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“Então, saiu a glória do Senhor da entrada da casa e parou sobre os querubins” (v.18).
Semelhante à sua primeira visão, Ezequiel viu como uma fusão entre àquela e a última. O “homem vestido de linho” (v.2) aparece segunda vez com a missão de espalhar “brasas acesas” (v.2) sobre Jerusalém. Haveria um juízo purificador, mediante o qual a glória de Deus seria retirada. O movimento das rodas e dos querubins simbolizava a perfeita ordem que há nos oráculos de Deus. A apostasia de Judá contrastava por completo com a obediência dos seres viventes que realizavam com exatidão as ordens “do Deus Todo-Poderoso”, de forma que até o “tatalar das asas dos querubins” se assemelhava à voz do Senhor, “quando fala” (v.5).
As brasas lançadas “sobre a cidade” (v.2) representavam o juízo purificador de Deus sobre aquele lugar. Logo, não mais uma cidade apenas receberá tal juízo, mas toda a Terra, no “Dia de Deus, por causa do qual os céus, incendiados, serão desfeitos, e os elementos abrasados se derreterão” (2Pe.3:12). “Quando, porém, se completarem os mil anos” (Ap.20:7), descerá sobre a Terra o fogo definitivo, que consumirá os ímpios: “desceu, porém, fogo do céu e os consumiu” (Ap.20:9). Há uma mensagem de advertência para nós, hoje, dada aos profetas. As profecias foram reveladas não somente ao antigo Israel, mas são um recado atual que revela a justiça e a misericórdia de Deus, como reforça Ellen White:
“As mensagens de consolo e admoestação dadas por meio dos profetas que tornaram claro o eterno propósito divino em favor da humanidade são de valor especial para a igreja de Deus hoje – os guardas de Sua vinha na Terra. Nos ensinos dos profetas, o amor de Deus pela humanidade decaída e Seu plano para sua salvação são claramente revelados. A história do chamado de Israel, de seus sucessos e fracassos, de sua restauração ao favor divino, da rejeição do Senhor da vinha e de Seu plano ser levado avante por um bom remanescente, a quem seriam cumpridas todas as promessas do concerto, tem sido o tema dos mensageiros de Deus para Sua igreja através dos séculos até aqui. E hoje a mensagem de Deus à Sua igreja – aos que estão ocupando Sua vinha como fiéis lavradores – não é outra senão aquela expressa pelo profeta no passado” (Profetas e Reis, CPB, p.22).
Quando for fechada a porta que ninguém pode abrir e for retirado da Terra o Espírito Santo que ainda inibe as forças do mal, terá início uma cena de horror jamais vista. Como a nação de Israel ficou destituída da glória de Deus, recebendo sobre si os juízos sobre os quais havia sido advertida, o mundo há de sofrer tudo o que, por intermédio de Seus profetas, o Senhor tornou conhecido. Não haverá desculpas para a ignorância. A obra do Espírito Santo estará completada assim como a obra do Pai e do Filho. Todos haverão decidido de que lado estar no grande conflito.
Pela fé, ouçamos hoje, como o “tatalar das asas dos querubins”, “a voz do Deus Todo-Poderoso” (v.5) a nos falar por meio de Seu profeta: “Os céus e a terra tomo, hoje, por testemunhas contra ti, que te propus a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe, pois, a vida, para que vivas, tu e a tua descendência, amando o Senhor, teu Deus, dando ouvidos à Sua voz e apegando-te a Ele; pois disto depende a tua vida e a tua longevidade; para que habites na terra que o Senhor, sob juramento, prometeu dar a teus pais, Abraão, Isaque e Jacó” (Dt.30:19-20). Eis a terra que Abraão e sua descendência aspiravam: “uma pátria superior, isto é, celestial” (Hb.11:16). Suspiremos pela pátria celestial, confessando que somos “estrangeiros e peregrinos sobre a Terra” (Hb.11:13). Então, quando chegar o tempo das desolações finais, não temeremos, mas seguros estaremos “no esconderijo do Altíssimo” (Sl.91:1), até o Dia de nosso resgate.
Oh, Senhor, que reina soberano no trono do Universo, mas que também habita com o contrito e abatido de espírito, nós Te louvamos por Tua Palavra e pelas preciosas e fieis promessas nela contidas! Está muito perto o dia de nossa eterna libertação e queremos estar preparados para Te encontrar. Que o Teu Espírito complete em nós a boa obra que começou. Que a nossa comunhão diária Contigo nos santifique e continue a nos santificar até o glorioso dia em que receberemos a coroa da vitória sobre o mal. Ajuda-nos a sermos Teus amigos! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, remidos do Senhor!
