Deus é a chave para nos ajudar no presente e também no futuro, independentemente das circunstâncias. Quando estamos agonizando como nossos pontos mais fracos de caráter, o poder de Deus nos alcança e faz seu trabalho perfeito, transformando-nos à Sua imagem. Assim, Paulo podia dizer: “Por isso, por amor de Cristo, regozijo-me nas fraquezas, nos insultos, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias. Pois, quando sou fraco é que sou forte” (2Co 12:10, NVI).
Jim Ayer
Presidente da Rede de Comunicação Vida Melhor (Better Life Broadcasting Network)
Grants Pass, Oregon, USA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1372
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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4 Tuas lágrimas. Os anciãos de Éfeso verteram “lágrimas” quando se separaram de Paulo em Mileto, acreditando “que não mais veriam o seu rosto”(ver At 2):17, 36-38). Esse terno compadecimento entre missionários jovens com os mais idosos é um modelo que todos os pastores e aspirantes ao ministério devem procurar imitar. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 342.
6 Por esta razão. Ou seja, enquanto estava deitado na masmorra romana, o apóstolo mantinha sua certeza de que as igrejas da Ásia estavam em mãos competentes e que a fé demonstrada por Timóteo constituía uma base sólida para as exigências rigorosas do futuro. CBASD, vol. 7, p. 342.
7 Covardia. Do gr. deilia, “covardia”, “timidez”. O fato de que o cristianismo genuíno não produzia covardes se comprova perfeitamente em Cristo e em Paulo. Nenhum covarde teria escrito semelhante epístola sob a ameaça da espada do carrasco. CBASD, vol. 7, p. 343.
Amor. Ver com. de 1Co 13:1. Qualidade que deve acompanhar o “poder”para que este último não seja empregado de forma dura, sem piedade e pouco fraternal. O Senhor Jesus é um exemplo notável do poder usado com amor. CBASD, vol. 7, p. 343.
8 Não te envergonhes. O teto grego implica que, até então, Timóteo não tinha sido envergonhado. Paulo exorta seu fiel colaborador a que nunca se envergonhe. Expressões de confiança como esta, inspiram os obreiros mais jovens a conquistas ainda mais elevadas. CBASD, vol. 7, p. 343.
Encarcerado. Uma evidência adicional de que Paulo escreveu esta epístola enquanto estava na prisão romana (ver p. 339). CBASD, vol. 7, p. 343.
Do evangelho. Paulo estava sendo humilhado por causa do evangelho, e qualquer coisa menos que plena comunhão com Paulo, em público e e particular, teria sido covardia. CBASD, vol. 7, p. 343.
10 Destruiu. Do gr. katargeo (ver com. de Rm 3:3). Quando Cristo ressuscitou, um poder mais forte do que a morte se manifestou. Cristo oferece o mesmo poder sobre a “morte” a todos os que aceitam o plano de salvação. Não se deve, pois, temer a “morte”. CBASD, vol. 7, p. 344.
12 Crido. A flexão do verbo destaca que Paulo tinha começado a confiar anos atrás, e a confiança continuava. Ele mantinha sua fé, mesmo em meio a diferentes experiências nas quais era tratado como um criminoso comum. CBASD, vol. 7, p. 345.
14 Guarda o bom depósito. Paulo se refere à escolha de Timóteo como fiel ministro do evangelho, confiada a ele tanto por homens quanto por Deus. … O período e serviço de Paulo estava prestes a terminar, o apóstolo havia guardado o depósito da verdade livre de erro doutrinário ou de mácula moral. Entretanto, a obra confiada a Paulo, seu depósito, estava colocada sobre os ombros de Timóteo e de outros. A partir de então, deveriam ser guardiões do tesouro inestimável do evangelho e, por sua vez, transmiti-lo fielmente a outros responsáveis. CBASD, vol. 7, p. 346.
15 Todos … me abandonaram. Nada se sabe das circunstâncias específicas desta experiência. No entanto, deve ter sido algum evento que requereu uma demonstração de coragem e honra daqueles que professavam lealdade ao cristianismo. Paulo sentia esse desapontamento e sabia que, se todos os seus cooperadores fugissem da perseguição, a estrutura que tanto havia trabalhado para construir entraria em colapso. No entanto, a confiança na devoção de Timóteo animava o apóstolo e era o motivo para sua exortação para que o jovem líder se erguesse ousadamente em favor do evangelho. CBASD, vol. 7, p. 346.
Figelo e Hermógenes. As Escrituras não fornecem mais informações a respeito desses homens ou de sua deserção. É trágico ser lembrado unicamente por vergonha ou covardia. Esses homens não haviam guardado o depósito da verdade a eles confiado. CBASD, vol. 7, p. 347.
16 [Onesíforo] me deu ânimo. Onesíforo foi como uma brisa das montanhas para Paulo, que respirava o ar viciado da prisão romana. Em vez de lamentar com o apóstolo, inspirava-lhe coragem, alegria de viver e companheirismo. CBASD, vol. 7, p. 347.
17 Tendo ele [Onesíforo]… chegado a Roma me procurou. Tentar encontrar Paulo era um empreendimento arriscado, porque depois do incêndio de Roma todos os cristãos eram suspeitos. CBASD, vol. 7, p. 347.
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“Guarda o bom depósito, mediante o Espírito Santo que habita em nós” (v.14).
Encarcerado e ciente de que logo seria morto, Paulo demonstrou ansiedade por rever seu irmão e amigo Timóteo. Sua amizade e “fé sem fingimento” (v.5) era uma fonte de regozijo para o saudoso apóstolo. Ao conviver com Timóteo, percebeu que sua educação fora forjada pelos ditames das Escrituras. Não, ele não fora educado nas escolas dos rabis, mas na escola do lar, ante os pés de sua mãe e de sua avó. Eunice e Loide são o típico exemplo de esforço e dedicação sob o governo do Espírito Santo de que este mundo tanto necessita. Em acentuada dificuldade, elas tiveram que conviver com o desprezo de seu próprio povo, com a opressão do império romano e com as trevas morais que irrompiam em repugnantes espetáculos a céu aberto. Manter o menino Timóteo livre das influências negativas e das baixas paixões demandava uma obra de caráter prioritário e santo. Obra esta que culminou em aprovação da parte de Deus e em grande bênção à humanidade.
Realmente a ansiedade de Paulo por rever seu pupilo ficou evidente. Creio que o apóstolo enxergava em Timóteo o sucessor de sua fé, e a imposição de mãos iria conferir-lhe tal privilégio. A dedicação de Paulo em escrever tantas orientações a este irmão especial foi justamente uma forma de fortalecê-lo e encorajá-lo a fim de que fosse reavivado “o dom de Deus” que nele estava (v.6). Com espírito “de poder, de amor e de moderação” (v.7), o jovem Timóteo deveria seguir sua “santa vocação” (v.9), sendo um exemplo para os demais. Sua pouca idade não deveria ser uma barreira, mas uma força a ser considerada por onde quer que fosse. O seu reencontro com Paulo certamente reavivaria a sua fé e firme convicção em servir o “nosso Salvador Cristo Jesus” (v.10).
Quão maravilhoso é partilhar a fé em Jesus e compartilhar experiências espirituais com amigos e irmãos que comungam da mesma “fé sem fingimento” (v.5). Paulo foi grandemente atribulado por situações de perseguições e ameaças por parte de muitos que, por não aceitar viver piedosamente como ele, o oprimiam. Mas também teve motivos de muita alegria e gratidão pelo consolo que Deus lhe concedia através de irmãos sinceros e de honesto procedimento que o amavam genuinamente e tinham prazer em desfrutar de sua singular companhia e de ouvir seus sábios e inspirados ensinamentos. Sem dúvida, Timóteo foi um desses irmãos queridos, cuja vida fora eleita por “Cristo Jesus, antes dos tempos eternos” (v.9).
Os sofrimentos e prisão de Paulo não deveriam ser motivo de vergonha, e sim de perseverança e confiança no poder de Deus. Onesíforo também recebeu o reconhecimento de seu irmão Paulo por seu amor que não mediu esforços para percorrer os calabouços de Roma até encontrá-lo e de como foi solícito em prestar auxílio ao seu ministério “em Éfeso” (v.18). Todo aquele que deseja viver um reavivamento genuíno da verdadeira piedade tem experimentado as amargas decepções de ser um alvo de críticas e perseguições. Na verdade, mais a frente, Paulo mesmo afirmou: “Ora, todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos” (2Tm.3:12). Assim como a piedade de Cristo era considerada pelos líderes judeus como uma terrível afronta, os fiéis servos do Senhor são apontados como fanáticos e perturbadores da paz.
Sendo confortados pelo Senhor pelo reavivamento que há em Sua Palavra e pela companhia de irmãos sinceros, guardemos “o bom depósito, mediante o Espírito Santo que habita em nós” (v.14). Afinal, Jesus nos denominou de bem-aventurados (Mt.5:11-12). De mim mesma, não confio em obra alguma que proceda de meu coração corrupto, mas eu “sei em Quem tenho crido e estou [certa] de que Ele é poderoso para guardar o meu depósito até aquele Dia” (v.12). Aleluia! “Vem, Senhor Jesus!” (Ap.22:20).