Rosana Garcia Barros
#Ezequiel10 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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EZEQUIEL 10 – Esta visão é uma continuação daquela descrita em Ezequiel 1, onde o profeta testemunha a glória de Deus “junto ao rio Quebar” (Ezequiel 10:15, 20, 22).
Ezequiel observa os querubins e a nuvem de glória sobre o templo; depois a glória de Deus se retira, indicando o julgamento divino sobre Jerusalém.
• O templo representa a presença de Deus entre Seu povo e a centralidade da adoração.
• A partida da glória de Deus simboliza o abandono divino devido à idolatria e à injustiça do povo.
• O julgamento divino reflete a justiça de Deus diante da desobediência do povo, mas também a oportunidade de arrependimento e restauração.
Esta visão em análise carrega um significado teológico profundo, não apenas para o contexto histórico de Israel, mas também para a compreensão da natureza de Deus e de Sua relação com a humanidade ao longo da história. Considerando Ezequiel 10:1-11:25, a Bíblia Andrews comenta que, “a glória do Senhor parte lentamente do templo na carruagem-trono, sai da cidade em direção ao oriente e para sobre o monte das Oliveiras, para ver se havia pelo menos mais alguém que se converteria e viveria (ver 18:30-32) antes de terminar a fase investigativa do juízo e executar a sentença sobre o povo. A cena lembra a pausa de Jesus no mesmo monte das Oliveiras 600 anos mais tarde, chorando por Sua cidade amada, mas fadada à ruína (Lc 19:41-44); aponta para a longanimidade futura de Deus no tempo do fim, não querendo que ninguém pereça (2Pe 3:9-13). O juízo executivo sobre Judá é anunciado (Ez 11:1-13) e o profeta deixa uma mensagem de esperança e restauração futura para aqueles que enfrentariam o exílio (v. 14-20)”.
Diante disto:
• Devemos uma vida de integridade e santidade, refletindo a natureza de Deus que anseia por um povo separado para Si mesmo.
• Precisamos reconhece a paciência de Deus nos momentos de nossa vida em que enfrentamos dificuldades e desafios, entendendo que Ele prefere nossa salvação, não nossa condenação.
• Necessitamos praticar a paciência e a tolerância com aqueles que ainda não conhecem a verdade, lembrando que Deus também espera pacientemente pela conversão deles.
• Carecemos de corações compassivos e misericordiosos, refletindo o caráter de Deus que deseja que todos se arrependam e se salvem.
Enfim, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: EZEQUIEL 9 – Primeiro leia a Bíblia
EZEQUIEL 9 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/ez/9
O contexto do capítulo 9 é muito importante porque no capítulo 9 o julgamento está sendo executado. A razão do julgamento é o que vimos nos capítulos anteriores deste livro. A idolatria é galopante entre o povo de Deus. Esta idolatria não é apenas idolatria regular, mas idolatria dos líderes, que estão desonrando a Deus mesmo no meio do santuário.
O que achei interessante é a ordem encontrada no versículo 4 para percorrer a cidade, encontrar os fiéis e colocar marcas em suas testas. Os fiéis são fáceis de encontrar porque estão abertamente de luto por os seus compatriotas abandonarem Deus e seguirem deuses que eles próprios haviam criado. A ordem me lembra Apocalipse 7:3 e 9:4 onde aqueles que têm o selo de Deus não serão tocados pelo derramamento de Sua ira.
Há um ditado nos grupos de apoio que diz mais ou menos assim: “A maioria das pessoas não mudará até que a dor de permanecer o mesmo seja maior do que a dor de mudar”. Ao lermos o livro de Ezequiel, descobrimos que esses julgamentos recaem sobre nós. O povo de Deus deve acordá-los para que percebam que precisam voltar para ele (ver Provérbios 3:11-12 NVI).
Mark Etchell
Pastor, Igreja Adventista do Sétimo Dia Loma Linda Campus Hill, Califórnia, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/ezk/9
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli
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1660 (1144 + 516) palavras
1-10 A fase investigativa (inquérito) do juízo terminou. O professo povo de Deus é separado em dois grupos: o remanescente fiel, que recebe uma marca na testa, e aqueles que aderiram à falsa adoração. Deus deixa o lugar santíssimo e anuncia a fase investigativa do juízo. O cumprimento histórico desta passagem nos dias de Ezequiel representa tipologicamente o cumprimento final do livro de Apocalipse, que retrata o juízo investigativo (inquérito) antes da segunda vinda (Ap 14:7), o selamento do povo fiel a Deus antes do fechamento da porta da graça para o mundo (Ap 7:2, 3; 14:1) e o juízo executivo sobre os ímpios (Ap 14:17-20). Bíblia de Estudo Andrews.
1 Que gritava. A pessoa que fala é a mesma que falou durante todo o cap. 8. Sua identidade é mostrada pela maneira como o profeta se dirige a Ele, no v. 8: “Ah! SENHOR Deus!”. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 662.
2 Seis homens. Estes executores da vingança são retratados em forma humana. Numa aplicação primária representam os babilônios, que deviam executar a sentença divina sobre a cidade. Numa aplicação secundária, indicam os agentes de juízo que, no final dos tempos, executarão a sentença; primeiro sobre os que professavam ser guardiões espirituais do povo e, depois, sobre os ímpios. CBASD, vol. 4, p. 662.
Entre eles, certo homem. Este era um dos seis que tinham as armas destruidoras, e não um sétimo, como alguns intérpretes afirmam (ver T3, 266, 267). CBASD, vol. 4, p. 662.
3 A glória. Isto é, a glória descrita em Ezequiel 8:4, que foi uma reaparição da glória descrita no cap. 1. CBASD, vol. 4, p. 663.
Até a entrada. O deslocamento da glória provavelmente pretendia indicar que a ordem para a execução do juízo procederia do próprio templo que os judeus consideravam como a garantia de sua segurança. CBASD, vol. 4, p. 663.
4 Sinal. Em hebraico, a palavra tav, última letra do alfabeto hebraico; nos dias de Ezequiel, tinha o formato de uma cruz [ou X]. Era um símbolo dos últimos ou restantes, o remanescente fiel a Deus que iria suspirar e gemer pelas abominações realizadas em Jerusalém. É paralelo ao “selo de Deus”, marcado na testa (mente ou caráter) de seu remanescente do tempo do fim (Ap 7:14). Bíblia de Estudo Andrews.
Na visão, a marca era literal, mas o significado tinha que ver com o caráter. … A referência primária da visão era à destruição de Jerusalém por Nabucodonosor, mas ela terá outro cumprimento durante as cenas finais da história. ela apresenta um estreito paralelo com as visões de Apocalipse 7, 15 e 16. No Apocalipse, o sinal distintivo é : o selo de Deus”e, como o sinal de Ezequiel, está baseado nas qualificações de caráter. Deus coloca Sua marca de aprovação sobre os que, pelo poder do Espírito Santo, refletem a imagem de Cristo (ver PJ, 67). A estampa de aprovação se assemelha à marca de propriedade de Deus, como se Deus inscrevesse Seu nome e endereço sobre os que estão qualificados para cidadãos de Seu reino: “Deus, Nova Jerusalém”.
O sinal exterior e visível da conclusão da obra da graça na vida de uma pessoa será a observância do verdadeiro sábado bíblico (ver T8, 117). Isso será efetuado da seguinte forma: o sábado sempre foi o dia de descanso designado por Deus. Estabelecido na criação (Gn 2:1-3), devia ser uma obrigação perpétua. A ordem para observá-lo foi incorporada como parte da lei moral (Êx 20:8-11). Nem Cristo nem os apóstolos aboliram o sábado. A grande apostasia que surgiu após a morte dos apóstolos pretendeu substituí-lo por outro dia de repouso, o primeiro dia da semana. No entanto, a Palavra de Deus prediz uma grande obra de reforma que precederia a segunda vinda de Cristo e diria respeito ao dia de descanso (Is 56:1, 2, 6-8; 58:12, 13; Ap 14:6-12; ver GC, 451-460). Prediz também que, simultaneamente, Satanás, o líder apóstata, exaltará seu próprio sistema falsificado de religião, apresentando, como dia de adoração, um falso dia de descanso, o domingo (Ap 13; 14:9-12; cf. Dn 7:25). Ele terá êxito a ponto de conseguir unir o mundo todo num grande movimento de reforma religiosa, do qual uma das principais características será a exaltação do domingo (Ap 13:8; 14:8; 16:14; 18:3; ver GC, cap. 35-40). Como resultados dos esforços para esse propósito, o mundo todo estará dividido em dois grupos: os que serão fiéias a Deus e guardarão Seu dia de repouso e os que se unirão ao movimento universal de contrafação religiosa para honrar o falso dia de repouso. Assim, a observância do sábado se tornará a marca distintiva do verdadeiro adorador de Deus.
Contudo, não é a observância exterior do sábado que constitui a marca. O selo representa a qualificação de caráter necessária aos que forem considerados dignos de serem cidadãos do reino da glória que em breve há de ser estabelecido. Somente os que se purificaram continuarão guardando o sábado naquele terrível tempo de angústia que precede a volta de Jesus. Os observadores do sábado que não forem sinceros abandonarão as fileiras do povo de Deus e se unirão a Satanás contra o Céu, participando da batalha contra o governo do universo (TM, 465). Assim, apenas os que forem genuínos e verdadeiros permanecerão como os únicos defensores do santo sábado de Deus. A eles se unirão outros verdadeiros filhos de Deus que, até então, estiveram espalhados nas diversas denominações cristãs, mas que, sob a luz crescente do alto clamor, abraçarão o sábado e se unirão ao povo remanescente de Deus (ver GC, 611, 612).
A marca é colocada sobre aqueles “que suspiram e gemem por causa de todas as abominações que se cometem”. … Os que estão na outra classe procuram encobrir os males existentes e desculpar a grande iniquidade que prevalece por toda parte. CBASD, vol. 4, p. 663, 664.
6 Começai pelo Meu santuário.Onde os pecados se concentraram, entre os anciãos de Judá (cap. 8). Comparar com o eco em 1Pe 4:17: o Senhor começará o juízo do tempo do fim “pela casa de Deus” Bíblia de Estudo Andrews.
Deus havia esgotado os recursos de que dispunha para apelar ao rebelde Israel. Seu poder repressor seria removido dos invasores caldeus. Sem misericórdia, os exércitos deles executariam a sentença: “Matai a velhos, a moços.” Começariam pelo santuário, onde se haviam concentrado os ofensivos pecados do povo.
Essas cenas se repetirão nos últimos dias. naquele tempo, também o juízo começa “pela casa de Deus” (1Pe 4:17), por aqueles a quem Deus deu grande luz e que estavam como guardiões dos interesses espirituais do povo, mas que traíram a confiança deste (ver T5, 211). Esses pastores infiéis recebem primeiro o insulto que será acumulado sobre eles por parte dos que foram enganados por suas mentiras (PE, 282). Posteriormente, perecerão na destruição geral que precede e acompanha a segunda vinda de Cristo (ver Ap 15-19). CBASD, vol. 4, p. 664.
7 Contaminai a casa. Os judeus esperavam que Deus poupasse Sua casa da contaminação. Nisto foram desapontados. Em parte, a contaminação foi efetuada pelos corpos ensanguentados dos adoradores idólatras. CBASD, vol. 4, p. 664.
8 O restante de Israel. Ezequiel suplica pelos remanescentes que ficaram, mas a natureza e a magnitude do pecado justificavam o juízo. CBASD, vol. 4, p. 664.
Texto completo do comentário da rodada anterior:
Depois da visão de Ezequiel das crescentes cenas de abominação no capítulo anterior, seis anjos foram encarregados de executar o julgamento de Deus. Um deles, que estava vestido com a roupa sacerdotal comum, foi instruído a colocar uma marca na testa daqueles que se afligem por causa das abominações que estavam sendo cometidas em Judá. Todos aqueles que não tivessem a marca, a começar pelas autoridades do templo deveriam ser destruídos. Os que tivessem a marca, porém, deveriam ser poupados. Este julgamento teria efeitos tão amplos que Ezequiel temeu que nem mesmo um remanescente fosse poupado da destruição (v. 8).
Esta cena se repete em Apocalipse 9:4, onde Deus, ao descrever as pragas, instrui os gafanhotos a não prejudicarem aqueles que receberam o selo em suas testas. Tanto no livro de Ezequiel quanto no Apocalipse, este selamento ou marcação do povo de Deus indica a proteção especial de Deus sobre os justos nos tempos de angústia pouco antes do retorno de Jesus.
Estamos verdadeiramente vivendo nos últimos dias antes da volta de Cristo. Esse dia será um dia terrível para aqueles que rejeitaram seu Salvador e receberam a marca da besta.
A pergunta de Ezequiel sobre se um remanescente sobreviverá ao julgamento de Deus é muito séria. Será que alguém será capaz de sobreviver?
A resposta é um sonoro “Sim!” Deus tem um remanescente! Os justos terão em suas testas a própria marca de Deus, que é um selo de Sua propriedade. O próprio selo de aprovação de Deus estará em suas testas. Esta marca garante a fidelidade do usuário a Deus e a manifestação do caráter de Cristo neles, não por causa de qualquer coisa que eles tenham feito, mas por causa do gracioso trabalho de Deus através de Seu Espírito Santo em seus corações.
Muitos adventistas interpretam o selo como a observância do sábado, que é uma indicação externa de amor e submissão a Cristo. No entanto, a guarda do sábado é simplesmente uma demonstração externa do trabalho de selagem do Espírito Santo no coração. A marca não é a guarda do sábado, mas ela representa o desenvolvimento do caráter dos corações dos justos.
Na visão, Ezequiel viu uma nação de pessoas que presume que Deus é misericordioso demais para trazer julgamento e acham que suas ações não são vistas por Deus ou apresentam desculpas para o seu pecado. Eles são orgulhosos e egoístas.
Por outro lado, Deus preservou um remanescente que é diferente da maioria. Quando Deus descreve aqueles que são selados, a principal característica que identifica o remanescente é o seu profundo pesar sobre as abominações que ocorrem em sua própria terra e entre seu próprio povo.
O remanescente é um povo que reconhece sua necessidade. Eles são um povo submisso que busca o Senhor com todo o coração. Ao se renderem e se humilharem perante o Senhor, Ele lhes provê a graça para que seu caráter reflita o Seu. O Senhor é Quem graciosamente muda o nosso caráter e nos torna semelhantes a Ele. Essa é uma notícia maravilhosa! Amém.
Pr. Eric Bates, EUA, publicado em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/07/06/
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“[E] lhe disse: Passa pelo meio da cidade, pelo meio de Jerusalém, e marca com um sinal a testa dos homens que suspiram e gemem por causa de todas as abominações que se cometem no meio dela” (v.4).
Assim foi apresentado a Ezequiel o juízo divino. Seres celestiais, agentes do juízo, tomaram posição no cumprimento de seu dever. Detentores das armas da justiça de Deus, e acompanhados de um escrivão com a ordem de selar “a testa dos homens” (v.4) que se entristeciam por todas as abominações cometidas no meio de seu povo, um cenário foi apresentado não somente para aquele tempo, mas como uma prefiguração do juízo final. O sinal na testa representa uma escolha consciente de temer a Deus e de se desviar do mal. Contudo, aos demais que haviam se corrompido e se recusado a dar ouvidos ao Senhor, seu destino foi a morte, a começar pelo santuário, ou seja, pelos líderes espirituais da nação (v.6).
Quão terrível foi o sentimento experimentado pelo profeta ao perceber que só havia ficado ele “de resto” (v.8)! Um sinal também foi exigido dos filhos de Israel quando do derramamento da última praga no Egito. O sangue de um cordeiro nos umbrais da porta era uma marca demasiado significativa, um sinal da aliança de cada família com “o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (Jo.1:29). Uma grande tensão tomou conta de cada casa, mas tão logo o anjo destruidor passava sem molestar os que obedeceram às ordens de Deus, seus corações eram tomados de profunda gratidão. O sangue de Cristo, este símbolo sagrado de nossa preciosa redenção, continua sendo um símbolo de purificação na vida de quem escolhe não se contaminar com as finas iguarias do príncipe deste século (Dn.1:8).
Está escrito sobre os salvos: “São estes os que vêm da grande tribulação, lavaram suas vestiduras e as alvejaram no sangue do Cordeiro” (Ap.7:14). Havemos de passar por um selamento definitivo e um tempo de grande angústia. Ouso afirmar que já começamos a experimentar o princípio deste tempo. E muitos têm sido guardados pelo Senhor no descanso da morte. Mas um derradeiro grupo, os que ficarem “de resto”, terão de passar pelo tempo sombrio. Nossa mente, porém, não deve estar concentrada no futuro desafiador, mas nas presentes oportunidades que temos de estar preparados e preparando outros para o glorioso retorno do nosso Redentor.
Embora a nossa luta seja grande e constante mediante um inimigo derrotado que tenta nos roubar a paz, que a bendita esperança que encheu o meu coração de fé através das palavras a seguir, também preencha o seu coração, na certeza de que o Senhor já nos garantiu a vitória:
“Não fiqueis desalentados, não desfaleçais. Embora tenhais tentações; embora sejais assediados pelo astuto inimigo, se o temor de Deus estiver diante de vós, anjos valorosos em poder serão enviados em vosso auxílio e podereis estar à altura de enfrentar os poderes das trevas. Jesus vive. Ele morreu para prover um meio de escape à raça caída; e vive hoje para fazer intercessão por nós, a fim de que sejamos exaltados à Sua destra. Tende confiança em Deus. O mundo anda no caminho largo; e ao andar no caminho estreito e ter de lutar com principados e potestades, e enfrentar a oposição de inimigos, lembrai-vos de que foram tomadas providências a vosso favor. A ajuda está a cargo de Alguém que é poderoso; e, por meio dEle, podeis vencer” (Ellen G. White, E Recebereis Poder, CPB, p.373).
Como Lutero e os demais reformadores tiveram de enfrentar a rejeição e perseguição daqueles que se diziam representantes de Deus, o remanescente fiel enfrentará a dura perseguição daqueles que antes erguiam o mesmo estandarte. Maior aflição, porém, advém de um coração que clama qual Davi: “Cria em mim, ó Deus, um coração puro e renova dentro de mim um espírito inabalável. Não me repulses da Tua presença, nem me retires o Teu Santo Espírito” (Sl.51:10-11). Consciente de seus pecados, Davi clamou pelo perdão e pela misericórdia divina. “De igual modo”, escreveu a irmã White, “todos quantos desejem seja seu nome conservado no livro da vida, devem, agora, nos poucos dias de graça que restam, afligir a alma diante de Deus, em tristeza pelo pecado e em arrependimento verdadeiro. Deve haver um exame de coração, profundo e fiel” (O Grande Conflito, CPB, p.493).
Examinemos o nosso coração, amados, e o preparemos para o selamento final dos santos (Ap.7:3).
Pai Celestial, logo todos nós estaremos com nosso destino eterno selado. Queremos ter o Teu selo em nossa fronte, de forma que não haja dúvida de que pertencemos a Ti. Mas para isso, precisamos tomar decisões acertadas aqui. A Tua Palavra diz que “todo homem piedoso Te fará súplicas em tempo de poder encontrar-Te” (Sl.32:6). Oh, Senhor, enquanto podemos achá-Lo, suplicamos que nos batize com o Espírito Santo! Prepara-nos para o refrigério da chuva serôdia e para o retorno de Cristo! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia santos do Altíssimo!
* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.
Rosana Garcia Barros
#Ezequiel9 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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EZEQUIEL 9 – Em meio à apostasia generalizada, Deus conhece os poucos que se consagram a Ele. Deus protege no julgamento àqueles que lamentam por causa dos pecados que assolam e atormentam aos pecadores que sofrem as consequências de suas desobediências.
No contexto de Ezequiel 9, o povo de Deus, por volta do século VI a.C., experimentava um tempo de juízo divino devido à sua desobediência aos mandamentos de Deus e prática abominável da idolatria (Ezequiel 8:1-5). Na Babilônia de Nabucodonosor, os judeus estavam divididos entre os que ainda mantinham a fé em Deus e os que se desviaram para a idolatria e a corrupção moral – isso não mudou hoje em dia! Portanto,
• Do mesmo modo que Deus Se afastara do Templo devido à gritante corrupção (Ezequiel 8:6), logo o Espírito Santo irá retirar-se da Terra.
• Da mesma forma que Deus não agiu para sempre no pecador antes do Dilúvio (Gênesis 6:3), também não agirá para sempre no tempo que antecede à segunda vinda de Cristo (Lucas 17:26-27).
• Quando o poder refreador de Deus é retirado, o caos se instala por todos os lados (Apocalipse 7:1); todavia, Deus tem Seus meios de proteger aos que Lhe pertencem – estes serão divinamente selados (Apocalipse 7:2-3).
• De igual modo que os judeus estavam na Babilônia, os cristãos estão na Babilônia espiritual; e assim como havia uma distinção entre quem servia a Deus de verdade e os que não O serviam, também há no contexto atual (Apocalipse 18:1-4; Mateus 7:21-23).
• Assim como Deus revelou a Ezequiel imagens de execução e julgamento para retratar a severidade do Seu juízo sobre os pecados de Israel no passado (Ezequiel 9:3-7), usa também no contexto do tempo do fim na visão dada a João exilado em Patmos (João 14:14-20).
Da perspectiva escatológica, o selo de Deus indica que os cristãos serão marcados como propriedade de Deus e protegidos por Ele durante os eventos finais da história humana. Quem sela é o Espírito Santo (Efésios 4:30), mas os mandamentos de Deus é a prova de amor a Ele (João 14:15); e, a aliança de compromisso, é o sábado (Ezequiel 20:12, 20), que é um sinal evidente de um compromisso interno (Apocalipse 14:1-5) – como é a aliança de casamento!
Busquemos compromisso sério com Deus! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: EZEQUIEL 8 – Primeiro leia a Bíblia
EZEQUIEL 8 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/ez/8
As visões de Ezequiel não deixam ninguém de fora. As visões de idolatria incluíram a todos: homens e mulheres, líderes e deuses ídolos de toda a região. A idolatria se espalhou por toda Jerusalém e até mesmo para dentro do Templo. É importante notar que nessas visões acerca da idolatria de Judá, esses adoradores de ídolos nunca alegaram que Deus não existia. Na verdade, eles reconheciam a Sua existência, mas o povo de Judá e seus líderes negavam a Sua relevância na vida deles.
Acho que, às vezes, o mesmo pode ser dito a nosso respeito. Quando enfrentamos doenças graves, dificuldades financeiras devido ao corte de horas de trabalho, desemprego ou dificuldades em nossos relacionamentos, raramente questionamos a existência de Deus. No entanto, embora não duvidemos de Sua existência, nosso estresse, ansiedade e preocupação questionam claramente Sua relevância. Quando procuramos remediar nossa ansiedade e inquietação buscando nossos ídolos de entretenimento, posses ou imoralidade, comunicamos a Deus que Ele não é capaz de nos ajudar ou não quer nos abençoar. Mas há uma excelente notícia – Ele quer nos abençoar e é plenamente capaz de fazê-lo. Você e eu podemos confiar nEle acima de tudo.
Eric Bates
Diretor do Ministério da Família
Associação da Carolina, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/ezk/8
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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675 palavras
1 Sexto ano. Isto é, do cativeiro de Joaquim (ver com. [CBASD] de Ez 1:2), 592/591 a.C. … Uma nova série de profecias começa aqui e se estende até o final do cap. 19. A data mostra que a série começa pouco mais de uma ano após o chamado de Ezequiel para o ofício profético (ver Ez 1:2). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 658.
Anciãos. Talvez representassem certo grau de organização civil preservada durante o cativeiro e não proibida pelos babilônios. … O fato dos anciãos consultarem ao Senhor sobre a situação em que se encontravam (ver Ez 14:1; 33:31) deixa claro que Ezequiel já era um respeitado profeta entre os cativos. CBASD, vol. 4, p. 658, 659.
3 O Espírito me levantou. Não se deve supor que Ezequiel foi literalmente transportado em corpo. Os deslocamentos ocorreram, sem dúvida, em visão (ver com. [CBASD] de Dn 8:2). Mas, como Paulo, Ezequiel não era capaz de dizer se estava no corpo ou fora dele (ver com. [CBASD] de 2Co 12:3). CBASD, vol. 4, p. 659.
Imagem. Há várias conjecturas quanto a quem esta imagem representava: Baal, Moloque ou Astarote. No entanto, talvez a “imagem dos ciúmes” não represente o nome de qualquer divindade pagã em particular, mas apenas descreva uma imagem que provocasse os ciúmes do Senhor. A colocação de um deus rival no local dedicado à adoração de Yahweh produziria tal efeito. … Acaz colocou um altar idólatra dentro do próprio templo, mudando o altar de bronze para o norte, a fim de abrir espaço para o mesmo (ver. com [CBASD] de 2Rs 16:10-16). Mais tarde, Manassés “edificou altares na Casa do SENHOR” (2Rs 21:4). Com exceção de Josias, os subsequentes reis de Judá foram ímpios. É totalmente possível que tenham usado a área do templo para o culto idólatra. CBASD, vol. 4, p. 659.
6 Maiores abominações. O profeta é conduzido como que através dos sucessivos estágios de uma trama de idolatria. CBASD, vol. 4, p. 659.
8 Cavei.isto foi feito em visão. O objetivo desta parte da visão era, sem dúvida, enfatizar o sigilo envolvido nas atividades que o profeta veria. CBASD, vol. 4, p. 660.
10 Pintados. Ou, esculpidos em relevo. Alguns comentaristas identificam esses ritos idólatras como se fossem de origem egípcia; outros, como se fossem de origem babilônica. … É provável que as figuras não tivessem uma origem única, mas que representassem ritos de origens diversas. CBASD, vol. 4, p. 660.
11 Seu incensário. Para culminar, os 70 anciãos estavam todos agindo como sacerdotes e oferecendo s seus ídolos pintados o incenso que ninguém tinha o direito de usar, a não ser os filhos de Arão (2Cr 26:16-18), e que devia ser oferecido unicamente ao Deus verdadeiro. CBASD, vol. 4, p. 660.
12 O SENHOR não nos vê. Eles não negavam a existência de Deus nem Sua providência, mas pareciam pensar em Yahweh como uma divindade local a que haviam renunciado. CBASD, vol. 4, p. 660.
14 Tamuz. Um deus adorado pelos babilônios sob o nome de Du’uzu, e designado de várias formas: como irmão, filho, marido ou amante da deusa Ishtar [ver Comentários Selecionados sobre Jeremias 44:17]. Tamuz era o deus da vegetação e dos pastos e patrono dos rebanhos. De acordo com a tradição antiga, ele morria anualmente e descia ao mundo subterrâneo.. Seu falecimento era marcado pela seca das colheitas, dos pastos e dos veios d’água durante o calor do verão. Sua morte era comemorada por festividades públicas de lamentação e pelo entoar dos cantos fúnebres no quarto mês do ano semítico (duzu ou tamuz, que começava em junho ou julho; ver vol. 2, p. 100). Cria-se, também, que anualmente, Ishtar descia ao mundo subterrâneo para despertar o deus morto, e que o despertamento e a volta de Tamuz faziam com que a vegetação florescesse novamente. Os gregos preservaram uma história semelhante em seu mito de Demétrio e Perséfone. CBASD, vol. 4, p. 660.
16 Vinte e cinco … adoravam o sol. A adoração ao Sol, Shamash, era praticada desde muito cedo pelos cananeus e foi introduzida na adoração dos reis e do povo de Judá (2Rs 23:5, 11; cf. Dt 4:19; 17:3; Jó 31:26). … Se eles eram os guardiões especiais da verdadeira religião, seu pecado constituía um flagrante insulto a Deus. Assim, foi assinalado como a maior das abominações (ver 2Cr 36:14). CBASD, vol. 4, p. 661.
Texto completo do comentário de hoje:
Neste capítulo, Ezequiel, que se encontrava exilado na Babilônia, vê abominações sendo cometidas em Jerusalém, cada uma pior que a anterior. Na primeira visão (v. 1-6), Ezequiel viu um ídolo sendo adorado publicamente no portão norte de Jerusalém. O norte era a direção típica de onde os inimigos de Judá se aproximavam. Em vez de colocar a sua esperança e confiança em Deus, eles confiavam nesse ídolo para sua proteção.
A situação piora. Na segunda visão (v. 7-13), Ezequiel é levado para um local mais privado, a entrada para o pátio do Templo. Ali Ezequiel vê 70 líderes adorando ídolos semelhantes aos ídolos egípcios, desenhados em uma parede. Você pode imaginar Ezequiel vendo os líderes de Judá adorando ídolos egípcios e declarando que o Senhor não os vê e os abandonou (v. 12)? Isso é terrível, mas tamanha perversidade fica ainda pior na próxima visão.
Ezequiel vê mulheres que praticam um ritual babilônico, chorando para o deus Tamuz. O ritual tinha como objetivo apressar a ressurreição dentre os mortos do deus Dumuzu (o nome babilônico para Tamuz). Esse ritual marcava o fim do inverno e simbolizava fertilidade e vida nova. Essas mulheres estão de luto pelo deus do inverno que estava morto, em vez de adorarem ao Deus vivo.
A visão final do capítulo oito é a mais abominável. Esta visão tem lugar no próprio Templo. Ezequiel vê 25 homens de costas para o templo, olhando para o oriente, adorando o sol. Eles dão as costas para o Criador e adoram a Sua criação.
Estas visões não deixam ninguém de fora. As visões de idolatria incluíam a todos – homens e mulheres, povo e líderes, ídolos e deuses de todas as regiões. A idolatria se espalhara por toda a Jerusalém e até mesmo para o interior do Templo.
É importante notar que nessas visões da idolatria de Judá, esses adoradores de ídolos nunca diziam que Deus não existia. Na verdade, o povo de Judá e seus líderes reconheciam a sua existência, mas negavam sua relevância em suas vidas.
O mesmo pode ser dito de nós, às vezes. Professamos, nominalmente, nossa fé e raramente questionamos a existência de Deus ou Seu cuidado por nós. No entanto, quando enfrentamos problemas – uma doença grave, dificuldades financeiras devido a cortes nas horas de trabalho, desemprego ou problemas em nossos relacionamentos -, nosso comportamento, muitas vezes, nega o que professamos. Agimos como aqueles que não esperam no Senhor.
Mas aqui estão as boas notícias: Deus quer nos ajudar e tem todo o poder no céu e na terra para fazer isso! Você e eu podemos confiar nele acima de tudo. Amém.
Pr Eric Bates, EUA, publicado em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/07/05/