“O Senhor lhe conceda, naquele Dia, achar misericórdia da parte do Senhor” (v.18). Vigiemos e oremos!
Bom dia, habitação do Espírito Santo!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #2Timóteo1 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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II TIMÓTEO 1 – O abandono da fé é comum em nossos dias. Algumas pessoas agem declarada e conscientemente, outras nem sabem que a abandonaram. Existem ateus declarados e ateus práticos, os práticos podem até alegar teoricamente alguma crença em Deus, mas suas atitudes são como as dos ateus convencionais.
• O desprezo pelo líder espiritual é consequência de uma sociedade (também de igrejas) voltada mais para o secularismo, materialismo, hedonismo e mundanismo.
• Assim como ser professor de alunos rebeldes e indiferentes, não é fácil ser pastor no século 21.
• Se os pastores na época dos apóstolos precisavam de orientações, quanto mais os pastores atuais!
O próprio apóstolo Paulo “passava por circunstâncias difíceis ao escrever esta última carta a Timóteo, seu mais jovem companheiro de ministério” (Bíblia de Estudo Andrews).
Paulo estava velho, cansado, preso, prevendo seu martírio, então, escreveu sua última obra literária. “Como as últimas palavras que alguém profere são, em geral, as coisas mais urgentes e importantes que pronuncia, o conteúdo dessa carta está regado de emoção e também vazado por um forte senso de urgência. É um apelo para Timóteo manter-se firme diante da perseguição, preservando intacto o evangelho à vista da ameaça dos falsos mestres e proclamando a salvação com senso de urgência, a despeito das nuvens escuras da perseguição” (Hernandes Dias Lopes).
A síntese abaixo baseia-se em George W. Knight:
• Saudação (vs. 1-2);
• Ações de graças (vs. 3-5);
• Chamado para manter a valentia dada pelo Espírito para suportar o sofrimento (vs. 6-14);
• Exemplo de pessoas que apostataram por envergonharem-se de Paulo; e, de um que agiu positivamente (vs. 15-18).
A segunda carta a Timóteo continua as instruções ao ministério eclesiástico da primeira carta. Seu propósito primário é doutrinário. O liberalismo e o legalismo são desvios e becos alternativos na igreja que levam crentes à perdição camufladamente; então, o pastor precisa se preparar para alertar os fieis a não entrar por tais atalhos.
Consequentemente, o pastor precisa entender que…
• …O ministério é pautado por aflições, as quais exigem espírito corajoso;
• …Colegas de ministério podem interceder uns pelos outros;
• …Diante das aflições não se deve afrouxar o testemunho fiel do evangelho;
• …A graça precisa ser pregada mesmo quando líderes estão rodeados pela desgraça.
Aceitas praticar esta exortação: “Reaviva o dom que há em ti”? – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO I TIMÓTEO 6 – Primeiro leia a Bíblia
I TIMÓTEO 6 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
I TIMÓTEO 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
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Texto bíblico: Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/1tm/6
“O dinheiro é a raiz de todos os males.”
Esta frase é freqüentemente citada como sendo das Escrituras, mas leia-a novamente: “O amor ao dinheiro é a raiz de todos os males” (NVI) – ou em algumas traduções, “Porque o amor ao dinheiro é a raiz de toda a espécie de males” (6:10, ACF).
Salomão escreveu o seguinte sobre o dinheiro: “o que se apressa a enriquecer não ficará impune”. Jesus falou acerca dos “enganos das riquezas” (Marcos 4:19 ACF) e afirmou: “Filhos, quão difícil é, para os que confiam nas riquezas, entrar no reino de Deus!” (Marcos 10:24, ACF).
É fácil olhar para os ricos e presumir que eles são mais culpados de amar o dinheiro do que as demais pessoas. Afinal, eles têm muito! Mas aqueles que estão insatisfeitos com o que possuem podem correr maior risco de ganância do que aqueles que possuem uma melhor condição financeira. Paulo colocou as coisas em perspectiva: “a devoção acompanhada de contentamento é, em si mesma, grande riqueza” (1 Timóteo 6:6 NVT), mas “aqueles que desejam enriquecer caem em tentações e armadilhas e em muitos desejos tolos e nocivos, que os levam à ruína e destruição” (v. 9, NVT).
“Cada homem tem seu preço”, dizem por aí – ou seja, uma pessoa fará qualquer coisa se o suborno for grande o suficiente. A proteção contra o suborno é amar coisas maiores e melhores do que as riquezas, coisas como a Verdade, o Amor e a Piedade, coisas que não podem ser tiradas de nós.
Virginia Davidson
Artista – projetista e construtora de vitrais,
Igreja Adventista do Sétimo Dia de Spokane Valley, Washington, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1371
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara